Notas iniciais
[Báah e Jenny] Olá! Atrasadas novamente eu sei! E novamente eu assumo a culpa (Báah), tive problemas pessoais que não vem ao caso comentar aqui hehe. Acho que a derrota de 7x1 contribuiu em tudo kkkkkkkk ‘brinks, vamos deixar a vergonha de seleção somente para o Felipão. Agradecer as lindas leitoras pelas belíssimas recomendações. -> Lu Fernandes, NessieBlack, Wilma melo e NaandaBlack. Obrigada meninas, amamos todas elas. Capítulo dedicado a vocês e lógico, a todas as leitoras maravilhosas dessa fic. Bora ler? Até lá embaixo! **BANNER** Esquerda= CLAIRE Direita= RENESMEE

TWO LIVES A DESTINATION!

O longo corredor encontrava-se vazio, ali só circulavam pessoas autorizadas. O acesso naquela parte específica da boate era controlado por seguranças fortemente armados. Nada era dito, ninguém encarava os homens que cruzavam aquela inóspita área.

Jacob e Quil ainda sustentavam os corpos de suas mulheres, que tinham pouca consciência do que ocorria ou o que ocorreu anteriormente. Seth e Embry os seguiam, sabiam que precisavam estar perto pra controlar qualquer exagero que os morenos fossem fazer. Ao final do corredor, uma porta de madeira escura — quase negra — era o que separava o local de objetivo dos homens. Lá eles teriam toda privacidade do mundo, lá eles não seriam interrompidos.

A sala Privada era extremamente espaçosa e luxuosa, ali era o escritório que os morenos mantinham na boate. Logo na entrada tinham poltronas e sofás de dois e três lugares, um enorme bar, uma grande mesa de dez lugares, que eram usados nas reuniões.

Sem qualquer cuidado eles depositaram os pequenos corpos nos sofás e seguiram para o bar em busca de uma dose de alguma bebida. Pois ao contrário delas, à bebida os acalmavam.

– Eu só quero saber quem foi que embebedou vocês? Falem. Agora! – Jacob gritou com as duas bêbadas.

Renesmee estavam ainda muito mal, não compreendia ao certo o que se era falado e nem quem falava com ela, mas tinha leve noção que conhecia os donos daquelas vozes. Já Claire estava igualmente embriagada, mas conseguia compreender um pouco do que acontecia ao seu redor, mesmo a visão ainda estando torpe, a fala enrolada e o equilíbrio nulo.

– Quiu! – a loira chama o namorado de forma embolada. – Quiu, ajuda a gente... Passando mal. – ela se esforçou pra coordenar as palavras e os morenos se esforçaram pra compreender o que era dito, já que tudo saia errado ou embolado.

Jacob e Quil estavam com ódio pelo que viam; suas mulheres embriagadas e totalmente vulneráveis. Já Seth e Embry riram assim que Claire começou a tentar falar.

– Desculpa, foi mal. Mas não deu pra segurar. – Justificou Embry para os irmãos, que só olharam com fúria pra ele e Seth que estavam rindo.

– Claire, quem deu bebida a vocês? Quem? – a voz de Quil era dura.

Os ânimos estavam alterados, mas isso não estava levando a lugar nenhum, pois literalmente eles estavam tendo um papo de bêbedos. Os morenos estavam enfurecidos e as amish absortas a tudo. Embry solicitou que trouxessem água gelada, comida não gordurosa, suco natural e bem adoçado. Isso faria com que as loiras melhorassem um pouco, pois do jeito que estavam não iriam falar nada relevante. Era nítido que elas não estavam tendo noção alguma da gravidade em que se meteram.

A bebida, pra quem nunca bebeu e não esta acostumado, pode ser um perigo. Esse era o caso delas. Inconsciente e totalmente vulneráveis as outras pessoas, eles sabiam o que aquilo significava. Muitas vezes levaram mulheres pra cama naquele estado.

Quil era um exemplo disso, pois foi assim que conseguiu tirar a virgindade de Claire. Era isso que estava afetando eles; saber que alguém poderia ter transado com elas ali na boate.

Enquanto Quil e Jacob ficaram na sala forçando elas a comerem e beberem algo saudável, para que o momento de total inconsciência passasse logo e elas pudessem explicar alguma coisa do que havia ocorrido, Embry e Seth foram direto para sala de segurança. Era lá que ficavam todas as gravações das imagens que as câmeras registravam. Sabiam exatamente o que tinham que procurar. Qualquer indício do que ocorreu ou até mesmo o pior; se alguém havia violado alguma das amish. Conseguiram recuperar todas as imagens em que elas apareciam desde que saíram do camarote, já que aquele era o único lugar que não tinha câmeras, além é claro dos banheiros, até o momento de toda a confusão.

Puderam ver também duas lindas mulheres que havia mexido com suas cabeças, algo nelas fizeram com que eles quisessem mais do que somente aquele intenso beijo. Fizeram cópias das imagens que os interessavam e voltaram para o escritório. Com certeza estavam aguardando ansiosos em ver as imagens.

– Estão aqui as imagens. Mas acho que vocês não irão gostar do que vão ver. – Seth estende o CD para Quil que franze o cenho.

– Calma, não é isso que vocês estão pensando... Ninguém transou com elas. Mas vão entender algumas coisas. – Embry se antecipa em explicar, pois viu a fúria que brotou nos olhos sombrios de seus irmãos.

– O que você quer dizer com isso? Coloca logo essa porra Quil! – Jake estava descontrolado. Ele e Quil tinham bebido e cheirado assim que as que elas apagaram.

As embriagadas amish tinham comido e bebido um pouco do que foi trago, claro que quase a força. Logo em seguida apagaram de qualquer jeito nos sofás. Como eles não estavam com paciência e nem carinhosos, nem se deram ao trabalho de ajeitá-las melhor no sofá. Renesmee estava sentada, mas com o tronco e a cabeça tombados para o lado vazio do sofá. Já Claire estava igualmente sentada, mas a cabeça estava tombada para o braço do sofá.

Quil imediatamente colocou o CD que seu irmão lhe entregou, no aparelho de DVD que tinha na sala. As imagens começaram a passar na televisão. Ao final da gravação, tanto Quil quanto Jacob estavam surpresos com o que virão.

– Que porra toda foi essa? Eu vou matar a Claire! – Quil vociferou.

– Eu ainda não acredito no que vi. Foi isso mesmo? Elas já saíram bêbadas do camarote? – Jacob estava incrédulo.

– Ao que tudo indica, sim! – Seth respondeu sarcástico.

– Basta descobrir o porquê de elas encherem a cara. – indagou Embry.

