Notas iniciais
[N: Báah] E ae pessoal, como foram de festas? Espero que bem! Bora voltar a ativa novamente. Boa Leitura! Agradeço pelos reviews do capítulo passado e prometo que iremos responder todos eles, ok! Nos falamos lá embaixo! // [N:Jenny] E ai minhas amadas leitoras... Como foram de festas? Muito Pernil, rabanadas, panetones? ... Bem, espero que todas tenham tido um ótimo começo de ano. Bora lá voltar a ler a fic! O Capítulo tão esperado do encontro dos dois mundos!!!!! Lá em baixo nós falamos mais!

TWO LIVES: A DESTINATION!

Um hino folclórico em alemão era cantado alegremente dentro daquele cômodo, Renesmee cantarolava a alegre canção de seu povo, era assim que os jovens Amish se divertiam. Ela estava feliz! Tinha visto coisas da qual nem sonhava que existia e se perguntava o que mais poderia existir.

Faziam poucas horas que as meninas Amish estavam se deliciando com o novo mundo que estavam sendo apresentadas.

Renesmee estava distraída, cantando e arrumando as poucas roupas que a amiga havia lhe dado na única cômoda que tinha naquele quarto, quando de repente Claire entrou no quarto igual a uma flecha, se atirou sobre a cama e começou a falar euforicamente.

–Renesmee, Renesmee... Eu estou tão feliz! — cantarolou alegre. -E nem vem me enganar dizendo que não está, porque ouvi você cantando. Sei muito bem que você só canta quando esta feliz. — Claire falou divertida.

– É claro que estou feliz Claire, nunca falei o contrário. Mas também tenho medo... É só isso. — Renesmee respondeu de forma sincera, ainda arrumando suas roupas.

–Tudo vai dar certo... — Claire parou de falar ao ver as roupas que Renesmee tirava da mala e colocava na gaveta. — Eu não acredito que você trouxe essas roupas! Eu te proíbo de usar isso aqui em New York. – ralhou autoritária e brincalhona ao mesmo tempo, sobre as vestimentas tipicamente Amish que Renesmee arrumava na última gaveta da cômoda.

– E você queria que eu trouxesse o que Claire? — perguntou nervosamente. — Você sabe muito bem que essas são as únicas roupas que nós temos e que somos permitidas usar. Você falou que tinha tudo planejado, mas não me contou nada. Eu tinha que trazer roupas para vestir... E sendo essas as únicas que eu tinha... – Renesmee deu de ombros.

– É... Você tem razão! — Claire ponderou, mas depois sorriu concordando com a amiga. – Mas eu não vim aqui para falar sobre isso, vim porque estava pensando em dar uma volta para conhecer o bairro. Além do mais, temos que comprar algumas coisas básicas para nossa sobrevivência. — falou naturalmente.

Renesmee prestava atenção na amiga, porém, quando ouviu falar sobre comprar algumas coisas... Imediatamente ficou assustada.

Elas nunca tinham feito compras, tudo que necessitavam era entregue por seus pais, elas não faziam ideia de como era feito para ser adquirido. Era uma tradição em sua comunidade só os homens mais velhos terem autorização para saírem e comprar tudo que suas famílias necessitavam, mas não produziam.

– Claire, a gente não sabe fazer isso. Nós nunca fomos as compras. — Renesmee respondeu de forma apressada e claramente assustada.

– Sim, mas tudo tem uma primeira vez! — disse de forma óbvia. — Pegue um pouco de dinheiro e vamos logo. Rose falou que tem um mercado não muito longe daqui. — concluiu, já ficando de pé. — Vamos Renesmee! — Claire chamou novamente, saindo do quarto logo em seguida.

Ela não daria oportunidade de Renesmee contestar ou choramingar seus medos. Agora elas estavam por conta própria.

TLAD

O mercado que Rosalie havia indicado realmente ficava perto, apenas duas quadras do apartamento que estavam morando.

Ir as compras com certeza não estava sendo uma tarefa fácil para as duas meninas Amish.

Claire e Renesmee olhavam com os olhos arregalados as prateleiras, eram vários produtos iguais. Elas se perguntavam porquê tantos do mesmo produto? Qual levar?

Por fim, acabaram pedindo ajuda a uma senhora que passava. Com muita paciência ela explicou o porquê de tantos produtos e tantas marcas diferentes.

