Um Amor Shinobi

31 Encontros


Notas iniciais
Oeeeeeee Genteeeee mil perdões, fiquei mais de um mês sem postar ;-; eu deixo vocês me odiarem por isso, mas só um pouquinho kkkk sei como é ruim quando o autor deixa de postar, por isso me desculpem T-T Como devem ter percebido eu mudei a capa da fic, tava dando uns rolê pelo DeviantArt e encontrei essa imagem e ela é EXATAMENTE IGUAL ao que eu imaginei quando escrevi o primeiro capítulo, o primeiro abraço dos dois... ~nostalgia A fic já está chegando no fim. Não sei dizer quantos capítulos ainda restam, mas ela já entrou na reta final. Espero que vocês gostem do final que estou planejando ♥ Não sei se vou fazer segunda temporada, até pensei em uma ideia boa, mas não dou garantias que UAS terá uma 2 season. Vocês querem que eu escreva uma segunda temporada? Respondam, por favor. Boa Leitura.

Naruto, Sasuke e Sakura viajavam em direção ao País das Fontes Termais a toda velocidade, saltando por entre a densa floresta.

Já faziam vinte e quatro horas que o trio partira de Konoha, fazendo apenas duas pausas durante o percurso. Naruto tinha a esperança de alcançar o esquadrão de Hinata, mas Sakura deduziu que seria impossível devido à diferença de distâncias.

Naruto estava tão concentrado em seu objetivo que sequer percebeu a aura tensa que pairava entre Sasuke e Sakura. Os dois trocavam olhares assassinos e nos poucos momentos em que conversavam trocavam indiretas bastante diretas.

Sakura ainda estava muito irritada por Sasuke ter agido de um jeito tão rude e autoritário com ela, como se ela não passasse de uma propriedade sua. Sakura não ia deixa que Sasuke a tratasse daquele jeito. "Ainda tenho meu orgulho! Não vou deixá-lo passar por cima de mim desse jeito!"

E Sasuke sentia que seu orgulho havia sido ferido. Apesar de ter se expressado de maneira errada, ele estava genuinamente preocupado com Sakura e só queria seu bem. Ele simplesmente não sabia a forma certa de se expressar.

Opiniões completamente diferentes.

Eles saltavam na seguinte formação: Sasuke ia na frente pois possuía o Sharingan, de modo que podia enxergar qualquer ameaça; Naruto na retaguarda e Sakura no meio, na posição mais segura por ser a única ninja médica da missão. Chovia forte, as gotas de chuva chicoteavam os rostos dos três shinobis enquanto eles seguiam em completo silêncio. A copa das árvores cobria quase que completamente a iluminação, de forma que era difícil enxergar ao redor com clareza.

Naruto resolvera poupar o chakra de Kurama, por isso estava apenas no Modo Sennin, de modo que conseguia sentir qualquer chakra suspeito. Apesar de continuar em silêncio, Naruto estava lutando mentalmente consigo mesmo. Depois que partiu de Konoha começou a questionar-se se seguir Hinata era realmente a melhor escolha a se fazer. "Não, eu já carreguei meus amigos pra cá... Não posso desistir agora."

– Por onde anda o Juugo? — O loiro perguntou, tentando quebrar o gelo infinito entre o grupo.

– Juugo está em Konoha. — Sasuke respondeu com seu tom habitual de desinteresse, sem olhar para trás. — A Hokage decidiu não prendê-lo por ter participado da nossa missão e por ter ajudado durante a guerra. Talvez ele se inicie na carreira ninja.

– Ele vai virar genin? — Naruto segurou o riso, pois imaginou Juugo com todo o seu tamanho no meio da Academia Ninja, rodeado de crianças.

– Não sei. Mas acho bom que Tsunade não tenha sido ingrata... diferente de certas pessoas.– Sasuke grunhiu.

Sakura se segurou para não socá-lo.

– Ah, mas a minha mestra não é ingrata. Com certeza não é grossa e fica tentando comandar os outros à força, certo? — Ela disse, com a raiva contida na voz e fuzilando Sasuke com os olhos.

