Uma Nova Amizade

10 Percabeth em: Tirando os Atrasos


Notas iniciais
Percabeth pra vocês uhuuh. Descansar depois do Tartaro pra que, quando se tem uma namorada como Annabeth? Está na hora de recuperar o tempo perdido...

PERCY

Percy mal olhou para a cama e já estava desmaiado.

Adolescentes normais fazem excursões em museus, mas fazer uma excursão pelo Tártaro é peculiar até mesmo para semideuses. Portanto, Percy tinha que fazer uma coisa dessas, é claro.

Depois de muita viagem e desventuras pelo caminho, Percy e Annabeth reencontraram os amigos, que por sinal, não estavam muito melhores do que eles. Ainda enfrentariam uma longa viagem até Atena e precisavam recompor as energias que o Tártaro absorvera deles.

Percy não fazia ideia de quanto tempo dormira, mas foi retirado do sono por uma leve batida na porta, que ao silêncio absoluto pareceu mais uma voadora.

Bocejou, espreguiçou-se e coçou os olhos por um longo tempo até responder:

– Entre.

Annabeh estava em seu pijama baby doll e descalça. Não trocou uma única palavra com Percy, apenas mergulhou para dentro das cobertas da cama dele, deitando-se ao seu lado.

Com certeza ela tinha caprichado no banho, pois Percy conseguia sentir um perfume suave emanando dela.

– Hum, oi pra você também. – Ele disse.

Ela enroscou suas pernas nuas nas dele e deu um beijo profundo. Depois de recuperar o fôlego, falou:

– Estava com saudade, Cabeça de Alga.

– Mas estávamos juntos até agora – Ele riu.

– Não, estava com saudade do que estamos prestes a fazer agora.

– E o que vamos fazer agora?

Annabeth revirou os olhos e impulsionou o corpo para cima dele, nos quadris, beijando-lhe com mais intensidade dessa vez. Tirou a regata do pijama, revelando seios macios e rosados. Percy afastou os cabelos louros dos ombros dela e fitou o que via.

– O que foi? – Ela perguntou, envergonhada.

– Puxa, você cresceu desde a ultima vez.

– Idiota – Ela riu e afundou-se entre as cobertas, até que Percy sentiu seu rosto encontrar a ereção dentro da cueca.

Annabeth chupou seu pênis com vontade enquanto Percy segurava seus cabelos, acompanhando os movimentos.

– Oh, Annie... Pare – Ele gemeu – Eu quero te foder agora mesmo.

Ele a sentiu rir em seu pau e em seguida mostrou o rosto nas cobertas e respondeu:

– Então o que está esperando?

Percy a agarrou pelos ombros e se colocou por cima, chupando e mordendo seus seios de leve ao mesmo tempo em que estimulava seu clitóris. Ela já estava muito molhada. Percy foi levando suas mãos para baixo, passando dos seios para a barriga e lambendo cada centímetro da pele sensível, até chegar à virilha, onde percebeu que Annabeth estava extremamente arrepiada. Tirou o short da garota, jogando-o longe e enfiou a cabeça no meio das pernas macias, fungando em toda parte, apreciando seu cheiro. Sua língua circulava e chupava o clitóris enquanto introduzia e retirava o dedo médio da vagina delicada. Annabeth gemia, puxando seus cabelos e implorando para que não parasse. Como por tortura, Percy encerrou os movimentos, retornou pelo caminho traçado e agora fitava Annabeth nos olhos enquanto mordia seu lábio inferior.

– Percy... – Ela gemeu – Entre logo.

Ele esticou a mão até a mesa de cabeceira, alcançado uma camisinha e a vestiu rapidamente. Afagou a cabeça do pênis na entrada da vagina da garota e introduziu-o de uma vez. Annabeth soltou um grito de dor.

– Tudo bem? – Ele perguntou.

– É que já faz muito tempo. Devo ter voltado a ser virgem, se isso é possível. – Ela gemeu com as sobrancelhas franzidas de dor.

Percy introduziu um dedo nela carinhosamente.

– Quer parar?

– Não. Eu aguento. Mas vá com calma.

