Um Sonho De Alice

3 Um caminho da Cartola.


Notas iniciais
DEMOREIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII mas cheguei...
po quase 3 meses mas graças a uma receita que vi em livro da minha vó lembrei que tinha duas fics para terminar.
ps;estava uma delicia o strudel.9 se nao sabem o que favor pesquisar no google pois nao seu explicar)
bjs lola cahill - janus

– olá... Gelib. – engasguei. Mesmo não suportando os Non Jaleys, eu olhei perplexa para aquela imensidão de azul esverdeado, perguntando – me, como é possível não suportar algo assim¿ até eu cair em si, eles se fazem disso.

– Gelib querido, que tal levar Alice até o lago¿ — sugeriu meiga, minha mãe, olhei assustada e simplesmente ela insistiu com expressões até eu ouvir a resposta dele:

– por que não¿

* * *

Caminhamos até uma escadaria cm estatuas grego – romanas, logo vinha o banquete da imensa e festa de classe e logo abaixo pequenas colinas que abraçava um lago de aguas claras e uma ponte que levava lá no centro dele, uma porção de terra totalmente coberta de flores das mais raras e delicadas flores, com arcos e mesas ao dispor.

– gostou¿ — perguntou Gelib.

– magnífico! – hesitei.

– então aproveite! Vamos até lá... – ele pegou em minha mão e fomos até a ponte toda elaborada de madeira clara e claro que nenhum detalhe da decoração “Non Jaleyna” poderia faltar o velho ouro.

– parece um sonho. – admirei tocando em tudo que via. – eu adoro sonhos.

– que comentário... – Gelib riu – estranho e confuso.

– não é não! É simples, eu gosto de criar, ter sonhos. – expliquei.

– então o que você mais gosta de criar¿

– eu tive um sonho, até que repetitivo, um mundo totalmente maluco, com flores falantes, animais estranhos e sábios, reis e rainhas e coelhos vestindo paletós e...

– espera! Coelhos¿ de paletós¿

– é. Algum problema¿

–claro que sim! Já me disseram da sua imaginação fértil, mas não sabia do seu limite. – mais uma vez seu sorriso irônico apareceu e nesse minuto eu enfureci.

– como ousa opinar sobre meu sonho¿! Desculpe mas, aposto muito que sua capacidade de pensar é muito pequena então... Então...

– então... – disse ele.

– então eu te odeio! – assim de irritabilidade bati em Gelib.

– como ousa... Alice! Eu também te odeio! – e como vingança ele me respondeu com uma leve tapa no ombro.

– como ousa¿! Como ousa digo eu, diz que falam que sou louca por eu ser diferente! – nem percebi que avança empurrando – o até Gelib cair no lago em um estrondo. – oh! – em segundos ele me puxou. – não acredito! Mamãe vai enfurecer nos auges, culpa sua!

– minha¿ estamos dentro do lago por causa do seu surto nervoso. – disse ele, nadando até a beira, do outro lado do baile, um bosque exótico.

– contenha-se Alice, não dirija uma palavra á esse hipócrita. – sussurrei logo atrás.

– eu ouvi muito bem...

* * *

Eu e Gelib caminhamos em completo silêncio para darmos a volta pelo lago, apesar de ter tanta beleza a temperatura não é muito agradável.

– ficou mais calma depois de um mergulho¿ — Gelib riu, mas não reparei se era com intenção de me ver irritada de novo.

– talvez. – respondi.

–sabe que meu pai comprou esse terreno por conta desse bosque, tem um lugar mais para frente com uma imensa árvore, e jardins não projetados, isso eu garanto. – ele disse como si nada tivesse acontecido, voltando até aquela imensidão nos olhos azuis esverdeados, enfim minha curiosidade, às vezes, desconfio que seja maior que eu. Sai correndo na direção que ele apontou Gelib logo atrás, depois de poucos minutos apareceu à imensa árvore, tinha um tronco grosso, com muitos cipós e seus galhos se estendiam para cima abrindo portas para belas flores amarelas onde radiava o sol.

– nossa! – bufei.

– um sonho... – disse ele, Logo eu ri avermelhada. – um dia eu vim aqui a cavalo e sem querer achei algo estranho, um tipo de cartola. – ele mexeu em algumas folhas e descobriu uma cartola empoeirada, preta com uma fita de cetim rosada em volta, o mais surpreendente, tirando fato de ter etiquetas, fivelas etc. penduradas nela, eu conhecia ela muito bem.

– e pelo jeito você a desenterrou lá do subsolo, porque o buraco é enorme.

– na verdade a cartola estava pendurada nos galhos, o buraco deve ser uma casa de coelho. De paletó se quiser. – peguei a cartola com cuidado:

– vamos voltar, já devem estar sentindo nossa falta.

* * *

– Ahh, vocês estão aí! – correu minha irmã Cler. – mas porque estão molhados¿

– escorregamos no lago. – respondi.

– já não estão um pouco velhos para fazer traquinagens¿

– mamãe quase enlouqueceu, e Gelib seu pai está te aguardando no banquete, mas antes, por favor, venha comigo e Alice até a Margaret.

– claro. Eu e Gelib fomos um pouco as escondidas, pois Úrsula detesta defeitos, e de acordo com a minha situação e a dele, estávamos em uma.

– oh, Alice e querido Gelib... – o sorriso de minha mãe que eu considero forçado desapareceu de acordo com se aproximava – como foi o passeio¿

– refrescante. – disse eu.