Notas iniciais
Oiii! Cá estou eu, firme e forte, ou não. :c aushuas mentira. AAH! Tem mais musica do One ok Rock no capitulo! Aí ces pensam: Caralho a Fuyuka nem gosta deles ¬_¬. são meus lindos, e só meus, u.u posso fazer oq? A musica da vez é: Borderline! - youtube - watch?v=9AuDonGnFcw Bom... A fic realmente correu para um momento beeem lá na frente no capitulo. LOL, chega foi meu assustador. Mas, se eu nao fizesse isso a fic nunca teria um basta o.o Fui obrigada! TRETA! BARRACO! aushaush depois da briga do BB mais o Matt/Near, agora temos briga do Matt com... tchan! Só lendo pra saber u.u O nome do capitulo é: Minha família? Boa leitura.

–- Sabe que dia é hoje?

–- Não, algo importante? -- a velocidade do carro era constante, seus olhos não viam os meus enquanto conversávamos.

–- Hoje é treze de novembro. -- olhou de soslaio para mim, voltando à atenção à rua. -- Tem algo importante hoje?

–- Há! -- suspirou. -- Falta um mês para casarmos, Mello. -- estacionou.

–- Ah... -- fixei o olhar nele. -- Um mês... -- sussurrei. -- Um mês... -- Tão rápido. -- olhei para o volante, suas mãos estavam sobre ele, o anel cintilando em seu anelar. -- Ótimo, as vadias do mundo precisam saber de quem é o Matt. Vamos, estou faminto e vamos perder a sessão se continuarmos aqui.

Desprendi meu cinto, mas tive meu pulso segurado quando fui o retirar da trava. O ruivo me olhava, tinha um sorriso curto nos lábios.

Sua outra mão alcançou meu rosto, cerrei os olhos, esperando seus lábios de encontro ao meu, mas apenas recebi um selo em minha testa. Encarei seu rosto perto, praticamente seu nariz colado ao meu.

–- Eu odeio quando você me engana assim, -- balancei meu rosto, roçando seu nariz ao meu. -- eu sempre acho que você vai me beijar, mas aí -- eu ri um pouco. -- você me surpreende com um beijo na testa, eu gosto. Vamos príncipe encantado, nosso filme vai começar.

–- Decida-se se gosta ou não.

A sala de cinema estava fria, fiquei o tempo todo agarrado a Matt, já que minha blusa, apesar do couro, não esquenta tanto pela quase falta de panos.

(...)

Matt

–- O filme não foi lá essas coisas como pareceu no trailer.

–- Eu concordo. Ah, acabou. -- o loiro balançou a vasilha vazia do Milk Shake.

–- Já era hora. Vai acabar gripando no frio do cinema com pouca roupa, e tomando Milk Shake. -- balancei a cabeça em negação, rindo. -- Vamos embora?

–- Você vai. Tem umas lojas novas aqui que quero conhecer.

–- Então, vamos juntos.

–- Não. Você disse para mim que estava com dor de cabeça. Vai para casa descansar. E não diga nada. Apenas vá. Eu pego um táxi.

–- Eu... -- o olhei incrédulo. -- Está bem. Tente não ser sequestrado pelo motorista. E você não vai comigo até o estacionamento?

–- Estamos a caminho dele. -- riu um pouco.

O elevador que tomamos estava razoavelmente cheio. E permaneceu assim até que descemos.

–- É aqui que nos despedimos.

–- Você fala como se não fossemos mais nos ver tão cedo.

–- Uma pequena eternidade, amor. -- abraçou meu pescoço.

–- Não demore. -- selei de leve a ponta de seu nariz. -- Falo sério. -- olhei seus olhos.

–- Não irei. -- selou rápido meu lábio e se afastou andando. -- Até mais. -- acenou com as costas das mãos.

Um frio na barriga me apertou as entranhas quando entrei no carro. Mas ainda assim dei partida.

Um pouco de engarrafamento no trânsito do centro, mas logo cheguei. Vendo um carro parado no meio fio de frente à minha casa. Um casal estava de pé ao lado dele. E pelas vestimentas e o carro, eu afirmo que as condições financeiras são ótimas. A senhora aparentava no máximo cinquenta anos, não diferente de seu companheiro.

