Notas iniciais
[Báah e Jenny] Helow! ;) Sei que muitas ficaram assustadas com esse atraso da fic, achando que ela se tronaria quinzenal certo? Mas não foi o que aconteceu leitoras queridas, euzinha (Báah) tive a culpa! Minha querida avósinha sofreu um acidente doméstico, e com isso tive que revesar com minha mãe no hospital. Mas graças a Deus foi um susto e ela está bem e sofreu junto conosco hoje pelo Brasil!!! Minha gente, alguém avisa o Fred pra começar a jogar bola e ajudar o Neymar? Senhor que sufoco, mas bola pra frente Brasil!!! Enfim, com todo esse ocorrido eu nem pensei em fic e em nada, somente na recuperação da minha avó. Mas vamos a fic. A fic não se tornará quinzenal pessoal, isso porque tivemos um número significativo de reviews e confesso hein, amamos cada um deles. Vocês estão muito participativas, dando opiniões, críticas, elogios. Isso nos deixou muito felizes e motivadas demais, tanto é que o capítulo ficou pronto rapidinho, só não pude revisá-lo antes. Então obrigada a todas pela compreensão e pela participação na história, estamos extremamente encantadas com cada leitora. Agradecer pelas lidas leitoras que recomendaram a fic: Nessie BLack, RitinhaSilva2, Ana Maria Feitosa e Daany. Obrigada pelas palavras! Capítulo dedicado a todas vocês leitoras que estão demais na história. Suas lindas, e as meninas que dedicaram o seu tempinho em recomendar a fic. TODAS se deliciando com mais um capítulo de TLAD. Boa leitura! ;)

TWO LIVES: A DESTINATION!

O silêncio era agonizante, só os soluços — que não conseguiam ser contidos — eram ouvidos no interior do veículo. Jacob desde que constatou que seu silêncio naquele momento estava sendo melhor recebido do que suas tentativas de justificativa, optou em se calar. Somente dirigia sem muita atenção, já que sua mente estava em conflito. Muitas coisas gritavam ao mesmo tempo, mas com toda certeza a que mais o incomodava era que havia magoado a única pessoa que não merecia tal retribuição. Estava perturbado com isso. Ele sentia necessidade de fazer alguma coisa pra melhorar aquele mal entendido, pois ele realmente não havia feito nada com Lindsay, somente havia sido pego em um momento que aparentemente o comprometeu. Porém ele tinha consciência e total certeza que jamais seria capaz de fazer nada com aquela mulher ou qualquer outra. Não enquanto Renesmee habitava sua mente, não enquanto ele estivesse consciente de que alguém muito especial o amava e que confiava nele. Porém na cabeça da amish só havia dor e insegurança.

Renesmee não conseguia parar de chorar, não estava sabendo lidar com aquela situação. Ela não sabia o que pensar ou o que fazer e muito menos como agir. Tentava desesperadamente organizar sua mente, mas estava sendo impossível. Cenas do marido sendo acariciado por outra mulher torturavam sua mente e o pior; constatar que ele gostava do que estava sendo feito.

Ela pode ser ingênua em muitos aspectos, mas conhecia as caras que ele fazia quando sentia prazer, ela já tinha causado aquela reação nele. Era horrível ter que constatar que ela jamais conseguiu ou conseguiria proporcionar aquela sensação a ele somente com toques e palavras, já que mesmo não ouvindo o que era sussurrado ao ouvido do moreno, ela sabia que aquela linda mulher falava algo que ele gostava e que criava o clima tão envolvente. Ela tinha precisado de muito mais pra ver aquela expressão. E era justamente isso que estava maltratando seus sentimentos. A loira se sentia insegura com medo, traída... Eram sensações demais que ela jamais sentiu ou precisou lidar, porém a situação exigia.

Cada vez que Jacob tentava lhe falar ou lhe explicar algo, tudo só se intensificava e a perturbava ainda mais, já que automaticamente aquela terrível cena vinha vivida e com força. Ela estava nervosa demais pra tentar se acalmar e ser racional. Precisava só ficar quieta pra tentar colocar tudo que viu e tudo que sentiu em ordem, só assim poderia ouvi-lo e conversar com ele.

O carro enfim chegou ao seu lugar de destino e assim que foi parado, a loira saiu apressada e seguiu correndo para o interior da mansão. O moreno só bufou frustrado e socou o volante com força. Tentava ficar calmo para conseguir ter uma difícil conversa, só estava pedindo aos céus que conseguisse ter paciência para tal.

Jacob seguiu para o interior da mansão a procura de sua ferida esposa. Mas não a encontrou em lugar nenhum do interior da mansão. Teve a ideia de procurá-la no Jardim, e foi depois de percorrer aquela imensidão que escutou um soluçar vindo da estufa.

Se a situação não fosse tão tensa e agonizante ele pararia para apreciar a cena, já que Renesmee encontrava-se sentada em um banco cercado por roseiras coloridas. Ela abraçava as pernas e mantinha um olhar perdido para as belíssimas flores. Era lindo de se ver, mas o rosto vermelho e inchado se destoava daquele quadro perfeito.

Jacob aproximou-se lentamente sem fazer qualquer barulho, isso era fácil pra ele, e sentou-se ao seu lado. Ela estava tão distante que nem havia notado sua presença. Com sutileza o moreno tocou em seu braço – despertando a jovem de seu mundo particular -, no qual ela havia se trancado.

– Jacob. Por favor, me deixe só por enquanto. – ela pediu com a voz quase escassa.

– Não Nessie! Precisamos conversar e nos entender. Não é nada do que você está pensando. Eu não...

– Que você estava com outra mulher e que estava gostando? – ela o cortou, não deixando terminar de se explicar. O tom não era de acusação e sim de dor.

– Nessie meu amor, me escuta. Lindsay é uma vagabunda qualquer. Eu jamais lhe trairia com ela ou com qualquer outra mulher ali. – ele tentou verdadeiramente se justificar.

– Não? – perguntou em dúvida. – E o que era aquilo pra você? O que é traição pra você Jake? – apesar da dor, Renesmee mantinha a calma pra falar e tentar entender o ponto de vista dele, Já que em seus conceitos o que ela havia visto era de certa forma, uma traição.

– Não seja dramática Renesmee! – exclamou sem muita paciência, visto que ela tentava insinuar que aquilo que tinha visto era uma traição. – O que você viu foi somente uma vagabunda tentando se insinuar e seduzir um homem casado. Não significa que eu ia ceder ou cair em seus truques. Eu lhe amo!

– Jake ela lhe acariciava... – fechou os olhos pra tentar dissipar a imagem que lhe veio em mente. As lágrimas desceram com força, sem ela conseguir conter. – E era nítido que você gostava. Isso não é traição pra você?

– Chega! Isso já esta enchendo o saco. Já te falei que não toquei, não beijei e não trepei com aquela mulher. Então eu não lhe trai! Põe isso na sua cabeça! – Jacob estava de pé e visivelmente alterado. Não adiantava, a esposa estava irredutível a tudo que ele disesse.

– Jake, por favor, me deixa sozinha. Preciso ficar sozinha pra organizar minha mente. Assim não vamos nos entender, temos formas diferentes de pensar. Por favor, me deixa pensar! – pediu praticamente suplicando. Estava ferida e precisava organizar suas idéias.

Sempre lhe foi ensinado que não se deve falar ou tomar decisões no calor da emoção. Ela só precisava daquele espaço pra se acalmar, mas o moreno parecia não querer entender.

