Um Amor Sem Limites

11 O primeiro emprego


Notas iniciais
Aproveitem!
No dia que seguiu, Larissa me acordou com o celular dizendo para que eu não me atrasasse para o novo serviço.

Fiquei tão animada que acabei esquecendo-me de tudo o que aconteceu com Miguel.

Tomei um café da manhã reforçado, uma ducha para acordar, me arrumei e saí vinte minutos antes de começar meu expediente.

Cheguei antes que Isabella estivesse lá, mas não esperei nem cinco minutos.

Meus serviços com ela não eram puxados e nem entediantes. Eu dei banho em cachorros, marquei consultas e ajudei-a na enfermaria quando uma dona entrou no lugar desesperada, com seu cachorro no colo, dizendo que ele fora atropelado.

Todos aqueles serviços me deixaram mais entusiasmada para começar a faculdade. Eu adorava animais, sempre fui assim desde pequena.

Quando nasci, meus pais tinham uma cachorrinha. Ela era linda e fofa, sempre que eu acordava, estava nos pés da cama ou até mesmo lambendo-me. O nome dela era Pipoca, e meus pais diziam que tinham dado esse nome por que ganharam ela de meus avós, quando descobriram que eu estava por vir, e minha mãe naquela época, ficou louca por pipoca.

Quando Pipoca morreu, nós todos sofremos muito. Ela era especial para nós, muito especial.

Isabella contava-me algumas coisas sobre quando fazia a faculdade. Dizia que sempre, desde pequena, soube o que queria ser quando crescesse, e que em nenhum momento da vida isso mudou.

Adorei trabalhar àquele lugar.

Quando meu horário acabou e finalmente eu voltei para casa, antes mesmo que eu sentasse no sofá, meu celular tocou.

— Oi Thiago. eu disse, ao atender e ver seu número no discador.

— Oi Manu, está tudo bem? ele perguntou.

— Sim, estou ótima, — eu disse sentando-me no sofá. Eu finalmente consegui um emprego, e ele é demais. Eu adorei.

— Que legal. Fico feliz por você. Onde está trabalhando? ele respondeu.

— Obrigada. Em uma casa de rações no centro da cidade. A dona de lá precisava de ajuda por estar começando agora, e estar sozinha. Eu adoro animais, e também iria ajudar em sua clínica veterinária, então, resolvi tentar.

— Legal. Quer ser veterinária. ele afirmou.

— Sim. eu afirmei.

— Manu, eu queria saber se gostaria de sair pra jantar comigo?

— Ok, eu vou tentar não passar vexame na frente de sua família de novo. A que horas passa aqui? respondi sem entusiasmo.

— Não, não. Minha família não vai. Só nós dois. ele respondeu, gargalhando um pouco.

Minha boca abriu. O que eu faria?

Notas finais
Espero que tenham gostado...
Um beijo.