Notas iniciais
Oi mores, queria dizer que postei 2 capitulos hoje porque nessa semana vai comecar minhas provas e nao sei se vou poder postar todo dia, e logo depois vou ficar 4 dias foras em viagem de formatura, entao nao sei quando vamos nos ver de novo :( to trsite... em fim... espero que leiam, comentem e recomendem a historia bjs

nao sei se esse cap vai ter erros de ortografia, porque nao chequei só quero postar logo antes q a internet acabe kkkk bjs

Pov. Jake

Entrei junto com Embry em casa, correndo. Eu precisava urgentemente da ajuda das meninas. Encontrei todos na sala, como sempre. E junto tinha Rachel e Leah que estavam esperando a Ness chegar do trabalho, e ao mesmo tempo, fofocando sobre sei lá o que.

– Meninas, eu preciso da ajuda de vocês. – Falei correndo até elas.

– O que aconteceu? – Leah perguntou.

– Eu não sei o que dar pra Ness de dia dos namorados. – Falei preocupado.

– Como o dia dos namorados foi há uma semana, eu não daria a ela um calendário. – Rachel disse com obviedade. Bella deu risada.

– Hahaha. – Fingi dar risada. – A Ness tava trabalhando até tarde no dia, vamos comemorar hoje.

– Sim, se teve esse tempo todo, por que já não comprou o presente? – Alice perguntou.

– A gente combinou de fazer um presente à mão.

– Que bonitinho. – Todas as mulheres exclamaram. Edward revirou os olhos.

– O problema é que eu só fui lembrar hoje que tinha que fazer algo. – Falei fazendo careta. — Eu até comprei papel ma Che pra fazer alguma coisa.

– Eu adoro papel ma Che. – Rachel disse animada. – O que você fez?

– Eu fiz uma Blárblabláx. –Falei enrolando as letras.

– O que é isso? – Ela perguntou.

– Nada! – Exclamei nervoso. Todos deram risadas.

– Você não sabe entalhar e fazer um monte de coisas? – Ela perguntou.

– Sim, mas pra isso eu preciso de tempo. Não dá pra fazer algo bem feito, até a Ness chegar. – Falei com obviedade.

– Mas ela só chega às 6 horas. – Leah disse. – Ainda é uma hora da tarde.

– Tem que se perfeito! Não dá pra fazer algo perfeito em 5 horas. – Falei bravo. Ela revirou os olhos.

– Perfeito? O que você é? Uma garota? – Leah falou debochada. Emmet deu risada. – Dá qualquer coisa.

– Ah claro, por que você não se importa com o que dar pro Fred. – Falei sarcástico.

– Eu não compro nada. Vou pra cama com ele e tá tudo resolvido. – Ela disse dando de ombros.

– Você é uma das minhas. – Emmet disse. Bufei. Embry concordou.

– Ele não vai dar nada disso pra minha filha. – Edward disse alarmado. Todos deram risada.

– Em fim, eu preciso de ajuda. – Falei tentando escapar daquele assunto constrangedor.

– Faz um... Poema? – Rachel sugeriu.

– Nem a pau! O único poema que fiz na minha vida foi na quinta serie, e levei um B menos. – Falei fazendo careta. Todos deram risadas.

– Tinha que ser o cachorro. – A loura azeda disse.

– Me erra, loura azeda. – Falei sem paciência. Ela me olhou mortalmente. Dei de ombros.

– Ninguém mandou ficar dando presente pra namorada a torto e a direito. – Alice disse convencida. –Nas datas especiais, esquece e ainda fica sem ideia.

– Alice, vamos ajuda-lo. – Esme disse com seu tom maternal. Carlisle sorriu.

– Hey, eu sei o que você pode fazer. – Embry disse. – Você pode pegar uma calcinha da Nessie, e...

– Embry, considerando a opinião do PAI dela... – Falei olhando com obviedade pra ele. Todos deram risadinhas. – Acho que o que você vai propor não é uma boa ideia. – Embry olhou assustado pro Edward. Esse, por sua vez, só ficou o olhando mortalmente. – Em fim, dá pra alguém dar uma ideia decente?

– Não tenho uma mínima ideia. – Leah disse. – Todas as ideias, o Edward não vai gostar.

– Alguém tem uma ideia que não envolve ir pra cama com a Ness? – Perguntei esperançoso. Ninguém disse nada. Ed balançou a cabeça em negativa, horrorizado com as coisas que provavelmente ele estava lendo nas mentes do povo. – Ótimo. Pervertidos. – Sussurrei e fui em direção às escadas. Eles deram risadinhas. Rachel e Leah me seguiram.

– Faça algo romântico. – Rachel disse.

– Jura? Não tinha pensado nisso. – Falei irônico. Ela bufou.

– Que mau humor, hein? – Leah reclamou.

– Olha quem fala. – Falei dando de ombros.

– Ai credo Jake. – Minha irmã disse. Suspirei.

– Desculpa, só estou tentando descobrir o que dar pra minha pequena.