– É isso mesmo que você quer Renesmee? – perguntou secamente a olhando nos tristes olhos, eles transbordavam dor. Por um momento sentiu vontade de abraçá-la e tirar todo aquele sentimento, mas já tinha feito tudo que achou que devia e mesmo assim a loira insistia no assunto. – Eu não sou de implorar por nada, ainda mais quando estou certo. Sendo sincero e verdadeiro. Mas já que você insiste nessa palhaçada toda de traição e quer ficar sozinha... Farei sua vontade.

Jacob, mesmo contra vontade, deu as costas e caminho rumo à saída da estufa. Ele nunca tinha vivido aquela situação, não sabia como lidar com tal coisa. Estava realmente sendo sincero em cada palavra e não conseguia compreender o porquê de tamanho drama da loira. Ele não a traiu e nem teve vontade ou intenção de fazer.

Mas antes que ele deixasse completamente o local, a voz delicada e que ele tanto amava, voltou a falar.

– Sabe Jake, meu pai sempre me ensinou que quando magoamos uma pessoa e não conseguimos compreender o porquê a pessoa esta magoada, já que temos opiniões diferentes e não vemos da mesma forma, devemos nos colocar exatamente na mesma situação da pessoa ferida. Depois disso se continuar pensando da mesma forma... Deve continuar defendendo sua opinião com unhas e dentes, por que é a verdade. – a voz era calma e nem um pouco acusatória.

O que a loira disse, pegou Jacob totalmente de guarda baixa. Ele havia parado somente pra escutar o que ela iria falar, nem ao menos virou para olhá-la. Só que cada palavra surtiu o efeito que Renesmee queria, já que automaticamente imagens dele na mesma situação que a dela, pintou em sua mente.

Jacob imaginou um homem branco. Seu possível noivo amish, com o corpo colado ao dela, a alisando e tocando. A excitando e fazendo imaginar possibilidades sexuais... A imagem era tão forte que o moreno continuou estancado na saída da estufa. O punho estava serrado e os nós dos dedos já estavam esbranquiçados. Um ódio e uma possessividade passaram pelo moreno; Ela era dele, somente dele... Ninguém além dele poderia tocá-la de qualquer forma que fosse.

Jacob fez um esforço sobre-humano pra sair daquele lugar que havia parado. Agora era ele que não conseguia lidar com suas emoções. Ele precisava sair dali ou a situação poderia se agravar em muito. A dor, antes emocional, que Renesmee dizia sentir, poderia se transformar até mesmo em física se ele continuasse a pensar no que ela havia o feito imaginar.

Ele estava irracional. Em seu modo primitivo, agressivo e perigoso. Mas não faria nada com a pessoa errada... Quem pagaria era quem merecia. Isso ele afirmou pra si mesmo.

Como uma flecha, Jacob correu pra seu carro e saiu cantando pneus.

TLAD

As mãos estavam eufóricas, percorriam minuciosamente cada parte daquele pequeno corpo. O beijo estava ficando ainda mais urgente, com saudade... Era como se quisessem se punir pelo tempo perdido.

Claire quase não conseguia respirar, principalmente depois que Quil direcionou seu corpo contra a parede da sala. Ele a degustava com fervor.

– Tira tudo! – sussurrou – Tira toda essa roupa. – o moreno estava enlouquecido e Claire não ficava para trás. Precisavam conversa, não negavam. Porém, as palavras ditas antes estavam apenas piorando tudo, ambos estavam concordando que eram melhores com outro tipo de linguagem; a dor corpos.

Claire começou a se despir como podia, em alguns dias atrás ela jamais faria isso, mas uma sensação se apossou tão gostosamente de seu corpo, a falta que sentiu de estar nos braços de Quil à fez obedecer de imediato cada ordem dada. Quil era rápido, estava completamente nu e duro. Doido para maltratar a loira de prazer.

– Hum! Deliciosa! – gemeu assim que os seios da loira começaram a ficar com os mamilos eriçados. – Vou chupá-los, vou mordê-los e não vou fazer nada com carinho. Você foi má Claire, merece ter uma lição.

A loira arregalou os olhos com a revelação de Quil, mas logo os lábios estavam abertos gemendo por ele a cada maldita mordida ou lambida que recebia em seus seios.

As caricias não eram como as outras, era mais agressiva, mais intensa. Contudo Claire estava adorando.

– Nossa! – gemeu com as mãos na cabeça após uma mordida violenta em seu seio esquerdo.

– Isso... Boa menina. Ah Claire, você é tão fodidamente gostosa que eu não agüento. – disse lambendo a barriga da loira ainda encostada na parede. Quil ficou de joelhos e abriu as pernas alvas. – Esse cheiro... Hum! Safada demais! – gemeu e levou sua boca até o clitóris da loira enquanto com o dedo ele a penetrava. – Tão molhada!

Claire se contorcia e gemia alucinada, era torturante ficar de pé sendo tão maltrata por Quil. Ele a chupava como se necessitasse descobrir o gosto que tinha por trás da pele.

– Quil... Eu... Hum...

Não precisou de muito para o moreno começar a se estimular também, porém ele queria mais. Muito mais do que aquilo. Rapidamente ele se levantou percorrendo todo o corpo curvilíneo com sua língua, até chegar aos lábios da loira. As mãos entrelaçaram a cintura dela apertando fortemente contra ele. Seu membro estava tão duro que latejava pela latente excitação.

Quil levantou Claire, o suficiente para que pudesse locomovê-la a outro lugar, o destino; sofá. Ele findou o beijo e a soltou, olhando bem a fundo daqueles olhos que brilhavam de desejo. A loira fez menção de acompanhar Quil assim que o moreno se sentou no sofá. Ela não sabia o que estava acontecendo, principalmente quando ele levou o dedo indicador até ela lhe fazendo um sinal de que “não” era pra ela o acompanhar.

Claire então permaneceu em pé, visualizando Quil se sentar no sofá e se acomodar com as almofadas, logo após ele a olhou novamente e começou a estimular seu membro que pulsava em sua mão.

– Ah Claire... Você foi má, muito má! Me deixou por um bom tempo sem atenção. – ele falou olhando para ela e fazendo movimentos de vai e vem com a mão. – Agora eu quero que você pague! Pague por ter sido tão mimada. Dê atenção a ele, mas quero a atenção que ele – olhou para o membro – merece.

Claire entendeu muito bem o que Quil estava dizendo. Sabia que um dia esse momento chegaria, mas pensou que iria sentir medo, repulsa, nojo e se surpreendeu por sentir totalmente o oposto. Ela ficou com vontade, desejo e muita água na boca, principalmente porque já havia tido pequenas “aulas” de como se portar quando esse momento chegasse.

Sem se fazer de rogada e muito menos pudica, Claire ajoelhou-se na frente do moreno, as mãos apoiadas nas coxas másculas ela lhe encarou.

– Eu fui má sim. Mas você também foi! Irei lhe dar atenção Quil, mas também irei te punir por me fazer mal estando tão longe. – disse sem nem coordenar as palavras, elas saíram naturalmente.

Claire retirou a mão do moreno do enorme membro substituindo-a pela sua, tão pequena e delicada. Com pequenos movimentos ela começou a tortura, além de estimular Quil, ela também roçava os seios na perna dela.

O homem que já estava maluco começou a gemer enlouquecidamente. Quil pendeu a cabeça para trás e acreditou quando Claire disse que também iria puni-lo.

Ela intensificou os movimentos, ele apertava as almofadas ao seu lado sobre o sofá.

– Claire, vai me matar de tesão!

Ela riu. Um sorriso que ele jamais havia visto nos lábios bem desenhados de Claire. Era um sorriso diabólico, mas com a medida certa de sensualidade.

– Ah sua safada! Chupa logo, ou eu vou te torturar depois gatinha! – ordenou, e ela como uma boa serva também do seu prazer obedeceu, porque sabia muito bem que ele poderia ser muito mau.

