Uma Nova Chance ao Amor
5 I Wouldn't Mind
Notas iniciais
Nossa!! Depois de tanto tempo, eu realmente queria saber se alguém vai ler isso...
Bom, é o seguinte, eu tinha esse capítulo escrito a séculos, mas nunca postei pq realmente não ficou como queria, a história ficou muito bagunçada na minha cabeça, pq eu a usei como trabalho de literatura e tive que dar um final improvisado pra ela, mudar um pouco os personagens, o local... Enfim, ficou uma confusão só '-'
Tanto que eu pensei em não terminá-la mais, masquando eu reli as reviews lindas de vocês eu achei que vocês mereciam um final satisfatório, então...
Eu REALMENTE espero, vcs pessoinhas lindas que me motivaram a terminá-la e me deram ânimo durante todo esse tempo para escrevê-la gostem, esse epílogo é um presente dedicado a vocês *-------*
Carefully we're placed for our destiny
You came and you took this heart and set it free(…)
(…)You so know me
Pinch me gently
I can hardly breathe
Forever is a long, long time
But I wouldn't mind spending it by your side
Tell me everyday I'd get to wake up to that smile
I wouldn't mind it at all
I wouldn't mind it at all
Cuidadosamente somos colocados no nosso destino
Você veio e tirou esse coração e o libertou(...)
(...)Você me conhece tanto
Belisque-me suavemente
Eu mal posso respirar
Para sempre é muito tempo
Mas eu não me importaria de passar ao seu lado
Diga-me que todos os dias eu acordaria com aquele sorriso
Eu não me importaria nem um pouco
Eu não me importaria nem um pouco
I Wouldn’t Mind – He is We
Após o quarto toque da chamada em andamento, suspirei ao ouvir aquela mensagem a qual já havia me acostumado:
- Sua chamada está sendo encaminhada para a caixa de mensagens, deixe o seu recado após o sinal...
- Ele não está atendendo novamente? – Fitei, com uma expressão zangada, Tenten, sentada confortavelmente em minha cama, devorando foundaes de frutas, a barriga de sete meses de gestação já protuberante, ela me olhava, divertida enquanto deliciava-se com os doces.
- Você acha graça assim por que não foi seu namorado que sumiu há duas semanas com a desculpa de uma “viagem de negócios”. – Enfatizei as últimas palavras, zangada.
- Alto lá, minha amiga, — ela exclamou, levantando a mão esquerda, segurando uma colher com pedaços de morango e kiwis cobertos por chocolate ao leite, fazendo questão de mostrar a brilhante aliança no anelar. – M-A-R-I-D-O. Sou uma Hyuuga agora, querida, — comentou, orgulhosa. – Sou uma moça de família e muito bem casada. – Ela deu um sorriso mostrando uma expressão de felicidade. Que depois tornou-se debochada. – E, o meu marido, nunca faria isso, a não ser que mandasse reformar a casa do cachorro antes.
- Me desculpe Srª.Hyuuga, se eu ainda nem noiva estou. – falei, com raiva e meio magoada, já faziam seis anos que eu e Sasuke estávamos juntos, e ele não havia tido a decência de me pedir em casamento. – Tenten, como se lesse meus pensamentos, suavizou a expressão em seu rosto.
- Calma Hina, essas coisas levam tempo, o Sasuke ainda está se estabilizando na empresa do pai, tenho certeza que ele só quer o seu bem.
- Meu bem?! -Exclamei, já chorosa, — com certeza, ele quer meu bem sim, me deixando totalmente no escuro durante duas malditas semanas, eu nem ao menos sei se ainda está vivo.
- Deixa de ser dramática, eu tenho certeza que ele tem uma explicação razoável pra isso... Afinal, é de um Uchiha que estamos falando. – Ela deu um sorriso cumplice que esperava que eu acompanhasse, o que não fiz.
- E se ele enjoou de mim? Ten-chan? Se em alguma dessas viagens dele, ele encontrou uma modelo, linda e sexy e se apaixonou por ela? – Exclamei, temerosa enquanto via a Hyuuga enfiar um morando inteiro na boca, me olhando, entediada.
- Aff, primeiro: por que o Sasuke iria querer uma modelo, se ele tem a você? Segundo: ele nunca iria te magoar se tivesse medo da morte. Terceiro: pelo amor de deus, você tem que arranjar uma ocupação pra essa sua imaginação fértil, calma Hina, ele só viajou à negócios, não é o fim do mundo.
- Você fala isso por que não é você... – retruquei, ainda emburrada. Ouvi desgostosa o toque do celular, à dias havia desistido da ligação de Sasuke.
- Acho melhor tender. – Tenten disse, cantarolando.
