Uma Mudança Inesperada

22 Capítulo 22 - Apenas um sonho


Notas iniciais
Mais um capítulo pra vocês ;)

CAPÍTULO 22 — APENAS UM SONHO

Emma estava dormindo, quando ouviu pequenos passos caminhando em direção à sua cama, então ela sentiu um leve empurrão em seus ombros e um sussurro. “Mãe?” Emma levantou-se preguiçosamente, olhando brevemente para o relógio e depois olhou para o menino.

“Henry, por que você está acordado? Outro pesadelo?” Ela perguntou.

O menino apenas assentiu.

“Eu acordei, tentei ligar para a mamãe, mas ela não atende o celular. Eu acho que aconteceu alguma coisa, ela sempre atende o celular quando eu ligo pra ela.” Ele disse, os olhos já cheios de lágrimas.

“Ela deve estar dormindo, Henry.” Emma disse ainda sonolenta.

“Não! Eu já liguei no telefone de casa e ela também não atendeu.” O menino parou de sussurrar e começou a ficar exaltado.

“Henry, ela está bem. Ela só deve estar dormindo, ela está cansada. Amanhã, a primeira coisa que faremos será ligar para ela, ok? Agora vamos voltar a dormir.”

“Não! Eu não vou dormir. Você me prometeu que se ela não atendesse ao telefone você me levaria até lá.”

“Vamos tentar ligar de novo, então?”

Emma tentou mais algumas vezes, mas nenhuma resposta veio. Ela sabia que embora Regina estivesse cansada, ela sempre atendia ao celular.

E se algo tivesse acontecido?

E se alguém tentou alguma coisa contra ela?

Emma começou a ficar preocupada, mas tentou esconder isso para não preocupar seu filho. Ela vestiu um casaco, agarrou suas chaves e dirigiu para a casa de Regina, Henry estava ao seu lado e ele não pôde esconder a preocupação que enfeitava seu rosto.

Eles chegaram à casa de Regina e avistaram o carro dela. Ela está em casa, Emma pensou. Henry pegou sua chave e correu para a entrada, sendo seguido por Emma. Eles fizeram seu caminho pela escada em direção ao quarto de Regina. Depois de bater na porta, Henry abriu-a apenas para encontrar a cama vazia.

“Mãe?” Henry gritou, correndo para o banheiro, mas também não havia sinal de Regina. “Onde ela está?” O menino perguntou agora chorando abertamente.

“Ela deve estar em algum outro quarto, vamos procurar.” Ela falou e notou o celular de Regina na cômoda ao lado da cama. Droga! Regina nunca sai sem o celular. Alguma coisa estava acontecendo.

Henry correu e procurou rapidamente por todos os cômodos, gritando por sua mãe e ficando cada vez mais nervoso a cada quarto vazio que encontrava.

Emma seguiu o menino, mas olhou cada quarto com mais calma. Quando Henry abriu o quarto ao lado do de Regina, Emma ficou admirada. Ela ainda não tinha visto o quarto dos bebês. Ela sabia que estava pronto, mas não imaginava nada parecido com isso. Ele era belo, delicado, seguro e mais do que qualquer coisa, pensado em cada detalhe com carinho e amor.

Ela voltou a si quando Henry subiu as escadas novamente, chorando abertamente e dizendo que sua mãe não estava em nenhum lugar da casa.

Ela pode ter ido pegar um ar, ela já fez isso antes.

Nada aconteceu.

Emma olhou para Henry e falou. “Henry, nós vamos encontrá-la. Ela deve ter saído para tomar ar, ok?”

“Não! Alguma coisa aconteceu. Eu sabia. Eu devia ter ficado com ela todo dia, agora ela sumiu.”

Depois de procurarem em todos os possíveis lugares na cidade, Henry estava inconsolável e Emma já não sabia mais onde procurar. Ela sabia que Archie ficaria muito preocupado, mas ela tinha que avisá-lo.

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Regina estava dormindo nos braços de Archie e sua cabeça estava descansando em seu ombro. Archie também estava dormindo quando foi acordado por gritos e batidas frenéticas em sua porta. Ainda tentando entender o que estava acontecendo, ele viu quando Regina começou a se mexer suavemente e murmurar em seu sono. Rapidamente, e da maneira mais delicada possível, Archie tirou seus braços de Regina e colocou sua cabeça de volta nos travesseiros que estavam no sofá, tentando não acordá-la.

