Two Lives: A Destination
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Notas iniciais

TWO LIVES: A DESTINATION!
O sol brilhava timidamente na imensidão azul do céu, há pouco tinha nascido, mas já anunciava mais uma majestosa manhã primaveril. Os Poucos feixes de luz que transpassavam a grossa cortina marfim foram o suficiente para acordar o moreno que dormia tranquilamente na enorme cama.
Jacob lentamente abriu seus olhos negros, esticando-se preguiçosamente no leito. Quando sua consciência ficou mais nítida, deu por falta do pequeno corpo que sempre lhe completava. Imediatamente buscou pelo calor da mulher amada, e lá estava ela... Linda como sempre! Ele suspirou admirando-a.
Os enormes cabelos estavam espalhados pelo travesseiro, os lábios rosados encontravam-se semi-abertos, a face relaxada... Um anjo! Ele pensou. Renesmee sempre seria seu pedaço de céu, em pleno inferno que era sua vida.
Com sutileza, ele puxou o lençol que cobria o corpo da amish e começou a admirar cada parte do seu céu particular.
A camisola, que era pra cobrir o pequeno corpo, havia suspendido até a cintura fina, deixando amostra toda região abaixo dela. Jacob sorriu malicioso ao sentir sua ereção matinal fisgar forte ao vislumbrar a pequena calcinha rosa cobrindo o sexo da loira, que dormia profundamente.
Inconscientemente Renesmee moveu-se sobre a cama, ficando totalmente de barriga para cima. Tal movimento possibilitou que a fina seda da camisola deslocasse ainda mais em seu corpo, deixando agora também exposto partes do seio direito. Como se Jacob precisasse de mais tentação além da que já tinha.
Inevitavelmente o moreno, que antes alisava o ventre discretamente saliente da esposa, sentiu a boca salivar e a necessidade de ter os pequenos seios – não mais tão pequenos assim- em sua boca, em seus lábios.
Jacob nunca foi tímido ou rogado para o sexo, com isso, abocanhou o seio alvo exposto e começou a sugar lentamente a aréola rosada. Ele alternava entre lamber, sugar e morder de leve, torturando gostosamente o mamilo turgido. A ousada carícia foi despertando Renesmee, que já gemia antes mesmo de tomar consciência do que ocorria. O moreno amava aqueles gemidos sôfregos e incontidos.
Desde que Jacob iniciou a vida sexual da amish, ele pode perceber como ela era vocal na manifestação do seu prazer, como seus gemidos saiam mesmo ela não sendo consciente deles. Isso despertava um enorme prazer e ainda mais excitação no moreno.
– Jaaake! – Renesmee gemeu sôfrego o nome do amado, que passou a sugava com mais afinco o rosado mamilo.
– Isso Nessie, geme gostoso pra mim. – Jacob largou os seios alvos somente para pronunciar as poucas palavras, que saíram autoritárias e em forma de comando. Imediatamente ele retornado a sua atenção para os seios da esposa, apalpando um e sugando o outro.
Jacob sempre seria dominante e Renesmee naturalmente submissa a ele.
Renesmee, mesmo ainda sonolenta e pouco consciente, afastou instintivamente as pernas em um claro convite ao esposo, que somente sorriu e se posicionou no acolhedor lugar. Jacob sustentava o seu próprio peso sobre a amada. Ele era muito grande e pesado, já ela, além de pequena estava grávida. Jacob tornou-se ainda mais protetor e cuidadoso, ela era seu mais precioso cristal.
– Eu amo tanto você! – Renesmee abriu os brilhantes olhos azuis e pôde contemplar o amado, deixando deslizar dos lábios as sinceras palavras. Sua voz ainda estava baixa e rouca, mas o moreno ouviu cada sílaba pronunciada.
Jacob inevitavelmente sentiu seu coração bater mais forte em seu peito. Como aquela ingênua mulher conseguiu lhe mudar tanto? Ele sempre se questionaria, entretanto, amava cada mudança que ela causou em sua vida. Renesmee estranhamente o equilibrava, tornado- o completo.
– Você não tem noção de como eu te amo. Nem o quanto eu amo te amar minha pequena! – Jacob pronunciou cada palavra lentamente.
Renesmee estava acordada e consciente, porém ficou totalmente dispersa ao mundo ao seu redor. Não existia ninguém além dele, do amor da sua vida e das palavras que a conduziam ao paraíso.
Um ímpeto de provar os lábios rosados falou mais alto e Jacob rapidamente capturou os lábios bem delineados da amish. O beijo era calmo e apaixonado, sem restrições e preconceitos. Era somente o mundo deles e de mais ninguém naquele momento. As línguas quentes se enroscavam lentamente, causando frenesi e uma nova necessidade em ambos.
Os corpos se aqueciam a medida que o beijo ganhava proporções mais eróticas. Jacob sentia a necessidade de ter mais da amada, seu corpo clamava pelo dela. Ele roçava o membro rijo na intimidade dela, simulando estocadas. Era torturantemente deliciosa a sensação, Renesmee se deleitava de prazer.
– Jake! – sussurrou manhosa.
– Tá gostoso amor? Quer mais? – falou malicioso enquanto retirava sua boxer e voltava a chupar com fome os seios dela.
– Vem Jake! – murmurou entre um gemido sôfrego.
Jacob sentiu o membro pulsar forte pelo clamor que a loira fez, era muito raro ela pedir tão explicitamente. Ele sentiu uma necessidade urgente de estar dentro dela, não conseguiria mais prolongar aquela tortura.
Com agilidade puxou a pequena calcinha que cobria o seu tesouro particular, ela estava encharcada com toda a excitação da amish. Um som parecido com um rosnado escapou dos lábios do moreno, seguido de múrmuros desconexo.
– Porra Nessie! Assim você me enlouquece. – falou ensandecido após deslizar dois dedos para o sexo quente e constatar que ela estava tão lubrificada que chegava a escorrer entre seus dedos. Renesmee estava mais que pronta para ele.
– Por favor, Jake! – suplicou pelo prazer.
Ele havia retirado os dois dedos e começado a pincelar sua ereção de forma torturante no nervo inchado da amada, porém quando ouviu o clamor desesperado dela não conseguiu mais se conter. Ele deslizou lentamente seu membro pulsante para dentro da pequena cavidade. Renesmee somente gemia ainda mais alto e enlouquecidamente.
A dança dos corpos havia começado, Jacob se controlava para manter um ritmo lento e gradativo, mas estava sendo difícil controlar seu ímpeto de ir mais forte e rápido. Há algum tempo ele havia percebido que a esposa havia mudado. Renesmee estava ainda mais apertada, quente e úmida. Essas novas sensações estavam enlouquecendo o moreno, fora os gemidos eróticos que ela deixava escapar pelos desenhados lábios.
As estocadas passaram de lentas para rápidas e fortes em pouco tempo. Os corpos estavam suados, os cheiros misturados. O som erótico marcado pelo choque dos quadris e atrito das peles aumentava mais o erotismo do ambiente.
Jacob em um movimento rápido se retirou do interior acolhedor da loira e a virou de bruços, já erguendo o seu quadril e a colocando de quatro.
– Jake? – Renesmee perguntou confusa, seus sentidos estavam entorpecidos pelo prazer que sentia.
– Vem Nessie... – falou arrastado, com a voz ainda mais rouca pelo prazer e pela visão da amish exposta de quatro. — Empina bem essa bunda gostosa pra mim! – deu um leve tapa na nádega esquerda, puxando-a mais para próximo do seu corpo.
Renesmee não pensava, somente obedecia aos comandos do amado, se empinado e ficando totalmente exposta para ele. Jacob não conseguia mais esperar, necessitava voltar para dentro dela e sentir o prazer que só a loira sabia lhe proporcionar.
Com uma mão segurou firme o quadril da amish e com a outra conduziu seu membro duro e pulsante até a entrada apertada. Em uma estocada única ele penetrou o canal, sendo deliciosamente abrigado em sua morada.
– AAAAAAAH! — um gemido alto e forte deixou os lábios de ambos os amantes.
– Caralho! Gostosa demais! – Jacob murmurou entre os dentes, já começando a impulsionar os quadris.
O ritmo já começou forte e rápido. Deliciosos minutos se passaram e ele tentava manter o controle da força empregada nas estocadas, entretanto, quando sentiu o canal de Renesmee se contrair exercendo uma pressão ainda maior em seu membro, ele não conseguiu mais se conter. Jacob estocava forte, puxando firmemente os quadris no prazeroso vai e vem. Ela estava vindo... Ele não iria demorar também.