- Atende você, vai, vou tomar um banho e nós iremos comprar roupas novas para o mais novo Hyuuga que está a caminho, — falei, animada, uma das poucas coisas que me deixavam ocupadas, tirando o trabalho, era o meu novo sobrinho, eu realmente adorava crianças, por isso não via a hora de me casar com Sasuke e construir minha própria família. Já estava no banheiro, só de peças íntima quando ouvi o celular tocar mais uma vez, seja quem fosse, não estava afim de atender nenhuma ligação.
- Hinata! – um grito de Tenten.
- Atende que agora eu ‘tô ocupada. – liguei o chuveiro para a água esquentar e fui até a pia do banheiro lavar meu rosto antes de me despir completamente.
- Alô?! Ah, oi Sasuke, ela não pode atender agora por que tá no banheiro tomando banho, sim... Ela vai sair sim... – Posso jurar que senti o início de uma parada cardíaca ao ouvir o nome dele sendo proferido por Tenten, e nem me dei conta quando saí do banheiro na maior velocidade que pude naquele espaço pequeno e atravessei o closet rapidamente, derrubando tudo na minha frente no processo. Cheguei à tempo de Tenten rir de algo que Sasuke havia dito, parei, ofegante, não sabia se era pelo curto espaço corrido ou se pela expectativa de ouvir a voz dele, claro, não esquecendo que eu estava puta da vida com ele. Fiz sinal para Tenten passar-me o celular e preparei a minha melhor voz de indiferença ao atender.
- Alô?! – Falei, esperando que a minha voz tivesse saído como desejado.
- Hina? – Ouvi sua voz rouca e preocupada e quase desmaiei, esqueci de toda a raiva que eu supostamente estava sentindo dele, não lembrada de manter o tom indiferente da minha voz, apenas queria ouvir mais a voz dele, abraçá-lo, tê-lo ao meu lado... Como ele fazia falta, lembrei de seus beijos, seus típicos sorrisos de canto e até suas caretas ciumentas... Droga! Eu o queria na minha frente, e naquele momento, precisava dele. – Você está me ouvindo? – eu simplesmente não conseguia proferir uma palavra sequer, qualquer que ela fosse. – Você está chateada comigo?
- S-sasuke... – falei, ainda boba.Lembrando que ele agora, estava quase do outro lado do país eu aqui, sozinha. – Como você ousa! Me deixar plantada sem nenhuma notícia durante quatorze dias!
- Hina...
- Tudo bem que você estava ocupado com o trabalho, e eu sei que a empresa do sei pai precisa de você, mas duas semanas Sasuke! Você acha isso justo? Você sabe a falta que você me faz? – Falei, já com a voz embargada, eu mesma não estava me reconhecendo, afinal, quanto tempo fazia que eu ficava tão distante de Sasuke, tão constantemente? Nem quando estávamos cursando a faculdade, ficávamos tanto tento sem se ver, no máximo dois dias, o fato era que eu também estava muito sensível naqueles dias...
- Me desculpe, — ouvi sua voz pesarosa do outro lado da linha. – Você sabe que eu te amo, Hime. – Ele me chamou por aquele apelido tão conhecido. – Acho que você vai ficar um pouco chateada se eu te pedir um favor, mas, eu juro que você vai entender e me perdoar por todos esses dias, assim que você andar até a sacada e abrir a janela por um minuto.
- Mas eu... – olhei para mim mesma, com apenas as peças íntimas e olhei para Tenten que já segurava o roupão de seda que ficava pendurado para emergências.
Vesti-o e fui até a janela do quarto, como Sasuke havia pedido, abri a porta que dava à sacada do meu quarto, e fui até a janela de vidro da mesma, abrindo-a, não era muito longe do chão, eu morava no primeiro andar, do pequeno prédio de três andares. Então eu o vi, estava lindo como sempre, em pé debaixo da sacada do meu quarto, segurando o celular com a mão direita, enquanto que na esquerda, ele segurava uma corda ligada à um balão, parecido com aqueles que as pessoas usam para viajar, mas em miniatura, assim que me viu me deu um sorriso, um dos raros em que ele mostrava todos os dentes alinhados perfeitamente, logo depois ele soltou o balão que tinha uma cestinha anexada à ele, apressei-me para tentar pegá-lo, ao fazê-lo, notei que havia um ursinho de pelúcia dentro da cesta, lembrei de akamaru, o cachorro de pelúcia que ele havia me dado anos antes, mas esse, continha um anel, um lindo anel com uma pedra ônix adornada por duas pérolas pequenas, lembrava os meus olhos e os dele, meus olhos arregalaram e ficaram marejados.
