Uma Segunda Chance para Viver

13 Capítulo 13- 12º Natal


Notas iniciais
Oi pessoas aqui eu de novo, eu acho que estou dexando voces mal acostumadas, um post a cada dois dias...hum...acho que terei de aumentar este periodo. Calma brincaderinha!!! Enquanto eu tiver capitulos já prontos eu vou continaur postando assim. Outra coisa, dia 20/03 domingo agora, é o niver desta humilde escritora, que tal me mandarem presentes, através de indicações?(Carinha de cachorro pidão), gente obrigada a todas que estão lendo, não tive tempo de responder todos os comentrios, mas sempre eu leio. Obrigada! E agora chega de falar e vamos ao que interessa. Bjs!!

Depois que Hermione percebeu que tinha sido manipulada por Tom, ela passou o resto do fim de semana enfurnada em seu dormitório. Ela começou escrever para registrar tudo o que ela ia fazer. Não havia perigo nisso, Hermione encantou o caderno só para abrir para quem depositasse uma gota de sangue, só assim mostrava o que tinha nas páginas.

Colocou na página o titulo Operação Fênix em homenagem a Ordem. As páginas seguintes estavam cheia de listas de coisas que ela sabia a respeito de Tom, coisas que o próprio Tom podia conhecer a respeito dela e assim por diante. Depois de concluir a lista com as informações, ela tinha um plano.

O inverno chegou, quase todos os alunos estavam saindo para o Natal, somente Tom e Hermione era os alunos do sétimo ano presente na escola.

O objetivo principal do plano era manter desconhecido para Tom que ela sabia de sua duplicidade. Se isso falhasse seu plano inteiro cairia por terra. O segundo objetivo seria ganhar a confiança dele, para isso ia deixa-lo pensar que ela tinha uma queda por ele e finalmente jogar pedaços de informações inúteis sobre si mesma que poderia explicar alguns de seus comentários anteriores levando-o a acreditar que ela confiava nele. O plano era perfeito, Tom tinha um ego demasiadamente grande para perceber que estaria sendo manipulado por ela.

Hermione esperava ter informações suficientes até a data de retornar, para poder destrui-lo em seu tempo. Ela acreditava que ele já teria feito duas Horcruxes, o anel e o diário. Ela teria que descobrir quais objetos ele usaria para as outras, caso houvesse outras.

Na segunda-feira, a última antes do Natal, Hermione entrou na aula de Transfiguração, um pouco abatida.

- Ei, Hermione? — Tom disse quando ela se sentou ao lado dele. — Qual é o problema?

- O problema é não descobri quem me atacou. – falou deprimida – Às vezes ainda fico um pouco receosa de andar pelo castelo e acontecer de novo.

- Quem quer que seja que fez isso, não seria idiota de tentar outra vez. – falou olhando para ela – E logo Dippet achará o culpado. – falou sério, mas por dentro estava contente de ninguém ter descoberto a verdade.

Sínico, mentiroso, como ele consegue ser tão falso? Ah me esqueci ele é Voldemort! Pensou a garota irritada, mas manteve o rosto neutro.

- Temos outras coisas para se preocupar de qualquer forma. — Tom disse querendo mudar de assunto – Há ainda muito a fazer em nosso projeto. Temos ainda que inscrever todas as runas.

- Eu tenho o negligenciado novamente, não é verdade? Desculpe por isso.

- Não se preocupe, ainda temos tempo de sobra.

-Você vai ficar aqui durante o Natal? Poderíamos então trabalhar no projeto.

- Sim, ou é aqui ou no orfanato, não é realmente uma escolha.

- Eu não tenho que ir a nenhum lugar também. — Hermione disse soando triste.

- Não queria ter te deixado triste, eu sabia que seus pais morreram, não deveria ter tocado neste assunto... – Tom não terminou de falar, já que Dumbledore entrou na sala.

- Bem — vindos a nossa última aula de Transfiguração do ano! — Ele disse com um sorriso.

Alguns dos estudantes ofegaram em choque, olhando uns para os outros.

- Mas e os NIEM? — Questionou um garoto da Lufa-Lufa, preocupado.

- Ele falou o ano civil, não o ano escolar, estúpido. — Minerva sussurrou em voz alta. Tom e Hermione sorriram um para o outro.

No espírito da época, a classe passou a aula inteira transfigurando vários itens de decorações de Natal para um concurso de decorações de árvores. Alunos e colegas formaram duplas e receberam uma pequena árvore para decorar. Tom e Hermione foram colocados juntos, como de costume.

