Um novo Vingador

6 O primeiro super-vilão o herói nunca esquece...


Notas iniciais
Chegamos a parte 6 com uma nova aventura, queriam que eu mostrasse algum herói? Desejo realizado, leia e descubra quem é.

Saí da loja e vi duas garotas chegando, eu saí apressado, elas entraram felizes, eu podia imaginar a cara de decepção delas sendo as segundas a comprar o CD. Cheguei ao apartamento e pus os presentes no meu quarto.

– O que foi que você botou lá no seu quarto? – Jess me perguntou.

– Um presentinho especial pra Felicia. – Respondi.

– Hummm, garotas adoram presentes. – Ela disse. – O que você comprou?

– Um CD da banda favorita dela e ganhei um pôster autografado por ser o primeiro a comprar o CD. – Respondi para Jess.

– Tenho certeza que Felicia vai gostar. – Jess me disse.

– Ela vai é pirar. – Acrescentei. – Vou dar uma volta por aí, já volto.

Eu fui até a sacada e olhei para baixo, não tinha ninguém lá, então eu pulei, pousei em segurança e comecei a andar pelo bairro, eu não tinha vontade de ver TV, não tinha graça sem a Felicia, olhei no relógio e eram dez e quarenta e cinco, geralmente o horário de intervalo na manha eram as onze, então corri para o colégio, chegando o sinal bateu e eu fiquei andando pelo campus, não demorou muito e eu vi Felicia saindo com as amigas de dentro da escola.

– Felicia! – Gritei.

Ela olhou em volta e me viu, veio correndo em minha direção.

– Oi, o que faz aqui? – Ela perguntou me abraçando.

– Assistir TV sozinho é muito chato. – Falei.

– Own, ele não consegue ficar longe mim, não é bonitinho garotas? – Felicia perguntou para as amigas, mas dessa vez tinha mais duas.

Posso dizer que as duas não deveriam ser amigas uma da outra, por que uma tinha um estilo mais rock, eu pude notar pela maquiagem e pelo cabelo espetado, a outra era uma patricinha de cabelo loiro e olhos azuis.

– Kayque, essas são outras duas amigas minhas, Sam... – Ela apontou para a rockeira.

– E aÍ. – Ela disse.

Eu levantei a mão e fiz o simbolo rock e ela sorriu satisfeita.

– E essa é Nancy, mas nós a chamamos de Linda. – Felicia apontou para a patricinha.

– Oi. – Ela disse.

– Parece que o apelido combina com você. – Falei sorrindo.

Felicia me deu uma cotovelada no braço e pigarreou.

– Segura a sua onda. – Felicia me disse de cara fechada.

– Quem está com ciúmes agora? – Perguntei.

– Eu não estou com ciúmes, Linda já namora. – Felicia disse. – O namorado dela estuda em outro colégio.

– Ei sei que não está com ciúmes, não tem motivo pra isso. – Eu falei afagando o cabeça dela. – Posso estar ficando louco, mas já sinto falta de fazer isso.

– Own que fofo você faz carinho nela? – Linda perguntou pra mim.

– Ah o tempo todo, ela não me deixa nem dormir. – Respondi.

Ouvi o primeiro sinal tocar.

– Tá na minha hora, tchau gata. – Eu disse dando um beijo no rosto de Felicia. – Tchau Ana, Gina, Linda e Sam... – Eu disse olhando para ela, fiz o símbolo do rock outra vez.

– Não precisa dizer nada além disso. – Ela falou me devolvendo o gesto.

Eu fui embora, mas antes que eu pudesse voltar a andar, a chatice voltou.

– Você pode ter ganhado de mim ontem, mas não vai conseguir hoje. – Tom disse me encarando, notei que tinha mais dois garotos no grupo.

– Acha que vai ganhar de mim no numero de pessoas zoófilo? – Perguntei.

Ele não respondeu, me deu um soco na cara.

– Isso tudo que consegue fazer? – Provoquei voltando a normal como se não fosse nada. – Minha vez. – Eu o soquei no mesmo lugar do dia anterior.

Ele cambaleou para trás e caiu.