– Jake... JAKE... Aaaah! – Renesmee gritou ao explodir em seu ápice, derramando sua essência quente e lubrificando ainda mais o canal.
– Ah Nessie! – falou enlouquecido, aumentado suas estocadas em busca do seu próprio prazer. – Vem... Delícia... Gostosa... Hummm! – gemeu alto quanto sentiu derramar a sua essência, liberando o ápice do seu prazer.
Após explodir em seu prazer, Jacob soltou o quadril da esposa, que deixou o corpo cair pela exaustão. Ele não estava diferente. A conexão dos corpos foi rompida abruptamente, ambos gemeram pela falta que sentiram um do outro. Mas Jacob não queria abusar dos limites físicos da amada, Renesmee sempre ficava exausta depois do sexo.
Os corpos estavam exaustos, suados, ofegantes. As respirações descompassadas e os batimentos cardíacos acelerados. Renesmee estava de olhos fechados e lábios entreabertos... Alheia a tudo ao redor.
– Bom dia Amor! – Renesmee pronunciou mole pelo sono que sempre a dominava depois do ato sexual.
– Bom dia! – sorriu ao vê-la lutar para se manter de olhos abertos. – Vem, vamos dormir mais um pouco. Ainda está cedo. – puxou a cabeça da loira para seu forte peito. Ela imediatamente aconchegou-se e dormiu embalada pelo rápido som do coração.
Já haviam se passado mais de duas horas que o casal voltou novamente a dormir. De repente um insistente barulho de vibrar de celular sobre uma rígida superfície começou a tocar insistentemente, o que foi o suficiente para acordar o moreno, que dormia abraçado com a esposa ainda em seu peito.
Jacob se esforçou para não acordar a loira e pegar o celular ao mesmo tempo. Ele não chegou a ver que horas eram, mas enxergou o nome de quem o identificado indicava.
– Oi Quil. – sussurrou para não acordar Renesmee, que dormia profundamente em seu peito.
– Cara, esta podendo falar? Cadê você? Estamos te esperando... Só falta você aqui. – disse impaciente.
– Esperando pra que, Quil? – perguntou, Jacob ainda estava sonolento.
– Porra, Jake! – Quil repreendeu ávido. – Você esqueceu que hoje temos uma importante reunião com os fornecedores da Colômbia por videoconferência?
– Cacete, que horas são? — perguntou confuso. – Eu acordei cedo, mas acabei voltando a dormir depoi... – interrompeu a frase no meio, não iria falar que tinha dormido um pouco mais após ter feito um delicioso e exaustivo sexo matinal. – Ligue para eles e comunique o atraso da reunião. Chego em uma hora no máximo, só vou tomar uma ducha rápida e fazer o desjejum com a Nessie. Ontem ela estava com azia e não quis jantar, quero supervisionar pessoalmente o café da manhã dela. – disse tudo mantendo o tom baixo na voz.
– Ela melhorou? Como está agora? – perguntou preocupado. Quil havia mudado muito com a cunhada desde que foi anunciado que seria o padrinho da criança que ela carregava.
– Segundo a Lee, não é nada demais. Mas ela não pode descuidar da alimentação por causa da anemia. Ontem na ultrassonografia Leah falou que estava tudo normal, porém a Nessie não havia engordado dessa vez e o bebê esta um pouco pequeno para idade gestacional. – suspirou angustiado.
– Porra! A anemia voltou? – Quil ficou apreensivo com a notícia.
– Ela nunca deixou de ser anêmica, mas estava melhorando ou mantendo a melhora. Entretanto dessa a anemia aumentou um pouco, isso porque ela está se cuidando e se alimentando direito. Ela até tem alguns enjôos leves e azia, mas nunca vomitou. Leah falou que isso é ótimo, porque se ela colocasse os nutrientes para fora... Não quero nem pensar em como estaríamos. – interrompeu os pensamentos negativos que formavam em sua cabeça.
– Fique calmo Jake. Ela vai se recuperar e melhorar logo. – Quil confortou e incentivou o irmão. – Mas agora vem logo, precisamos de você aqui para a reunião.
– Claro, claro! Até daqui a pouco. – Jacob encerrou a ligação após se despedir do irmão.
Com muito cuidado ele retirou Renesmee de seu peito e a colocou sobre alguns travesseiros, seguindo direto para o banho. Ele já estava mais que atrasado, precisava correr. Aquela reunião era importante para os negócios, ele não poderia deixar de está presente. Por mais que quisesse permanecer com a esposa em seu peito, o trabalho e dever o chamava.
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Todos mexiam em seus celulares ou analisavam algum documento importante, quando Jacob entrou apressado pela porta dupla da requintada sala. Ele havia corrido o máximo que pode para não atrasar ainda mais a reunião, porém Renesmee não havia facilitado muito a sua saída. Ela não queria comer e relutou o máximo que pode, alegando estar sem fome e com muita azia.
Jacob estava preocupado, todos notaram, mas estava na hora dele vestir a mascara da frieza e crueldade, seus negócios obscuros exigiam isso. Renesmee teria que ser esquecida, pelos menos, durante as horas que durasse a reunião.
– Jake, cara! Tá tudo bem? A Nessie melhorou? – Paul perguntou assim que avistou o cunhado entrar na sala com aparência de preocupação estampado em seu rosto.
– Não está como deveria... Mas logo vai melhorar. – falou superficialmente, não queria estender o assunto naquele momento. – Depois conversamos. Agora vamos aos negócios, temos que resolver essa negociação o mais rápido possível, nosso carregamento não pode ser afetado. – Jacob já tinha vestido sua máscara fria de The Wolf.
– Sim, claro. – Seth quem respondeu concordando. – Já vou iniciar a vídeo.
Minutos após Seth e Embry conseguirem estabelecerem uma conexão e a videoconferência ser iniciada, os morenos já se mostravam estressados.
O acordo havia sido feito há meses atrás, mas precisava ser renegociado. Os Colombianos estavam exigindo um pagamento maior no valor pago pelo quilo da cocaína.
A negociação estava árdua e nenhuma das duas partes queria ceder, os ânimos estavam totalmente exaltados. Os The Wolf gritavam, batiam na mesa, ameaçavam... Mas os colombianos também.
Por fim, após mais de quatro horas de negociação, eles conseguiram entrar em um acordo. Não ficou como os The Wolf queriam, mas também não pagaram o valor que os colombianos exigiram de início.
O Fim da videoconferência foi decretado assim que o novo acordo foi feito, entretanto os morenos ainda teriam muito trabalho pela frente. Eles precisavam achar uma nova saída para não diminuírem os seus lucros, mas também não aumentarem demais o valor da droga e espantar os compradores.
Eles permaneceram por mais algumas horas reunidos, discutindo a melhor possibilidade. Fizeram gráficos, estatísticas e muitas contas até chegarem à conclusão que acharam ser a mais viável. Teriam que absorverem um pouco do aumento da droga e diminuírem seus lucros, só repassaria aos seus compradores uma parte da porcentagem do acréscimo. Como o aumento não foi tão exorbitante, eles conseguiriam manter um equilíbrio, mantenho o negócio lucrativo para todas as partes.
Quase sete horas haviam se passado desde que se trancaram naquela sala de reunião. Os ânimos estavam nas alturas, a fome era enorme e a paciência era mínima.
Já era fim de tarde quando puderem realmente dar por encerrada a reunião.
– Caralho! O que tem pra comer aqui na copa? Eu tô azul de fome. – Jared resmungou irritado.
– Na copa não tem nada além de biscoito e café, mas acabei de encomendar pizza. Chega em vinte minutos. – Embry disse sorrindo. – Quando o assunto é comida, eu não brinco em serviço. – disse orgulhoso pelo simples feito.
– Em compensação quando é mulher... Passa fome legal! – Quil zombou do irmão caçula.
Imediatamente Embry fechou a cara e desfez o sorriso dos lábios, todos os outros caíram na gargalhada pela mudança brusca na fisionomia do caçula.
– Deixem o moleque... – Sam tentava conter as gargalhadas e se manter sério ao falar. – Ele está de dieta de carne-mijada. – voltou a cair na gargalhada, já levando os outros consigo.
– O Embry está passando mais sufoco com a gostosa da brasileira Nerd, que o Jake com a Nessie. – Paul falou entre o riso. – E olha que o Jake até casamento falso armou para chegar aos finalmente.