–- Boa noite. -- eu praticamente sussurrei quando passei pelos dois. Falei apenas pela mera educação.

–- Boa noite. -- a moça respondeu. Voz baixa e suave. -- Não acha que é ele? -- ouvi o sussurro, digo, era para ser um sussurro, apenas ignorei.

–- Talvez. -- a voz do outro era grave.

–- Mail? -- ela falou.

–- Pois não? -- tirei a mão da maçaneta, virando-me.

–- E-Eu disse que era. -- caminharam até mim.

–- E vocês quem são?

–- Claro que você não lembra mais de nós. Foram tantos anos. Somos seus -

–- Pais! O que vocês estão fazendo aqui? -- meu rosto se tornou uma carranca.

–- Nós soubemos que iria casar.

–- Ah! Claro! Não se importaram com por volta de dezessete anos de minha vida, vão se importar com a data de meu casamento. Por que não, né? -- virei de costas, abrindo a porta e entrando.

–- Mail tenha um pouco de educação.

–- Talvez se fosse vocês quem tivesse me educado eu tivesse. -- eu não os encarava.

–- Mail, por favor.

–- Por favor? -- virei-me encarando-a. -- Vocês têm noção, alguma mínima noção do que fizeram? Vocês largaram seu filho nas mãos de uma vadia qualquer. Eu me perguntei durante um tempo o porquê, mas desisti de procurar respostas. “Será que é por que não me pareço com nenhum deles? Tenho olhos verdes, sou ruivo e branco demais para o padrão da família, vai ver a outra parte não me aceitou e eles preferiram dar ouvidos ao invés de pensar em meu bem” Era isso que eu pensava... E hoje vocês chegam aqui com essa cara lavada?

Doko de umarete boku wa doko de sodatta no?

(De onde nasci? De onde sou?)

Dareka ni aisareta kioku wa nai

(Não posso me recordar de nada que me havia amado)

I can’t load my secret code wakaranai mama

(Não posso carregar meu código secreto, ainda não entendo)

Panku shi souna omoi wo dousureba ii?

(Que deveria fazer com esses sentimentos que estão a ponto de explodir?)

–- Nós apenas queremos conhecê-la. Você irá gerar descendentes. Queremos saber se ela está apta à nossa família.

–- Como é? Só posso estar errado no que ouvi. Primeiro: vocês dois não têm o direito de se meter com quem eu caso ou deixo de casar. Segundo: não vamos gerar descendentes. Nunca.

–- Ela é estéril? -- isso só podia ser brincadeira, de mau gosto, muito mau gosto.

–- Não. -- cerrei os punhos, a raiva estava crescendo.

–- Não quer ter filhos? -- franziu a testa.

–- Não é ela, droga!

–- E-Ele? -- o homem se pronunciou. -- Homem?

–- É. Algum problema?

–- Mas como isso é possível? -- tinha os olhos arregalados.

–- Ah, não sei. Talvez se vocês não tivessem me largado meu caminho fosse outro. Alias fiquem sabendo que por causa dele eu sou o que sou hoje. Se fosse depender da educação que aquela vizinha mau comida, filha de mãe, me dava eu iria aniquilar vocês quando saísse de lá. Mas não, agradeçam por eu amar esse homem que vive comigo hoje!

I didn’t know much about love and happiness

(Eu não sabia muito sobre amor e felicidade)

I didn’t know much about hope and fondness

(Eu não sabia muito sobre esperança e bondade)

Mezamete kanjikara ikiru tameni hitsuyou na koto

(Depois senti emoções, senti a necessidade de viver)

Dore dake dito shinjutsu wo shinji dore dake kachi ga aruka shiria kute

(Quando entendo de amor e verdade, quando valorizo o ser)

Hito to no deai tsunagaru sekai mata hitotsu ashiato nokoshite

(Sei que as pessoas estão conectadas e deixando pegadas em todos os lugares)

–- Mail entenda que foi para o seu bem.

