Notas iniciais
Ei, vocês sabiam que o cara que dubla o Hayato/Ichinose é o mesmo que dubla o Tamaki de Ouran e o Zero de Vampire Knight?
Muito doido isso.

— Ei! Nanami! — Shibuya gritou e pulou nos meus ombros — Você ainda não sabe, né? — ela disse piscando pra mim.

— Não sei o que? — perguntei meio confusa. Parece que ultimamente tenho perdido várias novidades da escola, não que Shibuya-san deixasse escapar alguma coisa...

Ela revirou os olhos e disse alegremente:

— Fomos todos convidados para passar o fim de semana na casa de férias do diretor!

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Depois de Shibuya ficar me explicar direitinho o que estava acontecendo, fiquei mas calma e recuperei a cor que tinha perdido quando a noticiaa me pegou tão de surpresa.

— Tá. Deixa eu ver se entendi — parei um segundo para reorganizar os pensamentos, não que essa fosse uma noticia muito grande, mas é que Shibuya falava de um jeito meio estranho hoje, quase fanhoso.Precisei me esforçar pra entender — O diretor convidou todos nós para passar esse feriado na casa de praia dele? De novo? — o diretor tinha convidado a escola inteira para passar uns dias na casa dele fazia pouco tempo — Por que?

— Quem sabe? Ninguém entendi o diretor — ela sorriu

Pensei um pouco e conclui que tinha razão.

— Quando vamos? Quem vai? Quanto tempo vamos ficar? — Agora que tinha entendido, não pude deixar de ficar animada.

— Calma, calma Nanami! — andamos e sentamos debaixo de uma cerejeira. Shibuya colocou o dedo no queixo e pensou um pouco — Acho que da nossa classe até a S.

— Então os outors garotos vão também?

— Sim.Mas vamos ficar pra trás se não nos arrumarmos logo — Disse se levantando e sacudindo a saia — Então até mais, Haruka! — Acenou e foi embora.

Continuei sentada e fiquei pensando. Mas, por mais que eu quisesse, não era a viagem que não saia da minha cabeça.

— Kuppuru — sussurrei, não tinha certeza, mas achava que meu gato era um princípe de algum lugar que não conhecia — Isso é loucura — coloquei a cabeça entre as pernas -, magia não existe! — Com certeza só estava sonhado... Mas então... Tirei do bolso a flor que Cecil tinha me dado nas ruinas, desde aquele dia, tinha sido meu amuleto da sorte, quer dizer... ele tinha me ajudado e de algum jeito de dado coragem pra falar com Ichinose-s...Hayato-sama.

Suspirei e entrei de novo na escola, estava com cara de que ia chover.

Parece que não conseguiria me divertir muito nessa viagem.