Um Vampiro Quase Normal

8 Capitulo VIII - Trio Poético, ou Trio Feiticeiro?


Ao receber a noticia, Clouder entrou em pânico, saiu correndo sem rumo, aparentemente para a arvore e Keity correu atrás dele em seguida de Clarice e de John.

Seus pais não sabiam da arvore, por isso quando se depararam com ela, ficaram sem saber para onde os garotos foram então resolveram voltar e esperar por eles.

Dentro da arvore o clima estava muito pesado. Clouder era muito apegado a seus pais e com a chegada dessa criança ele pensava que seus pais não dariam mais atenção para ele...

Keity parecia estar estranha, alias muito estranha. Quase chorando ela faz uma confissão: diz que já sabia da gravidez, afinal ela pode ler a mente dos outros e que, portanto leu a de Clarice.

Clouder ficou mais nervoso ainda, e afirmou que Keity era uma traidora!

O pobre garoto ficou atordoado, meio louco com essa noticia, até parecia que era o fim do mundo alguém ganhar um irmão ou uma irmã! Mas para ele isso era como se fosse um martírio.

Keity estava preocupada em perde a confiança de Clouder e o pior perder amizade...

Sem conversar muito ele saiu da arvore de foi direto pra seu quarto. Keity num sabia o que fazer, para se redimir com ele pelo fato de ela ter escondido a gravidez de Clarice.

Diante a essa situação complicada ela resolve ir dormir também.

No quarto Clouder pede desculpas para Keity dizendo que ela não tinha culpa e que na verdade ninguém tinha culpa de nada.

Fala também que nem ele sabe o que deu nele, pois ele não era assim: nervoso, agressivo coisa e tal.

Ela fica mais aliviada e desculpa-o dando um forte abraço!

No meio da madrugada...

“Uma espada, um homem, alguém no chão, muito sangue, gritos, aflições, desespero, fúria, morte...” – Clouder solta um enorme grito daqueles arrepiantes que faz keity cair da cama com o susto. Ele havia tido um pesadelo horrível.

Meio descabelada e um pouco confusa Keity tenta entender o motivo dela estar caída no chão, e dos gritos.

Com dificuldade para puxar o fôlego ele tenta explicar o que aconteceu, mesmo ele não tendo entendido muito bem.

Ele conta que sonhou com um homem que havia matado alguém, lembra também que tinha muito sangue, o cenário era de guerra, esse homem Clouder conhecia de outro sonho que ele teve. Muito estranho, diz Keity. Para ela isso parecia uma visão ou coisa assim...

Ao olharem para o relógio faltava apenas meia hora para ir para a escola, então resolveram ficar conversando ate chegar a hora de irem, afinal depois desse pesadelo acho muito difícil eles conseguirem dormir.

Dado cinco e meia foram tomar banho como de costume, após isso foram para a escola.

Chegando lá repararam que havia um novo professor, aparentemente serio!

Quando bateu o sinal todos entraram na sala de aula. Ele logo se apresentou:

— Eu sou o professor que ira falar sobre as Ariaftas. Meu nome é Jhuliano Roger. Sou muito exigente, mas sou bem legal podem ficar sossegados!

Bom hoje vou começar com uma noticia um pouco chata, pelo menos pra vocês.

Começaremos com uma prova, é que meu amigo Kill fez isso e eu gostei.

Mas antes vou explicar para todos um pouco das Ariaftas.

Elas são feiticeiras guerreiras e sem duvida a coisa mais encantadora que existe, pois elas têm um charme impressionante. Elas tocam o instrumento: harpa, que fascina qualquer homem, que as vêem tocando-a. Outra forma de encantamento é sua voz, que junto com a harpa, é imbatível.

Sua beleza é incomparável, sua pele é tão macia quanto algodão seus olhos tão doce quanto chocolate... Suas musicas tocadas tem ritmo romântico, melancólico que realmente enfeitiça. Mas não deixe isso lhes enganar, pois essa é sua maior arma em uma luta! Ela usa seu charme para distrair seus adversários e então acaba com ele.

Elas são amigáveis, bom com seus amigos, mas com os inimigos, já é outra historia!

As ariaftas são servas de: Tchoning o filho do meio de Gloriuns! Sua rainha é Analy.

