Notas iniciais
Feliz Ano Novo Povo!!!!!!! *-* Espero realmente que gostem e quero que saibam que é dedicada a todas que acompanham, obrigada *-* sem vcs, eu e a fic somos nada. Vamos ao que interessa...

For all those times you stood by me

For all the truth that you made me see

For all the joy you brought to my life

For all the wrong that you made right

For every dream you made come true

For all the love I found in you

I'll be forever thankful baby

You're the one who held me up

Never let me fall

You're the one who saw me through through it all

Por todas as vezes que você esteve comigo

Por toda a verdade que você me fez ver

Por toda a alegria que você trouxe para minha vida

Para todo o mal que você fez certo

Para cada sonho que você tornou realidade

Por todo o amor que eu encontrei em você

Eu serei eternamente grata baby

Você é o único que me segurou

Nunca me deixe cair

Você é o único que me viu através de meio a tudo isso

You were my strength when I was weak

You were my voice when I couldn't speak

You were my eyes when I couldn't see

You saw the best there was in me

Lifted me up when I couldn't reach

You gave me faith coz you believed

In everything I am

Because you loved me

Você foi minha força quando estava fraca

Você foi minha voz quando eu não podia falar

Você foi meus olhos quando eu não podia ver

Você viu o melhor havia em mim

Me levantou quando eu não podia alcançar

Você me deu fé, você acreditou

Em tudo o que sou

Porque você me amou

Because You Loved Me – Celine Dion

- Ele escolheu a cidade de Okinawa para passar a lua-de-mel.

Depois de ouvir essa frase, eu esperei sentir estúpida vontade de chorar, mas as lágrimas não vieram, apenas senti uma tristeza feliz, tristeza por um dia eu ter almejado algo que não era predestinado a ser meu feliz pelo casal à minha frente, eles emanavam uma felicidade e amor radiantes. Avistei de longe Naruto afagar o cabelo da garota de cabelos róseos, ela agora tem tudo o que um dia eu quis ter, mas eu não sinto inveja dela, não agora, agora eu encontrei meu próprio mundo, e, por acaso, ele se chama Sasuke Uchiha.

Mas eu ainda acho que não é o momento certo para encarar Naruto, ainda não, segurei firmemente a mão de Sasuke e o guiei em direção à parte mais afastada da praia em que estávamos para um lugar bastante conhecido por nós.

Atrás da casa de praia dos Uchiha, havia uma clareira, essa clareira continha várias lembranças, minhas, de Sasuke, de nossos amigos, se eu fosse escolher um lugar para chamar de meu, eu escolheria ela, lá era meu cantinho especial desde pequena, lembra Sasuke? Olhei para Sasuke e ele me deu o sorriso de canto, com o qual eu venho sonhando há aproximadamente um mês, eu teria que colocar esse sentimento para fora, ele costumava aceitar o fato de ficar escondido em um canto, quieto, mas agora ele está gritando.

Parando para pensar, ele sempre esteve lá, por mais que não fosse bem vindo, ele era um intruso que roubou um lugar em meu coração, e por ser rejeitado, ficou quieto, como em um sono profundo, no fim, esse sentimento me mostrou que sempre fora Sasuke, ele sempre me acalmou, ele sempre foi o único que me acalmou, quando as lembranças ao lado de meus pais e Hanabi vinham, no cemitério, em frente ao túmulo daqueles que um dia eu chamei de família, enquanto tantos outros me mandavam olhares de pena que queimavam em minhas costas, ele era o único que me olhava com compreensão e confiança, ele foi o único que acreditou um dia que eu fosse superar tudo, e graças a ele isso aconteceu, fora esse Uchiha indiferente e gentil ao mesmo tempo quem eu sempre amei.

- Você lembra Sasuke? – perguntei, o olhar vago sobre a árvore que presenciou nossas primeiras palavras trocadas, que presenciou nossas promessas, nossos abraços, os consolos, me aproximei lentamente dela, e passei as mãos no tronco, contornando delicadamente o H e o S ali talhados, e as lembranças daquele dia triste há quatro anos assolou minha mente.

“Há duas semanas eu havia perdido eles, há doze longos e tristes dias eu me via sem aqueles que amava.

