Notas iniciais
Heiiii, olha quem apareceu por aqui. Isso mesmo, as margaridas desaparecidas hahahaha Como vocês estão pessoal? Com saudades? Nós também, mas aconteceram tantas coisas ao longo desse tempo que simplesmente foi prolongando, prolongando... e por isso a demora. Massssssss, sintam-se horadas, porque esse capítulo veio direto do Canadá! Isso mesmo, nossa querida Jenny está no Canadá brincando na Neve kkkkkkk. Brincadeiras a parte, agradecemos muito pelos comentários, recomendações e por todo o apoio. Independente da demora, jamais iremos abandonar TLAD. A fic terá um final hein... Capítulo dedicado às lindas leitoras: Elizabeth K e Senhora Black Forever. Obrigada pelas lindas recomendações. Amamos cada palavrinha! BORA DE CAPÍTULO... (CHEGA DE FALAR BÁAH kkkkkkk)

O.o.O.o.O.o.O.O

Certa vez, Jacob tinha lido em algum lugar idiota — era o que parecia para ele, na época — que; "o sorriso é a manifestação dos lábios, quando os olhos encontram, o que o coração tanto procura..."

Na época, a frase lhe chamou atenção por parecer ridícula o suficiente para ser dita por alguém consciente do mundo cruel em que vivia, porém agora tudo havia mudado e parecia fazer um enorme sentido. Ele não sabia porquê tinha lembrado exatamente naquele momento da frase, mas foi só olhar para o rostinho miúdo, que descansava em sua confortável cadeirinha, que ele compreendeu o real sentido das palavras. Seu rosto — quase sempre sombrio —, iluminou-se e o seu raro sorriso resplandeceu, assim como uma bela manhã em um domingo ensolarado.

Talvez na época que ele leu pela primeira vez a frase, a sua alma estivesse obscura demais para compreender o real significado. Não havia motivos para sorrir, o seu coração devastado não tinha mais o que buscar... A sua vida tinha sido dizimada pela tragédia que havia abatido-se sobre sua família. No entanto, agora tudo ganhava uma surpreendente perspectiva e novas cores.

Carregar aquele pequeno milagre — e ele sabia que era um milagre, em muitos sentidos —, renovava uma alma que ele há muito imaginou que estivesse perdida. E a bela mulher loira sorridente ao seu lado era o anjo responsável por tais milagres.

Renesmee entrou em sua vida para virá-la de cabeça para baixo e fazê-la assim, se tornar o lado certo de ver o mundo. Nada era, ou seria, como antes. O amor o mudou em muitos aspectos, mesmo que não por completo. Agora ele tinha o mais precioso motivo para viver e temer uma partida prematura. Aquele anjinho que dormia inocentemente a tudo era o seu motivo para respirar a cada segundo, e a mulher que a trouxe ao mundo era o seu alicerce. Jacob finalmente notou que havia se viciado não em uma droga alucinógena — como muitas vezes aconteceu no passado —, mas sim em duas mulheres tão puras com a água cristalina de uma nascente.

— Jake, precisa de ajuda? — A voz suave como sinos lhe tirou da breve auto-reflexão.

— Não será preciso, Nessie. Já tinha instalado a cadeirinha no carro desde que a nossa princesinha nasceu. Agora é só encaixar o bebê conforto.

Jacob, com todo cuidado que conseguia ter, acoplou o bebê conforto ao mecanismo que ficava fixo no banco do carro. Ele tentou mover a cadeirinha assim que escutou o clique, mas ela estava muito bem fixada. Ele sorriu ao ver como a pequenina estava alheia a tudo ao seu redor. Valentina iria começar a sua vida em família, longe da rotina hospitalar.

Jacob olhou orgulhoso e beijou a cabecinha coberta com uma macia touquinha cor de rosa, conferiu o cinto que segurava o minúsculo corpinho e cobriu a filha com o cobertozinho igualmente felpudo e na cor de rosa.

Sorriu!

Foi inevitável conter a alegria em que a sua alma em festa gritava. Nas últimas horas ele parecia um bobinho idiota e alegre. Mas tinha como não estar, quando o seu anjo sorria mesmo dormindo? Valentina tinha os lábios retrocedidos em um sorriso lindo, enquanto dormia o sono dos inocentes!

— Ela é linda, não é? — Renesmee comentou envaidecida ao entra do outro lado da porta traseira do carro blindado. O bebê permanecia entre os pais. — Nem acredito que vamos levá-la para casa, Jake. — Ela tinha os olhos úmidos pela emoção.

— Ela é perfeita! — Jacob foi breve em suas palavras, embora verdadeiro. Ele debruçou sobre o bebê confronto e selou de forma terna os lábios ao da esposa.

Renesmee suspirou apaixonada. Ela transbordava de felicidade.

— Vamos logo, porque aqui fora está frio. Essa corrente de ar não é nada saudável para expormos a nossa princesa. — Leah, com a sua postura médica e profissional chamou a atenção do casal, quebrando o momento família.

— Claro, claro! — Prontamente, Jacob concordou. A brisa gelada que sentia era um real lembrete do frio que fazia aquela manhã. — Você vai mesmo conosco? E o seu carro?

— Vou sim! Vocês irão precisar de ajuda nas primeiras horas. Depois podemos contratar uma enfermeira experiente para auxiliar a Nessie nos cuidados da chaveirinho — Leah tagarelava enquanto se acomodava no banco dianteiro do carona, visto que Renesmee não queria deixar a filha em nenhum momento. Ela até já havia se acomodado no banco traseiro, ao lado do bebê conforto. Era lei do estado que um bebê só podia deixar o hospital na cadeirinha, nada de colo. — Depois peço alguém para vir buscar o meu carro ou deixo aqui mesmo e pego no próximo plantão.

— Tudo bem. Depois peço alguém para vir buscá-lo. — concordou o moreno já entrado e sentado atrás da direção do veículo de luxo. — Tudo pronto, Nessie? Podemos ir?

Renesmee não desviou o olhar bajulador da filha ao responder o marido. Ela não conseguia conter a felicidade que estava sentido. Toda dor e medo haviam ido embora, restando agora só a paz e esperança. Uma nova fase se iniciava e o casal estava ansioso para vivenciar todas as mudanças que estavam por vir.

Jacob nunca foi tão prudente ao dirigir um carro em toda sua vida, não chegava a ultrapassa 80km/hora. Ele olhava a cada mísero segundo pelos retrovisores. Queria ter certeza que não estava sendo seguido, que não havia perigo, que não estava sendo exposto a uma situação de risco... Mas bastava olhar pelo retrovisor de dentro do carro que o seu sorriso ressurgia amplo. Era de perder o fôlego observar o reflexo de Renesmee olhando e resguardando o sono da filha.

"O sorriso é a manifestação dos lábios, quando os olhos encontram, o que o coração tanto procura..." Gritava a todo o momento a mente do moreno.

TLAD

A chegada na mansão foi relativamente rápida, em comparação a velocidade que Jacob conduziu o carro. Ele tinha feito um caminho alternativo, cortando por dentro de pacatas ruas do luxuoso bairro. Isso poupou tempo e desviou do fluxo matina das ruas principais.

Antes de desacoplar o bebê conforto, Jacob esperou Renesmee cobrir totalmente a filha. Nada da bebê poderia ser visto. Estava frio e ventando demais aquela manhã de fim de outono. Em breve seria inverno e estava fora de cogitação Valentina ficar doente. Ela ainda era considerada um bebê frágil e de risco, todo cuidado era pouco com a prematura neném.

Jacob carregava a cadeirinha como se não pesasse nada, Renesmee seguia sorridente e atada no braço livre dele. Leah vinha logo atrás, distraída, enquanto digitava de forma frenética o celular. Por mais que o moreno tivesse parado o carro mais próximo possível da porta principal da mansão, ainda teria que andar alguns curtos mêtros. Eles caminhavam rápido, na intenção de fugir do vento gelado daquela manhã.

Assim que o casal entrou no hall principal da mansão e começaram a retirar os cobertores que cobriam e protegiam todo o bebê, uma certa gritaria os retirou da concentrada tarefa.

Se Jacob não estivesse acostumado a pensar e analisar rápido qualquer situação de risco, teria sacada sua arma e atirado no maior número de pessoas possíveis. Porém as vozes eram conhecidas e os seguranças da entrada da mansão estavam calmos e em seus postos, para significar que eles tivessem sofrido uma invasão.

— Caralho, vocês querem morrer? Que porra! Vão acaba acordando a minha filha — Jacob ditou ríspido, seu olhar logo recaiu sobre a bebê que carregava. Ela o olhava para com seus imensos olhos azuis, idênticos ao da mãe. Valentina estava acordada, mas não chorava. Renesmee, no susto pela surpresa, se apertou em seus abraços.

— Deixa eu ver a minha princesa! — Rachel deu um gritinho eufórico, ignorando assim o humor azedo do irmão e correndo para olhar sobrinha. — Meu Deus! Como ela é linda! — A morena estava debruçada sobre a cadeirinha.

Um aglomerado de mulheres tagarelando cercou Jacob e isso o irritou ainda mais. No entanto, todos pareciam ignorá-lo, até mesmo Renesmee não parava de falar orgulhosa da filha.

— Rachel, posso ao menos chegar até o sofá? Como você conseguiu preparar uma festa tão rápido? Nós nem ao menos sabíamos que Valentina teria alta e nem avisamos a ninguém. — o olhar recaiu sobre Leah.