Tanto elas quanto Tchonig possuem domínio do ar! Ariafta significa: ato de flutuar sobre o ar.

Bom pessoal, a tarefa de vocês será criar um poema to estilo das nossas guerreiras, romântico/melancólico.

Para amanha será esse trabalho e vocês teram que fazer em trio! Ah e vão ter que ler aqui na frente!

Vocês escolheram os integrantes do grupo, portanto podem decidir agora, pois ainda hoje mesmo começaram a fazê-lo... E tem uma surpresa para a melhor poesia!

Clouder, quem vamos escolher para o nosso grupo?- disse Keity

Não sei você tem alguém em mente? – ele respondeu com um ar de ironia pelo fato de ela ter todos na mente!

Der repente uma surpresa, Lidrio havia chegado à sala nesse momento (ele não vinha para escola há alguns dias).

Rapidamente ele se juntou com Clouder e Keity para formar o trio, e logo os dois explicaram sobre o que se tratava a tarefa...!

No recreio os três se organizaram para discutir como seria o poema.

As opiniões se contradiziam, ou seja, Clouder convidou Lidrio para ir a casa dele, afinal não tinham chegado a um acordo.

Passada o horário de aula, todos se reunirão na casa de Clouder, mas primeiramente Keity perguntou o motivo de Lidrio do “sumiço” dele.

Ele meio enrolado respondeu: — bom, não sei parece que eu fiquei perdido por uns dias vagando por ai, não me lembrava muito bem do ocorrido. O médico particular da minha família, o Dr.Vampirosco me falou que deve ser faltado sangue no meu cérebro, ou no meu estômago, mas nem eu entendi muito. Pra falar a verdade, eu penso que esse médico é meio louco. Clouder quase dando risada novamente o questionou: — como vocês podem confiar em um medico louco?

Lidrio respondeu: — o pior é que ate minha mãe diz que ele é muito louco... Ela me disse que antes ele era ótimo, mas há doze anos ele fez um parto de um vampiro que o deixou traumatizado! O neném saiu com todo o sangue, da pra acreditar? Nesse momento Lidrio caiu na risada, mas Clouder logo parou de rir quando caiu em si que esse neném era ele mesmo, ou seja, essa criança era Clouder...!

Ele sorriu para disfarçar o constrangimento, e agradeceu a Gloriuns por Lidrio não saber que era ele.

Depois de tantas gargalhadas eles resolveram começar a preparar o tal poema. A primeira coisa seria o nome... não o tema... não é melhor mesmo o nome... mas pensando bem poderia ser primeiro... bom talvez não.....

Pelo visto isso será mais difícil do que eles pensavam.

Que tal refrescar a cabeça um pouco pessoal? – disse Lidrio. Todos acharam melhor!

Como Lidrio nunca havia visto a enorme mansão de Clouder, ele decidiu pedir para dar uma olhada, junto a Keity e Clouder, é claro.

Primeiro foram no quarto de Clouder, onde keity também dormia. Era bem espaçoso, todo verde, afinal essa era a cor favorita dele.

Após andar todos os cômodos da casa, Lidrio viu uma porta lacrada e ficou curioso em saber do que se tratava.

Clouder logo avisou que lá era o porão e que ele nem era nascido quando seus pais o fecharam, e ate então ninguém entra lá.

Clouder sempre teve vontade de entrar, mas seus pais nunca deixavam.

Então depois de muito tempo a conclusão do poema foi chegar a nenhuma conclusão.

Eles acharam muito pouco tempo pra criar um poema. Amanha eles iram conversar com o professor para prolongar o prazo de entrega.

Após Lidrio ir embora, Clouder ficou muito inquieto. Toda hora olhava pra a porta trancada e ficava muito curioso em saber o que havia lá dentro, poderia ater não ser nada, mas ele estava com muita vontade de entrar. Clouder não sabia o porquê, mas der repente deu uma enorme curiosidade em saber o que havia lá nesse porão de tão secreto.

Depois de pensar um pouco ele decide entrar, mas teria que ser depois, afinal logo seus pais iram fazer compra no mercado Hiper-Morgo.

Keity já sabia do plano, e também estava muito curiosa... Quando eles saíram os dois foram correndo pra lá, mas foi só Keity analisar um pouco a situação, que logo percebeu um grande problema. A fechadura não era uma simples fechadura, mas sim uma encantada por feitiço bem simples e ao mesmo tempo muito complicado.

