Uma Segunda Chance para Viver

24 Capítulo 24- 23º A ultima Reunião e Surpresas


Notas iniciais
Oi gente, eu não ia postar hj somente quarta-feita, mais me deu inspiração no fim de semana e eu escrevi dois capitulos, então irei postar este hj, mais o próximo só mais para o fim de semana. E um recado super importante. O próximo cap e mega, ultra , importante na Fic. Acho qué o melhor e la embaixo tera um trailer dele. Então não deixe de ler. Bjs e muuito obrigado pelos Rewns!!!
Obs: tÊM NC neste cap como sempre separado com @@@, não é de sexo mesmo, então se quem não gosta quiser dar uma lida, fique a vontade.

Tom e Hermione chegaram na sala de Slug , na porta já podia se ouvir a música e as conversas que aconteciam lá dentro. Entraram e Tom retirou o casaco de Hermione enquanto o professor se aproximava deles.

- O meu casal predileto. – disse animadamente cumprimentando Hermione – Pensei que não viessem mais.

- Tivemos um contra tempo, senhor. – respondeu Tom que ja tinha voltado, ele percebeu que muitos homens, se não fosse todos, olhavam para eles. Sentiu-se um pouco incomodado, reparou um pouco e viu que não era para ele que olhavam e sim para Hermione.

Tom olhou para sua noiva e sua boca realmente abriu. Hermione vestia um vestido vermelho justo que marcava bem seu corpo, tinha um decote profundo e ele era pelo menos um palmo para cima dos joelhos, para completar o visual ela estava com uma bota preta de salto agulha e cano longo, sua maquiagem era forte e o cabelo soltos a dava um ar de mulher fatal.

Assim que Hermione percebeu que Tom a observava sorriu maliciosa para ele e piscou.

- Hermione você está maravilhosa. – elogiou o professor – Tom meu rapaz você tome conta dela, mulheres inteligente e linda são raras. – o professor falou para Tom.

- Sim senhor, pode deixar. – respondeu se aproximando de Hermione e a agarrando pela cintura. Hermione estava se divertindo com a cara de Tom.

- Fique a vontade Tom, depois vou lhe apresentar a alguns alunos meus.

- Claro senhor. – Tom respondeu.

Ele e Hermione foram em direção a um grupo de conhecidos entre eles Minerva e Felipe, enquanto caminhava Hermione não deixou passar a oportunidade de zombar com Tom.

- Sabe isto já esta ficando repetitivo. — disse dissiplente.

- Isto o que? — Tom perguntou olhando para ela.

- Eu ter que sempre falar “feche a boca Tom se não entra mosca”. – e sorriu da cara de bravo que ele fez.

- Olá. – cumprimentou Tom e Hermione, assim que alcançaram os amigos.

- Oi Mi, nossa você está linda. – disse Minerva.

- Obrigada.

Ficaram por ali conversando, ou dançavam. Tom não ficava longe dela um minuto se quer, ja fazia duas horas que tinham chegado, Hermione estava com uma taça de vinho nas mãos e Tom estava conversando com um senhor que Hermione nunca havia visto. O professor o arrastou sem que Tom tivesse chance de pegar Hermione para levar junto, por isso que estava longe dele. Observou a sala por um momento Minerva e Felipe dançavam, viu alguns amigos de Tom conversando com um outro grupo que aparentemente era do grande escalão do Ministério. E do outro lado viu Heloisa e Jason, resolveu se aproximar do casal.

- Oi, atrapalho?

- Claro que não, Hermione – respondeu Jason. — Já conheceu os ilustres convidados do Slug?- perguntou ele sarcástico.

- Sim. Têm alguns tão esnobes. – falou pesadamente.

- Alguns? – Perguntou divertido.

- Certo a maioria. – Hermione concordou.

- Hermione você está autorizada a beber vinho?- Heloisa perguntou.

- Han? Por que não estaria?

- Digo, que eu saiba mulheres gravidas não podem beber. – respondeu simplesmente.

- Heloisa! – reprenedeu Hermione com o rosto levemente corado — Até você acreditou neste boato?

- Bem Hermione, você quase não dorme no nosso dormitorio e...

- Eu não estou gravida ok? – falou irritada.

- Ta certo, ta certo. – disse Heloisa se rendendo.

Enquanto Heloisa respondia, aproximou um rapaz de Hermione e a tocou no ombro.

- Com licença. – Hermione olhou para tras. O rapaz parado ali era lindo. Olhos extremamente azuis, cabelos pretos na altura do queixo, era alto e com um jeito superior- A senhorita me daria a honra desta dança?