— Culpada, eu assumo! — a médica sorriu ao olhar para sobrinha. — Eu liguei para Rach ontem a noite mesmo. Eu já sabia da notícia, só que vocês só iriam ser comunicados essa manhã. Quem você acha que mandou toda as roupinhas para a saída da maternidade? — Leah apontou para prima.

— Foi a titia mesmo. Como ela é linda. Me da essa princesinha aqui, Jake! — Rachel foi se enfiando entre o irmão e o bebê conforto, agora repousado sobre o enorme sofá. Ela estava fascinada pela pequena e perfeita bebê.— Você se importa, Nessie? Estamos loucos para pega-la no colo. Pode ficar despreocupada que já fiz todos usarem gel asséptico.

— Claro que não. Pode pegar a sua sobrinha. — Renesmee estava tão orgulhosa que não se importava em partilhar a filha com os demais integrantes da família. Pelo contrário, ela via o quanto a bebezinha já era amada.

— Depois é a minha vez! — Claire gritou eufórica. — A dinda não vê a hora de pegar essa bonequinha no colo. — ela dava pulinhos sem sair do lugar. Tava difícil conter a alegria.

— Só me diz como preparou tudo isso tão rápido? — Jacob sinalizou para toda decoração luxuosa que a sala da mansão ostentava. Tudo era de externo bom gosto e na cor rosa.

— Você me subestima, irmãozinho! — Rachel sustentava um sorriso enviesado na bela face, nos braços, o pacotinho cor de rosa estava muito bem aconchegado. — Você acha mesmo que não iria comemora nosso verdadeiro milagre com uma festa à altura? Essa é apenas a primeira de muitas festas para a nossa princesa.

Jacob olhou rapidamente para cada rosto ali presente.Todos da família estavam ali, até mesmo Emmett com Rose e Jasper com Alice, que mesmo não sendo parentes de sangue, ele considerava parte da família. Absolutamente, todos olhavam encantados para a sua pequena filha. Era até difícil de acreditar que seus primos e irmãos, homens imensos e cruéis, assassinos a sangue frio, estavam olhando encantados para aquele ser diminuto que era Valentina. Era até perigoso imaginar que aquela pequenina menininha tinha todos bem na palma de suas minúsculas mãozinhas. Ele sorriu com o pensamento. Seria impossível não mimá-lá.

Logo, pequenos grupinhos se formavam pela enorme sala, encabeçando diversos assuntos ao mesmo tempo.

— Parabéns pela princesa. Ela é absurda de linda. — Sam tinha um sorriso bobo no rosto. Ele não era muito apegado a bebês, mas Valentina tinha arrebatado o coração do bruto homem. — Não sei como você foi capaz de fazer uma coisinha tão perfeita. Sorte dela de ter puxado a Nessie. — Puxou o primo para o abraço e deu alguns tapas ruidosos na costas dele.

— Cara, tudo o que faço na vida é bem feito. — Jacob sorriu orgulhoso. — Mas a minha chaveirinho superou até mesmo as minhas expectativas. Ela é absolutamente linda e perfeita.

Todos os homens olharam para o grupo eufórico de mulheres ao redor da bebê. Era constante o revezamento entre os gêmeos e a recém chegada, Valentina.

— E como andam as coisas com a Nessie, Jake? — Jared questionou preocupado, visto que ele foi o último a obter o perdão da esposa e a retornar para casa. — Kim só me deixou voltar para casa pouco mais de uma semana. Oh, mulher brava!

Eles riram em concordância. Kim era uma perfeita ariana. Brava e orgulhosa, difícil de dobrar.

— Estamos evoluindo e melhorando a cada dia, mas ainda não voltamos a ser como éramos antes. Embora eu acho que se continuarmos evoluindo assim, logo tudo será superado.

— Traduzindo? — Paul já sustentava o sorriso sarcástico no rosto. — Não anda trepando! Deve estar até com as bolas azuis. Porra, cunhado, essa porra sobe pra cabeça de cima e deixa um homem louco. Vai gozar que faz bem. Na pior das hipóteses, faz um cinco contra um... Mas goza. Gozar faz bem e alivia o peso nas bolas, além de acabar com o inchaço. Agora está explicado porque de todo esse mal humor há semanas. — Paul disse para os demais, que começaram a rir.

— Não fode, Paul.— Jacob rebateu as provocações rindo. Nada seria capaz de tirar o seu humor hoje. — Até semana passada você estava cuspindo marimbondos. Agora já sei o motivo, a minha irmã tinha te deixado de castigo.

— Isso é apenas uma suposição sua e, afirmo que é totalmente infundada. — Paul fechou a cara enquanto todos riam, mas um brilho perverso atravessou o seu olhar. Todos já sabiam que viria mais besteiras. — A minha morena é deliciosa e satisfaz muito bem a todas as minhas perversões sexuais. — Jacob, Quil e Embry imediatamente fecharam a cara. Quil estava a ponto de voar na jugular do primo, ele sempre foi o mais ciumento com a irmã mais velha.

— Mais respeito ao falar da minha irmã, ou você vai acabar perdendo as suas bolas. Aí quem nunca mais irá gozar será você! — Quil ditou sério, seu olhar era assassino.

Paul nem ligou para ameaça, conhecia bem demais o primo. Sabia do ciúme dos cunhados e fazia aquilo de propósito, somente para provocá-los.

— Vamos parar? Estamos aqui para comemorar a alta da princesinha da família. — Jared interveio.

— Até você se rendeu aos encantos dessa garotinha? — Seth questionou o irmão. Se Sam era frio e distante com crianças, Jared era dez vezes mais.

— E alguém pode me julgar ou me culpar por isso? Não tem como não cair de encantos por ela. Chaveirinho é linda e encantadora, vai usar e abusar de todos nós. Isso é fato! — Jared confessou sem um pingo de pudor.

— Essa garotinha vai acabar com o nosso emocional. Imagina ela na adolescência... Vou matar qualquer idiota que tentar se aproximar dela. E o meu moleque vem ai para ajudar a afastar os urubus de perto da prima. — Embry ditou tão sério que ninguém duvidou da veracidade de suas palavras. Ele ultimamente vinha se mostrando muito ciumento com as mulheres que o cercava.

— Em falar no seu moleque, como estão as coisas pra você? A Jenny melhorou dos enjôos? — Jacob perguntou realmente interessado.

— Cara, ninguém me avisou que a mulher fica louca na gravidez. Em um dia, Jenniffer me ignora e no outro, ela praticamente me estupra. Longe de mim achar essa parte ruim. — Embry sorriu malicioso. — Mas o humor dela varia a cada segundo. Tenho feito de tudo para agradá-la, visto que as crises de vômitos vem quando ela está sob muito estresse ou nervosa demais. Já o meu moleque, segue forte que nem um touro. A Lee falou que ele será bem grandão, vai puxar a genética da nossa família. Mas o pestinha se nega a mexer quando estou por perto. Já tô puto com isso — disse emburrado, como uma criança mimada quando é contraída.

— Com a Valentina era só eu chegar perto da Nessie e falar que ela já começava a chutar. Às vezes eu tinha que ficar em silêncio para ela deixa a mãe em paz. — Jacob sorriu com as lembranças da filha ainda no ventre materno. — Mas você tem mesmo é obrigação de cuidar da sua mulher. Embry, ela me parece abatida, apesar da barriga estar enorme já. — Jacob disse após observar a cunhada brasileira de longe.

— Pelo amor de Deus, fala essa porra baixo — Embry disse alarmado, seus olhos estavam arregalados. — Se ela te escutar falando que está com a barriga enorme, vai começar a ter uma crise de choro. E você pode ter certeza que não será uma cena bonita. Eu fui falar que ela estava linda com aquele barrigão e ela ficou histérica na mesma hora. Disse que estava parecendo uma leitoa prenha, que eu teria vergonha de sair ao lado dela... Todas essas maluquices de mulher doida — seguiu sussurrando ao falar, tinha pavor só de imaginar a namorada escutando ele falar aquilo.

— Você tem a obrigação de fazê-la se sentir linda e sexualmente atraente. É uma fase muito complicada para a mulher. Elas sofrem mudanças muito rápidas no corpo e os hormônios fazem com que o humor oscile demais. Sua mulher sofreu demais com cobranças de padrões com o corpo, é normal ela se sentir insegura. Cabe você mostrar como ela está linda e desejável. — Paul ditou sério. Era raro esses momentos, mas sempre se mostrava muito coerente. Ele sabia exatamente como era aquilo. Rachel foi uma gestante muito insegura com o próprio corpo durante a gravidez dos gêmeos.

— Cara, se eu mostrar pra Jenny todo o tesão que sinto com ela exatamente assim, ela não sairá mais da cama. Porra, ela está gostosa pra caralho grávida. Está com um peitões deliciosos. E vocês sabem como tenho tara por peitos. Fora as diferenças que acontecem, e que não vou ficar aqui falando. — Sorriu malicioso para Jacob e Paul, os únicos que tiveram mulheres grávidas para entender a que ele se referia.

— Porra, esse moleque não sabe nem cuidar dele próprio. — Quil deu um tapa na cabeça do irmão. Todo esse assunto de filhos e gravidez abalava demais o seu ego, mas recentemente tinha se aproximado mais da cunhada brasileira e havia simpatizado com ela, queria vê-la bem e feliz. — Você tem que ser paciente e carinhoso com a sua mulher, mostrar que ela esta desejável e bela, não se comportar como um gorila no cio. Está na hora de ser responsável, Caralho! Logo você será pai. Um bebê e uma mulher fragilizada pelos infortúnios da vida irão depender somente de você. Chegou a hora de crescer, cacete!

