Uma Segunda Chance para Viver

15 Capítulo 15- 14º Pedido de desculpas


Notas iniciais
Oi gente, e ai td bem? Quero agradecer a todos os comentarios, muito obrigada! E também pelas indicações, valew.
Aqui esta mais um capitulo e espero que goste?

O dia seguinte começou com Runas Antiga. Tom e Hermione mostraram a Professora LeRue seu espelho. Ela ficou muito impressionada com o progresso, tão impressionada que decidiu que eles não precisavam de nenhum dever extra para o resto do ano para que pudessem terminá-lo.

- Hoje, nós estaremos falando sobre uma nova invenção do Ministério e do uso das runas nesta criação. — disse ela a classe, assim que Tom e Hermione sentaram — É chamado de vira-tempo.

Tom olhou para Hermione. Ela tinha um sorriso ligeiro em seu rosto. Ele agarrou firmemente sua pena por um momento antes de relaxar. Isso explicaria tudo, o aparecimento súbito, os usos do sangue de dragão, poções da ressaca. Decidindo que depois pensaria melhor ele continuou a prestar atenção na professora.

- O vira-tempo tem um limite de cerca de uma semana. Porque é perigoso permitir que uma bruxa ou bruxo estar em dois lugares ao mesmo tempo. Teoricamente, um aluno poderia usar um vira-tempo para assistir duas aulas ao mesmo tempo, embora isso seja muito para futuro.

Tom decidiu que ela definitivamente já sabia sobre o vira-tempo. Caso contrário, ela provavelmente teria pedido um para que ela pudesse passar mais tempo na Biblioteca. A professora LeRue passou o resto da aula desenhando muitos padrões incomuns e complicados na tábua de runas, mais de que Tom e Hermione havia incluído em seus planos de espelho.

Tom teve um período livre entre runas e o almoço. Ele subiu até o quarto para pensar sobre tudo que tinha aprendido. Não havia nenhuma maneira que ela tivesse um vira-tempo, ele decidiu. Ela era de pelo menos alguns anos no futuro, se não décadas. Ele teria que descobrir como ela tinha voltado no tempo.

Ainda assim, mesmo que ela fosse do futuro, ela não deveria saber sobre a sua história secreta. Poderia saber sobre qualquer coisa menos sobre ele. Talvez ela me conhecia no futuro, pensou mas porque ela me odiou imediatamente? Ele não conseguia pensar em uma razão.

Logo era hora de almoço. Tom voltou a sentar-se à sua própria mesa. Ele sorriu para Hermione. Ela devolveu o sorriso, antes de voltar a conversa com Minerva. "Isso vai ser divertido", pensou ele com um sorriso.

Tiveram aula com Slough que estava com humor extremamente jovial.

Naquela noite, Hermione estava esperando Tom na biblioteca. Ela queria logo começar a trabalhar em seu projeto de Runas. Tom aproximou-se dela já com o contra ataque todo planejado.

- Eu poderia, por favor, falar com você, Hermione? Nós não precisamos trabalhar no espelho esta noite.

- Tudo bem, eu acho. — Hermione, concordou, imaginando sobre o que ele tinha para falar com ela.

- Isto é difícil de dizer. ... Eu Merlin, eu odeio fazer isso. — resmungou. — Eu queria pedir desculpas.

- Por quê? — Hermione perguntou desconfiada.

- Isso é um pouco difícil de explicar. — ele suspirou.

- Eu usei o fim do meu namoro com Heloisa para fazer você sentir pena de mim. Eu não estou acostumado a ter alguém igual a mim, uma concorrente. Então eu pensei que se eu pudesse te manipular para ser minha amiga eu poderia controlar você.

“ Eu ouvi Crabbe e Goyle planejando te atacar. Eles disseram que depois um iria usar Obliviate no outro, minha estupida lealdade para minha casa me impediu de dizer algo a você até agora. Imediatamente me arrependi de minha decisão quando vi o que eles tinham feito a você, mas mesmo assim eu ainda mantive silêncio. Mas agora eu tenho a certeza que não posso mais fazer isto.

— Por que não? — Hermione perguntou agora surpresa.

- Acho que nós nos tornamos amigos, — disse ele lentamente- eu confio em você como jamais confiei antes em alguém na minha vida. Eu já lhe disse coisa sobre mim que ninguém mais sabe. Me importo demais com você para permitir que nosso relacionamento seja construído sobre engano. – Tom concluiu.

