"Querido,vamos te levar à um tipo de médico,a que ajuda pessoas." Disse a mãe.

"Eu preciso de ajuda?" Disse o menino.

"Não...quer dizer......sim,precisa."

"Eu não quero ir."

"Ele é judeu,ficará tudo bem."

Então foram. Chegando ao psicólogo,o menino estranhou. Ele era normal (Na verdade era o menino que não sabia o que era judeu.)

"Adolf,você não sabe,mas às vezes sua mãe fica incomodada quando você grita muito."

"Mas eu não grito!"

"Grita sim. Você virá toda semana aqui,e eu vou te manda fazer umas coisas. Você entenderá,não é?"

"Talvez não." Por sua primeira visita,o menino odiou judeus.

"Por que não?"

"Porque,dependendo da coisa,pode ter decisões que irão ficar para o resto da minha vida."

"Está bem. Primeira coisa. Você parará de gritar?"

"Não."

"Por que?"

"Eu gosto. Me faz ser alguém maior.

"Mas as pessoas não gostam."

"Mas EU gosto."

"Você não pode ser assim. Você ainda é uma criança."

"Não sou."

"É sim. mas tudo bem. Só quero que você saiba que você é insano. Você sabe o que é isso?"

"É uma pessoa sincera?"

O psicólogo olhou para a mãe.

"Sim."

"Então vou ser sincero. Eu odeio os judeus!" O psicólogo olhou. Pegou um bloco de notas. "Odeio você." E apontou para a mãe. "Odeio você," e apontou para o psicólogo. "e odeio todo mundo!" Gritou tão alto que da rua você ouviria. "ODEIO OS JUDEUS! QUANDO CRESCER VOU MATAR TODOS! TODOS! TODOOOS!