– Não põe minha mulher no meio não, caralho! – Jacob falou irritado, parando de rir imediatamente, sua fisionomia ganhou uma seriedade instantânea. Ele se sentiu incomodado ao ouvir o quanto absurdo foi ter feito aquilo com a mulher que hoje ama.
A tensão ficou palpável na sala. Todos ali sabiam o quanto a amish virou sagrada para Jacob, o quanto ela era preciosa os seus olhos. Até Paul se arrependeu pelo que disse.
– Em falar em Nessie, como ela está? – Seth perguntou mudando o foco do assunto, tentando amenizar o clima pesado que havia se formado no ambiente.
Jacob passou as mãos nervosamente do rosto até os curtos cabelos, puxando-os de leve, tentando afastar os pensamentos incômodos que o assombrou. O moreno estava saboreando mais uma sensação nova: o remorso!
– Nada parece ser fácil com a Nessie, tem sempre algo para dificultar tudo. Tenho a sensação de segurar um frágil cristal, pronto para se partir a qualquer momento. – respirou fundo. Todos ouviam em silêncio. – Quando não é uma coisa... É outra. A da vez é que a anemia aumentou e o bebê está um pouco menor que o esperado para o tempo de gestacional. Ela tem sentido muita azia, o que por tabela tira o apetite dela. – confessou agoniado.
– Calma Jake, isso são sintomas normais da gestação. – Paul tentou tranquiliza-lo. – Anemia é comum na gravidez, a Rach também teve. Ela não sentiu azia, porém teve muito enjoos, colocava tudo pra fora. Até meu perfume que ela sempre adorou eu tive que parar de usar por um tempo. Mas te garanto que passa... Depois que passam os três primeiros meses fica mais tranquilo.
– Jake, Nessie está recebendo os melhores tratamentos que o dinheiro pode comprar. A Lee está fazendo um rigoroso e minucioso acompanhamento com ela. Não irá acontecer nada, nós não deixaremos. – Sam disse firme e confiante, tentando passar segurança ao primo.
– Vocês já pararam pra pensar que apesar de Renesmee ser literalmente frágil em todos os sentidos... Ela também é muito resistente e forte? Olhem quantas coisas ela já passou, quantos cuidados inapropriados ela recebeu a vida inteira. – Jared chamou atenção para um lado o qual ninguém tinha analisado. – Um dia desses estava conversando com a Kim sobre isso. A Nessie é muito mais forte do que pensamos. – ponderou. — Enjôos, azia, sono, vertigens... Tudo isso faz parte dos sintomas da gravidez. Ela vai ficar bem, é só continuar com todos os tratamentos.
– É mesmo Jake, vai dá tudo certo! – Embry disse animado. — Uma vez escutei falar que azia significa que a criança vai nascer bem cabeluda. – falou sério, o que atraiu a atenção dos outros. Eles não estavam acreditando no que acabaram de escutar da boca do caçula da família.
– Eu não acredito que escutei essa merda, Embry! – Paul balançava a cabeça negativamente, já começando a rir. – Isso não tem fundamento nenhum. A Rach nunca teve azia durante a gravidez e os meninos nasceram bem cabeludos. Eles têm mais cabelo que o Quil. – falou com sarcasmo.
Todos voltaram a gargalhar. Quil ria e esfregava a cabeça raspada, ele gostava de manter o corte curto.
– É irmão... A seca está lhe afetando mesmo. – Quil mais uma vez zombou do irmão caçula.
– Quem disse que estou na seca? – rebateu mal humorado. — Não aplico essa prática em minha vida. Sem contar que tudo é uma questão de tempo, logo pego minha gostosa de jeito. – sorriu brejeiro. Embry fazia altos planos em sua cabeça.
– Olha o cara... Já está até chamando de minha gostosa. – Seth brincou. — Prevejo que em pouco tempo teremos mais um encoleirado na família.
– Não fode Seth! Tu corre que nem cachorrinho atrás da Babi. – Embry rebateu. Seth instantaneamente perdeu o sorriso debochado.
Antes que qualquer um falasse mais alguma coisa e a briga se intensificasse, o som do interfone pode ser ouvido por todo ambiente.
– A pizza chegou. – Embry falou com má vontade, estava irritado. Ele tinha visto pelo celular a câmera de segurança que fica na entrada do escritório. – Eu já fiz os pedidos... Agora alguém vai lá pegar e pagar. – deixou a sala de reunião com os demais rindo do seu destempero.
Embry estava realmente irritado, a brasileira estava dando um trabalho além da conta. Mas ele era determinado. Todo aquele jogo só o excitava mais, só o fazia deseja-la ainda mais.
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O expediente estava chegando ao fim, porém o dia não havia sido tão proveitoso. A sofisticada loja teve um movimento fraco para o dia, poucas vendas foram concluídas. Isso não agradava nem a gerente, muito menos as vendedoras, que pouco ganhavam com toda aquela calmaria.
– Não aguento mais essa vida. – Barbara bufou irritada. — Não vejo a hora de me formar e arrumar um emprego na minha área. – reclamou com a amiga. Ela só tinha feito três vendas naquele dia, todas de valores baixos.
– Para isso você tem que se concentrar e estudar mais. Você está no último período e não está se empenhando, só quer saber de ficar saindo com o Boy delícia. – Jenniffer repreendeu a amiga.
– Ok, mamãe! – Barbara respondeu em tom de brincadeira. – Não preciso me matar de estudar como você, sabe que na minha área é mais tranquilo o final e já tenho nota suficiente para ser aprovada. Agora é só esperar o período terminar, para enfim me formar. – explicou séria, mas voltando a sorrir logo em seguida. – Sem contar que é você a Nerd da dupla. – gargalhou. – Amiga você precisa se divertir mais, a vida não é feita só de estudo. O Primo do Seth está te dando maior moral... Saia um dia com o cara, você precisa se distrair. – aconselhou.
Barbara tentava a todo custo colocar na cabeça da amiga que ela não poderia se fechar atrás dos livros, que a vida estava passando e ela não estava vendo. Jenniffer só queria saber de estudar, era uma fuga do mundo real.
– Eu não vou cometer o mesmo erro. – disse seca. — Erros são para serem tirados como lição. Eu já aprendi a minha, na verdade, pago as consequências das escolhas erradas que fiz até hoje. – Jenniffer falou amarga. A loira mantinha cabeça baixa e enroscava a ponta dos fios claros nervosamente nos finos dedos. Ela odiava relembrar sobre seu complicado passado.
– Sim! Em partes você tem razão. – Barbara mais uma vez tentava abordar sobre a questão que a amiga tanto fugia. — Eu estava lá... Sei o que você passou, na verdade, o que passamos. Não foi muito diferente comigo, mas eu também não me fechei para o mundo. Desde quando você não sai com ninguém? Aposto que...
– Chega Babi! – cortou ríspida. – Não quero mais falar sobre esse assunto, ele me satura. Não quero piorar ainda mais a merda desse dia chato. – ditou categórica.
– Você é quem sabe. – a morena deu de ombros. – Eu só acho que está na hora de você tentar outras experiências. – falou por último. Não abordaria mais aquele assunto por hora. — Não está mais aqui quem falou. Vamos embora que enfim acabou esse expediente chato. – Barbara já puxava a amiga pelas mãos, indo em direção ao vestiário buscar suas bolsas.
Elas caminhavam elegantemente pelo assoalho de mármore, os saltos provocavam um som característico, marcando a sincronia que os quadris faziam ao ditarem cada passada de perna. As brasileiras tinham um andar naturalmente único e sensual, que as destacavam das americanas no geral.
Tranquilamente elas deixavam a porta principal da loja que trabalhavam, mas antes que pudessem dar um passo mais a adiante, foram surpreendidas por um belo moreno.
– Ai meu Deus, que susto! – Jenniffer estava com os olhos arregalados e a mão esquerda no peito. Barbara mantinha o corpo rígido.
– Tá devendo Linda? – Embry tinha a mão presa à cintura fina da loira e mantinha um sorriso jocoso nos lábios.
– Não teve graça Embry. – repreendeu sem humor. — New York é perigosa, tem maluco por todos os lados. – falou a loira.
– Calma minha linda, estou aqui para te proteger. – Embry falou sério, mesmo que a loira não compreendesse a veracidade de suas palavras.
– Ok, Embry. – sorriu descrente. – O que está fazendo aqui no shopping? Veio comprar algo? – Jenniffer estava curiosa para entender as intenções do moreno. Barbara só observava com um sorriso sarcástico nos lábios.
– Não, hoje não! Vim buscar você pra sairmos. – falou confiante. — E não aceito um Não como resposta.