As amish decidiram comprar sempre o mais barato de cada item que necessitavam. Chegaram aquela conclusão por dois motivos: um porque tinham que economizar o pouco dinheiro que tinham e também porque seguiram a lógica que seu povo vivia sem luxo e de forma simples, logo, provavelmente os produtos mais baratos que eram comprados.

Saíram do mercado e seguiram o caminho de volta para casa. Nas mãos elas levavam algumas sacolas com comida e materiais de higiene pessoal.

Queriam terminar de arrumar suas coisas e o novo lar. Ao fim das tarefas, já com tudo arrumado, limpo e nos seus devidos lugares, elas sentiram necessidade de descansar. A viagem havia sido bem cansativa e com certeza a manhã seguinte seria igualmente exaustiva e cheia de novos aprendizados.

TLDA

O dia tinha acabado de amanhecer, porém ainda era muito cedo. O céu ostentava um tom escuro de azul, não havia raios solares para clareá-lo. O frio tinha ganhado força naquela manhã típica de inverno.

Rapidamente o luxuoso sedan cortava as ruas da cidade de New York. Dentro do veículo os dois morenos seguiam calados, o silêncio era absoluto, mas não incomodo. Porém Quil logo o quebrou.

– Caralho, nossa noite foi foda! Digamos que até inusitada. — Quil sorria de forma sarcástica.

– Porra, bota inusitada nisso! Acho que não fazíamos uma putaria dessas desde a adolescência, né? — Jacob perguntou pensativo, tentando puxar da memória a última vez que haviam transado ao mesmo tempo com uma única mulher. — Eu pensei que a morena não iria aguentar nós dois. Tudo bem que na metade da noite ela já estava pedindo arrego, mas aguentou bravamente até o final. — gargalhou ao terminar de falar.

– A vadia vai acordar achando que foi atropelada por dois caminhões, na verdade, vai acordar toda esfolada mesmo. Mas foi ela que pediu. — agora era a vez de Quil gargalhar, sendo logo acompanhado por elo irmão.

– Até que deu para o gasto. – Jacob disse sem muita emoção. — Ela era bonita, tinha um corpo gostoso... O boquete era normal, a buceta sem graça, mas aquela bunda... Ah! Aquela era bem gostosa. Isso fez a noite valer à pena! — concluiu com escárnio.

– É verdade. — concordou. — Mas para ser sincero, eu ainda não me sinto saciado, acho que preciso arrumar uma amante fixa nova. Há quando tempo não tenho uma? — Quil parou alguns segundos para pensar, tentando puxar o fato na memória. — Se tivesse uma agora, seguiria imediatamente pra casa dela. Foderia até me saciar. — finalizou ao lembrar que já não tinha uma amante fixa a algum tempo.

– Nossa! você tem razão Quil. A minha última foi a Candice. Acho que faz quase um ano que a deixei. — Jacob concordou ao lembra de sua última amante fixa.

Eles nunca namoraram, porém, de tempo em tempo arrumavam uma amante fixa. Não que eles amassem ou fossem apaixonados, muito menos fiéis e dedicados ao relacionamento. Esse fato se dava porque são possessivos, quando gostam de uma boa foda e querem repeti-la mais vezes, exigem exclusividade.

Eles eram sempre sinceros com suas amantes, deixando bem claro a real situação. Que não era um relacionamento, porém exigiam exclusividade. Davam todo bem material que elas quisessem. E quando terminavam, sempre quem determinava o fim eram eles, eram bem recompensadas pelo tempo dedicado a eles.

Jacob já dirigia pelas ruas do luxuoso bairro de Upper East Side, quando parou em frente a deslumbrante portaria do prédio que Quil morava. Os irmãos se despediram e combinaram de mais tarde se encontrarem.

Jacob seguiu por mais alguns poucos metros, sua cobertura ficava a dois prédios de distância a de Quil.

Logo entrou na garagem do luxuoso prédio, encerrando por fim, a peculiar noitada que teve.

TLAD

O dia ainda não havia amanhecido, mas Claire e Renesmee já estavam acordadas há tempo. Aliás, mal conseguiram pregar os olhos, ainda estavam deslumbradas com tudo o que estava acontecendo.