- Hinata, aceita fazer de mim o homem mais feliz do mundo? – Tinha esquecido do celular que estava segurando, aquela frase foi um choque de realidade, deixei o celular cair da mão, desajeitadamente, segurei o balão com todas as minhas forças e sem mesmo trocar de roupa, ou calçar qualquer coisa, corri desesperadamente para fora de minha casa, desci as escadas como se minha vida dependesse disso, quando passei pelo hall do prédio, as pessoas me olharam, confusas, era uma cena que não se via todos os dias: uma mulher descalça, toda descabelada, só de roupão e segurando um balão em miniatura com um ursinho de pelúcia dentro, uma cena cômica, mas os apaixonados não me julgarão.
Avistei Sasuke com os olhos arregalados em frente ao portão do prédio em que eu morava, agora havia percebido os trajes em que eu estava, nem dei tempo para ele falar alguma coisa, praticamente pulei em cima do mesmo, abraçando-o, fortemente. Senti seus braços me abraçando de volta, apertando-me até eu ficar sem ar, mas eu não me importei com nada a não ser a felicidade que estava sentindo naquele momento.
- Não! – exclamei, em seu ouvido. Senti-o, afrouxar o abraço, com o choque. – Eu não farei de você o homem mais feliz do mundo Sasuke! – afrouxei os braços em torno dele, apenas o suficiente para fitar aqueles olhos ônix que eu tanto amava. – Não quando você me fará a mulher mais feliz do universo! — Disse, com lágrimas nos olhos, enquanto sentia ele voltar a me apertar em seus braços e me beijar apaixonadamente.
- Eu te amo tanto! – dizia, em um intervalo entre um beijo e outro. Ele pareceu lembrar de algo e puxou delicadamente meus braços que estavam em volta de seu pescoço, pegando a cesta que eu não sabia como não havia soltado. Tirou o anel da mão do urso e pediu-me a mão, com um gesto. – Permite-me? Futura senhora Uchiha?
Estendi minha mão e ele colocou gentilmente o anel em minha mão esquerda. Olhei, encantada para o anel em minha mão e beijei-o novamente.
- Sasuke! – Ouvi Itachi gritar de algum lugar, e interrompi o beijo, para procurá-lo, olhei para os lados, mas não o encontrei em lugar algum. – Já posso descer?
A voz levou-me a olhar para cima, e qual não foi minha surpresa, ao ver Itachi Uchiha, sentado no parapeito do terraço, parecendo muito bem, obrigada, arregalei mais os olhos, olhando para Sasuke, que tinha uma expressão de raiva por ter o momento interrompido.
- Sasuke, o que o Itachi tá fazendo lá em cima? – perguntei, sabendo parcialmente a resposta que estava por vir.
- Sabe, só precaução, se por acaso você não conseguisse pegar o balão... – Ele me desviou o rosto, não querendo mostrar a expressão, não me contive e ri, gargalhei descontroladamente e vi Sasuke mandar-me um olhar chateado.
- Sério, isso foi engraçado – estava quase chorado de rir.
- Ok! Vocês se amam, eu já entendi, mas dá pra parar com a perturbação da paz na frente do prédio inteiro?! – olhei para trás e vi Tenten, nos olhando do hall do prédio, com um enorme sorriso no rosto, — e Hinata, você tinha que ter mais compaixão com a sua amiga grávida ao sair correndo daquele jeito do apartamento!
- Ela saiu correndo do apartamento?! Que pena, eu queria ter gravado isso. – Vi a senhora Mikoto saindo de perto do portão com uma câmera na mão, desde quando ela estava ali? Peraí, Itachi, Mikoto, quem mais iria aparecer?
- Mãe?! O que a senhora está fazendo aqui? – Sasuke indagou, mais confuso que eu.
- Oh! Meu filho, Itachi me disse que você pretendia propor à Hinata hoje, e eu tinha que resgistrar! – Vi uma aura assassina emanar do Uchiha mais novo. Pensando bem, Itachi não é a pessoa mais confiável para contar uma coisa dessas e querer sigilo... Pra quem mais ele havia contado? Arregalei os olhos vendo Sasuke fazer o mesmo. Ele se pronunciou primeiro.
- Quem mais...?
Vou com uma surpresa quase estúpida que eu vi pessoas conhecidas saindo do carro de Itachi que estava estacionado na frente do prédio – todos os seus amigos estranhos que na adolescência se auto-denominavam “akatsuki”, Neji – este, saindo do próprio carro e indo logo para o lado de Tenten -, Ino, Gaara, Kiba, Shino, Sakura, Naruto – todos no carro do Uzumaki -, Shikamaru e Temari estavam encostados no muro do prédio, até o senhor Fugaku saiu de seu próprio carro, sério? Esse pessoal não tem o que fazer não?
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Enquanto folheava o álbum de fotografias que tinha tantas recordações guardadas, sorria, lembrando de cada uma das ocasiões congeladas pela foto, olhei de novo para aquela foto em que todos os nossos amigos gargalhavam enquanto um Sasuke muito puto corria atrás de um Itachi risonho, depois descobri que o Uchiha mais velho fora praticamente obrigado a subir ao terraço do prédio, e como vingança, chamou todos os nossos conhecidos, para assistir, como ele descrevia, a “sentença de prisão perpétua” de Sasuke, esse, por mais que tenha ficado furioso na hora, confessou-me muito depois que a confusão apenas tornara o momento mais especial.