– Embry, nós já conversamos sobre isso. – Jenniffer falou cansada, o moreno era insistente. Ela tinha que admitir; isso estava mexendo com ela. Nunca alguém foi tão persistente como Embry. – Eu estou cheia de trabalhos e pesquisas. Eu mal termino um, e já tem dois ou mais para fazer. Não tem como... Hoje vou passar a noite acordada estudando. – suspirou desanimada.
– Se eu propor de te ajudar com os estudos? Seria mais rápido, não? – Embry buscava desesperado uma saída para ficar mais próximo da loira.
– E desde quando você entende de genética? – perguntou debochada. – Até onde lembro... Você é formado em engenharia da computação.
– Sim! – concordou um pouco sem graça. – Não entendo quase nada de genética, mas posso te ajudar a encontrar qualquer artigo na internet ou qualquer coisa voltada para o computador. Garanto que você vai ganhar tempo. – piscou os olhos para loira e sorriu confiante.
Jenniffer parou para ponderar por um minuto. Realmente ela era uma negação com computadores, muitas vezes tinha que pedir ajuda amiga. Até que a oferta do moreno era bem relevante e tentadora.
– Ela aceita. – Barbara se meteu na conversa do casal, ambos olharam confusos para morena. – Isso me poupa muito trabalho. Só digo uma coisa: Boa sorte Embry. – ela ria da própria piada.
– Obrigada amiga. Bom saber. – Jenniffer respondeu sentida, fazendo bico.
– Ah! Deixa de ser boba amiga. Não me importo de te ajudar, mas acho que o Embry será bem melhor que eu nessa missão. – Barbara piscou um olho e sorriu maliciosa para loira.
– Então vamos? – Embry chamou atenção para si novamente.
– Sim, claro. – Barbara quem respondeu primeiro. – Eu aceito a carona. – finalizou, já começando a andar em direção à garagem do shopping. Jennifer somente riu da amiga, com certeza a morena era mais segura e atirada que ela.
Os três caminhavam juntos. Embry e Jennifer lado a lado, não de mãos dadas ou abraçados, mas com os corpos bem próximos um do outro. Barbara ia um pouco mais atrás, digitando concentrada o seu celular.
Entraram no carro e o moreno deu partida, deixando a garagem.
As ruas pouco movimentadas naquele horário facilitaram o percurso, tornando-o rápido. Embry logo chegou à tranquila rua, conseguindo estacionar em uma vaga em frente ao prédio das jovens.
Eles deixaram o interior do veículo e rapidamente entraram na simples portaria, chamando o elevador em seguida.
– Eu vou tomar banho primeiro. – Barbara avisou assim que os três entraram no pequeno apartamento, já indo em direção ao quarto com a suíte que elas dividiam.
– Acho que eu não tenho escolha. – Jenniffer falou para si mesma, dando de ombro. – Quer uma água, um suco, café... Algo para comer ou beber? – perguntou educada ao moreno, que a fitava intensamente.
Embry abaixou a cabeça na tentativa de esconder o sorriu safado que tinha nos lábios. Seu consciente gritava para responder que queria sim comer algo, mas que não era comida... Mas sim, Ela! O moreno mordeu os lábios para conter o ímpeto de responder algo comprometedor.
– Água. Aceito um copo de água. – respondeu após recuperar a seriedade, mas ainda com o peculiar sorriso nos lábios.
Jennifer estreitou o olhar pela sensação de Deja- vú.
– Ah sim, claro! – disse após afastar as lembranças da cabeça. – Só um momento que vou pegar.
O moreno ficou no curto corredor do apartamento esperando a loira voltar com a água. Sua cabeça fervilhava de ideias e possibilidades, ele queria avançar um pouco no jogo da conquista.
Assim que a loira retornou com sua água, ele bebeu lentamente, dando tempo de organizar as ideias. Quando o líquido refrescante chegou ao fim, ele já sabia exatamente o que fazer.
Embry calmamente devolveu o copo nas mãos da loira, que sorriu docemente. O lindo sorriso só o incentivou ainda mais a por seu plano em andamento.
Assim a brasileira deu as costas para o moreno, que chegou a inclinar a cabeça para ver o elegante balançar que os quadris bem desenhados faziam a cada passo, ele a seguiu sorrateiramente.
Jennifer não teve tempo de entender como Embry chegou tão rápido na cozinha. Assim que a ela depositou o copo na pia de granito negro, ele já a puxou agilmente, prensando o pequeno corpo na parede de frio azulejo. Embry mantinha seu corpo tão próximo à loira, que era impossível reconhecer onde um começava e o outro terminava. O moreno mantinha uma mão de cada lado do corpo esculpido da jovem, que teve que erguer a cabeça para fitá-lo. Jenniffer, mesmo de salto, era bem menor que o forte e alto moreno.
– Embry! – exclamou surpresa. – Como chegou tão rápido aqui? O que você pretend...
O moreno, que até o momento só observava os delineados lábios se moverem, não esperou eles concluírem a frase. Com fome Embry capturou os lábios rosados, os selando com desejo. Jenniffer não estava imune ao charme dele e acabou cedendo de imediato ao beijo, que já começou sedento e abrasador.
Em uma dança sincronizada as línguas se entrelaçavam e enroscavam, brincavam no pequeno espaço. Embry levou uma de suas mãos para a fina cintura e a outra no delineado quadril, apertando cada vez mais a loira ao seu corpo. Jenniffer, que estava agarrada ao pescoço dele, pode sentir não só a potente ereção, como também cada músculo forte e delineado do corpo másculo. Ela sentiu as pernas falharem e ficarem moles, se não fosse por ele lhe segurar, ela teria ido ao chão.
A química entre o casal era incontestável, cada encaixe era perfeito. As mentes estavam nubladas pelo desejo carnal, a qualquer momento uma barreira poderia ser ultrapassada.
Embry já descia seus beijos quentes pelo pescoço alvo exposto. Jennifer abafava seus gemidos mordendo levemente os fortes ombros, excitando ainda mais o moreno. Eles estavam cegos pelo desejo, mas um grito agudo os despertou para realidade.
– Jenny... Amiga... Acabei! Vem aqui, por favor. Eu preciso da sua ajuda! – Barbara gritou ao longe, porém, devido ao apartamento ser pequeno, ela pode ser perfeitamente ouvida na cozinha.
Com uma força muito maior que verdadeiramente tinha, Jenniffer se afastou do moreno. Ela estava excitada e ofegante, seu corpo gritava por ele.
– Por favor, não vá! – Embry suplicou. Ele tentava controlar seu ímpeto de tomar a loira à força, ali mesmo na cozinha. Não conseguia compreender como um beijo poderia deixá-lo naquele estado, já não era mais um adolescente inexperiente, nem quando era provou de tal sensação abrasadora.
– Embry... – suspiro fortemente. Ela tentava organizar sua mente, recuperar seu juízo. – Você veio aqui com a intenção de me ajudar a estudar, você sabe o quanto meus estudos significam para mim... Então, se você não estiver disposto a isso ou estiver com segundas intenções... Eu sugiro que você não perca seu tempo, pois hoje eu não farei outra coisa a não ser estudar. – Jennifer se mantinha calma e educada ao falar, não queria passar a impressão de grossa ou desinteressada.
O moreno nada falou, somente balançou positivamente a cabeça, observando a loira deixar o pequeno espaço.
– Merda! – refreou o soco que estava prestes a dar no azulejo da cozinha. – Ah gostosa! Você vai ser minha. Isso virou uma questão de honra. – ditou determinado.
Embry estava excitado, frustrado e irritado. Um tempinho sozinho esfriando a cabeça lhe faria bem.
[...]
Jennifer já estava de banho tomado e de roupa trocada quando saiu do quarto carregada de livros grossos e pesados, tinham mais de cinco, ela mal aguentava o peso deles. Barbara vinha logo atrás, trazendo o Notebook da amiga. Assim que elas entraram no campo de visão do moreno, ele correu para retirar o peso dos delicados braços. A loira ficou surpresa de ele ter permanecido, ela não acreditava nessa possibilidade. Isso fez um sorriso verdadeiro brotar em seus lábios, Embry acabava de ganhar muitos pontos com aquele ato.
– Obrigada! – agradeceu docemente.
– Disponha. – o moreno devolveu com um sorriso brincalhão estampado nos carnudos lábios.
– Enquanto vocês se divertem estudando algo sobre genética... Eu vou terminar de me arrumar, já estou quase atrasada. – Barbara deixou o notebook sobre a mesa de canto da sala e voltou ao quarto para terminar de se maquiar.
