Um Amor Para A Vida Inteira?!
48 Distância
Notas iniciais
auhsuah caraca, quando meu pc resolveu pular da minha cama, eu tinha um "projeto" de fic MattxMello em andamento... Pois eh, mas como meu HD foi pra puta que pariu, e eu perdi tudo pensei em desistir, do meu "maior projeto" deles dois... Recomecei, e to com ela em andamento, não mais no pc, em um caderninho, que não tem problema algum se cair no chão. Tá, Fuyuka, o que isso tem a ver com essa fic aqui? Ah, é que eu talvez... eu já esteja pensando em dar um fim nela. '-' Desculpe. '-'
É... A próxima é bem diferente dessa... Chama-se... Será que eu digo ou deixo pro próximo capítulo? auhsuahsuahsuhau
Boa leitura
Segunda feira. Amanhã é meu dia de jogar, eu deveria estar nervoso? Talvez... Meu colega de quarto está fora, é o seu dia. Então, estou definitivamente sozinho. Quer sozinho fisicamente, né?! Desde que deixei o Mello no aeroporto só penso no baixo eu te amo que o ouvi sussurrar enquanto eu me afastava. Com toda a certeza a minha vontade foi de dar meia volta e agarrá-lo, mas se eu fizesse isso hoje não estaria aqui.
Eu tento não pensar nele, claro o próprio me disse que não era para eu fazer isso, até por que iria me desconcentrar. Mas quem controla os pensamentos do coração? Eu simplesmente não posso evitar que a minha mente de umas escapadas até a nossa casa e tente imaginar o que ele está fazendo.
Sempre me remexo na cama. Estou acostumado a dormir com seu corpo sempre colado ao meu... E aqui só tem um lençol, um Matt carente e um travesseiro, que mal supre a necessidade de te abraçar. Estou sendo taxado de louco apaixonado aqui no meu hall. Mas que se foda, é a mais pura verdade. Sinto muito se eles não conseguiram achar ninguém que suprisse a carência de afeto deles.
Flash Back On
“—Bem vindo, Matt não é?! – fui recepcionado por um rapaz pouco mais baixo que eu, cabelos curtos e olhos grandes. – Me chamo Matsuda.
-- Prazer. – eu sorri um pouco.
-- Então, como eu vi para o quarto primeiro tomei a liberdade de escolher a cama do canto. – se direcionou a ela.
-- Tudo bem, eu não me importo. – apoiei as malas no chão e sentei na cama.
-- Já sabe seu dia de competir?
-- Terça.
-- Ah, o meu na segunda, que sorte a sua.
-- É, acho que sim.
-- Estou atrapalhando seus pensamentos?
-- Não... É que eu só tenho que me acostumar a dormir sem “agarrar” ninguém.
-- Tem alguém esperando você em casa? – olhava para mim com olhos atentos.
-- Sim, tem... – sorri meio bobo.
-- Que sorte a sua. – ele desviou o olhar. – Nome da sortuda?
-- “Puta que pariu! Todos perguntam sortudA!” É Mello...
-- Bonito nome. Foto? – pareceu interessado.
Eu franzi a testa antes de responder; -- Sim.
-- Não precisa mostrar se não quiser. – levantou as mãos em defesa própria.
-- Tudo bem. – abri a primeira mala, tirando uma fotografia. – Aqui.
Seus olhos cresceram mais, sua boca tornou-se um ‘o’. Olhando para mim e piscando várias vezes, tentou balbuciar algumas palavras.
-- Uau, cara.
-- Quê?
-- Ele é o maior gatinho.
Eu franzi novamente minha testa e estreitei os olhos; -- Olha o respeito, somos noivos. – ele sentiu a repreensão em minha voz e recuou.
-- Desculpa. – sua voz falhou. Esticou a mão devolvendo-me a foto.
-- Eu já estou acostumado... – deitei na cama.”
Flash Back Off
A minha vontade por aquela frase, foi já chegar no soco. Mas assim eu seria desclassificado e levaria bronca do Mello por estar chegando cedo em casa. Ele deveria ficar feliz, e ficaria, mas brigaria comigo por eu ter me descontrolado e não aproveitado. Problemas iniciais a parte eu me senti incomodado pela quantidade de perguntas que ele estava fazendo sobre o MEU, MEU loiro.
Flash Back On
“—Como se conheceram?
-- Há muito tempo, vivemos juntos no mesmo orfanato...
-- Ah... E como ele é? Do que gosta?
-- Estressado, gênio forte, não gosta que o repreendam, mandão, gosta de chocolate, sexo, couro. E, cara, para que tanta pergunta sobre ele? – tirei meus olhos do teto e os girei para ele.
-- Isso não te agrada?
-- Agradaria a você?
-- Acho que não.
-- Então, sua pergunta teve algum sentido?
-- Nenhum...
-- Obrigado. – voltei meus olhos para o ‘nada’. – Ele é só mais uma pessoa... Não qualquer uma... É a minha pessoa.
-- Da para ver... – falou baixo.
-- O quê?
-- Que você realmente gosta dele, seus olhos, eles brilham e sua voz amansa.
-- Toxina do amor. – eu disse rindo e ele me acompanhou.”