Haviam acabado de tomado café e agora estavam com os olhos fissurados na TV que passava o jornal da manhã. As cores, como as pessoas se mexiam dentro da telinha. Gargalhavam e falavam amenidades sobre o assunto.

– Renesmee, você tem a noção do que iremos viver agora em diante? Perguntou Claire com os olhos fechado e a cabeça repousada no encosto do sofá.

– Não sei Claire, você sabe que eu sou leiga a tudo o que tem aqui, já você tem mais noção porque Amber lhe contou. Ela respirou fundo o coração palpitava, por mais que ela quisesse o desconhecido era sempre temido. -Só sei que aqui dentro tem alguma coisa querendo gritar, só espero que tudo dê certo.

– Deixa de ser pessimista já conversamos sobre isso e... Os olhos de Claire arregalaram-se juntos com o de Renesmee quando ouviu um som cortando o ar dentro do apartamento. As duas se entreolharam e novamente o som ecoou.

–Mas... Mas... O que é isso? Claire sussurrou, Renesmee deu de ombros e abraçou a amiga. Porém, logo ouviram uma voz vindo atrás da porta da sala.

– Meninas. Abram, por favor. Sou eu Rosalie.

As duas loiras respiraram aliviadas. Renesmee levantou-se e foi abrir a porta com um sorriso tenso.

– Bom dia. Acordei vocês? Ou não ouviram a campainha?

– Então o som era você? — Claire perguntou.

Rosalie sorriu e entendeu que elas não sabiam o que era aquilo e, com muita cautela ela explicou as meninas que riram pelo medo sem sentido.
A loira mais velha tinha ido levar os uniformes novos das garotas e apresenta-lhes a lanchonete em que iriam trabalhar. Rosalie deu alguns minutos para que elas se trocassem e elas apareceram na sala com as mesmas roupas as quais chegaram no dia anterior. Estava muito frio, por ser inverno e aquelas roupas não seriam o suficiente para se abrigarem do frio.

– Meninas, está congelando hoje lá fora e com essas roupas vocês irão passar muito frio. Andem coloquem um casaco que eu espero. As meninas se entreolharam, as roupas mais quentes que tinham no momento eram as que elas estavam vestidas e foram sinceras com Rosalie quando disse que elas não tinham casaco ou nada do tipo. Rosalie pediu para ver o que elas trouxeram e ficou boquiaberta ao ver as pouquíssimas roupas que elas tinham. -Vocês precisam comprar roupas, o inverno aqui é barra pesada e tenho certeza que não irão aguentar.

– Mas Rose, nós não temos muito dinheiro, como vamos comprar? Vamos esperar ganhar dinheiro primeiro, pra depois comprar roupas. Em quanto isso vamos nos virado com o que Amber nos deu, já estamos acostumadas com o frio. Renesmee estava tensa, viu a mulher linda em sua frente usando roupas finas, botas e um sobretudo bem felpudo.

Rosalie não costumava fazer aquilo, mas já que decidiu por ajudá-las, faria um agrado as meninas Amish. Afinal, elas não sabiam de nada.

– Olha, eu não costumo ser tão bondosa assim, mas... Ela sorriu. Vamos fazer assim, primeiro vamos ao shopping comprar algumas coisinhas pra vocês. Um presentinho meu de boas vinda e depois voltamos pra enfim vocês conhecerem a lanchonete e os outros funcionários.

Os olhos das jovens brilharam e, Claire começou a dar pulinhos enquanto Renesmee apenas sorria envergonhada. Ela não queria se vestir igual a Rosalie, já era muito pra ela estar usando calças e de cabelos soltos.


– Então vamos logo, temos trabalho pela frente e eu ainda tenho que lhes mostrar a lanchonete.

As duas seguiram Rosalie até a rua e entraram no carro da loira. Ficaram de bocas abertas ao ver o lindo Carro vermelho cintilante que Rosalie ostentava.
O caminho para o shopping foi animado, elas admiravam cada detalhe pelas ruas que passavam. As pessoas caminhando, outras correndo, namorados se agarrando, mulheres bem vestidas, homens, jovens, crianças... Os prédios. Era tudo novo e cada vez elas queriam mais. Rosalie procurava explicar o que podia ao ver algumas vezes elas confusas ao notarem algo na paisagem.

Nem reparam que haviam chegado, somente quando Rosalie desceu do carro e as chamou. Elas estavam anestesiadas olhando tudo.