Embry não rebateu o irmão mais velho, ele estava mais que certo no sermão. Estava na hora de levar mais a sério à vida, mas como se ele só sabia ser aquele cara brincalhão? Ele teria que começar a aprender de alguma forma.

— Relaxa que eu vou ajudar a cuidar do meu afilhado, porra! — Seth socou o ombro do primo, tirando Embry dos rápidos devaneios sobre responsabilidade.

— Caralho, essa criança está fodida se depender desses dois. — Emmett sorriu incrédulo ao vê com os caçulas levava tudo na brincadeira, ele balançava a cabeça de um lado para o outro.

Todos caíram na gargalhada, mas de certa forma, Quil e Jacob ficaram preocupados com o futuro da cunhada e o sobrinho. Embry ainda não tinha despertado para o senso de responsabilidade. Para ele a vida era encher a mulher de seguranças e comprar tudo para a criança. O apoio emocional não era o seu forte. E os dois mais velhos sabiam exatamente o quanto apoio emocional uma mulher sensibilizada precisava.

TLAD

O burburinho que estava no grupinho das mulheres era grande, todas tagarelavam ao mesmo tempo sem parar. Era unânime a paixão de todas imediatamente despertaram pela nova princesa da família.

Valentina tinha arrebatado a paixão em todas as mulheres ali presente. Bastava alguns minutos como o frágil e leve pequenino embrulhinho cor de rosa no colo para que o instinto maternal de proteção aflorasse em cada uma.

Todas estavam encantadas pela miúda menininha. Desde os enormes e curiosos olhos azuis fitando com vivacidade até a boquinha carnuda e rosadinha em formato de coração. Absolutamente, tudo era arrebatador em Valentina.

— Nessie, ela é perfeita demais. Vou levá-la comigo para casa. — Kim brincou. Ela transbordava ternura ao falar. Valentina repousava em seus braços protetores. — Ela é muito boazinha. Mesmo acordada não está berrando.

— Não vai levar a minha bebezinha não! — Renesmee sorriu. — Realmente ela é boazinha. — Derreteu-se ao concordar.

— Nossa, os gêmeos com a idade dela só sabiam berrar quando estavam acordados, sempre querendo mamar. Eles sempre foram gulosos e gorduchinhos, esfomeados que só eles. — Rachel confessou. Ela segurava o pezinho diminuto da sobrinha. — Na verdade, até hoje eles são gulosos demais. Ou estão dormido, ou querendo comer, brinca é a última opção. — Sorriu ao falar dos filhos, ela os amava incondicionalmente.

— Geralmente, os meninos são mais gulosos mesmo. Os gêmeos sempre foram grandões, é normal comerem bem. Já Valentina é uma mocinha, se comporta como à princesinha que é. — Leah explicou. Ela segurava o gorducho afilhado Harry no colo. — Valentina já está acostumada com barulho e agitação. Por mais que possa não parecer, o CTI neonatal é um lugar barulhento e movimentado. Os aparelhos estão sempre emitindo sons e a rotina da equipe faz com que não seja um lugar silencioso, como todos imaginam. Por isso ela está tão bem adaptada a todo esse barulho e agitação.

— Jura? Eu sempre imaginei que fosse um lugar silencioso e pacato — confessou Emily. — Agora é a minha vez de segura-la, Kim. Me da ela. — A morena se antecipou para pegar a bebezinha do colo da cunhada.

— Deixa eu segurar só mais um pouquinho? — Kim pediu fazendo biquinho, mas Emily não se abalou. Por fim acabaram trocando a bebê de colo.

— E ai... já está preparada para toda essa rotina de um recém nascido, Nessie? Porque é como se Valentina fosse um. — A pergunta de Rose despertou curiosidade nas demais.

— Eu confesso que não sei muito como cuidar de um bebê, ainda mais aqui fora com todas essas tecnologias. — Renesmee tinha a face vermelha ao confessar. Na verdade ela estava quase que apavorada agora que tinha pensado em tudo que teria que fazer sozinha.

— Nessie, eu vou te ajudar no básico, mas dizem que muito é instinto materno. Não posso afirma porque nunca fui mãe, porém acredito ser verdade. — Leah disse na intenção de acalmar a loira.

— Eu posso te ajudar, Nessie. Posso ficar aqui por algumas semanas. — Claire ofereceu-se animada.

— Eu agradeço tanto, Claire. Mas você tem o seu marido e a sua casa para cuidar. Não será justo com o Quil — disse agradecida Renesmee pela atitude da melhor amiga.

— Nessie, fica calma que você saberá o que fazer com a Valentina. O lance do instinto materno é verdade. No começo tudo parece difícil, mas logo você começa a fazer tudo no automático, como se tivesse feito aquilo à vida inteira — Rachel falou na intenção de tranquilizar a cunhada. — E depois, podemos achar uma excelente babá para te ajudar nos cuidados. No entanto, já conversei com a Lupita e a Mabelle, elas vão te ajudar em tudo que for preciso. Lupita já trabalhou como babá antes, fiquei sabendo por ela hoje.

— Será ótimo, Nessie. Nada como alguém que já conhecemos para confiar os cuidados de um filho. — Jenny tinha a mão espalmada no volumoso ventre. — Quando meu bebê nascer provavelmente terei que achar alguém para me ajudar.

— Ah, mais não vai mesmo! — ditou firme a outra brasileira. — Eu não permitirei que uma desconhecida cuide do meu afilhado. Eu vou te ajudar em absolutamente tudo. Moramos em prédios vizinhos, vou ficar instalada na sua casa para te ajudar. E não tô nem aí para o que Embry ou Seth vão pensar. — Barbara não deixou chance para ser contestada.

— Ok, então. — Jenniffer concordou erguendo as mãos teatralmente para o alto e sorrindo. — Mas já vou logo te avisando que acho que esse garotão vai dar trabalho. Ele já está bem grandinho, não é Leah? Provavelmente será tão guloso como os primos.

— Ah, minha queria, você pode ter certeza que seu filho será enorme. Puxará a genética da família do pai. — Leah prontamente concordou. Ela sorria ao vê como o afilhado estava curioso olhando para priminha.

— Tomara que a genética se limite ao porte físico do pai. A inteligência e beleza, será como da mãe e da dinda. — Barbara brincou.

— Se o meu sobrinho puxar ao pai será muito inteligente e guloso também, claro. Lembrar que o Embry mamou no peito até uns 4 anos, Lee? — Rachel brincou ao sair em defesa do irmão.

— Nossa, e como Lembro! — Leah gargalhou com a lembrança. — Embry já enorme, chorando que queria mamar. Tia Sarah acabava dando o peito, depois de ser vencida pelo cansaço.

— Jura? Então Embry já tinha problemas mentais desde que era pequeno. — Barbara não perdia a oportunidade de implicar com o futuro compadre.

— Só para te lembra, que como o seu namorado é da mesma idade, Seth via o Embry fazer e queria também. Tia Sue também acabava dando o peito para ele. — Rachel sustentava um sorriso sarcástico nos lábios carnudos.

Todas caíram na gargalhada, mas um chorinho muito delicado chamou mais a atenção delas.

— Ela deve está querendo mamar — informou Leah ao vê os olhos de Renesmee arregalarem.

— Está tudo bem? — Jacob perguntou preocupado. Ele tinha escutado o chorinho fraco e fininho de longe. Ele tinha a audição muito apurada.

— Está sim. — Rachel se adiantou. — É só a Valentina que provavelmente quer mamar. Talvez também, tenha uma fralda suja, só isso.

— Quer subir, Nessie? Depois descemos novamente — Jacob indagou atencioso para esposa.

— Não se preocupe, Jake. Eu vou subir com a Nessie, assim já converso com ela sobre alguns cuidados. — Leah se prontificou. — E Nessie, mais tarde, quando todos forem embora e estiver mais calmo, você deve mostrar a Valentina para a Branquinha. É imprescindível essa apresentação das duas. Branquinha pode ficar com ciúmes e querer morder a bebê. Como a apresentação você irá aproximá-las. Não deixe a sua cachorrinha de lado ou a proíba de ficar perto do bebê. Não há problema nenhum na convivência delas duas, pelo contrário, é até aconselhável a criança crescer perto de um animal de estimação.

Jacob, mesmo relutante, deixou que Leah ajudasse a esposa. Ele ficou no andar de baixo com a família. O pequeno Billy exigiu o colo do padrinho e Jacob prontamente atendeu ao pedido do pequeno, porém não demorou muito e menininho quis ir para o como da mãe. Billy já chorava querendo mamar também.

Como os gêmeos mamavam demais, Rachel alternava entre peito e mamadeira, fora as papinhas salgadas e frutinhas. Sendo assim, ela tirou da bolsa térmica duas mamadeiras grandes e entregou uma para Claire, que segurava Harry no colo. Os gêmeos mamaram satisfeitos o leite morninho nos colos aconchegantes da mãe e da tia.

Enquanto Renesmee, com a ajuda de Leah, cuidava das necessidades da pequena menininha no andar superior da mansão, as conversas não pararam no andar inferior.

Jenniffer afastou-se momentaneamente para ir ao lavabo, ultimamente estava ficando cada vez mais difícil segurar a necessidade de usar o banheiro frequentemente. O seu bebê parecia agitado ou também em clima de festa, pois ele não parava de se contorcer e chutar forte a barriga da mãe. Às vezes, a brasileira sentia até um certo desconforto, pois segundo o último ultra-som, o bebê já estava de ponta cabeça, as suas perninhas estavam próximas às suas costelas. Então era comum sentir um pouco de desconforto e até mesmo dor nos chutes mais fortes do menininho.