Flash Back Off
Acho que pela primeira vez de que vim para o meu quarto que eu fico sozinho. E devo aproveitar, já que meu colega de quarto é um incomodo certas horas. Suspirei. Rolando de um lado para o outro na cama novamente estou pensando nele, e dessa vez acrescentando o pequeno e branco problema chamado Nate River. Não que eu ache que o Mello deixará ele fazer algo, não mesmo! Mas o Near, ah aquele ali é imprevisível. Tanto que eu disse ao Mello para não falar que eu estava fora. Se bem que nossos pensamentos eram iguais perante a isso. Um problema a menos para eu me preocupar. Ele tem o BB e creio eu que não deve estar pensando nem em visitar o loiro. Bem, é o que eu quero acreditar.
Flash Back On
“—Você já falou tanto desse seu amor, o que faria se ele não gostasse de você quando se declarou?
-- Eu permaneceria do lado dele, não iria fazer essa diferença absurda... Fiquei tanto tempo ao lado dele escondendo o que sinto, que uns tempos há mais não faria diferença. Mas lógico que eu tentaria conquistá-lo, mesmo aos poucos... Qual seu interesse em saber de todas essas coisas?
-- É quê... Todas as pessoas que conheço e que têm alguém, não fala delas desse jeito. – baixou o olhar pra suas próprias mãos. – Sabe, você é diferente.
-- Diferente? – sentei na cama, e o olhei. Seus olhos encontraram os meus.
-- É diferente. Você realmente sente o que está aí dentro. Não é só fogo, sabe?
-- Quanto se tem o Mello ao lado, é difícil, realmente difícil não sentir verdadeiramente.
-- Eu quero conhecê-lo, se possível algum dia. – sorriu.
-- Se você prometer não se apaixonar. – sorriu.
-- Haha. Tudo bem, eu prometo. – acompanhou meu riso. – Mas uma duvida, por que o Mello não se inscreveu?
-- Porque ele simplesmente não suporta jogos, quer dizer, ele agora tolera mais que antes.
-- Um gamer que namora alguém que não suporta games? Essa deveria entrar para a historia.
-- Bom, o Mello é viciado em chocolate, eu simplesmente quase os odeio. O que me diz sobre isso?
-- Que vocês são bem incompatíveis.
-- Haha, eu concordaria com isso se fosse há anos atrás. Mas hoje percebo que não há pessoa mais compatível comigo do que ele, apesar de nossas bruscas diferenças...”
Flash Back Off
-- Matt! – Matsuda entrou fazendo barulho.
-- Oi. – virei para ele, que ofegava na porta, com um sorriso de orelha a orelha.
-- Eu passei. – levantou os braços em comemoração.
-- Sério? Parabéns. – o acompanhei com o sorriso. – Foi difícil?
-- Um pouco. Ele sabia jogar de Raiden*.
Raiden- Personagem do jogo Mortal Kombat.
-- Uol, imagino que foi bem disputado.
-- Sim, apesar de tudo eu jogo bem de Kung Lao*. – sorriu e espanou o ombro.
Kung Lao- Personagem do jogo Mortal Kombat.
-- Ora não se ache tanto, se me pegar contra seu adversário na próxima rodada e o jogo for MK, você não irá sobreviver. – sorri.
-- Não seja malvado e me deixei curtir a minha primeira vitória. – sentou em sua cama.
-- Está bem, curta até se topar comigo.
Conversamos até um pouco mais tarde. Os papos dele eram sempre aleatórios, mas não posso mentir que isso o deixava divertido. Ao cair da noitinha eu já estava um pouco nervoso e ansioso pelo dia seguinte. Mas nada que atrapalhasse meu sono, afinal eu teria que estar nas mais perfeita ordem física e emocional para jogar.
Emocional eu não posso garantir, estou do longe do Mello... Isso a parte eu pretendo me dar bem.
-- Como acha que vai jogar amanhã?
-- Pretendo ir bem, muito bem, não quero chatear o Mello. Irei apanha se chegar em casa antes da hora. – disse rindo a ultima frase.
-- Oh, ele te bate? – arregalou os olhos.
-- Não, é apenas um modo de falar. “Se bem quê, do jeito que o Mello é se derem essa sugestão a ele, aquele louco vai querer fazer amor verdadeiramente sadomazoquista.”
-- Boa sorte amanhã, Matt. – sussurrou, e pude perceber que ele já estava com sono.
-- Obrigado, e parabéns novamente pela vitória.
-- Tudo bem, amanhã eu irei parabenizar você. – sorriu antes de fechar os olhos.
-- Assim espero.
-- Ué, cadê o Matt confiante de mais cedo? – abriu os olhos, me encarando.
-- Ainda está aqui, não se preocupe.
-- Bom, eu tratarei de te repreender caso não vença amanhã.
-- Creio que não será necessário. – levantei as mãos.
-- Acho bom. – sorriu largamente. – O que acha que sua pessoa está fazendo agora?
-- Agora? Bom... Se ele não estiver revendo o dia que cheguei aqui, está abraçando o travesseiro assim como eu, e tentando pegar no sono.
-- Tem certeza?
-- Nenhuma... É apenas um palpite. – sorri. – Eu quero ir logo para casa... – sussurrei somente para mim.
Notas finais
E quando ela acabar é bem capaz de quem substituirá ela será a outra... :3 Bom, eu gosto bastante do rumo que a outra toma, é diferente, eu tudo eu devo dizer... Do fato deles não... Ah spoiler não é uma coisa legal. :3
Até o proximo o/
Kissus '3'
Fale com o autor