Uma Segunda Chance para Viver

11 Capítulo 11- 10º O salvador de Hermione


Notas iniciais
Oi gente aqui mais um capitulo para voces. Com veem eu estou postando quase um dia sim-outro não, enquanto tiver capitulos adiantados irei fazer desta maneira, mais espero que voces continuem mandando renws, porque é isto que me estimula a postar...

Quero agradecer a todos que comentaram, não tive tempode respoende-los mais leio todos. E quem esta ansiosa para saber quandco vai começar o lanc deles, eu ja escrevi o Cap do beijo e irei escrever hj ainda o do 1º encontro, então aguardem!!!!Bjs

Hermione propositadamente ignorou Tom o resto do fim de semana. Ela não olhou para ele no Salão Principal e se recusou até mesmo cumprimenta-lo quando ele chegou ao salão dos monitores. Muito irritado, Tom decidiu que seria melhor para ele deixá-la fora por enquanto. “Ela deve estar de volta ao normal na segunda-feira, ou pelo menos tão normal como ela sempre tinha sido”.

No entanto, ele não contava que com a resistência notável de Hermione. Ela tinha mal falado com ele toda a semana. Na quarta-feira, ele percebeu que seu orgulho não permitiria que ela o perdoasse, teria que tomar medidas drásticas. Tais medidas drásticas eram quase intragáveis para Tom.

Os dois se encontraram na primeira aula, Tom falou para ela que estava muito arrependido para que o perdoasse. Ganhou apenas um feitiço silenciador. Na aula seguinte tentou mandar-lhe bilhetes que logo explodiam em chamas, que Dumbledore convenientemente ignorava, para grande desgosto de Tom.

Na quinta-feira, Tom conjurou flores para ela em seu café da manhã, no Salão Principal. Ela olhou para as mesmas por um momento e jogou de volta a ele, logo descobriu que as flores foram transfiguradas em hera venenosa e urtigas, provocando uma longa lista de palavrões dita por um Tom muito irritado. Ele começava a ficar sem ideias.

As brigas do casal foram acompanhadas com grande interesse pelo resto da escola. Conscientemente Slughorn piscava para Tom, dando-lhe apoio para que continuasse, pensando ele que o garoto fazia isto para conquistar a Grifinória.

Na casa dos leões, meninas sussurravam baixo sempre que Tom ou Hermione apareciam no Salão Principal ou na biblioteca. Ninguém sabia a finalidade de tudo isto, e o interesse das casas só aumentavam, Hermione permanecia alheia a tudo que acontecia a sua volta, até que Minerva a informou na quinta-feira.

Elas estavam sentadas na cama de Minerva, falando sobre a questão da revista Novos Alquimista. Hermione tinha colocado um feitiço silenciador nas paredes imediatamente após a entrada, assim não tinha medo de Tom ouvir o que ela conversava com Minerva.

Porém Minerva queria falar a respeito de Tom, toda vez que tocava no assunto, Hermione a olhava como uma medusa, mas a monitora não deixaria passar desta vez, encostaria Hermione na parede até a amiga lhe dizer o que estava acontecendo.

- Hermione, você sabe que as pessoas estão dizendo sobre você e Tom? — Perguntou com naturalidade.

- O que? Que ele é um canalha egocêntrico e finalmente se cansaram de fingir que ele é um bom moço, e lhe mandaram para enfermaria?- Hermione respondeu sarcasticamente.

- Não, eles falam que você quer ser a nova namorada dele, a menos foi o que o professor Slughorn disse a LeRue, a mesa dos professores no jantar de ontem. — mentiu Minerva sabendo que Hermione não teria coragem de pergunta ao professor.

- O quê? — Hermione gritou. Minerva estremeceu com seu tom estridente. –Isso é ridículo!

- Bem, você esta agindo assim. – disse Minerva – Eles se quer sabem que você não gostava dele, ai eles acham que você esta assim, pois ele insultou alguém que é nascido-trouxa, e você se doeu por isto esta se fazendo de difícil! – Talvez agora ela me diga o que Tom fez para que ela ficasse tão furiosa com ele pensou Minerva.

