Um Conto Nazista
4 1910 - Parte 2
Aos dez anos,antes do acidente do psicólogo,Adolf Hitler teve um peixe. Ele cuidava tão bem do peixe que ninguém podia tocar em seu aquário sem a permissão de Adolf.
"Papai,esse peixe é importante para mim"
"Eu sei,querido."
"ENTÃO NÃO LIMPE O AQUÁRIO"
"Mas você vai deixá-lo sujo?"
"Sujo? Inseguro? Não. Eu limpo. Me dê o pano."
"Não meu bebê,você vai deixar cair,aí o peixe morre."
"Eu sei que ele morre,não tenho mais 5 anos."
"Eu sei muito bem também que você não tem mais cinco anos. Você NÃO irá limpar o aquário."
"Vou sim."
"Não vai,não."
"VOU SIM!"
"Não levante a voz comigo!" Disse o pai.
"Levanto. Eu sou seu rei,e irei mandar lhe matar."
Nesse momento,o pai chorou. Chorou tanto que pegou o filho e trancou-o para fora de casa. Ele berrou,socou a porta,gritou. Os vizinhos e as pessoas que passavam pela rua olhavam e tapavam a boca. Até que a mãe chegou.
"O que está fazendo aqui?"
"Meu pai me trancou para fora"
"Porque?"
"Não sei. Eu disse que eu era seu rei e iria matá-la."
"Por que você disse isso?"
"Não sei. Eu estava fora de mim."
"Vamos entrar."
Por sorte,a porta estava aberta. Entraram e chegaram ao quarto do pai. A cena que Adolf Hitler viu ficaria na mente até o momento da sua morte. O pai estava enforcado com uma corda em volta da cabeça.
Ele se sentiu sozinho.
Oco.
Sem nada por dentro.
Ele chorou. Chorou de soluçar. Pra valer. Ele foi ao quarto. Pegou o aquário e o quebrou. Chorou ao dia inteiro. Ele seria o pai. Ele cuidaria da mãe. Ele seria bom.
Mas não foi.
Fale com o autor