Two Lives: A Destination
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Notas iniciais

TWO LIVES: A DESTINATION!
Os dias estavam correndo e, Claire e Renesmee estavam a cada dia mais felizes. Estavam vivendo cada minuto intensamente, cada passo era um motivo de vitória e alegria. Renesmee ainda sentia muito a falta da família, enquanto Claire, todos os dias dizia que sua decisão estava mais do que certa e que queria que a amiga lhe acompanhasse nessa trajetória.
O trabalho era o motivo de mais orgulho para elas, estavam sempre animadas e recebiam muitas gorjetas pelo bom atendimento. Rosalie ficou maravilhada pelo desenvolvimento delas, assim como Emmett também. Logo após a ligação questionadora de Jacob sobre as meninas, ele sentiu-se na obrigação de ir conhecê-las, e compreendeu o porquê de tanto interesse dos amigos; as meninas eram extremamente lindas e naturalmente carismáticas. Teve uma conversa com Rosalie sobre o interesse dos amigos e a loira disse que não irá se envolver em nada, pois sabe como eles são e ela não pode fazer muito pelas meninas, até porque ela deixou claro que iria ajudá-las e não servir de babá, mas que o empenho deles não atrapalhasse o trabalho nem perturbasse os clientes.
– Renesmee, olha só quem está entrando. — Claire chamou a atenção da amiga olhando discretamente para a entrada da lanchonete. Assim que Renesmee se virou com a bandeja nas mãos lotada de copos que estava recolhendo, ela notou Jacob e Quil adentrando pela terceira vez só essa semana.
Após o primeiro atendimento eles estão indo com freqüência, e, diriam até que estavam criando uma aproximação, já que por muitas vezes Claire ficava de conversinha com Quil, enquanto Renesmee era tímida ao extremo com Jacob, mas não negou o encanto que sentiu pelo moreno.
– Eu não sei o porque eles tem que vir aqui duas vezes por dia Claire, isso está me dando medo. — Renesmee disse sem pudor.
– Pare de ser boba Renesmee, eu acho que eles gostam da gente e estão querendo compromisso. Você nunca sequer beijou alguém e eu sei que você gosta dele, então aproveita, viva uma vez na vida e tome suas próprias decisões. Deixa que eu os atendo. — Claire disse indo em direção a mesa dos morenos com um sorriso enigmático. Renesmee deu de ombros, mas as palavras de Claire mexeram com ela, afinal, ela nunca havia se interessado por ninguém, nem mesmo o seu futuro noivo amish lhe atraia. Mas com Jacob era diferente, mesmo ela querendo negar, algo dentro dela ficava feliz toda vez que o moreno entrava pela a porta da lanchonete. Talvez devesse seguir o conselho de Claire, porém não negava... Jacob ao mesmo tempo em que lhe dava um sorriso quente, caloroso, seus olhos lhe eram frios e sombrios. Temia pensar sobre o que se passava na cabeça dele a cada vez que se viam.
Como sempre Claire conversou um pouco com Quil e os serviu, enquanto Renesmee apenas acenou para eles de longe e sequer chegou perto da mesa. Após comerem eles saíram acenando para Claire, porque Renesmee não estava no salão, o que despertou ira em Jacob.
– Caralho Quil, vai ser mais difícil do que imaginamos. — Disse assim que a porta se fechou atrás de si. — Estamos vindo aqui há duas semanas e mal consigo falar com a garota, será que ela não curte?
– Porra nem me fale, mas com a Claire estou indo um pouco melhor que você. Não vejo a hora de ter aquele corpo em minhas mãos. — Quil fechou os olhos imaginando a cena e levou um soco de Jacob. — E ai mano tá louco? Eu não tenho culpa que a Renesmee está sendo mais difícil.
Jacob fez uma careta, ele já havia tentado de algumas formas aproximar-se dela, mas a loira estava sendo imune a tudo o que ele tentava, até presente ele já deixou para ela sobre a mesa. Uma pulseira de ouro, mas a loira sequer tocou na caixa e pediu para que o segurança entregasse a ele. Sabia que não ia ser fácil, mas era o que estava tornando o jogo mais divertido, porque no final de tudo ele estaria com uma bela virgem, pura e inocente em sua cama.