– Será que as garotas as deixaram beberem enquanto estávamos fora? – Jacob não queria acreditar. – Foda-se! Eu vou descobrir essa porra agora. — ele levanta da cadeira e dá as costas a todos. Iria acordar Renesmee e arrancar a verdade dela nem que fosse a força, mas seu celular começou a tocar. — Pode falar. – atende seco. Ficou escutando o que diziam do outro lado da linha. — Ótimo! Estamos indo agora para ai. — encerra a ligação. Um sorriso maléfico brota em seus lábios.

– Já está tudo pronto? – Quil, que se encontrava ao seu lado, pergunta. Recebendo uma confirmação positiva do irmão.

– Até que foi rápido. – Seth se surpreende.

– E o que vamos fazer com elas? – Embry aponta paras as cunhadas, que estavam mais distantes, apagadas profundamente no sofá.

– Elas que fiquem ai. Não vão acordar por agora e nem vão fugir mesmo... Depois nos acertamos com elas. –Quil da de ombros.

– Isso mesmo. Agora é hora da diversão! — Jacob concorda maléfico. — Não pretendo demorar mesmo... Borá lá! — chamou os outros, se encaminhando rumo à saída do escritório.

– De qualquer forma, vou trancá-las aqui dentro e levar a chave conosco. – Quil explica.

– Neurótico. – Seth caçoa

– Num fode! – retruca.

Os morenos deixaram a luxuosa sala, passando a chave na porta e trancando suas mulheres lá dentro. Deram ordens extremas para que ninguém entrasse ou saísse daquela sala, e que ignorassem qualquer coisa que ouvissem lá de dentro, inclusive pedidos de ajuda.

Seguiram direto pra saída da boate, a festa continuava a todo vapor, mas os anfitriões há muito deixaram de se divertir. Ninguém mais da família estava ali, todos estavam cuidando dos problemas que arrumaram naquela noite.

Os quatro saíram pela porta lateral da boate, lá era mais discreto, entretanto uma cena prendeu a atenção de dois dos homens. Duas lindas mulheres, uma loira e outra morena, faziam sinal para um taxi. Elas rapidamente entraram no veículo, que logo deu partida. Elas estavam distantes o suficiente para escutar as vozes que as chamavam, Seth até tentou correr pra alcança-las, mas foi em vão.

– O que foi que aconteceu? – Quil pergunta confuso ao observar o que ocorria.

– As minas que conhecemos... Acabaram de sair. – Embry fala com os irmãos sem dar muita atenção. Ele ainda estava preso à imagem do taxi que se afastava.

– Ah porra! Amanhã vocês comem elas. – Jacob fala com indiferença.

– Esse é o problema. Nem os nomes sabemos, quem dirá o telefone. – Seth fala com pesar.

– Garotos! Ainda tem muito que aprenderem. – Jacob debocha dos caçulas, arrancando uma gargalhada de Quil.

– Num fode, caralho! –Embry grita com raiva os irmãos. Ele estava com raiva de si próprio por ter se sentido tão mexido com o beijo que nem ao menos se lembrou de pegar um simples telefone, nem mesmo o nome sabia da loira que mexeu com suas estruturas.

–Vamos logo, temos pendências a resolver. – Quil sorrir com escárnio.

Todos concordaram, seguindo direto para o estacionamento que ficava nos fundos da boate. Foram somente no carro de Embry, que dirigia rapidamente pelas ruas de New York. Dez minutos depois, chegaram ao tão conhecido lugar, sendo recebidos como de costume.

– Está tudo pronto pra festa? – Jacob pergunta com sorriso diabólico na face.

– Claro! – Brandy responde prontamente. – Foi tudo feito com cautela, não deixamos rastro. Já demos cabo do carro... Tudo como de costume. Será como se eles tivessem desaparecido da face da Terra! – finalizou.

– Perfeito e eficiente como sempre. Depois te recompensaremos muito bem! – Quil fala já entrando no depósito da fábrica.

Brandy sorri satisfeito, ele sempre era muito bem recompensado. Sem contar que a amizade que construiu com os patrões era verdadeira, faria até se fosse de graça.

– E onde estão os vermes? – Embry pergunta.

– Lá no porão. – Brandy diz, já se direcionando para o local. Seus patrões o seguiam. – Conseguiram descobri tudo que aconteceu com elas? Eu só vi um pouco antes da parte da confusão começar em diante. – explicou-se.

– Sim! Já vimos às gravações. Eles vão pagar com a vida por ousar tocar em nossas mulheres. – Jacob diz com ódio. Cenas dos homens tocando e bolinando o corpo puro de sua esposa passa por sua cabeça. As imagens da gravação ainda eram vividas em sua mente. Com Quil não era diferente.

– Veja só o que temos aqui! – Seth sorri com sarcasmo. Três homens estavam diante deles.

Eles encontravam-se amarrados e vendados. Estavam assustados e não compreendiam o que estava acontecendo.

Depois que arrumaram confusão na boate, sendo surrados e expulsos, decidiram que já bastava de confusão pela noite e seguiram pra casa. Mas em uma rua mais deserta, seu carro foi interceptado por outros quatro carros. Homens com os rostos cobertos por toucas ninjas e fortemente armados ordenar que descessem. Sentiram forte coronhada nas cabeças e apagaram. Quando acordaram não sabiam onde estavam.

– Nunca ensinaram pra vocês que não se deve tocar o mexer no que não os pertencem? – Embry pergunta debochado. Quil e Jacob tiravam as camisas e se preparavam para seus acertos de conta.

– Linda a loira em que você colocou as suas mãos imundas não é mesmo? Porém, aquela loira pertence somente a mim, só eu posso tocar aquele corpo e desfrutar de seus prazeres. Você a sujou e pagará por isso. – Jacob cuspiu cada palavra com fúria.

– Mas não antes de sofrerem bastante. – Quil ditou com raiva, sua visão estava tingida de vermelho. — Você será o primeiro seu merda! – Quil puxou o homem negro. Ele tinha sido o que mais ousou e abusou nos toques em ambas as loiras.

Quil e Jacob começaram a espancar o homem, que não parava de gritar por clemência. Os morenos tinham em suas mãos “soco inglês”. Não machucariam seus ossos dos punhos com aqueles merdas. Sem contar que o estrago era bem maior e mais doloroso.

Não demorou muito e logo o homem caiu desmaiado. O rosto estava desfigurado, banhado em sangue. Ele respirava fracamente, mas ainda estava vivo.

– Podem tirar esse verme daqui. Joguem esse resto de merda no forno e queimem-no vivo. Com certeza ele ainda sofrerá um pouco mais antes de morrer. – Jacob ordena. Sendo obedecido por seus homens de imediato.

