Tão fora da terra

16 Capítulo 16- Conclusões se aproximam...?


Notas iniciais
CONSEGUI POSTAR NO DIA CERTO!!! UHUHUHU Espero que gostem hehe Bom fim de semana e até sexta que vem!

Dohko abriu os olhos. Encarou o menino a sua frente.

–Hypnos? Irmão de Tânatos?

–Isso.

–Ele é seu mestre?

–Sim. Ele que me treina.

–Ele quer falar comigo então? Bem, estou aqui.

O garotinho se sentou. Um segundo depois sua voz estava grave.

–Cavaleiro de libra. Você veio aqui atrás do limbinus, não?

–Isso.

–E o que espera fazer?

–Retirá-lo daqui antes que Hefesto consiga pegá-lo e criar armas que ponham os olimpianos em risco. Ele busca vingança. Queremos destruir isso, ou colocá-lo a salvo, ou talvez até o entregarmos a Zeus e Hera.

–Já estamos sabendo, apesar de ainda estarmos adormecidos. Só há um problema cavaleiro.

–Qual?

–Acompanhe o garoto.

O menino se levantou e foi caminhando pela floresta. Dohko se levantou também.

–Vamos Aioria.

– — — -

Camus disparou mais uma vez seu pó de diamante. Milo o rechaçou com sua unha mais uma vez. Mais duas vezes que Camus disparou, e obteve o mesmo resultado.

–Chega desse ventinho, não? Já viu que não pode me enfrentar. Vamos, prefiro você vivo, assim me ajuda a acabar com os planos de Hefesto.

Camus deu um sorriso.

–Não ache que faço nada sem pensar, deusa. Até mais.

Camus se afastou e foi correndo em direção a seu quarto.

–Espere cavaleiro. Eu vou...

Quando tentou se mover, Afrodite percebeu que Milo estava preso em um cubo de gelo que crescia vagarosamente para cima. Em alguns segundos iria estar totalmente congelado.

–Maldito aquariano.

–- — — — — -

Afrodite ainda estava pálido, mas melhorara depois que comera as folhas da árvore de ambrosia.

Havia pouco mais de duas horas que os dourados haviam comido. Sentiam que estavam totalmente recuperados. Pensaram que levaria mais algum tempo até Afrodite chamá-los, mas ela usou Mu mais uma vez.

O ariano cambaleou e então seus olhos voltaram a ficar róseos. Afrodite falou então:

–Escutem. Eu tentei segurar Hefesto no santuário, mas o cavaleiro de Aquário fugiu com o rapaz. Eu avisei aquele estúpido, mas ele está convencido que estou errada. Logo eu. Ele atacou o Escorpião, e está fugindo. Não temos muito tempo, mas não podemos mais ir até lá sem saber onde ele pode estar. Corram o mais rápido que puderem até próximo da divisa da cidade. Vou levá-los até a entrada do santuário, e de lá só parem quando encontrá-los.

Saga perguntou meio em choque:

–O que Camus faz fugindo com Hefesto? Isso não é possível...

Mu, possuído por Afrodite, olhou ameaçadoramente para Saga.

–Eu sei o que vi cavaleiro. Acha que sou louca?

–Não estou dizendo isso, é só que...

–Camus foi conquistado e enganado por Hefesto em sua forma humana. Ele deve querer usá-lo para alguma coisa, por isso se aproximou do cavaleiro. Agora ele está sendo protegido por um guerreiro. Isso deve bastar para atrasar a todos o suficiente para que ele faça ao menos uma arma... Contra mim, ou contra Ares. Isso está saindo completamente diferente do que eu previ!

Os cavaleiros se entreolharam.

–Vão, não temos tempo. Mesmo para vocês, vai levar ao menos algumas horas até chegarem aos limites da cidade. Andem.

– — — — -

Camus acordou Liko.

–Liko... Liko... acorde...

O garotinho piscou algumas vezes. Estava em sono profundo.

–Hum... o que foi?

–Temos que sair daqui... agora...

–Por que? Aconteceu alguma coisa?