Hermione congelou, sabia que Tom estava realmente com ciumes dela, e não iria gostar nem um pouco de ve-la dançando com outro. Resolveu negar da forma mais gentil possivel.

- Acho melhor não, meu noivo é um pouco ciumento e pode não gostar. – falou com simplicidade.

- Não o vejo ao seu lado, com certeza não a admira tanto se não, não a deixaria sozinha. – disse com um sorriso nos labios.

Hermione olhava para os lados a procura de apoio. Heloisa olhava com um olhar risonho, certamente se divertindo com a saia justa da amiga e Jason estava sério, transmitia que não gostava do rapasz a sua frente.

- Na verdade ele esta ali – e apontou para Tom que continuava a conversa com o velho senhor — Não seria uma boa idéia.

O rapaz ignorou as palavras de Hermione e segurou seu braço a levando para o centro da pista de dança. Hermione resistiu por um momento mais logo depois achou melhor não fazer um escanda-lo. Tom certamenete não se seguraria muito. Jason ainda tentou ir para cima do rapaz, mas foi impedido por Heloisa.

- Desculpe pelo mal jeito, mais realmente queria te conhecer, estou te observando desde que entrei. – disse enquanto dançavam- Meu nome é Cignus Black – Hermione olhou mais uma vez para ele, era o pai de Sirus, agora entendo o porque de Sirus ser tão bonito pensou.

- Prazer sou Hermione Lambert. – respondeu.

- Não conheço este sobrenome, é estrangeiro?

- Sim francês – respondeu.

No outro lado do salão Tom observou quando Cignus retirou Hermione para dançar, tentou se controlar ao maximo para não ir lá. Quem o Black pensa que é, para retirar minha noiva para dançar? Pensou furioso.

- Então sr. Riddle como lhe falei, estou disposto a pagar aquela contia que sugeri. – disse Wagner Vanflique, ele era um senhor baixo e gordo, mais um milionario e colecionava peças raras.

- E eu estou disposto a aceitar. – disse com a voz séria e descedida, porem calma. Mesmo que nos seus olhos um brilho escarlate dançava em meios aos seus olhos cinzas – Fazemos o seguinte sr. Vanflique, eu lhe encontro na próxima quarta-feira , as 20:00 no Dragões e Caldeirões. — era um restaurante caro, ao aredores do Beco Diagonal – O senhor me leva o dinheiro e eu o espelho.

- Sim claro, nos encontraremos lá. – o homem falou sorridente.

- Agora com licença, se me permiti irei ter uma dança com minha noiva. – Tom o cumprimentou e saiu em direção onde Black e Hermione dançavam.

Tom estava posseço, estava feliz de ser um Sonserino e esconder seus sentimentos, naquele momento ele facilmente mataria Black, sem ao menos usar a varinha. Hermione estava totalmente desconcertada com a situação e tentava em vão manter uma certa distancia de Black que insistia em aproximar-se cada vez mais de Hermione.

- Com licença, Black. Me daria o prazer de dançar com minha noiva? – Perguntou Tom com a voz sarcástica e fria. Black se assutou quando ouviu a voz de Tom, pois estava de costas e não o tinha visto se aproximar.

- Oh, se não é o Sr. Ridlle. Se não me engano o melhor aluno que Hogwarts ja teve, e olha que quando me formei você ainda estava no quarto ano. — disse com arrogancia e indiferença.

- Sim, para ver como ainda continuo sendo o melhor. – disse no mesmo Tom que Black. Hermione pode ver que Tom estava tentando se controlar, mas sentia sua magia negra forte em torno dele.

- Ah, claro e vejo também que têm um bom gosto. – falou lançando um olhar de malicia para Hermione, Tom segurou fortemente sua varinha por baixo do seu traje a rigor, Hermione aproximou a mão do braço dele gentilmente e falou olhando para Black.

- Com certeza você esta equivocado, Sr. Black eu que tive além de bom gosto, sorte por ter Tom ao meu lado, não se é todos os dias que encontramos um homem que seja um perfeito cavalheiro, bonito e inteligente e que ainda nos satisfaz totalmente. – Hermione disse olhando para Tom, com ar malicioso e um sorriso faceiro. Cignus pareceu que engoliu um Hipogrifo inteiro, e todo sem graça se virou e saiu.

- Hermione não era nescessario. – repreendeu Tom – Eu me acertaria com ele.