Imediatamente caminharam para os outros dois homens, que ainda estavam amarrados, mas as vendas haviam sido tiradas de seus olhos. Eles observaram com pavor o amigo sendo espancado e sendo retirando pra morrer queimado. Eles tinham se urinado de tanto medo. Não eram nenhuns santos, já tinham abusado de várias mulheres bêbedas, mas pela primeira e única vez, deram azar de cruzarem com as mulheres erradas.

Nem mesmo todos os pedidos desesperados por clemência, foram suficientes para serem poupados. Jacob e Quil só parariam quando acabassem de vez com quem ousou tocar em suas mulheres. Suas visões só enxergavam vermelho sangue, só voltariam ao normal quando o último caísse na inconsciência.

Eles foram rápidos, o ódio que dominou suas emoções. Seth e Embry somente observaram não se meteriam naquele acerto de contas.

Quil e Jacob tomaram uma rápida ducha no vestiário da fábrica. Trocaram de roupas, pegando umas que ficavam de reserva. Queimaram suas antigas roupas ensangüentadas, junto com os corpos dos três homens. Não poderiam deixar nenhum vestígio. Ordenaram que o lugar onde os homens foram espancados fosse limpo como de costume, com produto específico pra eliminar qualquer resíduo de sangue.

Deixaram o depósito da fábrica e seguiram rumo à boate novamente. Entraram pelos fundos, não queiram ser vistos por ninguém. Tudo demorou apenas uma hora. Cruzaram rápido o corredor luxuoso e restrito da casa noturna.

– Acorda porra! – Quil sacudia bruscamente o corpo de Claire. – Acorda e comece a explicar que merda toda foi essa.

– Anda Renesmee, levanta daí também. Já passou da hora das explicações. – Jacob também sacodiu a esposa.

As loiras abriam os olhos com dificuldade, não entendendo o que ocorria. Elas não se lembravam de absolutamente nada. Só lembravam vagamente de beber a bebida de gosto forte e ruim e começarem a se sentir muito estranhas e saírem à procura dos rapazes. O resto era um apagão.

– Onde estamos? – Claire perguntou baixo. Ela ainda estava embriagada, mas estava levemente mais consciente.

– Vocês não têm o direito de perguntarem nada aqui. – Quil a cortou grosseiramente. – Só responde o porquê beberam. – gritou mais alto, assuntando as loiras.

– Jake! – Renesmee chamou chorosa. Ela ainda estava muito bêbada, mais do que Claire.

– Explique-se agora! – Jacob que gritou dessa vez. As loiras ficaram com tanto medo que chegaram a se encolher no sofá.

– Nós só queríamos ficar iguais às outras garotas. Todo mundo deixou a gente, ninguém queria ficar ao nosso lado. Estávamos chatas. Dai decidimos beber aquela coisa ruim que deixa todo mundo alegre, assim vocês iam gostar de ficar ao nosso lado. – Claire se esforçava pra falar, mas o choro sentido era compulsivo. Mais um efeito da bebida.

– Nós só queríamos que vocês gostassem de ficar ao nosso lado. Só queríamos ser vista como as outras. – Renesmee disse com muita dificuldade, as palavras saiam emboladas e destorcidas. Ela estava ainda muito bêbada e grogue.

Imediatamente o entendimento passou nos olhos dos morenos. Isso amenizou o ódio que sentiam, mas não os extinguiu. Seth e Embry prenderam o riso, Quil e Jacob suavizaram a fúria. Elas queriam ser como as outras? Então elas seriam! – pensaram -.

Sem dizer uma só palavra Quil e Jacob pegam suas mulheres e saíram rapidamente do escritório. Os caçulas gargalhavam com a cena, sabiam exatamente que castigo as loiras teriam.

– Bora voltar pra festa? Já está tudo resolvido aqui. – Embry chamou o primo.

– Só se for agora. –Seth responde deixando a sala, sendo seguido pelo primo.

Eles ainda tinham uma boa parte da noite para aproveitarem, sabia que seus irmãos e amigos estavam “castigando” suas mulheres. Eles não fariam diferentes, só que seria com qualquer uma. Porém naquela noite pensariam em dois rostos específicos!

TLAD

O carro estacionou bruscamente na propriedade. A madrugada estava gelada, não como a do inverno, mas o vento era frio da primavera.

Renesmee veio o caminho todo com a cabeça escorada no bando do passageiro e com os olhos fechados. Seu senso de estabilidade ainda estava muito nulo e a cabeça rodava sem parar.

Jacob desceu e abriu a porta do carro segurando firme no braço da loira.

– Anda! Desce logo. – disse grosseiro. Ele não estava com a menor paciência. Renesmee o havia deixado louco aquela noite e se ela queria ser como as outras para agradá-lo, ele mostraria a ela que não era tão fácil assim. – Renesmee caralho, desce! – gritou a puxando para fora do carro. Ela abriu os olhos com dificuldades e desceu cambaleando, sem forças alguma em suas pernas se apoiou em Jacob que segurou no outro braço dela deixando-a estável. – Olha só pra você, sequer consegue parar em pé! Vamos entrar. – disse puxando-a consigo rumo a entrada da mansão.

Renesmee estava sem os saltos, Jacob havia retirado antes de entrarem no carro. As pequenas pedrinhas incomodavam seus pés expostos e ela gemia em reprovação enquanto ele a puxava.

Abriu a porta em um rompante, segurando a mulher pelos braços Jacob a jogou para dentro da mansão. Ele não estava também em seu estado normal, a bebida já tinha alcançado o seu pico junto com a droga que consumiu a pouco tempo atrás.

Renesmee caminhou trançando as pernas e se apoiando na parede. Sentiu ser jogada, mas não entendia o porque ela “precisava” ser empurrada.

O moreno fechou a porta com um chute, o que causou um tremendo barulho, assustando a loira.

– Está assustada? Agora está assustada Renesmee? – perguntou sarcástico se aproximando dela. Enquanto ele se aproximava ia retirando o cinto da calça e abrindo os botões da camisa. – Então você queria ficar como as outras garotas, não é mesmo? – sorriu de canto – Sem problemas – passou a língua no pescoço da loira que ainda estava encostada na parede – Só que agora, eu irei lhe mostrar como é que eu trato as outras. – cuspiu as palavras no mesmo momento em que a sua mão direita foi para a barra do vestido onde ele puxou com força o tecido para cima o rasgando um pouco.

A boca diretamente no pescoço de Renesmee fazia um estrago. Pois Jacob o chupava e mordia com força, sem quaisquer controle. Ele a trataria ali naquela noite não como a sua mulher, com amor e carinho e sim, como uma qualquer a quem ela queria ser igual.

