Um Amor Para A Vida Inteira?!

61 Amor, Instabilidade e Ele não pode saber.


Notas iniciais
Oi ~~ aushausa gnte *-* Sexual Toy está em um andamento maravilhouser. Já tenho até uma sinopse! :3 Que orgulho, até pq sou pessima, verdadeiramente pessima nelas. ~~ Mas como a fic já está para acabar, os acontecimentos do casamento, que por sinal já está escrito e só falta editar, estão se tornando cada vez mais proximo, mas isso não significa que tudo vai ser paz daqui até la. Boa leitura.

“Apenas olhe nos meus olhos, e diga o que eu não faria por você.” Esse grande idiota. Dizer algo assim, numa hora daquelas. Não precisava nem ele ter completado as preliminares, se ele continuasse a me olhar com aquela cora de louco, bobo apaixonado eu teria gozado sem nem ao menos ele ter me tocado direito. Droga.

Estou tão nervoso com essa coisa de casamento. Os dias cada vez mais correm e a cada dia mais ele se aproxima. Isso tudo foi tão rápido. Não que eu não queira, muito, mas muito pelo contrário, desde que ele pôs o anel em meu dedo que venho esperando, mas ainda assim estou assustado com a proporção disso. Ainda mais com os pais dele no país. Se na hora da cerimônia, caso eles compareçam, disserem que tem algo contra, oh merda! O Matt vai fica tão puto!

–- O que você tá matutando nessa cabeça inteligente? -- passou a mão nos meus cabelos.

–- Possibilidades. -- eu ainda encarava o teto.

–- Possibilidade de?

–- Seus pais aparecerem no casamento e estragarem tudo. -- olhei para ele.

–- Ah! Não esperava que fosse algo desse tipo.

–- Estou nervoso com isso. Com tudo na verdade. Ainda tem uma parte de mim assustada com o fato de que vamos assumir nosso amor num altar. Mas há outra que quer que chegue logo, que não aguenta mais esperar. -- me remexi na cama, virando para deitar dentro de seu abraço.

Por mais frio que estivesse ele ainda estava sem camisa, e permanecia quente. Minha cabeça fora beijada.

–- Vai ficar tudo bem.

–- Eu sei que vai.

Seu corpo ainda tinha leves gotas de suor por conta do ato de poucos minutos atrás.

–- Vamos tomar um banho antes de dormir... -- sentei. -- Estamos suados e grudentos. Eca. -- ri um pouco.

–- Tenho preguiça. -- se agarrou em minha cintura, com a cabeça sobre o lençol que cobria minha nudez.

–- Não seja assim. -- deslizei a mão sobre seus cabelos, juntando-os como se na intenção de fazer um coque.

–- Aqui está quentinho... -- beijou minha barriga. -- E eu não vou deixar você sair. -- seus beijos foram subindo, enquanto seu corpo também se projetava de modo a me fazer ser obrigado a deitar.

–- Hahahaha. Isso não vale! -- abracei seu pescoço. -- Você é um trapaceiro.

–- Amanhã pela manhã tomamos banho, Mello. -- se aconchegou em meu peito. -- Eu abro a janela se o problema for calor, ou algo assim.

–- Não, o problema não é esse. Na verdade, não há problemas, é só que estamos suados e sujos.

–- Isso não é um problema. É a sua sujeira, e a minha. Hahaha. -- levantou a cabeça. -- Agora dorme, para eu poder ficar te olhando. -- pôs a mão sobre meus olhos.

–- Que graça há nisso? -- senti minhas bochechas ruborizarem.

–- Muita, você não é fofo enquanto acordado. -- beijou-me.

Suas mãos me envolveram em um abraço, girando seu corpo para inverter as posições e pôr-me por cima. Suas mãos estavam na base de minha coluna, subindo devagar, acariciando minhas costas por completo.

–- Não deveria dizer isso para o seu futuro marido, eu posso desistir viu. -- prensei suas bochechas na palma das mãos, formando um bico com seus lábios.

