Notas iniciais
Yooo
uahsuahsuah Oi amores o/
Cá estou eu testando as minha "habilidades" na escrita do lemon, sei lá, achei que estava enferrujada para caralho, mas acho que deu pro gasto o/
'3' boa leitura e me xinguem caso eu realmente tenha enferrujado

Após a cerimônia de abertura eu praticamente não vi meu ruivo. Há muitos quartos no alojamento, e por isso os repórteres passam pouco tempo dentro de cada um. E quando passam por onde ele está... Adivinham o que aquele ser humano de cabeça vermelhar está fazendo? É nem preciso dizer, todos já sabemos que é jogando. Apesar de não serem os jogos do torneio, já que isso é proibido, serviria como uma ponta de aquecimento.

Hoje ainda é domingo, ainda é domingo. Nunca esperei tanto por uma terça feira. Mesmo assim sorriu, principalmente quando vou tomar banho e vejo as recentes marcas em meu pescoço e peito...

Flash Back On

“Começamos a desfazer nossas malas, não bem desfazer, já que Matt tirava algumas que não foram usadas de uma mala e colocava na outra que iria levar para o evento. Mesmo relutante comigo mesmo eu o ajudei. Sexta pela manhã ele partiria, ou seja, teríamos apenas hoje e amanhã para nos aproveitarmos.

Terminando as malas, banho e jantar, já arrumados para dormir conversávamos na cama enquanto olhávamos atentos o álbum que fizemos no hotel. Havia ficado realmente lindo. Não ficaria tanto se não fossemos nós ali. Narcisismo a parte foi divertido olhar para aquelas vinte e cinco fotos repetidas vezes.

-- Em breve será o de nosso casamento. – sussurrou ao pé de meu ouvido.

Casamento. O maior de todos os compromissos ao qual um ser humano pode ter com outro, fora do âmbito familiar.

E a partir dessa frase nossa noite de amor se desencadeou.

Acordar nu e em seus braços no outro dia é uma das sensações mais maravilhosas que eu venho sentindo desde então. O contato direto de seu corpo no meu, e o carinho de seu abraço não me permitindo ir.

-- Bom dia. – foi seu sussurro sonolento que me tirou do devaneio.

-- Bom dia. – sem querer acompanhei seu tom de preguiça.

O dia passou naquele grude. Meu coração estava apertado e a barriga esfriava quando eu pensava em ter que deixá-lo partir.

A correria do movimento de rotação da terra aconteceu rápido demais para meu gosto. E num instante já eram 18h da noite. Estávamos um pouco distantes um do outro, Matt jogava PSP em nosso quarto, e eu estava assistindo, apesar de prestar atenção nula nas falas dos atores. A cena que me fez desligar a teve e ir em busca das caricias do loiro, foi uma pequena declaração de amor de duas pessoas diante da morte.

Enquanto subia as escadas depressa ainda pude ouvir o controle da TV cair ao chão. Já que eu não tive a delicadeza de colocá-lo sobre a estante, apenas joguei por cima de minha cabeça, onde cair caiu, eu não voltaria para pegá-lo.

Admito que uma onda de raiva percorreu meu corpo quando adentrei o quarto e ele não moveu os olhos daquela tela para mim. Mas também foi o bastante para eu querer me livrar mais ainda daquilo. Com os olhos atordoados sobre mim por minha atitude, sorriu quando notou finalmente a minha intenção.

-- Eu estava esperando você... – sussurrou.

-- Se esperava, por que não foi me chamar...? – sentei em seu colo.

-- Queria ver até onde iria a sua vontade de me esperar. – seus dentes deslizaram em minha mandíbula.

-- Malvado... Onde anda aprendendo essas coisas?!

-- A internet é uma boa fonte. – senti seu sorriso contra minha pele.

-- Acho que irei te proibir os acessos. – estiquei seus cabelos para que seus olhos viessem aos meus. – Eu estava ficando irritado, é nosso último dia e você não largou essa coisa.

-- Não acho que você veio aqui para brigar, Mello. – ainda falava na maior calma possível.

-- E como tem tanta certeza?!

-- Não tenho. – segurou meu quadril e me forçou um pouco mais para frente.

-- Não me faça de idiota. – tive meu queixo segurado e meus lábios era dele.

-- Não vou te fazer de idiota, Mello. Te farei meu, é diferente.”

Flash Back Off

Lembrar de tudo só me deixa mais afoito. Pelo menos nos um ano em que estive fora eu tinha como me saciar, e agora?!

Suspiros atrás de suspiros eu encaro o teto.

Flash Back On

“—Seu? – eu disse sorrindo por sua frase.

