Notas iniciais
Então queridos leitores... Não, eu não morri!!! XD peço muitas desculpas pela demora... Mas não tá fácil esse semestre... A prova disso é que a minha maior nota até agora foi um 5,7 em Física 1 (nem vou falar a mais baixa, só vou falar que foi em Cálculo 2) haha enfim... Desculpa mesmo!!! Mas eu realmente espero que vocês entendam a situação :/ E além da universidade, também tem umas outras tretas rolando na minha vida... Tá tudo uma maravilha -.-' E UM MUITO OBRIGADO PARA A Blair Black POR TER RECOMENDADO A FANFIC!!! SÉRIO FIQUEI TIPO MUITO MUITO MUITO FELIZ!!! Mas enfim... Vocês já esperaram demais haha aproveitem a leitura!!!

Após um mês inteiro de férias, o qual Thomas e Newt usaram para assistirem a séries e filmes juntos, as aulas estavam de volta. E, com elas, mais alguns calouros. Thomas e Newt haviam concordado em irem na aula trote dos calouros para ver os novos alunos (os “trolhos”, como os veteranos chamavam) ficando nervosos.

Dessa vez, quem iria fingir ser o professor era Gally, um veterano um pouco mais velho do que Newt e bem mais carrancudo. Thomas ainda se lembrava dele. Não eram muito amigos, mas Gally esteve na aula trote de Thomas e também havia entregue uma camiseta e um pacote de camisinha para o moreno alguns meses antes. Como se esquecer disso?

A aula do veterano foi um tanto quanto caótica. Muitos gizes voaram nos alunos e a maioria estava acreditando veementemente que derivadas parciais de funções de várias variáveis e planos tangentes a superfícies eram conteúdos que já foram vistos no ensino médio e que iriam cair na primeira prova de Cálculo sem nenhuma explicação do professor. Thomas podia jurar que havia ouvido algum trolho chorar.

No resto, a aula foi seguindo, até revelarem que não era uma aula normal e sim uma aula trote.

Porém havia uma coisa que havia intrigado Thomas. Uma caloura ficava o encarando de tempos em tempos. Curioso, o moreno tentou buscar mais informações com Newt.

“Você sabe quem é ela?” Thomas sussurrou para Newt, apontando na direção da garota.

“Tá falando da garota que fica te encarando?” Disse Newt, com um leve tom de desdém em sua voz.

“Ai, que fofo. Modo ‘ficante ciumento’ ativado com sucesso,” brincou Thomas. “Você devia ficar com ciúmes mais vezes. É fofo.”

Newt riu. “Fofo vai ser a minha mão na cara dela se ela te encarar por mais cinco minutos de novo.”

“If you like it, then you should put a ring on it,” disse Thomas, apontando para o seu dedo anelar e rindo.

“Eu não acredito que você acabou de citar uma música da Beyoncé.”

Thomas deu de ombros, rindo.

Quando a aula foi oficialmente encerrada, Newt e Thomas saíram de mãos dadas. Obviamente, Newt fez questão de passar na frente da caloura. Quem ela era ainda o intrigava. Algo dentro dele dizia que eles se conheciam de algum lugar, mas Thomas não sabia dizer de onde.

Após as aulas, os dois seguiram para o apartamento de Thomas, onde sempre dispunham de toda a privacidade de que precisavam. Eles passaram a tarde “jogando” uma brincadeira que eles haviam inventado algumas semanas antes das férias começarem. As regras eram simples e claras: os dois pegavam um livro de uma matéria (Cálculo II, por exemplo) e tinham que resolver 3 questões por rodada dentro de um prazo de meia-hora. Quem não resolvesse as 3 antes do período ou então tivesse errado mais questões dentro do prazo de trinta minutos, tirava uma peça de roupa. Um jeito bem gostoso de unir o útil ao agradável.

Como após algumas rodadas alguém sempre terminava completamente nu, a brincadeira acabava por ali. Claro, uma brincadeira acabava, mas outra sempre começava logo em seguida, uma brincadeira bem mais divertida, na opinião dos dois.

Mesmo após alguns meses estando juntos, eles ainda não haviam “ido mais além” do sexo oral. E nem sentiam muita necessidade. Tudo estava bom exatamente do jeito que estava.

No dia seguinte, os veteranos já estavam tendo aulas normais. O período de moleza era para os calouros apenas. Após as aulas, Newt foi obrigado a ir para a casa dele, com seus pais. Eles insistiram que parecia que Newt nem morava mais lá porque ou ele estava na universidade, ou na casa de algum amigo (mais especificamente de Thomas, mas às vezes o loiro mentia para os pais para que eles não soubessem que ele passa 90% do seu tempo no apartamento do moreno).