- Aparentemente, não acredito que Dumbledore tire férias da escola. — disse Hermione feliz em como ela fez aparecer várias estrelas a partir de ferragens colocadas em sua mesa.

- Não ,eu não acho que ele sai é nunca — Respondeu Tom brincando, transformando um pedaço de plástico velho em uma linda esfera dourado colocando na árvore.

A conversa deles durou agradavelmente até a chegada dos juízes. Eles eram Dippet, Slughorn, o bibliotecário, e um elfo doméstico, que Dumbledore chamou de Glindy. Sem nenhuma surpresa Tom e Hermione ganharam a competição. Fora a de Minerva não havia mais nenhum concorrente sério, em umas das árvores decoradas havia ratos vivos amarrados aos ramos. Hermione cutucou Tom e apontou para a arvore, estranhamente ele bufou uma gargalhada fazendo Hermione também rir eu estou a engana-lo, muito bem Hermione pensou ela, alegre.

O resto da semana passou rapidamente, com quase nenhum trabalho sério, com exceção da professora LeRue, que passou um trabalho de 80 cm, sobre o uso de runas em nosso cotidiano, excluindo Tom e Hermione, pela primeira vez a garota ficou feliz em não precisar fazer um trabalho.

Na sexta-feira, todos saíram para ir para as férias. Havia apenas cerca de 25 estudantes, em sua maioria mais jovens do quinto ano para baixo. Hermione e Tom passaram o sábado e o domingo trabalhando em seu espelho, conseguindo terminar de ligar todas as pedras necessárias na obsidiana. Depois que eles terminaram, eles estavam absolutamente esgotado.

- Eu vou para a cama. — Hermione bocejou, mas era apenas nove horas.

- Umm... -Tom hesitou — Você poderia vir comigo em um lugar?

- Onde? — Hermione perguntou, sentindo-se um pouco apreensiva.

- Por favor, venha. — Tom pediu com uma voz doce. Hermione olhou para ele por um momento, depois assentiu.

Eu espero que não seja um grande erro, pensou Hermione.

Tom pegou sua mão e levou-a através da escola subiram vários degraus. Finalmente, eles chegaram.

- Onde estamos? — Perguntou Hermione curiosa, apesar de já saber.

- Esta é a torre do relógio, viu? — Ele disse, apontando para trás. Hermione virou-se e viu o enorme relógio. — Este é o meu lugar favorito em toda a escola. Ninguém parece saber sobre este lugar.

- É lindo. — disse Hermione, lamentando não ter ido ali antes. Ela andou até uma estreita janela e olhou para a lua crescente.

- Não estará cheia até a véspera do Ano Novo. — disse Tom, olhando por cima do ombro dela.

Ambos ficaram parados ali por alguns minutos antes de Hermione quebrar o silêncio.

- Nós provavelmente deveríamos ir para nossos quartos, está ficando tarde. — disse ela, esfregando os braços.

-Você está com frio?- Tom perguntou.

- Um pouco. — admitiu ela.

- Eu sei de um feitiço muito bom para isso. — disse Tom, acenando a varinha. Ela imediatamente se sentiu mais quente. — Ele funciona através da formação de uma camada de ar quente em torno de você.

- Obrigada.

Tom levou-a até seu dormitório. Quando ela se virou para dizer boa noite, ele estava olhando para ela intensamente, olhando em seus olhos. “Oh não, pensou Hermione, ele está tentando usar Legilimência!" Ela tentou esvaziar sua mente.

Nenhum deles se moveu por um tempo. Em seguida, Tom virou-se abruptamente e foi para o seu dormitório.

Tom pensou em usar Legilimência por um momento, mas ele se distraiu fitando os olhos de Hermione que chamou muito sua atenção. Em alguns momentos pareciam sem vida com uma cor marrom-opaca, mas em outro eram como esfera de bronze reluzente.

Em seguida ele considerou a ideia de beija-la, sentiu realmente vontade de sentir o gosto de seus lábios, um momento muito preocupante para o rapaz, pois não via nenhuma boa razão para estes pensamentos. "O que há de errado comigo?" pensou. E assim chegou a seu quarto.

Às três da manhã, Hermione acordou sem nenhuma razão em particular. Pegou sua varinha e olhou para o relógio é Natal e não haverá qualquer presente este ano. Hermione pensava nela com os amigos em Natais passados. De repente, Tom veio à mente, juntamente com uma ideia. Hermione saiu de seu dormitório com cuidado para não ser pega.