O moreno apertou o punho.

– Você acha que tentar avisar alguém sobre algo perigoso é grosseria, Naruto?– Sasuke disse, a voz agora também continha sua raiva. Era muito raro vê-lo alterado.

O loiro observava os dois como se fosse uma partida de pingue-pongue, pondo os olhos em um de cada vez e tentando entender o que acontecia ali.

– Eh... O que eu acho? Mas eu não estou entendend... — Naruto não conseguiu terminar a frase:

– Ah, ele acha que é grosseria sim! — Sakura interrompeu-o, sua voz subiu um tom. — Com certeza aquilo não é tentar ajudar, é ser possessivo!

Possessivo?! — Sasuke enfim olhou para trás com fúria, e Sakura devolveu o olhar furioso. — Ser possessivo? Para de falar merda! Você sequer sabia das minhas intenções...

– Eh... Minna... — Naruto chamou timidamente.

O QUE É?! — Sasuke e Sakura responderam em uníssono, ambos parando e olhando para o loiro.

– Eu senti uma movimentação de chakra. — Naruto disse, fazendo com que os dois abandonassem a discussão.

Sasuke começou a olhar ao redor, procurando qualquer coisa que fosse com Sharingan.

– Tem certeza disso? — Sakura perguntou, agora com a voz bem baixa.

– Tenho. Senti mais ou menos ao norte — Naruto respondeu.

– Talvez seja apenas um grupo de shinobis em missão. — Sakura disse.

– Não faz sentido, ninguém costuma entrar muito nessa floresta. — Sasuke falou, de testa franzida.

– Muito bem observado, garoto. — Eles ouviram uma voz masculina dizer.

Os três viraram-se na direção da voz com um sobressalto. Havia um homem de pé em um galho um pouco mais alto, usando um casaco preto, cabelos curtos também pretos. Ele observava-os de expressão vazia e as mãos nos bolsos.

Naruto reconheceu o homem imediatamente: era o mesmo cara que apareceu na ilha do esconderijo onde Hinata estava confinada, o mesmo que trouxera aquele exército de mortos-vivos para atrasá-los. O corpo do loiro foi envolto pelo chakra amarelo de kurama com um estrondo.

Você! — Ele gritou.

– Sim, eu. Sentiram saudade? — Ele perguntou com a voz quase robótica.

Os outros dois pareceram tê-lo reconhecido também e entraram em posição de combate. O homem ainda parecia inabalado.

– Nossa, pra que tanta hostilidade. Eu não vou lutar contra vocês — O homem disse, mas ainda não demonstrava emoção.

Isso não tranquilizou os três ninjas.

– O que você quer? — Sakura perguntou.

– Direto ao assunto? Ok. — O homem passou o peso do corpo para o outro pé. Ele parecia completamente entediado. — Quero fazer um acordo. Não se intrometam na viagem da Hospedeira e talvez eu não destrua aquela sua vila.

Naruto apertou os punhos. O jeito como ele se referia à Hinata como Hospedeira fez com que o loiro ficasse ainda mais furioso.

– Mas espere — Sakura disse, franzindo a testa. — Você trabalhava para Takahashi Katsuo. Era um de seus escravos, certo? Por que agora está tentando se intrometer na nossa missão?

O homem encarou Sakura por alguns segundos, e foi visível que a garota se encolheu. Os olhos do homem eram de um cinza profundo, como se fosse metal derretido. Agora que eles o observavam de perto, era notável a beleza do homem. Mas havia algo mais. A expressão toda dele, o formato do rosto parecia tremular se você observava bem. Os olhos eram penetrantes demais.

Ele... quase não parecia humano.

– Eu não era um escravo. — O homem disse depois de alguns instantes. Quando tirou os olhos de Sakura, a garota tremia. — Eu era um... parceiro. Fiz com que ele se revoltasse contra Kirigakure. Ajudei-o em diversas experiências. Contei a ele sobre o Akuma... Mas ele morreu. Uma pena.

– Então foi você que fez com que Katsuo fizesse todas aquelas coisas?! — Naruto gritou. Estava ficando com cada vez mais raiva do homem.