As duas semanas em que Jacob e Quil começaram a freqüentar com fervor a lanchonete, pensaram que seria fácil atraírem as loiras, mas o que eles não esperavam é que a inocência delas ia até certo limite. Nenhuma das duas se mostrou ser uma garota fácil que se deixa levar por luxo, dinheiro, um rosto bonito ou um corpo sarado. Isso estava matando tanto um quanto ao outro, pois jamais precisaram usar de outras artimanhas para ter uma mulher em sua cama. Jacob chegou por vezes cogitar a possibilidade de agarrar Renesmee e tomá-la como sua mesmo se ela relutasse, mas como Quil estava conseguindo aproximar-se mais de Claire, o irmão lhe advertiu, não queria assustar a sua pobre virgem.
Virgens. Era o que eles estavam lutando para conseguir, as duas amish virgens, tornou-se um desafio, uma questão de honra. Porém, como? Eles não conheciam sentimentos, não sabiam ser dóceis e amáveis. Dentro do peito é apenas frieza. E com isso, Jacob estava arrancando os cabelos para achar uma maneira de não assustar Renesmee e conseguir tê-la em sua cama.
Entraram no carro e foram para o depósito, haviam mercadorias a serem recebidas e também uma reunião com todos os The Wolf para reforços na segurança. Após o episódio de Félix, eles não queriam mais ser surpreendidos, mesmo sabendo que não sobraria uma cabeça sã para contar história depois, mas mesmo assim não queriam arriscar. Podiam não ter sentimentos, mas a família era algo o que eles prezavam e muito.
– Sabe Jake, eu estive pensando. — Quil disse enquanto dirigia tranquilamente. — Elas são do tipo... Como é mesmo a palavra? — Jacob o olhou interrogativo, não estava entendendo aonde o irmão queria chegar. — Ah sim, lembrei! — sorriu — Elas são do tipo que esperam príncipes encantados em cavalos brancos, elas acreditam no... Amor. — Quil disse com certo nojo a última palavra.
– Fala sério Quil, ta querendo que eu me declare pra garota? Nem fodendo eu faço isso. — Jacob gargalhou. Jamais se imaginou amando alguém. Ele não ama. — Essa loira ta precisando é de umas palmadinhas naquela bunda gostosa pra aprender a parar de ser marrenta. Puta que pariu a filha da puta é mais difícil do que eu pensei.
– É o Emm avisou, mas faço tudo pra levar uma virgem pra cama, até...
– Até o que Quil? — Completou Jacob.
– Oras mano, até fingir amar. — sorriu irônico. Jacob arregalou os olhos pro irmão e balançou a cabeça em negativa.
– Fala sério Quil, eu é que não vou ficar com essas baboseiras só pra foder uma mina, sai fora! Até pulseira de ouro puro eu já deixei pra ela e quem disse que a safada quis saber? Mandou o segurança devolver. Negativo, isso está fora de cogitação.
– Jake cara, pensa; elas não são do tipo fácil, isso já vimos, então é o único jeito. Duvido que você não quer ver aquela cara de anjo de olhos azuis gemendo seu nome enquanto você tira a pureza dela? — Quil estava só sorriso. — Quanto tempo não pega uma virgem?
– Muito, acho que na verdade foi só uma. — Jacob respondeu.
– Então... Bom, digo por mim. Jurarei amor a primeira vista. — gargalhou levando o irmão junto. — Acho que deveria pensar no assunto.
Jacob ficou em silêncio, esse papo de amar, de mostrar sentimentos, até poderia funcionar mesmo sendo algo forçado. O grande problema era que ele já não se lembrava a última vez que foi gentil com uma mulher, na verdade ele só era gentil com as mulheres de sua família; sua mãe Sarah e sua tia Sue quando eram vivas. Além de Rachel sua irmã e Leah sua prima. Elas sim ele julgava serem as únicas a merecerem carinho, amor e afeto.
Fechou os olhos enquanto Quil dirigia e deixou levar-se até a loira de olhos azuis, rosto de anjo e sorriso doce. Não! Gritou mentalmente, não poderia vê-la assim. É só mais uma Jake, é apenas uma virgem pura e gostosa que você quer domar para si.
O que Jacob não sabia era que em seu interior estava gritando, pedindo, implorando por ela. Seu interior a via daquela maneira, frágil, indefesa... Mas a casca sinistra, fria e calculista formava uma barreira abafando qualquer imagem ou pensamento que ele pudesse ter dela como doce.