- Mamãe! – fui tirada de meus devaneios pelo pequeno garotinho de apenas cinco anos ao meu lado. – Por que o papai tá correndo atrás do titio? – ele olhava confuso para a foto analisei-o, já havia gravado todos os seus traços, mas não cansava de admirá-lo, ele era muito parecido com Sasuke fisicamente, os mesmos cabelos escuros arrepiados e os mesmos olhos ônix, porém neles havia um brilho infantil encantador.
- Por que... – disse, divertida, — o titio havia feito uma travessura e o papai ficou zangado.
- O papai também fica zangado comigo quando eu faço travessuras, mas ele não corre atrás de mim não, — ele disse, sorrindo.
- Ah, não? E o que ele faz?
- Ele me olha com uma expressão de raiva e diz: — tentou imitar a expressão e a voz de Sasuke ao responder-me. – Kentaro, garotos que não se comportam não se tornam homens honrados! E não podem proteger a família!
- Então, é isso que ele diz? – perguntei, curiosa. – E o que mais ele diz?
- Ele diz que quando ele estiver trabalhando muito longe, em um lugar tão longe que não possa cuidar da gente, pra eu tomar conta da mamãe e da maninha! – Ao terminar a frase, pousou a mão em meu ventre volumoso. – E que quando não está, eu sou o homem da casa. – disse, orgulhoso. Fiquei curiosa, Sasuke conversava muito com Kentaro, talvez...
- Então, meu amor, — peguei-o no colo, cuidadosamente. – Seu pai lhe falou algo sobre o nome a sua irmãzinha? – Sabia que estava errando perguntando aquilo do meu bebê, mas desde que perdi a aposta, se o nosso segundo bebê fosse um menino, eu escolheria o nome, se fosse menina, Sasuke escolheria -, ando muito curiosa sobre o nome.
- Sim! Ele me pediu para ajudar a escolher! Disse, empolgado.
- E vocês escolheram algum? – perguntei, aproximando-me mais do rostinho dele.
- Nossa! Mas como a mamãe é curiosa, você não acha Kentaro? – Arrepiei-me ao ouvir a voz de Sasuke próxima a nós, eu estava deitada em nossa cama, junto com o pequeno Uchiha, Sauke havia acabado de sair do banheiro, usava apenas uma calça de moletom e tinha uma toalha enxugando os cabelos úmidos.
- Sim, papai! – ele disse, alegre, levantando-se e indo pros braços do pai.
- O que você acha de contarmos o nome da maninha? – vi Kentaro e Sasuke trocarem um olhar cúmplice.
- Não, a mamãe só pode saber o nome da maninha quando ela nascer! – o pequeno, riu, se divertindo com a situação.
- Isso não é justo! – exclamei, fazendo bico, enquanto ouvia a risada infantil de meu filho acompanhada pela risada rouca de Sasuke. – E se for um nome feio?
- Você confia tão pouco assim em mim e em Kentaro? – balançou a cabeça negativamente, sendo seguido pelo menor eles fitavam com um olhar reprovador.
- Mamãe, mamãe. – O Uchiha mais novo dizia enquanto balançava negativamente a cabeça, de repente ele parou e bocejou gostosamente.
- Alguém está ficando com sono, — disse, sorrindo.
- Olha a hora! – Sasuke fingiu olhar em um relógio de pulso que não existia. – olha de criança dormir.
- Não! – Ketaro queixou-se.
- Sim! – O pai fazia-lhe cócegas.
- Mamãe, posso dormir com vocês hoje? Pooooooooor favoooor! – pediu-me com os olhinhos brilhantes.
- Está bem, mas não é pra se acostumar, — ele me presenteou com um lindo sorriso e pulou ao meu lado na cama, aconchegando-se, Sasuke ficou parado, por um tempo, olhando-nos, pensativo.
- Papai! Vem deitar também! – O pequeno ao meu lado disse, já debaixo dos lençóis, confortável. Sasuke apenas deu um sorriso de canto e deitou-se ao lado dele. Kentaro abraçou-me desajeitadamente e esperou que o pai colocasse os braços em nossa volta. – Boa noite mamãe, boa noite papai... – disse sonolento, antes de fechar os olhos traquilamente. Olhei para meu marido que aproximou-se e deu-me um selinho, nem todos os dias eram perfeitos, mas eu podia certamente dizer que eu era a mulher mais sortuda do mundo, e por mais que não fosse pra sempre, nosso amor duraria uma eternidade.
Notas finais
Mas vou pedir msm assim...
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