Two Lives: A Destination
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Notas iniciais

TWO LIVES: A DESTINATION!
O toque estridente do celular ecoou no ambiente silencioso. Tal barulho, foi suficiente para acordar o moreno que dormia nu na grande e confortável cama king size.
Jacob estendeu a mão, tateando até alcançar o celular, que estava sobre o criado mudo que ficava ao lado da cama.
Quando viu piscando no visor o nome Rachel, atendeu prontamente.
– Alô! — falou com a voz ainda mais rouca que o normal.
–Jake... Tá dormindo? — Rachel perguntou receosa.
– Não! Estou deitado, de olhos fechados e... — o moreno caçoou, mas Rachel não deixou ele terminar.
– Jacob Black! Mais respeito comigo. Você pode se achar o fodão, mas eu ainda sou sua irmã mais velha. – Rachel ralhou, fazendo o moreno revirar os olhos.
– Tá, tá Rachel. Pode falar, sou todo ouvidos. — gemeu, ele ainda estava com sono.
– Paul pediu que eu ligasse pra você e lhe chamasse para vir almoçar aqui em casa. — falou, já começando a se explicar. — Todos vão estar presentes... Ele quer acertar os detalhes da viagem de vocês.
– Ok! Vou só tomar um banho e logo saio de casa. — concordou. — Paul já conversou com você? — Jacob perguntou com a voz receosa. Ele se questionava se ela já sabia o que tinha ocorrido durante a madrugada. Ele sabia o quanto aquele assunto acabava com ela.
– Sim Jake... e... Eu to bem. — falou com a voz triste, mas não ia entrar em detalhes. Ouviu Jacob suspirar do outro lado da linha. — Tchau Jake, estamos te esperando! — Rachel encerrou a ligação sem dar chances a Jacob.
O moreno se espreguiçou e sentou na cama. Levantou e caminhou em direção ao luxuoso banheiro para tomar uma rápida ducha.
Vinte minutos depois, Jacob já se encaminha para um de seus carros que estava estacionado em uma das suas vagas na garagem do seu prédio. Optou por um Jaguar prata blindado que tinha comprado há menos de um mês. Ele era amante de carros, assim como todos os outros.
Tirou sua 500-Magnum S&W colocando no banco, embaixo de sua perna e deixou sua pistola na cintura. Ele sempre andava pronto para qualquer coisa.
O caminho seria rápido, uma vez que todos moravam em Manhattan e próximo um dos outros.
Logo o carro de Jacob adentrou os portões da luxuosa mansão da irmã. Assim que ele desceu do carro, foi recebido por um forte e caloroso abraço de Rachel.
– Vem Jake! Estamos lá no salão de jogos, esperando os outros que ainda não chegaram. — ela disse animada, com aquele sorriso que Jacob mais amava na irmã.
– E quem já chegou?
– Sam com a Emily, Jared com a Kim. Leah também, só que sozinha, Lancarter está de plantão.
– Porra, esses moleques são foda! — reclamou Jacob sobre a demora dos outros, odiava esperar.
Eles foram andando abraçados pela luxuosa residência, para se juntarem aos demais, que já faziam uma enorme bagunça no salão de jogos.
Vinte minutos depois Quil, o último a chegar, entrou pela porta da sala de jogos e foi igualmente recebido por sua irmã Rachel.
O almoço foi servido, todos comiam e conversavam alegremente. Ao final do almoço, os homens seguiam para o escritório e as mulheres foram pra sala de TV ver filmes e colocar a fofoca em dia.
TLAD
O clima no escritório estava tenso, cada um traçava um plano de como melhor pegar Demetri, mas nada parecia que daria certo.
Eles estavam eufóricos, não imaginavam pegar Félix e Demetri por agora. Até porque eles tinham sumido do mapa, entretanto agora, em menos de vinte e quatro horas, já estava com um morto e outro com suas horas contadas.
Eles haviam esperado anos por esse momento, só que agora não conseguiam chegar a um simples e perfeito plano para acabar com Demetri.
Foi então que Sam tomou a frente e começou a Falar:
– Caralho! Vamos ser racionais — disse claramente nervoso. — Demetri está em Tijuana, no México. Precisamos ir para lá, mas sem chamar a atenção para nós. Acho que a melhor opção seria nós irmos para San Diego, lá avisarmos a algum dos nossos aliados no México, que manteria o filho da puta sob vigília enquanto não chegamos, e também, pra evitar que ele suspeite de alguma coisa e acabe fugindo.
– Poderia ser o Pablo Sanchez, ele é de confiança e tem influência.- Jared sugeriu.
– Porra, que seja... Só quero acabar com esse filho da puta o mais rápido possível, vingar a morte de nossos pais. — disse Jacob com os olhos cerrados.