Adentrei a casa, seguindo Neji e tio Hizashi, logo avistei uma mulher com um olhar maternal carregado de compaixão, não gostava desses olhares sendo direcionados a mim. Observei ela ir até meu tio e dar-lhe um aperto de mão e um abraço caloroso, depois, abraçou Neji e deu-lhe um beijo no topo da cabeça, meu primo apenas fez uma cara azeda, não gostava quando o tratavam como uma criança indefesa.

Mas foi a mim que ela deu mais atenção, ela me abraçou e afagou meus curtos cabelos azulados maternalmente, eu recostei a cabeça em seu ombro e senti lágrimas molhando minha blusa, ela estava chorando, é claro que ela estava chorando, havia sido melhor amiga de minha mãe durante os trinta e três anos de vida dela, anos depois, ela confessou-me que havia achado uma injustiça ela estar vivendo tanto e minha mãe tão pouco. Eu me dizia a mesma coisa quando lembrava-me de Hanabi, apenas uma criança de sete anos...

- Como está querida? – Ouvi ela perguntar, limpando as lágrimas e olhando-me pela primeira vez no olhos, vi a tristeza e cansaço estampados naquelas lindas pedras ônix.

- Ela não fala uma palavra desde o ocorrido, — ouvi meu tio se pronunciar. – Achei que alguns dias longe da cidade grande iriam fazê-la se sentir melhor.

- Eu também acho. Então Hinata, — ela me colocou no chão, — o que acha de escolher um quarto? – Segurei fortemente a alça da mochila que trazia nas costas e fui a um dos corredores que eu sabia que davam aos quartos que ficavam no primeiro andar.

- Onde está Fugaku? – foi a última coisa que ouvi meu tio pronunciar e fui em direção ao quarto em que sempre ficava, ao lado do seu. Você sempre dizia que eu tinha que ficar lá para poder me proteger.

Assim que abri a porta, memórias que eu não queria lembrar vieram à minha mente, como um filme, lembrei das férias que minha família passava aqui, nossas famílias sempre foram unidas, eu vi minha mãe me colocando para dormir, primeiro colocando o cobertor sobre mim, depois beijando minha testa e sussurrando um “eu te amo” no meu ouvido, para depois se retirar.

A única coisa que me veio em mente foi a clareira, fui caminhando lenta e sorrateiramente até a porta dos fundos, depois que estava fora, corri o máximo que pude até meu lugar favorito da ilha. Infelizmente, não consegui ficar sozinha, você já estava lá, sentado embaixo da árvore, como que me esperando, senti a ira me atingir, como você ousava tomar o meu lugar? Fui em sua direção em passos decididos.

- O que você faz aqui? – perguntei, irada.

- Provavelmente o mesmo que você. – Você não me olhou, preferiu ficar com os olhos fechados, sabia que eu não gostava de ser ignorada.

- Como você pode saber o que eu quero? – senti meu rosto ferver, sabia que estava corada, mas desta vez, ao contrário de tantas outras, era de pura raiva. – SABE, ESSE É O PROBLEMA DE VOCÊS, SEMPRE DIZENDO O QUE EU PRECISO, O QUE EU QUERO,ORDENANDO-ME O QUE FAZER, NUNCA PERGUNTAM DIRETAMENTE A MIM, EU DEVIA SABER QUE ISSO NUNCA IRIA MUDAR, ATÉ QUANDO EU PERDESSE MEUS PAIS, POIS EU VOU DIZER O QUE EU QUERO: EU QUERO QUE ME DEIXEM EM PAZ. EU QUERO MEUS PAIS DE VOLTA.

Senti lágrimas molhando todo meu rosto, e senti braços quentes e confortáveis me rodeando.

- Melhor? – Ele perguntou, escondendo o rosto na curva do meu pescoço.

- M-muito – consegui dizer, entre soluços.

Depois daquele abraço, nos sentamos e ficamos sentados embaixo daquela árvore, trocamos poucas palavras, algumas delas foram a promessa que fizemos, a de sempre apoiar um ao outro, não importa as circunstâncias. E, selando a promessa, talhamos nossas iniciais na árvore.”

- Obrigada. – Enquanto eu falava, ele abraçou-me por trás e deu um beijo em meu pescoço, senti todo meu corpo arrepiar-se em resposta.

- Pelo que? – ele foi fazendo uma trilha de beijos até a minha orelha, onde mordiscou levemente.

