Notas iniciais
Olá, queridos leitores!!! Não, eu não morri... Apenas estava terminando o meu primeiro semestre na faculdade :/ foi difícil? Foi, super... Mas consegui passar direto em todas as seis matérias (sim, incluindo geometria analítica e cálculo diferencial e integral)!!! Chorei haha enfim... Peço desculpas pela demora mas também peço que entendam a situação... Sobre o capítulo anterior, eu mudei uma frase. Só uma frase. Imagino que todos os que leem essa fanfic já tenham lido "A Cura Mortal", e sabem o que acontece no livro. Eu aproveitei a frase final (não do livro, apenas do personagem) e usei no capítulo anterior (a tão famosa e devastadora frase: "Por favor, Tommy. Por favor.")... Enfim, só pra avisar vocês... Sem mais atrasos, aqui está mais um capítulo lindo pra vocês haha aproveitem! Tem uma surpresinha pra vocês nesse capítulo.

Levara 3 meses para que Thomas e Newt soubessem o que um sentia pelo outro e começassem a sair, e, agora, eles estão juntos há quase 3 meses. O que significa que...

“Finalmente as aulas acabaram,” disse o calouro, ainda deitado em sua cama. “Não aguentava mais estudar.”

Era o primeiro sábado de férias dos dois.

Thomas estava sem camiseta e deitado ao lado de Newt. Os dois haviam passado a noite juntos na casa do calouro. O loiro precisou mentir para os pais, dizendo que ainda tinha mais uma semana de aula e que ainda tinha um trabalho a fazer, e, por isso, iria dormir na casa de um amigo. O calouro também usou a mesma desculpa com os pais, dizendo que ainda tinha uma semana de aula restante, já que os mesmos queriam que ele voltasse para casa durante as férias.

Newt apenas riu do comentário de Thomas. “Falou o cara que deu uma passadinha na biblioteca ontem e pegou uns três livros de Cálculo e Geometria pra estudar nas férias.”

Thomas riu. “Vou tomar um banho.”

Enquanto o moreno tomava banho, Newt resolveu preparar alguma coisa para os dois comerem. Afinal, haviam acordado tarde e já era hora do almoço. Ele procurou em toda a cozinha do apartamento de Tommy e não encontrou nada. Nem sequer um miojo para ser feito.

Quando o moreno terminou o banho, Newt foi caminhando em direção ao banheiro para falar com o calouro. “Tommy? Onde você guarda a sua comida? Em algum bunker pra sobreviver a um apocalipse zumbi?” O veterano riu com sua própria piada e deu uma leve batidinha na porta do banheiro e já a abriu. “Eu ia...”

O loiro parou de falar quando viu Thomas completamente nu, com um pouco de água ainda escorrendo pelo corpo. Rapidamente, o calouro cobriu suas partes íntimas com a toalha.

“Seria bom você fechar a boca. Tem uma poça de saliva aos seus pés,” brincou Thomas, rindo de Newt.

“Desculpa,” disse o veterano, ficando vermelho.

“Você devia fazer mais disso.”

“O que?” Perguntou Newt, confuso.

“Ficar vermelho, envergonhado,” respondeu Thomas. “Você fica muito fofo desse jeito.”

Dito isso, o veterano ficou ainda mais corado. Thomas olhava fixamente os olhos de Newt e se aproximou do loiro, suas bocas ficando a poucos centímetros uma da outra.

“Eu ainda não fui comprar comida. Acho que a gente vai ter que sair pra almoçar,” disse o calouro logo antes de beijar Newt.

Foi um beijo quente e safado, pois Thomas deixou sua toalha cair “acidentalmente” e ficou roçando seu corpo no de Newt. Suas línguas estavam se divertindo enquanto exploravam cada canto das suas bocas. O beijo teria sido mais longo se a barriga de Thomas não tivesse roncado como se nunca tivesse visto comida antes, fazendo com que os dois começassem a rir e parassem de se beijar.

“Eu vou trocar de roupa pra gente sair,” disse Newt. “Depois nós podemos continuar de onde paramos,” e piscou para Thomas.

Os dois foram, a pé, a uma pizzaria próxima à casa de Thomas. Pediram uma pizza grande metade de frango com catupiry e metade de chocolate, os sabores favoritos dos dois.

Quando Thomas foi colocar um pouco de refrigerante em seu copo, ele começou a observar aquela espuma se formar e então, lentamente, se desfazendo. Isso fez com que ele se lembrasse de uma nebulosa, e ele começou a divagar em seus pensamentos.

“Você fez aquilo de novo.”

“Aquilo o que?” Perguntou Thomas.

“Tommy, você está há uns cinco minutos encarando seu copo,” respondeu Newt. “Gostaria de compartilhar os seus pensamentos?”

O loiro pode ter soado um pouco chateado e desinteressado com isso, mas não era a verdade. Ele adorava ver seu Tommy completamente absorto em seus pensamentos, adorava ouvir seu Tommy falar de coisas malucas e interessantes, coisas que poucas pessoas sabem, coisas que muitos calouros de física não sabem, mas que Tommy sabe.

Talvez Newt tenha dito isso algumas poucas vezes em voz alta, mas ele sentia muito orgulho de Thomas. E, por mais que adorasse isso, ainda não entendia como alguém como Tommy iria gostar de alguém como ele. Será que a física algum dia explicaria isso para Newt?

“Então...” começou Thomas. “Eu tava pensando em nebulosas e estrelas.”