Ao entrarem no shopping pareciam crianças deslumbradas, olhavam a beleza do local com um lindo brilho no olhar, Rose se sentiu naquele momento feliz em ajudar duas meninas tão puras, o brilho que via em seus olhares já valia a pena.

As meninas foram andando de mãos dadas e seguindo Rosalie, que logo entrou em uma grande loja de departamento. Era uma boa loja, encontrariam tudo que iriam precisar ali e com um preço bem em conta. Rosalie pegou duas sacolas e deu uma para cada menina. Como pensou em comprar um pouco de tudo para elas, seguiu direto para as peças íntimas

– Meninas vamos escolher calcinhas e sutiãs primeiro. Rose foi pegando uns pacotes de calcinhas e entregou para as meninas, mas notou que Claire e Renesmee estavam coradas de vergonha e timidez, então decidiu explicar.

– Garotas, eu entendo que devem estar sendo um choque pra vocês tudo isso, eu também me sentiria assim se estivesse no lugar de vocês e é exatamente por isso que vou ser sensata com vocês e ajudarei a escolher coisas bonitas, boas, mas que combinem com suas personalidades. – As jovens prestavam atenção em cada palavra. — Eu já reparei que Renesmee é muito mais tímida, envergonhada e resistente a todas as mudanças e novidades. — Enquanto Rose falava sobre Renesmee, ela ficava mais ruborizada, o que fez Rosalie achar mais graça. — E Claire é mais espontânea, comunicativa e mais aberta as mudanças, mesmo estando igualmente envergonhada. — Concluiu olhando pra Claire que sorriu timidamente.

– Obrigada Rose por ser tão bondosa e compreensiva. — Falou Renesmee com voz baixa, sorriso tímido e meigo.

As compras seguiram nesse ritmo, Rose sempre orientando e ajudando a escolher as roupas que as deixassem bonitas e bem vestidas. As peças eram discretas, mas bem cortadas, não eram justas e nem largas, simplesmente era ajustada ao corpo. As meninas ficaram felizes, pois se sentiram bonitas e confortáveis com as peças.

Ao final das compras, Rosalie fez de coração, mas não gostava de fazer essas coisas, sabia que infelizmente o ser humano poderia se perder rapidamente e com isso não queria deixar as meninas mal acostumadas, pois pouco as conhecia.

O total do valor das compras realmente não foi muito, na verdade nem fez cosquinhas nos bolsos de Rosalie, mas para as meninas Amish era uma verdadeira fortuna, o que as deixou extremamente sem jeito. Mas Rose não falou nada pra não as constranger mais ainda.

Elas faziam o caminho de volta para casa. Foram conhecer a lanchonete, ser apresentadas os funcionários do turno que trabalhariam, explicadas o serviço que fariam... Então Rose as deixou e foi embora, tinha outros assuntos pra resolver.

A Quanta- feira logo chegou e com ela o primeiro dia de trabalho das meninas que foi tranquilo, não tiveram problemas ou dificuldades. Assim se passou a semana, e como os outros dias foram bem tranquilos também, apesar de ser tudo novo e diferente as jovens já estavam adaptadas ao trabalho.

TLAD

Os três irmãos: Jacob, Quil e Embry entravam no casarão que o grupo mantinha em uma região pouco movimentada de Nova York. Lá era uma verdadeira fortaleza do crime, era lá que funcionava todo o coração da organização criminosa. Era ali que mantinham um mini hospital para os feridos, que eram tratados por Ethan Lancarter, médico do bando. Que não só tinha uma dívida de vida com o grupo, já que foi o mesmo que custeou todos os seus estudos, como também era o noivo de Leah. Além de centro de treinamento de todos os tipos: lutas, tiro, estratégia, simulações de fuga... Tudo era muito bem estruturado. Não era a toa que eram o maior grupo criminoso dos EUA.

Quando os três irmãos entraram no escritório encontraram com seus primos já os aguardando. Paul e Seth haviam chegado a poucos minutos.

– Até que fim as donzelas chegaram. — Zombou Paul.

– Fazer o que se temos uma vida sexual bastante agitada. — Retrucou Embry com um sorriso debochado ao lembrar da furtiva noite.

