Um Novo Mundo.

36 Capítulo 36 – Um. Dois. Três. Quatro e cinco.


Notas iniciais
Olá! Desculpa a demora novamente, mas anyway, vcs sabem que eu demoro mesmo as vezes, então, whatever. ahefiuae Eu finalmente mudei a capa da fic o/, quem fez foi a Edoarda ;) (Sigam ela no tt: ‏@MBlovato [aproveitem e me sigam também: @detonatored {que propaganda ein}]) meu nome lá é jujuba mesmo ahfiuaehfi ai socorro Eeeeeeeeeeeeenfim, boa leitura e até o próximo, vcs sabiam que daqui a 6 dias essa fic estará fazendo 1 aninho? OXE

Narração Mariana

Depois das grandes aventuras que eu vivi nos dois primeiros dias quando cheguei aqui, o resto havia passado tranquilo. Bom, nem tanto. – Eu já estava usando de uma maneira bem adequada a arma e também conseguia mirar sem muitas dificuldades, apenas algumas vezes a bala invés de ir à cabeça do walker, acabava atropelando uma placa.

Merle um dia desses voltou de um passeio (com armas carregadas) e disse que encontrou um homem, que ele tinha uma cidade protegida e que poderia nos abrigar lá. – Mas a meu ver, aquilo fora apenas à primeira vez que ele havia se pronunciado sobre ele. Tinha algo em seu olhar que dizia que o Dixon já conhecia o tal homem.

Mas a pergunta era da onde? Por que ele havia escondido isso? – Ah, é apenas tudo paranoia. – Disse enquanto apontava a arma para a cabeça de um dos walkers.

– O que você disse? – Rafael se pôs ao meu lado atirando em outro que se rastejava em nossa direção. – Eu nem quero saber como esse dai perdeu as pernas. – Ele riu esquecendo-se de sua pergunta. Creio que eu deveria começar a apenas falar em meus pensamentos e não deixar que eles se escapem e saiam de minha boca.

A minha frente tinha uma pequena vendinha, mas já se poderia achar bastante suprimento.

De uns tempos para cá eu havia parado de falar “comida”, “água”, ou qualquer outra maneira de se referir a alimentos, principalmente á aqueles que mais precisávamos em nosso dia-a-dia. Suprimento, nós não chegamos há passar um dia com fome, mas eu não me atrevia a esbanjar de nenhum suprimento.

Não estávamos mais nos tempos em que poderíamos ir ao mercado e comprar o que quiséssemos a única coisa que precisaríamos então, era de um pequeno papel chamado de dinheiro. Podíamos ter qualquer coisa que quiséssemos. Nós só precisávamos de... Dinheiro.

A praga humana, o papelzinho verde. Pensávamos que éramos livres, mas na verdade todos nós éramos escravos do papelzinho verde. – Maldito papelzinho verde! – Percebi que havia falado alto de mais e Rafael me olhava de maneira estranha.

Eu ainda permanecia na pose de atirar, e aquilo provavelmente teria sido uma cena engraçada. – Ok, a do papelzinho verde nós temos que entrar na vendinha, então é assim, para de viajar que nós temos que nos manter atentos. – O homem alto que havia sido grosso comigo no início, sim, o mesmo que havia tentado me matar. Pelo menos ele tinha amenizado a má educação comigo. – Nunca se sabe se eles estão apenas esperando... – Ele bateu no vidro, o barulho devidamente ecoou dentro da loja, parecia que o vidro se racharia com a força que ele tinha colocado em seu punho.

Um. Dois. Três. Quatro e cinco, esses eram os segundos que nós esperamos do lado de fora, e coincidentemente fora a quantidade de zumbis que apareceu. Ele abriu a porta e o sininho soou, apenas para fazer com que a mulher da caixa nos olhasse com um estranho desejo carnívoro em seus olhos. Ah, será por quê?

Eram seis, então.

Não havia dado nem tempo de eu esticar meu braço e apertar o gatilho, todos eles já estavam no chão. Todos, menos á caixa, que parecia querer se libertar daquela prisão, daquele cubículo que ela estava.

Levantei o braço novamente e mirei, apertei o gatilho. – Parece que a pequena tem que treinar mais. – A bala havia parado na parede, marcando um dia em um calendário. Olhei para o homem grande, que eu nem me atrevia a perguntar o nome. Apontei o dedo do meio e comecei a procurar coisas necessárias.

Não me atrevi a ficar mais nenhum segundo perto dele, vá que ele me dê um tiro. – Ele pode ter amenizado a violência comigo, mas ainda continuava o ogro de sempre. – Deixa a menina, Alex. – A voz estranhamente rouca de Merle chegou aos meus ouvidos, parecia que a bebida dele de café da manhã era uns drinks com muito álcool, e o mais estranho disso é que ele havia parcialmente me defendido.

Parcialmente por que ele pode apenas ter mandado o cara calar a boca por que a intriguinha era comigo. – Respirei fundo fazendo com que algumas partículas de poeira voassem da estante a minha frente. Passei a mão na extensão e olhei para minha mão, ela já estava suja, porém agora estava com uns tons cinza.

Limpei-a em minha calça e continuei a andar, procurei variadas coisas. Suprimentos de preferencia até coisas de higiene.

Eu tinha em minhas mãos uma mochila, onde ela já estava lotada, fui para frente e esperei todos voltarem. Eu podia ver Rafael pegando algumas garrafas d’água, ele parecia sério, muito concentrado no que fazia.

– Pessoal! – Michael, um dos homens chamou todos lá do final da loja, arrumei minha mochila em minhas costas e assim como os outros fomos até ele. – Tem essa porta aqui. – Ele apontou para uma porta, bem escondido e tinha um cadeado prendendo umas correntes. – Vemos o que tem lá dentro?

– Essas correntes parecem dizer que não é para sabermos o que tem ai dentro. – Disse apontando, arrumei a bagagem no ombro e olhei principalmente para Merle. Que apesar de tudo, era ele quem dava as ordens e dizia o que deveríamos fazer.

Ele pigarreou. – Podemos ver o que tem ai dentro. – Ele tentou tirar as correntes apenas com a mão, sem sucesso. – Porém todos tem que ficar a postos, nunca se sabe o que tem dentro dessas portas cadeadas. – Merle riu ironicamente, fazendo com que eu me lembrasse do que me contaram na época da pedreira. Sabe...

– E de qualquer jeito nós temos essas belezinhas! – Tirou uma pistola da calça e apontou para cima a mostrando para todos. Vejam eu tenho uma arma!

– Bom, então se vamos abrir, Rafael, você pode pegar o instrumento. – Michael disse como se estivesse fazendo um mistério. Rafael saiu de meu lado e se foi até um dos carros que estavam estacionados do lado de fora, apenas alguns segundos depois ele voltou correndo tendo em mãos ela, pediu espaço e então cortou as correntes como se fosse papel.

As tirou e olhou para todos, levantamos nossas armas e ficamos apostos. – Cuidado. – Ele abriu a porta e saiu para trás dando espaço para todos nós. E então olhamos para dentro de uma sala escura, apenas iluminada por uma janelinha pequena. E infelizmente o que encontramos ali dentro não era o que queríamos ter encontrado. Com certeza não era.

Notas finais
Beijos e até mais, tentarei postar mais rápido, tipo, depois de amanhã já ter cap novo, como eu estava fazendo antes. (É que eu me distraio, fazer o que). Comentem!