– Ai credo, vocês são muito melosos. – Leah disse. – To vazando.

– Eu também vou ficar na minha. Não tenho muitas ideias no momento. – Rachel disse voltando pra sala.

Fui até nosso quarto, e sentei na escrivaninha. Peguei papel e caneta. Não sabia o que escrever. Eu já tinha feito uma carta pra ela antes, não queria repetir as mesmas palavras. Tinha que ser algo novo. E que Nessie vai adorar. O problema é que eu sou burro que nem uma porta, esqueci de fazer tudo, e só lembrei em cima da hora. Ah, mais que droga!

Peguei algumas coisas como cola, tesoura e uns papeis coloridos, e desci as escadas. Fui até a sala, e sentei do lado das meninas.

– Agora, me ajudem. – Falei decidido.

– Eu não sei não, Jake. – Bella disse dando um risinho nervoso. Suspirei.

– Ajuda aí Edward. – Falei esperançoso.

– Eu não. Ainda tenho esperanças de a Renesmee te largar. – Ele disse. Arregalei os olhos.

– Edward! – Bella o repreendeu. Ele deu risada.

– Desculpe, brincadeira. Não pude resistir. – Ed disse segurando o riso. – Bom, tente fazer algo, e se não conseguir, eu te dou uma ajudinha.

– Valeu. – Falei suspirando.

O povo ficou me encarando, e eu encarando a cola, a tesoura e os papeis.

– E você, Jasper? Não tem nenhuma ideia? – Perguntei.

– Desculpe Jacob. – Ele disse serio. – Não tenho nada em mente. – Suspirei, e assenti preocupado. Fiquei parado uns minutos.

– Vai logo Jake! – Rachel disse do meu lado.

– Fica quieta. – Falei sem paciência.

– Olha, a Ness é uma das minhas melhores amigas. Se você der algo que ela não gostar, você vai se ver comigo. – Ela disse em tom de ameaça.

– Ah claro. Porque você é muito forte. – Falei debochado. Leah deu risada e concordou.

– Deixa ele, Ray. – Leah disse olhando uma revista. – Vocês já pensaram na probabilidade de a Nessie também ter esquecido?

– Duvido muito. Data especial ela nunca esquece. – Falei com obviedade.

– A única coisa que minha filha esquece é a porta de casa aberta. – Edward disse balançando a cabeça em negativa. Concordei. Todos deram risadas. – Dá até medo de deixar ela sozinha.

– Por quê? – Rachel perguntou.

– Uma vez ela foi dormir, e deixou tudo aberto. – Ele disse pensativo. – Quando cheguei ao chalé, estava tudo escancarado. E só dava pra vê-la dormindo no sofá. – Todos deram risada. Bella concordou balançando a cabeça em negativa.

Rabisquei um papel azul com uma caneta laranja. Todos me olharam confusos.

– E isso é um fvbuhwofvouwefhbv. – Falei bufando. Todos deram risada. Amassei o papel e joguei em cima da mesa. Bufei e me levantei.

– Aonde você vai? – Alice perguntou.

– No quarto. Não consigo pensar em algo com todos me encarando e dando risada. – Falei fazendo careta.

Subi as escadas, e sentei na cadeira. Eu tinha que pensar em algo.

***

– Jake! – Ouvi alguém me chamar. Acordei assustado. E vi Rachel.

– Droga! Eu dormi. – Falei bravo. – Que horas são?

– 5 e meia.

– Merda! – Exclamei me levantando. Desci as escadas correndo. Todos davam risada da minha cara. Edward era quem mais se divertia com a situação. Sogro maldito.

– Pois é. – Ele disse cínico. Bufei e saí revirando a sala, em busca de alguma coisa.

Todos ficaram me olhando divertidos. Leah revirou os olhos, e deu risada. Abri as gavetas das estantes. Fiquei procurando alguma coisa que parecesse feito à mão. Não dava tempo de pensar. Arranquei um papel da lista telefônica, e fiz um aviãozinho.

– Sim, amor. Fui eu mesmo que fiz. – Falei imitando o jeito que eu entregaria. – Idiota. – Exclamei jogando o avião de papel pra qualquer lugar. Todos deram risada.

– Jake, calma. – Bella disse arregalando os olhos. Eu parecia um louco revirando a sala de cabeça pra baixo. A Esme que me desculpe, mas é um caso de vida ou morte.

– O que está acontecendo? – Sheldon disse descendo as escadas.

– Só o cachorro tendo um surto. – A loura disse. Sheldon deu de ombros e seguiu em direção à cozinha.

Abri uma gaveta, e ela tava cheia de CDs, e nisso pareceu que uma lâmpada acendeu na minha cabeça.

– Eu já sei! – Gritei. Todos olharam pra mim. – Eu posso gravar um Cd com nossas musicas preferidas. – Falei animado. Todos concordaram pensativos.

– Pensei que nunca ia se tocar. – Edward disse segurando o riso. O olhei indignado.

