Uma Segunda Chance para Viver
16 Capítulo 16- 15º O encontro
Notas iniciais
OBS: Este cap é um do que eu mais gosto!!!Espero que vcs também!
O resto da semana passou depressa. Na sexta-feira, Tom e Hermione foram trabalhar no espelho toda a manhã, ficando poucas runas restantes para serem colocadas. Quando terminaram, eles estavam suados com o calor do derretimento do metal para por as runas.
- Eu acho que nós dois precisamos ir tomar banho. — disse Hermione, farejando o ar.
- Talvez você. — Tom brincou.
- Ah é, então me diga foi nadar aonde com este cabelo todo molhado? – Perguntou Hermione erguendo uma sobrancelha para Tom.
- Não esta tão ruim assim. — protestou Tom, fingindo estar ofendido, quando Hermione continuou a olhar para ele, ele suspirou — Você provavelmente está certa. — Ela sorriu.
- Claro que eu estou. — ela respondeu, recolhendo suas coisas de sua oficina. Tom, sendo um típico cavalheiro, carregou sua mochila até a sala comunal da Grifinória. Ele hesitou antes de devolvê-la quando chegou ao quadro da mulher gorda.
- Umm... Hermione?
- O quê?- Perguntado se exasperando. Ela realmente queria tomar um banho, odiava ficar suja.
Tom sentiu uma pontada de nervosismo. Esta não era uma boa ideia. "Tarde demais para desistir agora.", pensou. Ele reuniu sua coragem e falou.
- É que fiquei me perguntando se você queria ir para Hogsmeade comigo amanhã, se você não estiver ocupada é claro. — ele adicionou apressadamente.
- Como um encontro? — Perguntou ela com curiosidade. Tom quase gemeu. "Por que ela tinha que perguntar isso?"
-Sim, como um encontro. — disse Tom decidido depois de uma fração de segundo.
- Oh. — disse Hermione corando e olhando por cima do ombro de Tom com o olhar fixo em nada. Ela olhava tão intensamente que Tom quase se virou para ver o que ela tanto olhava. De repente seu olhar focalizou.
- Ok. Que horas devo estar pronta?
Tom ficou espantado por ela ter concordado, ele havia se preparado para lhe pedir varias vezes ao longo da semana, mas sempre desistia. Agora ela aceita na primeira tentativa. Não tinha sequer pensado no horário.
- Às dez horas estaria bom? — perguntou a Hermione.
- Ok, eu te espero na sala comum. Nos vemos em runas, esta tarde. — disse ela, enquanto fechava o buraco do retrato.
“Ela realmente vai a um encontro comigo! Claro, ela teria que ser estúpida para não ir”,pensou. Ele podia admitir para si mesmo que estava realmente feliz com o encontro, e não com o sucesso de seu plano. Ele começou a pensar o que fazer em seu encontro e com o próximo passo que daria.
Tom acordou com um propósito claro. Teria um encontro com Hermione que nenhum outro se compararia, ele já tinha tudo muito bem planejado. Às dez horas, ele chegou a sala comunal da Grifinória. Poucos minutos depois Hermione saiu pelo buraco do retrato.
- Desculpem o atraso. — ela ofegou. Obviamente ela tinha corrido até a entrada.
Tom a olhou curiosamente, ela estava linda apesar das roupas diferentes. Hermione estava cansada das roupas dos anos 40, ainda mais no frio como estava, as mulheres não tinha costume de usar calças compridas somente saias. Hermione então colocou uma calça jeans uma blusa cacharrel vermelha bem justa ao corpo e por cima uma jaqueta também jeans, com botas cano longo preta, usava luvas e cachecol, mas todos que tinha trazido do futuro.
- Estou feia? – perguntou depois que percebeu que Tom a fitava por alguns minutos.
- Não, – disse ele – só esta diferente, mas muito bonita. – completou sorrindo para ela.
-Vamos então?
Os dos passaram pelo castelo e desceram o morro para Hogsmeade.