Hermione ficou em silêncio por alguns momentos. "Ele está falando sério ou é apenas um novo plano?” Ela se perguntou. Ele lhe disse, embora ele não precisasse. Ela decidiu perdoá-lo. Afinal, ela não seria capaz de encontrar qualquer coisa se eles não fossem amigos.

- Está tudo bem, Tom. Você acabou de provar que nós nos tornamos amigos. Você confiou em mim para te perdoar, e eu confio em sua sinceridade. Vamos esquecer isso agora, ok?

Tom ficou impressionado com sua capacidade de agir. Ele estava cego para o fato de que ela estava sendo honesta.

- Obrigado, Hermione. — disse ele, olhando nos olhos dela — Vamos fazer isso amanhã. Estamos à frente do cronograma de qualquer maneira. Quer ir pegar uma cerveja amanteigada na cozinha?

— Claro. — disse Hermione, extremamente feliz com a virada dos acontecimentos. Tom começou a andar no corredor – Espere! — disse ela — Eu sei de uma melhor maneira de chegar lá. — Ela levou a direção oposta, para o salão comum da Lufa-Lufa. Entre duas pinturas e um retrato do século 16 com um cozinheiro com uma faca grande — Abre-te Sésamo. — disse ela, apontando a varinha dela na pintura. — Aparentemente, Helga Lufa-Lufa queria uma maneira rápida de ir para a cozinha.

Ela disse a um espantado Tom, encolhendo os ombros um pouco antes de atravessarem a porta. Andaram vários lances de escada para baixo nos corredores um pouco antes de pisar dentro cozinha. Os elfos domésticos rapidamente trouxeram bebidas e bolos para eles.

- A amizade. — disse Tom, brindando com Hermione. Comeram seus doces e tomaram suas cervejas amanteigadas e foram embora. Tom caminhou com ela de volta ao quarto comum da Grifinória. Ele não quis beijá-la, apenas desejou uma boa noite, já andando pelo corredor. Estranhamente, Hermione se sentiu um pouco decepcionada.

Naquela noite, Tom pensou nas últimas semanas enquanto estava sentado em sua habitual poltrona diante da lareira. Racionalmente ele percebeu que começava a nascer nele emoções boas, mas estava cego de raiva pela manipulação que Hermione fez, estava determinado a não deixar isto acontecer novamente, apesar da sensação de aperto no peito que sentia. Ele nem se quer cogitou a ideia de Hermione esta mentindo para Minerva. Ninguém nunca se importou com ele antes, porque Hermione seria a primeira?

Hermione estava em conflito com ela mesma. Todas as suas atitudes tomadas até então foi com a justificativa que Tom estava fazendo a mesma coisa, mas agora ele agiu de forma inesperada.

Sua consciência Grifinória não a deixava em paz, ele tinha sido sincero com ela. O mínimo que devia fazer é ser com ele também, mas como? Não poderia falar muitas coisas, senão estragaria sua missão. Mas na verdade ela já tinha estragado, não era para ter sido notada e agora estava até sentindo falta do beijo dele. “Ai meu Merlin eu sou uma idiota! Pensou Mas tenho que fazer alguma coisa. Amanhã, amanhã eu falo com ele.” E assim Hermione dormiu.

Enquanto isto nas masmorras do castelo Tom falava a seus comensais.

- Vocês fizeram tudo bem feito até agora, mas a partir de amanhã não quero ninguém seguindo ou assediando a sangue-ruim. Não se preocupe com nossa relação independentemente que os idiotas da escola falarem.

- Sim, meu Senhor. — o grupo entoou.

- Lord Voldemort, por que se preocupa com ela?- uma voz chorosa pediu.

- Não me questione Avery. — Tom ordenou com raiva- Se você precisasse saber, eu diria.

- Sim, meu Senhor. — Francis Avery respondeu, com covardia evidente na voz.

- Isso é tudo por esta noite Comensais da Morte. Cada um deve deixar com alguns minutos de intervalo para evitar serem capturados.

Tom voltou para seu quarto, pensando qual a necessidade dele proteger Hermione, porque a preocupação de não deixar seus Comensais perto dela. Ele realmente tinha que tomar cuidado. No outro dia ambos tinha um tempo livre, Hermione decidiu conversa com ele.