Ela teria que fazer um pequeno feitiço, mas ela precisava de algumas coisas. Ela já havia lido sobre feitiços e sobre esse em particular, afinal ela já usou uma dessas fechaduras, porem nunca desencantou uma antes...

Ao contrario do outro feitiço que ela fez, esse era mais complicado e o pior é que ela não fazia idéia do por que.

Sem muito que fazer os dois foram visitar Zeca. Chegando à cidade eles perceberam algo diferente, a cidade estava tão parada, não se via ninguém nas ruas. Sem saber o que estava acontecendo, foram seguindo para a casa de Zeca.

Como de costume Clouder o chamou, mas não teve sucesso, ninguém atendeu.

Der repente uma multidão vem na direção deles, e assustados começam a correr.

Coitados mal eles sabiam que aquilo era uma passeata e não um bando de humanos querendo os atacar, passeata essa que estava no fim, pois já era tarde.

Mas só ficaram sabendo disso quando Zeca correu atrás deles, já que estava na passeata também.

No final todos riram da situação. Keity pergunta o motivo da “tal passeata”, e Zeca fala que é uma comemoração, afinal hoje havia sido inaugurado o museu da cidade.

Curiosos Clouder e Keity pediram a Zeca para levá-los ate o museu para conhecer-lo. Mas eles teriam que correr muito, pois o museu já estava quase pra se fechar.

Ao chegar lá Keity logo reconheceu algo, era um esqueleto de dinossauro. Ela aponta para ele e grita: LULU QUANTO TEMPO, NOSSA VOCÊ EMAGRECEU, ESTA PURO OSSO. EU SABIA QUE UM DIA IRIAMOS NOS ENCONTRAR...

Todos começam a olhar para ela com aparecia tipo: quem é essa louca?

Esse esqueleto era de uma dinossaura amiga de infância da mãe dela, que Keity havia visto em fotos e que sempre gosto dela mesmo não tendo a conhecido, ela sempre acreditou que um dia iria conhecer pessoalmente...

Keity ficou um pouco assustada quando Zeca a disse que ela estava tão magra pelo fato da dinossaura estar morta!

Quase chorando ela chega perto da falecida LULU e diz baixinho:

— Bom, de qualquer forma foi um prazer lhe conhecer!

Zeca não sabia se ria ou se chorava em ver aquela cena.

Andando mais um pouco, os garotos avistaram um quadro curioso e Zeca, explicou do que se tratava. Era uma pintura de um animal aquático que um homem “afirma ter avistado no mar”. Quando Clouder olhou bem de perto, teve uma surpresa, aquele animal possuía uma marca igual as dos fantasmas do pé gelado...

Percebendo Keity comenta também que realmente era um fantasma..., mas Zeca questiona: — esses fantasmas não ficam somente do outro lado do portal?

Sim, de fato eles só ficam lá mesmo, mas como esse homem o avistou? Quer dizer, quem é esse homem?- responde e questiona Clouder.

Em clima de mistério, Keity tenta ler o nome do autor. Ele se chama: Grégory J.

Nenhuns dos três já ouviram falar desse homem...

Após olhar todo o museu Keity e Clouder resolveram voltar para casa, pois amanha o dia será muito cansativo, por isso tende a dormir cedo.

Como sempre Zeca levou os dois ao portal. Quando passaram perto da fonte, Keity notou algo de estranho, mas não sabia o que era. Eles resolveram ficar mais um pouco para analisar melhor a fonte (se não Keity iria torrar a paciência de Clouder pelo resto da noite).

Após olhar melhor Keity, avistou o que estava errado, ou melhor, o que estava a mais.

A fonte tem uma escultora de dois anjos como de costume, mas alem disso agora havia algo a mais, em cada um dos anjos apareceu um cordão no pescoço, com uma imagem irreconhecível.

Não dando muita importância para isso os dois se despedem de Zeca e vão embora.

No caminho Clouder tentava pensar em algo pra dizer a sua mãe, afinal ele havia a magoada muito. Ele optou pelo velho pedido de perdão, Clarice entendeu que seria difícil para ele aceitar sua gravidez, por isso logo o perdou.