- Então, o que estaremos fazendo hoje? — Hermione perguntou curiosa.
- É uma surpresa. — Tom respondeu.
-Por favor, pelo menos me dar uma dica. — Hermione pediu.
- Não. — disse ele, um sorriso brilhante no seu rosto.
- Diga-me.
- Não.
- Sim
- Não
- Não
- Si... Ah! Não! Agora, fique quieta.
- Você não preparou um dia muito agradável, não é? — Hermione queixou-se, um pouco irritada obviamente.
- Eu não sei, você é o primeiro encontro real que eu já tive.
- Heloisa não conta? — Perguntou Hermione, sentindo-se por algum motivo estranha que isso era realmente uma questão muito importante.
- Não, ela não conta. Você é oficialmente o meu primeiro encontro.
- Então o que você tem planejado para este primeiro encontro? — Perguntou Hermione, esperando que ele revelasse algo.
- Você irá ver. Estamos quase lá agora. — disse ele apontando para um grande lago congelado com montes de neve de torno dele.
- O que vamos fazer lá? – perguntou intrigada.
- Accio patins de gelo. — Tom disse. Um grande saco voou para ele, por trás de uma pilha de neve. Tom abriu e entregou um par de patins para Hermione.
- Eu não patino no gelo a anos, desde que meus pais me levaram a uma pista antes de começar a escola. – exclamou Hermione.
— Quando eu estava no primeiro ano em Hogwarts, eu fugia e vinha aqui para patinar durante a noite. Alguém, quando eu tinha uns cinco anos, doou ao orfanato alguns patins que nos eram permitidos usar durante o inverno. Poucos anos atrás eu trabalhei no verão, então usei meu salario para comprar os meus próprios patins, fiz um feitiço e convoquei os seus menores e brancos, em vez de preto.
- Isso é perfeito! — Disse Hermione excitada, estatelando-se num banco de neve, tirando as botas, e colocando os patins. Depois de tentar amarrar os cadarços desistiu e pediu ajuda para Tom que já estava com os seus. — Poderia amarrar mais apertados para mim? – pediu para ele um pouco constrangida.
- Claro. — Tom respondeu-lhe antes de se baixar e amarrar seus patins.
- Obrigada.
- Bem, que tipo de cavalheiro eu seria se eu não ajudar uma mulher encantadora, com os patins de gelo dela?
- De um aspecto muito ruim. — disse Hermione rindo, pisando no gelo, seguido de Tom logo atrás apenas no caso de ela cair.
Ela levou alguns minutos para começar a patinar como ela fazia antes, ela patinava regularmente antes de entrar em Horgwats e chegou a fazer algumas aulas embora nunca progredisse grande coisa. Tom notou que sua habilidade era acima da média.
- Você teve aulas de patinação? — Perguntou com curiosidade.
- Só por alguns anos antes de eu começar freqüentar a escola. — disse Hermione, tardiamente percebendo seu erro.
- Eu pensei que você estudasse em casa antes de vir para cá. — Tom disse.
— Apenas magia. Estudei em uma escola trouxa, meus pais pensavam que eu deveria continuar meus estudos no caso de eu decidir morar no mundo trouxa após a graduação. — ela terminou satisfeita com sua mentira convincente.
Tom viu a hesitação e notou seu súbito derramar de palavras, revelando o seu ligeiro desconforto. Ele resolveu não questiona-la. Seria melhor esperar até que ela falasse abertamente sobre sua vida do que tentar forçá-la a falar sobre isso. Afinal, Tom havia aprendido que força raramente teve o efeito desejado ao lidar com Hermione Lambert.
Tom estendeu a mão e juntou as mãos sobre a lagoa patinou para trás, girando em torno de ambos lentamente. Os dois continuaram assim por vários minutos antes de Hermione puxar suas mãos e levemente afasta-lo.
- Estou ficando com frio. — afirmou.
- Tudo bem, de qualquer maneira é hora do almoço. – Tom respondeu indo para a borda da lagoa.