Só que havia uma diferença enorme em tudo aquilo. Claire quando disse que queriam ser iguais as outras garotas, foi no sentido de se enturmarem, mas para Jacob e Quil o sentido foi totalmente o oposto, sendo que eles também estavam a mercê da bebida e das drogas.

– Já-Jake. – ela resmungou mole assim que ele segurou em cada canto do vestido o rasgando por completo.

– Calada Renesmee. Fica quietinha... Vou te mostrar como as coisas funcionam com as outras. – disse segurando no queixo da loira e apertando cada lado de sua bochecha. Ela tentava sair do aperto, mas era inútil, suas forças não estavam presentes a tempo.

Jacob a beijou com violência enquanto arrancava o resto do vestido, aliás, os trapos que ainda ficaram presos no corpo miúdo. Ele retirou o sutiã o quebrando no feixe, com certeza ficariam marcas pela violência em que foi arrancado.

O corpo mole, entregue... Renesmee não estava lúcida o suficiente para que pudesse parar com tudo, mas ela estava consciente o bastante para saber que era Jacob ali.

Ele a pegou bruscamente pela cintura apertando o corpo contra o dele e o levantando do chão. Sem saber para onde estava indo, — ele não se importava mesmo – caminhou com ela sem destino pela sala até se chocar com o aparado de canto, onde os enfeites de decoração foram para o chão se espatifando assim que ele colocou Renesmee sentada sobre a peça de mármore frio.

– Ah... Esse cheiro de wisky em você, só faz aumentar a minha vontade sobre como lhe mostrar o que é ser “as outras”. – sussurrou mordendo sem pudor o bico do seio da loira que deu um solavanco para trás pela dor. Jacob sentiu o gosto ferroso na boca, mas não parou de sugar e nem de morder.

As mão percorriam o corpo alvo com fome, como se estivessem sovando uma massa de pão, de tamanha era a força que Jacob fazia em apertar.

– Hamm. – ela gemeu. Mas não tinha como saber se era pela dor, ou por prazer. Na verdade, ele não se importava.

Subiu com beijos e chupadas até os lábios borrados de batom, onde ele mordeu e lambeu o sangue.

Uma das mãos foi para debaixo da nuca da loira, subindo e se emaranhando nos cabelos. Jacob os puxou.

– Obra os olhos Renesmee. – pediu. – Abra a porra dos seus olhos e me olhe. – ordenou bruto. Ela o ouvia ao longe e tentava compreender. – Abra! – gritou e puxou os cabelos para que ela pudesse sentir a dor e fazer o que ele pedia. Ela com dificuldade o olhou, mas não conseguia o encarar. – Escuta o que eu vou lhe dizer. Sou o único, ouviu bem? O único que pode tocar em você, seja de qual maneira for. Você é minha. – arrancou com a mão livre a calcinha de renda.

Renesmee tentou colocar a mão sobre sua intimidade e a outra tentou levar até o aperto de Jacob em seus cabelos. Mas Jacob não permitiu, ela nem mesmo sabia o que fazia. E com isso, ele continuou; retirou sua calça e abaixou a cueca Box. A camisa a muito já estava no chão.

– Já-Jake. Eu... – ela tentava falar, mas gemia ao mesmo tempo em que a língua de Jacob maltratava seu clitóris com chupadas violentas e mordidas doloridas.

– Ah Renesmee... Mesmo assim, continua deliciosa. – gemeu sobre a carne que estava vermelha e inchada.

Renesmee estava sentada no aparador, escorada na parede, sua cabeça ia de um lado para o outro. Ela sentia as sensações se apoderando do seu corpo, mas eram diferentes, eram brutas. Definitivamente estava fora de si.

Jacob deslizou um dedo para dentro dela, para verificar se estava pronta. Mesmo após tantas lambidas e chupadas, a loira não estava totalmente lubrificada. Ela não tinha coordenação pelo seu corpo, muito menos sobre suas sensações.

Aquilo irritou Jacob ainda mais.

– Olha que engraçado. – sorriu irônico – As “outras” bebem, mas sempre estão prontas. Já você... – pegou no braço dela apertando-o novamente. – Desce, desce logo. – puxou de bruços, com os braços apoiados no aparador. Chutou os cacos que estavam no chão, causando ainda mais barulho.

Sem se conter e com toda a raiva que estava dominando seu corpo, Jacob segurou na fina cintura e se encaixou atrás de Renesmee. Não haveria mais preliminares. E com toda a força ele se enterrou dentro dela em uma única e bruta estocada.

– Hum! – ela gemeu, porém soava mais como dor.

– Carinho eu dou pra minha mulher... E hoje você não se parece com ela. – sussurrou proferindo um tapa bem generoso na coxa direita da loira.

Jacob se movia com brutalidade, se retirava de dentro dela e se afundava com toda a força que podia. Era daquele modo que ele transava com as mulheres, era com toda aquela brutalidade e selvageria. Porém com Renesmee ele havia aprendido a ser outro na cama, por ela, ele sentia a necessidade de ser carinhoso, amoroso e tudo vinha fácil. Contudo, ela não a estava enxergando ali.

– Geme pra mim caralho! – gritou e mais um tapa, só que esse tinha sido na bunda arrebitada da loira que gemia, ou por dor ou prazer... Ele não sabia.

Os barulhos dos tapas e os gritos ecoavam pela casa inteira o que fez Mabelle verificar o que estava acontecendo. A jovem se deparou com aquela cena e suas bochechas na hora ficaram rubras e quentes. Ela colocou a mão a boca e saiu rapidamente sem ser vista, afinal ela só tinha ido até o arco da entrada entre a sala de jantar e a sala onde os patrões estavam transando selvagemmente. Ela correu para trancar todas as portas possíveis, para que ninguém interrompesse.

Jacob não notou a presença rápida de Mabelle, ele estava concentrado em sentir um prazer absoluto, ali, transando com a mulher que o levava a loucura em todos os sentidos. Mesmo a castigando ele se sentia realizado por estar dentro dela.

Os movimentos eram intensos, ambos os corpos suavam. Jacob gemia enlouquecido. Puxava com força os cabelos loiros, provavelmente aquilo tudo deixariam marcas explícitas no corpo da jovem.

– Você foi má Renesmee... Humm! – gemeu – Muito má. E está pagando por isso. – se inclinou e mordeu o ombro exposto.

– Jake... Eu... Ai! – ela conseguiu dizer, ou melhor, sussurrar após um tapa. Sua bunda ardia, mas ela não compreendia o porquê ardia.

