Uma Mudança Inesperada

14 Capítulo 14 - Os pesadelos estão de volta


Notas iniciais
E vamos lá ;*

CAPÍTULO 14 – OS PESADELOS ESTÃO DE VOLTA

Henry estava dormindo quando sentiu alguém arrancando-o de seu sono.

“Henry, Henry, acorda!” Emma chamou.

“Emma?” O menino perguntou ainda sonolento.

“Vamos, Henry! Nós precisamos pegar a Regina e sair daqui! Cora está chegando.” Emma disse sussurrando assustada.

“O quê? Cadê minha mãe?” O menino perguntou já se levantando e com um tom de voz extremamente sério.

“Eu não sei, Henry, nós precisamos encontrá-la, Archie está nos esperando lá fora.” Ela disse se levantando da cama do menino e correndo em direção à porta.

“Ela está dormindo, ela deve estar no quarto dela, vamos.” O menino responde puxando Emma em direção ao quarto de Regina.

“Não, Henry, eu já fui lá. Ela não estava lá. Vamos, nós precisamos encontrá-la.”

“Mas ela estava dormindo, ela disse que estava muito cansada, onde ela está?” O menino disse preocupado.

Os dois procuraram novamente no quarto dela, mas não a encontraram. Eles entraram em todas as salas possíveis, mas ela não estava em nenhuma delas. Só faltava o escritório da casa. Quando eles abriram a porta, os dois soltaram um suspiro aliviado ao ver Regina dormindo no sofá.

“Mamãe?” “Regina” Os dois tentaram acordar a mulher.

“O quê? O que foi?” Regina abriu os olhos assustada.

“Vamos, Regina, nós precisamos sair daqui. Cora está vindo!” Emma disse, ajudando Regina a se sentar no sofá.

“O quê? Minha mãe está vindo? Droga! Onde está o Archie?” Ela perguntou entrando em pânico.

“Ele está lá fora, esperando por nós. David e Snow também estão lá, no caso de ela chegar e eles precisarem impedi-la de entrar.” Emma explicou.

Regina saiu do sofá com a ajuda de Henry e Emma. Ela estava enorme e o bebê poderia chegar a qualquer momento. Correndo o mais rápido que uma mulher grávida poderia correr, Regina, Henry e Emma se dirigiram à porta da casa. Uma nuvem apareceu entre eles e a porta. Quando ela desapareceu, Cora apareceu sorrindo um sorriso insano.

“Tentando sair antes de mim, minha querida?” Cora perguntou soltando uma risada tenebrosa.

“Fique longe dela!” Henry gritou e antes que Regina pudesse perceber, ele e Emma estavam se colocando na frente dela de maneira protetora.

“Regina, eu disse que te encontraria. Você acha que pode fugir de mim?” Cora perguntou começando a ficar irritada. “E vocês dois... vocês acham mesmo que podem lutar contra mim?” Cora disse e com um acenar de mãos estava enviando Henry e Emma para longe de Regina e batendo-os contra a parede.

“Não!” Regina gritou. “Não os machuque! O que você quer?” Ela perguntou sentindo-se impotente contra sua mãe, enquanto uma pontada de dor cresceu na parte inferior de sua barriga.

“Você sabe o que eu quero, Regina. Eu quero você.” Ela disse dando alguns passos em direção à Regina.

Henry assistiu atônito quando Cora se aproximou perigosamente de Regina e invocou um feitiço. Com os barulhos vindos de dentro da casa, Archie, Snow e David correram e entraram na casa a tempo de assistirem uma corrente de fumaça envolvendo as duas mulheres poderosas.

Eles tentaram se aproximar, mas uma força invisível impedia-os de fazer isso. As duas mulheres estavam em silêncio, olhando os olhos da outra profundamente. Elas estavam lutando, elas estavam se comunicando de uma maneira que só elas conseguiriam entender. Elas passaram minutos assim, uma disputa parecia estar acontecendo entre elas.

