Um Garoto
9 Uma hora antes!
Notas iniciais
Eu subi para onde tava tendo o show dos meus amigos mas a minha cabeça só pensava na Lucyanna, eu tava realmente confuso por ela. Resolvi deixar as coisas como estavam antes que elas se complicassem mais ainda. Quando cheguei lá encima da Mildren estava lá com seu irmão e sua galera, eu apenas dei um sorriso e fui até o palco falar com o Phellipe o baterista da banda Columá. Eu fiquei parado os ouvindoeles terminarem a música ‘quer amor vai ter amor’ e então quando eles terminaram eu fui logo assobiando pra eles me acharem quando o Phellipe me viu ele começo a rir e cutucou os outros rapazes. Mas ele não desceu no momento em que me viu apenas mandou um ‘xau’ de longe e eu fiquei lá ouvindo o show. O Richard também estava no show a única pessoa que eu não tinha visto era a Lucy, ela deveria estar no chalé pensando nas barbaridades que ela tinha me falado naquele dia. Sacudi a cabeça e fui logo mudando de pensamentos.
– Você viu a Lucy ? – Pergunto o Richard
– Não. – Respondi seco
Eu não estava muito a fim de conversar com o Richard, eu não sabia mentir pra ele então resolvi ficar calado até que as coisas ficassem mais calmas. Quando eu me virei pra ir beber água eu vi a Mildren se aproximando, conserteza ela estava atrás de mim. Foi ai que eu parei e comecei a pensar nos momentos que eu passei com a Mildren, deis do dia que eu tinha a conhecido. Cara a Mildren era uma mulher que qual quer um dava tudo pra estar ao lado dela, tudo mesmo. A garota era mais do que uma pessoa especial, fiquei olhando pra ela sem responder nada, e ela olhando pra mim fazendo uma cara de quem não estava entendendo nada. Eu balancei a minha cabeça e fui até ela e a abracei e sussurrei no ouvido dela bem baixo
– Tava com saudade de você – Não menti, eu tava mesmo com saudade dela
Ela me olhou de lado e sorrio e mordeu os lábios dela. Quando ela fazia isso era quando eu tinha certeza de que eu queria realmente estar com ela. Eu até desistir de toma água e fiquei ali com ela curtindo o som da banda do meu amigo. A Mildren poderia ter se envolvido com o cara errado no passado, mas ela era muito madura pra idade dela e conserteza ela já tinha passado por muitas coisas. Eu a admirava demais, e só de pensar que aquele era o ultimo dia que talvez eu a fosse ver pra sempre, eu ficava totalmente maluco.
– Mildren, vamos ir pra cidade, quando for a hora da festa voltamos.
Ela me olhou nos olhos.
– Tem certeza que quer ir lá? Fazer o que? – Ela conserteza não entendeu nada
– Quero passar mais tempo contigo, é isso.
Ela sorriu pra mim e passou a mão na franja dela e a música que tocava era aquela ‘ versos simples’ do Chimarruts. Ela segurou a minha mão e foi me puxado no meio da multidão e paramos na frente de um carro era um jipe conserteza era dela. Ela pegou as chaves e me entregou.
– Dirige! – Ela sorriu e entrou do outro lado do carro
Eu entrei no carro e acelerei bem forte eu realmente queria sair daquele lugar, queria ficar sozinho com a Mildren, pelo menos naquela tarde, antes da rave. Ela não falou nenhuma palavra enquanto não chegamos ao lugar que eu queria levar ela (ta pessoal não pense que eu vo levar ela num motel, por favor, J ) Eu olhava pra ela algumas vezes enquanto dirigia ficava imaginando o que ela estava pensando, mas eu me distraia quando eu via os cabelos dela se mexendo por causa do vento, ela me olhou na hora que eu a admirava e sorriu de lado. E então chegamos depois de uns minutos. Eu a levei ao outro lado da Chapada aonde tinha uma cachoeira enorme e quase ninguém ia até lá, exatamente isso tava vazio o lugar. Ela olhou pro lugar quando eu estacionei o carro e me olhou em seguida totalmente surpresa.