Jacob estava quase chegando ao seu ápice, quando se retirou de dentro dela e a virou de frente, empurrando o corpo completamente vermelho, cheio de marcas contra a parede fria.

– Vou te foder toda Renesmee... – ditou mordendo o pescoço da loira que tombou a cabeça para o lado. Ele a pegou no colo, sem parar com as caricias brutas e a levou para o quarto, terminaria o que começou lá, na cama, com ela toda aberta e exposta a ele.

Deitou o corpo sobre o colchão e sem esperar por nada, se pos entre as pernas onde ele as levantou e colocou em seu ombro. Novamente se enterrou nela com força. E os movimentos foram ainda mais incisos e fundos devido à posição que estavam. Jacob não precisou de muito para gozar, e com o líquido quente se derramando dentro da jovem ele apertou a cintura dela.

– Ah! Delícia! – gemeu.

O membro ainda duro, pulsava. A droga o ajudava a não “amolecer”, ele estava mais elétrico do que nunca.

A loira deitada sobre o colchão se remexia sem muito sucesso, ela queria falar com ele, queria saber fazer alguma coisa naquele momento tão confuso para ela devido ao seu estado.

Jacob a olhava com raiva, o sentimento existia mais forte por ela, mas a raiva por toda aquela noite era ainda maior. A cena daqueles homens aproveitando dela pelo seu estado o deixava em perfeita fúria.

Ele caminhou até o seu closet e em uma caixinha de madeira retirou um pequeno frasco de lubrificante. Voltou para onde Renesmee estava e a colocou de bruços.

– Prometo que não vai sentir nada Renesmee... Mas as “outras” sempre me davam isso. – disse ironizando. A todo o momento Jacob fazia questão de frisar as “outras” se referir a Renesmee como tal. Justamente pelo modo de pensar da loira e a ter levado a tamanha idiotice.

Jacob passou o lubrificante por todo o seu membro e também sobre o ânus da loira. Jogou o frasco longe e se encaixou bem atrás... E estava indo até que com cuidado, tendo em vista que ela jamais havia feito sexo anal, mas Jacob não estava acostumado a ser cavaleiro em sexo anal devido às mulheres com quem ele transava sequer necessitavam de lubrificantes.

Renesmee agarrou os lençóis, estava sentindo um desconforto, ela só não conseguia identificar o porquê daquele desconforto doloroso.

– Jake! – gemeu nítido em dor. Seu corpo caiu sobre o colchão, ela não estava agüentando mais nada.

Jacob ficou furioso, mas também se sentiu mal em tentar fazer aquele ato sem o consentimento de Renesmee. Estaria passando demais da conta da sua lição.

Deu um tapa fervoroso nas nádegas expostas.

– Esse rabo não me merece hoje. – disse e se levantou. Endireitou o corpo da loira a colocando novamente de barriga para cima. Sua vontade dela aumentando cada vez mais... Mas já havia dado o seu recado. Ela não conseguia manter os olhos abertos e se encolheu como um feto puxando os lençóis.

– Eu queria mesmo acabar com você esta noite Renesmee. Mas acho que já é o suficiente. Não quero foder com uma morta! – ele ironizou pelo fato dela quase não conseguir abrir os olhos. Deu de ombros a deixando sobre a cama, exposta. O corpo completamente marcado pelo violento sexo há minutos atrás, os lábios marcados pelo sangue e inchados, assim como o mamilo de um de seus seios, marcas de dentes pelo corpo pequeno estavam começando a rochear, os tapas tinha cravados os dedos da enorme mão morena, mas ele não reparou em como Renesmee havia ficado, aliás, tudo iria piorar quando as marcas se formassem por completo em cada parte do miúdo corpo. Ele não dormiria com ela, não enquanto ela ainda estive como as “outras”. Rumou para o quarto de hospedes onde encheu a banheira e mergulhou em seus pensamentos e frustrações daquela terrível noite.

TLAD

Quil segurava firme o corpo de Claire junto ao seu enquanto o elevador subia andar por andar ate. Chegarem à cobertura do moreno. Ele optou por levá-la para seu apartamento, sabendo que lá poderia usar e abusar de suas artimanhas sem ninguém interromper, já que ele era dono dos dois apartamentos abaixo o da sua cobertura.

O som do elevador anunciou a sua parada. Quil puxou a loira com selvageria ele não estava muito paciente.

– De va-vagar Quiu... Ou eu "vô" cair. — a loira tentava protestar. Porém Quil não lhe deu atenção, abriu a porta do apartamento e a jogou para dentro. Claire caiu de joelhos e começou a gargalhar, efeito da bebida.

– Isso gata. Ri enquanto pode, seus minutos estão contados para chorar. — fechou a porta e passou pela loira sentada no chão rindo e foi colocar as chaves sobre a mesinha. Quil não estava preocupado com Claire, naquele momento ele queria preparar o castigo de sua mulher e o seu divertimento. Não que fosse fazer algo que deixasse de beneficiá-lo.

Entrou em um de seus quartos de hospedes aonde a cama tinha um colchão d'água, foi até o armário perto da penteadeira e de lá tirou uma maleta de madeira. Na fechadura havia um cadeado minúsculo, onde Quil inseriu uma pequena chave abrindo-o e o jogando para longe. A maleta estava repleta de brinquedos que ele não usava há anos. Comprou tudo aquilo quando ainda se relacionava com Vivi, uma garota muito fogosa que o ensinou a ser um perfeito dominador, levando em conta que ela só transava sendo submissa. Logo após o término com Vivi ele achou melhor não se desfazer de nada, um dia aquelas tralhas seriam úteis e para Quil aquele era o momento perfeito para usá-las.

Com um par de algemas em mãos, o moreno voltou até a sala para encontrar Claire, ela não estava mais no chão e sim sentada de maneira grotesca na poltrona.

– Hum. Pelo visto esta conseguindo se rasteja. Isso é bom! — sorriu maléfico — Até mesmo porque hoje você ira se rastejar ao meu prazer. Agora lrvante-se! — gritou a assustando. Claire parou de sorrir.

– Hãhãn! — balbuciou se negando com a cabeça. — Ok! Não vai por bem, então irá como eu gosto. — disse a pegando pelos braços e os colocando a frente do corpo. Algemando os pulsos da loira que franziu o cenho sem entender o que era aquilo em seus pulsos. A algema era protegida em uma camada de plumas pretas. Quil a arrastou para o quarto a puxando pelas algemas. Claire andava como podia. Ele a jogou sobre o colchão d'água e ela ficou se mexendo de um lado para o outro conforme o balanço do colchão. Claire não pode segurar a gargalhada o que enfureceu Quil que a puxou pelos cabelos.