— Essa é a coisas mais estúpidas que eu já ouvi. — Hermione gritou- Ouvi dias ele reclamando sobre como ele perdeu Heloisa, mesmo não gostando dela! Só para ser acusada de estar fazendo isto por interesse. – Disse nervosa.

- Eles não sabem que você faz sem malicias. – Minerva disse apontando para a direção do Salão Principal – O que vai fazer com essa bagunça?

- A única coisa que eu posso fazer é trata-lo normalmente de novo. — Hermione decidiu, após pensar por um momento.

- Espero que não esteja perdendo tempo o seguindo durante todo o dia, com seu vicio de espiã como antes. – Minerva falou divertida.

- Não há qualquer razão para que eu continue o seguindo. – Hermione falava – Eu mal tenho o visto falar com os Sonserinos, muito menos os outros ao seu redor. Murta disse que ele era bom, ele parece quase como a antítese de um bruxo das trevas.

- Isso é bom, então você vai parar de falar como ele é mal quando qualquer um mencionar o Tom? – Minerva perguntou aliviada.

- Eu acho que eu deveria. — disse Hermione, rindo. — Eu não quero assustar todo mundo. Eu sei que ele vai se tornar mal, mas agora ele não é, ele simplesmente é o Tom. Um assassino do pai, mais um pai que o sempre o desprezou que nunca ligou para ele. Quem sou eu para julga-lo? Hermione pensava sobre isto.

A conversa que corria na escola não poderia agradar mais a Tom. Infelizmente por cada dia que Hermione deixou de falar com ele foi perda de informações. Sem saber que a garota tinha intenção de perdoá-lo, ele chamou seus comensais da morte para uma reunião, desde o começo de seu namoro com Heloisa que não se fazia reunião.

Depois de algum tempo eles estavam juntos em uma sala abandonada nas masmorras. Todos estavam muito curiosos sobre o que Tom tinha a dizer. Havia murmúrios de descontentamento sobre a forma como ele havia abandonado o grupo nestes últimos meses, porém o grupo não ficaria desapontado por suas instruções.

- Meus amigos leais. — Tom começou. — Vocês agiram bem nos últimos meses, a sangue-ruim não têm suspeitas de nós em tudo. Agora vocês têm uma nova tarefa. Amanhã, vários de vocês vão abordá-la antes de poções. Vocês devem pega-la de surpresa, ela será mais do que capaz de derrota-los se pegar a varinha a tempo. Vocês em silencio devem puxa-la para a sala ao lado do laboratório. Ficam em guarda, pois a garota e hábil em fazer magia sem varinha. Seus olhos sempre vendados como precaução, não prejudique além de machucados e arranhões. Eu recomendo não usar feitiço. – concluiu Tom.

- Meu Senhor. — disse Lestrange nervosamente — Quem vai fazer isso?

- Eu vou avisar vocês esta noite. A pessoa mordida pela cobra irá realizar minhas ordens. O resto de vocês vai ir para a aula como de costume. Amanhã à noite, eu encontrarei vocês individualmente e Obliviate às suas memórias deste encontro. Fazem bem amanhã e terei o maior prazer. Se vocês falharem, serão punidos severamente. — avisou em voz sem emoção.

- Sim, meu Senhor. — eles se curvaram. Tom saiu da sala e subiu para o quarto dos Monitores, sem ser visto, como de costume.

As aulas de poções do sétimo ano os alunos do nível NIEM, foram programadas para toda manhã de sexta-feira. Hermione estava atrasada. A alça da bolsa quebrou no corredor. Ela ficou de joelhos tentando reunir todas as suas notas e livros. Olhou o relógio, apenas dois minutos antes da aula começar.

Ela ouviu alguém atrás dela a abordando. Uma voz sussurrada, "Petrificus Totalus". Hermione não conseguia se mover. A venda foi colocada sobre os olhos por trás, bloqueando a vista do seu agressor. Ela foi arrastada para uma sala ao longo do corredor, ela não sabia qual.

- Não é tão poderosa agora, não é sangue-ruim?- uma voz sinistra sussurrou. – Nós iremos feri-la gravemente. Irá aceitar isso na escola? — O dono da voz deu um tapa e cuspi-la de lado.