- Foi nescessário Tom, eles têm que saber que eu te amo e sou sua noiva. Quem ele pensa que é? Só porque é de uma familia nobre, pensa que pode ter tudo que quer? — Hermione falava baixo, mas ele percebeu como ela estava nervosa — Eu odeio este tipo de pessoas, que pensa que pode ter tudo nos pisando.

- Certo, amor – disse a puxando pela cintura – Concordo com você, – tentou soar mais sincero possivel, apesar de saber que ele fazia e faria qualquer coisa para atingir seus objetivos, até mais que o Black – mas agora vamos nos divertir, deixa aquele idiota para lá e venha dançar com seu noivo.

- Tom eu não sou sua noiva. – falou enquanto se moviam pela pista.

- Pense o que quiser, para mim você é, e é só minha. – disse beijando seu pescoço.

- Desta maneira serei obrigada a concorda com você. — sorriu.

É Hermione concorde comigo em tudo, é isto que eu quero você ao meu lado, como minha maior e mais fiél serva. Você será minha Hermione, você me ajudara a vencer a todos e chegar no poder! Tom pensou e sorriu um sorriso frio e mal. Mas para Hermione foi um sorriso de felicidade.

A festa acabou e Hermione agradeceu intimamente ao o professor Slughorn, pois foi o ultimo dia que conseguiu relaxar. A semana das provas passou. Foi estremanete puxado e cansativo Hermione já não aguentava mais, estudar e estudar. Mal viu Tom, só no horário das refeições, não dormiram juntos nenhuma noite naquela semana, ambos cansados e com as cabeças em seus exames. Já estavam na sexta –feira a ultima prova prática tinha sido poções, que foi muito mais fácil que Hermione pensou que seria. Mesmo assim estava aprensiva.

Ela, Minerva e Heloisa estavam sentadas em baixo de uma arvore todas com seus respectivos namorados, descansando antes do jantar, estavam relembrando as provas e tirando algumas duvidas, para o desespero de Heloisa que sempre estava errando alguma resposta.

- O que faremos amanhã? – perguntou Hermione animada – É o nosso ultimo sabado antes do baile da formatura.

- Bem – Minerva hesitou antes de responder –, eu e o Felipe teremos que ir resolver algumas coisas no Ministério.

- Teremos? – Perguntou Felipe meio confuso.

-Teremos sim. Felipe! – falou Minerva com um olhar que fazia os primeiranista tremerem e deu um cutucão em Felipe.

-Ai! – excalamou — Ah é tinha me esquecido. Verdade. Nossa Minie o que seria de mim sem você?

- Com certeza ja tinha esquecido a cabeça em algum lugar – falou enquanto Felipe a beijava na bochecha.

- Que pena. – Hermione suspirou triste – Então vamos nós quatro, o que acha Heloisa? – Heloisa deu um olhar aprensivo para Tom e Jason antes de responder.

- Ai...Mi não vai dar. — falou meia nervosa – É que amanhã eu ... Eu vou provar um vestido e Jason vai comigo. – falou rápido.

- Jason vai com você? – perguntou curiosa.

- É vai, quer dizer, – gaguejou a garota – ele vai para me fazer companhia. – De repente Hermione se sentiu um pouco rejeitada ou ate mesmo enganada pelos amigos.

- Só me falta agora você Tom, me falar que tem algo para fazer! — falou com uma raiva expressa na voz, fazendo bico e cruzando os braços.

- Na verdade Mi, eu ia te falar... – disse meio sem jeito, coisa muito dificil de ver Tom desta maneira – A professora La Rue me informou que marcou uma conversa para mim, com uma pessoa interessada em um projeto que mostrei a ela, então amanhã eu também vou ter que sair- disse fazendo uma cara de inocente. Hermione bufou.

- Eu sei que estou sendo egoista vocês todos têm coisas a resolver, mais poxa amanhã sera o nosso último sabado aqui! – disse meio triste. Tom se aproximou mais dela e disse.

- Não fique assim, quarta-feira iremos sair – disse com uma voz suave.

- E posso saber para onde?– perguntou .

- Será uma surpresa. – disse a beijando no pescoço.

- Certo. – respondeu. Minerva trocou um olhar com Heloisa e sorriu. Hermione teve a imprenssão que elas sabiam de algo.

Pensando melhor ela achou que realmente elas sabiam de alguma coisa, pois passaram alguns dias cochichando, mas paravam de falar quando Hermione se aproximava e agora todos com um compromisso no mesmo sabado. O que será que está acontecendo? Pensou.

- Hum..não teremos problemas em deixar o castelo no meio da semana? – perguntou.