– Vocês não vão querer saber da minha agitada vida sexual que mantenho com minha esposa, não é cunhados? — Perguntou Paul de forma debochada e recebeu em resposta alguns rosnados e umas caras de repulsa. — Foi o que eu imaginei! — Concluiu Paul gargalhando.

– Nem me faça lembrar que você casou com nossa irmã, que por sinal é sua prima! — Quil lembrou de forma desgostosa.

–Sim, mas lembrem-se que é prima de consideração, uma vez que Paul é filho do papai com uma outra mulher. — Respondeu Seth tentando amenizar aquela situação que sempre dava discussão.

– É verdade, sempre me esqueço desse detalhe. – Disse Quil sem graça.

– Vamos parar com a análise da árvore genealógica da família? Que porra de papinho de moça do caralho! – Jacob gritou irritado, mas logo em seguida sorriu.

– Isso mesmo, vamos ao assunto que interessa. — Paul começou a falar.

– Tivemos um problema com o carregamento que chegaria da Colômbia essa semana, com isso Sam, Jared, Emmett e mais algum dos nossos homens tiveram que viajar as pressas pra agilizar tudo se não iria atrasar demais a entrega e nós perderíamos milhares de dólares. Com isso a droga que chegaria no final dessa semana só irá chegar no começo da próxima, mas sem danos financeiros. E antes que me perguntem, não foi nada demais e está tudo sobre controle. — Se adiantou Paul em explicar vendo como todos estavam preocupados. –Continuando; Como isso precisamos nos organizar pra receber esse carregamento que como sempre é recebido pessoalmente por nós.

– Sem problemas. — Jacob respondeu. — Vai ser como sempre? No mesmo esquema?

– Sim no mesmo esquema de sempre, só é o atraso mesmo. Então temos que ir pro galpão na madrugada da próxima segunda.

Todos os detalhes já estavam combinados, os The Wolf como sempre, estavam esquematizados e preparados pra receber um importante carregamento de drogas, na próxima semana.

O resto da semana passou sem nenhuma intercorrência. Já era inicio da nova semana quando o carregamento chegou, foi descarregado e arrumado no depósito da fábrica. Tudo havia ocorrido sem qualquer problema.

Já era de manhã, todos já tinham ido embora quando o último carro saiu do deposito. Dentro dele estavam os quatro, quase que inseparáveis, morenos. Quil dirigia com Jacob no carona e Seth e Embry no banco de trás. Estavam cansados, com sono e morrendo de fome. Quil ia fazendo um outro caminho, que naquela hora da manhã seria mais rápido, quando decide parar o carro sem avisos.

– Qual o Problema Quil? — Perguntou os três morenos que estavam com os corpos rígidos pela tensão e com suas armas nas mãos prontos pra qualquer ataque.

– Porra! Relaxem. Não tem problema algum. Olha onde estamos. – Disse apontando ao comércio. — Em frente a lanchonete do Emmett. Quanto tempo a gente não vem comer aqui? Eu estou morto de fome e sei que vocês também. A comida daqui é ótima, eu adoro aquelas panquecas. Bora comer antes de ir para casa?

Todos escutavam e analisavam o que Quil falava, quando os três deram de ombros e decidiram entrar para apreciar a deliciosa comida da lanchonete.

Os quatros lindos morenos adentravam a lanchonete, que naquela hora do dia encontrava-se lotada, muitos deixavam pra tomar seus dejejum ali antes de começar seu dia de trabalho. Olharam todo o salão e viram que por coincidência ou não, sua mesa favorita estava vaga.

Assim seguram pra mesa que ficava mais ao fundo do salão, o que lhes davam um visão total tanto do ambiente em si como também podiam ver através dos vidros o que ocorria do lado de fora. Sentaram-se e foram pegando os cardápios que estava em cima da mesa, ficaram entretidos escolhendo o que iram pedir, e foi por uma fração de segundos que Quil sentiu uma necessidade de olhar o ambiente a sua volta, levantou os olhos do cardápio e percorreu o olhar até se deparar com uma linda silhueta bem curvilínea. A moça estava de costa servindo uma mesa do outro lado do salão, mesmo vestindo um uniforme, dava para perceber que seu corpo era muito bem desenhado, possuía longos cabelos em um lindo e natural tom de loiro, que estava trançado e batia abaixo de sua cintura. Continuo analisando a gostosa loira, que pra seu completo delírio virou e o olhou por um breve período e logo voltou atender as mesas. Ele pode constatar que ela era realmente linda e perfeita. Um sorriso em seus lábios brotou expondo seus perfeito dentes brancos, e sem desviar atenção de seu alvo de contemplação, pronunciou em voz alta para que os outros três morenos ouvissem.