– Você pode ir ligando o note? Só vou lá dentro terminar de pegar o material.
– Ainda tem mais? – Embry perguntou assustado. O sofá já estava cheio de livros.
– Não! – a loira sorriu ao falar. – É só meu caderno, meu estojo, um material que imprimi e meus óculos.
– Ah tá! – respirou aliviado.
Rapidamente a loira voltou com o que faltava, entretanto, antes que ela sentasse para organizar o material, a campainha tocou estrondosa. Ela correu para atender.
– Boa noite! – Seth cumprimentou educadamente.
– Boa Noite. – devolveu igualmente educada. — Entre um pouco, a Babi já está terminado de se arrumar. – deu passagem para o moreno.
Quando Seth avistou o primo cercado de livros e com um notebook no colo, controlou a vontade de cair na gargalhada. Embry sempre foi avesso a livros, ele sempre foi inteligente e pouco precisava estudar, mas quando necessitava, era quase sempre com conteúdo virtual. Seth até chegou a pesar em bater uma foto com seu iPhone e enviar para os demais, entretanto optou por não fazer, o ato poderia complicar o primo ou até mesmo ser mal interpretado pela loira.
– Fala primo! – sorriu debochado. – Também vão sair? — Seth perguntou irônico.
– Não. – a loira se adiantou em responder. – O Embry se propôs em me ajudar a estudar. Ele vai procurar o material que preciso na internet.
– Aaaaah tá! – Seth se controlava para não rir. Embry somente o fuzilava com o olhar, se controlando para não xingá-lo. Sabia que seria a piada da família no dia seguinte.
Seth não ficou muito tempo esperando por sua companhia, Barbara logo apareceu.
– Jenny, tô indo a faculdade assistir uma aula e depois vou sair com o Seth para comermos alguma coisa. – sorriu sugestiva. – Tchau Amiga! Tenham bons estudos. – Barbara desejou. – E não faça nada que eu não faria. – brincou por fim, deixando o pequeno ambiente gargalhando junto com Seth.
– Palhaça! – Jenniffer resmungou. – Vamos aos estudos! – falou empolgada com o moreno, que não compreendia de onde ela tirava toda aquela alegria para estudar.
A Brasileira começou a organizar todo o material sobre o sofá, transformando-o em sua mesa de estudos. As almofadas foram ao chão para servir de assento. Embry a imitou sentando sobre uma, logo começando procurar a lista dos artigos que ela havia lhe dado. A todo o momento ele a observava ler, anotar algo, marcar um texto... Ela realmente se concentrava enquanto estudava.
Fazia algum tempo que Embry tinha terminado de achar tudo o que lhe foi solicitado, mas manteve-se disfarçadamente observando a linda mulher estudar. Ela estava com os cabelos presos de forma displicente em um coque frouxo, um charmoso óculos no delicado rosto a deixando ainda mais sexy -na opinião dele -, o short curto que vestia deixava as delineadas pernas totalmente expostas, além é claro, da camiseta justa sem sutiã marcando o corpo.
Embry já estava ficando louco só de olhá-la, várias fantasias sexuais passavam em sua mente pervertida: a loira de colegial, de professora, encima de uma mesa usando óculos e nada mais... Ele estava excitado, com o membro duro apertado na calça, mas se esforçava para se controlar e não atacá-la.
Jenniffer estava alheia à tensão erótica que havia se formado no pequeno ambiente, ela estava concentrada demais em uma leitura sobre manipulação genética. De repente viu um trecho importante no artigo e pegou a caneta marca-texto para grifar o que mais lhe interessava. Após destacar o que queria no texto, ela em um ato reflexo levou a caneta à boca, lambendo a ponta da tampa e mordendo logo em seguida. Todo ato foi natural e automático, mas foi o suficiente para enlouquecer o moreno que observava cada gesto. Embry imaginou a língua dela passando daquela mesma forma em seu membro... Ele só conseguiu se lembrar de colocar o notebook no sofá antes de avançar para cima da loira, que quando deu por si, já estava sendo vorazmente beijada.
Eles estavam deitados sobre o tapete, Embry por cima, sendo recebido no meio das pernas bem desenhadas da loira. Ele esfregava descaradamente seu rijo membro sobre a intimidade coberta da brasileira, que mexia instintivamente os quadris. Ele levou uma de suas habilidosas mãos ao seio cheio da loira, que gemeu de prazer na boca dele.
Embry estava disposto a continuar, mas Jenniffer não! Quando ele descolou os lábios somente para começar a retirar a blusa dela, a loira contestou.
– Poxa Embry, assim não dá! – levantou rápido, voltando a sentar. – Já conversamos sobre isso. Se for para forçar a barra você pode... – ela não terminou de falar, pois ele logo a interrompeu.
– Já sei, já sei. – falou vencido. – Mas você também não ajuda. Bem que poderia ter posto um moletom largo. – choramingou. – Onde é o banheiro? Só preciso jogar uma água no rosto. Já achei tudo o que você me pediu. – levantou já caminhando na direção que a loira indicou ser o pequeno lavabo.
Embry sabia que não seria fácil, precisava tentar se recompor, seria difícil mas ele tentaria. Aquela brasileira estava acabando com sua pouca sanidade, porém estava aprendendo a gostar do jogo. Ele sabia que quando a tivesse por completo seria muito mais prazeroso. Ele esperaria o quanto fosse, porque da pouca prova que teve, já sabia que iria valer cada segundo da espera.
TLAD
A ansiedade era o sentimento que predominava nas quatro pessoas que estavam dentro do carro. Um casal por fazer a surpresa, o outro, para descobrir do que se tratava tal surpresa. Provavelmente era uma coisa boa, pois Claire não conseguia conter o sorriso nos lábios. Assim pensou Jacob.
– Porra Quil, onde você está nos levando? – Jacob perguntou aflito, ele tinha receio das surpresas da cunhada.
– Não mesmo, Jake! – Claire se antecipou respondendo pelo namorado. – Amor, não conta. É uma surpresa! – falou com sua costumeira empolgação, o que só assustava ainda mais Jacob.
– Conta Claire, por favor! — Renesmee se pronunciava pela primeira vez. Ela estava agarrada ao marido no banco traseiro do luxuoso sedan.
– Não! – foi categórica, sem deixar margens para contestação. – Deixem de ser curiosos. – Claire finalizou o assunto. Quil nada dizia, somente ria da namorada e do irmão, que bufava irritado por ser contrariado.
O dia de reunião havia sido muito estressante para os dois morenos, eles precisavam relaxar para poderem eliminar o estresse que tinham acumulado ao longo daquele dia.
Quando Quil ligou para a amada avisando que chegaria somente no começo da noite em casa, ela contou à ideia que teve. De imediato ele aprovou, sabia que seria o ideal para esquecer tudo que tinha passado. Quil conversou com o Jacob, o convidando para um programa surpresa. Ele pediu que irmão ligasse somente comunicando à esposa que se aprontasse e os esperasse para saírem, logo estaria passando para buscá-la.
Agora, já com os quatro dentro do mesmo veículo, a ansiedade e curiosidade estavam dominando o casal que seria surpreendido.
– Shopping Quil? Isso é sério mesmo? – Jacob contestou irritado assim que viu o irmão entra da garagem do renomado shopping — center.
– Sim! Não será o shopping todo, mas sim, uma loja especifica. – Quil explicou.
– Tenho certeza que vão adorar. – Claire transbordava emoção ao falar.
– Eu ainda não estou entendendo. – Renesmee estava sonolenta, havia cochilado nos braços do marido durante o percurso.
– Você logo vai entender Nessie. – Quil disse com sorriso nos lábios, ele também estava animado com a surpresa.
Os casais desceram do carro e seguiram rumo à porta de entrada principal que dava acesso ao interior do shopping. Não era a primeira vez que pisavam naquele esplêndido lugar, entretanto as amish sempre se impressionavam pela beleza e luxo.
Quil e Claire estavam mais à frente, caminhando abraçados e olhando as vitrines. Jacob e Renesmee seguiam mais atrás, igualmente abraçados.
Logo pararam em frente à fachada de uma enorme loja, muito renomada e luxuosa.
– Uma loja de bebê? – Jacob pergunta confuso, ele imaginava um programa a quatro, talvez um restaurante.
– O que você esperava? Temos um bebê a caminho, ele precisa de coisas. – Claire falou eufórica, já puxando Renesmee pelas mãos e entrando na enorme loja. Os irmãos caminharam lado a lado, mais atrás, seguindo as suas parceiras.
