Notas iniciais
Yoo o/
auhsuah caraca, quando meu pc resolveu pular da minha cama, eu tinha um "projeto" de fic MattxMello em andamento... Pois eh, mas como meu HD foi pra puta que pariu, e eu perdi tudo pensei em desistir, do meu "maior projeto" deles dois... Recomecei, e to com ela em andamento, não mais no pc, em um caderninho, que não tem problema algum se cair no chão. Tá, Fuyuka, o que isso tem a ver com essa fic aqui? Ah, é que eu talvez... eu já esteja pensando em dar um fim nela. '-' Desculpe. '-'
É... A próxima é bem diferente dessa... Chama-se... Será que eu digo ou deixo pro próximo capítulo? auhsuahsuahsuhau
Boa leitura

Segunda feira. Amanhã é meu dia de jogar, eu deveria estar nervoso? Talvez... Meu colega de quarto está fora, é o seu dia. Então, estou definitivamente sozinho. Quer sozinho fisicamente, né?! Desde que deixei o Mello no aeroporto só penso no baixo eu te amo que o ouvi sussurrar enquanto eu me afastava. Com toda a certeza a minha vontade foi de dar meia volta e agarrá-lo, mas se eu fizesse isso hoje não estaria aqui.

Eu tento não pensar nele, claro o próprio me disse que não era para eu fazer isso, até por que iria me desconcentrar. Mas quem controla os pensamentos do coração? Eu simplesmente não posso evitar que a minha mente de umas escapadas até a nossa casa e tente imaginar o que ele está fazendo.

Sempre me remexo na cama. Estou acostumado a dormir com seu corpo sempre colado ao meu... E aqui só tem um lençol, um Matt carente e um travesseiro, que mal supre a necessidade de te abraçar. Estou sendo taxado de louco apaixonado aqui no meu hall. Mas que se foda, é a mais pura verdade. Sinto muito se eles não conseguiram achar ninguém que suprisse a carência de afeto deles.

Flash Back On

“—Bem vindo, Matt não é?! – fui recepcionado por um rapaz pouco mais baixo que eu, cabelos curtos e olhos grandes. – Me chamo Matsuda.

-- Prazer. – eu sorri um pouco.

-- Então, como eu vi para o quarto primeiro tomei a liberdade de escolher a cama do canto. – se direcionou a ela.

-- Tudo bem, eu não me importo. – apoiei as malas no chão e sentei na cama.

-- Já sabe seu dia de competir?

-- Terça.

-- Ah, o meu na segunda, que sorte a sua.

-- É, acho que sim.

-- Estou atrapalhando seus pensamentos?

-- Não... É que eu só tenho que me acostumar a dormir sem “agarrar” ninguém.

-- Tem alguém esperando você em casa? – olhava para mim com olhos atentos.

-- Sim, tem... – sorri meio bobo.

-- Que sorte a sua. – ele desviou o olhar. – Nome da sortuda?

-- “Puta que pariu! Todos perguntam sortudA!” É Mello...

-- Bonito nome. Foto? – pareceu interessado.

Eu franzi a testa antes de responder; -- Sim.

-- Não precisa mostrar se não quiser. – levantou as mãos em defesa própria.

-- Tudo bem. – abri a primeira mala, tirando uma fotografia. – Aqui.

Seus olhos cresceram mais, sua boca tornou-se um ‘o’. Olhando para mim e piscando várias vezes, tentou balbuciar algumas palavras.

-- Uau, cara.

-- Quê?

-- Ele é o maior gatinho.

Eu franzi novamente minha testa e estreitei os olhos; -- Olha o respeito, somos noivos. – ele sentiu a repreensão em minha voz e recuou.

-- Desculpa. – sua voz falhou. Esticou a mão devolvendo-me a foto.

-- Eu já estou acostumado... – deitei na cama.”

Flash Back Off

A minha vontade por aquela frase, foi já chegar no soco. Mas assim eu seria desclassificado e levaria bronca do Mello por estar chegando cedo em casa. Ele deveria ficar feliz, e ficaria, mas brigaria comigo por eu ter me descontrolado e não aproveitado. Problemas iniciais a parte eu me senti incomodado pela quantidade de perguntas que ele estava fazendo sobre o MEU, MEU loiro.

Flash Back On

“—Como se conheceram?

-- Há muito tempo, vivemos juntos no mesmo orfanato...

-- Ah... E como ele é? Do que gosta?

-- Estressado, gênio forte, não gosta que o repreendam, mandão, gosta de chocolate, sexo, couro. E, cara, para que tanta pergunta sobre ele? – tirei meus olhos do teto e os girei para ele.

-- Isso não te agrada?

-- Agradaria a você?

-- Acho que não.

-- Então, sua pergunta teve algum sentido?

-- Nenhum...

-- Obrigado. – voltei meus olhos para o ‘nada’. – Ele é só mais uma pessoa... Não qualquer uma... É a minha pessoa.

-- Da para ver... – falou baixo.

-- O quê?

-- Que você realmente gosta dele, seus olhos, eles brilham e sua voz amansa.

-- Toxina do amor. – eu disse rindo e ele me acompanhou.”