–- MEU BEM?! Não foi nem quinze horas, nem quinze dias, nem quinze míseros minutos... Foram mais de quinze anos!! Sem cartão postal, sem uma ligação, um e-mail, sem nada! Vocês têm dinheiro caindo dos bolsos... E nunca tiveram a coragem de ir me ver no orfanato. “Olha estamos vivos”, ao menos um recado para o filho que vocês jogaram fora. Nada! -- puxei fortemente o ar. -- Vão embora. -- falei baixo, mas o tom saiu bravo. -- Nunca precisei de vocês durante todo esse tempo, não é hoje que isso vai acontecer. Tudo o que eu preciso mora comigo.

–- Hum...? -- sua voz foi carregada de sarcasmo. -- Por falar nisso, onde está ele?

–- Não interessa a você.

–- Ah, claro, está na rua, era de se esperar, deve estar lhe traindo. -- falou com desdém.

–- Você não o conhece, não ouse falar dele. -- eu admito, iria partir para cima, mas o telefone em meu bolso tocou e me contive para atender, sabia que era ele. -- Oi amor.

–- Matt? O que foi? -- perguntou assim que notou minha voz.

–- Nada. -- passei a mão na testa. -- Onde você está, já está chegando?

–- Como você me diz que não é nada!? -- a porta foi aberta bruscamente. -- Matt? -- sua ultima frase foi um sussurro.

–- Mello.

Seus olhos se moveram entre as três pessoas presentes na sala.

–- Mello... -- fui quase até ele. -- Esses são meus... Meus...

–- Pais? -- perguntou notando minha dificuldade.

–- É...

Ele completou o caminho que faltava entre nós. Unindo nossas mãos, acariciando meu dorso com seu polegar negro.

–- Você está bem? -- tocou meu rosto com a outra.

–- Pareço? -- minha voz saiu arrastada.

–- Matt... -- ele suspirou.

–- Muito prazer, Senhor Mello. -- a voz fora grave.

–- Para os senhores, é Mihael. O que fazem aqui? Abandonaram-no -

–- Você não tem o direito de se meter no assunto. -- a única mulher do recinto se pronunciou.

–- Ele tem tanto quanto eu dou para ele. Vão embora, ok? Sinceramente, não sei o que passou pela cabeça de vocês para virem aqui...

–- Viemos nos redimir. Pedir a você que venha morar conosco em Londres.

–- Ir morar com vocês? Estão bêbados por acaso? Pensaram que seriamos uma família feliz assim do nada? Que iria para vocês de braços abertos e um sorriso no rosto? Não, não, não mesmo. Nem que eu estivesse solteiro iria cometer uma besteira dessas.

–- Nós iremos embora, mas a proposta ficará. Aqui nosso numero de telefone e endereço, caso mude de ideia sobre tudo isso. -- deixou um pequeno cartão com letras desenhadas sobre a mesa de centro. -- Desde o casamento até o que vivemos. -- eu iria reagir a sua frase, mas Mello apertou meus dedos nos dele. -- Por favor, pense com carinho, e repense suas decisões. -- olhou diretamente para o loiro ao meu lado. -- Adeus, Mail, Mihael.

A porta bateu, Mello me olhou.

–- Eu os odeio! Você viu? DROGA! Depois de tanto tempo! Morar com eles? Isso só pode ser brincadeira! -- eu estava ciente de que gritava.

–- Ei, Matt...?

–- Eu não acredito! Até de você eles falaram! Eu não pude aceitar isso, mais do que qualquer outra coisa-

–- Matt me ouve... -- senti sua mão em meu rosto e um leve selinho. -- Por favor... -- sua voz foi baixa, seus olhos assustados. -- Você está gritando, está fora de si, está me assustando assim... -- tinha bolsas de lágrimas no canto dos olhos. -- Se acalma, eles já foram.

–- Me perdoe. Eu não queria...

–- Eu sei... -- ele me abraçou, roçando suas unhas em meu couro ruivo. -- Nee, eu amo você, ok? Amo você. Você não tem culpa de nada. -- segurou meu rosto antes em seu pescoço. -- Vamos fingir que não aconteceu, tudo bem?