-- É, meu... – levantou os olhos novamente para mim.

-- Isso soa bom... – sorri contra seus lábios.

-- Muito bom, eu devo corrigir.

Minhas mãos desceram por seu corpo, fazendo o grande favor de retirar sua blusa, em um curto gesto de espelhamento, Matt retirou a minha, fazendo aquele atrito tão conhecido de nossos peitos colados. Cruzei minhas pernas atrás de suas costas, meus braços acompanhando cruzados atrás de seu pescoço, enquanto o meu recebia caricias interruptas de sua boca aveludada.

Apoiando minhas costas em suas mãos levantou e girou meu corpo de forma que agora ele estava por cima. Seus cotovelos apoiados um de cada lado de meu rosto, seus grandes olhos verdes nos meus, iluminados apenas pelo abajur ligado no criado mudo. Toquei de leve seu rosto, roçando o dorso de meus dedos por sua bochecha rosada, desenhei seus lábios, recebendo beijos em meu polegar enquanto fazia. Seus cabelos estavam caídos pela frente de seu rosto.

-- Seus cabelos cresceram rápido...

-- Quem corta tem mãos de fada. – enlaçou nossos dedos beijando minha mão.

-- Eu gosto assim, não vamos cortar ainda.

-- Não... – sussurrou já me calando.

Um beijo doce, calmo, com suas mãos me acariciando o couro cabeludo. Seus lábios escorreram em minha pele devagar, brincando mais um pouco com meu pescoço, fazendo minha pele estalar em marcas e arrepios.

Meu mamilo em seus dentes, em apertos sadomazoquistas, que me apertam ainda mais o interior em prazeres indescritíveis. O deslizar de sua língua à zona perigosamente intensa, me deixa em expectativas alucinantes. Despertando meu coração para pulsações cada vez mais fortes e respirações avantajadas. Sinto meu corpo todo flamejar enquanto os botões de minha calça são um por um abertos em lentidão. Minha calça logo toma o rumo de ir para longe de meu corpo, de baixo para cima Matt sobe em beijos por minha perna, tenho espasmos involuntários, fazendo assim com que ele ria de minhas atitudes. Finalmente em minha coxa, um forte apertão é direcionado a ela, eu somente suspiro aprovando-o.

Seu nariz roça atrás de minha orelha, aspirando com força todo o perfume proveniente de minha pele e cabelo, uma leve mordida em meu lóbulo e o arrepio me acolhe, estremecendo meu corpo e gemendo fraco. Meus olhos estão fechados, somente aproveitando as sensações que vão se manifestando a cada novo toque.

-- Deixe-me fazer algo por você... – eu sussurro levando minha mão ao cinto de seu jeans.

-- Não. – me repreende com o olhar e segura meus pulsos.

-- Por quê...?

-- Não tenho motivos, eu apenas quero somente sentir você... Te tocar... – mordeu de leve meu lábio. – Sussurrar para você. – não brincou quando disse isso. – Então, se aquiete e deixe-me amar você. – por fim sorriu.

Eu estava praticamente todo exposto. Se não fosse pela boxer que ainda cobria minha masculinidade. Meu rosto por motivos desconhecidos se banhou na vergonha quando o vi se aproximar de lá. Mordendo uma das laterais a trazendo para baixo, com calma, calma até demais eu deveria dizer.

Mordi meu lábio inferior, quando senti ser envolvido pela quentura de sua boca. A habilidade de sua língua me levando a alturas consideravelmente imensas e espetaculares. Meus dedos dentro de minha boca, banhando-os em saliva, e mesmo aquelas três falanges nada impedi dos gemidos escorrerem por meus lábios.

-- P-Para, Matt... – eu suspirava e gemia mais do que conseguia falar. – Por favor...

-- Olhe em meus olhos e diga se irei atender seu pedido...! – sorria maldoso para mim.

-- S-Seu grande idiota...

Talvez tenha sido a minha frase que fez com que ele me torturasse cada vez mais. Ah sim, ele estava a fim de ver me ver convulsionando em prazer e loucura naquela cama. Com toda a certeza esse seria o seu objetivo final. Ele estava indo bem, já que eu me contorcia por dentro e por fora.

-- Não seja assim... – eu falava com dificuldade.

Sorrindo finalmente ou não a sua tortura cessou, e logo seus lábios estavam substituindo meus dedos.

-- É tão bom ouvir as suas suplicas, sempre tão cheias de sentimentos e apelos.

-- Pare de falar e termine o seu serviço. – deslizei meu dedo molhado pela linha de sua coluna.

