Notas iniciais
Hey Anjos!! Tudo bem com vocês? Eu to bem. Acredita que minhas aulas já voltaram? Sacanagem, to com saudades das férias...
Capitulo dedicado Tsukii que favoritou a história e a Helo pela linda recomendação. Obrigada suas lindas!!
E Carolina Andreotti Bem-vinda a Fic, adorei sua MP!

Capitulo um pouquinho diferente!!

Pov’s Richard Parker

Olhei novamente para os papéis sobre a mesa. Já estava impaciente. A senhora Robinson ajeitou os óculos enquanto lia os papéis de seu testamento. Olhei no relógio. Estava em cima da hora. Não iria conseguir chegar a tempo. Pedi licença para a senhora e sai da sala atrás da minha secretária.

- Sue, liga para Anne e avisa que vou me atrasar para elas irem de táxi que eu encontro elas lá.

- Pode deixar.

- Obrigado.

Finalmente terminei com a senhora Robinson. Faltam vinte minutos para apresentação de Lucy, se me apressar consigo chegar a tempo. Peguei minha pasta e meu celular, e me dirigi para a porta que foi aberta de repente.

- O senhor Lopez foi preso. – Sue avisou. — Está exigindo sua presença imediatamente.

Era só o que faltava. Hesitei por um momento. Anne ficará furiosa se eu não comparecer hoje e magoaria minha filha. Por outro lado o Sr. Lopez é um homem influente. Se eu faltar hoje, a empresa ficará manchada para sempre. Resolveria-me com Anne e Lucy depois. Elas vão ter que entender.

~*~*~

Estacionei o carro em frente à casa, peguei as flores e o chocolate. Parte do meu plano para ser perdoado mais rápido. Elas já devem ter chegado. Lembrei da viatura parada em frente á mansão. O que será dessa vez?

- Sr. Parker! Que bom que chegou. – Janine pegou meu paletó, aflita. – Os policiais querem falar com você. Disseram que é sério.

Fui até a sala. Estava preocupado. Janine parecia tão angustiada.

- Boa noite! – Falei. – Qual o problema senhores?

- Infelizmente não temos notícias boas. – Um dos policiais falou em um tom que me deu arrepio.

- Sr. Parker sua mulher e sua filha sofreram um acidente.

Acidente? Não podia ser.

- Tem certeza que eram elas?

- Marianne Phillips Parker, 39 anos e Lucia Phillips Parker, 15 anos?

Um frio passou pela minha espinha e minha cabeça girou. Foi tudo minha culpa. Se algo acontecesse com elas eu jamais me perdoaria. Então fiz a pergunta que mais me amedontrava.

- Elas estão bem?

- A menina deu entrada na emergência. – Ele disse e então abaixou os olhos. – Mas a sua esposa morreu.

Meu mundo parou naquele momento.

~*~*~

O doutor Collins entrou na sala de espera. Fiquei mais tranqüilo, pois ele é o médico da família há anos. Conhece o diagnóstico dos meus filhos ao pé da letra.

- Senhor Parker?

- Ela esta bem doutor? – Carolyn perguntou.

Estávamos todos reunidos na sala de espera do hospital.

- Não vou mentir o caso dela é grave. Ela quebrou o osso da perna, torceu o pulso e esta coberta de ferimentos pelo corpo. Mas esse não é o problema mais grave, ela perdeu muito sangue. A garota precisa de uma transfusão de sangue rápido. – O médico disse olhando para mim. – E o seu sangue não é compatível.

- E o meu? – Carolyn perguntou desesperada.

Ele negou.

- Ninguém aqui pode fazer a doação? – Perguntei aflito.

- O único que tem o sangue compatível com o de Lucy é o Lucas.

O doutor apontou para meu filho, que estava sentado abraçado com minha mãe, chorando. Lucas levantou os olhos.

- E o que faremos doutor?

- Eu sinto muito, mas não podemos fazer nada, o sangue dela é raro.

O desespero tomou conta de mim. Não poderia deixá-la morrer. Não aguentaria. Minha pequena. Lágrimas escorreram pelo meu rosto.

- Espera. – Luke se intrometeu. – Eu posso doar?

- Precisaria de uma autorização do juiz e de novo, estamos sem tempo.

- Você pode conseguir isso filho?

- Não temos tempo mãe. — Falei desesperado.

Carolyn se abaixou em frente a Luke.

- Tem certeza que quer fazer isso?

- Tenho!

- Você é muito corajoso! – Disse para Luke. – Vou conseguir a autorização.

- Doutor, por favor, faça a transfusão. – falei. – Não a deixe morrer. É tudo que eu te peço!

- Richard sabe que não posso fazer isso. – Collins olhou nos meus olhos. – Não sem a autorização.

- Eu assino um papel assumindo toda a responsabilidade. – Falei. – Vou tentar conseguir a autorização, mas não espere, faça isso o mais rápido possível.

Quando consegui a autorização do juiz, a transfusão já havia sido feita.

Notas finais
O capitulo é curtinho, mas acho ele importante...
Beiijoss!