– Acabem com ele! – Tom gemeu segurando o machucado.

Os quatro vieram uma vez, eu não queria admitir, mas eu adorava aparecer daquele jeito, me esquivava de tudo sem problema algum e acabei com os quatros com simples socos na cara.

– Agora se quiserem, tragam a escola toda, eu vou acabar com vocês de novo. – Eu falei para Tom que ainda estava no chão.

Olhei para trás e vi que as garotas ainda estavam ali, Felicia era a única de boca fechada, eu acenei para elas, andei por cima de Tom e fui embora. Chegando ao apartamento eu vi Luke sentado vendo TV.

– Os Yankees ganharam? – Perguntei.

– Infelizmente sim. – Luke respondeu suspirando.

– Chupa essa Dodgers. – Falei. – O almoço vai ficar pronto quando?

– Sei lá, Sandra está na cozinha. – Luke disse não tirando os olhos da TV.

Fui até a cozinha, Jess e Sandra estavam lá.

– Me deixa adivinhar, Arroz, Carne ensopada, purê de batata e espaguete. – Falei.

– Nossa, você é bom. – Jess me disse.

Me sentei ali e esperei o almoço, não demorou muito e a comida estava na mesa, o almoço estava ótimo como sempre, depois fui para sala assistir TV, Luke também sentou ali.

– Ei garoto, quero te dizer uma coisa. – Luke disse. – Eu vejo que você está indo por ai e batendo nos caras que ficam no seu caminho sem medo.

Eu acenei para que ele continuasse.

– Mas não deixe isso subir a sua cabeça, quando somos fracos e ficamos fortes de uma hora para a outra, alguns mudam, quando você ver você vai ser igual aos quem você machucou, um valentão. – Luke disse.

– Eu sei Luke, é bom ser forte como eu ou você, mas eu não posso evitar, por mais calmo que eu seja, eu sempre me reprimi por não poder fazer nada. – Falei. – Mas não se preocupe, só dou surra em quem merece, todos que vieram para cima de mim não me conheciam e me julgavam mal.

– Eu entendo, você é daqueles que adora ver os inimigos quebrando a cara, eu também sou assim, mas só bata se for realmente necessário, lembre-se, você é mais forte que todas as pessoas comuns desse mundo agora, se você se irritar pode fazer algo terrível como matar, olhe bem, você poderia ter matado o Nate, mas você conseguiu se conter.

– Eu só quis dar uma lição nele, não machuca-lo de verdade, eu não quero ser um justiceiro...

– Você quer defender as pessoas que ama... – Luke completou. – Você só bateu naqueles que ameaçaram machucar Felicia, livrar alguém de um problema é bom, mas ajudar quem você ama, é quase magico.

– Obrigado Luke, sua conversa me ajudou muito. – Falei botando a mão no ombro dele. – Não achei que você pudesse ser sentimental assim.

– Você viu? Acabou de me julgar mal, mas só porque não me conhece. – Ele falou. – Por trás das cortinas as pessoas podem ser diferentes, você me via como um demolidor de bandidos, mas agora estou aqui te dando um conselho de vida.

– Você está certo, vou me controlar a partir de agora. – Prometi. – Mas veja bem, vou tentar, isso não quer dizer que vou conseguir.

– Eu sei garoto, nem eu poderia prometer me controlar sempre, não importa aonde seja sempre vai haver alguém que merece umas porradas, você só precisa torcer para não encontrar outra pessoa, aliás, só bata em outro garoto se ele machucar alguém ou te dar uma bifa na cara, não se preocupe com o soco, não vai doer mesmo. – Ele disse.

– Bom depois dessa conversa revigorante, vou assistir TV, me acompanha? – Perguntei.

– Eu não vou deixar você coçar a minha cabeça. – Ele falou olhando torto.

– Não se preocupe, Felicia ficaria com ciúmes. – Eu disse rindo.

Vimos o canal de esportes, a noticia da vitória esmagadora dos Yankees em cima dos Dodgers ainda passava Luke não se conformava com aquilo, eu achava legitimo, um tempo passou e eu olhei para o relógio, eram 15:00h, eu tomei um banho, me arrumei, peguei os presentes e fui buscar Felicia. A aula não havia acabado por isso eu esperei um pouco, não demorou muito e Felicia apareceu com as amigas.