– Você fala de um jeito que faz parecer ainda pior, mas basicamente sim — Ele abriu os braços como se pedisse aplausos -, fui eu. Ah, não me olhem com essas caras. Esse é o meu trabalho... induzir as pessoas para que elas façam o que eu quero.

– Por que está ajudando Akuma? — Sasuke perguntou, o tom de voz era baixo, mas ele também parecia alterado. — Você estava do lado do Takahashi.

– Eu nunca estive ao lado daquele homem. — O cara disse como se isso fosse óbvio demais. — É claro, ele me foi útil muitas vezes... Mas não passou de uma simples ferramenta. No fim das contas, fez exatamente o que eu queria que fizesse. Todos vocês fizeram o que eu queria.

Sakura engoliu em seco.

– O que você quer dizer com isso? — Ela perguntou, hesitante.

O homem abriu um sorriso como se estivesse prestes a contar uma piada muito engraçada. Ele sem dúvidas era bonito, mas aqueles olhos e aquele sorriso o faziam parecer louco.

– Katsuo foi a peça principal. Eu fiz com que ele realizasse experiências e descobrisse uma forma de utilizar o poder de Akuma-sama. — Naruto franziu o cenho quando ele utilizou o sufixo sama. Aquilo não era bom sinal. — Logo depois, ajudei para que ele conseguisse capturar a Hospedeira. Toda aquela batalha fazia parte do plano, porque eu sabia que Katsuo ia morrer e também sabia que no fim Akuma-sama ficaria aprisionado naquela garota... Sendo assim, ele poderia finalmente ser livre... Só seria preciso fazer a garota ceder. — Ele passou a mão pelos cabelos pretos e soltou um suspiro. — Infelizmente a Hospedeira é bem mais teimosa do que eu esperava. Mas agora, ela está indo exatamente para o lugar onde Akuma-sama enfim terá sua liberdade. Por isso não posso deixá-los passar.

Um alerta apitou em Naruto. Agora ele tinha que alcançar o esquadrão mais do que nunca.

– Você não respondeu minha primeira pergunta — Sasuke perguntou. Era perceptível que ele queria que o homem falasse mais, para arrancar mais informações dele.

O sorriso voltou ao rosto do homem.

– Akuma-sama não é apenas o demônio mais poderoso de todos... É também o pai de todos os outros demônios. O meu pai. — O seu sorriso aumentou quando ele viu a expressão confusa dos três. — Eu sou Amanojaku, o filho primogênito de Akuma.

Os três recuaram um passo involuntariamente. O sorriso de Amanojaku parecia atravessar suas mentes... fazia com que eles ficassem irritados.

– Eu já ouvi uma história sobre você... — Sakura disse, de testa franzida. — O pequeno demônio que instiga as pessoas a cometer perversidades.

– Detesto o adjetivo pequeno. As pessoas dizem isso porque eu não me pareço com um demônio, mas isso não faz diferença. Eu posso me parecer com o que quiser. — Ele levantou os braços e sorriu, como se estivesse admirando a si mesmo. — Mas gosto dessa aparência. Os humanos costumam confiar em pessoas bonitas. Mas isso não é importante. Demorei muito tempo para conseguir com que meu plano desse certo, agora vocês não podem arruiná-lo. Aceitam o acordo?

– Mas é claro que não! — Naruto gritou, já bolando um ataque.

Amanojaku soltou um suspiro de decepção.

– É uma pena. Pensei que não teria que usar violência.

– Você disse que não ia lutar contra nós — Sakura disse.

Ela se arrependeu de ter dito isso no momento que terminou a frase.

Centenas de homens começaram a surgir, vindos de todas as direções. Eles eram todos grandes e musculosos, grunhiam como se fossem animais com raiva — e todos tinham marcas brilhantes pelo corpo. Eram os ex-escravos de Katsuo, os mesmos da ilha.

– Eu não vou lutar. Eles é que vão. — Amanojaku disse e desapareceu por meio de teletransporte.

Os três ninjas rapidamente ficaram costa-a-costa.