- Por existir. – Em resposta, ele continuou a trilha até meus lábios e os tomou em um beijo apaixonado. Se me perguntassem qual foi a melhor coisa que eu já provei até hoje, a resposta seria e sempre será, os lábios do meu Uchiha, que ele era meu eu não tinha dúvidas. – Eu te amo. – Consegui dizer, ainda ofegante pelo beijo.

Agora sim, eu estava pronta para encarar Naruto, estava pronta para encarar Deus e o mundo, agora que eu finalmente havia tido a coragem de retribuir seus sentimentos, afinal, eu sou tudo que sou por que você nunca desistiu de mim, por que sempre me amou, por que sempre foi meu amado.

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Todos conversavam animadamente em volta da mesa de café-da-manhã, mas pararam abruptamente quando nos avistaram de mãos dadas, entrando pela porta dos fundos, vi Tenten esboçar um pequeno sorriso que eu retribui.

- Hyuuga Hinata, — Neji gritou vindo da porta que vinha da sala. – O que você pensava que estava fazendo quando deixou essa casa, com o irresponsável do Uchiha, sem avisar a ninguém e por que estão de mãos dadas?

Quando meu primo pronunciou a palavra “irresponsável” ouvi apenas Sasuke pronunciar seu característico ‘hump’. Normalmente eu ficaria nervosa por Neji estar tão agitado por minha causa, mas tudo o que eu fiz foi dar um pequeno sorriso.

- Fui dar uma volta na praia, não posso? – respondi a primeira pergunta e ignorei completamente a segunda, não que não quisesse contar sobre mim e Sasuke, mas, naquele momento era mais interessante ver Neji frustrado.

- Não sem me avisar. E você não respondeu minha segunda pergunta.

- Bom...

- Ei galera! Olhem quem eu encontrei na praia.

Todos desviaram a atenção de nós quando Kiba adentrou o lugar com o enorme Akamaru e mais duas pessoas o seguindo.

- Mais que droga Kiba! Eu já não falei pra não deixar essa coisa entrar na cozinha? – Itachi exclamou, indignado.

- É bom saber que as coisas não mudaram. – O recém-chegado falou nostálgico, me virei só para confirmar minhas suspeitas, o Uzumaki havia acabado de chegar.

Vi todos os olhares presentes passando de mim à Naruto, de Naruto à Sakura, de Sakura de volta a mim, e de mim à Sasuke. Eu sei que é confuso, afinal, só de acompanhar estou ficando tonta. Fui a primeira a falar.

- Olá Naruto-kun.

Depois disso, quase todos se pronunciaram juntos, perguntando o porquê do desaparecimento do Uzumaki, especulando as saudades e etc. Depois que todo o tumulto terminou e estavam todos conversando animadamente, Ino já havia puxado Sakura para um canto e conversavam alguma coisa em inglês fluente.

- Hinata, podemos conversar? – Naruto parecia desconfortável.

- Claro. – Deixei o copo de suco que estava bebendo em cima da mesa mais próxima e olhei para ele.

- Hm, pode ser... A sós?

- Tudo bem.

Ele foi à frente e quando eu ia seguindo-o, sinto alguém me abraçando por trás, Sasuke. Dou um sorriso de boba apaixonada.

- Tudo bem? – Ele sussurra contra meus cabelos, aposto tudo que tenho que ele está de olhos fechados.

- Claro. Eu vou ficar bem. – Me viro pra ele e dou-lhe um selinho rápido, mas quando vou me afastando, ele me mantém cativa em seus braços.

- Não tão rápido. – Dá um sorriso de canto, e depois disso, eu esqueço tudo o que está à minha volta ao sentir a boca de Sasuke se movendo agilmente contra a minha, não faço nada a não ser rodear seu pescoço com meus braços e o sinto apertando possessivamente minha cintura.

Ouço soar um único par de palmas batendo e depois várias outras se juntando a elas e vejo que toda a atenção está em nós, senti meu rosto esquentar e escondo o rosto no peitoral de Sasuke. Eles conseguem deixar até um simples beijo constrangedor, se não o fizessem, não seriam meus amigos.

- Então, — Itachi se aproximou, empurrando Sasuke e passando um braço em volta do meu pescoço. – Finalmente posso chamá-la de cunhadinha?

- Então, esse será meu novo apelido?