Dessa vez a ereção penetrou-a gradativamente e sem pressa, e Percy deu inicio aos movimentos. Flexionava os quadris perfeitamente, com impulsos fortes, mas mantendo um longo intervalo entre uma estocada e outra. Annabeth mantinha as coxas bem abertas e pés para o ar, que balançavam com a força a qual estava sendo submetida. Seus braços seguravam Percy pelas costas, mantendo seu peito bem pressionado ao dela. Como uma peça de quebra-cabeça, os dois se encaixavam com perfeição.

Agora que Annabeth já se acostumara a ser penetrada, Percy aumentou a velocidade das estocadas, metendo nela com força até o limite de sua profundidade. Em meio aos gemidos, parou com os movimentos e olhou Annabeth nos olhos, com aquela expressão que ela conhecia bem: uma ideia surgia naquela cabeça feita de alga.

– O que você está pensando?

– Estou pensando que quero te foder por trás.

A ideia a surpreendeu e ela arregalou os olhos.

– Ah, Percy. Eu nunca fiz nada assim...

– Tudo bem – Ele disse tristonho – Você não precisa fazer, foi só uma ideia.

Ele enterrou a cabeça no pescoço dela e a ouviu sussurrar no ouvido:

– Qualquer coisa pra te fazer feliz.

Ele levantou a cabeça, perplexo.

– Sério, mesmo?

Ela assentiu, com um sorriso estampado no rosto.

Essa é a melhor namorada do mundo, pensou.

Percy posicionou Annabeth de lado com ternura, lambeu o dedo e o introduziu no ânus dela, que reagiu com um sobressalto.

– Que bundinha apertada, Annie.

– O que você esperava? – Ela perguntou entre dentes.

– Ainda quer fazer isso, ou não?

– Vai meter logo, ou não?

– considero isso como um sim.

Sutilmente, Percy introduziu a cabeça do pênis na entrada extremamente apertada. Reparou que Annabeth estava com o rosto virado para o travesseiro, provavelmente contendo um grito de dor.

– Posso continuar?

Ela balançou a cabeça, sem levantá-la do travesseiro. Percy introduziu um pouco mais, e mais, e mais e viu que Annabeth segurava forte nos lençóis da cama. Se aquilo fosse algo quebrável, Annabeth conseguiria partir em pedaços com a força que estava fazendo. Percy quis parar, não valia a pena fazê-la sofrer só para o seu prazer, mas ela disse em som abafado:

– Comece logo com isso.

Com todo carinho que estava tendo até agora, Percy começou com o movimento de vaivém, levou a mão até a vagina de Annabeth encontrando com a dela, que já estava lá, masturbando o clitóris para amenizar a dor.

– Você está molhada – Percy sussurrou no ouvido dela.

– Até que isso é bom – Admitiu.

Percy não precisou de muito tempo para gozar, tão apertada era Annabeth e pressionava seu pênis cada vez que ele entrava um pouco mais fundo nela. Entre gemidos e espasmos, ele finalmente saiu dela e percebeu que ela também estava saboreando seu orgasmo, introduzindo os dedos na vagina e gemendo.

– Ah então você gostou, sabidinha?

– Nada mal. – sua respiração ainda estava acelerada.

– Da próxima vez vai ser de quatro – Ele disse e subiu nela para beija-la – Adorei ver sua bunda desse ângulo.

– Você tirou minha virgindade duas vezes – Ela brigou, segurando as bochechas do garoto, o fazendo parecer um peixe – Espero que esteja feliz.

– E como estou – Um sorriso se abriu em seu rosto de orelha a orelha e ele a abraçou forte.

Annabeth aconchegou-se ao lado dele e deitou em seu peito, mantendo uma expressão desconfortável.

– Como se sente? – Percy afastou uma mecha de cabelo do rosto dela.

– Bem dolorida – Ela gemeu. – Mas foi bom.

– Ainda bem que você também se divertiu.

Eles permaneceram abraçados. Até que alguma coisa consideravelmente grande fez o navio balançar.

Notas finais
Hey, espero que tenham gostado.. O que aconteceu com vocês que pararam de comentar? É triste continuar escrevendo sem comentários :/ Então, se você que leu gostou de verdade, por favor, comente. Preciso de incentivo no momento :/ Deixe sua sugestão e críticas construtivas. Beijinhos tristes i3i