–Se ficarmos aqui corremos perigo, o santuário está sendo atacado...

–E o Milo? Cadê ele?

–Ele... virá logo depois...pediu pra irmos na frente...

–Ele vai lutar pra gente fugir?

–Ele quer que fiquemos bem. Vamos Liko, anda, levante-se e suba nas minhas costas.

O garoto estava assustado, mas obedeceu. Camus estava atravessando a janela quando a porta do quarto se abriu e Milo apareceu, cansado e com uma expressão de dor.

–Camus! Não vai, por favor...

Camus deu um salto, e começou a correr. Milo, esgotado por ter usado suas forças para escapar do cubo de gelo de Camus, desmaiou. Liko ainda gritou.

–Milo??? Milo??? Camus, ele morreu?

– — — — -

Algum tempo depois, Aioria, mestre ancião e o menino chegaram até a torre sombria. O cosmo dos espectros que ainda estava preso pelo selo de Atena, sentindo a aproximação dos cavaleiros dourados, se agitou. Tudo ficou turvo, e o ar ficara pesado.

–Descansem.

Sob a ordem de Hypnos, o ambiente mudou. O caminho que estava escuro agora era possível de ser visto. Avançaram cautelosamente, desceram algumas escadas em caracol, e chegaram ao fundo de um poço.

–Um poço?

–Olhe com atenção, rapaz.- Dohko apontou com a bengala.

A sua frente uma trilha de pedra escorregadia levava a uma ilhota no meio daquela água toda. Ao centro, como se fosse um amontoado de pedras, podia se enxergar uma pilha de ossos, humanos e de animais. Uma pedra grande emanava um brilho dourado, mas ao mesmo tempo avermelhado.

Dohko soltou um chiado rouco. Aioria estava meio sem entender o que acontecia.

–Entendeu, ancião?- Hypnos perguntou.

–Aioria, vamos embora.

–Hum? Como assim mestre? O que acontece, agora temos que pegar o limbinus e...

–Não teríamos como chegar perto sem morrer, apenas se fossemos uma divindade. Além do mais, olhe ali, a sua esquerda.

A pedra grande exibia um canto rachado. Faltava um pedaço. Aioria se esqueceu de respirar.

–Hefesto já veio aqui. E já foi embora. Chegamos tarde.

– — — — — -

Os dourados corriam. Se algo acontecesse sem que pudessem fazer nada, era melhor nem terem conquistado o título de cavaleiros. Cada um exibia suas dúvidas, medos e angústias ao se olharem. Hefesto realmente estava bem mais adiantado do que todos supunham.

Saga pensava em como essa história tomava um rumo estranho a cada hora.

Alguma coisa não batia.

–Parem todos!- sua voz foi recebida com surpresa pelos companheiros.

– — — — — -

Na torre da encosta, Shion havia terminado de pegar a bainha que um dia conteve a espada banhada com o sangue de Atena de duas guerras santas antes. Ela teria que ser suficiente para, com o pouco rastro de sangue divino, transportar Hefesto ao Olimpo.

Ao se virar para ir embora, Shion retirou a máscara de mestre, e se observou em um espelho. Havia envelhecido, mas seria tomado no máximo por pai de Mu. Algumas rugas eram notadas nos olhos, mas continuava jovem de certo modo. Mas sentia no corpo que não era mais o mesmo. A viagem, curta, havia tomado grande parte de suas forças. Tentaria voltar ao santuário usando um local diferente de onde havia sido teleportado., senão sentiu que desfaleceria ali mesmo. Devia voltar logo, pois iria rever Dohko em breve, e iriam juntos, mais uma vez, defender a terra de forma direta, e juntos. Juntos, os dois lendários cavaleiros vivos iriam destruir o limbinus. Ou destruir as ambições de um deus vingativo. Independente do que fosse, iriam impedir o pior de acontecer.

Sorriu para seu reflexo, mas continuava sério através do espelho. O que era aquilo? Um instante de susto, e foi quando seu reflexo começou a falar que entendeu quem estava ali. Ajoelhou-se.