“Mamãe?” Henry gritou preocupado quando viu sangue começando a escorrer pelas pernas de Regina, fazendo com que uma poça de sangue se formasse no chão logo abaixo dela.

“Regina?” Archie gritou preocupado, tentando se aproximar dela, mas falhou. “Pare, Regina! Você está se machucando! Regina!” Ele continuou gritando.

Os quatro estavam olhando petrificados para as duas mulheres, eles não podiam fazer nada. Henry assistiu quando o rosto de sua mãe se contorceu em dor, mas ainda assim ela não quebrou o contato com os olhos de sua mãe. De repente, mais sangue começou a escorrer pelas pernas dela e agora seu nariz estava sangrando também, além de todo seu corpo começar a ficar pálido.

Uma forte explosão aconteceu e as pessoas na sala tiveram que fechar os olhos para evitar que a forte luz ferisse seus olhos. Alguns segundos depois, eles abriram os olhos e só havia silêncio. As mulheres, que uma vez estavam flutuando na sala, desapareceram. De repente, Emma gritou ao ver o corpo de Regina caído ao chão.

Eles correram para ela e tentaram acordá-la. Archie estava atônito, Snow e David não podiam acreditar quando Emma tocou o pescoço de Regina em busca de algum sinal de vida e não pôde encontra nada.

Ela estava morta.

Morta.

Essa palavra soou nos ouvidos de Henry e ele não podia acreditar. No próximo segundo ele estava gritando para ela e segurando o corpo sem vida de sua mãe em seus braços, esperando que ela abrisse os olhos e dissesse que estava tudo bem, mas ela não o fez.

Sua mãe havia morrido.

“Henry?” O garoto pode ouvir a voz desesperando puxando-o para longe de Regina. “Henry?”

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“Henry?” Emma e Snow estavam sacudindo o menino.

“Está tudo bem, Henry. Foi só um sonho, só um sonho.” Emma disse tentando acalmar o menino em seus braços, mas Henry não conseguia controlar o choro.

“O que aconteceu, Henry?” Snow perguntou preocupada, buscando um contato com os olhos do menino.

“Eu quero minha mãe,” O menino se esforçou para falar entre seus soluços desesperados. “Cadê a minha mãe? Eu quero ir vê-la, agora!” Ele disse com os olhos inchados enquanto se levantava da cama.

“Mas Henry, está de madrugada. Eu tenho certeza que ela está dormindo”. Snow tentou falar.

“Não!” O menino gritou. “Eu quero ver a minha mãe agora.”

“Por que não fazemos igual a outra vez? Você liga para ela, confere se ela está bem e amanhã você fica com ela.” Emma tentou, sabendo que o menino não voltaria a dormir se não falasse com Regina. Esses pesadelos de Henry estavam ficando cada vez mais frequentes e embora o menino não quisesse contar à Emma o que eram esses sonhos, Emma sabia que se tratavam de Regina.

“Não! Eu não quero falar com ela no telefone. Me leva lá, por favor?” Ele pediu chorando.

As duas mulheres viram que não haveria outra maneira do menino se acalmar. Emma teria que levá-lo até Regina. Mesmo que fosse tarde da noite, esse era o único jeito do menino voltar a dormir. Emma pegou o telefone para ligar para Regina e avisar que estava levando Henry, mas o garoto a impediu, dizendo que não queria acordar a mãe agora.

Quando os dois chegaram à porta da casa de Regina e Emma estava prestes a tocar a campainha, Henry tirou uma chave do bolso e abriu a porta.

O menino jogou a bolsa no sofá e fez seu caminho para a escada, sendo seguido por Emma. Silenciosamente, ele abriu a porta do quarto de Regina e Emma pôde ver a expressão de alívio no rosto do menino quando ele viu que sua mãe estava dormindo. Emma ficou na porta observando o menino se aproximar da cama e dar uma boa olhada em sua mãe, como se estivesse se certificando de que ela estava mesmo bem. Delicadamente ele sussurrou no ouvido de sua mãe e balançou seus ombros.