— Está tudo bem, Jenny? — Quil perguntou preocupado a cunhada, assim que a viu retornar ao salão e fazer uma careta aparentemente de dor.

— Acho que sim. — A brasileira esfregou as mãos no volumoso ventre para ver se o filho se acalmava ou mudava a posição que estava desconfortável para ela. — Ele só está chutando muito forte hoje, chego a sentir uma dorzinha nas costelas.

— Posso sentir? — Os olhos de Quil chegavam a brilhar em expectativa. Ele estava se mostrando cada vez mais fascinado com tudo relacionando a gravidez, não via à hora do tratamento dar certo e poder sentir o próprio filho mexendo na barriga da esposa. — Tem problema se eu tocar a sua barriga?

— Claro que não! É o seu sobrinho. Isso é claro, se você não duvidar também da paternidade dele, como o idiotia do seu irmão fez. — A brasileira mais uma vez contorceu os lábios em uma careta. O bebê acabara de chutar mais uma vez forte, ela chegou a prender o ar momentaneamente.

— WOW! — Quil arregalou os olhos e ignorou o comentário sarcástico da cunhada. O bebê estava chutando realmente forte. Ele podia sentir perfeitamente a ondulação em sua mão grande. — Ele será forte. Vai puxar a genética da nossa família. Sempre fomos grandes, olha pelos gêmeos da Rachel. Valentina é uma linda exceção — o moreno falava com a cunhada, mas sem desviar os olhos de seu ventre volumoso.

— Em breve será você a sentir tudo isso. Tenho certeza que o tratamento dará certo — Jenniffer disse amável para o cunhado. — Vocês são bem jovens e saudáveis, só precisam de uma pequena assistência. — O sorriso resplandeceu na face da loira.

Quil nada disse, apenas deu um meio sorriso. Ele tinha medo de jamais poder passar por essa experiência.

— Está tudo bem aqui? — Agora era vez de Jacob também se aproximar. Ele viu de longe a cara da cunhada se contorcer algumas vezes e Quil parecia incomodado com algo. Ele se preocupou. — Está sentindo alguma dor, Jenny?

— Não chega a ser uma dor, mas o seu sobrinho está agitado demais hoje. Ou ele será festeiro ou ele já possui o temperamento irritável da família de vocês e está descontente com a posição que se meteu. — A loira fez mais uma vez uma careta e Quil gargalhou com a sensação que sentiu na mão com o chute do sobrinho. — Filho, calma, assim machuca a mamãe. — Jenniffer mexeu na barriga para vê se acomodava melhor a posição do bebê em seu ventre.

Tal cena chamou a atenção de muitos! Principalmente de Embry e Claire. Ambos sentiram a bile subir e o gosto amargo do ciúme os invadir e dominar os seus interiores.

— Mas que porra é essa? — Embry teve uma reação mais impulsiva e avançou na direção dos três. Claire somente olhava de longe a situação que lhe causou desconforto, Harry ainda mamava em seu colo. — O que você está fazendo alisando a minha mulher? — questionou, visivelmente enfurecido. De longe realmente a cena entre Quil e Jenniffer parecia íntima.

— Está louco, moleque? Quil está só sentindo nosso sobrinho mexer. Todos sempre fizeram isso na barriga da Rachel e na da Nessie, nunca tivemos problemas em relação a isso. — Jacob foi quem tomou partido, visto que, tanto Quil como Jenniffer se mostraram chocados com a reação exagerada do caçula dos Black. — Abaixa a tua bola antes que faça merda. — Jacob laçou um olhar mortal de aviso para o irmão caçula.

— Tira a porra da mão da barriga da minha mulher. Se eu não posso sentir o meu filho mexer, você também não! Se quer sentir um bebê mexendo, vá fazer o seu próprio filho! — Embry ditou com raiva, o ciúme havia o cegado.

Ele arrancou a mão do irmão da barriga da namorada e imediatamente repousou a própria. Para seu contentamento, o bebê chutou bem forte, a barriga da grávida chegou a ficar torta apenas para um lado. Embry sorriu, mas seu sorriso morreu assim que olhou para a expressão de Jenniffer.

Ela tinha os olhos marejados, a fisionomia devastada. Ela sentia dor e pena pelas palavras ácidas do namorado disse para Quil. O moreno havia fechado os olhos para tentar controlar a emoção abalada. Ele preferia ser cego a ver pena no olhar da cunhada. Ele sentiu-se humilhado e incapaz. Ali na sala, somente Quil, Claire e Jenniffer sabiam da real limitação que o casal possuía em gerar um filho próprio.

Para todos que viam a cena, achavam que Quil tentava controlar o gênio péssimo e não socar a cara do irmão caçula, mas a realidade é que ele tentava recuperar a dignidade e olhar para todos novamente sem se sentir humilhado.

— Quil. — Jenniffer tentou tocar o antebraço do moreno, isso só inflamou ainda mais o ciúme dos respectivos parceiros deles. Claire, de forma disfarçada saiu da sala, ela tinha acabado de passar Harry para o colo de Emily. — Embry é um idiota. Ele não tinha a intenção de dizer essas merdas.

— Vai defender ele agora? Que porra é essa? Desde quando vocês se tornaram tão íntimos assim que eu não sei? — Embry interveio enfurecido pela postura da namorada.

— Cala a merda a tua boca! — A brasileira gritou e acertou a mão na cara do namorado. Foi um ato de reflexo e impensado, mas ela não se arrependeu. — Vai acusar agora que meu filho possa ser de um dos seus irmãos ou primos? Que eu sou uma vadia que abro as pernas para qualquer um? Você não é digno de ser pai. Você é um babaca infantil. Vê se cresce! Ou eu sumo para sempre com o meu filho. Ele agora é a minha prioridade, só tenho tempo e energia para cuidar de uma criança, não de duas. Se coloque na posição de pai, que você tanto enche a boca para dizer que é. — A loira estava descontrolada, ela gritava e gesticulava com raiva.

— Jenniffer, vamos sentar! — Jacob rapidamente interrompeu. Ele colocou as mãos nos ombros da grávida e a direcionou para uma poltrona mais próxima. A cunhada tremia e estava pálida, a barriga nitidamente torta para um só lado. Aquilo não faria bem nem para ela nem para a criança. — Embry sai daqui e só volte quando estiver com a porra da cabeça no lugar — ordenou.

— O que? Eu não vou a porra de lugar nenhum. Minha mulher não está bem e não vou sair do lado dela. — Tentou se aproximar da loira mas Sam, Jared e Seth não deixaram. — Me solta, Caralho!

— Sai daqui seu imbecil. Sai! — gritou a loira, que levou a mão na direção do estômago. As náuseas já começaram a vir fortes como uma tempestade de verão!

— Você, lá fora comigo — ordenou Rachel apontado para o irmão caçula. Ela tinha passado Billy para o colo do Paul. A Morena não deixou brecha para contestação. — Nós dois vamos ter uma conversa bem séria. E a sua ausência no momento fará mais bem a mãe do SEU filho, do que sua presença perturbadora. — Rachel arrastava o enorme irmão pelo braço. Ele, mesmo relutante, deixou-se ser levado pela irmã mais velha. Agora que a adrenalina abaixava, ele tomava noção da burrada que tinha acabado de fazer.

Todos cercaram a loira que chorava em silêncio e tremia.

— O que está acontecendo aqui? — Leah apressou os passos na escadaria. Ela descia junto com Renesmee, que carregava Valentina dormindo calmamente nos braços.

Leah notou a fisionomia abalada da loira grávida e correu para se inteirar sobre o ocorrido. Assim que colocaram a par da situação, ela lamentou pela gestante e pelo primo com a esposa. Mesmo sem querer, as palavras ríspidas de Embry foram como uma espada cega enfiada lentamente no coração do casal com dificuldades de reprodução.

Aos poucos, o clima hostil ia se diluindo, Leah optou por medicar Jenniffer antes que as crises de vômito viessem e abalasse ainda mais a grávida. Toda aquela gestação agitada não estava fazendo bem para a loira, por mais que o bebê aparentemente crescesse forte e saudável. A brasileira estava sempre pálida e abatida, ganhava somente o peso mínimo a cada mês que sua gravidez avançava.

— Me desculpe, baby! — Embry tinha o semblante abatido quando retornou para perto da namorada. Rachel tinha arrasado com ele nas palavras duras que disse. — Eu sou um imbecil que não valoriza a grande e maravilhosa mulher que tenho ao meu lado. — Pegou nas mãos pálidas da loira.

— Eu estou cansada das suas infantilidades, não quero isso para mim. Eu tô falando sério agora, ou você cresce e amadurece ou eu vou deixá-lo para sempre. A nossa relação está se tornando doentia. Já vivi isso uma vez, não vou viver de novo. Isso não está sendo saudável nem para mim e menos para o meu filho. Sou eu quem passo mal e fica fraca, sou eu quem tenho que ir para o hospital ficar internada. Não é porque você paga a conta que tem o direto de me por lá. — A loira ditou séria, olhando diretamente nos olhos do namorado. Todos escutavam em absoluto silêncio, até as crianças pareciam perceber a gravidade da situação. — Eu já dei o meu aviso, só espero que você mude. Eu deixei você entrar aqui — apontou para o coração. Os olhos verdes estavam úmidos. —, mas posso arrancá-lo daqui de dentro se for preciso. Desculpas você deve ao seu irmão, enquanto a mim... Eu quero atitudes e mudanças.