Flash Back Off

Acho que pela primeira vez de que vim para o meu quarto que eu fico sozinho. E devo aproveitar, já que meu colega de quarto é um incomodo certas horas. Suspirei. Rolando de um lado para o outro na cama novamente estou pensando nele, e dessa vez acrescentando o pequeno e branco problema chamado Nate River. Não que eu ache que o Mello deixará ele fazer algo, não mesmo! Mas o Near, ah aquele ali é imprevisível. Tanto que eu disse ao Mello para não falar que eu estava fora. Se bem que nossos pensamentos eram iguais perante a isso. Um problema a menos para eu me preocupar. Ele tem o BB e creio eu que não deve estar pensando nem em visitar o loiro. Bem, é o que eu quero acreditar.

Flash Back On

“—Você já falou tanto desse seu amor, o que faria se ele não gostasse de você quando se declarou?

-- Eu permaneceria do lado dele, não iria fazer essa diferença absurda... Fiquei tanto tempo ao lado dele escondendo o que sinto, que uns tempos há mais não faria diferença. Mas lógico que eu tentaria conquistá-lo, mesmo aos poucos... Qual seu interesse em saber de todas essas coisas?

-- É quê... Todas as pessoas que conheço e que têm alguém, não fala delas desse jeito. – baixou o olhar pra suas próprias mãos. – Sabe, você é diferente.

-- Diferente? – sentei na cama, e o olhei. Seus olhos encontraram os meus.

-- É diferente. Você realmente sente o que está aí dentro. Não é só fogo, sabe?

-- Quanto se tem o Mello ao lado, é difícil, realmente difícil não sentir verdadeiramente.

-- Eu quero conhecê-lo, se possível algum dia. – sorriu.

-- Se você prometer não se apaixonar. – sorriu.

-- Haha. Tudo bem, eu prometo. – acompanhou meu riso. – Mas uma duvida, por que o Mello não se inscreveu?

-- Porque ele simplesmente não suporta jogos, quer dizer, ele agora tolera mais que antes.

-- Um gamer que namora alguém que não suporta games? Essa deveria entrar para a historia.

-- Bom, o Mello é viciado em chocolate, eu simplesmente quase os odeio. O que me diz sobre isso?

-- Que vocês são bem incompatíveis.

-- Haha, eu concordaria com isso se fosse há anos atrás. Mas hoje percebo que não há pessoa mais compatível comigo do que ele, apesar de nossas bruscas diferenças...”

Flash Back Off

-- Matt! – Matsuda entrou fazendo barulho.

-- Oi. – virei para ele, que ofegava na porta, com um sorriso de orelha a orelha.

-- Eu passei. – levantou os braços em comemoração.

-- Sério? Parabéns. – o acompanhei com o sorriso. – Foi difícil?

-- Um pouco. Ele sabia jogar de Raiden*.

Raiden- Personagem do jogo Mortal Kombat.

-- Uol, imagino que foi bem disputado.

-- Sim, apesar de tudo eu jogo bem de Kung Lao*. – sorriu e espanou o ombro.

Kung Lao- Personagem do jogo Mortal Kombat.

-- Ora não se ache tanto, se me pegar contra seu adversário na próxima rodada e o jogo for MK, você não irá sobreviver. – sorri.

-- Não seja malvado e me deixei curtir a minha primeira vitória. – sentou em sua cama.

-- Está bem, curta até se topar comigo.

Conversamos até um pouco mais tarde. Os papos dele eram sempre aleatórios, mas não posso mentir que isso o deixava divertido. Ao cair da noitinha eu já estava um pouco nervoso e ansioso pelo dia seguinte. Mas nada que atrapalhasse meu sono, afinal eu teria que estar nas mais perfeita ordem física e emocional para jogar.

Emocional eu não posso garantir, estou do longe do Mello... Isso a parte eu pretendo me dar bem.

-- Como acha que vai jogar amanhã?

-- Pretendo ir bem, muito bem, não quero chatear o Mello. Irei apanha se chegar em casa antes da hora. – disse rindo a ultima frase.

-- Oh, ele te bate? – arregalou os olhos.

-- Não, é apenas um modo de falar. “Se bem quê, do jeito que o Mello é se derem essa sugestão a ele, aquele louco vai querer fazer amor verdadeiramente sadomazoquista.”

-- Boa sorte amanhã, Matt. – sussurrou, e pude perceber que ele já estava com sono.

-- Obrigado, e parabéns novamente pela vitória.

-- Tudo bem, amanhã eu irei parabenizar você. – sorriu antes de fechar os olhos.

-- Assim espero.

-- Ué, cadê o Matt confiante de mais cedo? – abriu os olhos, me encarando.

-- Ainda está aqui, não se preocupe.

-- Bom, eu tratarei de te repreender caso não vença amanhã.

-- Creio que não será necessário. – levantei as mãos.

-- Acho bom. – sorriu largamente. – O que acha que sua pessoa está fazendo agora?

-- Agora? Bom... Se ele não estiver revendo o dia que cheguei aqui, está abraçando o travesseiro assim como eu, e tentando pegar no sono.

-- Tem certeza?

-- Nenhuma... É apenas um palpite. – sorri. – Eu quero ir logo para casa... – sussurrei somente para mim.

Notas finais
;-; pois eh... Ah fic provavelmente já está caminhando para seu fim...
E quando ela acabar é bem capaz de quem substituirá ela será a outra... :3 Bom, eu gosto bastante do rumo que a outra toma, é diferente, eu tudo eu devo dizer... Do fato deles não... Ah spoiler não é uma coisa legal. :3
Até o proximo o/
Kissus '3'