Não foi necessário repetir a frase, e sentando por entre minhas pernas começou a abrir o cinto para então descer o zíper a calça.

Suas coxas brancas logo foram surgindo, a vontade de arranhá-la e morde-las até que tomassem o tom rubro me cresceu interiormente, mas eu não estava nem um pouco a fim de ser repreendido novamente. Por isso esperei, esperei que ele terminasse aquela cautela toda para tirar um jeans. Os fuzis em meus olhos mostraram o quanto eu estava ficando impaciente para sua paciência toda.

Virei-me de bruços, apoiando meu corpo sobre meus cotovelos e os quadris arrebitados, olhei para o ruivo por cima de meus ombros, e com o deslizar de minha língua sobre meus lábios ele acatou meu recado. Aproximando e mordendo com força uma nadéga minha. Fazendo que mais um gemido escorresse de minha garganta. Sua boca foi subindo, trilhando beijou por minhas costas, até que chegasse a meu pescoço e finalmente a minha boca.

-- Não gosto assim, você sabe, gosto de ver seu rosto. Todas as suas expressões. – puxou de leve meu cabelo, fazendo com que eu dobrasse minha cabeça em sua direção. Meu pescoço foi novamente atacado devido à favorável posição.

E assim eu fui virado de frente, não resmunguei apenas urrei de prazer quando o senti me invadir sem aviso prévio. Puta que pariu! Eu já mandei, repeti, e disse que isso não se faz.

-- P-Pelo amor de Zeus! Não faz isso. – agarrei seu tronco, colando-o no meu. Fincando minhas unhas em suas costas.

Suas investidas eram lentas, torturando todo o meu interior em querer cada vez mais seu corpo intruso dentro de mim. Contraditório, eu sei. Eu deveria querer expulsar aquilo que não é meu, mas não o corpo dele. Ah, não mesmo.

Minhas mordidas em seu ombro e pescoço o fazia gemer em meu ouvido, aquilo não deixava de me excitar cada vez mais. O estalar de sua pele contra a minha só graduava o decibel que a minha voz alcança. Nossas vozes se misturavam assim como nossas salivas lutando dentro da boca do outro.

Seus olhos em meu rosto encharcado de prazer, ele só podia estar brincando de me admirar enquanto fazendo algo desse tipo.

-- N-Não me constranja olhando-me assim... – se foi entendível, eu não sei, mas o sorriso de canto dele me deu resposta à minha dúvida.

Eu sentia o gosto de ferro em meus lábios, não só pelas mordidas que eu mesmo dei em minha boca, mas também da mordida em seu ombro, minhas unhas estavam levemente úmidas pelas pequenas feridas abertas em suas costas.

Minhas costas foram carregadas, me apoiando sobre as coxas do maior. Usando o abraço em seu pescoço para me movimentar mesmo sobre seu colo.

Aquele tão conhecido sentimento de preenchimento sentimental foi tomando conta de mim novamente, o formigamento no meu baixo ventre o fogo que subia por minha garganta em forma de gemidos foi o bastante para me fazer desfazer no peito do ruivo.

Ouvi seu gemido de satisfação, enquanto deslizava os dedos em seu próprio peito e depois os levava a boca. Pecados, pecados, e pecados, já não basta o que estamos fazendo ele ainda me provoca dessa forma? Sinto como se fosse ter outro orgasmo só pela sua forma de se deleitar com meu prazer em seu corpo. E um beijo afoito em meus lábios fez e ele se desfez em meu interior. Me permiti gemer mais um vez, enquanto meus lábios eram amassados e remexidos sobre os dele.

-- Está feliz agora? – seu sussurro foi afegante, ele nem se mexeu do lugar, apenas apoiou minha cabeça em seu ombro, acariciando minhas costas e cabelos.

-- E quem não estaria? – acompanhei seu tom rindo. – Desculpe pelas feridas de hoje, acho que exagerei.

-- Você sempre exagera. – seu sorriso me contagiou.

Flash Back Off

E depois de tudo isso ele teve a inacreditável coragem de me deixar. Ok, eu estou sendo um pouco imparcial e dramático demais. Porém, quem faz amor gostoso com o noivo e o deixa na manhã do dia seguinte? O Matt, ele faz isso. Mas ao contrário do que até eu penso não fico puto com ele, apenas sorriu, por saber que quando ele estiver de volta mais uma dessas noites se repetirá.

Notas finais
U_U
eu admito que nao iria fazer lemon, pois eh eu iria continuar na situação atual do Mello logo no final do primeiro flahs back~~ mas a vontade bateu e eu tive que escrever U3U
Kissus e até o/