Na manhã seguinte, quando Tom acordou, ele encontrou um presente na sala comum com seu nome nele. Ele ficou muito surpreso, ele nunca havia recebido um presente de Natal antes. Não havia nome de quem o deu. Ele olhou ainda mais atentamente. Era do tamanho e formato de um livro, cuidadosamente ele abriu o pacote, colocou o papel e fitas no sofá.

Ele virou o livro olhando para a capa, se estivesse sendo observado, a pessoa ficaria espantada pela expressão de felicidade em seu rosto. Era um exemplar da primeira edição da História primitiva dos fundadores de Hogwarts. Tom sabia que nem Horgwats, nem o Ministério tinham uma cópia, a grande parte tinha sido destruída. Tom logo percebeu quem devia ter dado a ele. Ele foi para seu malão e começou a procurar algo nele.

Quando Hermione entrou no Salão Principal para a Festa de Natal, Tom já estava lá. Mas surpreendentemente, ele estava sentado à mesa da Grifinória, esperando por ela com um pacote pequeno ao lado e o livro que ele estava folheando. Ela caminhou até ele e disse baixo.

- Feliz Natal! — disse ela animada. Ele olhou para cima, tendo perdido sua entrada.

- Feliz Natal. — disse ele, com um sorriso genuíno em seu rosto.

- O que você está lendo? — Perguntou Hermione, fingindo não saber.

- Pensei que você sabia. — disse Tom, pegando a falsa inocência em sua voz.

- Por que eu saberia? — Hermione perguntou.

- Bem, eu pensei que você era um dos que poderiam ter o dado para mim. Se não foi você então eu vou voltar para a minha própria mesa. — respondeu ele, fingindo recolher seus pertences.

- Bem, fui eu que te deu. — Hermione confirmou.

- Onde você encontrou isso? Ninguém jamais via uma cópia em anos.

- Não é possível uma menina ter alguns segredos? — Hermione brincou. Ela realmente tinha encontrado em uma estante na área restrita, quando estudava alguns livros que Dumbledore a recomendou e decidiu traze-lo já que não teve tempo de lê-lo.

- Bem, eu suponho que você não vai me dizer mesmo que eu diga, por favor?

- Certo.

- Então eu não vou incomodar. — Ele voltou a ler o livro.

- O que é isso? — Hermione apontou para a caixa pequena.

- Oh, é um presente para uma menina que eu conheço. Eu não estou certo, se eu quero dar para ela embora, ela seja muito irritante, para não mencionar uma mentirosa horrível. — disse ele, brincando.

- Ela poderia ser mais educada, se você apenas desse o seu presente para ela. — Hermione afirmou.

- Eu poderia muito bem tentar. — Tom suspirou, empurrando a caixa através da mesa.

Hermione abriu-o e encontrou uma corrente fina e prateada com um pingente delicado no formato de uma rosa nele, sendo que no centro da rosa havia uma pequena pedra da lua.

- É feito de mercúrio. — Tom disse — Junto com a pedra da lua, dá proteção e sorte. Especificamente, ela deve enfraquecer magias de imobilização. Espero que você não se importe, eu usei os ingredientes extras dos materiais do nosso espelho. — ele adicionou nervosamente.

- Não, eu não me importo. É muito bonito, obrigado. — Ela se debateu por um momento, então colocou a corrente. "Mesmo se tem uma magia prejudicial sobre ele, há uma abundância de professores por perto para pegá-lo", raciocinou.

- Que bom que gostou. Obrigado pelo livro, é fascinante.

- Pensei que você iria gostar, eu vi você lendo Hogwarts: Uma História mais do que eu li.

- Hogwarts é a coisa mais próxima a uma casa que eu tive, então eu sempre quis saber sobre ela tanto quanto possível.

- Eu sei o que quer dizer, é a coisa mais próxima que eu tenho também.

- Um pouco patético, para nós. — disse Tom, arrastando-se em amargura o leve tom de sua voz.

- Há muitas casas pior. — Hermione insistiu. — E eu duvido que alguém coma uma refeição melhor do que nós. — disse ela quando a festa apareceu sobre a mesa — Agora coloque o seu livro par lá. — ela ordenou.

No resto da tarde, eles perambularam em torno da escola. O casal falou sobre muitas coisas, de suas aulas favoritas as travessuras que Fred e George faziam, embora Hermione não falasse seus nomes. Eventualmente, Hermione mencionou que ela sabia de três alunos de Hogwarts que se tornam animagos não registradas em seu quinto ano.

- Você faria isso?- Tom perguntou.

- Eu não sei, vai depender se eu tiver uma razão. — ela respondeu.