I didn’t know much about joy and tenderness

(Eu não sabia muito sobre alegria e sensibilidade)

I didn’t know much about truth and faithfulness

(Eu não sabia muito sobre verdade e fidelidade)

Subete ga tokihatare kokoro o iro ga aruka shiritakute

(Tudo é revelado e o calor do coração muda)

Dore dake ai to shinjutsu wo shinji dore dake kachi ga aruka shiritakute

(Quando acredito no amor e na verdade, quando valorizo o ser)

Kimi to no deai tsunagaru sekai mata hitotsu no ashiato nokoshite

(Sei que as pessoas estão conectadas e deixando pegadas em todos os lugares)

–- Não... Eu não posso. Mais de quinze anos, amor... Sem nada, nada. Você sabe, e de repente, um convite para moradia e desistência do casamento? Eles só podem estar de brincadeira comigo.

Sentei no chão, com as costas apoiados no sofá. Mello sentou onde minha cabeça alcançava, colocando-a em seu colo, acariciando meu cabelo, enquanto eu podia olhar para seu rosto. Suas pernas caiam por meus ombros, soltei um longo suspiro.

–- Eles não merecem o filho que tem... -- segurava meu rosto em moldura por meu queixo. -- É meu o que não pertence a eles... -- roçou nossos narizes. -- Ainda assim, eu sinto muito, Matt. Eu não tenho pais, é mais fácil para mim.

–- Não, tudo bem... Você mesmo já disse... É seu o que não pertence a eles.

–- Mas e a rejeição e-

–- Não comece. -- puxei seus cabelos caídos, ouvindo um fino grito dele e abafando-o com meus lábios. -- Foda-se a opinião não só deles como de quem se opõe a isso. O que fazemos de errado? Apenas nos amamos, Mello. Tenha dó.

–- Ok, não está mais aqui quem falou. -- sorriu mostrando os dentes brancos.

–- Ótimo, vamos subir, preciso de um banho.

Eu não estava com um sorriso no rosto, mas também não estava com cara de bravo. Sei que a minha autoestima influência na dele, e vice versa. Por mais que eu esteja chateado e ele saiba disso, não há necessidade de fica mostrando pra o mundo.

–- Se você não ficar quieto, eu vou cortar torto.

–- Eu disse que não quero cortar, Matt.

–- Mello. -- suspirei. -- Vem, deixa eu tirar apenas dos olhos. Só isso.

–- Que chato você. -- fez bico e sentou a minha frente.

–- Os anos de convivência com você me contaminaram. Tá parecendo mulher com medo da tesoura.

–- São meus cabelos, ora. E não corte os seus.

–- Ah, eu vou sim, estou quase cego com uma franja desse tamanho.

–- Não vejo problemas, eu gosto. -- deu de ombros.

–- Não que eu não goste, mas você sabe que incomoda essa coisa nos olhos.

–- Matt! -- gritou quando posicionei a tesoura. -- Não corta aí!

–- Que susto. Mello colabora aí. Fecha os olhos.

–- Não me deixe careca.

–- Se eu deixar, que cabelos vou puxar enquanto fodo você deliciosamente?

–- Eu me recuso a responder. -- fechou os olhos, vi suas bochechas rubras.

–- Nossa, quanto cabelo que eu cortei, não acha?

Havia menos de um dedo de comprimento em minha mão, e ele estava fazendo todo aquele alvoroço.

–- Pronto, a tortura do mês acabou. -- baguncei seus cabelos. -- A próxima será no comprimento. Daqui a pouco você está uma Rapunzel da vida. Mas só vou cortar depois do casamento. -- abaixei a sua frente.

–- Sua vez?

Apenas ri; -- Agora da para o quão grandes e bonitos são seus olhos.

–- Cadê a tesoura? -- tentava disfarçar.

–- Não sei, procure. -- o empurrei na cama.

–- Se você saísse de cima de mim, eu poderia.

–- Ah, perdão por ser um estorvo. -- deslizei o nariz por sua pele de chocolate. -- Um dia ainda ei de comer um pedaço de você. -- acabei rindo.

–- Até todo, se quiser. -- segurou meu rosto. -- Vamos cortar os cabelos, senão você não me deixará fazer com essas segundas intenções em mente.

Claro que eu não esperei que ele dissesse que já havia acabado para eu por em prática as minhas segundas intenções.

