Uma Historia De Amor
1 Superações parte 1
Notas iniciais
Tenham imaginação, os personagens são meus, mas fiz uma capa para que possam imaginar.
ESSA HISTORIA SE DEUS QUISER VAI VIRAR UM LIVRO, primeira mão pra vocês ^^'
Superações
Tomar decisões era muito difícil, resolvi parar de fumar e beber. Eu receberia alta daqui uma hora, os médicos disseram que eu não tinha mas jeito e que seria melhor pra me aproveitar os últimos meses que me restaram de vida. Todos imaginavam que se eles não me dessem alta eu sairia dali do mesmo jeito, pelo o meu jeito arrogante, atrevida e meus palavreados.
- Senhorita Nicole a sua alta, já pode ir embora... Há a suas coisas estão na recepção. – Um homem bem charmoso falou comigo.
- Tá legal e você quem é? – Eu e minha arrogância, tinha que treinar mais a educação.
- Aparte de agora seu medico, mas pode me chamar de Gabriel.
- Desculpa pela generosidade. – Disse rindo. – Mas eu já não recebi alta?
- Sim você recebeu, mas eu vou ficar de olho em você mocinha. Daqui uma semana eu vou dar uma visitinha a sua casa, pra ver como esta a sua saúde. – Ele tinha umas maninha lindas no modo de falar.
- Quer saber da minha saúde? Não tem nada de mais nela, só que eu vou morre de câncer e nada mais. – Disse tentando me distrair e que não tinha me dado conta do que eu tinha falado, eu ia morre.
- Eu sei que é difícil, pode ir. Precisando de me o endereço da minha casa esta junto com as suas coisas, telefone, rua onde eu moro. – Sorri, depois de ele da o recado se foi pela porta. Agora terei que enfrentar muitas coisas, não queria que ninguém soubesse da minha doença e nem que vou morre, não quero que ninguém sinta pena de me.
Peguei as minha coisas e fui para casa, todos ia perguntar aonde eu passei esse tempo todo sumida e direi o seguinte: Viajei, para refletir sobre toda a minha vida.
Não tenho que dar satisfação a ninguém, a vida é minha. Peguei um taxi e chegando em casa todos surpresos por me verem.
- Nick, meu amor. – Minha mãe carinhosa como sempre e eu sempre a rejeitava, naquele momento eu resolvi lhe abraçar forte, teria que dedicar um tempo para ela, ela merecia.
- Desculpa ter sumido... Mãe te amo, mas você tem dinheiro pra me emprestar para pagar o taxi? – Ela me soltou e foi correndo para dentro de casa. – Me da licença, ela já deve esta vindo.
- Moça eu ainda tenho outras pessoas para pegar, se puder se apresar.
- Olha aqui eu estou pagando e estou tentando ser educada, se dê pra calar a sua boca de merda eu lhe dou o dinheiro. – Ele se calou assustado com o modo que eu falei com ele.
- Esta aqui filha. – Minha mãe tinha me dado vinte reais e a corrida tinha sido só dez, paguei ao cara do taxi e ele foi embora.
- Toma mãe foi só dez.
- Fique pode ficar. – Sua generosidade sempre me comovia, seu amor por me sempre foi maior do que os meu demais irmãos que era dois.
- Obrigado, tenho que ir na casa do Jeff.
- Filha aonde você estava filha? Fiquei tão aflita. – Seus olhos protetores me deixava a comover.
- Só viajei mãe, já estou saindo. – Entrei em casa guardei as minhas coisas e quando eu vi um papel, do medico gato, guardei no bolso da minha calça e fui na casa do meu namorado. Chegando lá eu pego a chave que eu tinha, abri e entrei.
- Nick? Onde você estava? – Ele parecia surpreso e a minha presença ali parecia que não tinha sido uma boa hora.
- Viajei, queria pensar na vida. – Ele me deu um abraço e logo me soltou. – Temos que conversar. – Eu queria falar pra ele da minha doença, mas só pra ele, eu o amava muito e achava que ele deveria saber.
- Tem razão. – Estranhei, ele nunca falou assim antes. Ele se sentou no sofá de visitas e me sentei ao lado dele. – Nick... – Ele deu um breve silêncio, que não precisava dizer mais nada. – Não podemos mais ficar juntos, eu estou apaixonado por outra pessoa.
- Não precisava me dizer isso, eu não preciso de mais um motivo pra morre. – Não chorei, mas eu queria. – Quer saber a verdade? Eu vou morrer.
- Nick não precisa se matar por causa disso, eu ainda posso ser seu amigo, podemos fazer isso juntos. – Eu ri com vontade de chorar e ria histericamente.
- Sabe a parte mais engraçada, é que eu já estou morrendo e nem você e nem ninguém é capaz de fazer isso parar. – Sai correndo daquela casa, ele não podia fazer isso, eu o amava tanto. Joguei a chave que estava na minha mão no chão, botei a mão no bolso e vi um papel e me lembrei que era do medico, peguei o meu telefone e disquei para o numero que ele tinha me dado.
- Alô, alô. – Não tive coragem de falar, mas eu tinha que conversar com alguém e esse alguém tinha que ser ele, eu mal o conhecia. Liguei novamente.
- Alô, quem é?
- Sou eu a Nicole, eu estou precisando conversar. – Disse chorando.
- Aonde você esta? Eu vou pra ir agora.
- Não, aonde você estar? Eu quero sair daqui.
- No hospital, você vem aqui e agente vai para outro canto.
- Tudo bem. – Desliguei, acenei pro primeiro taxi que passava e entrei, quando eu vejo era o mesmo motorista da primeira vez.
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