- Eu gostaria. — disse Tom serio — O Ministério está corrompido. Ele usa leis para punir as pessoas sem sangue, ouro ou fortuna. Eles não são dignos de controlar o Mundo Mágico. Para que ter a forma animaga, se todo mundo sabe sobre isso? — Tom surpreendeu a si mesmo. Ele não tinha sequer falado aos seus Comensais da Morte sobre essa crença.

- Sim, mais eles são o melhor que temos. — disse Hermione, interessada na virada da conversa.

- Às vezes, nosso melhor não é suficiente.

- Você poderia mudar isso, Tom. Em vinte anos, poderá se tornar Ministro da Magia. Então você seria capaz de fazer o que quer com o Ministério.

- Eu nunca poderia ser ministro. Qual o último Ministro mestiço e sem linhagem que você se lembra?

Hermione ficou em silêncio por um minuto.

- Exatamente. — ele continuou — Não teve nenhum, eles não respeitam o trabalho feito, somente o ouro, ou o poder de sua linhagem.

- Se alguém pudesse com certeza seria você. — respondeu Hermione — Você é inteligente, ambicioso, com seu charme você será bem sucedido. Quase todos na escola caem por cima de você.

- Eles fazem agora, que estamos aqui. Fora da escola eu vou ser mais um outro bruxo recém formado, sem família ou riqueza para comprar apoio.

- Você pode tentar Tom. — disse Hermione gentilmente.

- Talvez sim, talvez não. Então, você quer se tornar um animago? — Questionou para ela, mudando de assunto abruptamente.

- Por quê?- Perguntou Hermione cautelosamente.

- Eu posso te ensinar como fazê-lo. — Tom respondeu — Então você não vai precisar ter aula com Dumbledore.

- Mostre-me a sua. — Hermione pediu, percebendo o que ele estava sugerindo — Eu não acredito em você.

Tom olhou ao redor do corredor, depois sua forma foi substituída em uma cobra preta enorme. Hermione fingiu se surpreender.

- Em quanto tempo você foi capaz de mudar? — perguntou ela.

- Desde o quarto ano. — ele respondeu.

- Será que você me ensina? — Hermione perguntou desconfiada.

- Por que não?

- Então eu vou contar a Dumbledore que eu decidi não ter a aula — Hermione demonstrou decidida depois de um tempo. — Que horas são? — Hermione perguntou.

- Cerca de oito horas.

- Vamos descer até a cozinha e conseguir alguma comida com os elfos. Já perdemos o jantar. – disse Hermione. Desceram à cozinha e pegaram alguns sanduíches e cerveja amanteigada.

Em seguida, eles caminharam até a torre do relógio para sua ceia, conversaram de maneira amigável por aproximadamente uma hora, Hermione tentava evitar o Ministério. Em seguida, Tom caminhou com ela para o quarto.

- Boa noite. — disse Hermione, virando-se para a porta da Grifinória.

Tom mais uma vez olhando para ela intensamente. Hermione empurrou todos os pensamentos de sua mente. Tom inclinou para frente, sussurrou.

— Boa noite. — levemente beijou-a na boca, um beijo casto mais doce e carinhoso, Tom sentiu os lábios quentes de Hermione, e ela os frios dele não durou muito mais para eles teve grande significados, assim que separam-se ele se afastou, deixando Hermione olhando com espanto com as mãos em seus lábios.

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Tom entrou no quarto dos monitores-chefes, se amaldiçoando por sua estupidez. Porque eu a beijei? Isto não estava nos planos. Não havia razão absolutamente nenhuma! Pensava irritado. Ela é inteligente, bonita, tipo... Quais outras razões que eu preciso? Aquelas razão! Lembrou a si mesmo. Seria mais um modo de conseguir obter informações dela. Mais se for assim ela que vai começar a me manipular!

Não ela não faria isto, ele tranquilizou-se.

Como eu posso saber? Eu mal sei sobre ela! Eu não tenho nenhum sentimento por ela!

Tom lançou-se na frente da lareira. Ele sentou-se tristemente por um tempo, depois foi para a cama. Depois de se jogar e virar por duas horas, ele bebeu uma poção para dormir e adormeceu.

Hermione parou à porta assistindo Tom indo. Em choque, ela fez seu caminho para o dormitório vazio. Ela tinha um conflito com Tom. Embora ela quisesse acreditar que ele estava a manipulando, ela não conseguia convencer-se disso.