Thomas estava sentado num dos vários bancos espalhados pelo campus conversando com seu amado Newt pelo celular.

Como tá aí?

Incrível! Meus pais são muito mais legais q vc, Tommy...

Sinto muito te informar...

Acho que vou me mudar pra casa deles

Hahaha

:O

Oh, não! O que eu farei agora???

Sem a sua cara babada e remelada matinal, pra quem eu vou olhar quando acordar?

Kkkkk

Vc nem vai sentir falta da minha cara feia

Vc não é feio

Tommy...

Eu poderia inclusive usar indução matemática pra provar

Usar redução ao absurdo pra demonstrar que vc não é feio

Mas...

Mas???

Sua beleza é como um axioma

Não precisa ser provado e nem demonstrado

Seu gato

Haha

Às vezes eu me pergunto porque eu gosto de vc

Hahaha

Idiota

Te amo, Tommy ♥

Também te amo, minha estrela ♥

E assim se encerrou a breve, porém profunda, conversa deles. Thomas ainda estava mexendo em seu celular quando alguém se aproximou dele.

“Olá,” disse a garota.

Thomas olhou rapidamente para os lados para se certificar de que ela estava de fato falando com ele. “Oi,” ele respondeu.

“Você é o Thomas, né?”

“Sim, e você é...?”

“Teresa. Meu nome é Teresa,” ela respondeu. Agora que Thomas sabia o nome dela, e que ela estava a uma distância muito pequena dele, o moreno parou para prestar atenção em como ela era. Ela era bonita, tinha feições delicadas, olhos claros (Thomas não conseguiu identificar a cor entre o azul e o verde), cabelos escuros quase pretos, que caíam até os ombros. Provavelmente dentro de algumas semanas ela teria metade dos garotos da universidade flertando com ela.

“A gente se conhece? Você me parece meio familiar,” disse Thomas para Teresa, que agora se sentava ao lado dele.

“Eu imaginei que você não iria se lembrar,” ela disse e soltou uma risadinha. Foi uma risada gostosa, mas nada comparada à de Newt. “Nós estudamos juntos. Até a quarta série. Depois disso meus pais mudaram de cidade e logicamente eu fui com eles.”

“Quarta série? Nossa, sinto muito mas eu nem lembro do que eu comi ontem no almoço,” Thomas disse, tentando fazer uma piada para descontrair. Ele realmente não se lembrava dessa garota. “Mas quem diria... Quais são as chances de você se mudar de cidade e depois nós nos reencontrarmos na universidade?”

“Exatamente!” Teresa exclamou.

Essa breve conversa foi seguida por alguns momentos de um silêncio constrangedor.

“Então,” a garota começou, tentando continuar a conversa, “eu não pude deixar de notar que ontem você saiu de mãos dadas da sala de aula com um garoto.

“Ah, sim. O nome dele é Newt. Nós estamos juntos,” disse Thomas, sem saber exatamente como definir “juntos”.

“Que interessante. Mas você sabe que isso é errado né?”

“O que?”

“Você sabe. Dois garotos... Juntos.

Thomas riu. “Ok, é hora de eu ir embora.”

“Espera! Eu acho que você deveria dar uma chance pra alguma garota, pra você se consertar enquanto ainda dá tempo.”

“Eu estou a três segundos de te mandar ir tomar no cu, então eu realmente acho que é melhor eu ir embora,” Thomas disse, extremamente furioso com essa tal Teresa. “Eu gosto muito do Newt e nada do que você disser vai mudar isso.”

Antes que Thomas pudesse ter qualquer reação, Teresa o beijou.

Notas finais
Então, o que acharam? Vou ser sincero e vou dizer que não foi o meu capítulo favorito nem nada... Por conta de tudo o que tem acontecido, eu estou com um leve bloqueio pra escrever... Mas eu espero que logo passe hehe Mas me digam o que vocês acharam!!! O que gostaram, o que não gostaram, etc. AH! E se vocês viram The Scorch Trials, comentem também o que acharam do filme :) Vou tentar não demorar dois meses pra postar o próximo hehe abraços pra vocês :3 Para quem não sabe o que é um axioma, essa é a definição: premissa considerada necessariamente evidente e verdadeira, fundamento de uma demonstração, porém ela mesma indemonstrável, originada, segundo a tradição racionalista, de princípios inatos da consciência ou, segundo os empiristas, de generalizações da observação empírica [O princípio aristotélico da contradição ("nada pode ser e não ser simultaneamente") foi considerado desde a Antiguidade um axioma fundamental da filosofia.]. Posso estar errado, mas, até onde eu sei, também existe o axioma do número 1, que diz que o 1 é um número pertencente ao conjunto dos números naturais, e isso foi muito importante pro surgimento da teoria dos conjuntos. Fanfic também é conhecimento haha :)