— Amiga... — Barbara acolheu a cabeça da amiga em seu colo, ela tinha sentado nos braços da poltrona. — Fica calma, pelo nosso príncipe. — Afagou as madeixas macias e douradas.

— Baby! — o moreno ficou de joelhos em frente á poltrona. — Olha para mim — suplicou.

— Agora não, Embry! — Babi antecipou-se. — Faço o que ela pediu. Vá falar com o seu irmão e mostre as mudanças no dia a dia para ela.

Mesmo relutante, Embry foi acatar a vontade da namorada. Agora com a cabeça fria e depois de tudo que Rachel jogou em sua cara, ele percebeu o quanto foi absurdo. Ele havia pegado pesado demais.

— Me desculpa, Mano. O ciúme me cegou e não consegui ver a razão. — Quil mesmo magoado pelas palavras antes ditas pelo irmão caçula, sabia que era muito difícil para o Embry está pedindo desculpas. Eles eram orgulhosos. Pedir desculpas era algo que eles quase nunca faziam. — Não tinha motivo para minha crise absurda de ciúmes. Você é o meu irmão e jamais desejaria a minha mulher. Você é o tio do meu moleque, pode senti-lo chutar sempre que quiser — finalizou cabisbaixo.

Claire, que havia se retirado da sala no auge da briga, retornava agora. Ela também sentiu ciúmes da situação do marido com a loira grávida, mas ao contrário do cunhado, que fez escândalo, ela apenas se retirou para controlar as emoções abaladas. Ela queria estar vivenciando tudo o que a gestante estava sentindo, mas não podia. Ver o marido acariciando o ventre da brasileira com tanto carinho e com os olhos brilhando lhe corroeu o estômago.

— Acho que agora que já está tudo em paz e Valentina já está em casa, poderíamos remarcar a festa de casamento do Quil e da Claire. Tivemos que cancelar tudo as pressas devido ao parto prematuro da Valentina... mas agora já está tudo como deveria de ser. — Alice ditou tudo em um único fôlego. Ela, na tentativa de mudar de assunto e melhorar o clima, havia sem querer levantado um outro assunto polêmico.

— Não existe porque ter festa de casamento, não quando o da minha melhor amiga não foi de verdade. Não quero comemorar uma mentira. Se realmente o meu casamento com o Quil for de verdade e não uma farsa como o da Nessie com o Jacob. Não quero mais festa — Claire falou sem pensar. Talvez suas emoções não tivessem tão controladas assim.

— Não fala merda que você não sabe! — Jacob rebateu ríspido. — A minha situação com minha esposa só diz respeito a nós dois.

— Vai continuar com toda essa mentira? Vai continuar magoando a minha amiga? Você já tem uma filha com ela, não podem viver em pecado. — Claire acabou por descarregar toda a frustração que sentia em outra situação que lhe incomodava.

— Gatinha, esse é uma assunto entre o Jake e a Nessie. São eles quem tem que se entender. Nosso casamento foi de verdade, e isso basta para nós dois. — Quil tentou intervir, uma vez que ele sabia de toda a verdade sobre a união do irmão.

— Agora vai defendê-lo? É isso mesmo, Quil? — desafio a ex-amish.

— Claire, por favor. Não se preocupe comigo. — Nessie tinha calma ao falar.

— Vai perdoá-lo assim tão fácil, Nessie? Ele enganou e mentiu para você. Brincou com os seus sentimentos.

— Claire, parece que você esqueceu parte dos nossos ensinamentos. — Renesmee rebateu com serenidade. — Orgulho nunca foi a chave para a felicidade. Um está na direção oposta ao outro. Onde há orgulho, não há felicidade. Sei exatamente tudo que aconteceu naquele dia, muito mais do que você e que todos pensam saber. Apesar de toda aquela farsa, o casamento foi legal. Não deveria ter que dá explicações a todos sobre um assunto tão pessoal, mas darei só para que ele morra aqui e nunca mais seja abordado. — Renesmee embalava a filha no colo, Valentina ameaçava chorar. — Eu e Jake somos marido e mulher perante as leis dos homens. Sou oficialmente a Senhora Black. A cerimônia foi encenação, mas os papéis assinados foram verdadeiros. Toda essa história já passou. Fiquei muito triste por muito tempo, mas já passou. Não vou deixar que a mágoa do passado atrapalhe a minha felicidade no futuro. Sim, eu perdoei o Jake desde o momento em que ele me contou toda a verdade. Era só uma questão de tempo para a dor passar. Hoje tenho a minha filha nos braços e um marido que amo. Não vou deixar o orgulho se tornar sombra da minha felicidade. Levante a mão aqui quem nunca perdoou algum deslize do seu marido? Então não me julguem! Só eu sei o que é capaz de me fazer feliz. Amo a família que construí do jeitinho que ela é — finalizou a loira.

Valentina já chorava em seus braços. Renesmee embalava nervosamente a bebê, na tentativa falha de acalmá-la.

Uma chama terna aqueceu o coração de Jacob. Ele tinha escutado, todo orgulhoso, cada palavra dita pela amada. Renesmee o defendeu e falou para quem quisesse ouvir que havia perdoado todas suas falhas e erros. Porém a felicidade foi abafada pelos gritos da pequena. Valentina parecia irritada com algo.

A bebezinha passou pelo colo de cada um que acreditava ter uma solução para acalmá-la, visto que nem fome e nem fralda suja eram.

Renesmee já tinha os olhos marejados pelo desespero de se sentir impotente. A cada minuto, a sua bebê parecia mais irritada e zangada. Depois de várias tentativas falhas, Leah teve uma ideia que poderia dar certo.

— Jake, abra a blusa e vamos colocá-la em seu peito. — Leah tirava a mantinha que envolvia a pequena enquanto o primo desabotoava os botões da camisa jeans sem contesta. Eles faziam muito isso na UTI. — Vamos ver se ela se acalma. Por ela não tem dor, fome e nem fralda suja, não tem motivos para todo esse escândalo, princesinha! — Leah falava com Valentina que já berrava irritada.

Assim que Jacob acomodou a filha em seu peito largo, os berros foram se transformando em choro, que por sua vez, foi diminuindo para suspiros até parar. A pequenininha se acomodou no peito quente do pai e parou de chorar quase que de imediato. Pouco tempo depois soltou um suspiro, bocejou e fechou os olhinhos.

— Estamos fodidos com essa garotinha. — Paul gargalhava diante da cena. — Rostinho de anjo como o da mãe e temperamento difícil como o pai. Ela fez todo esse show somente porque queria dormir no calor do colo do pai. Agora, imagina quando aprender a falar e saber que manda em todos nós?

Naquele momento, todos esqueceram as desavenças e o clima hostil de poucos minutos atrás. Agora todos se concentravam no rostinho miúdo que ressonava tranquila enquanto dormia serena no peito protetor do pai.

Aquela garotinha ainda faria muitos se curvaram as suas vontades!

TLAD

A casa encontrava-se em mais absoluto silêncio, todos há muito, haviam ido embora. Agora começaria a realidade em família para Jacob e Renesmee.

Eles tinham terminado de jantar e haviam acabado de subir para tomarem banho e se prepararem para dormir um pouco, mas antes passaram no quarto da filha para conferir e zelar pelo sono dela.

Com ajuda e supervisão de Lupita, o casal tinha banhado, vestido e alimentado a pequenina. Agora Valentina seguia dormindo tranquilamente até a próxima mamada, que provavelmente seria em duas horas.

Renesmee estava debruçada sobre o berço de luxo enquanto admirava o rostinho sereno da filha ressonar. Porém de repente a sua atenção não estava mais na filha e sim no corpo rígido e quente que acabara de colar atrás do seu.

— Jake! — sussurrou ao sentir a rigidez do marido roçar em seu bumbum.

— O que acha de tomarmos um banho juntos enquanto a nossa pequena dorme? Temos algumas horas até ela precisar de nós novamente — Jacob murmurou rouco pelo desejo no ouvido da esposa.

Desde o nascimento da filha — que já tinha um pouco mais de três meses — ele não mantinha relações sexuais com a esposa. Seu corpo estava tenso e exigia alívio, que só Renesmee poderia proporcionar.

— É verdade tudo o que você disso para Claire e para os outros hoje mais cedo, Nessie? Você realmente já me perdoou por todos os meus erros? — Mordiscou e sugou a orelha da esposa ao perguntar de forma sedutora. Renesmee teve que morder os lábios para não gemer. Ela também já sentia o corpo queimar pelo desejo e falta que o marido fazia.

— Você sabe que sim... — disse com a voz arrastada, saiu mais como um gemido, uma vez que Jacob esfregava a sua ereção na carne macia de suas nádegas e apalpava os seus seios cheios. — Aqui não, Jake! — gemeu por fim, com um pequeno resquício de consciência. Eles estavam no quarto da filha.

Imediatamente, Jacob laçou o seu pequeno corpo nos braços e a pegou no colo. Dando tempo apenas de alcançar a babá eletrônica antes de deixarem o quarto da filha.

Branquinha dessa vez não seguiu os donos. A cachorrinha, desde que foi apresentada a bebê, não saiu mais do lado da nova integrante da família. Foi amor a primeira vista. A cachorrinha também tinha protetor em relação a bebezinha. Agora ela zelava pela pequenina aos pés de seu berço.

Jacob colocou a babá eletrônica sobre a bancada da enorme pia do banheiro, assim como depositou o pequeno corpo da esposa.