- Ah, não. – quem respondeu foi Minerva – Somos de maiores e muitos têm que preparar as moradias então eles liberam a gente para sair, e outra ja terminaram nossos Niem.

- É verdade. – Hermione respondeu – É não temos mais muitos motivos para permanecer aqui. Tudo bem, lembrei que tenho uma coisa para fazer também e certamente me levará o dia todo.

Hermione se lembrou das cartas que teria que escrever para seus amigos, seus pais e Dumbledore. O sábado chegou, como seus amigos falaram eles logo após o café sairam, Hermione aproveitou o silencio do dormitório e foi escrever suas cartas.

A primeira a seus pais, uma carta triste onde falava que os amava muito e que tinham sido pais maravilhosos, e que não se preocupasse, pois estaria feliz.

A segunda a Dumbledore, contou tudo que descobriu a Tom. Hermione leu o livro do feitiço que foi feito o portal, nele informou que o futuro de onde ela veio continuaria da mesma forma, criando um universo alternativo caso ela ficasse no passado. Se ela fosse voltar as pessoas nas quais ela se envolveu no passado, receberiam sua lembrança no futuro.

Por exemplo, no seu futuro Voldemort não conheceu Hermione, porem agora que ela se envolveu com ele, o Voldemort do futuro estaria recebendo lembranças dela em sua mente, é como se uma parte de sua memoria estivesse sido apagada e estava sendo reescrita. Agora, Voldemort já sabia que no seu último ano conheceu uma jovem chamada Hermione Lambert, Minerva lembraria de Hermione como sua melhor amiga e Dumbledore como sua melhor aluna.

Mas como resolveu continuar no passado, mesmo com estas lembranças o futuro não seria alterado, então com isso ela poderia enviar a Dumbledore suas descobertas para que seus amigos vencessem a guerra.

E a ultima e mais dificil foi a para seus amigos, Harry , Rony e Gina. Hermione chorou muito e jogou varios pergaminhos fora, mas no fim terminou depois de horas. Dobrou os tres e guardou. Só faltava uma semana e sua nova vida começaria.

Hermione desceu para o Salão Principal, e encontrou seus amigos ja sentados jantando e para sua surpresa Tom estava com eles na mesa da Grifinólia.

- Nossa! vocês estão com uma cara de cansados. – disse assim que observou as fisionomias deles – Até você Tom.

- Estou mesmo, só quero jantar e cama. – disse calmanete. Hermione estranhou, Tom não era de demostrar fraqueza daquela maneira.

- Você vai querer que eu suba com você? – perguntou sem malicia.

- Você sabe que não prescissa nem perguntar. – respondeu e se encontou mais proximo dela para falar, porém seus amigos ouviram – Mas só para dormir, viu? Nada de ficar provocando. – disse com um sorriso.

O rosto de Hermione ficou rubro, e ela bateu no braço de Tom, enquantos os outros riam de sua cara.

- Pare com isso, o que nossos amigos vão pensar? — reprendeu ela.

- Sinceramente? – perguntou Minerva – Não pensamos mais nada.

E assim o sábado passou, realmente Tom tomou um banho rapido e quando Hermione menos esperava já estava dormindo. Nossa ele esta cansado mesmo! Pensou. No domingo passaram a parte da manhã no quarto. Tom já muito mais disposto. E na parte da tarde passearam pelos jardins.

A semana voou, e finalmente quarta –feira chegou. Hermione por mais que tentou não conseguiu descobrir o que Tom planejou para aquele dia. Ela estava ansiosa, com medo, aprensiva, tudo. Se arrumou, não sabia onde iam o que dificultava as coisas. Então optou pelo básico, calça jeans, uma bata leve e botas. As cinco e meia em ponto Tom apareceu no corredor para busca-la. Hermione já estava encostada ao lado do quadro o esperando.

- Nossa tudo isto é ansiedade? Ou é saudade de seu lindo namorado? – disse sorrindo e a enlaçando pela cintura para um beijo apaixonado.

- Os dois. – respondeu ela quando se separaram — E agora onde vamos?

- Nossa que curiosidade – disse andando com ela pelos coredores –, vamos sair para aparatar.

- Para onde?

- Surpresa Hermione.

- Tom, posso te confessar uma coisa?

- Claro. – respondeu olhando para ela.

- Eu ainda não tenho licença para aparatar. – falou sem jeito.

- Não?! -exclamou surpreso — Mas quer dizer isto tira no sexto ano, você não pasou? – perguntou incredulo, Hermione não era de reprovar em nada, ainda mais em algo tão simples igual aparatar.

