Tão fora da terra

26 Capítulo 26- O começo do fim


Notas iniciais
Bem vindos ao penúltimo capítulo! No próximo findamos nossa história. Espero que estejam gostando. Beijos, abraços e boa leitura!

A lembrança doía, saber que nunca mais teriam momentos como aquele, seria melhor ele ter morrido ao invés de Camus.

Mas não. Por capricho do destino, Camus se fora, e ele estava ali.

Havia saído da casa de escorpião. Estava encarando o corpo do amante, que jazia de bruços, com o pupilo a sua frente.

O cosmo de Hyoga... seria possível? Parecia estar oscilando... Será que não havia morrido? Então isso queria dizer que ele poderia ser salvo...

Mas isso não era problema dele.

Se aproximou do corpo do amante. Ao se agachar, tocou sua mão.

Dessa vez, o frio não era passageiro. Era definitivo.

O silêncio era total. Ficou em torno de vinte minutos segurando a mão fria de Camus. Esse, por sua vez, parecia estar sorrindo.

Até que sua mão se fechou devagar em torno da de Milo.

O coração do escorpiano quase saltou pela boca.

Camus estava vivo?

— — — — — — -

Seiya perdera seus cinco sentidos, estava se arrastando através do salão do mestre até a estátua de Atena. Tinha que pegar o escudo da estátua, e direcioná-lo para Saori. Então ela seria salva.

Ikki estava duelando com Saga.

O templo estava sendo destruído pela batalha.

O tempo estava acabando.

Menos de cinco minutos até as chamas do relógio de fogo se apagarem.

Seiya ouvia as vozes dos seus amigos. Não apenas isso, sentia seus cosmos, eles estavam doando o pouco de cosmo que lhes restava... Mas como?

O que importa é que estavam lá.

Shun, Hyoga, Ikki, Shiryu...

Mais um passo. Um clarão em meio às trevas.

Atena.

— — -- — — -

Saga acabara de derrubar o cavaleiro de Fênix. O Pégaso estava muito perto, ele não poderia permitir aquilo.

Enquanto corria, o pedaço mínimo de personalidade de Saga chorava, por se lembrar de Aioros.

Aquela maldita lembrança.

— — — -

A busca de Aioros não resultou em nada, é claro. Os dourados perderam tempo, mas nem sinal de encontrar Saga.

Aioros andava desolado. Estava sempre desligado, choroso, completamente deprimido.

Saga estava conseguindo levar a situação. Já haviam se passado quase três semanas desde que matara Shion, e ninguém desconfiara de nada por enquanto.

Agora sua atenção se voltava para Atena. Aquele bebê irritante, choroso, carente. Tinha que si livrar daquilo o quanto antes. Mas como poderia matar uma deusa?

Se houvesse uma arma... Mas o limbinus estava agora nas mãos de Hera. Assim como a adaga dourada.

“Saga. Preciso falar com você.”

“Já disse que estou ocupado, não posso te ver de novo. O que você quer Kanon?”

“Venha rápido!”

Saga decidira se livrar de Kanon de uma vez por todas. Seria hoje.

— — -

—O que é?

—Digamos que eu tenho um presente.

Kanon jogou um bauzinho nas mãos de Saga.

—O que é? Não tenho tempo para brincadeiras.

—Abra e veja se parece uma brincadeira.

Saga quase gritou de surpresa.

Era a adaga dourada.

—Como isso é possível?

—Digamos que eu tenha tido sorte de ter contato com alguns “amigos” que andam pelas bandas do castelo de Hades.

—Isso está na vigia de Hera. Se a vice do Olimpo descobrir...

—Saga, Saga... Você não lembra que deuses são caprichosos? Há uma réplica lá, contanto que não tenha sido movida, ela não vai perder tempo de verificar se aquela é a real ou não. Basta saber que está lá... Agora você sabe o que significa ter isso em mãos, não sabe?

Saga se calou.