–Afrodite. O que temos de notícias?

–Nada bom, mestre do santuário. Camus de aquário feriu Milo de Escorpião e fugiu com Hefesto. Os outros cavaleiros estão indo até um local que eu possa teleportá-los para o santuário, para que procurem o fugitivo.

–Camus fugiu com Hefesto?

–Ele se afeiçoou ao garoto, de algum modo. Não duvido que meu marido já houvesse planejado isso. Quando descobri que ele estava lá, avisei os cavaleiros que você deixou de guarda. O Escorpião teve bom senso, pelo que vi em suas lembranças, fez de tudo para evitar a saída do Aquário com o garoto. Mas o cavaleiro de gelo acha que o menino não pode ser Hefesto, pois não possui nenhum rastro de cosmo, e achou melhor defendê-lo antes que os outros cheguem com a intenção de matá-lo. Como não pode lutar contra todos, está fugindo. Agora é preciso encontrá-lo, e por o plano em prática rápido.

–Qual plano?

–Não lhe contei ainda? É o seguinte...

– — — -

Aioria e Dohko se afastaram do território de Hades. Hypnos havia lhes dito que um garoto de cabelos escuros havia estado lá, passado por toda a segurança do território de Hades, e pego um pedaço do limbinus, sem que eles tivessem sequer a chance de sentir sua presença. Foram as memórias de alguns insetos do mundo dos mortos que vagavam pelo terreno que conseguiram reproduzir as cenas para o garoto espectro que andava por ali, e assim souberam do ocorrido. Foi visto apenas saindo dos arredores da floresta, com um ar tão inocente como se houvesse se perdido, com uma sacola de couro nas costas. Mas isso já tinha acontecido há uns dois dias.

–Então fomos enganados mestre. A Afrodite ou estava errada ou nos enviou para uma armadilha.

Dohko suspirou.

–É mais provável que ela tenha sido enganada. Hefesto não é apenas o ferreiro dos deuses, mas o inventor, criador de grande parte de tecnologia. Atena, Zeus, Poseidon, Hades, Ares, Hermes, Apolo, Diana, enfim... Um olimpiano pensa, ele executa. Mas ele dá seus palpites. Ele é um gênio. Com certeza ele previu os passos da esposa, e previu também que nós, cavaleiros, iríamos interferir. Se ele já tem o material necessário, agora temos que tentar encontrá-lo. Se ele invocar um dos olimpianos, ele pode matá-lo, pois eles são da mesma natureza. E caso ele suba ao Olimpo, pode acabar criando uma era apenas dele, permitindo que os outros deuses caiam no esquecimento. E isso é prejudicial a nós, pois ele não se importa com a terra nem com a humanidade. Ficaríamos a mercê dos seus caprichos, e dos deuses que fossem reaparecendo depois de séculos, com desejo de vingança. Sabe-se lá quando Atena voltaria... entende a dimensão do problema? Temos que dar um jeito de encontrá-lo.

–E como faremos isso?

–Preciso falar com o mestre do santuário. Um momento meu rapaz.

Dohko se ajoelhou, e começou a elevar seu cosmo. Estranhamente, a energia de Shion não estava no santuário. Onde será que fora?

Star Hill? Não, nenhuma presença...

Encosta de Dejunte? Em torno do templo de Abel? Não...

Ilha de Mykonos? Ilha de Creta? Coliseu? Talvez na capital?

Nenhum desses lugares.

Jamiel?

Um aumento de cosmo, aumento de concentração. Sim, podia sentir sua presença... mais alguns instantes, e seus cosmos se conectaram.

Shion viu seu reflexo dizer:

–O velho libriano quer falar com você. Explique a situação. E então, me avise, estarei aqui, e colocarei vocês dois no santuário.

– — — -

–Camus? O que houve com o Milo?

O cavaleiro de gelo corria a toda velocidade. Vestira apenas uma capa, grande o suficiente para esconder ele e o garoto.

–Milo foi... atacado... mas vai ficar bem, não se preocupe com ele Liko, ele é forte.