- Não, não é isso. – parou para respirar – Só que eu não estou no sétimo ano, e sim no sexto, ainda vou fazer dezete anos e ainda vou cursa o sétimo ano, vim para cá antes de começarem as aulas de aparatação.

Tom estava em choque. Ela tinha dezesseis anos e ainda estava no sexto ano. Nossa ela é mais poderosa do que eu pensava.

- Agora você me surpreendeu. – disse a olhando – Você é tão inteligente e ainda esta no sexto ano? Hermione você me surpreende. Quando é seu aniversario? Nunca te perguntei isto — respondeu ao ver a cara de interrogaçao dela.

- 19 de setembro – falou.

- Hermione seu nome verdaeiro é Lambert? – perguntou curioso.

- Não. — respondeiu baixo – É Granger. Hermione Jane Granger. — falou sorrindo.

- É mais bonito ainda. – disse – Chegamos, agora podemos aparatar.

Tom abraçou Hermione junto a seu peito, em um abraço apertando. Hermione pode sentir que o coração dele estava batendo um pouco decompassado, sera que ele esta nervoso? Pensou um pouco insegura. Sentiu um puxão e logo em seguida seus pés tocavam em chão firme novamente.

Hermione não reconheceu o lugar, mais era lindo. Estavam no alto de uma colina, embaixo ela pode ver uma pequena cidade ou vila, e mais adiante uma linda casa se destacava das demais, era no ponto mais alto e via que logo atras dela iniciava um bosque.

- Onde estamos? — perguntou ainda admirando a paisagem – É um lugar lindo, mas não o conheço.

- Vamos descer para conhecer a cidade, logo saberá. – disse pegando a mão dela e descendo sentido a vila.

Logo que entraram havia uma linda praça com uma igreja, um parque bem arrumado onde varias crianças com suas mães brincavam e também tinha a entrada de um cemiterio que Hermione percebeu que ficava atras da igreja. Tudo isto era cercado de muito verde, arvores jardins com várias flores e rosereiras. As casas eram todas arrumadas e bonitas realmente, era um ótimo lugar para se viver.

- Aqui Hermione, é Godric’s Hollow. – Hermione estacou, era o local que os pais de Harry tinha sido mortos, mas Tom não percebeu sua surpresa e continuou a falar – É uma das maiores Vila bruxa e muitos bruxos famosos vivem e viveram aqui, inclusive a familia de Dumbledore, Batilda Bagshot.

- Aquela famosa historiadora? — perguntou Hermione.

- Sim, ela mesmo. E até o inventor do pomo de ouro, um tal de Bowman Wright.

-Nossa, é um lindo lugar para se viver. – disse enquanto observava as crianças a brincarem.

- É bem tranqüilo e tem poucos trouxas – disse com a voz um pouco fria.

- Mas porque me trouxe aqui?- questionou Hermione.

- Quero te mostrar algo. – respondeu a puxando pelo braço, desceram uma das ruas, estavam cerca de três quadras da praça, Hermione viu que aquela rua não tinha saída e no final dela estava uma linda casa.

Foi a mesma casa que ela viu lá do topo da colina, por pouco tempo que ficou ali viu que era a maior do lugar, era toda de pedra e na parede da frente tinha um enorme vidro, que dava para ver o primeiro andar e o começo do segundo, dos lados tinha varandas . Ela era enorme e com um jardim bem cuidado com vários tipos de flores, rosas e orquídeas. Simplesmente era um sonho.

- Nossa, ela é linda. – Hermione não conseguia descrever em outras palavras.

- Gostou? — perguntou a abraçando por trás – O que achou? – sussurrou em seu ouvido.

- Nossa! Estou sem palavras, – virou para ele de novo – mas porque está me mostrando ela? Acho que os donos não vão gostar de verem dois estranhos babando na casa deles. – disse sorridente.

- Eu acho que os donos na verdade, estão gostando, – parou olhou para Hermione – especialmente a dona – completou com um sorriso.

- Não entendi.

- Meu amor, esta casa é nossa. – disse mostrando as chaves.

- O QUE? — Hermione não conseguiu esconder o espanto – Como assim Tom? Nossa? Desde quando? Como conseguiu comprar? Porque não me avisou? — perguntava tudo de uma vez.

- Calma amor. Calma. – Tom falou segurando seus braços que se mexiam descontrolados enquanto ela falava – Na ultima reunião do Slughorn eu conheci um senhor que ficou muito interessado em nosso espelho, eu acabei aceitando a proposta de compra dele. Desculpa, eu sei que deveria falar com você, mas eu realmente quis te fazer uma surpresa. – disse com um olhar de carinho para Hermione.