- A resposta seria "não " — disse uma segunda voz áspera. – Ah, olha não consegue dar a resposta sangue-ruim, finalmente apreendendo seu lugar. – Alguém chutou suas costelas. Ela gritou de dor em silêncio.

O feitiço petrificante de Hermione começou a se desgastar. Ela sentia a varinha cautelosamente por dentro de suas veste, felizmente, seus agressores tinha se esquecido de retirá-la. "Eu vou ter uma chance única", pensou, tentando montar um plano. Ela ouviu a porta abrindo. Hermione começou a ficar assustada. Em três seria muito mais difícil.

- Lumus. — a nova voz disse um pouco alto.

"Esta voz lembra a de Tom", Hermione notou.

- O que vocês estão fazendo aqui? Tire as capas para que eu possa ver quem vocês são! — Tom ordenou.

Permaneceram em silêncio. Hermione conseguiu chutar um deles na perna. Eles haviam se colocado em frente a ela para bloquear a visão da porta quando Tom entrou. O primeiro gritou.

- O que você está escondendo? — Tom exigiu — Saiam da frente.

Os atacantes pararam. Tom pegou a varinha e acenou.

Os dois foi arrastados para o outro lado da pequena sala, para permitir Tom de ver Hermione. Tom pareceu chocado por uma fração de segundo, então correu até ela. Lembrando-se dos outros na sala, ele rapidamente se virou. Ele viu as extremidades de suas capas desaparecerem da porta e se fechar. Ele correu para a porta, eles haviam bloqueado a partir do exterior. " Alohamora ," "Alohamora", ele tentou, mais nada aconteceu.

- Você está bem? — Perguntou para Hermione, parecendo genuinamente interessado. Ela apontou para o rosto dela ainda de olhos vendados e silenciada.

- Oh, certo- Tom disse que fez a venda ser removida. "Finite Incantatum ." Hermione sentou-se estável, apenas a choramingar e a conchegar-se em seu lado.

- Você está machucada? — Tom perguntou preocupado.

- Eles chutaram meu lado. Parece que tenho uma ou duas costela quebrada. — respondeu ela.

- Eu vou te ajudar até a ala hospitalar. Slughorn não se importe se eu perder a aula. — Tom disse.

- Claro que não, você é o aluno favorito dele nos últimos tempos. — ela tentou fazer uma piada, estremecendo quando ele riu.

- Eu acho que você está certa sobre isto. — Tom respondeu. Depois de alguns segundos, ele falou de novo. -Você tem ideia de quem atacou você? — Questionou a ela, a raiva explicita em sua voz.

- Não, eles atacaram-me por trás e colocaram uma venda nos olhos antes que eu pudesse vê-los. Cochicharam o tempo todo e não pude identificá-los por suas vozes.

- O que eles sussurravam?

- Chamaram-me de sangue ruim disse que eu precisava aprender o meu lugar- disse Hermione, ressentida, limpando a saliva seca de seu rosto — Como um elfo doméstico, eu imagino. — ela adicionou amargamente.

- Algumas pessoas são idiotas. Eles não vão aceitá-lo a menos que você force cada passo do caminho. — disse Tom intensamente, lembrando o seu primeiro ano em Hogwarts.

- Você poderia nos tirar daqui? — Hermione perguntou baixinho — Eu realmente gostaria de ir para a ala hospitalar.

- Desculpe. — disse Tom, de pé e virando-se para a porta novamente.

Primeiro, ele lançou Alohamora tentou novamente, sem sucesso. Então ele começou a tentar outros feitiços. Bombarda, explovok. Mais nada funcionava. Finalmente, ele decidiu tentar o caminho dos trouxas. Ele conjurou umas ferramentas e começou no trabalho de arrombamento. Arrombamento foi uma das habilidades que ele tinha apanhado no orfanato antes de frequentar Hogwarts. Dentro de um minuto, o bloqueio foi aberto.

- Impressionante. — disse Hermione.

- Às vezes, fazer as coisas em métodos trouxas exige um esforço muito menor. — respondeu ele. Percebendo que estava ainda no chão, ele foi para ajudá-la a se levantar.

- Você pode andar? — ele perguntou.

- Nós vamos descobrir em breve. — Hermione começou a andar devagar, em seguida, ganhou mais confiança. — Eu ficarei bem, você pode ir para poções.