– Você sabia esse tempo todo. – Falei bravo. Todos deram risada. – Por que não falou antes?

– Oras, é um jogo. – Ele disse dando de ombros. – Você se diverte agarrando minha filha embaixo do meu nariz. E eu me divirto fazendo você se ferrar. Viu como é legal? –Todos gargalhavam quando ele terminou de falar. Até Bella! O olhei mortalmente.

– Você me paga. – Falei bravo.

– Para de discutir, e vai gravar logo esse cd. – Rachel disse. Arregalei os olhos. Faltava meia hora pro meu amor chegar em casa.

Me virei, e quando fui sair correndo da sala, topei com uma pessoa pequenininha. Olhei pra baixo e vi Ness. Arregalei os olhos.

– Ai credo, Jake. – Ela disse passando a mão no braço. – Cuidado por onde anda.

– Desculpe, mas o que você ta fazendo aqui?! – Perguntei incrédulo. Ela me olhou confusa.

– Eu moro aqui. – Ela disse com obviedade. Ouvi risadinhas atrás de nós.

– Sim, mas porque você chegou mais cedo? – Perguntei nervoso.

– A Emily me deixou sair mais cedo, por causa daquele negocio do dia dos namorados. – Ness deu um risinho nervoso.

– Ah... – Exclamei fazendo careta. Eu tinha que gravar o cd. Mas o problema é que a Nessie chegou. Droga!

– Vai ser legal, né? – Ela disse olhando pros lados. Ela tava estranha.

– É. – Falei desanimado. Edward dava uma risadinha maligna atrás de nós. – Bom, eu vou lá ao lugar que fiz o presente, pra pegar ele. – Menti.

– Ah ok! Estou muito animada. – Ela disse dando um sorriso amarelo.

– Ah claro. – Falei nervoso. Droga. A Ness já devia ter tudo planejado e eu aqui, sem nada pra dar pra ela. – Tchau. – Falei e saí correndo.

Pov. Nessie

– Droga! Não acredito! Eu tenho que fazer o presente! – Exclamei quando Jake saiu. Todos me olharam chocados e deram risada. Ouvi um barulho e me virei.

– Você falou alguma coisa? – Jake perguntou voltando até a sala.

– Eu disse que to animada pra trocar os presentes! – Falei mentindo mal pra caramba. Ele me olhou fazendo careta.

– Ah claro. Eu também. – Ele disse dando um sorriso amarelo, e saindo correndo.

Virei-me e vi minha família segurando o riso. Leah revirou os olhos. E Rachel dava risadinhas. Embry dava risada.

– Droga! O que eu faço agora? – Perguntei preocupada.

– Você esqueceu também? – Minha tia Aly perguntou.

– Como assim “também”? – Perguntei confusa.

– Nada filha. – Minha mãe disse revirando os olhos.

– Gente, me dá ideia! – Falei nervosa.

– Eu não sei de nada. – Leah disse sem tirar os olhos de sua revista. – Eu só vim aqui pra ver você, mas já que vai ficar com Jake, to vazando. – Ela disse se levantando.

– Não espera! – Falei alarmada. – Você tem que me ajudar.

– Aff Nessie... Eu não sou boa nessas coisas de romantismo. – Ela disse fazendo careta. – Dá um beijo nele, e acabou.

– Leah! – Exclamei fazendo careta. Minha família deu risada.

– O que? Eu não tenho a mínima ideia. A única ideia, o seu pai não vai gostar.

– Pervertida. – Falei bufando.

– Não sou pervertida. Só sei aproveitar as coisas boas da vida. – Ela disse dando de ombros. – Rachel, você vem?

– To indo. – Ray disse. – Tchau Ness, boa sorte.

– Nossa, pensei que vocês fossem minhas amigas. – Falei indignada.

– Nós somos. Mas não vou ficar de vela. – Rachel disse com obviedade. Minha família deu risada. Elas se despediram e foram embora. Bufei.

– Também to indo, Ness. – Embry disse me dando um beijo na bochecha. – Ô gente, me espera! – Ele gritou saindo correndo atrás das meninas.

– E agora? – Perguntei soltando o peso nos braços, desanimada.

– Você não sabe compor? – Meu minha mãe perguntou. – Faça uma música ué.

– Não dá pra fazer uma musica rapidamente. – Falei com obviedade. – Precisa de inspiração.

– Pior que ela está certa. – Papai disse. – Compre alguma coisa e diga que foi você que fez.

– Pai! Isso seria mentira. – Falei brava. Todos deram risadinhas. – Quem diria? Meu pai me influenciando a mentir.

– Ah... Você ta namorando o cachorro. Se largar ele, eu não ligo. – Ele disse debochado. – Minta e de qualquer coisa.

– Pai! – O repreendi. Ele deu risada.

– Brincadeira... Mas é serio, eu não ligo. – O olhei brava. – Tá legal, brincadeira.

– Pare de fazer isso, Edward. – Minha mãe disse brava.

– Ok, desculpa. – Ele disse.