– Boa Noite. – falou a simpática ruiva. – Em que posso ajudá-los?
– Boa Noite. – responderam todos.
– A Susan está? – Claire que havia perguntado.
– Oh sim! Vou chamá-la.
– É a vendedora que sempre nos atende. – Claire adiantou-se em se explicar ao casal que a olhava interrogativos. – Essa é a melhor de todas as lojas de bebês que já fomos. É a mais completa! – continuava falando de forma eufórica com Renesmee e Jacob.
– Em quantas lojas vocês já foram? – Jacob perguntou baixo, somente para o irmão ouvir. Ele estava chocado com a informação.
– Muitas... Você não vai querer saber quantas. – Quil revirou os olhos ao responder, mas no fundo ele adorava tudo aquilo.
– Ah, são vocês! – alegremente uma jovem senhora morena falou, já abraçando e beijando Claire. – Tudo bem Claire minha querida? – as mulheres cumprimentavam-se.
– Elas já estão nessa intimidade toda? Parecem que se conhecem desde a infância. – Jacob cada vez mais se surpreendia com a cunhada.
– Você ainda não viu nada. – Quil respondeu sorrindo e estendendo a mão para vendedora que vinha cumprimentá-lo.
– Que casal mais lindo. – Susan falou assim que notou o acanhado casal. – Quem são? – perguntou referindo-se a Jacob e Renesmee.
– Ela que é a minha melhor amiga desde sempre... É ela que está esperando um bebê. – falou com tanta naturalidade que espantou até Renesmee, que já era acostumada com jeito da amiga.
– Oh Claro! – a vendedora imediatamente lembrou sobre as diversas conversas que tiveram sobre Renesmee. – De quantas semanas você está querida? – perguntou gentilmente.
– Estou com dez semanas. – Renesmee falou sorrindo e alisando instintivamente o ventre quase plano ainda. Jacob imediatamente abraçou a amada por trás, também repousou suas mãos no abdômen da esposa.
– Então eu acredito que ainda não saibam o sexo do bebê. Vocês são marinheiros de primeira viagem, né? – perguntou ao casal, que se mostravam nitidamente tímidos e perdidos naquele novo mundo de mamadeiras e chupetas.
– Sim. Nunca tivemos um filho. – foi Jacob quem respondeu a vendedora.
Por mais que Susan tenha notado uma considerável diferença de idade entre o casal, ela acreditou que a experiência da maternidade fosse nova para os dois.
– E não sabem por onde começar. – sorriu simpática. – Temos uma lista básica de coisas que todo bebê vai precisar. Nós a chamamos de enxoval básico. Independe do sexo do bebê, ela não muda. – explicou atenciosa. – Nossa loja também disponibiliza de um serviço personalizado de decoração para quartos. Geralmente os pais gostam de esperar saber o sexo do bebê para fazer tudo mais especifico, entretanto, vocês já podem agendar uma visita com nossa decoradora em sua residência. Ela vai medir e começar a elabora o espaço, acrescentando os últimos detalhes somente depois do sexo confirmado.
– Eu quero o melhor para meu afilhado, não quero economias! Vai ser presente dos padrinhos a decoração do quarto. – Quil comunicou ao demais, surpreendendo a todos, menos Claire, que mantinha um sorriso enorme estampado nos lábios.
– Vocês serão os padrinhos? – Susan perguntou. – Meus parabéns! – os cumprimentou alegremente.
– Quil, deixa de besteiras. Não precisa. – falou Jacob, mas não se sentiu incomodado com o extravagante presente, dinheiro não era problema para nenhum deles.
– Fazemos questão Jake. É o nosso afilhado.
– Afilhada! – Claire disse confiante.
– Não começa gatinha, já falei que será macho!
– E eu já falei que será uma menininha loirinha e linda como a Nessie foi quando criança. – rebateu ainda mais segura.
– E qual a intuição dos Papais? – Susan quebrou a pequena discussão que o casal havia iniciado.
Todos olhavam especificamente para Renesmee, que corou pela atenção atraída. Ela ficava ainda mais tímida em ser o centro das atenções.
– Eu não sei! — confessou sincera. – Às vezes, penso que será uma menininha como a Claire fala. Outras, penso que será um menininho que nem o Jake: moreninho e de cabelos pretinhos. – sorriu pelas possíveis imagens que surgiram em sua mente. Ela gostou de imaginá-las.
– E você papai? – perguntou Susan
– Vai ser um garotão. – falou convicto. – Eu que fiz, Eu que sei! – sorriu divertido. Todos caíram na gargalhada, menos Claire, que fez bico. Ela não abria mão do seu palpite. – Independente do sexo, só quero que tudo de certo e que venha com saúde... E com os olhos azuis iguais aos que tanto amo da mãe. – finalizou beijando o topo da cabeça loira da esposa, que já deixava escarpar uma lágrima de emoção.
– Que Lindo! – Claire também se derreteu. – Não chora não, amiga. – Correu para abraçar a loira.
Todos se assustaram, menos a vendedora.
– Calma gente! São os hormônios. – estendeu uma caixa de lenços descartáveis para a chorosa gestante.
Após Susan explicar tudo e mostrar a lista de sugestões para o enxoval Básico, os cinco partiram para as escolhas dentre tantas opções. Os homens faziam questão de pegar tudo do bom e do melhor, a criança já nasceria como um enxoval digno da realeza.
Jacob e Quil se empolgaram pegando artigos masculinos como: mini bola de basquete, de futebol americano, camisas de time, tênis... Já Claire não abria não dos vestidos, laços e macacões cor de rosa. Era um mais lindo que o outro.
Eles não se importavam em esperar saber o sexo, cada um seguia sua intuição. Somente Renesmee não escolhia nada, ela estava concentrada demais imaginando seu bebê ocupando cada roupinha escolhida pelos três.
Susan era a mais sensata, sugerindo lençóis, mantas, macacões de materiais bons e cores neutras.
No fim das compras eles estavam com três carros lotados de artigos para bebês, isso sem contar com os dois carrinhos de bebês escolhidos e as quatro cadeirinhas para carro. Eles também deixaram uma visita agendada com a decoradora para dali a três semanas.
Em nenhum momento os quatro esqueceram os encantadores sobrinhos gêmeos, que ganhavam um novo presente a cada sessão visitada da loja.
– Tá feliz meu amor? Já consegue imaginar nosso bebê? – Jacob puxava para seus braços a loira, que observava a vendedora registrar os artigos comprados.
– Eu estou muito feliz! A cada roupinha eu imaginava um bebezinho nela. – confessou emocionada.
– Ei, sem chorar. – brincou secando as lagrimas que caiam.
– Estou chorando de felicidade. Nosso amor cresce em meu ventre. – posicionou a mão na barriga. Renesmee estava criando o reflexo de sempre levar as mãos ao abdômen.
– Sim! – concordou, porém seu olhar era vago.
Jacob ainda se sentia incomodado em pensar que seu filho era fruto de praticamente um estupro a mulher que ama. Ele se repudiava pelo ato repugnante, mas não deixava de amar o pequeno ser que crescia dia a dia.
– Jake! – Renesmee chamou. – No que você esta pensando? – perguntou ao perceber o olhar vazio do esposo.
– Nada demais. Estou pensando em nosso filho, só isso. – sorriu sincero, amenizando a angustia da amish.
Eles pagaram todas as compras, mas só levaram algumas sacolas com os presentes que tinham comprado para os gêmeos, mais algumas peças de roupas. A loja oferecia um ótimo serviço de entrega, como eram muita coisa para carregarem, optaram em contratá-lo.
– Quil. – Jacob chamou a atenção do irmão. — Já esta ficando tarde, a Nessie precisa se alimentar. Vamos comer em algum restaurante por aqui mesmo.
– Nossa! É mesmo. – concordou. — Tem um ótimo restaurante aqui. Embry comeu nele e gostou muito. – Quil informou, já puxando Claire em direção ao restaurante.
– Jake, eu não estou com muita fome, não. – Renesmee choramingou. Mesmo ela sentindo fome, a azia também estava presente, inibindo seu apetite.
– Isso não está em discussão. – ditou categórico. – Você vai comer, nem que seja algo leve e em pequenas quantidades.
Sem ter o que contestar e vendo total razão no que o marido dizia, Renesmee seguiu o amado rumo ao restaurante. Ela sabia que precisava cuidar de si, mas principalmente do filho que crescia em seu ventre, aquele pequeno ser dependia totalmente dela.