Ele correu e abriu a porta. O que ele encontrou foram duas pessoas agitadas e preocupadas. O menino estava chorando e a mulher estava com os olhos arregalados.

“Você viu minha mãe?” Henry perguntou em lágrimas.

“Archie, eu não sei onde a Regina está. Ela não estava em casa e eu já procurei em toda a cidade, eu não sei o que está acontecendo, ela sumiu." Emma começou a falar agitadamente. "E se alguém apareceu lá e-”

“Ei, acalmem-se, Regina está aqui. Ela está dormindo, ou pelo menos estava se vocês continuarem gritando desse jeito.” Archie sussurrou, pedindo silêncio.

Henry mal deixou Archie terminar o que estava falando e entrou na casa como um raio para verificar sua mãe. Ele a encontrou no sofá, dormindo. Suas bochechas e a ponta do seu nariz ainda estavam vermelhas e Henry percebeu que ela havia chorado.

“Ela está bem? Por que ela estava chorando?” Henry perguntou virando-se para Archie e Emma que apenas acabaram de entrar.

Emma caminhou até próximo ao sofá e deu uma olhada em Regina, que dormia pacificamente no sofá. Um alívio imenso tomou conta dela.

Ignorando a pergunta de Henry, Emma olhou para Archie e perguntou. “Archie, o que ela está fazendo aqui? Nós estávamos ficando loucos. Nós procuramos em todos os lugares possíveis. Nós pensamos que alguma coisa tinha acontecido.” Emma desabafou.

“Ela está bem, Emma. Ela só não queria ficar sozinha em casa, então ela veio pra cá.” Archie explicou. “Por que vocês estavam preocupados? Está no meio da madrugada, por que vocês estavam atrás dela, aconteceu alguma coisa?”

“Não. Foi só que... Henry queria vê-la.” Emma explicou, tentando não falar dos pesadelos de Henry.

“São os pesadelos?” Archie perguntou ao menino, que o olhou chocado.

“Como você sabe?” Henry perguntou.

“Regina me contou, ela anda muito preocupada com você e seus pesadelos, Henry,” Ele falou, olhando novamente para a mulher deitada no sofá. “Você não quer conversar sobre isso?”

“Não!” O menino quase gritou.

“Tudo bem. Tudo bem, nós não precisamos falar sobre isso se você não quiser.” Archie falou.

Ele ofereceu alguma coisa para eles beberem e depois de algum tempo, Henry já estava dormindo no sofá ao lado de Regina. Archie pegou o menino e colocou-o em sua cama e depois voltou para a sala, onde Emma estava.

Tanto Archie quanto Emma, definitivamente, haviam perdido o sono. Ele se sentou em uma das poltronas e Emma sentou-se na outra, ambos podiam ver Regina dormindo. Eles conversaram durante um tempo, quando Emma perguntou.

“Ele vem tendo esses pesadelos desde que Cora foi presa,” Ela começou a explicar. “ele não conta sobre o que são os pesadelos, mas ele acorda aterrorizado quase todos os dias e eu tenho certeza que esses pesadelos são sobre Regina.” Emma sussurrou para não acordar a mulher dormindo próximo a eles.

“Você acha que esses pesadelos podem significar alguma coisa?” Archie perguntou preocupado.

“Eu não sei, Archie. Eu espero que eles sejam só parte da imaginação e preocupação dele.” Ela respondeu.

Eles ficaram em silêncio mais um tempo, então Archie interrompeu.

“Ela tem vindo quase todas as madrugadas.” Ele disse olhando para Regina. “Ela sempre diz que não conseguiu dormir, mas hoje... hoje eu percebi que ela mentiu para mim, ela não quer falar sobre isso, Emma, mas eu sei, eu tenho certeza que ela está escondendo alguma coisa.”

“Por que você acha isso, Archie?” Emma perguntou franzindo a testa.

“Hoje eu vi, ela chegou chorando e não quis falar sobre isso, mas ela estava apavorada, eu não sei o que é porque ela não me conta.” Ele desabafou.