– Gente, eu não posso mentir pro Jake. – Falei preocupada.

– Por que não? – Tia Rose perguntou.

– Porque é errado. – Falei. – Vou contar a verdade.

– Deixa de ser tonta, Nessie. – Minha tia Aly exclamou. – Faz qualquer coisa. O Jacob pula da ponte se você pedir. Mentir não faz mal.

– Tia!

– Ela está sendo realista. – Tio Emmet falou.

– Que seja. – Falei subindo as escadas.

Eu não queria mentir pro Jake, seria errado. Eu podia simplesmente contar a verdade. Espero que ele não fique bravo. Seria uma vergonha. Eu mesmo que toquei no assunto dos dias dos namorados, e agora eu esqueço. Tinha que ser você, né Renesmee?! Idiota.

Entrei no meu quarto, e me joguei na cama. Eu não tinha ideia do que fazer. Tive umas três semanas pra pensar nesse bendito presente, e agora eu esqueço? Ah que droga! E o pior é que Jake já tava com tudo planejado. Eu sou a pior namorada do mundo! Afss...

Fiquei refletindo por nãos sei quantos minutos. Eu podia dar uma musica, mas precisaria de mais tempo pra fazer. Merda!

– Ness? – Ouvi a voz rouca de meu amado atrás de mim.

– Oi. – Falei deitada na cama, virada pro outro lado.

– Você ta bem? – Ele perguntou se sentando na beirada da cama, e fazendo carinho em minhas costas. Suspirei.

– Promete que não vai ficar bravo? – Perguntei receosa. Ouvi risadinhas no andar de baixo. Traidores...

– Prometo. – Jake respondeu confuso. Me virei pra ele, e fechei os olhos com medo de sua reação.

– Eu me esqueci de fazer seu presente. – Ouvi Jake dar risada. Abri os olhos e o olhei confusa.

– Serio? –Ele perguntou dando risada.

– Uhum.

– Que alivio. – Ele disse. – Eu também esqueci.

– Serio?

– Sim. – Ele disse dando um beijo na minha bochecha.

– Por que não disse antes? – Perguntei brava.

– Porque eu pensei que você já tinha tudo planejado.

– E eu pensei que VOCÊ já tinha tudo planejado. – Falei fazendo careta. – Alias, só fui me lembrar dessa historia quando a Emily veio me perguntar sobre o dia dos namorados.

– E eu só lembrei hoje de manha. Você não sabe o desespero que eu tava. – Ele disse arregalando os olhos de forma engraçada.

– Seu chato. E eu pensando que eu era a pior namorada do mundo. – Falei o abraçando.

– Dá onde você tirou isso? – Ele perguntou fazendo careta. – Você jamais será a pior namorada do mundo. Você é a melhor, isso sim.

– Você fala isso da boca pra fora. – Falei me aconchegando em seu peito.

– O dia em que eu falar alguma coisa da boca pra fora sobre você, o mundo acaba. – Ele disse com obviedade, me apertando contra seu corpo.

– Tá, mas voltando ao assunto, o que é isso? – Perguntei apontando pro CD que estava em sua mão.

– Uns 5 minutos antes de você chegar, eu tinha tido a ideia de gravar um cd com as nossas musicas preferidas.

– Ah Jake! – Exclamei saindo de seu abraço. Jake me olhou confuso.

– Que foi?

– Mesmo apesar de tudo, você fez um presente pra mim. Que mancada! – Falei cruzando os braços. Ouvi risadas por toda a casa.

– Você é a primeira garota que eu vejo que recusa um presente de dia dos namorados. – Jake disse fazendo careta.

– Não estou recusando seu presente. Só fico triste porque não preparei nada. – Falei emburrada. – Ta parecendo o nosso primeiro aniversario de namoro. Você fez um monte de coisas, e eu só te dei meu caderno de musicas. Afs...

– Fique sabendo que foram os melhores presentes que já ganhei. – Ele disse superior. Bufei. Jake sorriu e me puxou para o seu colo. Começou a fazer leves carinhos em minha bochecha, causando arrepios.

– Para. – Falei sorrindo envergonhada.

– Então para de ficar emburrada. – Jake disse me dando um beijo na bochecha.

– Não. A culpa é sua. – Falei me encolhendo. – Ninguém mandou me dar um presente legal.

– Você é muito do contra. – Ele disse enquanto espalhava vários selinhos por meu rosto. O toque quente de seus lábios me deixava arrepiada.

– Não sou não. – Falei fazendo carinho em seus cabelos. Jake sorriu, e me deu um selinho.

– Vai parar de ficar emburrada?

– Não. – Respondi manhosa.

– Vou ter que apelar para modos mais eficientes. – Quando ele disse isso, pensei que ele ia me beijar. Mas pra minha infelicidade, ele começou a fazer coceguinhas em mim.

– Para!! – Gritei enquanto gargalhava. Pensei que ia desmaiar sem ar. Jake dava risada.

– Só se você parar de ficar triste. – Ele disse enquanto aumentava suas cócegas em mim.