—Agora nós poderemos dominar o mundo, Saga. É só matar Atena, e pronto. Uma boa armadilha caso os outros deuses desconfiem, matando um por um, poderemos até nos tornar imortais, viver eternamente...

Saga agiu rápido. Aplicou a ilusão imperial em Kanon, e foi conduzindo o irmão até a prisão de rocha, em uma ponta do santuário, chamada Cabo Sounion.

A prisão divina, que ninguém conseguia escapar.

Quem ficava lá só tinha como destino a morte.

Kanon só se dera conta de onde estava dois dias depois, quando viu Saga através das barras de ferro encantadas por Atena.

—Saga, me tire daqui agora.

—Kanon, por sua influência eu já fui longe demais. Chega, você pode me atrapalhar, e nessa altura, isso não pode mais acontecer.

—Saga!!!!!

—Adeus irmão.

Só se veriam novamente cara a cara quatorze anos depois.

—Saga, seu maldito...

— — — -- — -

Agora que tinha a adaga, era só matar aquele bebê maldito.

E sim, dominar o mundo.

Saga tentava lutar contra Ares, mas seu lado negro fora alimentado pela ambição de seu irmão, e a cada dia, mesmo longe do gêmeo, isso ficava cada vez mais difícil.

Decidira acabar com Atena de uma vez.

— — — — — — -

A noite estava linda. Céu estrelado, lua cheia.

Aioros caminhava, distraído. Ficar sem Saga era dolorido, era cruel.

Era pior que qualquer coisa que imaginara.

Seus amigos notaram sua mudança. Não sorria mais, preferia ficar só. Ficou distante, até seu irmão estranhou, mas respeitou sua dor.

Decidiu visitar Atena. Uma prece talvez o ajudasse a resolver isso. Encontrar Saga, receber uma notícia, uma pista qualquer.

Foi em direção a sala do templo. O Mestre poderia levá-lo até a deusa.

Foi o começo do fim.

— — -

Saga se aproximou do berço. O bebe dormia tranquilo. Mais fácil, um golpe, e tudo terminaria. Encarou a criança. Hesitou.

Aioros entrou no salão. Nem sinal do Mestre.

Um cosmo oscilava em uma torre próxima. Poderia ser o Mestre?

Aioros subiu. Ali deveria ser o aposento onde o bebe Atena era cuidado.

Ao se aproximar da porta, viu o Mestre parado. Algo brilhava em sua mão.

Aioros agiu por impulso. Quando viu o brilho da adaga dourada reluzir no ar, se jogou em direção ao mestre.

—Mestre, não.

—Aioros.

Saga gritou, e empurrou o dourado. A adaga foi enterrada no berço.

Atena estava morta.

Não.

Estava nos braços de Aioros.

Aioros estava perplexo. Como o Mestre poderia tentar algo contra a vida de Atena? E como ele possuía a adaga de Hefesto?

—Mestre, o que...

—Cale-se!!!

Saga atacou Aioros, que revidou seu golpe. O choque de energia deixou Aioros apenas de calças, e derrubou o elmo do Grande Mestre, com parte de sua roupa.

Aioros sentiu o sangue congelar no corpo.

Saga.

O geminiano estava cego pelo flash de luz. Cobria os olhos, mas estava com dificuldades de enxergar. Não sentiu seu disfarce cair.

—Saga...

Ouvir Aioros chamar seu nome daquela forma... Sua voz expressava sua tristeza, sua decepção. Sua voz demonstrava que acabara de ter seu coração partido.

—Então você me viu. Bem, acho que sabe de tudo, não Aioros?

—Por quê?

As lágrimas escorriam do rosto do sagitariano. Seu cabelo loiro, os olhos faiscando, o peito nu.

—Por que isso Saga? Por que fez isso comigo? Você matou o Mestre? Quer matar Atena? Quer realmente levar a cabo sua ambição?