–Mas eu achei que ele tivesse...

–Morrido? Não, meu pequeno, não se preocupe.

–Como você consegue ficar tão calmo?

Camus parou de correr. Olhou em volta, estavam em um canyon vazio. Pousou o garoto no chão e o encarou profundamente.

–Liko, eu quero que você me prometa algo.

–Eu?

–Isso. Me prometa que vai responder com toda a sua sinceridade o que eu te perguntar. Certo?

–Prometo...

–Liko, você tem algum poder?

–Poder? Como assim?

–Poder de fazer alguma coisa, um dom, uma habilidade, você consegue fazer alguma coisa que ninguém mais consegue?

O menino ficou amuado... olhava pro chão e mexia em algumas pedrinhas com o pé.

–Liko? Você prometeu me falar a verdade. É importante.

–Eu... eu não posso...

–Liko?

Camus o olhava com seriedade.

–Bom, meu avô disse pra eu nunca fazer isso mais... mas posso te mostrar.

Liko saiu correndo. Camus foi atrás. O garoto pegou quatro pedras pequenas, alguns pedaços de madeira, e puxou um canivete do bolso. O canivete tinha um brilho forte, esverdeado. Camus estava se perguntando o que ele estava fazendo, quando Liko lhe estendeu a mão.

–O que????

Liko tinha uma carroça esculpida com a madeira, com as rodas perfeitamente redondas feitas com as pedras. A carroça parecia uma liteira com rodas, e Liko fez dois cavalinhos com outros pedacinhos de madeira. Aquilo cabia na palma de suas mãos.

–Liko, como você fez isso tão...?

–Rápido? Meu avô disse que desde que comecei a falar eu tenho esse dom, mas não era pra mostrar pra pessoas que elas poderiam não entender. Mas isso não é tudo. Se afaste.

Camus viu Liko pousar a carrocinha no chão, e encostar a ponta do canivete.

–Venha a mim.

Liko se afastou. A carroça começou a crescer. Os cavalos também. Em segundos, a miniatura tinha ganhado tamanho real, podendo abrigar os dois dentro dela. Liko se aproximou e entrou. Chamou Camus da janela.

–Agora a gente pode ir onde você quiser sem precisar correr.

–Liko, isso é... impossível.

Um dos cavalos virou a cabeça para Camus. Liko sorriu e afagou o animal.

–Você quis que eu te mostrasse...

– — — — -

–O que foi Saga?

–Se Hefesto não está no santuário, quer dizer que nós podemos ser levados para lá diretamente. Não era seu cosmo que nos impedia de chegar lá?

Os outros o olharam meio abobados.

–Ele não fugiu com Camus? Então...

Mu e Shaka hesitaram por um pouco. Aioros encarou Saga.

–Você acha...

–Que estamos sendo usados. Mas a questão é por quem.

– — — — -

–Aioria, eu vou voltar para Rozan. Você vai embora com o mestre.

–Hum? Como assim mestre? E aquela história do meu treinamento decisivo, vida ou morte e tudo o mais?

–Meu rapaz, se a hora não chegou, você deve simplesmente agradecer. Dedique-se ao seu treino, e aproveite a sua vida. Seja disciplinado. E dê o seu melhor. Não se precipite, e não se endureça.

Aioria não estava entendendo muito bem aquela história, mas achou melhor ficar quieto.

–E como eu vou embora mestre? Cheguei aqui com a ajuda de um selo de Atena.

–E vai embora da mesma forma. A diferença é que o mestre do santuário vem aqui buscá-lo. Aliás...

Um clarão, uma distorção no espaço e o capacete amarelo de Shion apareceu, assim como sua túnica e seu colar. Dohko sorriu. Havia tempos que não se viam. Cara a cara.

Se bem que cara a cara não era bem o termo certo, uma vez que os dois estavam debaixo de máscaras. Mas o importante era estarem ali, próximos, sabendo que estariam vivos.

–Nos dê um minuto, Aioria.

–Sim mestre ancião, com licença.