– Covarde! — Naruto gritou, quase que reclamando consigo mesmo.

– O que são as marcas nos corpos deles? — Sakura perguntou enquanto os homens se aproximavam rapidamente.

– É o Fuuin do Orochimaru. — Sasuke falou. — Não sei como ele pode ter conseguido colocar o Fuuin em tantas pessoas...

– A especialidade de Amanojaku é enganar e convencer as pessoas a fazer o que ele quiser. Talvez tenha feito isso com Orochimaru — Sakura disse.

– Não me importa como esse Ama-sei-lá-o-quê conseguiu o Fuuin! Temos que passar por esses caras! — Naruto disse.

O exército enfim os alcançou.

Eles vieram como um enxame de abelhas; muitos, barulhentos e persistentes. Os três lutavam tão intensamente e com tantas pessoas à sua volta que perderam a noção de espaço.

Quando Sasuke enfim conseguiu alguns segundos para respirar, percebeu que seus companheiros não estavam mais lá. Então entendeu a verdadeira intenção do enxame: fazer com que eles se separassem.

Sakura.

Mais homens apareceram e Sasuke voltou a brandir sua Kusanagi em golpes mortais. Ele sabia que Naruto podia se virar muito bem sozinho, e também sabia que Sakura podia vencer, mas uma sensação ruim apoderou-se de sua mente. Sim, talvez ele estivesse subestimando a garota, mas simplesmente precisava protegê-la.

Essa era a primeira vez que Sasuke sentiu algo assim por alguém.

O moreno abriu espaço por entre os ex-escravos-turbinados e começou a saltar à procura da Haruno. O enxame parecia não acabar nunca, os homens tentando golpear Sasuke todos ao mesmo tempo, mas percebia-se que eles não eram ninjas, pois Sasuke sequer precisava usar o Susano'o para proteger-se.

Ele escutou uma explosão mais ao sul e pôde ter certeza que era Naruto e seu estilo barulhento de luta. Ficou ainda mais preocupado quando não conseguiu escutar nenhum indício da luta de Sakura.

Em um momento, foram tantos homens saltando na direção de Sasuke que ele teve que parar para conseguir lutar contra tantos. Eles poderiam não ser ninjas, mas a quantidade era tanta que ia praticamente atolá-lo. Uma tática antiga e covarde. O moreno já começava a ficar cansado depois de lutar tanto.

Foi quando Sasuke conseguiu escutar um leve grunhido; reconheceria aquela voz em qualquer lugar. Sakura. A direção da voz vinha à oeste. Sasuke desvencilhou-se dos homens e correu naquela direção.

De longe ele viu que Sakura estava no chão, rodeada por um número muito grande de homens. Ela estava caída com o corpo muito machucado, quase não conseguia se mover.

E um dos escravos estava prestes a matá-la.

Até então, Sasuke não havia entendido muito bem quando pessoas diziam que os sentimentos de um Uchiha eram muito extremos. Ele enfim entendeu naquele momento.

Se pedissem para Sasuke explicar o que ele fez, certamente não saberia explicar.

Sua mente foi varrida pelo mais puro sentimento de ódio. Sua visão tingiu-se de vermelho. O Susano'o roxo explodiu envolta do corpo de Sasuke, jogando muitos homens para longe. Seu corpo começou a mover-se quase que instintivamente; lutou de uma forma que nunca havia lutado anteriormente. A maioria dos homens em volta assustaram-se antes de serem mortos pelos golpes de Sasuke — apenas o olhar do rapaz assustava-os a ponto de quererem fugir.

A única coisa que havia em sua mente era que não deixaria Sakura morrer.

Ele descontou toda a sua raiva no homem que estava prestes a matar Sakura, que segurava uma katana e ia executar a garota. Talvez Sasuke houvesse sido violento até demais quanto àquele homem em particular, mas ele estava louco demais para pensar nisso.

Depois que estava praticamente sozinho — os escravos não quiseram ficar para esperar a morte -, Sasuke correu até Sakura, a raiva sendo substituída pela preocupação.