Imediatamente, Emma lembrou-se do que vinha acontecendo com a magia de Regina, ela estava sumindo rapidamente. Ela prometeu que não contaria a ninguém, mas ela queria ajudar Regina, ela desenvolveu esse sentimento e esse carinho pela mulher.

E, novamente, mais alguns minutos de silêncio se estabeleceram entre eles. Archie e Emma haviam se tornado bons amigos. Emma estava com a cabeça recostada na poltrona, quase fechando os olhos e Archie estava perdido em pensamentos.

De repente, Emma abriu um grande sorriso, que quase fez com que seus olhos sumissem de tanto que se estreitaram. Archie notou e ficou curioso.

“O que foi? Por que você está rindo?”

“Você a ama.” Foi tudo o que Emma disse.

Archie ofegou. Não era uma pergunta, ele reparou. A mulher apenas afirmou um fato. Ele deveria confirmar? Ele deveria admitir seus sentimentos à outra pessoa? Seria a primeira vez que o faria e não poderia ser mais assustador.

“Você não precisa responder, Archie, eu sei.” Ela sorriu.

“Eu... ela... nós nos beijamos hoje.” Ele admitiu baixinho com medo de acordar a mulher.

“Sério? Isso é ótimo!” Emma quase gritou em alegria. Operação Liebe está caminhando com sucesso.

“E se ela não quiser ficar comigo? Eu quero dizer, olhe para ela, ela é linda e inteligente e elegante, ela é uma Rainha e eu sou apenas... eu nem sei quem sou, eu sou apenas um homem qualquer, apenas o Grilo Falante. Uma Rainha não pode amar um grilo.” Archie admitiu tristemente.

“O quê? Archie, a Rainha está grávida do Grilo, então eu acho que não tem problema para ela amar amá-lo.” Ela disse sorrindo, “E além do mais, eu sei, eu tenho certeza que ela te ama, ela só é muito orgulhosa para admitir isso.” Emma revirou os olhos. “E eu posso te contar uma coisa. Eu perguntei se ela te amava, ela disse que não e adivinha?”

“O quê?”

“Ela estava mentindo, meu detector de mentiras estava apitando como um louco. Ela te ama, isso é óbvio, só vocês dois não percebem isso.”

Um enorme sorriso dividiu o rosto de Archie. Talvez ele tenha uma chance com ela e ele não iria desperdiçá-la. Ele iria aproveitar cada oportunidade de provar àquela mulher que ele a amava. Esse era seu novo objetivo, ele iria conquistar a mãe de suas filhas.

Ambos olharam para Regina quando a mulher gemeu e se mexeu desconfortavelmente em seu sono, mas tão rápido quanto o desconforto veio, ele foi embora. Logo em seguida, Archie e Emma também acabaram caindo no sono.

“Não!” Regina começou a gritar. “Eu não matei elas, eu não matei elas!”

Archie levantou-se assustado com a intensidade dos gritos que vinham da morena. Olhando para ela, ele percebeu que ela estava suada e chorando e seu rosto se contorcia em dor. Emma acordou logo em seguida.

“Regina? Regina, acorda, é só um sonho.” Archie disse sacudindo a mulher suavemente.

“Eu não matei elas, eu prometo, eu não sou mais a Rainha Má!” Ela continuou gritando e se contorcendo em seu sono.

Henry entrou na sala correndo, tendo sido acordado pelos gritos de sua mãe.

“O que está acontecendo?” Ele perguntou preocupado.

“Vamos Regina, acorda!” Archie chamou mais uma vez, sacudindo-a com mais intensidade do que da outra vez.

“Não! Eu não fiz isso!” Ela gritou quando abriu seus olhos assustados.

Assim que ela conseguiu focar seus olhos em Archie, ela começou a hiperventilar e chorar mais ainda, ela afundou sua cabeça no pescoço dele e o abraçou.

“Eu não matei elas, Archie. Eu juro, elas são minhas filhas, eu não matei elas.” Regina sussurrou em meio às lágrimas.

Archie, Emma e Henry se olharam completamente horrorizados. Regina matar as próprias filhas? Isso era loucura. Ela jamais faria isso, ela nunca machucaria seus filhos, todos tinham certeza disso.

Emma olhou assustada para a mulher ainda escondida nos braços de Archie. Regina também estava tendo pesadelos? Desde quando? Por que ela nunca contou para alguém? O que são esses pesadelos? Um sinal, um aviso?