Com destreza a loira deslizou os lábios pela glande e foi descendo até ter toda extensão do membro em sua boca. Pensou que não conseguiria colocar algo tão grande em um espaço tão pequeno, mas parecia que foi tudo feito sob medida. Ela estava gostando. Lembrou-se de esconder os dentes assim como Rachel havia dito, porém, ela queria torturar então fez ao contrário. Assim que começou a subir com a boca ela foi arranhando o membro com os dentes inferiores.

– Porra Claire! Delícia. – gritou. Era algo surreal para Quil, aquela boca era mágica!

Ela sentiu seu ego inflar, estava conseguindo dar prazer ao extremo ao homem que amava que chegava a virar uma tortura. Decidiu não brincar mais com a sanidade e capacidade de raciocínio de Quil, pois assim que ela terminasse, sabia que ele poderia fazer pior. Começou a chupar, lamber e dar pequenas mordidas por toda a extensão ereta. Ele se contorcia e gemia rouco.

– Quero foder Claire... Quero foder a sua boca! – disse levando as mãos até os loiros e compridos cabelos dela, obrigando- a colocá-lo novamente todo dentro da boca. E logo ele ditava o ritmo. Claire subia e descia sendo guiada por ele que impulsionava cada vez mais forte seu quadril contra a boca da jovem. – Isso gatinha... Hum... Isso. Quero gozar tudo em você! – disse aumentando ainda mais os movimentos.

Claire se apoiou com as mãos novamente na coxa dele, para não perder o foco, Quil estava chegando ao seu ápice e ela queria estar pronta para não surtar quando ele gozasse em sua boca. Mais algumas investidas e o moreno estava gritando enlouquecido se derramando na boca da jovem.

– Hum... Que delícia. Engole tudo... Por ser má!

Claire não fez nada, apenas obedeceu. A adrenalina e o tesão eram tantos, que a loira sequer notou se tinha gosto ou não, ela só sentiu um extremo prazer em ter Quil dentro dela se derramando para ela.

Logo o moreno já estava levantando a amish e a colocando em seu colo, beijos, carícias, lambidas, chupadas, era o cenário ali no ambiente que era composto pelos gemidos dos dois. Rapidamente Quil já estava pronto novamente e queria fazer diferente com Claire, a levantou colocando-a de costas para ele.

– Ajoelha e coloque as mãos no braço do sofá. – ordenou. Ela fez o que ele pediu, mas joelhou-se com as duas pernas e Quil a reprovou. – Assim não gatinha. – disse pegando a perna esquerda de Claire e a colocando no chão, para que ele tivesse total visão quando ela se empinasse. – Agora sim. Perfeita e totalmente gostosa. – disse escorregando a mão pela coluna até a nuca dela, forçando-a a se abaixar.

Claire estava totalmente exposta e com muita expectativa do que vinha a seguir, já que a noite estava aberta a experiências novas. O moreno não esperou muito, abaixou-se e lambeu toda a carne da loira, fazendo com que o corpo dela estremecesse sob sua língua. Ela estava tão molhada e quente!

– Hum gostoso. – gemeu pela nova sensação.

– Tá gostando safadinha? Tá? – perguntou já em pé atrás dela e com uma mão em seu cabelo. Claire apenas assentiu, mas recebeu um puxão firme. – Diga! Quero ouvir tua voz.

– Sim. Estou. Hum... – era estranho gemer naquele momento já que havia levado um puxão em seu cabelo, mas ela gostou do ato.

– Perfeito! Agora sinta Claire. Quero que sinta tudo o que perdeu estando tão longe de mim. – sussurrou penetrando-a de uma vez ainda com a mão no cabelo da loira.

– Ahhhh! – ela gritou pelo ato não esperado.

Quil sorriu, era a vez de ele mostrar a ela realmente quem mandava naquela relação. Com a mão livre ele levou até a cintura da loira onde apertou firme e começou a estocá-la sem nenhum pudor. Era forte e rápido, ela gemia alto e até gritava quando Quil saia todo de dentro dela e a penetrava em seguida com força e muito fundo.

– Empina mais essa bunda pra mim, quero ir mais fundo. – ordenou proferindo um tapa na bunda da loira que por ser muito branca logo subiu um vergão com cinco dedos. – Isso gatinha, agora sim. Hum...

– Meu Deus Quil... Hum... Não para! – pediu com a voz entrecortada, cada vez que ela abaixava a cabeça, o moreno puxava seus cabelos.

– Quer mais é? – proferiu outro tapa. – Então implore!

– Por favor. Hum... Ah... Quil eu...

Ele se inclinou sobre ela de modo que pudesse ficar mais perto ainda do ouvido da loira.

– Safada demais, gostosa demais. Ah sua amish deliciosa e toda minha.

– Mais rápido Quil. – Claire estava adorando aquele novo modo de se amarem, era selvagem, agressivo e extremamente excitante. Sentir Quil entrar e sair em uma velocidade descomunal estava sendo perfeito de tudo que ela jamais sentiu.

– Então diga Claire, quem é seu macho? – mais um tapa. A loira gritou, não conseguia pensar, ela só conseguia sentir. – Quem é teu macho Claire? – outro tapa, só que com mais força.

– Ahh!

– Resposta errada. Quem é teu macho? – o tapa dessa vez foi ainda mais forte e Claire gritou pela ardência, mas mordeu os lábios. Não sabia o quanto agüentaria, mas estava muito gostoso.

– Você! Você Quil. Somente você. – respondeu em um fio de voz, ela estava chegando perto do seu ápice.

– Isso mesmo gatinha. Somente eu posso fazer isso. – estocou com toda a força, soltando os cabelos da loira e segurando do outro lado da cintura dela para dar ainda mais impulso.

– Hum!!!

– Somente eu entrarei aqui entendeu? – ela não respondeu estava ficando mole, o corpo estava dando pequenos espasmos. – Entendeu porra?

– Sim... Quil eu...

Com mais uma estocada forte, os dois chegaram ao seu ápice, um chamando pelo o outro. Claire sentiu o membro inchar dentro dela e Quil sentiu ser contraído pela intimidade da loira que ficou ainda mais escorregadia e quente. Ele saiu de dentro dela arrancando gemido dos dois.

A loira estava com as pernas tão moles e trêmulas que caiu sobre o sofá se ajeitando como podia já Quil ficou observando a expressão de alívio em que sua amish estava. E admitia, ela ficava ainda mais linda quando gozava.

Ainda nu o moreno se ajuntou a ela no sofá, envolvendo-a em seus braços. Era estranho a sensação protetora que ele estava sentindo, mas o cheiro dela misturado ao dele formava uma fragrância inebriante e viciante.

Claire se aconchegou no peito dele, inalando aquele perfume que somente Quil tinha. Estava muito feliz, afinal, com tudo aquilo ela entendeu que por mais que ocorra diversidades e tropeços no relacionamento, sempre irá prevalecer o sentimento, o amor. Ela então sussurrou baixinho, porém audível:

– Te amo Quil.

As palavras curtas e sinceras de Claire foi o suficiente para desarmar o homem quem estava a abraçando. Porque na cabeça dele, não era tão certo e tão fácil assim. Mas admitiu pensar mais sobre o que seria dali pra frente.

TLAD

O crepúsculo era iluminado pela vasta cortina estrelada, o vento gélido imperava naquela noite fria, mas não havia neve no chão. Com uma velocidade bem acima da permitida, o luxuoso carro cortava a deserta estrada que dava destino a uma inóspita região de New York. O caminho era temeroso, mas o moreno não o temia, pelo contrário, o conhecia muito bem. Em poucos minutos estaria chegando ao casarão tão bem conhecido.