– Chegamos! — Quil disse assim que entraram pelos grandes portões do depósito. — Ei Jake caralho mano, chegamos! — gritou. Jacob rapidamente afastou os pensamentos se livrando da imagem da — sua loira -, logo seria hora do almoço e ele a veria de novo!
TLDA
– Renesmee, eu não aguento mais você. Juro eu lhe amo, mas você tem que se permitir viver. — Claire repreendia a amiga. Estavam preparando o salão para a hora do almoço.
– Eu sei Claire, mas aquele, aquele... Aquele Jacob me dá calafrios. Ele...
– Ele o que amiga? — Claire revirou os olhos.
– Ele me faz sentir umas coisas estranhas, que me dá medo. Ele tem um olhar sombrio.
– Renesmee, Jacob é lindo demais, os dois são muito lindos e eles gostam da gente, talvez se você conversasse mais com ele tiraria essa impressão maluca que você criou.
– Não é maluca Claire. E eu não disse que ele é feio, ele é lindo, é um sonho, mas tem algo a mais nele... Não sei se consigo.
Claire não sabia mais o que dizer a amiga, estava encantada com Quil, chegou a sonhar com ele duas noites e a sensação que seu corpo apresentava quando estava perto dele era algo mágico, ela sentia o pulsar forte em seu coração, um remexer gostoso em seu estômago como se borboletas estivessem ouriçadas a voar. Contudo, queria que Renesmee experimentasse da mesma experiência. Mal ela sabia que Renesmee já sentia os mesmos sintomas por Jacob.
– Então faremos assim; se eles vierem para o almoço hoje, você irá atendê-los e irá conversar com o Jacob, pelo menos tente. Se realmente não mudar de opinião sobre ele eu lhe deixo em paz. — Claire olhava fundo nos olhos da amiga, ela sabia que iria convencê-la.
– Ele tentou me comprar Claire, você não se lembra? — Renesmee disse, lembrando-se do dia da pulseira.
– Não Renesmee! Ele quis te dar um lindo presente, ele não quis lhe comprar.
Renesmee fez uma careta, mas de certo modo aqueles olhos penetrantes e ao mesmo tempo sombrios que lhe dava medo, lhe dava curiosidade.
– Tudo bem, eu irei atendê-los e posso tentar conversar com ele. — Renesmee disse por fim.
– Isso! ? Claire gritou dando um abraço apertado na amiga.
As meninas seguiram arrumando o salão pois em poucos tempo a lanchonete estaria cheia para o almoço. Elas também aproveitaram pra almoçarem logo, pois depois não teriam tempo de parar.
Um pouco após o horário de rush do almoço, Quil e Jacob entram novamente pela porta da lanchonete a fim de almoçarem e tentarem se aproximar mais das meninas.
Na mesma hora Renesmee e Claire avistam os morenos, entrando pela porta da frente e se encaminhando pra sua já mesa "cativa". Elas trocam um olhar sugestivo, onde Renesmee respirou fundo e seguiu nervosa e determinada em atender os morenos.
–Olá de novo. — Renesmee sorriu docemente para os morenos. — O que vão querer hoje? Vão escolher o cardápio de almoço?
– Primeiro um beijo como cumprimento, depois você poderia aceitar almoçar comigo. O que acha loirinha? — Jacob sorriu e sua voz soava extremamente sexy, mas em Renesmee lhe causou arrepios. Como assim beijo em cumprimento?
– Eu... eu... ér... Eu não posso demonstrar qualquer tipo de afeto em público senhor, é totalmente proibido. Sem contar que nem somos próximos para tal ato. — Renesmee estava nervosa e gaguejando.
Jacob riu pendendo a cabeça pra trás e ao mesmo tempo mordendo os lábios, a palavra senhor vinda daquela voz única e pura era excitante demais, ainda mais quando as maçãs do rosto alvo ficava corado. Quil apenas observava os dois, seus olhos procuravam por Claire.
– Ora Renesmee, não precisa me chamar de senhor e é apenas um beijo no rosto, mas se não puder eu entendo. Mas enquanto ao convite eu não vejo nada que a impeça. — disse levantando o braço esquerdo e olhando no grande e caro relógio da cor dourada. — E se não me engano faltam minutos para seu almoço. Então o que vai ser?