“Está tudo bem, Regina. Foi apenas um pesadelo, apenas um pesadelo. Respire,” Archie disse fazendo círculos reconfortantes na costa dela. “Você não machucou nossas filhas, elas estão bem, elas estão bem.” Ele repetia, sussurrando em seus ouvidos, embalando-a em um abraço e movimentando-a para frente e para trás, como se estivesse consolando uma criança.

“Eu não matei elas, Archie. Eu as amo tanto, eu não as matei.” Regina disse mais uma vez, agora muito mais baixo.

“Eu sei, você nunca machucaria seus filhos, eu tenho certeza disso.”

“Mas alguém matou meus bebês.” Ela disse, começando a chorar desesperadamente.

Os três se olharam assombrados.

Alguém matou os bebês? Era disso que se tratava esse sonho?

Regina estava tão aterrorizada, tão desesperada que nem percebeu que tudo não passava de um pesadelo. Ela ainda acreditava que suas filhas estavam mesmo mortas?

“Foi só um pesadelo, meu amor, foi só um pesadelo. Elas estão bem aqui.” Archie disse massageando a barriga de Regina.

Meu amor.

Emma e Henry não puderam deixar de perceber quando Archie chamou Regina de "meu amor". Mesmo em meio ao momento tenso, os dois sorriram suavemente um para o outro.

Quando Archie passou as mãos na barriga de Regina, ela olhou para baixo e passou suas mãos em sua barriga inchada, se certificando que suas meninas estavam mesmo lá. Ela soltou uma respiração aliviada quando percebeu que tudo não passara de um pesadelo, mais um terrível pesadelo.

“Viu? Elas estão bem aqui, bem protegidas.” Ele afirmou com um sorriso tranquilizador, ainda com as mãos na barriga dela.

Regina não falou nada, ela apenas ficou acariciando sua barriga à procura de algum movimento que confirmasse que elas estavam bem. Henry, então, resolveu se aproximar de sua mãe.

“Mãe?” Ele chamou, quebrando a atenção de Regina.

“Henry? O que você está fazendo aqui?” Ela perguntou, pela primeira vez percebendo a presença de seu filho e de Emma na sala.

“Eu não consegui dormir e a Emma me trouxe, eu te liguei, mas você não atendeu. Eu fiquei tão preocupado,” O menino disse se aproximando da mãe no sofá. “O que aconteceu? Você também teve um pesadelo?” Ele perguntou preocupado.

“Eu...uh... foi só um sonho ruim, Henry.” Ela afirmou, passando a mão contra a bochecha do menino em uma tentativa de acalmá-lo.

“Você também está tendo esses sonhos ruins?” Ele perguntou.

Regina olhou para o menino, então para Archie e para Emma. Ela não queria preocupá-los e muito menos falar sobre seus pesadelos, não com eles e muito menos agora.

“Não, Henry. Essa foi a única vez.” Ela mentiu e olhou para Emma, que estava analisando-a com os olhos cerrados.

Assim que Regina respondeu, Emma sabia que ela estava mentindo. Ela não sabia o porquê, mas Regina estava mentindo sobre os pesadelos assim como estava mentindo sobre sua magia. Ela entendeu que Regina não queria preocupar Archie e Henry, mas ela não poderia continuar com isso. Ela teria que conversar com Regina, não agora, mas em breve.

Archie e Henry respiraram aliviados quando Regina disse que esse sonho havia sido o único.

Emma foi buscar um copo de água para ela e quando voltou Henry já estava enrolado com ela no sofá. Assim que Emma entregou o copo de água, Archie e ela ainda podiam ver as mãos de Regina tremendo.

“Você tem certeza que está bem?” Archie perguntou mais uma vez, apertando as mãos dela em conforto.

“Eu estou bem, Archie.” Ela disse com um sorriso fraco e abraçou Henry com mais força.

Depois de poucos minutos, Henry já estava começando a dormir nos braços de Regina e ela já estava ficando sonolenta. Archie insistiu que eles dormissem na cama. Emma levou Henry no colo e Archie ajudou Regina a ir para o quarto. Assim que os dois se deitaram, Henry se aproximou de Regina, buscando o conforto dos braços de sua mãe e dormiu, sendo rapidamente seguido por Regina.