- Ah, Tom eu... – Hermione começou a chorar – Eu...ela é linda. Eu não estou brava com você, amor. – disse abraçando ele – É que eu não esperava. Mas como conseguiu? Isto só foi em uma semana?

- Me encontrei com ele na quarta-feira passada, ele me deu o dinheiro. Eu já havia perguntado ao professor Horácio se ele sabia de alguma casa em algum vilarejo bruxo, como não ha muitos ele me indicou este, que era não era totalmente mais em sua maioria. Vim conhecer aqui na quinta mesmo depois das provas, vi a casa e achei ótima, a melhor do lugar. – falou com um sorriso, Tom sempre gostou do melhor de tudo – Aí, voltei conversei com ele que conhecia o dono e na sexta mesmo fechei negocio. Mas que tal entrarmos agora?

Hermione concordou e ambos foram para a porta, Tom em um gesto rápido pegou Hermione no colo.

- Ai. O que esta fazendo?

- Os trouxas não falam que isto é uma tradição para dar boa sorte? Levar a noiva nos braços ao entrar pela primeira vez na casa? – Hermione sorriu e entrou nos braços de Tom na casa que era deles.

Ficou maravilhada, se por fora era linda por dentro era melhor ainda, não tinha palavras, as cores claras em contraste com os moveis rústicos, fazia uma harmonia perfeita.

- Tom, nossa! Como consegui arrumar ela?

- Foi sábado, capturei seus amigos e eles vieram me ajudar a arrumar. – falou sorrindo.

- Ah , eu sabia que eles estavam me escondendo alguma coisa, aquelas desculpas que deram foram horrível.

- É eles me ajudaram muito, mesmo com Magia demoramos o dia todo para deixar-la realmente perfeita.

- Imagino que Heloisa deve ter feito a festa em arrumá-la.

- Fez. Sorte a minha que eu já tinha comprado os moveis e falei que a loja não trocava, se não ela iria quere trocar tudo.

- Ficou perfeita. – Hermione estava encantada. No andar de baixo tinha, uma sala de visita, outra de estar, uma de jantar, o escritório e a cozinha e um banheiro, no segundo andar, quatro quartos de visitas, uma biblioteca e outro banheiro e no ultimo andar tinha mais três quartos sendo todos suítes – Mas porque tão grande?

- Sempre quis uma casa grande e espaçosa e outra com todo aquele boato de gravidez, andei pensando que quero ter muitos filhos com você! – disse a beijando apaixonadamente.

Hermione se entregou ao beijo com uma paixão avassaladora, Tom a ergueu no colo e com um aceno de varinha abriu a ultima porta, com certeza o quarto dos dois. Ele era o maior e mais bonito da casa, Hermione não reparou nos detalhes, o que queria agora era Tom.

Tom a conduziu para a cama e sentou-se ao lado dela, passando a mão em seus cabelos e beijando-lhe os lábios suavemente. Ela correspondeu ao beijo avidamente, o que fez Tom rir baixinho da impaciência de Hermione. Deixando que ela tomasse a iniciativa, deitou-se sobre a cama, esperando por ela. Ela deitou-se ao seu lado, olhando-o nos olhos. Demorou alguns segundos apenas fitando-o e então, com um aceno da varinha, removeu-lhe as vestes, deixando-o apenas com a cueca negra. Tom não pode conter uma exclamação de surpresa diante do atrevimento da garota, mas não fez movimento algum. Apenas a observava em silêncio, esperando.

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Hermione mordeu o lábio inferior, parecendo incerta de como proceder. Relutante, ela começou a beijar-lhe o rosto, descendo pelo pescoço, onde deu pequenas mordidas, como ele sempre fazia com ela. Tom suspirou. Encorajada pela reação dele, começou a descer os lábios pelo peito coberto com uma fina penugem negra. Dedicou-se a beijar-lhe os mamilos e percebendo que ele prendia a respiração, ela passou a língua em um deles, enquanto arranhava com as unhas o outro. Notando que as mãos de Tom estavam agarradas a colcha, Hermione aumentou a intensidade das carícias e sugou-lhe um mamilo com força. Tom não aguentando mais ficar passivo, acariciou-lhe os cabelos, fazendo com que ela erguesse a cabeça e sorrisse.