Sua identificação foi rápida, não seria diferente, uma vez que era um dos temidos donos. Imediatamente um dos responsáveis pelo local surgiu pra recepcionar o poderoso homem.

– Jacob aconteceu alguma coisa? Não esperávamos por você essa noite. – Brandy o recebia, já que era o responsável chefe daquele lugar. Estranhou de o patrão aparecer sem comunicar, não que ele precisasse, mas era raro vê-lo por lá sem avisar de sua ida.

– Muitas coisas... Tenho um serviço pra você. – Jacob informava-o já entrando pra dentro do casarão e sendo seguido pelo fiel e confiável homem.

– Só me dá às instruções que realizo imediatamente. – Brandy falava de forma pratica e eficiente.

– Na verdade é um serviço bem fácil e rápido... Venha comigo ao escritório que já te explico. Mas antes pegue um pacote da mercadoria nova, quero usá-la. – o moreno seguiu rumo ao seu escritório e o homem seguiu para buscar o que havia sido solicitado.

Minutos depois Brandy apareceu no escritório do patrão com uma porção da nova cocaína que os The Wolf passariam a fornecer. A mercadoria era de primeiríssima linha e o moreno até o momento pouco tinha experimentado dela.

Sobre a bandeja espelhada as carreiras de pó branco foram preparadas. Com canudos de metal Jacob e Brandy aspiravam à droga á consumindo-a. Os homens se deram por satisfeitos, até porque haviam consumido uma boa quantidade da pura droga. Jacob passou as simples instruções do serviço que queria que Brandy executasse, e o mesmo saiu rapidamente pra realizar o que o chefe havia solicitado.

Jacob encheu um copo com o líquido de cor âmbar e sentou-se em sua confortável cadeira de couro negra. Enquanto degustava e apreciava a cara bebida, pôs-se a pensar em como em tão poucas horas sua vida deu uma guinada negativa. Antes estava tão bem com sua delicada esposa e agora estavam em pleno olho do furacão. Ele estava em conflito com ele mesmo; Uma parte dizia que estava certo e que não havia feito absolutamente nada demais. Outra parte gritava que estava errado e que havia a traído de alguma forma... Mas só uma absoluta certeza gritava: Lindsay era a culpada.

Jacob nunca foi homem de dá avisos, muito menos segunda chance. Lindsay sabia disso... Ela deveria de ter pensado em todas as possibilidades das conseqüências que poderiam surgir ao brincar com o moreno e confrontar ou desobedecer a suas ordens.

Batidas foram ouvidas, tirando o moreno de suas divagações.

– Entre! – ele ordenou.

– Jacob, eu já consegui as informações que você me solicitou. – Brandy entrava no luxuoso escritório e lhe entregava um papel, com as informações que havia solicitado anotadas.

– Foi rápido e eficiente. Do jeito que eu gosto. – Jacob elogiou seu eficiente empregado. Tinha conseguido todas as informações que havia solicitado em menos de 30 minutos. – Junte uns três homens de sua confiança e vamos sair.

– Claro! Em cinco minutos no estacionamento. – Brandy comunicou, saindo rapidamente do escritório.

O moreno terminou de beber seu Whisky, o virando de uma única vez. Conferiu e recarregou suas inseparáveis armas. Pegou o papel que Brandy havia lhe dado, dobrou e guardou no bolso de sua calça, em seguida deixou sua sala. Estava indo rumo ao seu acerto de contas.

Naquela tranqüila e elegante rua, dois carros um tanto quanto misteriosos, estavam parados, seus ocupantes observavam especificamente uma casa, que no momento encontrava-se vazia, mas, que mais cedo ou mais tarde seria novamente ocupada.

Já era madrugada quando um táxi parou em frente à luxuosa residência e dele desce duas lindas mulheres, que logo adentraram a bela casa. Antes mesmo de chegarem à cozinha pra comerem algo — pois estavam com fome — à campainha foi ouvida. Mesmo estranhando o horário foram conferir quem era naquela hora inoportuna, mas assim que viram através do interfone com câmera, quem era o visitante, sorriram largamente. Como eram de suas personalidades vulgares, rapidamente tiraram as roupas, ficando somente com suas provocantes lingeries e seguiram rumo à porta principal.

Depois de um pouco mais de duas horas esperando, a hora havia chegado; A Casa que antes estava vazia, agora já estava ocupada.

TLAD

Depois de passar as instruções, o moreno desceu de seu luxuoso carro e seguiu para casa que havia observado por horas. Como bom e cortes visitante tocou a campainha, não estava ligando pra hora, com certeza a moradora ficaria feliz em revelo.

Com sorriso provocante e exalando sensualidade, Lindsay abre a porta pra receber Jacob, mas seu sorriso não durou nem um minuto, pois com todo ódio o moreno arrancou-o de sua cara com uma forte bofetada. O tapa foi tão forte que levou a mulher ao chão, do canto esquerdo de seus lábios escorria sangue. Ela sentiu o gosto ferroso descendo pela garganta.

– Eu falei que você iria me pagar caro sua vagabunda. – Jacob estava alucinado pelo ódio e pelas drogas que havia usado.

– Agora deu pra bater em mulheres, Jacob? – Lindsay sorriu irônica, tentando não demonstrar o medo que sentia. Ela conhecia o moreno, e podia esperar pelo pior. Pois seus olhos estavam vermelhos e exalava ódio.

– Não Lindsay, eu jamais bateria em uma mulher. Mas você é uma vagabunda da pior espécie. E é assim que vagabunda deve e merece ser tratada. – dito com todo o ódio e nojo, Jacob pego a mulher pelos cabelos e os puxou com muita força, forçando-a olhá-lo nos olhos. – Você não gosta do Jake bruto? Aqui está ele. – ditou irônico. — Eu falei pra não mexer com minha mulher. Agora arque com as conseqüências. – Mais um forte tapa foi desferido na face dourada da mulher, arrancando mais sangue de seus lábios.

– Larga ela seu filho da puta. – Chloe que logo assim que viu Jacob esbofetear sua irmã, saiu discretamente pra buscar sua arma. Que agora apontava para o moreno. Mas antes de qualquer tiro ser dado, uma coronhada foi desferida na cabeça de Chloe, que caiu desacordada.

– Bom trabalho Brandy. Amarre essa vadia. – Jacob agradeceu o comparsa, que havia entrado sorrateiramente pelos fundos.

– Jake o que você pretende? Vai nos matar? – o desespero dominou Lindsay ao ver a irmã desacordada sendo arrastada por Brandy.

– Hoje não! – falou duramente. – Pela segunda e última vez vou te avisar; Nunca mais cruze o caminho da minha esposa ou tente atrapalhar meu casamento. Se EU quiser trepar novamente com você, será EU que irei te procurar. Lembre-se, que quem sempre mandou nessa porra foi EU e sempre será EU quem irá mandar em toda essa merda. Não quero foder você! Então saiba que da próxima vez que tentar uma gracinha pra prejudicar meu casamento ou afetar minha esposa, eu te mato sem qualquer piedade. Estamos avisados Lindsay? – o moreno que segurava pelos cabelos fortemente ao falar, deu sua última forte bofetada na cara da mulher e a largou jogando no chão e saiu caminhando rumo à saída da casa.

Linsdsay não falou absolutamente nada, já estava feliz em não morrer naquela noite.

– Ah! E antes que me esqueça: Você e a vagabunda da sua irmã têm no máximo três horas pra saírem de New York e voltar pra Califórnia. Brandy e mais alguns amigos vão acompanhá-las pra se certificar que vocês embarcaram com segurança. – Finalizou com sarcasmo deixando a luxuosa residência.