— Hoje eu vou lavar e saborear cada mísero pedaço, fodidamente gostoso, do seu corpo. Vou tocar, beijar, lamber, chupar... vou apreciar cada canto que tanto senti falta. — Jacob tinha a voz rouca, seus olhos carregados de luxúria estavam tão negros como duas pedras de ônix. Ele queimava, seu pênis pulsava doloroso na calça.

Renesmee nada disse, apenas jogou a cabeça para trás e expôs ainda mais o colo e pescoço branquinho. Aquilo era convidativo demais para Jacob resistir. Ele avançou sobre a pele fina e delicada do colo alvo da esposa, mordiscando e beijando toda extensão.

A loira nem ao menos tinha percebido de quando foi que o marido tinha tirado as suas roupas, ela apenas sentiu que estava nua quando a boca quente e exigente dele, envolveu um de seus mamilos e sugou com fome e avidez. Ela poderia jurar que naquele ritmo ele iria acabar sugando seu leite sem querer. Ela imediatamente travou e ficou com vergonha.

— Jake — tentou chamá-lo, mas ele não abandonava o seu seio. — Jake! — Empurrou com dificuldade a cabeça de cabelos negros para longe. — Acho melhor não. Vai acabar vazando leite — disse com as bochechas tingidas em tom escarlate.

Aquilo só excitou ainda mais o moreno. Sua mente pervertida imaginou um milhão de formas diferentes em como devorá-la.

— E quem disse que não quero saboreá-la de todas as formas possíveis? Estou fodidamente duro por você. — Ele lambeu os lábios e apertou o membro, voltando a avançar sobre os dois globos redondos e firmes. Enquanto sua boca trabalhava sobre um seio, uma de suas mãos habilidosas massageava o outro. Renesmee já não era mais tão consciente, sendo assim, ela só gemia em resposta. — Deliciosa pra caralho! — sussurrou sobre o seio esquerdo da esposa. Ele tinha sugado tão forte o seio redondinho que sentiu um líquido, um pouco aguado e meio adocicado, descer por sua garganta. Era o leite dela. Aquilo lhe pareceu estranhamente erótico. — Puta que pariu! Você é toda apetitosa — Largou momentaneamente o seio da esposa somente para dizer aquilo. Os seus olhos eram predatórios. — Vou devorá-la todinha, Nessie. Vou te marcar toda como minha! — Jacob voltou a abocanhar e apalpar os seios tão convidativos.

Ele seguiu devorando e saboreando-a. Com certeza deixaria marcas na pele tão pálida, mas ele não estava ligando. Renesmee era dele. Só dele!

Em contra partida, ela só gemia e se contorcia pelo prazer alcançado. Jacob, habilidosamente, havia invadido a sua lingerie e massageava seu sexo, já encharcado. A loira gritava ensandecida pelo prazer.

— Tão molhada... Sempre tão molhada... Você nunca me decepciona, Nessie — murmurou malicioso enquanto ela puxava seus cabelos, balançando a cabeça de um lado para o outro e gemendo sem parar. Estava ensandecida com os toques quentes e pecaminosos do marido. Não demorou muito para que o seu canal começasse a se contrair e esmagar os dois dedos grossos que Jacob estocava impiedosamente em seu interior. Ela gritou por ele quando o orgasmo violento chegou abrasando todo o seu corpo.

— Vem, desce! Não aguento mais esperar! — Jacob chamou por ela e a despertou do transe, tirando-a de cima da bancada da pia de mármore. Uma forte palmada dele, estalou na nádega redonda e branquinha dela, isso só excitou ainda mais o casal. — Empina toda essa bunda gostosa para mim, Nessie. — Ele a posicionou em pé de frente para pia, olhando para o enorme espelho, as mãos apoiada na bancada. Jacob ajoelhou e passou a língua lentamente em toda a extensão encharcada e brilhante do sexo rosado. Renesmee sentiu os joelhos fraquejarem, mas Jacob estava lá para sustentá-la. — Deliciosa pra caralho! Meu pau não vê à hora de se enterrar todo em você! — Lambeu os lábios para apreciar ainda mais o gosto dela nós próprios lábios e apertou a ereção que já doía. — Ah, querida, eu preciso que você segure-se firme, sinto muito, Nessie, mas eu vou entrar duro. Não vou conseguir ser delicado depois de tanto tempo de abstinência, eu preciso disso! — sussurro rouco na orelha dela, lambendo e mordiscando em seguida a sensível região.

Não era bem assim que Jacob tinha em mente para quebrar o jejum sexual com a esposa, mas não aguentaria esperar por um banho e deitar sobre a cama. Ele a queria rápido. Daquela forma; Rústico, primitivo, desejo latente.

Com uma mão, ele pegou firme um dos seios dela e apertou e com a outra, segurou seu pau duro e pulsante, passando o polegar sobre a glande inchada e espalhando seu líquido pré-seminal pela extensão dura e imponente. Ele estava pronto para mergulhar para dentro dela. E Renesmee parecia tão ansiosa quando ele, pois se mantinha bem empinada e como sempre, submissa a seus desejos.

No entanto, antes que Jacob conseguisse se enterrar no interior convidativo da esposa, um chorinho agudo soou no monitor que tava sobre a bancada. Ambos congelaram.

— Jacob! — Renesmee chamou nervosa pelo marido. Sua respiração estava ofegante pela excitante expectativa, mas agora era o receio que a dominava. — Jacob! — Olhou com as pupilas ainda dilatadas pelo desejo através do espelho. — Ela acordou.

— Eu sei! — O moreno tentava controlar o ímpeto de mesmo assim se enterrar até as bolas no interior acolhedor — que ele sabia que era apertado — da esposa e ignorar o chorinho agudo por alguns minutos.

A preocupação acabou vencendo o seu desejo e Jacob deixou a esposa sair da posição que tinha imposto. Ambos olharam juntos para a tela do monitor da babá eletrônica.

Muito foda!

A imagem mostrava os bracinhos se agitando no ar. Branquinha estava em pé do lado de fora do berço e olhava na direção da bebê chorosa. Agora a cadelinha também emitia um uivo, provavelmente para chamar atenção dos donos.

Jacob respirou fundo.

— Vá tomar um banho rápido que eu pego ela. — Ele rapidamente correu para pescar sua cueca boxer no chão e vestiu. Ainda estava tenso e excitado, mas sua ereção começava a baixar diante de exigência por atenção da filha. — Pode deixar que eu cuido dela até você terminar o banho.

Renesmee não discutiu. Ela estava excitada, suada, melada e até mesmo babada pelas carícias anteriores, não poderia amamentar a filha naquele estado.

Jacob deixou o banheiro assim que viu a esposa obedecê-lo e entrar no box. Ele correu para o quarto da pequenina. Branquinha abanou o rabo alegremente quando viu o dono entrar.

— Por que a princesinha do papai está chorando? Tem fome? A fralda está suja? —Jacob retirou Valentina, que choramingava, do berço e aconchegou em seus braços. — Papai está aqui para cuidar de você enquanto a mamãe não vem. Confesso que estou frustrado porque você acordou em uma hora totalmente inoportuna, mas fazer o que se esse papai bobo faz tudo por essa princesinha? — Sorriu para garotinha de rostinho rosado e banhado por lágrimas.

Valentina tinha diminuído o berreiro só pelo fato de ter ido para o colo do pai. Ela ainda resmungava, só que agora era bem baixinho. Branquinha pulava eufórica em suas pernas.

— O que foi, bola de pêlos? Vai me ajudar a cuidar dessa garotinha agora? — Ele abaixou o corpo de Valentina até ficar na altura da cachorrinha. Branquinha farejava todo corpinho minúsculo da bebê e abanava o rabinho feliz.

Jacob estava fazendo exatamente como Leah havia sugerido. Renesmee queria criar a duas juntas e em harmonia, então essa interação era fundamental.

O moreno colocou a chupeta rosa na pequena boquinha e começou a embalar a filha até que a esposa pudesse chegar para atender às necessidades da pequena. Valentina sugava com força a chupeta, com certeza já estava com fome. Jacob ainda não trocava a fralda sozinho e amamentar era algo que só Renesmee podia fazer, então cabia a ele somente mimá-la até Renesmee chegar.

Valentina já havia parado de chorar quando Renesmee entrou no quarto da filha usando apenas uma camisola longa de seda lilás e um chinelinho felpudo nos pés. Os cabelos platinados estavam soltos e iam até abaixo da cintura. Essa imagem alimentou o desejo do moreno que sentiu seu pau endurecer imediatamente. Mas sacudiu a cabeça com os pensamentos perversos enquanto sustentava a filha em seu colo. Um estalar na boquinha de Valentina o tirou do transe luxurioso.

— Nessie, eu acho que ela está com fome. Está chupando a chupeta com uma fúria... Me parece já irritada. Não sei por mais quanto tempo ela iria permanecer quieta tentado tirar alguma coisa dessa borracha. — Sorriu ao olhar para a determinação no rostinho da filha em tirar algum alimento da chupeta.

— Me dá ela aqui, Jake. — Renesmee havia sentado na confortável cadeira de amamentação e posicionado a almofada em formato de C ao redor da cintura. — Mamãe já vai dar o seu leitinho. — Ela recebeu a filha nos braços e a posicionou na melhor posição. Puxou o delicado tecido da camisola e expôs um seio, levando-o à boquinha vermelhinha e carnudinha da filha. Os lábios carnudos, Valentina havia puxado aos do pai.

Imediatamente a menininha abocanhou toda a pequena auréola da mãe e sugou com força. Renesmee contorceu os lábios com a primeira sensação, que foi de desconforto.