– OK! Eu paro! – Gritei. Jake deu risada e parou com as cócegas. – Seu chato! – Falei desconcertada. – Fica me fazendo coceguinhas.

– Lógico. – Ele disse roçando nossos narizes. Sorri e puxei logo seu pescoço, o trazendo ao encontro de meus lábios.

Jake deu uma risadinha, e apertou minha cintura, me colando ao seu corpo. Pediu passagem com a língua, e eu cedi rapidamente, com anseio pelos seus toques. Começamos a nos beijar calmamente, querendo que o momento durasse pra sempre.

Segurei seu pescoço com as duas mãos, o prendendo a mim. Eu só queria beija-lo. E parecia que o sentimento era recíproco. Jake segurava minha cintura com uma firmeza, me deixando colada extremamente ao seu corpo musculoso. Eu podia sentir sua respiração pesada, o batimento acelerado que era musica para os meus ouvidos.

Jake desceu uma de suas mãos até minha coxa, me ajeitando em seu colo, de modo que fiquei de frente pra ele. Sua mão começou a fazer movimentos carinhosos em minhas costas, enquanto eu arfava a cada toque inusitado.

Ouvi um rosnado no andar de baixo, mas nem liguei. Demos risada e continuamos a nos beijar. Desci minhas mãos até seu peito, fazendo carinhos. Jake se arrepiava e eu gostava disso. Eu amo o feito que tenho sobre meu lobinho.

Jake começou a tecer beijos por meu pescoço, e a cada toque, um volume ia se formando. Eu dei uma risadinha, e procurei desesperadamente por seus lábios. Eu não posso rir do Jake, porque ele também me deixa com desejo.

Ouvimos alguém bater na minha porta, e nem ligamos. Algumas risadas aumentavam no andar de baixo.

– Filha! – Ouvia meu pai gritar do outro lado da porta.

– Edward, deixe os dois. – Ouvi a voz de sinos de minha mãe.

– Eu vou arrombar essa porta. – O ouvi ameaçar. Jake deu risada, e continuamos a nos beijar.

– Vamos... Na... Clareira? – Jake perguntou enquanto me beijava. Assenti enquanto tomava seus lábios pra mim.

– Nada disso! Os dois vão ficar aqui! – Ouvi meu pai gritar do lado de fora.

– Edward, deixe os dois. – Minha mãe falava. Dava pra ouvir o barulho de mármore batendo um contra o outro, enquanto minha mãe provavelmente segurava meu pai. – Deixe eles só aproveitarem o dia dos namorados.

– Dane-se o dia dos namorados! Minha filha continuará virgem até eu completar 200 anos! – Ele gritou nervoso.

– Não vou não. – Sussurrei enquanto agarrava o colarinho da blusa de Jake. Jake sorriu e apertou minha coxa.

– Bella! Você ouviu o que ela disse?!

– Sim. – Minha mãe disse dando risada. Ouvi risadas ecoarem pela casa. – Ela tá certa.

– Bella!

– O que? Eu sei o que ela está passando. Você me fez esperar até casar. Isso é maldade. – Ela disse com obviedade. Jake deu risada, e nos deitou na cama.

– Meu Deus! Eu vou arrombar! – Meu pai gritou. – Um... Dois...

– Edward, desça! – Minha mãe gritou.

– Mas...

– Agora!

– Dá pra pararem com essa gritaria em frente ao meu quarto. – Ouvi Sheldon dizer.

– Ah Sheldon, a Nessie e o cachorro estão ameaçando fazer aquilo que você tanto odeia. – Meu pai disse cínico.

– O que? Na frente do meu quarto, não! – Sheldon disse. – Abram a porta!

– Nós vamos arrombar! –Sheldon e meu pai gritavam. Eu e Jake começamos a dar risada. Não conseguíamos nem nos beijar, de tanto dar risada. Sheldon arrombando uma porta? Essa é boa...

– Parem com isso! – Ouvi a voz da minha vó. – Chega de gritaria. Não nessa casa.

– Esme, minha filha está lá dentro. Vou arrombar! – Meu pai gritou novamente.

– Não vai não. Quem pagou por essa porta não foi você. – Minha vó disse brava.

Me levantei do colo de Jake, e fui calmamente até a porta. Na hora que virei a chave, um silencio dominou a casa. Abri e encontrei minha mãe segurando o riso, minha vó com cara seria, Sheldon estava indignado, e meu pai estava espumando fumaça.

– Sim? – Perguntei casualmente.

– Renesmee Carlie Cullen, o que você pensa que estava fazendo?! – Meu pai perguntou entre dentes.

– Beijando meu namorado. – Falei dando de ombros.

– Renesmee, desde quando você me desrespeita?

– Não estou te desrespeitando. Estou respondendo sua pergunta. – Falei com obviedade. – Aff pai, agora é proibido beijar?

– Sim! Principalmente quando envolve toques indecentes. – Ele falou com toque de nojo.