- Oi, Tom. — Hermione cumprimentou-o, sorrindo, um tanto ansiosa.

- Oi. – ele respondeu.

- Umm... Eu queria falar com você sobre algo. — disse Hermione cautelosamente.

- Ok. -Respondeu Tom, um pouco confuso. – Pode ser na torre do relógio? — Sugeriu Tom.

- Isso é bom. — disse Hermione, aliviada que estava aceitando seu pedido tão facilmente.

Quando chegaram ao topo, Hermione não conseguia começar a falar, tentou por varias vezes.

- O que você quer falar? — Tom cutucou.

- Depois que você me pediu desculpas por suas ações, me senti muito culpada. — começou Hermione.

“Eu não fui melhor do que você, talvez eu fosse ainda pior. Eu não confiava em você com Heloisa e em quase tudo que você fazia, então fiz igual a um sonserino. Na véspera de Ano Novo, eu propositalmente tentei te embriagar para obter informações e descobrir se você estava sendo honesto comigo. É estúpido eu sei, mas eu tinha medo que você estivesse me manipulando. Já estou sozinha longe de qualquer pessoa que goste de mim verdadeiramente e não aguentaria se você estivesse me usando. Então depois que você pediu desculpa, eu me senti péssima, você estava sendo honesto comigo e eu ainda mentindo para você! – Ela terminou seu discurso sem folego, não mentiu em seu discurso, tentou ser mais honesta possível.

Tom ficou chocado como jamais tinha ficado, pelo menos com Hermione. Ele acreditava que estava na frente dela, finalmente a manipular, então ela chega com uma atitude completamente inesperada.

Tom e Hermione ficaram imóveis, esperando a reação. Ela não tinha ideia do que ele estava pensando. Finalmente, ele começou a falar cautelosamente, como se procurasse as palavras certas.

- Eu não vejo como poderia ser menos indulgente as suas ações do que era as minhas. Estou um pouco surpreso, eu não acho que um grifinório poderia ter tanto astucia. — Ele esboçou um leve sorriso.

- Bem, eu quase entrei na Sonserina. — respondeu Hermione se desculpando.

- Eu posso entender porque. — Respondeu Tom secamente. Ele ainda estava um pouco desconfiado por tudo que Hermione disse, embora supusesse que ela agiu assim por causa de seu próprio pedido de desculpas. No entanto, ele estava satisfeito. Sua vida seria muito mais simples agora que ele não precisava se preocupar com seu manuseio.

- Você quer voltar para a biblioteca agora? — perguntou ela.

- Não, eu não estava fazendo nada de importante de qualquer maneira. — ele encolheu os ombros — Estava olhando algumas Runas.

- Em que livro? — Hermione perguntou curiosa.

- Runas Importante da Grã-Bretanha. - respondeu ele.

- Ah, isso é muito interessante. — disse ela, passando a contar suas partes favoritas nele antes mesmo que ele pudesse responder. Poucos minutos depois, o relógio começou a badalar.

- Hermione, é hora de almoçar agora.

- Oh, eu não tinha percebido quanto tempo tínhamos passado até aqui. Vamos. — disse ela à distância.

Ambos caminharam vagarosamente para o Grande Salão, ignorando todos os olhares curiosos. Cada um foi para sua mesa comer, Hermione passou para a de Tom depois que terminou de comer.

Ele tinha muitas vezes vindo à mesa da Grifinória, e Hermione nunca havia se aventurado na sua. Esta seria uma boa maneira de demostrar um começo de amizade sincera. Tom percebeu seu objetivo imediatamente quando ela levantou da sua mesa e limpou disfarçadamente os livros do espaço próximo a ele. Aliviada Hermione se sentou. Tom estava com uma momentânea confusão em seu rosto.

- Existe uma razão para seu movimento de troca de casas? — Questionou Tom, apreciando sua perplexidade.

- Uhmm... — Ela disse, tentando chegar com uma razão. Após um momento, iluminou sua seu rosto. — Estava imaginando se você achou algo interessante em seu livro, que nós poderíamos usar para o nosso espelho. — respondeu , bastante satisfeita com ela mesma.

- Havia alguns. — Tom respondeu — Precisa ordenar alguns temas para pesquisar antes de nos decidirmos usá-los.