– Kayque vamos rápido que eu preciso comprar o meu... O que é isso? – Ela disse pegando o presente embrulhado. – É pra mim?

Eu acenei com a cabeça, ela abriu e viu o que era ela começou a pular e dar gritinhos com as amigas.

– Ai Kayque muito Obri...

– Antes de você pular em mim. – Eu interrompi. – Quero te mostrar o que eu ganhei por ser o primeiro a chegar à loja e comprar o CD.

Eu mostrei para ela o pôster, ela olhou surpresa para aquilo, parecia que ia desmaiar, mas não, ela gritou ainda mais alto, pulou em mim e beijou o meu rosto em tudo quanto é lugar.

– Obrigada, obrigada, obrigada, você é o melhor de todos! – Ela gritou para que todos pudessem ouvir.

Ela pulou nas minhas costas.

– Vamos para a casa, estou mole demais para andar. – Ela falou para mim. – Até mais garotas, e Sam... Se corta tá? – Ela provocou a amiga.

– Você só teve sorte. – Ela respondeu.

Eu comecei a andar.

– Sério Kayque, obrigada mesmo, eu fiquei até desapontada por não conseguir o pôster, mas você salvou meu dia, de novo. – Felicia me disse.

– Era o mínimo que eu podia fazer você foi a primeira pessoa da minha idade que me aceitou como eu sou. – Falei.

– Que bom que eu fui a primeira, senão eu não teria o pôster. – Ela disse.

– Às vezes eu penso que você está andando comigo por interesse, só por que eu sou forte e te dou presentes legais. – Falei.

Ela me deu um tapa na nuca, apesar de não doer entendi o recado.

– Nunca mais repita isso, eu ERA assim, agora não sou mais. – Ela falou para mim.

– Certo, desculpe. – Me desculpei.

– Dessa vez eu te perdoo, mas da próxima não vou falar com você por uma semana. – Ela falou em tom de ameaça.

– Duvido que você fique sem carinho por tanto tempo. – Eu disse a ela.

– Eu posso pedir para o James. – Ela provocou.

– Não achei graça. – Falei em tom sério.

Ela riu, chegamos ao Hotel.

– Já quer andar daqui? – Perguntei.

– Não você vai me levar até o meu quarto, no meu apartamento. – Ela disse.

– Certo, lá vamos nos. – Falei.

Subimos de elevador até o andar dela parei na frente da porta e bati.

– Sra. Hardy! Entrega especial! – Chamei.

Ela abriu a porta e sorriu ao ver a cena, eu fui para o quarto de Felicia e abri a porta, me joguei na cama de bruços, com Felicia ainda nas minhas costas.

– Puxa nunca carreguei algo tão pesado por tanto tempo. – Falei. – Não vou conseguir levantar amanha.

– Vai se ferrar. – Felicia falou pra mim se levantando. – Você e essas suas piadas sem graça.

– Desculpe, não pude resistir adoro quando você fica zangada. – Falei me levantando.

– Sei. – Ela disse trocando de roupa.

– Olha, a lingerie que eu escolhi pra você. – Eu falei quando ela tirou a calça.

– Pelo menos você repara nas coisas. – Ela disse.

– Não tem como não reparar. – Eu disse não desgrudando os olhos dela.

– Ei, acorda. – Ela disse estalando os dedos.

– Foi mal. – Me desculpei.

Ela se vestiu outra vez e nós fomos para o meu AP, eu me sentei no sofá e ela deitou no meu colo, eu afaguei a cabeça dela.

– Esperei o dia todo por isso. – Ela falou.

– De uma forma engraçada, eu também. – Confessei.

Assistimos um pouco de TV.

– Sabe o que eu pensei agora? – Eu disse para Felicia.

– O que? – Ela perguntou.

– Vamos nos ver bem pouco durante a semana, porque você estuda durante a manha e a tarde, eu vou começar a treinar a tarde e também tenho aula a noite... Que coisa mais chata. – Eu disse.