–- Você não vai fazer isso. Falta-lhe muita coragem para tal coisa.

–- AH! Mas você está muito tirado. -- franzi a testa em tom de brincadeira. -- Que lhe dá essa bola toda? Eu posso muito bem viver sem você.

–- Não, não pode. -- deslizou os dedos em meu rosto. -- Assim com eu. -- riu.

–- Idiota. Pare de estar certo sobre as coisas. -- estapeei seu peito, sentando sobre seu quadril.

Era por volta da meia noite, e quando fomos dormir ela lá pras duas da manhã. E não porque extrapolamos a questão carinho, mas por nossas brincadeiras misturadas.

(...)

–- Você não me diz nada sobre a organização do nosso casamento. -- levei o copo de chocolate quente nos lábios. Estava nevando e por isso estávamos deitados no sofá, além de embrulhados num grosso cobertor, vestido por moletons.

–- O que eu disse? Seria surpresa...

–- Mas eu quero participar, Matt.

–- Diga-me, que cor quer nossas roupas?

–- Branca. -- brinquei com seus dedos debaixo do lençol. -- Quero seus cabelos bem destacados.

–- Por quê?

–- Por que... Eu gosto das cores. Gosto do vermelho vivido.

–- Estão será branco. -- pousou a mão em minha testa, fazendo-me recostar a cabeça em seu peito. -- Está frio, não?

–- Sim, parece que vai nevar o dia inteiro... -- fechei os olhos, aproveitando o cheiro que vinha de sua roupa. -- Me desculpa, mas eu não paro de pensar em seus pais.

–- Por quê?

–- Não sei, eu penso que eles podem pensar em fazer algo no dia... Qualquer coisa que o estrague...

–- Eles não terão coragem. Deixei claro o que sinto, e tudo mais. Eles não podem fazer nada disso.

–- De poder podem, Matt... Você sabe. Eles só não fazem se não quiserem. Não acredito que eles gostem da ideia de que o único filho deles não vai dar descendente.

–- Para de pensar nessas merdas, Mello, que saco. Eu amo você, e eles gostando ou não continuarei amando. Casarei com você por isso. Foda-se, o que eles estão achando sobre esse nosso sentimento. A única coisa que sei é que quero sempre você comigo. -- me apertou um pouco mais.

–- Você é tão besta. -- ri junto a ele. -- Meu besta. -- tomei mais um pouco da bebida quente. -- E o Near?

–- O que tem?

–- Quando ele casará com o BB?

–- Quem sabe... Não acho que eles pensem nisso.

–- E por quê?

–- Não sei. -- senti seu sorriso. -- Mas espero que eles continuem sendo felizes mesmo sem uma aliança no dedo. -- segurou minha mão, abrindo-a.

–- Quando o Near me disse que ele iria terminar com o Beyond... -- suspirei. -- Ah... O BB está sendo o pilar que segura os sentimentos dele, ele não deveria nem ter pensado sobre isso.

–- Não, errado. Ele disse que iria nos estuprar. -- senti a angústia em sua voz. -- O que você faria se eu dissesse que iria estuprar aqueles dois lá?

–- Muito, muito puto.

–- Então, ele estava errado em pensar em término?

–- Matt... O que eu sinto por você, e o que o Near sente pelo Beyond não pode ser colocado na mesma balança. Eu... Não vivo mais por mim. Diferente do Near. Pensar em término para mim é algo imperdoável quando junta seu nome e essa palavra na mesma frase.

–- O Near é instável, e isso é tudo...

–- Por isso ele não deve pensar em terminar com o gêmeo...

Near

–- Sinto muito, mas não realizamos casamento gay aqui nessa paróquia.

–- Mas... Nem uma exceção?

–- Não. -- o padre se manteve firme.

–- Está bem, obrigado. -- abaixei levemente a cabeça. -- “Eu... Eu não posso dizer ao Matt que ainda não consegui...!”

Notas finais
aushaushau e aí, o Near lga ou não para dizer ao Matt que os padres são preconceituosos? Tá parei. '3' Kissus.