Não levou muito tempo para que Regina acordasse. Ela ainda estava muito sonolenta quando abriu os olhos e reparou na figura de seu filho. Ele havia chorado, ela sabia disso.

“Henry, o que aconteceu?” Ela perguntou, olhando muito menos sonolenta e mais séria do que o normal.

“Nada, mãe. Eu só não consegui dormir.” O menino tentou mentir para não preocupá-la.

“Henry, eu sei quando você está mentindo, o que aconteceu?” Ela perguntou olhando-o nos olhos e só então ela percebeu a figura de Emma na porta. “O que aconteceu, Miss Swan?” Ela perguntou um pouco irritada.

“Ele teve um sonho ruim e pediu para trazê-lo para você.” Emma explicou.

“Os sonhos voltaram, Henry?” Regina perguntou preocupada.

O menino apenas assentiu. “Posso dormir aqui com você hoje?” Ele perguntou um pouco envergonhado.

Regina lhe deu um sorriso amoroso, sabendo que o menino não falaria sobre seus sonhos. “É claro que pode, venha.”

Emma assistiu quando Henry correu para o lado onde Perdita estava deitada e entrou debaixo das cobertas, abraçando Regina.

“Boa noite, mamãe.” Henry disse e fechou os olhos quando a tranquilidade de estar nos braços de sua mãe tomou conta dele.

“Boa noite, meu amor.” Regina sorriu para ele, aconchegando-se no conforto do corpo de seu filho e beijou sua cabeça. “Eu te amo.”

“Boa noite para vocês, eu te vejo amanhã de manhã, Regina.” Emma disse fechando a porta e deixando-os dormir.

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“Regina, nós devemos voltar a pensar em nomes. O que você acha? Já tem algum em mente?” Archie perguntou olhando Regina nos olhos enquanto massageava seus pés inchados. Eles estavam esperando Henry para Regina poder levá-lo para casa.

“Eu não sei. Eu tenho alguns nomes em mente, mas eu não tenho certeza sobre eles ainda. E você?” Ela perguntou soltando um gemido de puro prazer quando Archie massageou um ponto particularmente dolorido de seus pés.

“Eu também tenho alguns nomes em mente, não muitos, na verdade, mas três.” Ele respondeu.

“Quais?”

“Bem, eu pensei em Kate, eu gosto desse nome, não sei porquê.” Ele disse levantando as sobrancelhas. “Eu também gosto de Alexandria e Carol.”

“Definitivamente você não vai nomear minha filha de Kate e muito menos de Carol!” Regina disse olhando muito séria para ele.

“Por que não, Regina? São nomes muito comuns e bonitos.”

“Exatamente, Kate é um nome muito comum e eu não gosto dele. Carol, eu não sei, só não se encaixa.”

“E sobre Alexandria?”

“Bem, Alexandria é um nome muito bonito, mas nós ainda temos muito o que discutir.”

“Ok, e quais são suas ideias?” Ele perguntou curioso.

“Eu não pensei muito sobre isso ainda. Eu gosto de Sophia e Julie.”

“Pelo amor de Deus, Regina, esses nomes são horríveis!” Archie disse levantando-se do sofá e indo até a cozinha pegar um copo de água.

“Não são horríveis não! Os seus é que são. Você quer colocar o nome de Kate na minha filha, você está completamente louco!” Ela estava gesticulando com as mãos.

“Eu não estou louco, Regina. Sophia, eu não tenho nada contra esse nome, mas não acho que combina com as minhas filhas.”

“E o que você acha que combina com elas se você nem as conhece ainda?” Regina disse desafiando-o com um olhar.

“Ok, acho que nós vamos saber quando for o nome certo. Embora eu ache que nós nunca chegaremos a um acordo, talvez você terá que escolher o nome de uma e eu escolho o da outra.” Ele sugeriu.

“Não.” Ela rapidamente falou.

“Não?” Ele perguntou encarando-a.