Saga, aliás, Ares, sorriu. Fechou os olhos, e disse em voz baixa:

—Aioros, eu sou Ares. Saga está morto, ele é fraco. Assim como o velho Shion. Sim, eu o matei. E quero o fim desse bebê. Eu posso tomar o poder dela, e assim, dominar esse planeta. Eu posso alcançar o Olimpo. Eu posso ser soberano.

Abriu os olhos. Injetados de vermelho. Pretos. Realmente, não era Saga.

—Você é louco, ela vai crescer e se tornar Atena, só ela pode nos defender do que está por vir.

—Nunca ela será capaz disso. Mas eu posso. E se você quiser...

—O que?

—Saga te amava. E eu não nego que também te amo. Fique comigo, eu te farei o soberano do santuário, enquanto descubro como dominar a terra, quiçá o universo.

—Você não pretende...

—Sim. Me entregue essa criança. Eu a matarei, e nós poderemos ficar juntos. Ninguém saberá de nada. É sua chance de ficar comigo Aioros.

—Não pode ser...

—O que não pode ser?

—Eu nunca trairia Atena. Eu nunca me aliaria a você. Você não é o meu Saga. Você é um traidor. Doente.

—Essa é sua resposta então?

O sangue de Saga fervia. Ares dizia em sua cabeça:”Eu sempre te disse que ele amava mais ela do que qualquer coisa. Você nunca foi importante, apenas um passatempo. Seu idiota. Hehehehahaha...”

A risada zombeteira de Ares, associada as suas últimas palavras conseguiu o efeito esperado.

—Aioros...

—Eu desprezo você.

Um golpe dianteiro. A parede explodiu. Aioros começou sua fuga. Com certeza machucado.

—Eu sou o traidor? Não...

O aviso soou pelo Santuário. Aioros tentou matar Atena. Ele era um traidor escondido. Que começasse uma busca para matá-lo.

Shura estava mais perto. Começou a perseguição.

Aioros, antes de cair por aquela torre, ainda conseguiu dizer:

—Saga, se ainda viver em algum lugar, saiba que te amo. Apesar de tudo...

Era o fim do casal.

— — — — -

—Camus?

Nenhuma resposta. A mão continuava imóvel.

Rigor mortis. O corpo estava endurecendo na posição que se encontrava. Ainda mais com aquele frio todo.

Milo deitou Camus de barriga para cima, e cruzou seus braços sobre seu peito. Parecia estar dormindo. Afagou seu rosto. Se deitou sobre o peito do amante e chorou.

Tinha que ir embora. Saga foi anunciado como traidor. Tinha que receber Atena.

Um último beijo frio. Um afago. E seu maior medo se concretizou.

Deixou Camus para trás.

— — -- — —

Saga encontrou Seiya empunhando o escudo de Atena. Acertou um golpe em sua barriga.

Não permitiria que um cavaleiro de bronze moribundo atrapalhasse seus planos.

Mas era tarde. Atena foi salva.

Os cavaleiros de bronze conseguiram.

O cosmo de Saori agora se espalhava pelo Santuário, marcando o território que era seu por direito. Os cavaleiros de ouro remanescentes esperavam para prestar fidelidade a verdadeira Atena.

Saga esmurrava Seiya com vontade. Tinha que acabar com alguém. Tinha que fazer algo.

Saori foi subindo pelas casas zodiacais, com os dourados e os cavaleiros de bronze restantes. Ao se deparar com Milo, ela o encarou, e se aproximou do escorpiano.

—Farei o que puder. Ainda não sei lidar com meus poderes, mas se houver algo a fazer, eu o farei.

—Atena... obrigado...

Então ela era mesmo Atena. Um olhar bastara para que ela entendesse seus sentimentos.

Havia uma chance de salvação. Uma chance de tudo ser apenas um pesadelo.

Havia uma chance de reviver Camus.

E se houvesse, Milo cumpriria sua promessa.