Ambos removeram os patins, Tom colocou-os na bolsa e pendurou nos ombros. Foram para Hosgmeade em direção ao caldeirão furado. Hermione sentou-se e esfregou as mãos rapidamente tentando aquecer-las. Tom assim que se sentou as segurou delicadamente e esfregou as aquecendo para ela.
- Suas mãos estão frias. — disse ele.
- Sim.
Tom sussurrou um feitiço e Hermione sentiu imediatamente como se elas estivessem cercadas por uma nuvem de ar quente e seco.
- Onde você aprendeu esse feitiço? — Perguntou ela com curiosidade.
- Eu fiz isso. — Tom respondeu com um sorriso pequeno.
- Como é o encantamento? — Questionou ela.
- Eu não quero me tornar dispensável. – brincou — Eu não acho que não deveria dizer. — acrescentou com um sorriso.
- Por favor. — implorou Hermione, olhando-o debaixo de seus cílios.
- Nem sequer tente. — ele riu — Eu sou tão teimoso quanto você. Inventa o seu próprio.
- Tudo bem. — Hermione bufou, virando-se para olhar pela janela. Ela o ignorou até que a garçonete chegou para tomar os seus pedidos. Ela ficou tentada a pedir a coisa mais caro no menu, decidiu que Tom não cometeu tão grave delito.
No entanto, ela permaneceu em silêncio quando a garçonete os deixou, decidindo deixar ele sofrer um pouco mais, ele erroneamente pensava que estava no controle de suas relações.
Tom sabia que ela estava fazendo. Ela estava tentando irritá-lo a força-lo mendigar. Perturbadoramente, ele logo percebeu que ele estava conseguindo. Isso não estava certo.
"Como ela está fazendo isso?" Ele perguntou incrédulo.
Após vários minutos de silêncio, ele falou.
- Eu planejei irmos para a livraria por alguns minutos depois do almoço. — disse ele como uma oferta de paz.
- Sério? — Ela respondeu. — Eu preciso ir lá, também. O que você está planejando comprar?
- Eu não sei, eu pensei que ia só olhar em dar uma volta. — disse ele.
Até a comida chegarem, eles continuaram sua conversa sobre livros, livrarias, e todas as coisas relacionadas com a escola. O casal terminou seu alimento. Tom pagou e deixou uma gorjeta, então ajudou Hermione colocar a blusa.
Mais uma vez, ela encontrou-se o comparando a seus namorados anteriores e amigos, e mais uma vez, ela descobriu que ele superou-os em cada aspecto.
Sentindo vontade de mudar os pensamentos de sua mente enquanto desciam a rua, ela disse em voz alta.
- Quando você quer trabalhar em nosso espelho? — Ele ainda não tinha entrado em seus pensamentos naquele dia, ele estava à procura de qualquer coisa para de dizer que não iria fazê-lo soar idiota ou louco.
- Eu não estou fazendo nada amanhã à tarde, após o jantar. E você?
- Certo. Quanto tempo você acha que isso irá nos levar para terminar-lo? — perguntou ela. — Porque, com aplicações de trabalhos e os exames finais chegando, não teremos tanto tempo para trabalhar nele como temos agora.
- Os exames estão ainda a meses de distância. — disse ele — E a maioria dos estudantes não tem as suas candidaturas até preenchida após a graduação.
- Bem, nunca é cedo demais para começar a planejar. — retrucou Hermione, encolhendo-se diante do monitor.
- Sim, agora é muito cedo. — Tom riu ao ve-la de rosto contorcido. — Vamos, eu preciso de um novo livro. — ele acrescentou, puxando-a para a livraria.
Ambos vagaram pela loja por meia hora antes de se encontrarem por acaso em cima da escada em caracol no centro.
- Encontrou alguma coisa? — Tom perguntou curiosamente.
- Não... E você?
- Nada, eu tenho uma ideia melhor. — disse ele.
- E o que poderia ser? — Ela perguntou com um sorriso sarcástico.