Keity estava tão ansiosa para começar a fazer a poção que nem deixa Clouder dormir direito. Na verdade ele também não esta com muito sono, não parava de pensar no poderia haver de tão proibido atrás daquela porta.

Depois de meia hora falando sobre o assunto, resolveram tentar dormir um pouquinho, pois amanha teram que convencer o professor a dar mais um prazo na entrega do poema.

O despertador nem bate duas vezes e Keity já esta de pé. Lidrio ficou de passar na casa de Clouder para os três irem juntos para a escola.

No caminho Lidrio diz que já tem o livro com o feitiço que abrira a porta. Ele relata também que há apenas um pequeno problema, os ingredientes usados na poção, ele nunca ouviu falar.

Quando Keity olha o feitiço, solta um suspiro e diz: -. Agora ferro! (ela já havia aprendido umas gírias no mundo dos humanos).

Não era um pequeno problema, mas sim um enorme problema. Esses ingredientes são extremamente raros, e será muito complicado de encontrá-los.

Isso terá que ser deixado para depois, a aula já vai começar.

Os garotos tiveram uma surpresa, o professor havia faltado, pois sua irmã sofreu um acidente, a situação é muito seria e delicada: ela caiu e quebrou o dente! Por esse motivo os alunos terão que ir embora, afinal não tem substituto e a escola vai aproveitar e passar veneno contra piolho de Unimorgo, que esta infestada.

Tudo conspirava a favor dos três, ou seja, com esse incidente eles terão mais tempo para a preparação da poção.

Clouder mostrou a Lidrio a arvore, (eles iram preparar a poção lá).

Após todos se sentaram, o primeiro passo era ver os ingredientes e tentar acha-los.

O ingrediente número um era: uma pena da asa de um anjo celestil. Esse era o mais fácil eles ate tinham na arvore.

O segundo era: casca de serpente luári. Agora começou a complicar, porque ela só aparece à noite, então esse ingrediente terá que ser deixado para depois.

O próximo da lista era: três gotas de orvalho de sexta-feira — ainda bem que hoje e sexta, disse Lidrio.

Continuando, um dos mais difíceis de acha, ou melhor, o mais perigoso: quatro gramas de pedra vulcânica em pó.

E por ultimo, o mais complicado: sete chaves de guardiões derretidas .

Ao misturar os ingredientes devera obter uma solução roxa!- leu Lidrio no livro.

Depois de lerem passo a passo, os três decidiram começar pela pedra vulcânica. Havia um vulcão perto da casa de Lidrio, então é para lá que eles vão.

Quando chegaram tiveram uma surpresa, o vulcão ainda estava ativo, não muito, mas o suficiente para causar uma catástrofe. Percebendo a situação, eles recolheram uma pedra e sumiram de vista. Essa era a parte fácil, difícil é fazer ela virar pó afinal ela é muito resistente. O bom disse é que só precisavam apenas de quatro gramas. Eles conseguiram raspar o necessário em três horas e meia. ALELÚIA – disse Keity ao terminar.

As gotas de orvalho e a casca da serpente vão ser recolhidas à noite. O próximo passo é as setes chaves, mas como consegui-las?- pergunta Clouder.

Der repente Keity se lembra de algo. Um dia desses ela estava andando pelo laboratório da escola e por acaso, avistou umas chaves diferente, e logo perguntou pro zelador do que se tratava as chaves. Ele disse que são chaves raras de quardioes, mas que no mês que vem elas seriam encaminhadas para o lixo químico (lá é aonde as coisas vão para serem destruídas).

Lidrio pergunta: — Por que destruídas?

Keity responde: é que elas foram consideradas proibidas, mas não sei o motivo.

Então vamos logo para a escola pegar, antes que a levem.

Eles conseguiriam se a escola não estivesse fechada, mas isso não é um obstáculo grande para eles.

Vamos pular o portão! – disse Keity.

Mas isso não é vandalismo? Pergunta Lidrio, e Keity retruca: — do jeito que eu estou curiosa pra saber o que há por trás daquela porta, faço qualquer coisa!

Ela foi à primeira, Clouder foi o segundo e por ultimo Lidrio.

Dentro da escola todos menos Clouder estavam com muita sede, nessa hora Lidrio retira do bolso três saquinhos de sangue polonês, importado. Keity vai à loucura, pois sempre quis experimentar esse sangue importado.