— Dói, Nessie? — Jacob perguntou atendo.

— Assim que ela pega o seio é um pouco incômodo, às vezes até doloroso, mas logo passa. Depois a sensação fica maravilha. — Renesmee olhou com tanta ternura para filha que contagiou o marido. — Acho que ela estava realmente com muita fome e irritada, porque pegou forte o peito, mas agora ela está mais tranquila, sugando com mais calma.

Jacob ficou algum tempo admirando a cena da filha sendo amamentada pela mãe, mas logo as deixou sozinhas. Ele também precisava de um banho e naquele momento ele não poderia ajudar em mais nada.

Quando entrou no chuveiro de água levemente morna, Jacob deixou os músculos relaxarem. Na sua cabeça ainda passava a cena de poucos minutos atrás.

Renesmee era uma mulher incrível. Uma esposa dedicada, que respondia com o mesmo ardor na cama. Estava se saindo uma mãe maravilha, sempre terna e carinhosa. Ela era tudo o que ele sempre precisou para equilibrá-lo. De repente, o ditado de; “os opostos se atraem” fazia totalmente sentido. E pensar que há poucos dias atrás ela tinha completado somente dezenove anos. E que em mais ou menos um mês eles fariam um ano que estavam juntos. Tão nova e tão madura para pouca idade.

Renesmee não quis festa de aniversário, pois não era uma cultura amish comemorar a data, mas nem por isso Jacob tinha deixado passar em branco o dia. Ele a presenteou com jóias que agregou a valores sentimentais, só assim a loira entenderia o ato. Além de ter levado-a para uma linda noite fora.

Foi tudo rápido e arrebatador demais. Em um ano eles se conhecerem, casaram e tiveram uma filha. Mas ele não mudaria quase nada do que tinha acontecido até ali. Estava feliz e satisfeito com o rumo inesperado de sua vida.

— Ela já dormiu? — Jacob perguntou surpreso para esposa. Ele tinha acabado de sair do banheiro quando ela entrou pela porta do quarto.

— Sim. Eu acho que todo aquele choro e irritação acabou esgotando-a. — Renesmee tinha os olhos brilhantes ao falar. — Ela mamou bastante até pegar no sono. Troquei a fralda com ela já dormindo. Está limpinha e alimentada, pelo menos por algumas horas. — Sorriu ao final.

— Então... agora somos só nós dois. — Jacob abandonou o olhar paternal e enlaçou a cintura fina da esposa. Agora o seu olhar era predatório novamente, demonstrava desejo e fome. — Hoje eu quero você totalmente entregue a mim e aos meus desejos. Quero tê-la por completo, quero provar tudo que você pode me dar. — As duas ônix que eram seus olhos fitaram com intensidade os azuis.

A intensidade das palavras e aquele olhar, fez Renesmee derreter-se e seu coração acelerar. Além de, entre suas coxas umidecer gradativamente.

— Eu sempre serei toda sua. Somente sua. — Renesmee respondeu na inocência apaixonada.

— Eu sei... Mas hoje eu a quero de todas as formas possíveis, como nunca jamais tive antes — ditou olhando diretamente nos olhos da amada. Renesmee parecia confusa. — Você confia em mim, Nessie?

Ela parou e olhou tão intensamente os olhos negros dele, que Jacob sentiu até a sua alma exposta perante a ela. Estranhamente aquilo não incomodou, apesar de parecer perturbador no primeiro momento.

— Eu confio! — sibilou confiante.

Jacob não esperou por mais uma única palavras, aquilo era tudo que ele queria e precisava ouvir no momento.

Com fome, atacou os lábios rosados dela. O beijo era intenso, demonstrava tudo que eles sentiam um pelo outro. As línguas duelavam-se buscando por mais sabor, mais um do outro.

Renesmee sentiu suas costas tocar algo macio e quando percebeu, já estava deitada de barriga para cima na grande cama. Jacob acomodou-se entre as pernas esguias dela, espalhando-as e deixando-a exposta. O beijo continuava faminto, as línguas se enroscavam ávidas em um balé erótico, as mãos passeavam por todo o corpo um do outro. No entanto, a necessidade por ar se tornou real, os lábios se abandonaram momentaneamente, mas Jacob jamais deixou de perdeu contato com a pele delicada da garganta fina e sedosa.

Ele desceu os lábios pelo pescoço e clavícula da amada, deslizando logo em seguida para o colo e o contorno macio dos seios alvo. Em um movimento rápido e hábil, ele deslizou a seda pelo corpo bem delineado e revelou toda sua beleza oculta pelo tecido.

— Maravilhosa... Linda! Porra, Nessie, você tem noção do quanto é linda? — Jacob olhou fascinando a beleza pálida do corpo da loira, mas não deu a ela chance de responder. Seu olhar estava faminto. Renesmee, na pressa, apenas havia vestido a camisola, não usava lingerie. — Deliciosa para ver, saborear e devorar. — Ele mordeu os lábios não se estendendo a mais elogios, caiu literalmente de boca nos seios dela.

— Jaaake! — o gemido sôfrego e arrastado deixou os lábios rosados. Ela arqueava o corpo em direção a boca dele, ansiando por mais daquele contato delicioso. Renesmee ofegava, gemia e deslizava, impaciente, as mãos pelas costas forte e nua do marido.

Jacob dedicou um verdadeiro culto aos seios. Ele brincou com os mamilos, mordiscando e chupando os bicos eriçados, além de sugar e abocanhar a carne macia. Ele somente largou os dois globos redondos e durinhos quando se deu por satisfeito, visto que a carne pálida agora estava vermelha e sensível.

As mãos pequenas de Renesmee tornaram-se mais atrevidas e penetraram através da boxer negra do moreno. Enquanto uma percorria toda a longitude do pau duro e pulsante, a outra massageava as bolas pensadas. Ela mordeu o lábio com seu contato e iniciativa ousada.

— Caralho, Nessie! — Jacob gemeu pelo toque das mãos pequenas em seu membro rígido. — Tá me deixando louco pra porra, gostosa! Quero sentir o seu gosto na minha boca... Quero chupar toda a sua carne doce e rosada... Ver o quanto está molhada, senti-la derramar-se em minha língua.

Jacob não esperou uma resposta ou um convite, ele começou a descer os beijos pela barriga plana até chegar aos poucos pêlos loiros. Sua língua audaciosa deslizou por toda a extensão do sexo encharcado, abrindo caminho e expondo toda região rosada. Lambendo de baixo para cima, espalhando toda a excitação com sua língua.

— Aaaah, Jaaaake! — Renesmee gritou quando a língua atrevida do marido tocou o seu nervo sensível, começando a trabalhar ávido em movimentos surreais, mas tão excitantes e enlouquecedores que ela agarrou com força os lençóis. Jacob estava faminto, sugava e mordia o ponto sensível do sexo delicado da esposa com avidez. Renesmee já estava ensandecida em sua boca, rebolava e largou os lençóis para puxar os cabelos negros, afundando cada vez mais o rosto dele em seu sexo, assim que ele mordiscou seu clitóris.

Deslizando dois dedos para o interior dela, ele gemeu sobre a carne úmida. Ela era tão apertada que esmagava até mesmo seus malditos dedos. Seu pau pulsou, como se pudesse sentir a sensação.

Ele a estocava com precisão, atingindo um precioso ponto lá dentro. Em resposta, Renesmee gemia cada vez mais alto. Jacob cessou os movimentos e sentou-se sobre seus joelhos, apenas para observar o rosto rosado e os olhos apertados, ela rebolava sob seus dedos.

Assim que abriu os olhos, Jacob viu a íris dilatada. Renesmee estava próximo do orgasmo e ele sorriu presunçoso diminuindo os movimentos de seus dedos. Com a outra mão, baixou sua cueca e obteve seu pau em sua palma, acariciando e incitando renesmee com o olhar. Ela lambeu os lábios, a visão era tão erótica que ela sentiu a pressão em seu baixo ventre.

— Quer me provar também, Nessie? — ele indagou com um sorriso malicioso nos lábios ao ver a face confusa, porém, curiosa da esposa ao lhe observar. — Podemos fazer isso juntos. — Concluiu após receber um aceno positivo dela. — Deite-se de lado, com as suas penas na direção da minha cabeça. — Instruiu e prontamente foi obedecido. Ele era muito maior que ela, aquilo só funcionária com os dois deitados de lado. — Agora pode brincar com ele a vontade. — Segurou o pênis duro e aproximou dos lábios rodados que estava na direção de sua pelve. Renesmee prontamente abriu a boca para recebê-lo. Não seria a primeira vez que iria chupá-lo, mas era a primeira vez que fazia naquela posição estranha. Ela ainda não tinha entendido o que Jacob iria fazer, estava concentrada demais na felação quando ele segurou suas duas nádegas e estabilizou o quadril dela. — Porra, Nessie! — o moreno gritou rouco quando sentiu a boca pequena e quente sugar sua glande sensível. — Assim vou gozar rápido nessa boquinha safada e gostosa. — Ele curvou um pouco o tronco e conseguiu alcançar a intimidade rosada, ela brilhava convidativa.

— Humm... — Renesmee gemeu com o membro do marido anda na própria boca. Ela começava a sentir a língua ávida dele lhe bolinar.

O casal estava perdido nas próprias sensações. Um acompanhava o ritmo do outro, aumentando a intensidade a cada minuto. Jacob estimulava o clitóris e tocava o ânus dela com dois dedos, lambuzando o local proibido. Renesmee estava tão perdida na própria excitação de chupar e ser chupada ao mesmo tempo, que nem ao menos notou a nova região que o marido incitava.