“Disserte sobre,” Newt o incentivou.

“Você deve saber que os átomos de todos os elementos não se formaram na hora do Big Bang, né?”

“Sim,” disse Newt, confuso. “Mas o que isso tem a ver com um copo com refrigerante?”

“Calma, eu vou chegar lá,” respondeu o calouro. “Então, se eles não foram formados durante o Big Bang, quando e onde eles foram feitos?”

Newt olhou intrigado para Thomas. “Estrelas. Você sabe disso.”

“É pra você ir respondendo pra acompanhar o meu raciocínio, besta,” o calouro disse e os dois riram. “Ok, então, tinha uma nebulosa perdida no universo, girando e girando, até que ela colapsou por causa da gravidade e começou a formar estrelas no meio daquele monte de gases e pó. E qual é uma das coisas que acontece numa estrela?”

“Bom, pelo rumo da conversa, eu diria ‘formação de, literalmente, todos os elementos’.”

“Exato! E, se os elementos são formados numa estrela, como eles vieram parar aqui e em todos os cantos do universo?”

“As estrelas morreram, liberando os elementos,” disse Newt.

“Isso! O que quer dizer que tudo ao nosso redor um dia foi uma estrela. Ou seja, eu estou tomando uma estrela,” disse Thomas, e então bebeu um gole de seu refrigerante.

Newt levou alguns segundos para se recuperar dessa conversa meio filosófica sobre estrelas. Mas o tópico da conversa não importava muito. O que realmente valeu a pena foi ver Tommy sorrindo e seus olhos brilhando enquanto ele falava sobre as suas ideias.

“E eu estou comendo uma estrela,” disse o veterano, levando um pedaço de pizza à boca.

“E os seus olhos, que parecem duas estrelas, são feitos de uma estrela de verdade!” Disse o calouro, olhando para Newt.

“Acho que essa foi uma das coisas mais românticas que você já me disse.”

Os dois continuaram o almoço conversando sobre estrelas, buracos negros, planetas órfãos, filmes e séries. Quando acabaram, voltaram para a casa de Thomas.

O dia dos dois foi bem “produtivo”: passaram o resto da tarde assistindo a algumas séries no Netflix. Quando a noite chegou, comeram uma pizza que haviam pedido no almoço para levarem para casa.

Depois de tomarem mais um banho, os dois foram para a cama de Thomas, onde ficaram abraçados por um tempo.

De repente, Newt se pôs sobre Thomas e o encarou. “Acho que a gente tinha interrompido uma coisa bem legal,” disse o veterano.

“Achei que você tinha esquecido.”

“Nunca vou me esquecer do que eu vi,” brincou Newt, que começou a beijar o moreno.

“Bobo,” sussurrou Thomas, no meio do beijo.

Os dois já estavam sem camiseta, o que acelerou um pouco o processo.

O loiro começou a beijar o pescoço de Thomas, que gemia em seu ouvido. Newt continuou com os beijos e foi descendo. Quando chegou aos mamilos do moreno, este começou a gemer ainda mais. Mas Newt não parou ali, e continuou a descer.

O veterano foi beijando o corpo de Thomas até chegar no umbigo dele. A partir dali, Newt começou a passar sua língua pelo corpo do calouro, até chegar bem perto da cueca dele, o que fazia com que os gemidos de prazer do moreno aumentassem.

Thomas puxou Newt para um beijo, e começou a fazer o que o veterano havia acabado de fazer. Só que Thomas continuou. Newt não o puxou para mais um beijo, então o calouro começou a dar leves mordidas por sobre a cueca do veterano, fazendo com que este gemesse. Após as mordidinhas, Thomas tirou a cueca de Newt, revelando um membro extremamente excitado. O tamanho era normal, nada gigante, mas era a primeira vez de Thomas, então ele encontrou alguns problemas para colocar o órgão do loiro na boca. Aliás, Thomas não sabia de onde tinha arranjado coragem para fazer isso, afinal não possuía nenhuma experiência. A única coisa que sabia era que queria que isso fosse especial para Newt, pois essa também era a primeira vez dele.

O veterano, então, interrompeu Thomas e deitou-se ao lado dele, para que começassem um delicioso 69. Nenhum dos dois sabia o que era melhor: dar prazer para alguém que gostavam tanto ou então receber o prazer.

Infelizmente, era a primeira vez dos dois e nenhum deles tinha muita experiência, o que quer dizer que os dois chegaram ao orgasmo rapidamente, e ejacularam na boca um do outro. Foi uma sensação incrível para os dois. Claro que o gosto de sêmen não chega nem perto do gosto de uma pizza, mas os dois engoliram sem fazerem muitas caretas, e voltaram a se beijar.

“Eu te amo,” disse Thomas.

“Eu te amo também.”

E os dois se deitaram, um pouco suados.

Pouco antes de adormecer nos braços de Newt pela segunda noite seguida, Thomas pensou: eu transei com uma estrela.

Notas finais
Então, o que acharam??? Espero que a surpresinha tenha compensado o atraso hehe é a primeira vez que eu escrevo lemon então pode não estar muito bom. Aceito críticas hahaha Mas sério... Comentem, digam o que estão achando, etc... A opinião de vocês é importante e eu não mordo, podem vir falar comigo kkkkk Não prometo nada, mas vou fazer o possível pra escrever e postar mais dois capítulos antes de as minhas férias acabarem. Beijos pra vocês e até o próximo!