A Haruno encontrava-se desacordada e muito ferida, sua capa fora completamente destruída. Sasuke ajoelhou-se ao lado dela e apoiou seu corpo nos braços, fazendo com que Sakura entrasse na proteção do Susano'o. Sasuke examinou seu pulso, estava muito baixo, a respiração quase imperceptível. Ele não era nada bom com primeiros-socorros e coisas do tipo, por isso começou a se desesperar.

Aquela também era a primeira vez que Sasuke entrava nesse tipo de desespero.

– Não se atreva a morrer agora, Sakura — Ele disse. Sasuke segurava-a como se fosse algo precioso. Suas mãos tremiam.

Ele viu o peito da garota mover-se. Ela tossiu e abriu os olhos devagar, encarando o vazio, depois olhou-o.

– Sasuke...? — Ela sussurrou, a cor voltando ao rosto.

Um alívio inexplicável apoderou-se de Sasuke. Seus músculos relaxaram e suas mãos pararam de tremer. Ele nunca pensou que ficaria tão feliz em ouvi-la chamar seu nome.

Nunca mais me assuste desse jeito, entendeu? — Ele disse, e Sakura quase não acreditou quando percebeu que ele tinha um pequeno sorriso de alívio. Era a primeira vez que ela via aquela expressão em seu rosto, algo tão... leve.

Sasuke segurou o queixo de Sakura com o polegar e o indicador e a beijou. Pode-se dizer que foi o primeiro beijo de verdade deles.

Não houve possessividade da parte de Sasuke, não houve malícia, não houve submissão da parte de Sakura — não foi um beijo sem sentimentos como todos os anteriores. Sakura se assustou com o modo como Sasuke a segurava como se ela fosse a coisa mais importante do mundo. Ela não sabia que ele podia agir desse jeito (nem mesmo ele sabia).

Por um momento, nada mais importava. Era como se o mundo tivesse parado de girar.

Foi quando eles ouviram Naruto chamá-los, e se separaram. Sasuke ajudou Sakura a se levantar, ajudando-a a ficar de pé, pois ainda estava muito ferida.

O loiro apareceu, já fora do Modo Kyuubi. Ele estava inteiro e não demonstrava sinal algum de cansaço. Nem dava pra perceber que ele acabara de lutar com um exército.

– Minna, temos que continuar... Sakura, o que aconteceu com você?! — Ele aproximou-se, preocupado.

Ela pareceu um pouco ofendida e envergonhada, pois ambos os rapazes estavam inteiros e ela mal conseguia ficar de pé sozinha.

– Estou bem... Só preciso de um tempo pra me curar, certo?

Naruto ainda parecia bem preocupado, mas assentiu.

– Certo... Temos que alcançar logo a Hinata, o cara deu a entender que o Akuma vai ser solto assim que ela chegar no País das Fontes Termais! Eu sabia que ela não deveria ter ido!

– E não é só isso — Sasuke disse, sua voz já de volta ao normal. — ele disse que se não aceitássemos o acordo, destruiria Konoha. Nós não aceitamos. Significa que a vila vai ser atacada.

– Temos que dar um jeito de avisá-los. — Sakura disse.

– Mas como?

– Talvez eu possa ajudá-los — Eles escutaram alguém dizer.

Acima de uma árvore estava um homem musculoso, de longos cabelos loiros presos em um rabo de cavalo e olhos verdes. Ele usava um sobretudo preto, e tinha os braços cruzados. Sorriu para o grupo.

– Você cumpriu seu juramento, Naruto. Agora devo retribuir.

Aquele era Yamanaka Hideki.

Notas finais
Alguém aqui é fã de Percy Jackson? Pra quem não sabe, eu sou Semideusa (filha de Hades) e iniciei uma fic sobre PJO e HDO, se ficarem interessados, aqui está o link: http://fanfiction.com.br/historia/479630/Daughter_Of_War/ Tem apenas um capítulo, mas gostaria que vocês dessem uma olhada, sla *u* -Titia Isa voltou a pesquisar ♥ Amanojaku é um demônio japonês que induz as pessoas a fazer maldades, como coloquei lá, faz parte da mitologia oriental.