“Claro que não! Eu não vou deixar você colocar esses nomes horríveis nas minhas filhas.” Ela disse tranquilamente enquanto passava a mão na barriga.

Archie sentou-se próximo dela e tocou a barriga de Regina.

“Eu sinto tanta inveja de você.” Ele disse baixo enquanto acariciava suavemente a barriga de Regina. “Você está o tempo todo com elas e você já pode senti-las, eu nem posso sentir elas chutarem ou se mexerem.” Ele disse tristemente. “E se elas não souberem que eu sou o pai delas quando elas nascerem?”

Regina precisou se conter para não chorar na frente de Archie. Ela poderia culpar os malditos hormônios a qualquer momento, mas ainda assim não era fácil para ela ficar chorando na frente dos outros, mesmo que essa outra pessoa seja o pai dos seus bebês.

“Elas vão saber. Na verdade, eu acho que elas já sabem.” Regina disse oferecendo um sorriso à Archie.

“Por que você acha isso?” Ele perguntou um pouco mais curioso.

“Porque eu só as sinto quando estou perto de você.” Ela disse olhando para ele. “Eu sei que são movimentos muito pequenos, às vezes eu mal posso senti-los, mas eles acontecem quando você está falando ou está ao meu redor.” Ela diz sorrindo e levantando os olhos para olhá-lo.

Archie sorriu de volta.

“E eu tenho certeza que em breve você vai poder senti-las chutando, não vai demorar muito, é só uma questão de tempo.” Ela disse em voz alta, mas era como se estivesse tentando dizer para si mesma. “E quanto aos nomes? Nós podemos pensar mais neles. Henry também pode opinar e eu gosto de Alexandria.” Ela disse sorrindo para ele. “Mas ainda é só uma ideia."

“Eu também gosto desse nome.” Ele disse sorrindo para ela.

Todo o tempo vago que eles dois tinham o assunto sempre girava em torno dos bebês, dos nomes delas ou de como as coisas estavam indo na Prefeitura e se o treinamento com Emma estava rendendo. Regina nunca falou para ninguém sobre seus pesadelos constantes ou que ela estava visitando Cora. Embora ela se odiasse por isso, ela amava sua mãe mais do que nunca e ela realmente acreditava que Cora estava mudando, e ela estava.

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Algumas semana depois, Henry entrou na casa de Regina, seguido por Emma. O menino estava eufórico. Ele entrou correndo na cozinha, onde Regina estava comendo um lanche e jogou a mochila da escola no balcão. As duas mulheres apenas assistiram quando o menino tirou um pedaço de papel da mochila e mostrou-o à Regina.

“O que é isso, Henry?” Regina disse se recuperando do pequeno susto que levou.

“Eu fiz uma lista. Eu passei as últimas semanas trabalhando nela, mas agora está definitivamente pronta.” O menino disse com um tom orgulhoso.

“Uma lista?” Emma perguntou, aproximando-se de Henry e dando uma olhada sobre os ombros do menino para o papel em sua mão.

“Sim, uma lista. A mamãe disse que eu poderia ajudar na escolha dos nomes, então eu preparei uma lista com todas as opções possíveis.” Ele disse sorrindo.

“Ah,” Regina disse pegando a lista da mão de Henry e passando os olhos por ela rapidamente. “Tem muitos nomes aqui, Henry.” Ela informou.

“Sim, eu sei que são muitos, mas eu tive que juntar todas as opções possíveis. Vem, vamos escolher os nomes!” Henry disse empolgado.

“Henry, você não acha que Archie gostaria de participar conosco?” Regina perguntou.

“Nós podemos ligar e ele vem.” O menino ofereceu.

“Por que não fazemos assim, amanhã nós jantamos juntos e depois vamos para a casa de Archie e podemos dar uma olhada nos nomes.” Regina ofereceu.

“Ok, mas temos que escolher logo esses nomes, mamãe. Eu já tenho os meus preferidos.” O menino disse pegando um pedaço da comida que estava sobre a mesa.