- Sim, nós faremos isto. — disse Hermione, pensando por fora, coisas a acrescentar à sua conversa. Tom, ainda que esteja gostando do desconforto dela, teve pena.

- Então, quando você quer trabalhar com ele novamente? — ele perguntou.

- Você está livre depois de amanhã à tarde depois de Transfiguração?

- Sim, não é como se eu tivesse uma vida social. — brincou.

- Comparado a mim. — Hermione resmungou.

- Você é minha única vida social, então eu não vejo como o sua poderia ser pior. — ele apontou com um sorriso, esperando por antecipação a reação dela. Ela franziu a testa por um momento, sorriu de volta.

- Bem, para você, conviver comigo que sou um degrau acima, eu que sou obrigado a descer-me ao mais baixo nível dos sonserinos. – falou com um sorriso brincalhão.

Tom sorriu para ela, então começou a rir, conquistando a atenção de todos da Sonserina e da Grifinória na mesa, que nunca o ouviram rir daquela maneira.

- Mas eu não vi ninguém a forçando a sentar-se aqui. Talvez você sinta uma conexão com seus colegas menos valorosos. — ele sugeriu depois que parou de rir.

- Eu estou certa de que você usou a Maldição Imperius em mim. — ela retrucou com um ar superior antes de abrir um sorriso alegre.

- Eu não preciso usar Imperio em você. — Tom insistiu- Você está sob meu controle, mas você só não sabe ainda.

- Se é o que você diz Tom. — respondeu Hermione com desdém — O almoço está quase acabando, é melhor irmos para Aritmancia.

- Tudo bem. — disse Tom, pegando a bolsa de Hermione. Ele perdeu o equilíbrio, rapidamente encantou a bolsa para ficar leve, com o orgulho masculino ferido.

Naquela noite, Hermione decidiu ficar no dormitório e estudando. A sala comum estava muito cheia, com alunos barulhentos brincando e conversando, era quase impossível de se concentrar, ela estava fazendo sua lição de aritmancia quando Heloisa chegou animada.

- Oi Hermione! Eu estava procurando por você! — ela gritou.

- Nossa que alegria. — murmurou Hermione sarcástica.

- O quê foi? — Heloisa perguntou curiosamente.

- Nada.

- Eu queria falar com você sobre Tom. — Heloisa afirmou.

- O que há com ele? — Hermione questionou cautelosamente.

- Eu só queria te dizer que além de Jason, você não poderia ter escolhido um namorado melhor.

- Ele não é meu namorado. — disse Hermione friamente.

- Sério? — Respondeu ela, surpresa.

- Vocês dois sempre se sentam junto às refeições, e Minerva e eu mal temos visto você por semanas fora das aulas. Vocês estão trabalhando no projeto sempre juntos. Embora eu não ache que alguém possa gastar tanto tempo em um projeto como vocês dois parecem. — acrescentou ela com uma risadinha.

- É um projeto muito demorado e difícil. — disse Hermione.

- Certo se você está certa disto. – falou dando de ombros. As duas ficaram conversando por mais algum tempo e depois foram dormir.

As aulas da manhã seguinte correram extremamente bem, após Transfiguração Hermione esperou Tom no corredor e juntos foram para a biblioteca.

- Tem mais alguma Runa que queira usar no espelho? – perguntou Tom.

- Achei uma muito interessante, ela ira fazer a imagem mais nítida e outra vai fazer a imagem que aparecer ser algo exato e não algo suposto. – falou.

- Onde encontro o livro?

- Na área restrita, estava o folheando alguns dias atrás.

- Vou buscar-lo. – Tom saiu em direção a área restrita e depois de alguns minutos voltou com um livro muito antigo na mão, intitulado Runas e o Tempos através dos séculos – Me parece muito interessante, irei le-lo.

Hermione quando prestou bem atenção no livro ficou muito pálida, e sua mão ficou fria. Não pode ser! Pensava.

- Você está bem Hermione?- perguntou Tom ligeiramente preocupado com a garota.

- Sim, só um pouco cansada. – falou tentando controlar o nervosismo – Será que se importaria de não trabalharmos agora, acho que quero descansar um pouco.

Tom a olhou um pouco intrigado mais concordou.

- Claro eu te levo na sua sala comunal. – disse e prontamente pegou a bolsa de Hermione e a sua própria colocando o livro dentro.

- Nós podemos trabalhar no projeto amanhã depois de poções?- Tom perguntou assim que chegaram ao buraco do retrato.