– Ai! — prostestou com um bico.

– Chega dessa sua risadinha de bêbada descontrolada. Hoje você será a minha vadiazinha. — ditou e lambeu o rosto da loira jogando a cabeça dela de qualquer jeito no colchão.

Por mais que estivesse ainda sobre o efeito da bebida Claire se sentia sonolenta e ainda algemada se aconchegou no colchão fechando os olhos.

– Mais que porra é essa? — perguntou olhando a loira dormir. Quil havia ido ao banheiro brevemente deixando suas roupas por lá, estava somente de box preta. — Você não vai dormir gatinha... Pelo menos, não agora. — sussurrou e se aproximou de Claire soltando as algemas.

Buscou outro par de algemas na maleta e prendeu cada pulso da loira a cabeceira de ferro da cama. Ela dormia inconsciente.

– Eu disse que essa cama um dia me seria favorável. — sorriu a vendo algemada. Retirou o vestido dela o rasgando ao meio, assim junto com a lingerie. — Que pena! Gostei dessa calcinha.

Claire estava dormindo, algemada, bêbada e completamente nua. O moreno sorriu por vê-la tão exposta, era ainda melhor do que Vivi. O castigo estava se tornando divertido para ele.

Quil começou a beijar a pele do pescoço de Claire na tentativa de acordá-la, em seguida foi para os lábios que ainda tinha um forte gosto da bebida, porém ela não acordava, somente se remexia o que deixou o moreno enfurecido, pois nem as carícias com as mão na pele branca estava despertando a loira. Ele então se levantou e foi até a lavanderia pegou dois baldes e os encheu com água bem gelada e não satisfeito os encheu de gelo para garantir total frieza do líquido.

– Era pra ser divertido Claire, mas você não colabora. — disse indo para o quarto com os baldes. Assim que chegou ele disparou o primeiro jato de água sobre o corpo quente e nu em cima da cama. Claire abriu os olhos imediatamente assim que sentiu o banho de água extremamente gelada sobre seu corpo quente. Ela tossia e tremia de frio.

– Quiu... Frio... A-ajuda! — disse mole sem muita coordenação, pois seu queixo tremia. O moreno ria maléfico vendo aquela cena. Claire tremia e se remexia tentando se soltar das algemas. Os olhos quase se fechando novamente.

– Acorda porra! Quer beber como puta? Então segure as pontas como uma... Elas não dormem! Sempre dão conta do recado — gritou enlouquecido jogando mais um balde de água no corpo exposto.

– Quil! — o grito da loira após tossir saiu alto e claro. Ele moreno sorriu, ela estava acordada.

– Boa menina. Agora vou lhe mostrar o que é que o seu gatinho aqui faz com as garotas de porre! — ameaçou subindo em cima da cama e sobre o corpo da loira.

– Não. “Num” que-quero... Frio... – balbuciava enquanto ele começava a lamber o seu corpo.

– Shh. Logo vai ficar quentinha. – mordeu a coxa alva.

Ele começou pelas pernas, traçando beijos, lambidas e mordidas por toda a extensão das pernas esguias, — Claire se remexia, afinal, suas pernas estavam livres – subindo até a sua intimidade onde circulou com a língua a região da pélvis e continuou subindo, pela barriga lisa indo até os seios. Brincou com os mamilos os rodeando com a língua ao mesmo tempo em que retirava sua Box revelando o membro duro.

Os beijos sobre o corpo se intensificaram assim como as mordidas e lambidas, Quil não estava sendo gentil, estava matando a sua fome de uma boa submissa. Nunca imaginou ver Claire naquela situação e queria mostrar a ela quem era o seu dono. Jamais em hipótese alguma ele permitiria que qualquer outro homem a tocasse, seja ele quem quer que fosse.

– Hum! – ela gemeu assim que o moreno começou a estimular seu clitóris com os dedos em movimentos circulares, o corpo alvo já não tremia tanto. Tinha uma mínima consciência, o suficiente para saber o que Quil fazia.

– Tá gostando não é? Eu sabia que ia. Mesmo assim, toda exposta aO meu bel prazer. Você é safada Claire, lá no fundo você sabe que merece ser castigada. – sussurrou no ouvido dela e mordiscou o lóbulo da orelha. – Mas o meu castigo, será a sua tortura.

Ele queria castigá-la de um modo prazeroso, a levando ao céu, mas sem deixar que ela alcançasse as estrelas.

Quil usou e abusou de sua boca no corpo dela, assim como as mãos passeavam livres por toda extensão do belo corpo.

Claire sentia tudo o que estava rolando; cada beijo, cada carícia a estava enlouquecendo. Ela esfregava uma perna na outra tentando aplacar as fisgadas que sentia em seu baixo ventre. Seu corpo não estava mais frio devido ao banho de água gelada. Estava quente, pulsando e querendo sentir muito mais, porém Quil judiava não a deixaria chegar ao seu orgasmo.

– Está louquinha não é? – gargalhou – Ficará ainda mais. – piscou para a loira que se remexia sem conseguir dizer uma palavra sequer. Ele abriu as pernas da loira e enterrou sua língua em sua intimidade. Lambendo, chupando e mordendo toda a carne rosada. O gosto era único e ele aproveitava ao máximo, mas assim que começou a sentir pequenos espasmos – sinal que ela estava perto de seu ápice – Quil parou o que fazia e encarava a expressão frustrada da loira.

– Por-por favor... – implorou esfregando as pernas.

– Só uma pessoa irá gozar essa noite Claire. E lhe garanto: não será você! – dito isso Quil se levantou e se sentou na beirada da cama, ele alisava todo o corpo dela com uma mão e com a outra ele se masturbava gemendo bem próximo ao ouvido dela. – Você quer ele Claire? Quer ele lhe fodendo todinha? Hum... – gemia sorrindo.

Ela estava torpe, tanto pelo efeito da bebida quanto pela sensação deliciosa que estava sentindo. Talvez transar bêbada fosse ainda mais prazeroso. Ela só queria ter forçar e coordenação suficiente para poder fazer acontecer. Era cruel demais não chegar ao fim.

Quil parou de acariciá-la por um tempo e ficou no meu de suas pernas, ele apenas brincava com a pouca sanidade da jovem. Colocava somente a glande e retirava... Foram longos momentos assim e toda vez que sentia que ela iria gozar ele parava. Até que ele não agüentou toda aquela brincadeira e gozou na barriga lisa, espalhando todo o seu líquido pelo corpo nu.