Jacob era perigoso e todos seus aliados e/ou inimigos sabiam, ele não era de dar avisos ou segundas chances. Quem fosse cruzar seu caminho e confrontá-lo, teria que estar muito seguro do que fazia. Lindsay e Chloe poderiam se sentir honradas em ter sobrevivido naquela noite. Com certeza não teriam uma segunda chance.

TLAD

Os corpos ainda estavam nus no sofá, agarrados e se aquecendo, um no calor do outro. O silêncio era perturbador para Quil porque ele não sabia o que se passava na mente de Claire. Já a loira estava escolhendo as palavras certas para não errar na conversa que se fazia necessária. Queria definitivamente entender Quil e não queria que fosse de um total desastre como antes.

Ela respirou fundo, procurando forças para começar.

– O que foi gatinha?

– Quil, sei que foi tudo maravilhoso e não quero estragar nada, mas não podemos adiar o que começamos. Ainda precisamos conversar. – disse levantando do peito másculo e recolhendo sua roupa, porém ela só vestiu a blusa e a calcinha, assim como Quil somente a sua boxer vinho.

Ele foi até o bar e se serviu de um wisky, voltando com o copo na mão e sentando na poltrona em frente ao sofá onde a alguns minutos atrás tinha transado com a linda loira que o encarava sobre o mesmo.

– Muito bem. Do que precisamos falar? – indagou sorvendo da bebida em seguida.

– Tudo Quil. Nós, esse relacionamento. – disse pesarosa, tinha medo de novamente se desentenderem.

– Ei, não vamos brigar ok! – ele a incentivou. – Apenas vamos esclarecer o que você acha que tem que ser esclarecido.

– Quil, antes de qualquer coisa eu preciso saber o que realmente somos e como isso vai funcionar. Tenho que ter certezas e não viver as cegas.

– Gatinha... – suspirou se levantando, ele não sabia o que sentia – Eu não posso dizer coisas as quais eu ainda não entendo. Eu estou extremamente apaixonado por você, mas isso é muito louco e tudo é muito novo pra mim, quero que você tenha calma e paciência comigo. – disse voltando a encarar a jovem.

Claire esperava muito ouvir um eu te amo. Mas se contentou em sentir a sinceridade com que Quil relatou sua paixão. Para ela também era tudo novo, mas ela sabia perfeitamente o que sentia.

– Eu não sei se suporto ser tratada como antes Quil. Você foi grosso, bruto comigo. Não me deu nenhuma explicação durante esses dias todos e de repente aparece como se eu fosse sua propriedade me arrastando pra cá. Preciso entender esse seu lado, mas não admito ser tratada como fui. – foi sincera. Ela ficou mal com tudo aquilo.

– Claire, pra cada ação há uma reação. Você surtou comigo quando Renesmee passou mal, me acusou de não ter contado nada ao Jake sobre a saúde dela.

– Mas ela é importante demais pra mim Quil. É a única família que eu tenho aqui fora, você devia ter entendido. Você tem uma ligação forte com seus irmãos e primos, deveria entender o que eu tenho com Renesmee. – se alterou. A cena ainda era muito viva para Claire, assim como o medo que sentiu naquele dia.

– Ei, calma. Não vamos brigar eu já disse. – chegou perto da loira – Eu sinto por isso, mas eu esqueci. – foi sincero – Posso ser negligente em muitas coisas Claire, mas não brincaria com saúde, principalmente da mulher do meu irmão. Mas você exagerou no que disse a mim, me envergonhou na frente de todos.

A loira abaixou o olhar, ela admitia pra si que depois de tudo havia pensado e repensado e ela realmente havia pegado pesado com ele. Mas ela não podia fazer nada, simplesmente o medo de perder a amiga a fez explodir. Só ali Quil compreendeu o que ela fez, pois se fosse com um de seus irmãos ele mataria, não deixaria para ter uma conversa depois.

– Me desculpe gatinha. Não sei como fazer isso e sequer um dia pedi desculpas a alguém, mas como eu lhe disse eu estou apaixonado por você e isso esta me deixando maluco. Não suportei ver outra pessoa lhe tocar... É frustrante demais Claire!

– Eu só estava conversando Quil ao contrario de você que estava com muita intimidade com aquela moça, que concordamos; linda!

– Não fiz porque eu quis. Fiz porque te vi conversando com outro cara. – Quil passou as mãos no rosto, estava nervoso somente de lembra a cena – Não vamos chegar a lugar algum revivendo momentos em que não nos foram agradáveis Claire. Precisamos esclarecer como será daqui pra frente.

– Sou eu que preciso saber o que será de nós daqui para frente. Porque eu não sou sua propriedade Quil, em uma relação saudável prevalece o respeito de ambas as partes e se eu exagerei no dia do mal estar de Renesmee e lhe envergonhei você me humilhou como seu eu não fosse absolutamente nada, ao invés de vir conversar comigo como estamos fazendo agora. Sei que não fui racional, mas quando um perde o controle o outro tem que se manter calmo ou sempre iremos viver assim. E não é o que eu quero.

– E o que você quer? – perguntou se levantando. Claire era a amish mais esperta e coerente que ele havia encontrado na vida.

– Eu quero ser feliz Quil. Ser feliz ao seu lado. – disse sincera e suspirando fundo. – Sabe, eu tenho sonhos, planos... Mas não me vejo realizando-os sem você! Precisamos priorizar o que queremos.

– Eu quero você. – foi rápido em dizer.

– Eu também quero você, mas quero um relacionamento estável. Com limites, princípios...

– Tudo bem Claire eu entendi. – disse por fim. Ele sabia o que tinha que fazer, sabia que estava na hora de começar a fazer a fazer o certo, mesmo que fosse difícil ele daria o primeiro passo. – Vamos começar outra vez tudo bem! Somos namorados, estamos ainda nos conhecendo e acho que podemos melhorar com isso. Um passo de cada vez, saber sobre o que gostamos, não gostamos. Será como aprender a andar, um passo na frente do outro, mas com cuidado.

Claire sorriu, estava finalmente conseguindo expor seus sentimentos e mesmo assim impor as suas vontades e desejos.

– Acho justo. Assim como acho justo você me explicar o por que de tantas armas de fogo e o por que você ter uma também. Isso é perigoso demais Quil e eu preciso e quero – enfatizou a palavra – saber tudo sobre você!

Quil ficou sem jeito procurava rapidamente uma resposta coerente a aquela pergunta que ele sabia que viria mais cedo ou mais tarde. Só ali percebeu o quão idiota foi por causar uma cena na frente dela, porém, não se arrependia.

– Érr... Proteção Claire, somente isso. A maioria dos civis tem armas para proteção e nós não somos diferentes, apenas isso. Se aquele cara fosse um maníaco eu teria como lhe defender. Ou talvez se seu noivo amish tentar tirá-la de mim. – foi evasivo e fugiu da real pergunta.

– Não acredito que ainda se lembra dessa história! – disse com um sorriso, a paz estava voltando a reinar para o casal.

– E tem como esquecer? – fez bico fingindo estar com raiva.

– Não se preocupe seu bobo. Não há mais noivo algum, só iria ser sério se eu voltasse a comunidade e eu já decidi que o único lugar que eu quero estar é ao seu lado. – a loira foi até onde Quil estava e enlaçou o seu pescoço com os braços. – Eu te amo Quil e você não vai precisar usar aquele treco perigoso com ninguém. – selou os lábios em um breve selinho.

– Gatinha, gatinha... Você ainda vai me deixar um cara insano.

– Com tanto que seja insano ao meu lado, eu me comprometo em cuidar de você!

– Sabia que hoje você me surpreendeu? Em tudo! – ele piscou insinuando a transa que tiveram. – Volta pra cá Claire, não a quero mais na casa do meu irmão.

– Não quer? Quil já lhe disse que...