- Devo encontrar um livro para você donzela, e você pode reembolsar os meus esforços valentes, fazendo o mesmo por mim. – disse ele brincando todo pomposo.
- Por que não? — Hermione riu. — Mas você tem que ficar com o que quer que eu escolha. — ela falou por cima do ombro e desapareceu atrás de uma estante.
Quase uma hora depois, eles se encontravam na entrada com suas escolhas escondidas atrás de suas costas.
- Primeiro as damas. — Tom disse com um sorriso. Hermione puxou o livro de trás dela e o sorriso de Tom desmanchou.
Ele era enorme, rasgado, manchado e famoso um livro intitulado Animagos Oriental do segundo milênio, escrito em 1836. Ele tinha estado em uma enorme pilha, com base na poeira e embrulho, Hermione adivinhou que tinha sido há pelo menos meio século.
- Não se preocupe. — ela o consolava — É um livro muito barato.
- Obviamente. — Tom respondeu com azedume, mas obteve seu sorriso quando no entanto, ele trouxe a sua própria escolha para ela para ver.
- Uso de Artes Mágicas. — ela leu em voz alta. Parecia muito semelhante ao o outro livro, embora mais cheio de manchas.
Um olhar de nojo, parecia o rosto de Hermione por uma fração de segundo. Ambos gemendo interiormente, o que pagaram por seus livros.
- O que você gostaria de fazer agora? -Tom perguntou educadamente.
- Bem... — disse Hermione — Eu estava pensando em ir às compras para alguns vestidos novos, se você não quiser, eu posso ir na próxima semana.
A doçura em sua voz fez Tom se sentir um pouco culpado, um sentimento de que ele não estava acostumado, por isso ele balançou a cabeça e guiou Hermione a loja de roupas, com um longo suspiro sofre.
Horas mais tarde, Hermione saiu da loja apenas com um novo par de meias e Tom logo atrás. Na verdade, não tinha sido tão ruim quanto ele tinha imaginado, mas jamais deixaria Hermione saber disto.
- Que horas são? — Hermione perguntou.
- Cerca de quatro horas. Tempo para o chá da tarde. — respondeu ele.
- Eu tenho o lugar ideal em mente. — respondeu Hermione inocentemente.
Ela agarrou e arrastou-lhe a mão através Hogsmeade. Logo, eles chegaram esse é o lugar de Tom tinha jurado nunca mais entrar: Madame Puddifoot.
- Você não pode estar falando sério. — ele gemeu.
- Ah, eu estou. — Hermione respondeu com um sorriso maligno, puxando ele para dentro. O interior da loja de chá decorado, com pingentes e enfeites de Inverno, embora a temperatura fosse muito confortável. No momento que eles sentaram, uma mulher pequena e vivaz apareceu ao lado deles.
-Oi queridos, o que vocês gostariam? — Ela perguntou com um sorriso quase maníaco.
- Dois pedaços de bolos de chocolate e dois chás por favor. – disse Hermione antes que Tom pudesse abrir a boca. Ela abafou um riso na expressão dele — Feche a boca ou algo pode voar. — ela sugeriu com um sorriso perverso.
Tom fechou a boca. Quando chegaram os bolos e os chás Tom ocupou-se a organizar as geleias e os cremes uma de cada lado. No entanto comeu rapidamente beirando a grosseria, Hermione o notou olhando para a porta de vez em quando.
- À procura de alguém? — ela perguntou.
- Não, apenas a verificando... Deixa pra lá. — disse ele.
- Tudo bem. Eu quase acabei. — disse ela, apontando para seu bolo, estava meio comido. Ela sabia que ele provavelmente não queria ser visto na Madame Puddifoot, ela não se importava no momento.
Quando ela terminou, Tom pagou a conta e eles caminharam de volta até o morro para Hogwarts. Tom havia levado suas compras até a porta da sala comunal da Grifinória. Ele entregou suas coisas.
- Eu passei um tempo maravilhoso hoje. — disse Hermione, quando ela abriu o retrato.