- Não enche Itachi. – Sasuke se recompôs. – Tire suas patas dela, vai saber onde você colocou isso. – Dizendo isso, ele tirou “gentilmente” o braço de Itachi de cima de mim.

- Ainda bem que é você que vai agüentar essa coisa. Ainda assim, não sei o que vê nisso. – Apontou para Sasuke. – Ainda me acho mais sexy. – Sussurrou no meu ouvido com uma voz rouca e levantou uma sobrancelha sensualmente, como eles podem ser tão perfeitos? É claro que o meu Uchiha é mais bonito. Sasuke lançou-lhe um olhar mortal que ele não deu à mínima. Lembrei-me que Naruto está esperando.

Aproveitando a discussão dos Uchiha, fui andando de fininho na mesma direção de Naruto, precisávamos ter essa conversa. Encontrei-o encostado na parede da varanda da casa, olhando para o mar e com as mãos no bolso. Ficamos um tempo apreciando a brisa, fitando o mar. Não querendo mais prorrogar a conversa, fui a primeira a me pronunciar.

- Então? Por que me chamou aqui?

- Ora Hinata, não finja que não sabe, por que você sabe tão bem quanto eu que essa conversa é necessária, nós dois sabemos que eu te machuquei, nós dois sabemos que eu fui egoísta o suficiente para deixar-lhe para trás e ser feliz, nós dois sabemos que eu lhe devo desculpas que...

- A única coisa que eu sei Naruto, — comecei falando baixo, mas firme. – É que eu nunca guardaria rancor, eu te amo você é um ótimo amigo, e quanto aos seus erros... Por... Por mais estúpida que eu seja, eu agradeço a você, por cada minuto de sofrimento que me fez passar, por cada lágrima que eu derramei Naruto, por me fazer enxergar, o que estava na minha frente e que eu simplesmente não queria ver, tudo isso não foi em vão, só o que eu posso fazer agora é te agradecer. – O senti limpando as lágrimas que sem nem ao menos perceber, eu já vertia. Não me agüentei ao ver aqueles olhos azuis cheios de compaixão e o abracei fortemente. Ele ficou sem reação por um tempo, mas logo retribuiu o abraço.

- Eu também te amo, — com aquela frase eu sabia que estava tudo bem entre nós, não havia mágoas, ou rancor, apenas dois amigos.

Separamos-nos ao ouvir um pequeno soluço, olhei na direção que o som vinha e me deparei com a garota de cabelos róseos, se eu não me engano seu nome era Sakura, ela estava com os olhos arregalados e chorava compulsivamente.

- Sakura... – ouvi Naruto sussurrar. – Desde quando está aqui? – ele falou em inglês, acho que ela não fala japonês.

- Tempo suficiente. – sussurrou.

Ela pareceu desnorteada por um tempo, tentando, em vão, enxugar as lágrimas que manchavam o rosto níveo, mas então ficou com uma expressão raivosa e foi correndo em direção à praia, provavelmente indo ao hotel em que estavam hospedados. Naruto fez menção de ir atrás dela, ele estava desesperado.

- Acho que ela não irá lhe ouvir, está muito chateada. Deve ter interpretado mal a cena.

- Mas... Hinata, eu tenho que...

- Eu vou. Pode deixar. – Sorri tentando passar toda a confiança que eu não estava sentido e fui atrás dela.

Não foi muito difícil alcançá-la, chamei seu nome uma vez, mas, ao perceber que eu a estava seguindo, ela só aumentou a velocidade.

- Por favor, espera. – Será que vou ter que partir pra ignorância? – Sakura, por favor. – Ela nem fez menção de parar. É. Acho que sim.

Aumentei a velocidade de meus passos e consegui segurar-lhe o braço, mas, devido à velocidade em que estávamos, caímos, ainda bem que a areia amorteceu a queda. Fiquei por cima dela e segurei os dois braços. Ela se debatia furiosamente e pedia para que eu a largasse.

- Com uma condição. – Tentei sobrepor à voz da Uzumaki, que agora gritava. – Me escute. – Ela pareceu se acalmar um pouco. Eu a larguei e ela sentou na areia e começou a chorar. De novo.

- Por quê? Por quê? – Era só isso que eu a ouvia sussurrar repetidamente.