– Eu vi primeiro, é minha! — Isso foi o suficiente pra chamar atenção dos outros três, que olharam pra Quil e logo seguiram seu olhar pra ver do que ele falava.

– Caralho Quil você é um radar mesmo, nem cansado e com fome deixou passar uma gostosa despercebido. — Falou um risonho Embry ao reparar na bela loira.

– Porra que loira gostosa, desde quando Rose deixa Emmett contratar mulher gostosa assim? -Questionou Seth ainda observando-a cheio de desejo.

– Tirem os olhos seus urubus que EU vi primeiro e essa já é minha. – Quil deu ênfase.

– É, tenho que concordar que essa loira é realmente gostosa e linda, mas algo nela não me chamou muita atenção. — Jacob deu ombros e voltando sua atenção para o cardápio enquanto os outros ainda analisavam a loira do outro lado do salão. Ele já estava pronto pra reclamar da demora no atendimento quando escutou uma voz muito baixa ao longe, mais parecia um miado de filhote de gato. Voltou sua atenção para a suave voz e se deparou com uma belíssima loira de olhos de um incrível azul. Nesse momento seus olhares se cruzaram e se prenderam um no outro, sem desviar o olhar Jacob pronunciou feliz: — Essa é minha! – Disse baixo.

Foi o suficiente pra chamar a atenção dos outros três morenos que só agora voltaram a atenção pra ver o que Jacob falava.

–Ah não. Essa não! Vocês dois sempre saindo na frente. – Seth retrucou desgostoso.

E foi só nesse momento que a loira desviou o olhar e falou baixinho e timidamente:

– Em que posso ajuda-los? Gostariam de já fazer seus pedidos senhores? – Renesmee estava próxima, uma palpitação em seu peito se alastrava. O olhar do moreno a esquentava. Sensações diferentes! Pensou.

– Sim loirinha, você vai poder ajudar em muitas coisas. — Jacob disse com a voz rouca e cheia de malícia. O que não era percebido pela loira a sua frente. – Contudo, por agora, pode somente anotar nossos pedidos que estamos morrendo de fome? — Finalizou passando a língua nos lábios, em quanto os demais somente sorriam também maliciosos.

– Sim Senhor! — Isso foi o suficiente pra excitar Jacob, que soltou um baixo rosnado, enquanto os outros soltaram uma gargalhada em entendimento ao que estava acontecendo a Jacob.

Renesmee não estava entendendo nada do que aqueles belíssimos homens falavam, eles sorriam de uma forma diferente que ela não conhecia, isso há deixou com um pouco de medo, já que Rose tinha falado para elas não confiarem em ninguém ali, que poderia ser perigoso.

– Pode me trazer um copo de suco de laranja, uma dúzia de panquecas com mel e uma fatia de torta de frango. — Pediu Quil na intensão de cortar o clima que havia se formado. Ele tinha percebido o quanto Jacob ficou mexido com a loirinha a sua frente e que seu nível de excitação estava bem elevado. E conhecendo o irmão do jeito que conhecia estava com medo de Jake jogar a loira encima da mesa e querer transar com ela ali mesmo. Os outros dois morenos também fizeram seus pedidos já que também haviam chegado a mesma conclusão que Quil.

Renesmee anotava tudo sem sequer olhar para os homens a sua frente, estava com medo, trêmula e sentia seu interior esquentar ainda mais. Sensações diferentes! Ela repetia para si como um mantra.

– Jake não vai fazer o seu pedido não? — Perguntou Embry com um sorriso debochado. Jacob respirou fundo e voltou o seu olhar queimando de desejo para a loirinha a sua frente e de forma concentrada fez seu pedido.

– Isso é tudo, ou gostariam de pedir algo mais senhores? – Renesmee perguntou terminando de anotar o último pedido. Levantou o olhar para os rapazes a sua frente e sorriu; da forma mais linda, pura, angelical e inocente que alguém poderia dar. E isso não passou despercebido para nenhum deles.