– Não é a minha propriedade, eu sei, eu sei. Mas eu quero começar novamente com você e prometo, aqui será somente seu. Não dormirei aqui se não quiser, por mais difícil que seja pra mim eu já disse, quero fazer o certo. Mas preciso que você volte pra cá.

A loira pensou, não ia se fazer de rogada. Sabia que estava sendo um estorvo na casa da amiga além de atrapalhar a vida do casal, sentia muita falta de dormir tranqüila sem ouvir gemidos contidos durante a noite.

– Tudo bem, eu também irei fazer tudo pra que possamos ficar bem. Te amo, te amo, te amo e te amo. – ela repetiu as palavras intercalando com selinhos.

Quil sorriu e enlaçou a cintura de Claire a pegando no colo e dessa vez a levando para o quarto. Estava se sentindo aliviado e era ótimo estar assim. Já não se sentia tão leve a anos, mas precisava trabalhar o seu temperamento e o seu modo de agir com a amish, pois ela deixou bem claro que é uma mulher de princípios e aquilo realmente encantou Quil ainda mais o motivando a dar uma chance a essas estranhas vozes e sensações que duelavam dentro dele com sua razão incoerente.

TLAD

O dia estava nublado, a fina garoa só confirmava o frio que fazia naquela manhã tristonha. Parecia que ela era solidária com a loira que há pouco despertava. Não que Renesmee tivesse tido uma noite de sono tranqüila e revigorante, mas foi o suficiente pra acalmar sua mente e tranqüilizar um pouco seu coração. Assim como havia tanto implorado, Jacob havia realmente a deixado sozinha. Ela sabia que o moreno não estava em casa, talvez nem tivesse passado a noite em casa, já que não havia encontrado ele em nenhum dos outros quartos da mansão, e viu que seu carro não estava mais parado na frente da propriedade. Imediatamente uma insegurança e um novo e desconhecido sentimento brotava na pacifica amish; o ciúme!

Imediatamente a vontade de chorar voltou com força. Perguntas se formavam automaticamente: E se ele estivesse com aquela linda mulher? E se ao mandá-lo ficar longe, ela o jogou nos braços da outra? E se ele gostasse mais da outra do que dela?... Renesmee ficava cada vez mais nervosa e angustiada com seus pensamentos. Rapidamente lembrou-se do que sua mãe lhe falava; daquela famosa passagem bíblica. “A mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos.” O quanto tola ela foi a afastar seu marido? O quanto injusta ela foi não lhe dano o direito se explicar? Mas tudo era tão novo... Ela não sabia lhe dar com esses novos sentimentos que nasciam. De forma assustada, entendeu que estava experimentando aquele perigoso e traiçoeiro sentimento; O ciúme!!!

Ela não poderia e não deveria se deixar levar por tal “amigo” tão traiçoeiro... Ela precisava fazer alguma coisa pra edificar e fortalecer novamente seu casamento. Ela precisava e iria ouvir tudo que Jacob tinha pra falar. E se sentisse a sinceridade em suas palavras... Claro que não deixaria de expor sua opinião e exatamente o que sentiu, pois até poderia não ser uma traição, mas doeu ver e sentir aquilo.

Agradeceu a Deus por iluminar e clarear sua mente e seu coração, pois havia passado muitas horas pedindo luz e sabedoria... Ele havia ouvido!

Com a mente iluminada, a loira seguiu para o banheiro a fim de fazer sua higiene matinal, precisava de uma ducha quente e relaxante.

Renesmee desceu tranquilamente à escada da mansão estava se sentindo em paz e calma. O Banho foi realmente renovador. Seguiria direto para cozinha a fim de preparar o desjejum. Não sabia se Jacob voltaria, mas antes da tristeza a dominar novamente, empurrou esse sentimento negativo pra longe, faria tudo de forma dedicada, ficaria a espera dele. Ao entrar naquele ambiente tão familiar encontro os três empregados tomando seus desjejum na mesa da cozinha.

– Bom Dia! – cumprimentou docemente.

– Bom Dia Senhora Renesmee. – devolveram o cumprimento em coro.

– Quer sentar conosco pra tomar seu café da manhã senhora? – Mabelle perguntou gentilmente.

– Não, não. Fiquem à vontade, não estou com fome. Mas vou começar a preparar o desjejum meu e dos outros. – se explicou, já começando a pegar os ingredientes que iria precisar. – Ér... Santiago? – chamou insegura. – Sabe me dizer se o Jake já voltou pra casa? – a amish mesmo envergonha, perguntou ao empregado sobre o paradeiro do marido. Ela mantinha o olhar baixo e não encarava o empregado.

– Não senhora. O senhor Black ainda não retornou. – falou gentilmente, mas sem entrar em detalhes. Viu o patrão saindo com cara de poucos amigos e como não havia retornado... Deduziu que os patrões haviam brigado.

– Ah... Obrigada!

Os empregados somente se entreolharam entre si e voltaram a comer, não ousariam falar mais nada. Já a loira começava a fazer o banquete matinal.

Renesmee e Mabelle terminavam de pôr a mesa, quando um sorridente casal entrou pela porta da sala de jantar. A loira ficou contente ao ver a amiga abraçada e feliz com o namorado. Eles contaram que haviam se entendido e que ela voltaria pra seu apartamento. A loira insistiu que tomassem o desjejum com ela, já que a fome a dominava e até aquele momento Jacob não havia retornado. Quil estranhou o fato do irmão não estar presente à mesa, e sem maldade acabou perguntando. Renesmee com muita vergonha contou que Jacob não havia dormido em casa e que não sabia onde ele poderia estar.

Tanto Quil quanto Claire imediatamente entenderam que o casal havia brigado. Claire até tentou saber o motivo da briga do casal, mas Quil a cortou, falando que ela não deveria se meter e que eles é que deveriam se entender sozinhos, assim como eles haviam feito. Por fim, a loira acabou concordando, o que foi um alívio para Renesmee. Ela não queria entra em detalhes quando ainda nem havia conversado com o marido. Continuaram comendo em um clima tranqüilo e amistoso. Depois seguiram para o quarto de Claire a fim de pegar suas roupas.

Os três desciam as escadarias da mansão, tinham acabado de pegar todas as coisas no quarto em que Claire ocupou. Quil carregava duas malas grandes, Claire uma bolsa grande de mão e Renesmee estava com Branquinha no colo, havia pegado a filhote com Lupita. Quando estavam no final dos degraus se espantaram com a figura que entrava cambaleando pela sala.

Jacob que logo após dar uma bela lição em Lindsay, acabou retornado para o casarão dos The Wolf, ainda não se sentia pronto pra voltar pra casa. Tomou sozinho uma garrafa inteira de Whisky e meia garrafa de vodka, além de consumir uma enorme quantidade de cocaína e fumar dois cigarros de maconha. Ficou a espera de Brandy chegar e confirmar que tinha despachado pra Califórnia a vagabunda que havia lhe deixado naquela difícil situação.

Depois que recebeu a confirmação de seu homem de confiança acabou se dando por vencido e resolveu voltar pra casa. Jacob estava tão alterado pela droga e pelo álcool, que nem sabia com conseguiu chegar em casa. Agora se encontrava parado em frente a três figuras que o observava e pelas caras que faziam, imaginou estar péssimo mesmo.

– Ah! Vejo que se acertou a com a tua mulher. Já tinha passado da hora. – disse embolando as palavras.

– E vejo que você exagerou bastante. Que ironia, não? Ontem fui eu. Hoje é você. – Quil falou sarcástico com o irmão. Estava nítido que ele estava muito mal e pela lastimável aparência, tinha exagerado nas drogas também.