- Shhhh, ouça, — tentei falar o mais docemente possível, — Sakura, por favor, me escute. Naruto é o meu ex-namorado. – Isso só a fez ficar com uma expressão mais furiosa e começar a gritar comigo, me xingando em três línguas diferentes. – Por favor, me ouça. – Segurei as mãos dela que agora tentavam me acertar socos. – Olhe, eu o amei muito, mas ele me largou, ele me deixou – ela pareceu se acalmar, mas ainda chorava, eu sabia que era de raiva, pela sua expressão. — Por que disse que amava outra e não podia me machucar, ele disse que se apaixonou por você, que você era a mulher da sua vida. Ele te ama Sakura. Como mulher dele, você deve saber que ele é a pessoa que você mais pode confiar.

- Como eu posso saber que não está mentindo? Que vocês não têm um caso e ficam rindo às minhas costas? – ela me olhou, com os olhos esmeraldinos inchados. Suspirei pesadamente.

- Eu nunca faria isso. – Falei séria. – Eu sei como você se sente, se sente traída, como acha que eu me senti, quando ele me disse que ia se casar com outra, quando ele me deixou sozinha no baile de formatura? Você só tem que confiar mais nas pessoas. Vamos voltar Sakura, ele está preocupado.

- V-você... Você ainda o ama? – Foi quase um sussurro, a incerteza estampada em cada palavra.

- Amo, — falei convicta. – Mas como um amigo, como um irmão, nós nos conhecemos desde pequenos, não tem como amar aquele loiro hiper-ativo. – Sorri. – Mas meu coração pertence a outro agora.

Ela também sorriu, verdadeiramente. E fomos em direção à casa de praia.

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Adentramos a casa e todos estavam reunidos na sala. Naruto deu um pulo de onde estava sentado quando nos avistou. Olhou para Sakura, os orbes azuis emanando preocupação.

- Tenho que tomar um banho. – Fui em direção ao meu quarto, os outros entenderam o recado e foram se dispersando, alguns foram em direção aos quartos, outros falaram em ir para a praia, deixando, assim, o casal sozinho na sala. Dei um pequeno sorriso e fui em direção ao meu quarto.

Quando abri a porta, não me surpreendi ao ver Sasuke deitado na cama, só de bermuda, com os braços flexionados sob a cabeça e os olhos fechados.

- Você demorou. – Ele não abriu os olhos.

- D-desculpe. – Eu sabia que estava corada, só a presença dele já me deixava perturbada.

- Não precisa se desculpar. Está com fome? – Ele finalmente abriu os olhos e eu me perdi mais uma vez naquela escuridão que me iluminava, estranho, não? Observei ele aproximar-se lentamente de mim, com sua sensualidade natural. – Não comeu nada hoje. – Ele tirou os fios que caíam em minhas costas, colocando-os de lado, deixando minha nuca nua, depositando ali um beijo, fazendo uma trilha de beijos e mordidas até minha orelha, onde mordiscou sensualmente. – Está com fome? – A ambigüidade na frase fez-me arrepiar toda.

- Muita. – Foi um gemido sussurrado.

- Que bom. – Ele foi dando pequenas mordidas pelo meu ombro até chegar perto da alça do vestido e foi arrastando-a lentamente. – Eu também. — Senti meu rosto esquentar com o ato e lembrei onde isso iria terminar se eu não o parasse.

- S-sasuke. – Tentei controlar minha voz. – Eu tenho que tomar banho.

- Eu adoraria fazer as honras. – Eu também adoraria que ele fizesse.

- Não... – Empurrei-o com muita dificuldade. – Nós nos arrumamos e depois vamos comer naquele restaurante na praia, ok?

- Se você realmente está com fome... – Ele fez uma cara de desagrado. – Mas eu garanto que sou melhor que qualquer coisa daquele restaurante. – Ele sussurrou em meu ouvido com a voz rouca e sexy.

- T-tchau, Sasuke, — disse, empurrando-o em direção à porta. – Me encontre na sala.

Fechei a porta. OMG! Em sete dias esse Uchiha vai me deixar louca!

Notas finais
Gente, realmente peço desculpas pela demora, mas eu tive vários problemas pessoais que tiraram toda a minha inspiração e a Mi ainda abandonou a fic. Mas eu fiz o possível e aí está o capitulo espero que tenham gostado. Será que eu mereço Reviews? Comentem please *-*