Quando Lidrio ofereceu a Clouder, o coitado quase colocou o almoço para fora, em seguida recusou alegando que estava com dor de estomago. Keity se ofereceu para pegar o dele.

Tudo estava bem, chegaram à sala e começaram a pegar as chaves, mas havia só seis delas, ainda faltava uma. Clouder acalmou os dois quando disse que na casa dele havia duas, portanto já tinham mais que o suficiente.

Estava tudo fácil e bom de mais pra ser verdade. Ao abrirem aporta, lá estava o zelador parado.

Com a maior cara de pau, Keity pergunta: — O que o senhor esta fazendo aqui?

Eu acho que essa pergunta sou eu quem deveria fazer, não é mocinha? – diz ele.

Clouder interrompe, — me desculpa, mas é que tínhamos feito um trabalho e esquecemos aqui e ainda não achamos, falando nisso se o senhor achar poderia nos entregar amanha?

O zelador meio confuso responde: — ok pode deixar, mas agora vão embora.

Lidrio pede algo a mais. Daria para o senhor abrir o portão? Porque ele misteriosamente se trancou sozinho.

Clouder e Keity seguraram o riso ate aonde podia.

Já estava ficando à noite. É hora de voltar para a arvore e continuar a poção.

No caminho por muita sorte eles encontram uma serpente luári, então a seguiram ate sua toca para ver se ela já havia trocado de pele. Na toca havia uma casca da enorme serpente, era preciso só um pedacinho, e ao catarem logo foram embora.

Só faltavam as cinco gotas de orvalho, Lidrio mesmo foi recolher elas.

Nossa quase esqueci, temos que derreter as chaves, — disse Keity.

Vamos derreter ate que Lidrio pega o orvalho...

Após tudo pronto, é hora de começar a preparar a poção. Keity fez questão de fazê-la.

E assim começaram a recitar:

“Uma pena, para libertação,

Pedra vulcânica que entrara em erupsao,

A casca quebrara o encanto,

As gotas de orvalho para fortalecer o plano,

E a chave finalizara dispersando luz para todos os cantos”

Ao dizer a ultima palavra ouve uma enorme explosão de luz, que quase não dava para ficar parado. A solução aquosa que deveria estar roxa ficou verde. Algo deu errado. Keity ficou desapontada com sigo mesma.

Lidrio ficou pálido quando Keity disse: — ainda bem que não tem nenhum tipo de “efeito contra-feitiço”

Pálida ficou ela quando Lidrio falou que havia sim, um efeito contra-feitiço.

Clouder catou o livro e começou a ler:

“Tome muito cuidado, se algo sair errado a pessoa que fez o feitiço terá um dia de azar para cada erro cometido...”.e

Ela não sabia se chorava, batia em Lidrio ou se não fazia nada.

AIIIIIII NAAAOOOOOOOOO! Gritou ela.

Em alguns instantes ela se aclamou. Ela apenas queria saber o que fez de errado, então começaram a reler os ingredientes.

Tudo estava certo ao não ser pelo fato de que não eram sete chaves, mas sim apenas uma!

A pobrezinha colocou seis chaves a mais, ou seja, terá seis dias de azar!(tudo por culpa de Lidrio que leu errado).

Todos ficaram em silencio, ate que Lidrio falou que pelo menos o poema ele havia feito.

Isso deixou os dois mais traquilos.

Diante a essa catástrofe todos resolveram ir para suas devidas casas e esperar ate amanha para realizar novamente a poção. Mas dessa vez Keity afirma que não fará o feitiço.

Saindo da arvore Keity bate a cabeça no tronco e cai para trás, Clouder brinca dizendo: È pelo visto seu azar já chegou! Ela não gostou nada da brincadeira.

Chegando a casa Keity estava super atenta para não acontecer nada com ela, andava mais lenta que uma tartaruga. No quarto, antes de entrar nele, ela começou olhar pra todos os lados, vendo que estava tudo bem, ela caminha ate a cama e tropeça em um livro e se esborracha no chão.

Clouder não aguenta e começa a dar altas gargalhadas. Ela fica nervosa, mas vira de lado e dorme.

Keity terá um azarento dia amanha bom isso se ela sobreviver ate lá.