Estava louco para se afundar nela e fazê-la gemer alto, implorando por mais, mas não daria esse gosto a ela, porque sabia que uma vez dentro ele não iria parar quando sentisse que ela estaria gozando, mas teve uma idéia. Um jeito o qual ela não fosse gozar, pelo menos, não na primeira vez.

Quil retirou as algemas dela e a virou de bruços, Claire implorava apenas com balbucios para que ele não fizesse mais, ela estava agoniada com aquela tortura. Queria senti-lo todo até o fim.

– Nada disso gatinha! Meninas más não têm o direito de gozar. Agora tenta empinar essa bunda gostosa pra mim. Que hoje vou te mostrar quem é o dono desse corpo. – proferiu um tapa generoso na bunda da loira que gritou.

Claire tentava ao máximo coordenar seu corpo o deixando da maneira que Quil pediu, estava complicado para ela, mas os tapas vinham cada vez que ela relaxava o corpo.

O moreno foi até a maleta e pegou uma mordaça com uma bola vermelha no meio, voltou e colocou em Claire. Ela sacudia a cabeça tentando se livrar do aperto enquanto Quil colocava o “brinquedo” nela, mas ele lhe puxou fortemente os cabelos e ela foi vencida.

– Isso é pra você morder quando sentir a dor. – beijou a bochecha da loira.

Além da mordaça ele pegou um frasco e passou em todo o seu membro que se mantinha como um mastro. Voltou e bateu na bunda dela novamente para que ela se empinasse.

O líquido era um lubrificante, para sexo anal. Mas era um produto novo, ele esquentava quando estava dentro e dava um ar de frescor quando o membro estava fora. Ele adorava usar aquele lubrificante.

Passou por todo o local que ele iria “habitar” da loira, inclusive, introduziu dois dedos em sua intimidade somente para que ela sentisse a quentura do líquido.

Claire se remexia e cada vez que abaixava o quadril recebia um tapa.

– Gatinha. Assim vou ter que te amarrar pra ficar no lugar. Não quero assar teu rabo com tapas, quero lhe assar lhe fodendo! – falou já se posicionando atrás da loira que estava ficando um pouco mais consciente.

Quil colocou a glande no ânus de Claire, segurando na cintura dela ele foi introduzindo devagar, bem lentamente. Ele só conseguia ouvir os grunhidos dela, já que a amordaça com a bola não a deixava gritar.

– Apertada! Gostosa! – gemeu e sem mais nenhum cuidado ele a estocou com força. A dor foi tanta que a loira caiu com o peito para frente, a cabeça afundou-se no travesseiro e as mãos apertaram os lençóis. Com toda a certeza ela teria gritado pelo ato, mas não pôde, então somente grunhia. – Hum... Eu te pego do jeito que eu quero Claire, você é minha. Teu corpo é meu... E essa sua estúpida atitude de beber me irritou muito, mas também me beneficiou. Porque quando estiver sã, irei querer mais desse rabo apertado. – ele riu e se mexeu um pouco dentro dela. Queria que ela se acostumasse.

Começou com pequenos movimentos e endireitou o corpo da loira, até que os movimentos foram ficando mais intensos, ela tentava gemer, gritar, mas não podia. Contudo, estava até gostando daquela dor incômoda.

Quil estocava com vontade, puxando o quadril da loira com toda a força que podia para seu encontro, até que se derramou todo dentro dela.

Tanto Renesmee quanto Claire obtiveram uma lição, porém, eram maneiras bem diferentes de se castigar alguém.

Quil saiu de dentro da loira e retirou a mordaça, a deixando caída de bruços sobre a cama. Os olhos apertados pela dor que sentia, mas não tinha forças alguma para se levantar e protestar por algo.

Ele a deixou da maneira que estava. Nua, no colchão d’água molhado... Não a ajudaria. Era uma lição e esperava que tivesse entendido. Aproximou-se bem perto ao rosto dela e sussurrou:

– Eu mando aqui Claire! Eu faço o que eu quero e quando quero. Se eu disse goza, você goza! Se eu não quiser... Bem... Ai você fica assim. – apontou para o corpo dela. Uma lágrima solitária escorreu pelo olho ainda fechado da loira, Quil capturou a lágrima com um beijo. – Não chore baby, você ainda vai querer fazer muito mais disso comigo. – disse gargalhando e saiu para um banho quente e relaxante em seu quarto.

Deixaria Claire se virar, ela havia passado dos limites. Não precisava provar nada a ele, Quil já havia dito que gostava dela como ela era e esperava que dessa vez ela entendesse já que viu que a vida de uma garota bêbada e puta na cama dele sofre e se sentiria privilegiada pelos carinhos que ele lhe oferece.

TLAD

O corpo nu sobre a cama estava coberto por um fino lençol de seda. Ao lado da cama um hobbie era a única coisa que zelava pelo sono da amish. O sol batia na janela semi-aberta com leveza, os primeiros raios ainda estavam tímidos.

Renesmee abriu os olhos com dificuldades, a cabeça doía com uma força descomunal, latejava como se milhares de borboletas fizessem arruaça dentro de um pequeno vidro clamando pela liberdade.

A loira levou a mão até as têmporas massageando, o corpo tremeu por estar nu, o lençol havia caído assim que ela se sentou na cama, revelando os seios nus. Uma dor invadiu seu baixo ventre assim que se sentou. Um dos seios estava com o mamilo levemente cortado e dolorido. Pelo corpo, marcas roxas de chupões e alguns arranhões desfiguravam o belo corpo miúdo de Renesmee.

– Meu Deus! – clamou. – Que dor horrível.

Ela não se lembrava de absolutamente nada, somente alguns pequenos flashs da noite passada invadiram sua mente assim que sentiu o cheiro horrível daquela bebida impreguinada em seu corpo.

– A bebida... Claire! – disse se lembrando da última coisa bem nítida; ela e Claire tampando seus narizes e bebendo aquele líquido fedido e ruim e logo depois passando mal. Imagens de Jacob a sua frente e vozes ao longe também era tudo o que a loira conseguia. – Jake. – chamou baixo, mas ninguém respondeu. Ela rolou os olhos pelo quarto e notou não estar no quarto que dividia com o marido. Ao lado ela viu o hobbie e o vestiu.

Cada passo era torturante, o corpo completamente dolorido, seu baixo ventre fisgava pela dor, o roçar do tecido no mamilo ardia muito. Sentiu a boca inchada e se olhou no espelho. Assustou-se quando viu o lábio cortado e inchado, marcas roxas de dedos em seus braços e pulsos, os cabelos desgrenhados. Achou um elástico de cabelo e foi penteá-los, mas a dor em seu couro cabeludo não permitiu. Ela resolveu apenas amarrá-lo.