– O Jake pegar na minha coxa não é nada indecente. – Falei com obviedade. Ouvi risadas por toda a casa. Até meu tio Jasper estava rindo. – Pelo contrario, é muito legal. — Falei com ênfase. Ouvi Jake dar uma risadinha trás de mim.

– Cachorro! – Meu pai me passou e entrou no quarto como um furacão. Jake levantou da cama, e o encarou na mesma intensidade.

– Edward, nem pense em fazer isso! – Minha mãe gritou parando na frente dele.

– Bella, como você pode apoiar esses dois? – Meu pai perguntou indignado. – E você Renesmee! Depois da conversa que tivemos.

– Conversa na qual eu disse que tava nem aí pra suas regras arcaicas. Eu te amo, mas eu sei me cuidar. – Falei com obviedade. Ele me olhou furioso. – Só estou sendo honesta.

– Filha, eu só quero o melhor pra você! – Ele disse bravo. – Por isso que eu dou essas regras “arcaicas”.

– Não é por isso! – Gritei brava. Comecei a sentir a raiva me subir à cabeça. Deu vontade de eu falar um monte de coisa, que não tinha falado na nossa conversa de pai e filha.

– Eu me importo com você! –Ele gritou.

– É puro orgulho! – Gritei de volta. Todos ficaram calados. – Você só não quer aceitar que o cara que já teve algo com sua esposa, fique com sua filha! Você só tem raiva do Jake! – Gritei nervosa. — Não é porque se importa comigo. É puro orgulho ferido! – Cuspi as palavras.

– Como ousa?! – Juro que senti medo de meu pai pela primeira vez na vida, mas não demonstrei. Minha família toda já tinha adentrado o quarto.

– Estou sendo realista! – Falei. – Você acha que Jake está sempre no caminho! E a verdade, você queira ou não, é que ele sempre vai estar! E eu to nem aí pra essa droga de regra! Nunca pedi regra nenhuma! — Provavelmente meu tio Jasper estava tentando me acalmar, mas eu só queria botar tudo pra fora. Parece que nenhuma conversa vai resolver isso.

– Eu só quero que você volte a ser a menina recatada que você era! – Meu pai gritou. – Está parecendo uma...

– Edward! – Todos gritaram. Ele abaixou a cabeça.

– Chega! Você não vai insultar a Renesmee! – Jake disse entrando na minha frente.

– Não gente. Deixa ele falar! Vai falar que sou vadia agora?! – Gritei com os olhos marejados. – Só porque eu to com o cara que eu amo? Você é louco!

– Eu não quis dizer isso. – Ele disse olhando pro chão.

– Quis dizer o que pai? – Perguntei chorando. Ele olhou Jake com ódio.

– Ah quer saber?! É verdade. Esse seu relacionamento só piora tudo! – Ele gritou. – Tudo está pior desde que você começou a namorar esse vira-lata!

– Nada piorou Edward! – Minha mãe gritou. – Você que não percebe que as coisas não são do jeito que você quer! – Ela disse furiosa. – A nossa filha cresceu. Você não quer aceitar isso. Pare com essa besteira! – Meu pai olhou triste pra minha mãe. – Antes eu dava risada. Era só uma discussão. Mas agora, veja aonde chegou. Você xingou a própria filha!

– Eu já disse que não queria dizer aquilo! – Ele gritou de volta.

– Edward, pare com isso!

– Só porque você aceita que ela se comporte assim, não quer dizer que eu tenho que aceitar. – Meu pai disse furioso. Era a primeira vez que eu os via brigarem.

– Sim, é verdade. Eu aceito. Porque percebi que a Renesmee cresceu. E você não percebeu, ou percebeu e não quer admitir. – Ela disse decepcionada. – Apoio ela porque mesmo ela tendo sete anos, não se comporta como tal. Age como adulta. Ela que toma suas próprias decisões.

– Não toma não! – Ele disse olhando para os pés.

– Viu? Parece uma criança mimada. – Minha mãe cuspiu as palavras. – As coisas não são do jeito que você quer Edward.

Sentei em minha cama, chorando baixinho. Jake sentou ao meu lado. Minha mãe e meu pai continuaram a discutir.

– Ela é minha filha! – Meu pai gritou.

– Filha que você rejeitou quando soube que existia! – Quando minha mãe gritou isso, todos ficaram chocados.

– Engraçado falarem de mim. Não foi o seu genro querido, que tentou mata-la?!

– Edward! – Minha vó Esme o repreendeu.

Jake olhou pra mim preocupado, e triste ao mesmo tempo. Afinal, eu sabia que por pior que fosse, era verdade.

– Ta tudo bem. – Sussurrei pra ele. Ele me abraçou.

– Então faça o que quiser! – Meu pai disse bravo. – Se a filha é mais sua do que minha, faça do jeito que quiser!

– Não quis dizer isso! Ai Meu Deus! Só quero que perceba que ela cresceu.

– Eu percebi. Já está se agarrando com o cachorro. – Ele disse cínico.