– Que lindo – Foram as únicas palavras que ela conseguiu falar
– Eu sabia que ia gostar – Eu travei o carro e fui até ela e a abracei por trás ficamos olhando a cachoeira
– Eu quero pular, lá de cima, vamos? – Ela se virou e me olhou nos olhos
– Tem certeza? – Eu tava um pouco desanimado pra pular
– Claro Thommas, olha só, só tem nos dois aqui, se quiser nadar pelado até podemos – Ela começo a rir – E isso não significa ta
– Ta eu sei, entendi – Eu ri dela – Mildren, ta vamos pular
Então começamos a subir até o alto da cachoeira e quando chegamos lá no topo eu olhei para baixo e pensei ‘eu vou e morrer’. Mildren me agarrou com medo e claro que eu fiz uma cara de bravo
– Ah agora você vai ter que pular
– Ta, mas, segura a minha mão – Ela agarrou minha mão, nem precisou que eu a segurasse
– Ta, no 3
– 1 – ela começou
– 2
Quando eu ia falar três ela começou a correr e soltou a minha mão e pulou. Eu estava no embalo da corrida e parei no mesmo instante, e a olhei cair lá de cima, é quem disse que homem não tem medo de altura?
Ela surgiu do nada lá de baixo e me gritou.
– Anda Thommas, agora pode descer daí, ou melhor, pode pular daí agora!
Eu não quis da um de menino com medo e então dei alguns passos para trás e pulei. A sensação e incrível bate um frio na barriga quando você esta quase chegando à água, mas a pior parte e quando você sente aquela água gelada tocar o teu corpo. Quando nós caímos fui logo nadando pra eu sair dali imediatamente.
– Caralho que água fria meu – Eu estava tremendo e tinha esquecido de trazer toalha
– Você parece uma menina – Ela começo a rir
– E que eu odeio água fria
– E porque você nunca ficou uma semana sem tomar banho
– Como é que é? Você ficou uma semana sem toma banho?
– E brincadeira.
– Eca sua porca!
– Não sou porca
– E sim – Eu comecei a imitar um porco
Como era legal estar perto dela, ela me fazia esquecer de tudo, de tudo mesmo.
Ela então depois de nadar um pouco saiu da água e foi até mim. Eu estava sentado olhando a paisagem e ela se sentou entre minhas pernas e ficou calada, observando junto comigo.
– Eu nunca conheci ninguém como você – Eu disse, olhando o sol
– Nem eu, eu sou uma pessoa única – Ela sorriu
– Ainda bem que sabe
Dei um beijo em seu ombro e ficamos olhando o sol se por. Ta isso foi bem romântico no momento eu confesso que eu nunca tinha visto o sol se por ao lado de ninguém durante a minha vida e confesso mais ainda que e uma coisa muito maravilhosa. Ficamos calados até que o sol se foi totalmente, mas pra quebrar o silencio ela falou primeiro.
– Já temos que ir – Ela se virou e me olhou
– So se você quiser ir agora
– A festa e daqui algumas horas eu tenho que me arrumar
– Eu sei, então vamos?
Ela parou e desviou o olhar pra cachoeira e olhou em volta.
– Porque ir agora se o que eu quero mesmo e ficar sozinha com você e eu estou.
Fiquei calado, acho que ela falou tudo que eu queria ouvir. Eu coloquei minhas mãos no rosto dela, o rosto dela estava bem gelado, ela estava de short bem curto e uma blusa transparente que mostrava o biquíni todo. Olhei pro corpo dela e voltei a olhar para seus olhos, encostei minha testa na dela e ela sorriu que sorriso lindo que ela deu. Eu vi ela fechando os olhos dela e logo fechei os meus e a beijei. Foi um beijo calmo e um pouco rápido e logo paramos de nos beijar, mas olhamos um para o outro ela se ajeito perto de mim e nos beijamos de novo. E dessa vez ela me beijo muito mais rápido que o primeiro beijo, eu deixei o nosso beijo rolar. E bem que dizem que tudo começa com um beijo, logo sentir as mãos dela passarem pelas minhas pernas, até certo momento eu tinha estranhado. Minha língua passava pela dela e a chupava devagar. Ela parou de me beijar e respirou fundo e começou a beijar meu pescoço, ponto fraco. Logo me arrepiei e minhas mãos foram parar em sua cintura eu as apertei com força e a puxei pra mais perto de mim. Senti o coração dela acelerado e subi a blusa dela até o seio dela. Eu realmente queria fazer aquilo, mas eu não sabia se ela queria o mesmo. Mas eu iria descobrir. Ela logo colocou uma das mãos dela em minha bermuda e a abriu. Eu fiz o mesmo com o short dela, quando tirei o short dela coloquei a minha mão nos seios dela e os apertei com força. Logo dei um jeito pra mim ficar por cima dela e pude saber o quanto ela estava excitada e claro eu também estava. Nos dois queríamos aquilo. Antes de fazer qual quer coisa, olhei nos olhos dela e ela sorriu. Posso garantir que foi uma das minhas melhores transas, uma inesquecível naquele lugar, ao som de gemidos e cachoeira e foi com a Mildren Flatts.
Fale com o autor