– Isso é tudo. — Respondeu Seth, no lugar de Jacob que calado analisava de forma intensa e surpresa a loira a sua frete.

Quando já estava se virando para ir em direção a cozinha, seu braço é agarrado e a loira volta seu olhar de forma amedrontada.

–Só mais uma coisa. Qual é o seu nome loirinha? – Jacob perguntou com a voz ainda rouca.

– Renesmee senhor. Me chamo Renesmee. Por que? — Respondeu já com as bochechas ruborizadas em um vermelho scarlet.

– Rene... O que? – Quis entender Jacob, com as sobrancelhas juntas e seus olhos cerrados, na expressão de confusão pelo complicado nome.

–RE. NES. MEE. — Falou pausadamente com o mesmo sorriso inocente nos lábios e as bochechas ainda ruborizadas.

– Por nada loirinha, só pra saber! — Concluiu Jacob com a cabeça fervilhando. Aqueles olhos azuis... Nossa! Linda! Mais que isso.

Renesmee saiu o mais depressa possível dali. Suas mão estavam suadas e trêmulas, o coração batia tão rápido que dava até pra sentir um desconforto em seu peito e seus estômago estava mais gelado que ao lado de fora da lanchonete. Ela ainda estava tonta com o que estava sentindo e não sabia o que era, e, o porque de tudo isso. Só sabia que foi depois de olhar naqueles olhos tão negros, que tudo aconteceu.

– Jake o que foi tudo aquilo? Achei que você fosse jogar a loirinha com nome esquisito, em cima da mesa e foder com ela aqui mesmo. — Quil perguntou de forma divertida.

– Porra nem me fala, que vontade não me faltou e eu ainda não descartei essa possibilidade. — Jacob passava a mão no queixo de forma que parecia analisar a questão.

– Sei não... mas vocês perceberam que ela não fez de propósito? Pelo ao contrário, ela fazia de forma completamente inocente. – Seth mencionou a observação, mas todos concordaram.

– Também achei isso mas... — Pensava Jacob. — Não quero saber, a única coisa que eu sei é que essa loirinha será minha. Logo ela estará na minha cama me chamando de senhor e gemendo meu nome, ou eu não me chamo Jacob Black. — Afirmou com total convicção.

– Alguma coisa me diz querido irmão que essa é diferente e não vai ser nada fácil pra você dessa vez. – Embry ria da cara que Jacob fazia.

– Veremos! — Terminou Jacob que logo se perdeu em seus pensamentos.

Quil voltava a observar “sua” loira gostosa andar de um lado para o outro do salão atendendo as mesas. A comida não demorou a chegar e foi trazida pelas duas garçonetes loiras. Se Quil que já estava louco vendo a beleza da “sua” loira de longe, quando viu de perto ficou trocando olhares com Claire que correspondia de forma mais tímida e logo se retirou com Renemee.

Eles comeram e pagaram a conta deixando uma altíssima gorjeta para as meninas, que quando viram quase não acreditaram. Chegaram a voltar pra devolver achando que tivesse sido algum engano deles, que somente sorriram e confirmaram que era aquilo mesmo que eles queriam dar pelo excelente atendimento. Isso deixou as inocente meninas muito felizes, pois acharam que estavam fazendo um maravilhoso atendimento e não que por trás da altíssima gorjeta tinham segundas, terceiras, quartas intenções!

Os morenos deixaram a lanchonete sem olhar para trás, mas com uma única certeza; que iriam voltar e muito naquele lugar. Entraram dentro do carro e logo Quil deu partida no mesmo, com um sorriso travesso nos lábios e com a imaginação aflorando. Jacob não era diferente de seu irmão e num ato impulsivo pegou o celular discou o número já tão conhecido, que ao quarto toque atendeu.

– Fala Jake.

– Emm meu amigão como você está? — Jacob foi rápido em colocar a chamado no viva voz, já que todos ali queriam saber o mesmo que ele: Sobre as loiras lindas.

– Porra Jake! Desembucha logo a merda que você quer, te conheço há anos e você NUNCA é assim tão feliz. — Emmett ironizou e Jacob sorriu de lado.

– Que porra é essa de esconder loiras gostosas em sua lanchonete? Quer perder o pau que nem o Demétrio? Porque vai ser isso que a Rose vai fazer. — Todos já gargalhavam dentro do veículo.