– Para com isso, mano. – Meu tio Emmet disse.

– Não se intrometa! – Meu pai gritou. Meu tio deu de ombros.

– Me intrometo onde eu quiser. A questão é que não vou deixar você falar mal da minha sobrinha. Você não está errado por ter ciúme paterno, mas não é certo brigar com sua família, só por causa disso. – Era a segunda vez na vida que vi meu tio Emmet serio. A primeira foi quando os Volturi vieram. Senti um calafrio por pensar naquilo. – Posso ser uma anta na maioria das vezes, mas sei que família unida não briga. Isso é errado. Agora façam as pazes e parem com essa merda.

– Emmet. – Meu pai falou se segurando.

– Seu irmão está certo, Edward. – Meu vô falou. – Você precisa se acalmar.

– Carlisle, eu...

– Pai, dá pra você calar a boca uma vez na vida? – Perguntei me levantando. Todos arregalaram os olhos. Meu pai me olhou chocado. – Mas que droga! Admiti que você não é certo em tudo, ok? Você sabe muito bem que está exagerando e não quer admitir. Se eu beijo o Jake ou não, não sou uma vadia como o senhor fala.

– Eu não te chamei de vadia. – Ele disse serio.

– Fica quieto, e me deixa falar. – Ele me olhou chocado. – Eu quero que você saia do meu quarto.

– Filha, eu...

– Simplesmente saia. Vai pensar. Vai fazer qualquer droga aí, e pensa nas porcarias que você falou tanto pra mim, quanto pra minha mãe. – Falei decepcionada. – Não vou falar com o senhor agora, afinal dá até desgosto de falar com alguém que briga com a filha, com a esposa, e com o próprio irmão por causa de um motivo besta. – Falei direta. Ele abaixou a cabeça. – Não vou discutir agora, porque sei que você, a qualquer momento vai pedir desculpas. E eu vou aceitar porque sou uma idiota, que sempre desculpa as pessoas. Se for pra pedir desculpas, que sejam sinceras. – Falei seria. Todos estavam impressionados com minhas palavras. – Não estou nem brava por você ter me xingado, estou brava por deixar o seu ciúme patético e seu orgulho falarem mais alto. Você viu as coisas que disse pra mamãe? Vai pensar e depois me diz se você ainda é aquele pai que eu tinha a algumas horas atrás.

– Vai escolher entre sua família e seu namorado? – Ele perguntou antes de sair pela porta.

– Vou escolher entre minha família e um pai que não conheço mais. – Falei seria. – E só pra constar, o Jake já é parte da família.

– Bom saber. – Meu pai disse sarcástico, e saiu em velocidade vampiresca. Um silêncio se instalou na casa.

Respirei fundo, segurando minhas lagrimas e fui andando pra trás.

– Filha. – Minha mãe foi me acalmar. Jake se levantou. Vi que minhas lagrimas estavam querendo sair, e entrei com tudo no banheiro. Tranquei a porta, e fui escorregando até o chão. Me senti culpada por ter falado tudo aquilo pro meu pai, mas ao mesmo tempo, eu sabia que tinha razão. Ele não podia simplesmente falar tudo aquilo e esperar que alguém concordasse.

– Nessie. – Ouvi a voz de Jake do outro lado da porta. Não pude aguentar. No momento tudo o que eu queria era um abraço.

Sem sair do chão, levantei meu braço direito, e destranquei a porta. Jake foi abrindo devagar, enquanto eu me desencostava pra ele conseguir entrar.

– Eu acabei de brigar com meu pai. – Falei com a voz embargada. Jake se abaixou, e no mesmo instante, me abraçou apertado.

– Calma, amor. – Ele ia dizendo triste e fazendo carinho em meus cabelos.

– Eu briguei com meu pai, Jake. – Repeti pra mim mesma, enquanto as lagrimas começaram a sair. Sabe quando você faz algo, e só depois a fixa cai. E por mais que você tenha razão, você se sente culpada. Me sentia assim naquele momento.

– Não, Ness. Calma. – Jake repetia enquanto me abraçava. Minha família ainda estava no quarto. Ouvi os soluços de minha mãe.

– Eu arruinei... – Falei com a voz fraca. – Tudo.

– Não. A culpa não é sua, pequena. – Jake disse me embalando.

– Ele me olhou com ódio, Jake. Antes de ele ir embora, ele me olhou com ódio. – Falei chorando. Jake ficou com os olhos marejados, e deu um beijo em minha testa.

– Vem cá. – Jake me puxou para seu colo, e se levantou. Afundei-me em seu peito, molhando sua camisa com minhas lagrimas sem fim. Saímos do banheiro, e minha vó retirou todos do quarto.

– Mãe. – A chamei. Ela estava numa poltrona de meu quarto. Jake sentou comigo na cama.

– Filha, está tudo bem. – Ela disse, vindo até mim. – Não é culpa sua. Seu pai estava errado.

– Mas e se ele não voltar? – Perguntei chorando mais e mais.