TLAD
O som suave e melodioso tocava no luxuoso ambiente enquanto a morena delicadamente banhava o lindo bebê, que ficava quietinho com o carinhoso ato da mãe. Harry era naturalmente mais calmo que o irmão gêmeo Billy, que na hora de seu banho havia aberto o maior berreiro. A carinhosa mãe sorria e brincava com o pequeno, que havia praticamente dobrado seu peso desde o nascimento. Ela lavava cuidadosamente a farta cabeleira negra, tomado cuidado para não deixar que a água entrasse no ouvido do bebê.
Rachel estava se saindo uma excelente mãe, porém, mesmo com toda sua habilidade com a maternidade, não tinha condições de cuidar das necessidades dos dois pequenos ao mesmo tempo. Ela recebia ajuda de uma de suas empregadas, que somente auxiliava no que era solicitada.
Tanto o pequeno Billy como Harry estavam grandes e saudáveis, desenvolvendo rapidamente.
– Senhora Rachel. – Maria chamou. – Já vesti o pequeno com a roupinha que a senhora separou, mas ele está agitado e não para de chorar, acho que está com fome. – falou a bondosa senhora, que tentava embalar e ninar o irritadiço bebê, que chorava em plenos pulmões.
– Ai meu Deus! Que menino guloso. – Rachel revirou os olhos. – Maria, eu já terminei com o Harry. – informou retirando o bebê da banheira e enrolando na toalha. — Pegue ele aqui e termine de secá-lo. Ponha a roupa que já separei para ele. Eu vou amamentar esse guloso.
– Sim senhora. – a bondosa senhora entregou o pequeno bebê chorão no colo da patroa, já pegando o outro gêmeo que estava quietinho enrolado na toalha.
Maria seguiu com o pequeno para o trocador que ficava na elegante suíte, executando com carinho o pedido que a patroa havia feito. Rachel caminhou em direção à cadeira de amamentação com o objetivo de alimentar confortavelmente o filho. Nem mesmo no colo da mãe o irritado bebê parava de chorar.
– Vamos comer seu guloso? – Rachel perguntou de forma retórica, já ofertando o peito ao bebê, que imediatamente parou de chorar e começou a sugar com força o seio da mãe. – Ai filho! – reclamou pela dor incômoda de ter o mamilo abocanhado com força. — Tudo isso é fome? – a morena sorrir com a forma afobada que o pequeno mamava. – Hoje eu quero ver você se comporta direitinho, ok? A dinda está vindo te visitar, ela está com o seu priminho ou priminha na barriga, então, seja bonzinho e não abra esse berreiro quando estiver no colo dela, isso a deixa muito insegura e assustada.
A morena amamentou Billy até ele cair no sono. Maria trouxe o pequeno Harry, já lindamente vestido um macacão azul marinho e vermelho com estampa de barquinhos, para ser amamentado também. A troca dos bebês foi feita e a morena repetiu o gesto com o outro gêmeo. Assim que os filhos estavam devidamente cuidados, ela os deixou dormindo em seus bercinhos sobre os cuidados de Maria, e foi correndo para seu quarto.
Rachel precisava tomar um banho e trocar de roupa, logo suas visitas estriam chegando. Meia hora mais tarde ela já estava pronta e lindamente vestida. Desde o dia que se tornou mãe, ela aprendeu a ser mais rápida em seus cuidados pessoas.
A morena descia as escadas com os gêmeos nos braços, Maria vinha logo atrás a auxiliando. Antes que chegasse ao fim dos degraus a campainha começou a tocar, anunciando que as aguardadas visitas haviam chegado.
– Olá minhas cunhadas lindas. – a morena cumprimentou alegremente as loiras assim que as avistou. Rachel trazia os dois bebês no colo, um em cada braço.
– Oi Rachel. – cumprimentaram em coro.
– Como estão meus lindinhos? – Claire correu em direção à cunhada, já falando e fazendo gracinhas para os pequenos sorrirem.
– Estão ótimos, cada dia mais gulosos e gordinhos. – falou orgulhosa.
– Rachel, qual é o meu afilhado Billy? Eles são lindos, mas muito iguais. Não sei diferenciá-los. – Renesmee olhava encantada os bebês de pele morena e cabelinhos negros. Ela fantasiava como seria o filho que crescia em seu ventre.
– É esse Nessie. – Rachel sinalizou com a cabeça para o bebê que vestia um macacão verde com estampa de leão, girafa e macaquinhos. – Eles são realmente muito iguais, mas com o tempo vocês vão notar as diferenças, para mim já são muito gritantes.
– Posso segurar eles? – Claire perguntou eufórica, ela amava os pequenos.
– Claro, Claire! – sorriu simpática. – Mas vamos nos sentar lá na sala, mandei preparar um lanche maravilhoso para gente. Sem contar que vocês podem por todas essas sacolas encima da mesinha.
– Oh claro! – sorriu pela desatenção. — Não tem com segurar os meninos com todas essas sacolas no braço. – Claire constatou ao lembrar-se das várias sacolas que ela e amiga traziam nos braços.
– São presentes para os meninos. – Renesmee contou alegremente, ela sustentava um genuíno sorriso nos lábios rosados.
– Sabem que não precisam encher esses meninos de mimos. Mas vamos lá para sala. – chamou já se direcionando para ampla sala.
Rachel e as amish seguiram para sala principal, o espaço era luxuoso e requintado, assim como toda a mansão. A decoração era clássica e de muito bom gosto, predominado cores claras.
Claire logo que deixou as sacolas que carregava nos braços sobre a grande mesa de centro, seguindo imediatamente para pegar um os gêmeos, que prontamente Rachel entregou o mais calmo dos bebês.
– Eu também posso segurar, Rachel? – Renesmee perguntou assim que se desfez das sacolas, colocando-as junto com as de Claire. – Mas pode ser daquele jeito? Sentada na poltrona. – pediu apreensiva, tudo era novo demais para Renesmee.
– Claro que pode Nessie! Seu afilhado está à espera pelo seu colo. – a morena depositou Billy no colo da madrinha, que já se encontrava sentada em um dos sofás da enorme sala.
Renesmee ficou como corpo rígido de imediato, mas aos poucos foi relaxando. Billy não estava mais tão molinho com era quando recém- nascido e, estranhamente estava quieto no colo da amish. A loira estava fascinada com o pequeno, ela cheirava seu cheiro único de bebê, olhava o pezinho e mãozinha, assim como todo o corpinho. Ela há todo momento imagina quando fosse o seu bebê em seu colo o que sentiria e como seria, estava a cada dia mais feliz com a ideia de ser mãe.
Rachel observava atentamente cada reação e comportamento da jovem cunhada, que mostrava a cada dia que o instinto materno estava surgindo lentamente.
Claire estava sentada no mesmo sofá que a amiga, porém na outra ponta, ela brincava com Harry alheia a tudo ao seu redor. O pequeno esboçava um simpático sorriso sem dentes a cada careta engraçada que a loira fazia, Claire tinha um jeito único com bebês.
– Como você está Nessie? Como anda a gravidez? – a morena perguntou atenciosa.
– Eu não sei se o Jake já falou com você, mas ultimamente ando tendo muita azia. Isso está me fazendo perder a fome, na verdade, eu até sinto um pouco de fome, mas não tenho vontade de comer.
– É assim mesmo. – confirmou. – Eu não tive azia na gravidez dos meninos, entretanto, eu tenho uma amiga que sentiu muita azia durante os primeiros três meses. Ela me contou que melhorava sempre que comia um doce. Acho válido você testar. – compartilhou a informação que lhe foi passada.
– Eu nunca tentei comer doce para ver se melhora.
– Não custa tentar Nessie – Claire desviou a atenção do bebê somente para falar. – Vai que passe. – deu de ombros.
As três passaram uma hora conversando sobre assuntos diversos, mas o foco principal era gravidez e bebês. As Loiras entregaram todos os presentes que haviam escolhido para os gêmeos. Rachel estava encantada com tudo que elas escolheram, realmente eram peças de muito bom gosto e que provavelmente ela mesma escolheria.
As amish falavam com empolgação tudo que haviam comprado para o bebê que estava a caminho, também contaram sobre a decoradora que em breve visitaria a residência de Renesmee. Rachel elogiou bastante a renomada loja escolhida e se propôs ajudar em todos os detalhes do quarto do sobrinho. Ela sabia que muitas coisas eram empurradas sem necessidade para mães de primeira viagem, ela mesma havia caído nesse truque de vendedoras.
A conversa fluía animadamente, porém, estranhamente Harry começou a choramingar no colo de Claire. Geralmente quem abria primeiro o berreiro era Billy, mas esse dormia sereno no colo da madrinha.