Uma forte e estrondosa gargalhada era ouvida pelo telefone. Emmett esperava tentando se concentrar pra poder falar.

– Então é por isso dessa falsa felicidade? Mas antes de qualquer coisa, pode tirando seu cavalinho da chuva que essas meninas não são pro bico de nenhum de vocês. – Emmett disse sério. Ele sabia como os amigos tratavam as mulheres.

– Não tem essa Emm. Eu a quero e Eu vou te-lá! — Jacob falou sorrindo, mas de forma taxativa e firme. Emmett sabia que já era tarde e que não adiantava esconder deles nenhuma informação, quando um The Wolf queria alguma coisa eles sempre tinham.

– Em primeiro lugar Eu ainda nem conheço as meninas, foi Rose que as recebeu. Segundo lugar como vocês cruzaram com essa informação? — Emmett perguntou só querendo confirmar suas suspeitas.

Jacob contou tudo ao Emmett, que ouvia atentamente cada relato do amigo. Estava abismado com o interesse tão árduo em suas funcionárias forasteiras.

– Ok! Estão prontos para as informações? – Emmett perguntou contendo a gargalhada. — Essas meninas vieram do Estado do Maine, por intermédio da minha prima Amber, que me ligou perguntando se eu poderia recebê-las aqui em NY. Elas vão passar um tempo aqui em NY para conhecer o mundo fora de sua comunidade.

– Comunidade? De que porra você tá falando Emm?

– Elas são Amish, Jake.

– Você está falando que aquelas delicinhas são puras Amish? — Quem perguntava era Seth, mais do que pasmo e curioso.

– SIM!

– Isso é melhor que eu poderia sonhar. – Jacob disse com um sorriso enorme nos lábios. Já tinha ouvido falar sobre essa comunidade e seus costumes ainda quando estava na faculdade e sabia muito bem o que significava.

– Não vá com tanta sede a pote Jake. Elas realmente são diferentes, se não bastasse serem Amish, minha prima ainda me contou que o grupo que elas pertencem são da velha ordem, que são extremamente rigorosos e conservadores. Essa meninas nunca saíram ou tiveram contado com o mundo aqui fora por 18 anos, essa é a primeira vez, não são como os Amish que hoje vivem na Pensilvânia. — Finalizou Emmett.

Jacob franziu o cenho, velha guarda é o tipo mais rigoroso, mas logo o desafio se apoderou de seu consciente. Quil o olhava meio perplexo, mas um mínimo sorriso se estendia em seus lábios.

– Jake! – Emmett chamou.

– Ah, foi mal Emm. – desculpou-se. — Tudo bem, pode deixar com a gente, depois nós conversamos mais. — Jacob se despede de Emmett pensativo. Muitas coisas começavam a fazer sentido em sua cabeça, mas muitas outras ficavam mais confusas. Ele precisava descansar, dormir pra depois pensar em como iria agir para conquistar sua pura, inocente e virgem Amish. Sorriu com esse pensamento.

– Puta que Pariu vão ser sortudos assim no inferno! — Embry disse arrancando gargalhada de Seth.

O silêncio voltou a reinar no interior do veículo e cada um ficou perdido em seus pensamentos, porem dois ali; Jacob e Quil, não paravam de pensar em como conquistar suas doces e puras Amish. O motivo? Não tinha, simplesmente uma necessidade absurda se fez presente em realmente conquistá-las.

Notas finais
[N: Báah e Jenny] Então curtiram o capítulo? Próximo capítulo está prontinho e está bem interessante, porém, temos que conversar. Temos 35 pessoas acompanhando a fic e o número de reviews do capítulo passado foi bem baixo, então, faremos o seguinte: As postagens serão sempre aos sábados, mas com uma condição. Se o capítulo atingir o número de reviews esperado, ou seja: esse capítulo tem que ter 35 reviews ou nada de postagem, só postaremos quando esse número for alcançado. É triste não ter reconhecimento e a fic é sem fins lucrativos, escrevemos porque amamos compartilhar com vocês nossas histórias e o mínimo que pedimos é a compreensão e a consideração de um review. Gostamos de debater sobre o conteúdo do capítulo, saber os prós e os contras, as opiniões dos leitores. Aceitamos recomendações também haha! Estamos conversados? Ansiosa pelos reviews. Beijinhos e até o próximo!!!