Emma e Archie ficaram mais algum tempo no quarto apenas olhando para as pessoas que dormiam tranquilamente na cama. Aquelas duas pessoas eram as pessoas mais importantes na vida dos dois. Henry era a pessoa mais importante para Emma e Regina, a mais importante para Archie, assim como seus bebês. Depois de algum tempo eles resolveram sair e deixá-los dormir.

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Na manhã seguinte Henry foi o primeiro a começar a se mexer. Ele abriu os olhos só para encontrar sua mãe dormindo ao seu lado. Ele sentia falta dela, dessa proximidade. Ele quase tinha esquecido como ela era bonita quando estava dormindo. Ele ficou olhando para ela alguns minutos, apenas desejando que nenhum daqueles pesadelos acontecessem com ela ou com as meninas. Após algum tempo, Regina abriu os olhos.

“Henry?” Regina perguntou ainda sonolenta.

“Bom dia, mãe.” O menino respondeu com um sorriso.

“Bom dia, Henry.” Depois de alguns momentos, Regina perguntou. “Onde estão Emma e Archie?”

“Eu acho que eles devem estar na sala.” O menino respondeu.

“Que horas são? Você não está atrasado pra escola, mocinho?” Ela perguntou e fez uma careta. “Eu tenho que fazer xixi.” Ela disse se levantando e correndo o mais rápido que pôde em direção ao banheiro.

Assim que ela saiu do banheiro, os dois fizeram seu caminho para fora do quarto apenas para encontrarem Archie deitado desconfortavelmente em uma das poltronas e Emma esparramada no sofá. Ambos pareciam exaustos e Regina podia afirmar que Archie estaria com uma dor terrível na coluna devido à posição em que ele se encontrava. Pongo e Perdita estavam enrolados no tapete, dormindo.

Regina olhou para Henry e ambos combinaram de fazer um café da manhã para as duas pessoas “jogadas” na sala.

Emma acordou com o cheiro delicioso de panquecas que invadiu seu estado de sonolência. Ela olhou para a cozinha, apenas para encontrar Regina e Henry trabalhando o mais silenciosamente possível no café da manhã. Eles pareciam se divertir em silêncio. Ela olhou para Archie e sorriu quando percebeu a posição em que o homem estava dormindo.

Se levantando do sofá, ela caminhou em direção aos dois únicos acordados na casa.

“Bom dia, Miss Swan.” Regina saudou.

“Bom dia, mãe.”

“Bom dia. O que vocês estão fazendo? O cheira está maravilhoso.” Emma comentou esticando a mão para o prato cheio de panquecas, mas logo foi cortado por Henry, que bateu em sua mão.

“Nós ainda não terminamos, mãe.” Henry comentou com uma cara que lembrava exatamente as expressões de Regina.

“Ok!” Ela disse bocejando.

Assim que tudo estava pronto, Regina resolveu acordar Archie. Olhando em sua expressão cansada, ela quase teve pena de acordá-lo, mas ela sabia que ele provavelmente estava faminto.

“Archie?” Ela sussurrou, delicadamente passando as mãos no ombro do homem. “Archie?” Ela chamou outra vez e o homem começou a murmurar em seu sono. Ela sorriu.

Com o homem ainda dormindo, Regina passou a mão delicadamente sobre seu rosto. Ela se certificou que Henry e Emma não estavam olhando e deu um beijo em sua bochecha, chamando novamente, porém com mais suavidade. Alguns segundos e os olhos do homem se abriram e focaram em Regina, que estava com seus óculos nas mãos. Ela deslizou os óculos em seu rosto e riu baixinho quando ele sorriu largamente para ela. Que bela maneira de acordar, ele pensou.

Os quatro comeram tranquilamente. Regina e Archie tinham muito que conversar, mas eles poderiam deixar isso para depois.

Notas finais
Own *-* Episódio um pouco pesado... Emma descobriu sobre os pesadelos de Regina e todos eles viram o quão assustada ela ficou. Pelo menos o final foi calmo... aproveitem dessa mansidão e calmaria haha não durará muito MUAHAHAHAH Gente, to sentindo falta da opinião de vocês :( De qualquer forma, próximo capítulo vamos ter uma pessoa nova na história haha