— — -- — — -

Milo dormiu tranquilamente, feliz e satisfeito. Camus acordou um pouco mais cedo, e ficou observando o grego dormindo junto de si, quase como se estivesse sorrindo.

Camus não queria admitir, mas estava realmente envolvido naquela situação.

Estava realmente amando Milo.

Parecia tão inocente agora, ali, com a cabeleira loira espalhada pelo travesseiro, ressonando devagar. Depois daquilo tudo, de Camus perder a virgindade com ele, depois de se derreter dentro de Milo...

Já estava duro de novo. Não bastou gozar como gozou, sabia que entrara num circulo vicioso, que sempre iria querer mais.

Já provara Milo. Na verdade, agora estava curioso por ser provado.

Puxou o lençol que cobria o escorpiano, devagar. Aos poucos foi descobrindo o amante, e não ficou surpreso ao perceber que a ereção do outro estava aumentando.

Sentiu sua boca salivar, e riu sozinho. Como pode isso, desejar tanto alguém, a ponto da boca salivar?

Levantou devagar, foi ao banheiro, onde resolveu tentar mostrar a Milo que realmente o amava.

Tomou um banho, com água na temperatura ambiente mesmo. Comparado ao frio siberiano, aquilo era nada.

Prestou atenção na saída. Não pretendia passar por algo constrangedor. Usou um dedo, depois outro, com bastante sabonete.

Se por um lado doeu, por outro, aquilo o excitou. Milo com certeza saberia tocá-lo melhor do que ele estava fazendo.

Terminado seu banho, enxugou-se, e foi de volta pra cama. Deitou-se devagar, e quando viu que o grego continuava dormindo, virou de costas, se encaixou no amante, e começou a roçar a bunda no pau do outro, de forma tímida.

Levou algum tempo até Milo acordar, sua ereção, porém, acordou bem antes dele.

Camus fingia estar dormindo. Milo o encarou por um pouco, colocou sua mão na cintura do francês, e a escorregou levemente até o pênis meio duro do ruivo.

Camus, ainda fingindo suspirou. Milo sorriu, apertou o pênis de Camus, e colou a boca em seu ouvido:

—Bom dia...

Apertou devagar a ereção do amante, que estava completa, e isso o fez suspirar.

—Oh, Milo... bom dia...

Ficaram de frente, e se beijaram de olhos abertos. Sorriam, beijavam, mordiscavam...

—Alguém aqui acordou animado...

—Hum... quem será, não, Milo?

Milo sorriu, foi beijando a nuca do aquariano, e foi descendo. Camus gemia, de olhos fechados.

—Me chupa?

—Já estamos assim é? Mal passamos uma noite, e já tá me mandando te chupar, assim, na lata?

Camus sorriu. Colocou a mão no pênis, e balançou duas vezes.

—Há, você sabe que não tenho muita prática com isso... Resolve meu problema, vai?

Milo sorriu, se beijaram mais um pouco, e Milo foi direto a ereção de Camus. Engoliu com vontade, enquanto sentia a temperatura do amante oscilar de frio a quente.

Camus segurou a cabeça de Milo e começou a guiar o vai e vem. Afastou as pernas, esperou até que Milo lambesse seu saco, e então ergueu um pouco o corpo.

—Posso?

—Por favor...

Milo não esperou para lamber a entrada de Camus, que fechou os olhos, e se sentia como se estivesse derretendo de prazer.

—Milo...

Piscava na língua do escorpiano, agarrava os lençóis com a mão solta, e com a outra acarinhava a cabeça do grego.

Milo começou a rodear com um dedo o orifício de Camus... Observando o amante com calma, esperou ele relaxar, e começou a introduzir um dedo. O aquariano gelou, depois aqueceu. Relaxou mais um pouco. Entrou mais. Logo seu dedo fazia um vai e vem lento, explorando o interior do corpo do ruivo, que se arqueava a cada ida e vinda.