– Temos os fins de semana, e as aulas não vão durar pra sempre, tem os feriados. – Felicia falou.

– Você está certa, mas mesmo assim, é muito chato. – Eu disse. – Não importa o tempo que seja eu sinto a sua falta, não consigo explicar.

– Own eu também sinto a sua. – Felicia disse passando a mão em meu rosto. – Mas tem que ser assim, não podemos ter tudo que queremos.

– Bom, seja como for mesmo que seja só um minuto, já vai ser o suficiente. – Falei.

Como num passe de magica eram 17:00.

– Já vou gatinho. – Ela disse e me beijou no rosto. – Amanha a gente se vê.

Felicia saiu e foi para casa.

– O jantar já está quase pronto! – Sandra gritou da cozinha.

Todos nos sentamos á mesa.

– Felicia gostou do seu presente? – Jess me perguntou.

– Ele comprou um presente pra ela? Ah garoto, to gostando de ver! – Luke disse feliz pra mim.

– Sim Jess ela adorou, tanto que eu tive que carrega-la até o prédio. – Respondi.

Ouvimos uma explosão que veio da rua.

– Mas que droga é essa?! – Luke disse se levantando.

Fomos até a amurada e olhamos para baixo, não dava para ver direito, mas uma loja de armas estava sendo atacada por alguem com uma capa e um... Capuz?

– Droga é ele de novo. – Luke disse.

– Quem? — Perguntei.

– The Hood (O Capuz) um dos nossos inimigos, ele deve estar tentando roubar armas para se fortalecer, vou impedi-lo. – Luke disse.

– Eu vou com você. – Eu disse.

– Não, você vai ficar aqui. – Luke me repreendeu.

– Quero ver você me parar. – Falei.

Luke estudou meu rosto e assentiu.

– Vamos nessa! – Ele gritou e pulamos a amurada.

Chegamos ao chão, Jess ficou para garantir que ele não atacasse o prédio, chegamos mais perto e Hood nos avistou.

– Luke. – Ele falou sorrindo maleficamente. – Que bom revê-lo.

– Sinto não poder dizer o mesmo! – Luke gritou para ele.

– E quem é esse moleque? Seu assistente pessoal? – Hood perguntou rindo.

– Kayque – Luke disse olhando para mim. — Apesar de ele estar com revolveres, as balas dele não perfuram, mas machucam muito por isso tome cuidado.

Assenti.

– Certo, desvie o que puder e tente chegar perto dele, esse é seu primeiro super vilão, então faça valer! – Luke gritou.

Fomos para cima, Hood era muito bom atirando eu desviava com muita dificuldade, eu não conseguia me aproximar, eu e Luke tentamos cerca-lo, mas foi em vão e isso teve um preço eu levei um disparo no ombro esquerdo e cai no chão.

– AU! – Praguejei.

– Kayque! – Luke disse e veio na minha direção sendo quase atingido.

– Droga, se tivéssemos alguém que pudesse voar. – Luke falou.

Naquele mesmo momento alguma coisa pesada atingiu Hood, ele voou para uma parede e se chocou contra ela quebrando-a.

– Mas quem...

– Tu não vais vencer hoje vilão! – Ouvimos uma voz grave gritar.

Luke olhou para trás e sorriu.

– Thor! – Ele gritou.

Thor estendeu o braço e seu poderoso martelo Mjolnir voltou para sua mão.

– Vós estóis bem camaradas? – Thor nos perguntou vindo em nossa direção.

– Tudo bem, só levei um disparo no ombro. – Falei a ele.

– Pelo que vejo tu és o jovem forte de que me falaram. – Thor me disse.

Eu assenti, eu ia dizer outra coisa, mas olhei para onde Hood tinha parado.

– Precisamos pega-lo. – Falei e me levantei.

Naquele momento Hood se levantou.

– Vocês venceram dessa vez, mas da próxima eu sairei vitorioso. – Ele disse e desapareceu em meio a uma fumaça.

– Que bom que chegou a tempo Thor. – Luke disse para o asgardiano. – Não conseguimos nos aproximar dele.