A morena chamou uma emprega da mansão que passava naquele momento pela sala e pediu que avisasse a Maria que era para preparar as mamadeiras dos meninos.
Rachel amava amamentar, entretanto o pediatra dos bebês havia introduzido um reforço com leite em pó, uma vez que a morena não estava dando conta de produzir tanto leite em tão pouco tempo.
Em menos de cinco minutos após ter sido solicitado, Maria entra na grande sala carregando duas mamadeiras, uma azul e outra verde, que foi entregue nas mãos da patroa.
– Querem amamentá-los? – Rachel estende as mamadeiras na direção das loiras, perguntando após ver as cunhadas olharem tudo com curiosidade.
– Eu quero! – Claire disse de imediato, seus lindos olhos azuis chegaram a ganhar um brilho diferente de emoção.
– Mas eu não sei como fazer. – Renesmee falou assustada assim que a cunhada entregou uma mamadeira em suas mãos.
– Ninguém nasce sabendo Nessie. – confortou a inexperiente amish. – Eu também não sabia muitas coisas, mas quando seu bebê estiver em seus braços, um instinto materno naturalmente surgirá. É um instinto que antes você nem sabia que existia.
Mesmo com medo e se sentindo insegura Renesmee aceitou a experiência, que se mostrou fácil assim que ela encostou a mamadeira nos lábios desenhado do afilhado e ele imediatamente acordou, sugando com ímpeto o bico de silicone. Ela olhava deslumbrada o bebê mamar com tanta fome e vontade. Claire não estava diferente da amiga, a loira também estava emocionada de vivenciar pela primeira vez aquela mágica experiência.
Rachel sorria satisfeita com o que via; suas cunhadas estavam fascinadas com a maternidade. A morena estimulou que ambas tivessem a experiência completa, pondo até os bebês para arrotarem após terminarem todo o conteúdo da mamadeira.
Como sempre Renesmee sentiu medo de dar os leves tapinhas nas costas do afilhado. Foi com muita delicadeza que o ato foi praticado perfeitamente, ela ficou feliz ao ouvir o peculiar som sair pelos lábios da criança.
– Viu como não é tão complicado assim cuidar de um bebê? – Rachel perguntou a cunhada que sorria largamente.
Os bebês haviam sido levados pela empregada para o quartinho deles, para que pudessem ter um sono mais reconfortante, dando também mais liberdade das mulheres conversarem.
– É que eu me sinto insegura. – falou encabulada. – Sempre pensei que a mamãe estaria presente nesse momento da minha vida, que me diria o que fazer e como teria que fazer. – Renesmee deixou claro em sua insegurança o quanto era submissa e teleguiada pelos outros.
– Mas escolhemos outro caminho Nessie. – Claire não aceitava o jeito dependente da amiga. – Temos que nos adaptar e aprender a viver aqui fora, temos que caminhar com nossas próprias pernas. Eu sempre estarei ao seu lado. – segurou a mão da amiga em um gesto de conforto.
– Nessie, eu também não tenho mais a minha mãe para me ajudar. – a morena suspirou melancólica. – Sei que nossas mães seriam de grande ajuda, mas existem outras formas de adquirirmos conhecimentos: Livros, programas e canais na televisão, cursos para pais iniciantes... Uma gama de opções para facilitar a vida das mães de primeira viagem. –sorriu ternamente para as loiras. – Vou confessar que eu também comprei alguns mimos para o meu sobrinho e para futura mamãe também. – Rachel se levantou e caminhou até um aparador, que ficava em uma parede mais afastado, pegou algumas sacolas e voltou para onde as cunhadas estavam sentadas.
– Que isso Rachel? – Renesmee perguntou confusa após a cunhada lhe entregar um dos embrulhos.
– Isso é o seu presente. Abra para ver! – a morena incentivou.
Renesmee agradeceu acanhada e começou a abri o presente elegantemente embrulhado.
– Um livro? – foi Claire quem perguntou confusa após visualizar o presente.
– O que esperar quando você está esperando não é um simples livro. – Rachel falou. – É praticamente uma bíblia para gestantes. Ajudou-me muito, sei que ajudará você também. – finalizou com sorriso cativante.
As amish arregalaram os olhos quando a morena comparou o livro à Bíblia sagrada. Com certeza elas teriam que ler.
– Nossa! É tudo isso mesmo? Então vou começar a ler ele hoje. – Renesmee ainda tinha os olhos arregalados ao falar. Rachel somente sorriu pela inocência das cunhadas.
– Agora esses são para meu lindo sobrinho ou sobrinha. – Rachel entregou uma grande caixa decorada. – Fico só imaginando como vai ficar lindo a mistura do Jake com você. – suspirou.
Renesmee abriu um lindo sorriso assim que abriu o embrulho. Estava encantada com as roupinhas que acabava de ganhar, nunca tinha visto tão lindas.
– São roupinhas para serem usadas na maternidade. – a morena explicou. – Tem uma manta combinando com cada macacão. É de uma grife especializada aqui em New York. Depois te dou o endereço, você vai amar as roupinhas de lá.
Rachel havia escolhido três tons neutros para as roupinhas: Branco, Marfim e Vermelho. As peças eram em uma linha diferente e formavam tramas elaboradas, o que proporcionava beleza e exclusividade em cada peça.
– E tem um presente pra você também. – Rachel sorriu travessa para Claire.
– Pra mim? – Claire perguntou surpresa, já pegando o embrulho e o abrindo.
–Sim! – Rachel já gargalhava com a cara vermelha que as amish estavam. – Para você usar para o Quil e fazer logo o meu sobrinho.
A morena havia comprado um belíssimo espartilho vermelho sangue para amish, que estava com as bochechas da mesma cor que a peça. Até Renesmee se encontrava constrangida ao olhar a sensual e sexy lingerie.
– Obrigada?! – o agradecimento mais soava como uma pergunta, Claire estava em dúvida do que falar exatamente.
As três passaram uma agradável tarde desfrutando da companhia uma das outras. Rachel explicava sobre os livros, programas e cursos que Renesmee poderia fazer para se sentir mais segura em relação à maternidade. A amish prestava atenção em tudo que a cunhada falava e fazia notas mentais sobre o que era mais importante lembra. Rachel chegou a assistir a um programa de bebê com as cunhadas, que ficaram encantadas com o canal. Com certeza Renesmee, e também Claire, acabava de encontrar ocupação para seus longos dias em casa.
No final da tarde Paul junto de Quil e Jacob chegaram à mansão. Todos conversaram amistosamente e desfrutaram de uma deliciosa refeição. Os morenos matavam a saudade dos pequenos bebês, que a cada dia estavam ficando maiores.
As amish ao se despedirem da cunhada agradeceram cada conselho e dica valiosa que a morena havia passado. Agora elas, principalmente Renesmee, teriam um intensivo sobre bebês para fazer.
TLAD
O moreno acabava de sair do banho, ele só usava uma boxer branca. Os cabelos molhados estavam bagunçados, e isso só o deixava ainda mais sexy. O delicioso cheiro amadeirado exalava da sua pele bronzeada.
– Vem Nessie, vem dormir. – Jacob mordeu o lóbulo da orelha da amada, que se encontrava sentada na cama com as costas encostadas na cabeceira. Ela lia concentrada o livro que ganhou da cunhada.
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– Nessie. – continuou beijando o pescoço alvo exposto. – Depois você termina isso, as palavras não vão fugir. Vem que eu estou com saudades e quero você agora. – o moreno já tecia beijos no colo da esposa, que mais uma vez se desvencilhou do amado.
– Calma Jake, é rapidinho. — ela estava concentrada e envolvida com a leitura, não queria parar naquele momento. – Já está acabando, só mais três paginas. – informou
Jacob bufou irritado e frustrado pela rejeição da amada, era a primeira vez que ela o renegava. O moreno se incomodou com o ato e com a sensação amarga da rejeição. Seu corpo clamava por ela, que preferia um livro a ele.
– Ok Renesmee. – falou de má vontade, mas a loira estava tão concentrada na leitura que não notou o tom ríspido do amado. – Quando você terminar sua leitura, você me avisa. – bufou ainda mais irritado quando ela somente balançou a cabeça positivamente.
Jacob imediatamente deitou na cama e deu as costas para a loira. Dormiria frustrado. Era a primeira vez na vida que ele provava o amargo gosto da rejeição, o moreno não estava sabendo lidar com essa nova emoção, ele estava se sentindo renegado pela mulher amada.
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