Salivou mais, colocou o outro dedo. Estava mais fácil do que ele pensava que seria.

—Milo... por favor...

—Camus... você quer...

O ruivo abriu os olhos azuis.

—Eu te quero em mim Milo.

Milo subiu, ainda com os dedos no amante, e o beijou delicadamente.

—Tem certeza?

Camus segurou o rosto do loiro.

—Nunca tive tanta.

Camus afastou as pernas, Milo se encaixou de frente, e se beijaram por algum tempo.

Milo ergueu as pernas do amante, e pensou por um instante.

—O que foi?

—Camus, eu acho que vai ser desconfortável pra você essa posição na primeira vez...

—Alguma ideia?

—Você pode fazer como eu, sentar...

—Não.

—Por quê?

—Quero que você comande.

Milo ficou vermelho.

—Posso me descontrolar.

Camus sorriu, e se virou.

—Confio que você não vai me machucar.

Milo o puxou, de modo que o deixou de quatro. Começou a passar o pau duro na bunda do amante, que gelava e esquentava de ansiedade, e um pouco de medo.

—Camus, tem certeza?

—Tenho certeza que te amo. Quero confiar que você vai ser cuidadoso comigo como eu fui com você.

—Há, Camus, sempre...

Milo começou a forçar entrada. Camus gemeu de dor.

—Paro?

—Nem começou ainda...

—Não quero te machucar. Preciso que você relaxe.

—Eu vou... beija minha nuca...

Milo se dobrou em cima do amante, beijava sua nuca, e começou a massagear o pênis do francês, enquanto ia entrando nele, devagar, cautelosamente.

Camus sentia que estava sendo rasgado ao meio. Quis chorar, algumas lágrimas escaparam. Doía muito.

—Vou parar.

—NÃO!!!

—Camus...

—Não... por favor... eu quero...

Milo continuou a masturbar Camus, e ficou parado dentro do amante, até que ele se acostumasse. Levaram quase quinze minutos daquele jeito, um dentro do outro, quietos, pouco se movendo.

—Milo... pode se mexer...

—Quando você estiver a vontade...

—Eu te amo.

O pau de Milo estava latejando. Ele iria gozar sem se mexer, apenas sentindo o outro o apertando.

Camus estava relaxado, começou a ir e vir devagar.

—Camus, desculpa...

Milo segurou o amante pela cintura, e começou o vai e vem, devagar, mas ardendo de desejo. Não demorou muito até que os dois gritassem como loucos.

O suor escorria dos dois, o ritmo era o som dos céus, o calor era escaldante, Milo começou a entrar mais forte, tirando quase tudo, e se enterrando até o talo de novo.

Camus já não sabia se doía, se chorava, se ria... certa altura, o pênis de Milo começou a roçar onde estava sua próstata, e o grego soube que havia achado o ponto certo pelo “Ahhhhh” que Camus soltava.

—Camus, eu vou...

—Eu te amo Milo.

—CAMUS!

Milo explodiu dentro de Camus, que ao sentir a semente do amante o inundando, contraiu o ânus, e acabou gozando também, sem se tocar.

Caíram, Milo por cima de Camus até que os dois conseguissem respirar direito.

Milo se deitou, e virou o amante de frente pra si. Sua expressão estava preocupada.

—Te machuquei?- A pergunta vinha acompanhada de um toque no rosto.

Camus sorriu, fechou os olhos, e beijou a mão de Milo.

—Nunca. Me fez seu. Ontem eu te fiz meu. Agora somos um do outro.

—Certeza Camus?

—Sim.

—Me promete então?

—O que?

—Que vai ser sempre meu?

—Só seu. Sempre.

Voltaram a adormecer.

— — -- -

“Ainda há uma chance. Ainda há uma chance.”

Milo só conseguia pensar nisso.

Notas finais
E é isso! Podem me dizer como anda tudo hehe Amo vocês e até semana que vem