“E quais são?” Regina perguntou extremamente curiosa.

“Amanhã eu falo.” O menino disse dando um sorriso astuto para a mãe e saindo da cozinha.

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Na manhã seguinte, Regina estava esperando por Emma para os treinamentos diários quando Emma e David apareceram.

“David? O que você está fazendo aqui?” Regina perguntou se levantando e caminhando em direção a eles.

“Ele disse que queria nos ajudar, então eu resolvi trazê-lo.” Emma respondeu.

“Mas ele não tem magia.” Regina respondeu confusa.

“Eu sei que não tenho magia, Regina, mas ainda assim eu posso ajudá-las.” Ele sorriu.

“Eu não vejo isso acontecendo, como?” Regina pergunta levantando a sobrancelha.

“Eu posso ajudá-las. Eu posso não ter magia, mas sei usar minha espada muito bem. Eu posso ajudá-las nas aulas de defesas, por exemplo.” Ele respondeu.

Regina pensou por um minuto, ela não esperava que ele ofereceria ajuda, mas ele estava certo. De fato, ele poderia ajudar com o treinamento. Se Regina encantasse sua espada para que ela desviasse magia, ele seria capaz de se defender e seria interessante para Emma ter seu pai treinando-a.

“Vamos, Regina. Você sabe que é uma boa ideia.” Emma disse chegando mais perto dela.

“Pode ser que você nos ajude,” Ela disse pensando. “Mas você tem que estar aqui todos os dias de manhã.” Ela respondeu rapidamente, ganhando um aceno de David.

“Ok. Vamos começar?” David perguntou com um sorriso grato.

“Vamos, mas antes me dê sua espada.” Ela ordenou.

Emma e David olharam para ela curiosos. David olhou um pouco com desconfiança. Embora ela estivesse tentando mudar, ainda era um pouco difícil confiar totalmente nela.

“Você acha que eu vou te atacar com sua própria espada? Se eu quisesse te machucar, não precisaria da sua espada para isso.” Regina disse irritada quando percebeu o olhar de desconfiança que estava recebendo dele.

Ele pegou a espada e a entregou para Regina, observando atentamente o que ela estava fazendo.

Regina fechou os olhos e passou a mão suavemente sobre a espada que foi envolvida por uma fumaça brilhante roxa.

“O que você está fazendo, Regina?” Emma perguntou um pouco curiosa, mas totalmente fascinada com a luz brilhante envolvendo a espada.

“Aqui,” Regina disse devolvendo a espada para David. “Ela está protegida contra magia. Se você souber usá-la, a magia não poderá te machucar.” Regina disse tranquilamente.

Os dois olharam ainda mais extasiados para a espada e depois para a mulher à frente deles. Ela estava mesmo ajudando-os. Ela estava mesmo tentando melhorar, tentando ser uma pessoa melhor, tentando mudar.

“Eu posso testar?” David perguntou extremamente curioso para ver como funcionava.

“É claro.” Regina disse com um leve sorriso. “Eu vou lançar magia em você e com sua espada você pode se defender e se desviar dela.”

“Ok, vamos tentar.” David disse animado.

Regina formou uma bola de fogo em sua mão, uma bola não tão grande quanto Emma esperava, mais ainda assim, uma bola de fogo mais poderosa do que Emma poderia fazer. A morena olhou para David, que estava prestando atenção em cada movimento dela, e lançou a bola na direção dele. David usou sua espada para defender-se e ficou sem palavras quando viu que nenhuma faísca havia atingido ele.

“Isso é maravilhoso!” David gritou, quebrando o silêncio que se estabelecera nos estábulos. “Podemos fazer isso de novo?”

“Isso não é uma brincadeira, devemos treinar a Emma.” Regina disse um pouco mais suave, mas ainda séria como sempre. Ela ainda estava surpresa com a reação empolgada que ele teve.

“É verdade. Ok, vamos nessa!” Ele disse sorrindo para as duas mulheres.

Notas finais
E aí?????? O que estão achando?