Uma chupada mais forte em seu clitóris e ela gritou por ele ao atingir seu orgasmo arrebatador.

Jacob não tinha acompanho a esposa, não queria despejar-se na boca dela. Estava muito acumulado, queria esta dentro dela quando chegasse ao ápice.

Ele não deu tempo para ela se recuperar do recente orgasmo. Jacob imediatamente posicionou-a de barriga para baixo, colocando dois travesseiros grandes na altura do quadril e afastando as pernas dela. Renesmee estava empinada e exposta do jeito que ele queria.

Ela ofegava, sentindo o corpo flutuar, estava a mercê de tudo que ele pudesse fazer. Depois daquele orgamo, ele poderia tudo.

Com agilidade, Jacob pegou o lubrificante que tinha deixado na última gaveta do criado mudo e derramou uma boa quantidade no ânus dela, espalhado o líquido — também anestésico — pela região.

— Essa maldita bunda! Porra, eu me apaixonei por esse traseiro — murmurou acariciando as nádegas e proferindo um tapa, deixando a pele branca, rosada com sua mão. — Oh, isso vai ser bom... — murmurou, inclinando-se e beijando as costas da esposa que se contorcia a cada toque.

Com uma mão, Jacob deslizou pela coxa dela, subindo até pressionar o nervo inchado. Ela estava tão excitada que ele quase perdeua razão e afundou-se de uma vez. Usando o indicador, ele acariciava o clitóris dela, enquanto que a outra mão, usava dois dedos para incitá-la por trás. Acariciando e introduzindo-os lentamente sobre o local apertado.

Renesmee estava tão relaxada que não tinha pensado sobre a carícia que recebia, apenas deixava fluir pela deliciosa sensação de prazer. Ela queria tudo que ele pudesse dar a ela, estava com tanta saudade que podiam-se fundir-se um no outro.

Quando viu que ela ronronava e empurrava o quadril contra seus dedos, ele sorriu e ajeitou-se diante do corpo dela, segurando seu pau com uma mão e com a outra sem deixar de estimulá-la, ele penetrou o canal apertado da sua vagina com uma única e firme estocada.

— Aaaaaah! — Renesmee gritou alucinada pela invasão. Estava sendo estirada e alargada para acolher o marido. Ela apertou os lençóis e mordeu a fronha do travesseiro que repousava sua cabeça.

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Jacob começou já estocando duro e forte, também estava alucinado com a sensação. O período que ficou em abstinência só deixou ainda mais desejoso. A sensação era muito melhor do que ele se lembrava. Renesmee esmagava e ordenhava perfeitamente seu pau. Ela era pequena demais para ele, aquilo só proporcionava ainda mais prazer para ambos.

Eles gemiam e gritavam, as vozes ecoavam através do enorme cômodo.

Jacob cada vez mais aumentava o ritmo, estava frenético o impulsionar de seu quadril.

— Isso, Nessie. Caralho, essa sua bunda batendo em mim. Muito foda! Foda pra caralho. Minha mulher gostosa — grunhiu batendo novamente sobre a nádega dela equanto ele estocava forte. Renesmee nem ao menos entendia ou queria prestar atenção no significado das palavras do marido, estava absorta demais absorvendo as deliciosas sensações que ele estava proporcionando a ela.

O moreno sentiu o canal quente e úmido apertá-lo ainda mais, se possível. Ele aumentou mais o ritmo para trazê-la a borda, mas se concentrando para não vir junto. Tinha outros planos naquela noite para gozar.

Renesmee chegou a mais um orgamos berrando por ele. Ela era incrível quando gozava. Se entregava totalmente a prazer, perdia todo o pudor e recato na cama. Ele amava apreciar aquele momento glorioso.

Jacob retirou todo o membro do canal e voltou a estocar forte mais quatro vezes, depois começou a pincelar por todo sexo dela apenas com a glande, Renesmee ainda estava torpe pelo ápice, mas seu corpo já começava a acordar com os novos estímulos.

Com uma mão, Jacob voltou a estimular o nervo inchado e com a outra segurava firme o membro que brincava pincelando entre os dois orifícios da loira.

Jacob ousou introduzir um pouco da glande no ânus da loira. O anestésico tinha feito o efeito desejado, pois ela não sentiu nada e não reclamou de dor. Com paciência e muito autocontrole, ele foi entrando lentamente... Ali era ainda mais apertado que na frente.

Renesmee estava tão excitada que ao menos tinha percebido o que estava acontecendo, porém um leve desconforto a deixou em dúvida do que ocorria. Com uma das mãos, ela tateou onde o marido estava e se surpreendeu com a invasão.

— Jacob! — chamou alarmada. — Não! Tá errado. — Tentou pará-lo envergonhada. — Não! — Tentou sair da posição, mas Jacob não permitiu.

— Ei, shh! Não está nada errado, Nessie! — Ele parou a invasão, mas não recuou. — Essa é apenas mais uma forma de nos amarmos. E eu quero! Você não confia em mim? — sussurrou rouco no ouvido dela.

— Mas Jake... — Ela tentou contestar, mas ele a interrompeu.

— Confia ou não? — Ele questionou e esperou até ela balançar a cabeça positivamente. — Vamos nos amar assim e sentir prazer. Confie em mim...

Dito isso, ele voltou a estimular o clitóris dela e esperou os músculos tensos relaxarem outra vez aos poucos. Quando ela já gemia pelos estímulos, Jacob voltou a introduzir lentamente o membro no ânus apertado dela, até sentir as suas bolas baterem na pelve. Ele tinha entrado todo. Aquilo era o paraíso!

Rangeu os dentes. Era tão apertado que estava suando ao manter o controle.

Porra, era demais. Aquela mulher em sua cama era demais. Renesmee era uma mulher surpreendente em sua entrega.

Jacob ficou parado por um tempo para ela acostumar com a nova invasão e com o seu tamanho. Ela era ainda mais apertada e quente ali, não tão úmida, mas ele poderia jurar que se viciaria naquela deliciosa sensação.

— Puta que pariu, que bunda gostosa! Oh, porra — gemeu na primeira estocada jogando a cabeça para trás e mordendo o lábio. Ele estava indo devagar, apesar do seu corpo implorar para ir forte e rápido.

Lentamente, ele começou os movimentos e foi aumentado à medida que Renesmee relaxava e se entregava cada vez mais as sensações.

Agora o ritmo já estava forte e o barulho de suas bolas chocando-se contra o sexo dela era estimulante para ele. Em algum momento ela havia relaxado totalmente, agora já gemia e pedia por mais. E ele dava.

Renesmee começou a enrijecer os músculos do corpo, Jacob já conhecia aquele sinal. Porém, ele não iria se segurar, viria junto com ela. Eles gritavam e gemiam descontrolados, eram casal vocal na hora do sexo.

— Que bunda gostosa! Caralho, Nessie. Esse rabo é muito bom, porra! — ditou rouco, as estocadas firmes e rápidas. — Vem, Nessie! Vem que eu vou logo atrás de você. Goze para mim, enquanto eu como a sua bunda. Quero sentir isso. — Acelerou o ritmo e voltou a estimular o nervo inchado dela, ele implorava atenção.

— Jaaaaaake! — Não demorou e Renesmee chegou a mais um orgasmo glorioso naquela noite. Seu corpo estava mole e cansado.

— Aaaaah, caralho! — Jacob gritou rouco ao atingir o orgasmo violento. Seu corpo convulsionava em espasmos enquanto ele se esvaziava ainda dentro do ânus dela. — Te amo! — beijou os cabelos suados dela após se recuperar e abandonar o interior apertado.

— Eu também te amo tanto que chega a doer. — Renesmee confessou acanhada, com a respiração descompassada.

Jacob sorriu em regozijo! Era incrível como ela poderia ser tão tímida para muitas coisas, mas na cama correspondia a seus estímulos com ardor. Ele amava aquela característica nela. Era raro uma mulher realmente gozar com sexo anal, e com certeza, Renesmee não sabia fingir. Tudo foi real.

Ele deitou e puxou ela para seu peito, acariciando o topo da cabeça dela. Ela estava muito cansada e não demorou para pegar no sono.

Jacob ficou fazendo círculos nas costas dela enquanto pensava em quanto era abençoado por ter Renesmee em sua vida...

Nem meia hora havia se passado desde que o casal tinha se amado, porém um chorinho agudo soou através do monitor eletrônico exigindo atenção.

Jacob foi o primeiro acordar. Ele demorou alguns segundos para se situar e entender o que acontecia.

— Nessie! — ele chamou pela amada que ainda dormia em seu peito. — Nessie, vá jogar uma água rápida no corpo, que a nossa princesinha acordou para mamar.

Renesmee estava entorpecida pelo sono, mas pulou da cama quando entendeu o que o chorinho significava. Ela correu para o banheiro, nua mesmo. Jacob sorriu ao catar novamente a boxer pelo chão do quarto. Agora aquela seria a sua mais nova rotina e ele já estava amando tudo aquilo!

CONTINUA...

Notas finais
Eiii, ufa! Fiquei com calor... Tem mais alguém com calor ai? A Jenny está com frio, mas sei que até mesmo ela ficou quente e derreteu muita neve no Canadá hahaha. Estamos ansiosas pelas opiniões de vocês. Queremos saber se ainda temos leitoras aqui e se merecemos alguma recomendação! Beijos no coração... Nos vemos em breve ;) Báah e Jenny sz