- Não, eu vou com você, apenas no caso de tentar atacá-la novamente. Eu posso levar a sua bolsa para você pelo menos. — disse ele.

- Obrigada. — disse Hermione, sentindo-se envergonhada pelo jeito que tratou o garoto na semana que se passou. Aparentemente, Tom estava pensando a mesma coisa.

- Isso significa que você está começando a falar comigo de novo? — Ele perguntou enquanto caminhavam.

- Acho que eu poderia. — Respondeu Hermione, um pequeno sorriso enfeitava seu rosto.

- Isso é bom. — disse ele, alívio em sua voz — Nós realmente precisamos começar a trabalhar o projeto de runas. Foi um bocado difícil de ter feito este fim de semana muito.

- Sinto muito. — disse Hermione envergonhada. – Você me fez ficar com tanta raiva, que comecei a lembrar-me de todos que estão longe de mim. Eu não estava agindo de forma lógica. Eu acho que eu estava com auto piedade, como você talvez até um pouco mais.

- Ei, para que servem os amigos? — Tom perguntou retoricamente com um sorriso.

Amiga de Lord Voldemort. Apenas pense no que Harry e Rony iam dizer sobre isso. Brigavam quando eu era amigo de Viktor", ela lembrou, soltando uma risada, antes de lembrar o estado de suas costelas.

- O que há de tão engraçado? — Tom perguntou curiosamente.

- Eu estava pensando em meus amigos e que eles teriam dito. — respondeu ela.

- O que teria dito eles? — Questionou a ela com um sorriso.

- Bem, provavelmente algo como isso — brincou Hermione, fazendo pose de indignada – “Hermione , você ficou louca? Você amiga de um filhote de cobra, ele é um sonserino nojento! Você esta sobre Império?” — Ela gritou baixinho, imitando Rony.

Tom riu quando eles chegaram à enfermaria. O enfermeiro colocou Hermione imediatamente na cama e deu-lhe uma poção Reparadora. Tom aproximou-se mais de sua cama.

-Eu espero que você não pense que eu sou apenas 'um sonserino nojento’. — Tom disse com seriedade — Parece que você achava isto no início do ano.

- Sim, eu achava, mas um Sonserino nojento teria simplesmente me deixado para trás mais você me salvou. — respondeu ela, sonolenta. — É melhor você ir para poções e dizer a Slughorn onde estávamos. Vejo você amanhã. Deveríamos nos encontrar na biblioteca para trabalhar no nosso espelho.

- Que horas? — Tom perguntou.

- Você poderia pegar a minha bolsa?

Tom agarrou-a e colocou sobre a borda de sua cama. Ela mexeu e veio com duas adagas de lá, lançou um feitiço sobe elas.

- Eu vou colocar o horário nelas amanhã. — ela disse, entregando uma delas para ele. -Agora, vai para a aula, ou eu vou ter que reduzir pontos. — acrescentou ela em sua melhor voz de monitora.

- Sim, senhora. — disse Tom beijando-a respeitosamente no rosto, deixando a enfermaria. Ele voltou para poções, com um sorriso no rosto. Ele parou na porta da classe expressão do rosto ficando séria.

A maioria da turma estava muito concentrada em suas poções para registrar a entrada do garoto. Ele caminhou até o Professor Slughorn, que estava sentado em sua mesa, mastigando um abacaxi cristalizado.

-Tom, meu filho, o que aconteceu com você? — Questionou Slughorn.

- Eu tive que ajudar Hermione até a enfermaria. — Tom respondeu.

- O que aconteceu?- Slughorn perguntou em voz alta, atraindo a atenção da sala toda.

- Ela foi atacada no corredor no caminho para a classe. Se eu não tivesse aparecido, eu não sei o que teria acontecido com ela.

- Você conseguiu prender os culpados?

- Infelizmente, eu não consegui. Quando entrei na sala, eles correram para fora e trancou do lado de fora. Eu estava preocupado mais com Hermione do que com eles- Tom explica.

- Parece que você é praticamente um herói. Vou ocupar-me para explicar a situação para o diretor Dippet. Nós não podemos ter alunos atacando uns aos outros no corredor — Slughorn disse solenemente.