– É não é? Que ironia. – falou sem o mínimo de humor. – Mas já resolvi a parte podre do problema. – finalizou rudemente. Quil não imaginava do que o irmão estava falando, mas depois ele se informaria e se colocaria a par do assunto, mas agora não era hora nem lugar pra tal coisa.

O moreno tentou seguir em frente e começar a subir as escadas, mas sua coordenação motora era tão precária que acabou caindo sentado no primeiro degrau.

Claire e Renesmee estavam chocadas com que viam. Jacob estava com os cabelos desgrenhado, os olhos muito vermelhos e inchados, enormes sombras arroxeadas envolta dos olhos, tinha dificuldade de se manter em pé, o cheiro de álcool era muito forte. Um verdadeiro farrapo humano. Elas jamais haviam visto alguém em tal condição.

Antes que Claire pudesse dizer qualquer coisa, Quil a puxou pelo braço e mandou ela não se meter, quem tinha que se acerta era o casal. Mesmo relutante a loira deixou a amiga, mas se compadeceu com o olhar de dor e pena que Renesmee olhava para o marido. Rapidamente o casal foi embora, nem sequer se despediram, já que a loira tinha se distraído em ajudar ao marido a se recompor.

– Pode deixar que não vou te incomodar... Te deixarei sozinha, assim como você quis ou quer... Ah! Tanto faz. – o moreno tentava se levantar, mas estava difícil. Acabou se dando por vencido e começou a subir os degraus de gatinho.

Renesmee não falou absolutamente nada, somente tentou ajudá-lo a se levantar e subir decentemente a escada. Ela era pequena e franzina, mas fazia um esforço além de sua capacidade pra tentar levantar o marido.

Depois de muito esforço, conseguiu que ele se reerguesse. O conduziu diretamente para a suíte do casal. Abriu as torneiras da ducha e temperou a água, deixando-a mais pra fria. Jacob estava escorado na fria parede e só a observava encantado. A loira se aproximou novamente dele e começou a tirar suas roupas.

– Vai abusar de um bêbado Nessie? – fez piada e sorriu irônico. Imediatamente a amish corou, ela sempre seria encantadora para ele, ainda mais quando corava envergonhada.

– Ér... Eu só quero ajudá-lo. Acho que um banho vai lhe fazer bem. – ela se justificou ainda corada.

– Claro, claro. – disse e deu um soluço agudo característico de um alcoólatra colocando a mão na boca e gargalhando pelo ato, passando somente a obedecê-la. Renesmee sorriu de lado.

Ela banhou o marido, que acabou a agarrando e a puxando para baixo da ducha com ele. Ela que ainda estava vestida, ficou com as roupas ensopadas. Jacob a todo instante tentava lhe agarrar e lhe beijar, mas ela sutilmente se esquivava com sucesso, já que os movimentos de Jacob eram falhos e desastrosos. Não queria renegá-lo, mas ainda não se sentia pronta pra tal ato. Eles ainda teriam que conversar. E muito.

A loira desligou a ducha e começou a enxugá-los, vestiu Jacob com dificuldade conduzindo-o para cama do casal. Ele estava tão exausto que não protestou, somente deixou ser acolhido pelo confortável colchão. Parecia mágica, mas o moreno fechou imediatamente os olhos e deixou a bem vinda inconsciência o abraçar. Renesmee não estava acreditando na velocidade em que ele dormiu, foi praticamente instantâneo.

Ela voltou para o closet e foi se vestir, já que usava somente um roupão. Branquinha estava deita em sua caminha — que ficava no canto ao lado da cama dos donos — parecia que o bichinho compreendia que tinha que ficar quietinha e colaborar. A loira decidiu que zelaria pelo sono do marido até que ele acordasse novamente.

Havia se passado quatro horas e Jacob acordou sobressaltado, não sabia até onde tudo era pesadelo ou realidade. Mas assim que a claridade entrou em sua vista, sentiu a cabeça doer fortemente, trouxe consigo a realidade; nada foi um sonho. Foi tudo real! — constatou com pesar.

– Acho melhor você tomar esse café, vai lhe fazer bem. – Renesmee que até o momento não tinha sido vista pelo moreno falou delicadamente lhe estendendo uma caneca. Ela tinha descido há poucos minutos para prepará-lo, já que Jacob começou a se mexer mais na cama e ela deduziu que ele logo acordaria.

– Claro, Claro. –limitou-se em responder, sua cabeça parecia que iria explodir de tanto que doía, há muito não tinha uma ressaca tão forte. – Obrigado! –agradeceu sincero assim que pegou a caneca e degustou do primeiro gole da bebida quente, revigorante e extremamente forte.

– Vou descer na cozinha para pegar alguma coisa pra você comer, já está tarde e você deve estar com fome. – disse se afastando da cama.

– Não precisa Nessie. – tentou falar, mas foi rapidamente cortado.

– Precisa sim! – ela respondeu saindo do quarto, não dando a chance dele falar mais nada.

Jacob suspirou derrotado levando sua mão à cabeça, sabia que ela ainda estava magoa, mesmo que tão amorosamente cuidasse dele. Levantou-se e foi até o banheiro da suíte pegar na gaveta de remédios, duas aspirinas. Iria ajudar na melhora de sua ressaca. Na volta para o quarto quase pisou na pequena bolinha de pêlos que lhe olhava e agitava o rabinho alegremente.

– É, bola de pêlos, acho que agora só resta nós dois aqui. – pegou o bichinho afagando sua cabeça. Branquinha recebia a caricia alegremente.

Quando Renesmee retornou ao quarto com uma bandeja em mãos, sorriu ao vê-lo deitado na cama com sua cachorrinha. Branquinha dormia no peito do moreno, que estava de olhos fechados e parecia mais relaxado.

– Jake? – chamou baixinho. Imediatamente ele abriu os olhos, mas não se mexeu. – Trouxe algumas coisas leves pra você comer. – informou. Como sempre o jeito meigo e delicado era o que reinava.

Jacob se sentou colocando o filhote na cama, a amish depositou a bandeja em seu colo e de imediato apreciou a comida. Estava um pouco enjoado pela ressaca, e não agüentaria comer nada mais pesado, mas a sopa o pão e as frutas era algo que ele apreciou de imediato. Começou a degustar tudo com gosto, estava tudo delicioso.

– Ér... Acho que precisamos conversar. – Renesmee disse timidamente assim que viu que o marido terminava de comer.

– Acho que passou da hora. – suspirou cansado, queria ter aquela conversa, mas sabia que seria desgastante. – Nessie, tudo é muito novo pra mim, até mesmo aceitar e admitir que te amo! Eu nunca quis ou pensei que amaria uma mulher, mas você me conquistou de todas as formas possíveis. O mais engraçado é pensar que você não fez absolutamente nada pra me conquistar. Foi somente esse seu jeito único que me encantou. Eu nunca vi uma mulher como você. – ele fechou os olhos lembrando cada mínimo gesto da mulher a sua frente que o encantava e o conquistava. — Eu estou feliz e bem com você, não sinto necessidade de ter outra mulher. Eu preciso que você acredite em mim, que confie no que eu falo; eu não lhe trai com a Lindsay ou com qualquer outra mulher. – despejou de forma sincera, nem sabia como tanta coisa saiu tão espontaneamente de seus lábios. Ele só conseguia ser assim quando fitava aqueles inocentes e encantadores olhos azuis.

Renesmee sentiu a sinceridade naquelas palavras, mas não sabia se poderia ser o bastante.

– Eu acredito em você Jake. Eu acredito no que você me diz. Que por mais que aquela situação tenha sido muito constrangedora e íntima, você não me traiu de fato. Mas isso não faz doer menos ou melhorar o que sinto. Eu sei que você estava gostando do que acontecia. E o que mais me dói é pensar que jamais eu seria capaz de causar aquela sensação em você... Não com tão pouco. – ela baixou a cabeça, desviando o olhar. Lágrimas silenciosas desciam teimosas pela face delicada e alva.