"Ele estava fingindo tudo, ele está apenas tentando me enganar, tentando me fazer acreditar que ele se preocupa comigo," ela insistiu. "E se este não for o objetivo?", Perguntou a si mesma. Imitando Tom, Hermione bebeu a poção para dormir, foi para sua cama tentando não pensar no ocorrido.

Na manhã seguinte, ambos acordaram cedo e imediatamente decidiram fingir que nada tinha acontecido. Os dois tinham chegado à conclusão que Tom tinha feito isto para manipular Hermione, embora não acreditassem verdadeiramente nisto. Parecia ser uma ótima ideia ignora o fato, ate que se viram no café da manhã. Hermione chegou lá primeiro, determinada a comer e sair rapidamente antes de Tom chegar. Infelizmente Tom tinha tido a mesma ideia e chegou dois minutos depois.

Ele foi bem sucedido fingindo que não tinha a beijado. Somente suas orelhas ficaram vermelhas. Hermione não teve tanta sorte. Ela logo sentiu o calor ardendo de seu peito em direção a sua cabeça. Em segundos seu rosto era um fogo vermelho que combinava com o casaco da Grifinória. Ela terminou de comer e saiu correndo do Salão Principal.

Tom levantou-se e seguiu-a, ignorando deliberadamente os olhares, sabendo que vinha do Professor. Slughorn em particular, ele tinha um sorriso um pouco grande em seu rosto. Aparentemente, ele esta muito mais satisfeito com a escolha de Tom de sua nova namorada. Tom alcançou Hermione na metade do caminho para a biblioteca. Ele correu ao seu lado.

- Bom dia, Hermione. — ele cumprimentou.

- Olá. — ela respondeu apenas.

- Eu poderia falar com você um minuto antes de se barricar na biblioteca? — Questionou ele, com tentativa de humor na voz.

Hermione não achou engraçado. Ela estava muito ocupada tentando evitar olhar para ele que nem ouviu sua pergunta.

- Hermione?

- Hmmm?

- Eu perguntei se eu poderia falar com você.

- Oh, certo. — disse ela, parando bruscamente no meio do corredor — Sobre o quê? — Perguntou ela, esperando que ele não estava pensando sobre a mesma coisa que ela estava.

- Sobre ontem a noite. — Tom Respondeu timidamente. Quando ela não respondeu, ele continuou — Você sabe, no retrato da Mulher Gorda? — Suas orelhas visivelmente mais vermelhas do que estavam um minuto antes. Hermione notando isto ficou incentivada a ouvi-lo. Ela imaginou que Lord Voldemort nunca faria se corar de proposito. Não era digno.

- Ah, isso, não se preocupe com isso. — disse ela, sorrindo.

Um pouco brilhante. Tom pensou. Por que ela não está envergonhada, também?

- Eu não sei por que eu fiz aquilo. — Tom pediu desculpas — Eu valorizo ​​sua amizade muito para arruiná-la com algo tão estúpido. — ele mentiu. Hermione olhou atentamente para ele por um momento, então disse.

- Você está mentindo. — falou em tom acusatório. Tom estava com a face inteira escarlate.

- Umm... Eu não... Eu não sou... — disse, sem convicção.

- Sim, você está. — ela acusou, continuando em direção a biblioteca. Tom correu atrás dela, enquanto pensava. Por que eu estou fazendo isso? E como ela sabe que estou mentindo? Ele se perguntava. E como alguém pode andar tão rápido, sem correr?!

- Tudo bem. — disse ele — Eu estava mentindo. Mas não sobre a amizade.

- Sobre o que então você está mentindo? — Hermione exigiu. Tom com os cabelos despenteados, a face ainda vermelha olhou para fora de uma das janelas.

— Eu estava mentindo quando eu falei que foi algo estúpido, foi bom... — ele respondeu vagamente.

- Oh. — Hermione exclamou chocada. Não havia nenhuma maneira dele estar mentindo. Mesmo Tom Riddle não seria tão bom ator assim. Ele nunca deixou se parecer bobo, será de propósito? pensou sufocando um bufo.

- Umm, eu vou ir e... Er, escrever cartas para Heloisa e Minerva. — disse Hermione de repente, caminhando rapidamente em direção oposta à da Biblioteca.

- O que você vai fazer esta noite?- Tom perguntou para ela.

- As minhas cartas vão ser muito longas, eu vou te ver amanhã!

Tom foi deixado sozinho no corredor.

Notas finais
E ai o que acharam do cap? O que mais gostei foi o Tom com vergonha, achei hilario! E agora o que sera que eles vão faze? Viu que Hermione por mais que tente, não consegue sever livre de Tom...Espero comentarios sejam bons ou ruins. Bjs