- Que poção você ensinou hoje, senhor? — Tom perguntou.

- Oh, nada de dificuldade também, só um antidoto para picada de Aracromantola. Você pode vir com Hermione depois para fazer já que hoje não terá mais tempo.

- Obrigado, professor. — disse Tom agradecido.

Naquela tarde, após a Transfiguração. Assim que Tom entrou na enfermaria, Hermione começou a falar.

- O que eu perdi em Poções e Transfiguração? — Perguntou ela ansiosamente.

- Não muito, somente antídoto para picada de Aracomantrola e o começo do estudo para transformação em animago. Na segunda- feira vamos testar nosso potencial de torna-se um. – Tom a tranquilizou. — Slughorn disse que deveríamos só entrar e fazer isso algum dia. Ele não está preocupado com ele em tudo. O de tranfiguração é apenas tarefa de ler o capítulo sobre eles no livro. — Tom tranqüilizou.

- Ah, bom. Eu não queria ficar para trás. — disse Hermione, aliviada.

- Slughorn ia contar sobre o seu ataque a Dippet esta manhã. Felizmente, eles serão capazes de descobrir quem fez isso.

- Espero encontrá-los primeiro- disse Hermione com raiva. — Eu tenho um monte de magias boas para as pessoas que gostam, de me atacar por trás.

- Eu vou tentar pensar enquanto isto quem poderia ter sido. — Tom prometeu — Eu vi pelo menos a sua altura, mesmo que eles tinham capuzes que me impediu de ver seus rostos.

- Tudo bem se descobrir diga primeiro a mim. – Disse Hermione com sede de vingança.

Conversaram mais um pouco sobre as aulas, até que Tom desculpou-se dizendo que queria ver algumas técnicas para fazer o espelho.

Em vez disso, ele foi até a torre do relógio. Armand Crabbe e Douglas Goyle estavam esperando por ele. Ele mantinha os garotos afastados dele, assim Hermione nunca reparou o que os fizeram perfeito para os planos.

- Vocês fizeram muito bem esta manhã. — Tom os felicitou.

- Obrigado, meu senhor. — Crabbe respondeu estupidamente.

- Você teve sorte de vendá-la direito, se ela estivesse visto o brasão da família em seu anel, teria sido capturado com certeza. — Tom continuava perigosamente.

Os dois começaram a olhar nervosos.

- Se eu não estivesse com um humor particularmente agressivo, estaria no direito de estar nervoso com vocês. — Tom disse — No entanto, não houve dano neste momento. Seja mais cauteloso da próxima vez. Obliviate! Você se lembra o que você fez esta manhã? — ele perguntou.

- Não, meu senhor. — respondeu Goyle, procurando em sua memória, um pouco confuso — Eu penso que nós apenas fomos ao café, depois voltei para o dormitório. Aquilo que costumamos fazer.

- Muito bom, voltem para a sala comum, agora. — Tom ordenou.

Os dois Sonserinos marcharam para fora da torre, tropeçando pelas escadas. Tom bufou de desgosto. "Por que devo me preocupar mesmo com estes idiotas?" Ele perguntou-se.

Ele ficou lá vários minutos olhando as engrenagens do relógio. Vê-los sempre lembrava a si próprio e ele acalmou a ser paciente em seus planos "Se as engrenagens são construídas corretamente, nada é deixado ao acaso", pensou ele.

Tom passou os acontecimentos do dia em sua mente. Ocorreu exatamente como ele havia planejado. A pulseira da bolsa de Hermione tinha quebrado depois de um feitiço que Diffindo que cortou parcialmente. Crabbe e Goyle com sucesso atacaram Hermione, depois de praticarem feitiços petrificante e de silenciamento a noite toda até ter certeza de suas capacidades. Era só uma questão de tempo antes Hermione confiar nele.

Ela já começou a lhe contar sobre seu passado e admitiu que ele não é tão ruim quanto ela achava que era. "Eu vou ter ela até o Natal, o mais tardar", Tom se regozijou. "Ela nunca mais será uma ameaça para mim.".

Notas finais
E ai gente o Tom foi um safado...Nossa que idiota! Ela ia perdoa ele...Mais então o que acharam? Comentem, indique, reclame....mais falem alguma coisa!!!
Bjs