Jacob sentiu uma pontada no peito com tudo que ela falou, naquele momento ele entendeu o que ela sentia... Ele viu o quanto inferior ela estava se sentindo em relação aquilo tudo. Ele pensou em quanto boba ela estava sendo, pois ela jamais seria inferior a Lindsay ou qualquer outra mulher. Renesmee estava acima de todas, ela sempre seria superior, ele só precisava mostrar isso a ela e tirar aquela insegurança absurda de seu peito.

– Ei, olha pra mim. – ele segurou delicadamente o queixo dela, forçando-a olhá-lo nos olhos. – Você é única Nessie, não precisa usar de truques baratos pra me enlouquecer. O que Lindsay fez não foi nada demais, ela faria o mesmo com qualquer outro homem daquela festa. Ela não presta, é uma vagabunda. Mulheres como ela eu conheci aos montes e acredite, nenhuma delas foi capaz de me conquistar como você. Eu te amo exatamente como você é, e não quero que mude em absolutamente nada. – alisou ternamente a face manchada de lágrimas. — Renesmee você tem noção que é a única pessoa nesse mundo que conseguiu me surpreender? Me conquistar... Que me deixa de guarda baixa? Eu nunca sei o que pensar ou esperar de você... Isso me enlouquece e me encanta. É frustrante pra mim amar você, não pelo fato de amar, mas o quão dependente desse amor eu estou me tornando e isso você não se esforçou e não precisou agir como ninguém. Você é perfeita pra mim do jeito que é! – limpou as teimosas lágrimas que insistiam em descer.

– Jake, aquela mulher era tão... Tão linda! Não tem como negar. Não tem como nenhum homem resistir a ela. E você fala tão intimamente o sobre ela. Vocês já namoram? – perguntou derrotada, parecia que nada que Jacob havia dito foi capaz de dizimar aquele sentimento de dor dos olhos azuis.

– Nessie! – suspirou derrotado, teria que falar alguma coisa. Mas como explicar o complicado caso que teve com Lindsay? Tinha que escolher bem as palavras. A loira só olhava atentamente, esperando ele falar, contudo, preferiu a sinceridade. – As coisas aqui são diferentes. Não fazemos sexo só quando amamos e casamos. Porém é complicado explicar esse tipo de aventura a você, é algo vulgar e não quero que pense nada do que não importe. Com Lindsay e com qualquer outra mulher que já tive, foi somente isso; sexo! Mas com você é diferente, você é a única que me ensinou o significado de fazer amor. Isso desde a nossa primeira vez, pois nunca fui tão delicado com uma mulher, como fui com você. Você sempre vai ser diferente e especial. – foi inevitável o sorriso amável aparecer nos lábios delicados e rosados, ele foi espontâneo.

– Jake, eu só preciso que você olhe nos meus olhos e jure que não aconteceu nada além do que eu vi. – ela queria aquela confirmação, precisava dela para pelo menos, amenizar o que sentia. Renesmee sempre acreditou que os olhos não mentem, basta olhá-los com atenção que toda verdade aparece.

– Eu juro por você, por nós e por nossa felicidade, que eu jamais lhe trai com aquela mulher, ou que tive a intenção de trair. Lindsay não significa absolutamente nada pra mim, nunca significou. Era apenas sexo, diversão... O modo que eu lhe toco é totalmente diferente e único, porque nunca toquei em ninguém mais como toco em você. – ele não protestou. Confiante fixou olhar naquela imensidão azul que tanto amava e falou cada palavra de forma sincera.

Renesmee teve a certeza que independente do quão errado ela possa ter achado aquela aproximação do marido com outra mulher, ele falava a verdade. Jacob não teve a intenção de traí-la e acreditava verdadeiramente naquilo. Ele estava sendo verdadeiro e honesto com ela. Agora ela só precisava superar o ciúme que sentiu com aquela íntima aproximação. Ela sabia que a vida sempre impõe desafios, e que teria que superá-los. Ela estaria lutando para superá-los desde daquele momento, principalmente depois de ouvir tantas palavras doces aquecendo seu coração e lhe dando a plena certeza do modo de amar de Jacob.

Jacob a tomou em seus braços, dando-lhe um afetuoso abraço. Era acolhedor... Era seu porto seguro. De forma apaixonada selou os lábios em um beijo único.

– Jake. – Renesmee chamou assim que os lábios se afastaram. O moreno ainda mantinha os olhos fechados, apreciando a deliciosa sensação de fazer as pazes. – Tem mais uma coisa que quero perguntar; Por que você e todos na festa estavam com armas? Isso é perigoso demais, pode machucar ou até matar alguém. – disse na mais e pura inocência, não fazia a mínima ideia que aquelas armas já haviam matado muitas pessoas.

Jacob sabia que essa pergunta surgiria e pensou por muitas vezes em que justificativa iria dar, mas optou por ser bem evasivo.

– Nessie isso não é assunto pra mulher, ainda mais você. Você é inocente e assim quero lhe manter. O que você precisa saber é que toda família precisa ser protegida e as armas são para minha e sua proteção. Existem muitas pessoas ruins nesse mundo e capazes de fazer mal a gente e eu como todos os outros estamos preparados pra defender nossas famílias. Eu jamais deixarei alguém fazer qualquer mal a você. Isso é tudo que você precisa e deve saber! – finalizou já a abraçando, dando como encerrado o assunto.

Renesmee sempre soube que existiam diferenças entre o mundo dos homens e das mulheres, em sua comunidade era assim. Por que seria diferente aqui fora? No mundo dos ingleses.

– Só me prometa que não vai usar aquela coisa perigosa, só mesmo se for inevitável. – ela pediu em suplica, aquilo a angustiava.

Ele a puxou novamente para um abraço, mantinha a face alva enterrada em seu másculo e forte peito. Beijou carinhosamente os sedosos e cheirosos cabelos e murmurou um “humrum” Sabia eu não poderia olhá-la nos olhos, eles o denunciariam. Não poderia prometer usar sua arma somente quando fosse em último caso e para protegê-los, mas ela não poderia saber disso. Por isso tentou distraí-la ao responder seu pedido de promessa. O que pareceu surtir efeito, pois a loira em seus braços relaxou imediatamente.

Seria sempre assim; ele sempre seria sincero em relação aos seus sentimentos por era, mas jamais seria sincero em relação à vida que levava. Seria um crime imperdoável arrancar aquela natural inocência. Ele prometeu a si mesmo que sempre a protegeria de tudo, inclusive da verdade dele mesmo.

Notas finais
[Báah e Jenny] Senhor me abana! Nossa senhora, me amarrota que eu tô passada! kkkkkkkkkkkkk Quil e Claire se entendem bem melhor na linguagem do sexo! Confesso que achei que Quil deu um enorme passo, ele tá começando a admitir o que sente, amar ainda é complicado pra ele, mas tenho por mim que logo ele irá assumir. Jake... Como diz nossa leitora Raquel: Príncipe Negro! Ele realmente é sem sombra de dúvidas. Jamais pensei que ele pudesse usar de tamanhas palavras e usar de sua coerência para se desculpa com Renesmee. Sinceramente me surpreendeu demais esse capítulo e me surpreendeu ainda mais a sinceridade do nosso moreno delícius. Bom é isso. Não relaxem nos comentários hein, queremos muitos e todas participando conosco! Ansiosas pelos reviews pessoal. Beijitos e até o próximo! ;) Ah! Já ia esquecendo!!! VAI BRASIL!!!