A bruxa continuou a exploração, descendo a boca pelo abdômen liso de Tom, deslizando a língua em volta e dentro de seu umbigo. Sua vontade era acariciar cada centímetro daquele corpo. Ela amava cada pedacinho dele, e para ela, ele representava a perfeição. Um Adônis bruxo. Continuando sua exploração e animada pela mão que lhe segurava os cabelos, porém não a conduzia, chegou à cueca negra, que não escondia a evidente excitação de Tom.

O membro projetava-se sob o tecido, pedindo para ser tocado. Hermione mordicou-lhe o sexo, sobre o tecido e Tom gemeu em agonia, agarrando-lhe os cabelos com mais força. Colocando os dedos no elástico da cueca, Hermione puxou-a para baixo, até expor o membro ereto. Vendo a extensão do desejo dele, ela esqueceu tudo que não fosse seu cheiro, sua textura e seu gosto. Precisava prová-lo e fez isso deslizando a língua sobre a pele macia e túrgida. Tom ofegava. As mãos continuavam segurando-lhe os cabelos, mas agora se abriam e fechavam-se num ritmo que combinava com aquele que seus quadris faziam.

Hermione lambeu a ponta do pênis com movimentos circulares antes de colocar a cabeça toda na boca e aplicar uma leve sucção. Tom ergueu os quadris da cama e ela parou, temerosa de que o tivesse machucado. Nunca fizera isso antes e não tinha a mínima idéia de como agir. Tudo que sabia sobre o assunto se resumia ao que lera nos livros, ao que escutara das meninas da escola. Mas naquele momento, seu único guia era Tom, seus gemidos e suspiros e o modo como contorcia o corpo sob suas carícias.

Olhando-o, esperou por algum sinal que lhe indicasse se ele estava gostando. Tom a fitava com os olhos enevoados. Não parece estar sofrendo, pensou ela. Será que devia perguntar se estava tudo bem? E se eu estiver fazendo tudo errado? E se ele estiver pensando que sou mesmo muito inexperiente? E se... e se... Hemione fechou os olhos, insegura. Tom falou baixinho, com a voz rouca.

- Hemione... Meu amor... Não pare...


Ela abriu os olhos rapidamente, ele a estava fitando e simplesmente, meneou a cabeça e arqueou os quadris em sua direção, para que ela continuasse. Hermione retomou sua tarefa, agora sem hesitação. Ele queria que ela continuasse.

Tom sentia os lábios de Hermione acariciando suavemente a cabeça de seu membro, como se temesse machucá-lo. Ele não queria assustá-la nem forçá-la a fazer nada que não quisesse, então mantinha as mão aninhadas nos cabelos de Hermione, sem, no entanto, lhe direcionar os movimentos. Quando ela o sugava com força, Tom não pode reprimir um gemido alto e seus quadris instintivamente se elevaram em busca de mais contato. Tom percebeu que sua reação assustara ela, que parara de repente.

Ao abrir os olhos, ele viu que ela travava uma luta consigo mesma, dividida entre a insegurança e o desejo. Tudo que ele mais queria era gozar na boca daquela mulher. Sim, porque Hermione, definitivamente, não era mais uma simples garota, embora sua idade o desmentisse. Ela era sua mulher, sua bruxa. E, como tal, Tom sabia que estava mais do que pronta para dar mais este passo na relação deles. Tom, consciente da insegurança dela, pediu que continuasse, chamando-a de ‘meu amor’. Isso fora o bastante para que a bruxa reassumisse suas atividades. Ele voltou a relaxar sob suas carícias e deixou-se levar pelo prazer que só ela poderia proporcionar.

Hermione deslizava os lábios por todo o comprimento do membro ereto, tomando-o na boca, até onde o tamanho lhe permitia, saboreando-o com vontade. Uma das mãos segurava-o na base e alternava os movimentos com a boca. Ela ouvia os gemidos de Tom como se fossem música. Ele se contorcia sob seu toque e ela podia perceber que estava a ponto de gozar. Aumentando a intensidade dos movimentos, Hermione sentiu que ele lhe puxava levemente os cabelos, para que o olhasse. Ela fez isso, sem parar de sugá-lo. Ele disse, com a voz entrecortada pela respiração ofegante.

— Hermione... Se você continuar... Não consigo mais aguentar... Vou gozar... — Ela não respondeu, apenas continuou com seus movimentos. Tom segurou-lhe firmemente a cabeça com as mãos, sem poder se conter.