– Ele vai voltar. – Ela disse confiante. Assenti e apertei o braço de Jake, me encolhendo. – Alice. – Minha mãe chamou. Minha tia apareceu na porta do quarto, num instantes. Dessa vez ela não estava com o olhar sorridente de sempre. – Por favor, prepare um banho pra Renesmee.

– Pode deixar Bella. – Ela disse e se dirigiu ao meu banheiro.

– Bom, eu vou ao chalé um pouco. – Minha mãe disse se recompondo. Seu olhar era triste, mas ao mesmo tempo determinado. – Depois eu venho aqui, ok?

– Uhum... – Murmurei sem vontade. Ela deu um beijo em minha testa e saiu.

– Para de chorar, meu anjo. – Jake disse limpando minhas lagrimas com seus dedos morenos.

– Deu tudo errado. – Falei me encolhendo. – Não estou com uma sensação boa.

– O que?

– Sinto que a qualquer momento algo ruim pode acontecer. – Falei preocupada.

– Nada vai acontecer Ness. Você só está triste. Quando seu pai voltar, vai tudo voltar ao normal. – Ele disse carinhoso. – Não fica assim, não.

– Se ele voltar, Jake. – Falei triste. – O olhar que ele deu pra mim... – Comecei a chorar mais e mais, lembrando o olhar frio que meu pai deu pra mim antes de sumir.

– O banho ta pronto, Nessie. – Tia Aly disse carinhosa. Assenti. Ela deu um meio sorriso, e saiu do quarto.

– Vem. – Jake disse me pegando no colo. – Você deve estar cansada.

– Um pouco. – Falei soluçando.

Jake deu um beijo em minha testa, e nos encaminhou para o banheiro. Me colocou delicadamente no chão, e eu continuei abraçada a ele. Não queria soltar. Seu calor era um dos motivos pra eu conseguir não chorar mais do que já estava. Me reconfortava.

Ele se agachou a minha frente, e foi desamarrando meus tênis. Os tirou feito um cavalheiro, e os arrumou num canto do banheiro. Levantou-se e eu continuei abraçada a ele. Jake desceu sua mão até minha cintura, e pegou a barra de minha blusa. E foi tirando devagar. Levantei os braços. Como eu já tinha ficado de sutiã na frente dele uma vez, não fiquei com tanta vergonha. Ele tirou, e pendurou a blusa num gancho da porta.

– Ta tudo bem? – Jake perguntou receoso.

– Uhum... – Murmurei.

Jake se sentou na beirada da banheira, e me puxou para o seu colo. Foi me ajudando a tirar meu short. Ele percebeu. Parecia que eu estava meio grogue. Não sei... Acho que a tristeza deixa a gente meio assim... Mole, sem vontade de fazer nada.

Jake tirou meu short, me deixando só de lingerie. E por mais que isso fosse um momento mais intimo pra nós, Jake não demonstrou nada porque sabia que eu estava triste. E ele só queria me ajudar. Sorri fraco com esse pensamento. Alguns caras poderiam se aproveitar desse momento, mas o Jake não. Só está aqui pra me ajudar.

A casa estava silenciosa. Não tinha barulho de TV alta, não tinha minha tia dando piti, e não tinha meu pai. Ele sempre ficava no piano tocando melodias lindas, que sempre me acalmavam. Deu vontade de chorar sentindo o silencio do momento.

Jake me colocou dentro da banheira quente, e se sentou num banquinho que tinha lá do lado. Ficou fazendo carinhos em meu ombro, enquanto eu segurava sua mão fazendo carinhos circulares com meu dedo.

Fiquei parada dentro da banheira. Soluçando um pouco, de olhos fechados. Jake ficou fazendo carinho em mim, e de vez em quando sussurrava um “calma” pra mim. Mas acho que eu só ficaria calma quando meu pai voltasse pra casa.

Senti Jake soltar minha mão. Estranhei e abri os olhos. O olhei surpresa. Jake tirou sua camisa, ficando só de bermuda, e entrou na banheira.

– Vou te ajudar. – Ele disse fazendo carinho em minha bochecha. Sorri envergonhada.

Jake pegou o sabonete e começou lavando delicadamente meus braços, passando suas mãos quentes, me ensaboando. Fui ficando mais relaxada com seus toques. Desceu sua mão pra minha barriga, mas sempre com respeito. Fiquei admirada com o doce de pessoa que é meu lobinho.

Ensaboou-me toda, menos algumas partes, afinal isso seria meio estranho, constrangedor, e não dava porque eu estava de lingerie. Puxou-me pra frente, e me abraçou, levantando meu cabelo, e lavando minhas costas. Apoiei minha cabeça em seu ombro, e fiquei absorvendo seu calor.

– Não fica triste, pequena. – Jake disse em meu ouvido. – Te amo.

– Também te amo, meu príncipe. – Falei beijando seu ombro desnudo.



Notas finais
dia dos namorados meio tenso pra esses dois... comentem e recomendem

até a proxima!