– Não há problema camarada, ele não é o tipo de adversário ideal para você. – Thor falou para Luke. – Agora se me permitem vou me retirar tenho outros assuntos a tratar.

Thor girou seu martelo e saiu voando.

– Ele sempre fala desse jeito? – Perguntei.

– Ele é um Deus, deixa ele falar do jeito que ele quiser. – Luke disse.

Voltamos para o Hotel.

– Vocês estão bem? – Felicia nos perguntou.

– Estamos, mas Kayque levou um tiro no ombro. – Luke disse.

– Deixe eu dar uma olhada. – Jess disse vindo à minha direção.

Eu tirei a camisa e ela viu o meu ombro, ele não estava perfurado, mas estava meio que afundado, ainda doía, enquanto ela observava ouvi a porta se abrir.

– Pessoal o que era aquela explo... – Felicia disse e parou quando viu meu ombro. – Kayque! O que houve?!

– Calma Felicia eu estou bem. – Eu disse enquanto Jess tentava dar um jeito no machucado. – O Hood atacou uma loja de armas, eu e Luke tentamos detê-lo, mas eu fui atingido, sorte nossa que Thor apareceu. – Falei a ela.

– Está doendo? – Felicia.

– Não, mas é claro que não, eu só levei um tiro e meu ombro afundou normal. – Falei em tom sarcástico.

– Kayque, isso vai doer, muito. – Jess disse e pegou meu e puxou com força.

– AAAAU! – Gritei, a sensação era de meu braço quase ser arrancado.

– Seu ombro esquerdo quase quebrou, mas amanha estará melhor, daqui a pouco começa a aula, então vá tomar um banho. – Jess me disse.

Eu tomei um banho, me vesti e fui para a sala, Felicia estava sentado no sofá, parecia meio chateada.

– O que foi? – Perguntei.

– Você se machucou isso não devia acontecer. – Felicia disse.

– Ah desencana, foi só um machucado, nada de mais. – Falei.

– Nada de mais? E se Thor não tivesse aparecido? Você poderia ter se machucado de verdade poderia até ter...

Eu pus meu dedo indicador direito nos lábios dela.

– Shh, não diga uma coisa dessas, eu jamais iria partir, não iria te deixar sozinha, de novo. – Falei.

– Eu sei disso. – Ela disse e deitou no meu ombro (no direito é claro). – Mas mesmo assim, não quero que se arrisque.

– Não se preocupe, eu vou ficar bem, além do mais você precisa de mim para livrar a sua cara. – Falei sorrindo.

– Quer que eu quebre o seu outro ombro? – Ela perguntou.

– Estou bem assim. – Falei. – Minha aula vai começar, acho melhor você ir.

Dei um beijo na testa de Felicia.

– Vejo você amanha gatinha. – Me despedi.

Ela me abraçou e foi embora. Um tempo depois ouvi alguém bater na porta, eu abri, professor Edwards estava ali.

– Olá Kayque, fiquei sabendo do ataque a loja de armas, você está bem? – Ele perguntou entrando.

– Estou, obrigado. – Falei ao professor.

– Bem vamos começar a nossa aula. – Ele disse.

Sentamo-nos á mesa da sala e começamos a aula, ele explicou matérias diferenciadas, português, matemática, biologia (ele explica perfeitamente essa matéria) e outras, até chegarmos ao fim da aula.

– Kayque, devo dizer que você está progredindo bastante. – O professor me elogiou.

– Devo tudo isso a você professor. – Falei.

– Eu volto amanha, até mais. – Ele disse abrindo a porta.

– Até amanha professor. – Me despedi.

Ele saiu e fechou a porta, depois de um tempinho eu dei boa noite a todos e fui para a cama, quando me deitei olhei para o lado para a cama em que Felicia ficava quando dormia ali, imaginei como ela foi se deitar, Preocupada? Aliviada? Era uma duvida, mas eu resolvi deixar para lá, simplesmente deitei e fechei os olhos.


Notas finais
O que acharam da ilustre participação do nosso asgardiano favorito, pode esperar que vai ter muito mais de muitos heróis, vou postar a parte 7 quando eu puder.