Tom sentia que a onda que anunciava seu orgasmo iminente se aproximava perigosamente. Por mais que estivesse morrendo de prazer e louco para derramar seu sêmen na boca de sua bruxa, sabia que ela jamais fizera isso e que poderia se surpreender com a intimidade que esse ato representava. Também imaginava que ela poderia sentir algum tipo de repulsa ao se ver invadida por sua essência. Num supremo esforço, ele tentou avisá-la, segurando-lhe os cabelos e balbuciando que estava prestes a gozar. Mas Hermione insolente, não lhe dera ouvidos, até aumentara a intensidade das carícias. Desistindo de ser nobre, Tom agarrou-lhe a cabeça com força e preparou-se para o paraíso. Mais algumas sucções daquela boca deliciosa e ele explodiu num orgasmo delirante, gritando rouco.

-Oh... Hermione... Amo você... Por Merlin, mulher... Amo você...

Hermione preparou-se para a explosão de Tom, mas nem que tivesse lido todos os livros existentes no Mundo Bruxo e no Mundo Trouxa, sobre o assunto, estaria preparada para o que se seguiu. Tom gritara, no auge de seu prazer, despejando seu sêmen quente em sua boca. Hermione sabia toda a teoria. Mas o gosto era diferente do que imaginara. A quantidade era diferente do que imaginara. E a sensação era diferente do que imaginara. Tentou engolir, mas um pouco do líquido viscoso escorreu de seus lábios. Quase engasgara quando o esperma quente descera por sua garganta, deixando um sabor levemente amargo em sua língua.

Não conseguia definir o gosto, e pensou que nem queria fazer uma análise científica naquele momento. Sabia a composição química de cor e depois pensaria a respeito. Agora, a única coisa que importava era que Tom se contorcia de prazer. Enquanto lutava com seu cérebro para que parasse de analisar as sensações que estava tendo, Hermione escutou Tom falar durante seu delirante clímax. “Oh... Hermione... amo você... Por Merlin, mulher... Amo você...” Seus olhos se encheram de lágrimas e ela duvidava de que um dia tivesse sido tão feliz. Ele a amava. Por Merlin!

Hermione deixou o membro escapar de sua boca e lambeu os lábios para remover os resquícios do prazer de seu bruxo. Fez uma anotação mental do que pretendia fazer da próxima vez que o tivesse em seus lábios, e convenceu-se de que era algo que queria repetir muitas vezes.

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Os dois ficaram deitados na cama, Tom com ar de cansado mais seu prazer era evidente nos seus olhos, Hermione encostou a cabeça em seu peito, amava ficar assim junto a ele, sentindo seu cheiro e agora ja sabia seu gosto também. Nada prescisava ser dito, os dois sabiam que se amavam e que ali naquela casa passariam seus dias. Hermione não se importava mais com o futuro que deixou, ou o futuro que estava por vim, se sentia amada , protegida enquanto estivesse com seu Tom nada poderia mudar.

- Tom, os professores não ficarão preocupados se não voltarmos logo? — Perguntou depois de um tempo de silêncio.

- Não se preucupe falei para o Professor Horácio que voltariamos para o castelo na sexta-feira. – disse a abraçando.

- Como assim na sexta-feira? — pergntou nervosa.

- Calma amor, ele sabe onde estamos, falei que teriamos que arrumar algumas coisas da casa, e por isso ficariamos estes dias fora, não se preocupe Dumbledore também está sabendo, vamos agora só aproveitar nosso momento aqui.

Com isto Tom alcançou seus labios e novamente se entregaram ao prazer que somente sentiam quando estavam um ao lado do outro.

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Proximo capitulo. Trailler!!!

Quando ambos passaram pela as portas do salão que já estava cheio,muitos cabeças viraram para a porta. Eles não sabiam o porque, se era pela beleza, elegância e poder que Tom exalava ou pela beleza, simpatia e sorriso sincero que Hermione demostrava. Mais em uma coisa eles concordavam, eles eram perfeitos juntos.

....

Os dois chegaram ofegantes no hall de entrada, muitos outros alunos professores, e convidados também estavam ali, parados com olhares de horror no rosto.

....

Hermione ao ouvir aquela voz que tanto a fazia feliz mais que agora, sentia um profundo ódio e remorso, virou-se abruptamente e disse com uma voz fria e sem emoção.

-Não. Rele. Em. mim. – Falando isto retirou a mão de Tom com brutalidade de seu ombro. Tom a olhou com misto de surpresa e curiosidade.

...

O portal se fechou. Só escutou uma voz ao longe...

Notas finais
Oi gente e ai curiosos!!! Então comentem muito, mande recomendações, reclamaçoes apareçam e quem sabe não posto antes do fim de senana!!! Bjs !