– Desculpe, é que é estranho te chamar pelo nome, já que você é um cliente... Mas posso tentar. — novamente Renesmee sorria timidamente com as bochechas coradas queimando de vergonha. — Sem contar que hoje Claire e eu almoçamos mais cedo. — Renesmee falou com pesar na voz.
Jacob ficou irritado, sempre a "Sua Loirinha" dava uma desculpa pra fugir das suas investidas. Já estava ficando sem paciência, pronto pra mudar a abordagem com a loira a sua frente, logo sua expressão se fechou e Quil que observava o irmão e o conhecendo muito bem, sabia o quanto irritado e contrariado Jacob estava e não iria demorar muito para ele por tudo a perder. Quil deu um leve e discreto chute por baixo da mesa no irmão, antes que ele pudesse estragar o pequeno avanço que estavam tendo com as meninas, já que eles eram os únicos clientes com quem elas conversavam, mesmo que minimamente.
Jacob abaixou a cabeça por um instante, fechou os olhos e respirou fundo, na tentativa de recompor a máscara de gentileza. Quando voltou a olhar para a loira, mantinha um olhar calmo e um sorriso cativante. Renesmee que até então estava com uma caneta na mão e olhando somente por caderninho de notas que estava em sua outra mão, na espera pelo pedidos dos morenos, tornou a dirigir seu olhar quando Jacob voltou a falar.
– Tudo bem Renesmee, eu compreendo que já tenha almoçado, mas a lanchonete esta vazia e você pode muito bem sentar um pouco com a gente e tomar um refrigerante que seja. Só me dê o prazer da sua doce companhia enquanto almoço. — Jacob falou tudo de forma calma e gentil
Renesmee ficou extremamente corada, e não sabia mais o que fazer, olhou para o lado a procura da amiga, que mesmo não sabendo do que se tratava, mas vendo o olhar interrogativo da amiga, deu um leve aceno positivo em incentivo a loira.
– Tudo bem Jacob, eu aceito. Mas primeiro preciso anotar e trazer seus pedidos. — falou de forma divertida.
– Eu vou querer a sugestão do prato do dia, e para beber suco de maçã. — Jacob fez seu pedido alegremente. Estava em frenesi com sua pequena vitória.
– Eu vou querer o mesmo que o Jake, mas pra beber vou querer suco de laranja. — finalizou Quil aliviado pelo irmão.
Renesmee anotou tudo e saiu em direção a cozinha, na intenção de solicitar os pedidos e pegar as bebidas. Ao chegar na cozinha já estava sendo bombardeada de perguntas por Claire que estava mais do que curiosa.
– E então Renesmee, o que aconteceu lá? Doeu conversar com eles?
– Não Claire, não doeu. Só que no começo foi estranho. Cheguei a ficar com medo. — Renesmee foi relatando tudo o que ocorreu durante a conversa com os morenos.
– Tudo bem, mas o que você ainda esta fazendo aqui? Vai lá sentar um pouco com eles e conversar. O salão está vazio, agora só tem três mesas ocupadas e eu dou muito bem conta delas. Já pra lá! — Claire ordenou firme e até um pouco autoritária pra Renesmee, que acabou cedendo as ordens da amiga.
TLAD
– Porra Jake, quase que você pôs tudo a perder. Tá louco cara? – enquanto Renesmee já estava bem afastada e se dirigindo pra cozinha, os morenos iniciaram a conversa.
– Tu queria o que? Ela sempre fica fugindo de mim, porra! Já estava ficando sem paciência.
– Percebi. Se não fosse por mim, você ia acabar estragando tudo de uma vez.
– Há! Num fode Quil, ta se achando "ô fodão" só porque trocou meia dúzia de palavras com sua Amish.
– Melhor que você que até agora estava no zero à zero. — debochou Quil do irmão. — Mas mudando de assunto, precisamos de alguma forma se aproximar mais delas. Talvez levá-las pra sair ou algo do tipo.
– Claro, claro. Podemos ir conversando com minha Loirinha até ela deixar escapar algo, já que elas são diferentes de todas que já pegamos. Precisamos dar um passo certo e com certeza não é ostentando toda nossa grana.
– Ok, mas vamos mudar de assunto que ela tá vindo. — falou Quil.
– Oi, logo iram trazer seus pedidos, mas eu já trouxe a bebidas. — Renesmee falava enquanto servia a mesa.
– Sim, mas é agora que você também senta com a gente né? — Jacob perguntou gentilmente.