Estava assustada, será que aquela bebida havia causado tantos danos assim? Ela não tinha respostas, rapidamente e como pôde saiu do quarto a procura de Jacob, mas ele não estava mais no quarto deles, onde foi o primeiro lugar em que ela foi procurar.

Desceu as escadas pé ante pé devida as dores que sentia e se deparou com Mabelle limpando diversos cacos espalhados perto do aparado.

– Bom dia senhora Renesmee, a senhora está bem? – perguntou a mulher horrorizada. Mabelle tinha visto o que havia acontecido, mas não sabia que tinha causado danos a patroa, porém ela não comentou nada. Não era da sua índole se envolver nos assuntos dos patrões e ela queria apagar o que havia visto noite passada.

– Bom dia Mabelle, eu acho... Acho que estou. Você viu o Jake? – perguntou, ela queria entender o porquê dos cacos, mas queria primeiro se sentir segura nos braços do marido.

– No escritório senhora. Ele se levantou cedo.

– Obrigada! – agradeceu e foi até onde Mabelle indicou.

Quando chegou, a porta estava semi-aberta, Jacob estava sentado atrás da enorme mesa e os olhos focados em um notebook.

– Jake. – chamou empurrando a porta lentamente, mas ele não respondeu. Sequer a olhou. – Oi. – ela sorriu tímida, não queria atrapalhar, só queria saber o que havia acontecido, mas ele não a olhava. – Jake está tudo bem?

Ouvir aquela voz doce por um momento o trouxe tranqüilidade, mas seus olhos ardiam em ódio pelas imagens que via. Jacob havia levado para a casa o DVD com as imagens da noite anterior para analisar com calma. E toda vez que via os marmanjos acariciando o corpo da sua mulher, lhe lembrava o quanto ela havia sido imprudente naquela noite, fazendo o que fez.

– Jake. Eu queria conversar com você. Estou assustada, acordei com dor e...

– Então agora está assustada? Ontem a noite você estava super a vontade sendo acariciada não é mesmo Renesmee? – a cortou grosseiramente. Ela arregalou os olhos, não entendia o que o marido estava dizendo.

– Sobre ontem a noite, Claire e eu...

– Eu sei. Já sei de tudo e sinceramente não quero ouvir nada.

– Eu não me lembro Jake, me ajuda a me...

– Cala a merda dessa boca Renesmee. Fica quieta e vá tomar um banho. Daqui ainda sinto o cheiro de wisky podre que está vindo de você. Se queria ser como as outras, agora está recebendo o tratamento a altura. – cuspiu com ódio. – Agora vá, esse cheiro está me incomodando.

Os olhos azuis que sempre brilhavam quando via Jacob estavam cheios de água. Eles pinicavam querendo derramar toda a dor que ela estava sentindo por ouvir aquelas palavras tão duras sem nem ao menos poder se defender por não se lembrar do que aconteceu. Imaginou que ele estivesse chateado, mas não com tanta raiva.

– De-desculpe. – sussurrou saindo as pressas do escritório e subindo para o seu quarto. Mabelle se assustou com o vulto da patroa subindo as escadas totalmente desequilibrada, talvez pela dor que sentia.

Jacob levou as mãos aos cabelos frustrado. Renesmee havia passado dos limites, saber que outro homem poderia ter feito mal a ela, ou menos, ele viu outro homem a tocando. Era o que mais estava o tirando do sério, nem era tanto o fato por ela ter bebido, mas sim por ela não entender que ela não precisava ser ninguém para que ele gostasse dela, ele a amava por ser única!

– Merda Nessie! – vociferou jogando o notebook longe, o que fez o aparelho se partir em alguns pedaços.

Ele precisava dizer a ela, sabia que não poderia ficar naquela situação. Tinham que conversar e ele havia a magoado. Sentiu isso quando ela sussurrou um “desculpe”. Com muito esforço ele se levantou e foi atrás da bela jovem.

Renesmee enxugava as lágrimas tímidas que caiam de seus olhos. Estava arrumando suas roupas para tomar um banho, o corpo doía e ela sequer sabia o porque estar tão machucada.

Com tudo pronto a loira tirou o hobbie e foi para o banheiro. No enorme espelho viu seu reflexo devastado. Marcas pelo pescoço que ela não tinha visto antes, e foi pelo reflexo do espelho que ela viu Jacob, parado logo atrás dela com os olhos arregalados. E o que era uma expressão de ódio minutos atrás estava estampado o arrependimento.

– Oi. – disse baixinho virando-se para ele e tentando se cobrir timidamente.

– Nessie eu... – ele encarou cada marca pelo corpo que ele tanto amava. Toda a raiva que sentia só de imaginar alguém causando mal a ela se transferiu para ele mesmo.

Estava com ódio, raiva, nojo dele mesmo por ter sido ele o causador daquelas marcas. Os lábios rosados e bem delineados que ele amava beijar, estavam inchados e cortados. Fora todo o resto do corpo alvo lotado de manchas arroxeadas, arranhões.

Não conseguiu dizer nada, a medida que ela se aproximava lentamente ao seu encontro ele andava para trás e foi assim com uma rapidez imensa que ele deixou o banheiro, o quarto, e a mansão. Pegou seu carro e cantou pneus ao deixar a propriedade.

Jacob se sentia enlouquecido, a imagem da mulher linda que ele aprendeu a amar estava martelando em sua mente toda machucada.

– Merda! Merda! – bateu no volante assim que parou em um farol.

Ele perdeu o controle, queria puni-la, mas perdeu o controle justamente com quem ele não poderia. Queria dar uma lição sim, mas não imaginava que ele era capaz de tal atrocidade, sim! Por ela ele sentiu ter sido um monstro. Já havia feito pior com outras mulheres, mas com Renesmee não! Ele não podia.

Jacob não sabia o que fazer, saiu sem rumo tentando entender o que se passou em sua cabeça. A bebida, talvez a droga... Ele não sabia, mas de uma coisa ele tinha certeza; se sentiria culpado por muito tempo e não tinha a mínima ideia de como reparar o erro cometido.

Notas finais
[Báah e Jenny] Eita lêlê. Minha nossa senhora da bicicletinha o que foi isso? O_O Acho que o Jacob exagerou, assim como Quil. Elas beberam sim, mas eles interpretaram por outra forma. Enfim... Quero saber sobre a opinião de vocês hein. Ah!!! Antes que me esqueça, o grupo do fic no Whatsapp está bombando, quem estiver interessada, mande o contado ok! Lá falamos sobre muitas coisas, há spoileres, fotos... Muitas coisas sobre a nossa história. Ansiosa pelos comentários... ;) Nos vemos no próximo!!! * Beijinhos!