I didn’t know much about love and happiness

(Eu não sabia muito sobre amor e felicidade)

I didn’t know much about hope and fondness

(Eu não sabia muito sobre esperança e bondade)

Mezamete kanjirareta ikiru tame ni hitsuyou na koto

(Desperte, sinta emoções, sinta necessidade de viver)

Itta waruika shinjutsu wo shinji kotae wa jinbun no naka ni arusa

(Se é bom ou ruim, acredito na verdade, por que a resposta está em mim)

Hito to no deai tsunagaru mata hitotsu no ashiato nokoshite

(Sei que as pessoas estão conectadas e deixando pegadas em todos os lugares)

(...)

–- Near, bom dia.

–- Você aqui de novo à uma hora dessas? -- suspirou. -- Que seja, bom dia. Entra.

–- Eu quero lhe fazer uma pergunta.

–- O que foi? -- perguntou da cozinha, sentei no sofá o esperando.

–- Contatou os meus pais sobre o casamento?

–- Eu? Por que eu faria algo assim? -- sentou em frente a mim, as pernas cruzadas em cima do sofá.

–- Eles tiveram lá em casa, e a única pessoa que sabe do casamento é você. Quando se diz respeito aos preparativos. Fora o BB.

–- Bom, eu comecei a enviar os convites, e mandei-os para o Roger, quem sabe não foi ele.

–- Você acha? Mesmo depois de tudo? Acha que ele teve o trabalho de procurar por eles?

–- Matt, você sabe, tão bem quanto eu que você sempre recebeu apoio financeiro deles. Senão, essa festa não vingaria.

–- Near, não vamos começar com isso, ok? O Roger coloca o dinheiro na minha conta, porque ele disse que o faria. Os velhos mandam sim dinheiro para lá, mas nada menos do que eles deveriam ter consciência de fazer, a conta deles só falta estourar.

–- O que eles queriam?

–- Que eu fosse morar com eles. Tsc.

–- M-Morar?! -- engasgou.

–- É, morar. -- suspirei. -- Você está precisando de algo?

–- Não, tudo o que você me deu foi suficiente, por enquanto. Deixe comigo, Matt. Sei o que faço. -- sorriu de leve, levando a xícara tão branca quanto ele aos lábios. -- O Mello já deve estar para acordar, você deveria voltar. Deve ter ido comprar o café dele, certo?

–- Sim, -- cocei a nuca. -- isso mesmo. Eu realmente só vim aqui para lhe fazer essa pergunta. Eles vieram da Inglaterra ou lá onde estavam morando pra conhecer a minha ‘noiva’ e ver se ela estava apta à nossa família. Há, há, há. Eu nem acreditei quando eles disseram isso.

–- Não falaram nada por não ser noiva?

–- O velho soltou umas piadas, mas... -- suspirei fundo. -- Deixa para lá. O que importa é que não foi você.

–- Eu não faria isso, ainda mais agora em nossa trégua.

–- Que bom. Se precisar de algo me liga.

–- Matt... -- percebi que ele apertou a porcelana. -- Olha, ainda... Me desculpa por aquilo tudo que o Beyond falou. E-Eu...

–- Tudo bem; eu acho. O importante é que ele não toque no Mello. -- apertei os olhos.

–- Isso não irá acontecer, eu asseguro.

–- Confio em você. E pensar que há um tempo eu não pensaria em dizer uma frase desse tipo.

–- Hahaha, as coisas mudam, não? Agora, vai, Mello daqui a pouco ligará.

Levantei e segui à porta, sendo acompanhado pelos olhos do albino.

–- “A ultima coisa que quero,” -- subi na moto. -- “é que eles apareçam na igreja.” -- coloquei o capacete e parti.

Notas finais
uahsuah coitado do Matt '-' Bom, dá pra notar que daqui ha mais ou menos cinco-seis capitulos acontece o casamento, e olha lá se nao acontecer antes. :3 A outra fic... Que eu havia falado está estatica, e estou chateada com isso... Mas pretendo dar um jeito nisso antes que essa acabe. O nome é... '-' "Sexual Toy" e vai ser divida em três fics, de no máximo 20 caps cada. Daqui até os proximos capitulos eu vou dando mais informações. :3 '3' Kissus e até.