– Ér... Pode ser! — Renesmee respondeu encabulada já se sentando na cadeira que estava vazia.
– Então Renesmee, o que vocês vieram fazer em Nova York?- Jacob perguntou fingindo não saber da história.
– Não sei se vocês já sabem, ou se Claire já contou, mas nós somos Amish. E agora que temos dezoito anos, podemos sair por um tempo da comunidade e conhecer o mundo fora dela. E como era um sonho de Claire conhecer Nova York... E bem... Aqui estamos! — Renesmee deu de ombros ao responder.
– Você e Claire são parentes? E vocês tão gostando de Nova York? – Jacob queria saber de tudo, tentar ao máximo obter informações a seu favor.
– Não, não. Somos amigas, quase irmãs. Nossos irmãos mais velhos são casados e logo terão um bebê. Sem contar que nossos pais são muito amigos e fazem parte do conselho... Então somos amigas desde as fraldas, Claire é mais velha cinco meses. Em relação a Nova York, é tudo lindo e encantador, já conhecemos muitas coisas, mas ainda temos muito o que conhecer. — Renesmee tagarelava alegremente, espontânea, coisa que não era de seu costume, mas esse era o efeito que o moreno ao seu lado fez.
Enquanto Renesmee respondia as perguntas de Jacob, Claire trouxe os pedidos, fazendo os olhos de Quil brilharem com sua presença.
– Meninas vocês já conhece os principais e mais famosos pontos de Nova York?
– Só conhecemos a Estátua da Liberdade. Ainda queremos conhecer o Central Park, Time Square, Empire State... Muitos lugares na verdade. – Claire disse entrando na conversa, e se apressando em responder.
– Bem então tive uma idéia; Nós podemos ser seus guias particulares. Que dia vocês vão estar de folga? — Quil apressadamente perguntou.
– Nossa folga é no próximo domingo e adoraríamos ser apresentadas a Nova York por vocês. — finalizou Claire, olhando de forma repreensiva pra Renesmee que ameaçava falar alguma coisa.
– Perfeito! Faremos um tour... – Jacob sorriu, mas seu sorriso era carregado de malícia. Na verdade pensou em um tour particular, tipo: seu quarto.
Os morenos ficaram com uma sensação de total plenitude com as afirmativa das meninas.
A conversa seguiu leve e tranqüila, já que Jacob e Quil estavam com sensação de vitória. Eles sabiam que tinham vencido uma pequena batalha, mas pra vencer a "guerra" precisariam de muita calma e estratégia. Qualquer passo em falso poderia colocar tudo a perder.
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Era noite, o céu estava escuro, as ruas um breu... A única iluminação que provinha era da lua brilhante e rechonchuda no véu negro. A rua não estava movimentada, exceto por alguns casais que desfrutavam da noite caminhando lado a lado em harmonia.
– Então gostando do nosso tour? – perguntou Jacob assim que ousou pegar na mão da Loira ao seu lado.
– Ah sim, é tudo lindo. Obrigada Jacob, mas já está ficando tarde. Claire deve estar preocupada podemos voltar agora?
Os lábios do moreno se contorceu em um sorriso malicioso, eles voltariam sim, mas não para a casa dela. Em um aceno com a cabeça ele a guiou para seu carro dando partida, Renesmee estava apreensiva, queria logo chegar em casa, mas se desesperou quando viu que Jacob tinha passado a entrada da sua rua.
– Pra onde estamos indo Jacob? Eu preciso voltar. – disse em desespero.
– Calma Loira, quero lhe apresentar um lugar antes disso. – disse calmo, mas ostentava o sorriso malicioso.
Logo ele estava entrando em um luxuoso prédio e estacionando o carro no subsolo.
– Venha, vou lhe apresentar meu apartamento.
– Não Jacob, me leve embora. – Renesmee disse séria, estava começando a ficar com medo.
– Deixe de ser tão pudica loira e vem logo. – Jacob abriu a porta do carro grudando o braço de Renesmee e arrastando a loira até o elevador. – Cansei desse seu joguinho de pureza já estamos nisso a algumas semanas e eu não aguento mais.