Dohko se aproximou. Shion içou o corpo para fora do buraco espaço-tempo pela metade. Sorriram.

–Quanto tempo...

–Muito... Escute Dohko, eu conversei com Afrodite. A situação é... complexa...

–Imagino, meu velho amigo... diga-me, caso isso passe, quais são seus planos?

–Só precisa bater os olhos em mim para me ler mesmo com máscara é?

–Hum...

–Vou sair da posição de grande mestre. Passarei isso para Aioros ou Saga, visto que são os dois mais velhos entre os cavaleiros da atual geração. Uma vez dadas as devidas instruções, estou pensando se poderei lhe fazer companhia.

Dohko sorriu.

–Dois velhos que passam seus dias sentados em frente a uma cachoeira, treinando jovens cavaleiros... quem diria que chegaríamos a isso Shion?

–Pelo menos estaremos juntos.

Dohko soltou um longo suspiro.

–Nunca esperei tanto por algo. Quando estiver pronto, venha. Estarei aqui.

Após alguns segundos em que viajaram um nos olhos do outro, conversaram sobre a situação atual. Shion contou todo o plano de Afrodite. Dohko escutou atentamente.

–Hefesto já tem o limbinus. Estranhamente, ele tirou uma pequena quantidade. Os servos de Hades não conseguiram guardar lá muito bem o local, e Hypnos fez contato conosco. Mesmo os deuses adormecidos estão a par do que acontece, e estão apreensivos. Mas não querem falar sobre isso com Zeus ou Hera.

–Bom, somos especialistas em irritar deuses e continuar vivos, não? Deixe isso comigo, Dohko.

–Assim sendo, vou voltar a minha vigia. Sabe onde me encontrar, não?

–Sempre.

Shion fez um gesto com a cabeça em direção a Aioria.

–E o garoto?

–Vai se sair bem. É Régulus outra vez.

–Cuide-se.

–Você especialmente. Até breve.

Dohko se virou e foi caminhando devagar. Chamou Aioria.

–Sim, mestre?

–Vá agora meu rapaz. Ainda há muito a fazer. Dê o seu melhor.

–Sim. Obrigado pela paciência, mestre.

Dohko bateu nas pernas de Aioria com a bengala, de modo que esse acabou de joelhos.

–Mestre!!!

Dohko estendeu a mão e fez um afago na cabeça de Aioria, desalinhando seus cabelos. Sorriu gentilmente. O leonino o olhou confuso.

–Boa sorte garoto!

E continuou seu caminho. Aioria o observou por algunm tempo, quando Shion o chamou.

–Vamos?

–O que foi aquilo, mestre?

–Coisas de gente velha, Aioria. Coisas de gente velha.

Dando a mão para Shion, Aioria atravessou o portal.

– — — — — -

–Um momento Saga, alguma coisa está errada.

O pisciano retirou uma rosa do peitoral da armadura. Era impressão ou Afrodite estava ficando mais esguio, como se seu corpo estivesse, digamos ficando feminino? MM foi o primeiro a notar, e ainda estava incomodado pela palidez do cavaleiro.

A rosa estava totalmente roxa.

–Mau sinal.

Afrodite jogou a rosa para cima. Algumas pétalas se soltaram, e formaram um círculo. No centro deste, podia se ver Milo desmaiado no chão de alguma das doze casas. Seu ferrão estava diminuindo gradativamente, mas ainda tocava o centro da rosa que Afrodite lhe dera se estivessem em perigo.

–O que é isso?

–Um modo de Milo confirmar que a história de Afrodite é verdadeira. Ele está sozinho e desmaiado no santuário. Essa rosa é sinal de risco de morte.

Saga encarou os outros cavaleiros.

–Como chamamos Afrodite?

–Uma rosa cor de rosa.- lembrou Shaka.

–O que significa isso?Amor?- MM estava sério.

Afrodite deu um suspiro.

–Alguém pode me emprestar um pouco de sangue?

Notas finais
Estão gostando? Tá valendo a leitura? Bjos