- Eu vou estudar Defesa Contra as Artes das Trevas com a Minerva. — Hermione respondeu, lembrando-se vagamente de Minerva perguntando a ela sobre isso no dia anterior.

- Que tal sexta-feira de manhã? Nós não temos nenhuma aula. — sugeriu.

- Esse deve estar bom. — Hermione, com indiferença aprovou.

- Você está bem? -Tom perguntou, obviamente com preocupação em sua voz – Parece um pouco chateada?

- Eu só estou cansada. — disse Hermione sinceramente. — Todo trabalho esta sendo bem cansativo.

- Bem, não estuda muito. — Tom disse. — Eu não quero ter de estudar mais para me manter o melhor das aulas. — ele adicionou brincando.

- Não se preocupe, eu vou esperar até você perder sozinho. — respondeu Hermione docemente.

- Como é gentil de sua parte. — Tom disse com entusiasmo falso. Ele a beijou nos lábios rapidamente e andou de volta para seu dormitório.

Hermione estava ligeiramente confusa. Ele a tinha beijado sinceramente, antes ambos estavam parcialmente bêbados. Ela pensou que eles eram amigos, especialmente após suas revelações. Aparentemente estava errada. Resolveu não pensar sobre isto agora, seria de mais para ela saber que tipo de relação estaria tendo com Tom.

Ela se sentou em uma almofada em frente à lareira, e pegou seu caderno, o que normalmente planejava suas ações, tinha algo importante que a estava preocupando, aquele livro. Hermione tinha certeza que era o mesmo livro que Dumbledore usou para fazer o portal, Tom era inteligente e muito curioso, se descobrisse sobre isto o que ele faria?

Mas se isto ocorresse seria apenas por coincidência, ou será que Tom ligaria os pontos de que ela veio através deste mesmo portal? Não tinha o que fazer. Era esperar e torcer para que ele não ligasse uma coisa na outra.

Quando ela abriu seu caderno e releu o que estava escrito, viu que até ali ela não descobriu quase nada referente a vida de Tom, que pudesse ajudar a derrota-lo, mas realmente ela queria isto? Mata-lo? Sabia que era o certo a se fazer mais se tivesse outra maneira, e se tivesse outro caminho para salva-lo? Ela começou a escrever uma nova entrada.

Operação Fênix falhou e está feito. Minha nova missão agora é construir uma base na confiança, a fim de influenciar nas decisões futuras de Tom. Só não tenho ideia por onde começar”. Foi tudo que Hermione escreveu.

Em seu quarto, Tom estava lendo atentamente o livro que tinha encontrado na biblioteca. Era fascinante a leitura. Muitas das runas técnica descrito nele eram muito poderosos e permitiam uma bruxa ou bruxo ver o futuro sem que seja dotado de adivinhação.

As únicas exceções a esta regra eram uma poção que faria sonhar com o amor verdadeiro e o Portal do Destino, o que permitiu a uma pessoa voltar ao passado e o futuro continuar transcorrer da mesma forma enquanto o passado pudesse ser alterado.

Ele ficou intrigado com a segunda ideia, embora o primeiro também o interessasse. Ele decidiu realizar os dois, ele e Hermione estavam mais próximos acabarem seu espelho, que na sua estimativa, deveria estar feito em menos de um mês, dando-lhe bastante tempo antes do término do ano letivo.

Tom fez uma pausa depois de ler algumas horas. Ele começou a pensar em sua relação com Hermione. Ele ainda estava tendo problemas para manter seu plano e sentimentos separados um do outro. Arriscar-se a deixar as emoções entrar em sua vida, poderia o fazer perder o foco de seus verdadeiros objetivos, descobrir como ela chegou a 1944. Poderia ser muito importante para sua história futura. No entanto, embora soubesse que ele deveria aproximar-se dela com este intuito, ao vê-la sorrir ou quando ela o olhava o fazia esquecer-se de tudo mais.

"O que há de errado comigo?" Ele se perguntava com grande irritação, ele precisava manter seu plano, não poderia esquecê-lo. Voltou para o livro mais não conseguia parar de desejar Hermione.

Notas finais
O que acharam? Tom com duvidas sobre seus sentimentos? Algum palpite do que Tom esteja sentindo? RSRSRS. Nós sabemos! Bjs até o proximo!