– Jacob, por favor. – Renesmee chorava, sua voz era suplicante. – Me leve embora, estou com medo... Você... – ela não conseguiu terminar a frase, seus lábios foram esmagados pelos de Jacob com fervor e força, ao mesmo tempo em que a língua do moreno pedia passagem. Renesmee sem saber o que fazer tentou empurrar Jacob, mas era inútil ele a prensou contra a parede do elevador, fora que ele era bem mais forte. Contudo a loira se surpreendeu quando o seu corpo gostou daquela sensação e sem mais pensar cedeu aos encantos do moreno... Recebeu a língua de Jacob em sua boca com graciosidade. O beijo era feroz, Renesmee mal sabia o que fazer com sua própria língua e o moreno não lhe dava chances para acompanhar seus movimentos. Rapidamente Jacob apertou um botão que a loira não identificou qual era e no mesmo instante o elevador parou.
Jacob percorria todo o corpo da loira com suas mãos habilidosas, ela suspirava e se contorcia a cada toque. Uau! Era demais sentir aquilo e era bom... Muito bom!
Rapidamente o moreno já havia levantado o vestido florido de Renesmee.
– Jacob não... por favor. – nesse momento ela percebeu o que viria a seguir.
– Ah, deixa de se fazer de difícil já está aqui, não vai sair mais... Agora você será minha, só minha. – ele gemeu bem no ouvido da loira que fechou os olhos.
O moreno tinha uma habilidade incrível em abrir suas calças, enquanto mordia e chupava o pescoço da loira que apenas passava a mão pelo corpo moreno sem saber muito o que fazer, mas Jacob não se importava ele queria mesmo era afundar-se naquela região jamais conhecida por outra pessoa. Ele retirou o pacote laminado do bolso o rasgando-o em seguida e rapidamente cobrindo seu membro com o látex.
– O que... o que...
– Shiii. Fica quietinha loira, só quero ouvir seu gemido.
Antes que ela pudesse responder, ele já havia rasgado sua calcinha com apenas um puxão e suspendido seu corpo de forma que suas pernas se moldassem na cintura musculosa.
Ele não queria saber de romantismo e muito menos de cuidados, queria senti-la, queria preenche-la por completo, lhe fazer mulher, a sua mulher! E com apenas uma estocada Jacob estava dentro da loira que soltou um grito de dor, um grito agudo.
– Jacob para! Está doendo! Para!!! – Renesmee gritava e chorava ao mesmo tempo, estava sem escapatória. Não queria que sua primeira vez fosse assim, não queria se sentir assim, impotente, usada, abusada.
– Geme loira. Para de gritar e geme... Humm! Tão apertadinha. – disse dando uma estocada mais forte arrancando outro grito de dor da loira que chorava compulsivamente.
– PARA! POR FAVOR PARA! JACOB... JACOB...
O moreno levantou-se suando da cama, parecia que os gritos eram reais. Levou sua mão até o criado mudo tateando a procura do abajur.
– Merda! Que merda! – praguejou – Isso, isso... Caralho, essa mina vai acabar comigo, vai me deixar louco... Mas ela chorava tanto, gritava tanto. Preciso de um banho.
Jacob levantou-se da cama ensopado e foi em direção ao seu banheiro. O sonho por um lado lhe agradou, mas por outro... Ver Renesmee chorando, gritando com dor em sua voz de alguma forma o incomodou e o pior, o que mais lhe incomodou era que ele estava lhye causando aquela dor, ele a fazia chorar.
– Porra loira! O que está acontecendo comigo? O que você está fazendo comigo sem ao menos fazer nada? – estava falando consigo mesmo. Entrou no chuveiro tentando não pensar em Renesmee, tentando se livrar daqueles gritos de dor e choro... Ele queria somente ver os seus olhos azuis brilhando, seu sorriso sincero, o rubor de suas bochechas...
Afinal, o que estaria acontecendo com Jacob? Esses pensamentos confusos esse sonho. Ele queria possuí-la e como queria, mas ver a expressão de dor, desgosto naquele rosto angelical e ainda mais sendo esse sentimento causado por ele, não foi algo do que ele se orgulhou. Mas ele era daquela maneira, ele não saberia agir de outra forma com as mulheres, nunca soube. O porque de Renesmee ele sentir como se fosse errado? Ele não entendia e preferia nem entender, o que mais ele queria ela livrar-se daquele sonho prazeroso e doloroso ao mesmo tempo, mas não podia negar, sonhar de uma forma erótica com Renesmee lhe tirou do sério e aguçou ainda mais sua fome por ela.
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