- Eu também, — disse Tom — tenho que admitir que eu realmente não esperava que seria bom.
- Por que não? — Hermione perguntou curiosa.
- Bem, Heloisa não é tão interessante e ela fala de forma demasiada para o meu gosto. — disse ele secretamente.
- Eu posso entender. — Hermione riu — Vejo você amanhã. — disse ela enquanto se voltava para o buraco do retrato.
- Espere. — de repente, Tom disse.
Quando ela se virou para olhar para ele, ele aproximou-se dela. Ele olhou para ela por um momento depois se inclinou e a beijou com os braços ao redor de sua cintura, as mãos de Hermione rastejaram para o pescoço dele, entrelaçando os dedos nos cabelos negros e macios de Tom. Não sabiam muito bem quanto tempo durou o beijo, mas tinham certeza que duraria bem mais se Heloisa não saísse aquela hora e gritasse fazendo os dois se separarem ofegantes.
— Oooo, eu sabia, eu sabia, eu sabia! Jason me deve um encontro agora Madame Puddifoot's! Graças a Hermione! — Ela passou correndo de volta para dentro do salão comunal obviamente na busca de seu namorado. Tom a amaldiçoou em pensamento.
- Bem, ela poderia ter feito pior. — disse Hermione.
- Não muito.
Hermione estava na ponta dos pés e beijou-o nos lábios rapidamente
- Tchau — disse ela sobre o ombro.
- Boa noite- Tom respondeu ao retrato fechado.
- Boa noite para você também. — disse a Mulher Gorda.
Tom pegou suas coisas, e foi para seu dormitório pensando em tudo que aconteceu no dia. Assim que chegou ao seu quarto viu que não tinha nada par fazer pegou o livro que Hermione tinha lhe dado e começou a lê-lo.
POV DO FUTURO
- Harry? – chamou Ron. O dormitório estava quieto, apenas as respirações podiam ser ouvidas. Estava escuro, mas a luz da lua cheia iluminava eles. Harry virou a cabeça esperando que o amigo continuasse. – Como acha que ela está? – perguntou Ron. Harry discretamente suspirou.
Queria se acostumar com a falta da amiga, mas com Ron lembrando de Hermione a cada meio segundo, a mente de Harry projetava ela entrando pelo salão ofegante com a desculpa que estava na biblioteca.
- Ela deve estar bem. – respondeu Harry começando a ficar zangado.
- Mas, por que ela não escreve? – perguntou Ron numa tentativa em vão de não querer mostrar sua tristeza.
- Ela tem medo que as corujas sejam interceptadas. – disse Harry meio a contragosto quando ouviu essa justificativa de Dumbledore.
- Sinto falta dela. – disse Ron. – Quer dizer, copiar os deveres, saber que a temos para responder nossas perguntas e nos tirar das encrencas. – disse Ron acrescentando rapidamente. Harry riu da confusão do amigo.
- Tá bom. – disse ele puxando as cobertas. – Mas não se preocupe, tenho certeza que a Mi está bem, Dumbledore não a mandaria em nada arriscado, e ele sabe que tudo esta correndo conforme o planejado. – disse ele se virando. Ron suspirou.
- Tenho medo que ela não volte. – disse tristemente.
- Rony você não conhece a Mione, ela nunca nos abandonaria. — Disse Harry com convicção.
- Mas se ela, sei lá.. Começar a namora com alguém... E...
- E o que Rony? Ela tem todo direito de namorar com quem ela bem entender, você não esta namorando a Lila?
- Ah, mas é diferente...
- Não, não é. E outra, temos muito mais coisas para nos preocupar, tenho certeza que Malfoy esta aprontando alguma, aquilo que aconteceu com a Katia...
- Harry amanhã a gente fala, estou cansado e com sono, boa noite. — se virou para dormir, Harry suspirou e se ajeitou na cama.
- Boa noite Rony.
(Gente este Pov foi mais para vocês verem que no futuro esta a mesma coisa que ocorre no sexto livro, claro que sem a Mi)
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