Quando Jacob terminou de falar, o celular de Paul começou a tocar. Era Emmett. Paul logo atendeu, colocando no viva voz.
– Fala Emmett! A ligação esta no viva voz, estão todos aqui comigo.
– E aí cambada de viados! — falou em tom divertido. — Não sei dizer se vocês estão com sorte, mas liguem agora a TV no noticiário da CNN.
– Mas por que Emmett? Agora estamos ocupados com coisas ser... — Paul não concluiu sua frase, Seth já havia ligado a TV. A reportagem chamou a atenção dos sete morenos que estavam naquele escritório. – Depois nos falamos Emm. — Paul desligou o telefone, voltando sua atenção ao noticiário.
Todos não estavam acreditando em que os seus olhos viam e seus ouvidos ouviam. Não podia ser... Parecia que forças do universo conspiravam a seus favores, mesmo que de certa forma ficasse um pouco de frustração.
Mas a notícia estava ali, confirmada pelo polícia. Demetri, era foragido da polícia e estava sendo procurado a algum tempo pelo FBI por tráfico de drogas, homicídios, falsidade ideológica, formação de quadrilha, entre outros crimes... Havia sido encontrado morto. As causas que o levaram a morte foi uma grave hemorragia.
Segundo a reportagem, Demetri Vannit havia sido encontrado nu, com as mãos algemadas e presas na cabeceira da cama. Seu pênis tinha sido decepado e colocado em sua própria boca. Ele havia sangrado até a morte.
O homicídio tinha ocorrido naquela madrugada e foi cometido pela própria esposa da vítima, que após descobrir a traição do marido, inclusive que ele mantinha uma outra família, cometeu o crime a sangue frio.
Após escutar muitos gritos, a empregada ligou para polícia, que chegou e prendeu a mulher em flagrante. Dianna Vannit havia confessado o crime e encontrava-se presa.
Ao fim da reportagem os morenos se entreolharam, a sala estava em total silêncio. Suas expressões eram de surpresa, as bocas estavam abertas e formavam perfeitos O.
Segundos depois, gargalhadas começaram a ser proferidas por todo escritório, alguns chegavam a deixar escapar lágrimas dos olhos.
– Eu não acredito que esse viado está morto, queria ter matado com minhas próprias mãos.- Paul, que estava revoltado, falou em meio as gargalhadas.
– Porra Paul, tá louco? O filho da puta teve a pior morte possível. — Embry falou risonho. — Imagina você, empolgadão com a possibilidade de uma noite de sexo selvagem com sua mulher. Aí ela te amarra... Seu pau tá duro pra caralho, louco pra foder a noite toda... Só que a louca em vez de foder gostoso com você, resolve cortar teu pau fora... E enquanto você grita pela dor, ela acaba enfiando seu próprio pau na sua boca! — Embry mal conseguia proferir as palavras só de imaginar a cena cômica e trágica.
Enquanto Embry narrava a cena, os morenos ali presentes a imaginavam em suas mentes, porém, eles sendo as vítimas.
Ao final da narrativa, mesmo que de forma inconsciente, todos seguravam seus membros e mantinham uma cara de dor.
– Puta que pariu! Não gostei de imaginar essa porra. — falou Jared com expressão desesperada.
– Caralho! Adoro um sexo selvagem, até curto esse lance de dominatrix. Mas de agora em diante, nunca mais vou deixar mulher nenhuma me algemar. — concluiu Seth um pouco apavorado. Ele já tinha sido submisso algumas vezes.
– Mulher me amarrar é o cacete... Eu é que amarro as vadias. — finalizou Jacob com um sorriso sacana.
– Bom, acho que agora podemos comemorar com uma boa noite de farra. O que vocês acham? -Quil perguntou animado.
–Tá louco Quil? Ainda quero manter meu pau no meio das minhas pernas. — disse Sam.
Jared e Paul concordaram, ambos também eram casados. Eles não queriam ter o mesmo fim trágico que o inimigo.
– Tudo bem. Vocês são encoleirados, mas nós quatro não. — Jacob debochou. — Hoje nós vamos para boate comemorar a morte bizarra de Demetri. — finalizou com um enorme sorriso nos lábios.
A conversa seguiu por mais algum tempo, mas logo eles foram se juntar as mulheres. Conversaram mais um pouco e depois foram se retirando, seguindo para suas próprias casas.
Para uns a noite seria curtindo suas esposas, porém para outros, ela seria longa e como eles desejassem...
TLAD
O relógio marcava 08:00 horas da manhã de segunda feira, quando duas meninas deslumbradas desciam do ônibus e olhavam a beleza da movimentada rodoviária de New York.
Claire e Renesmee estavam fascinadas com tudo que viam, na verdade, elas ainda não tinham visto praticamente nada.
Elas pegaram as poucas bagagens que trouxeram e seguiram as placas que indicavam a saída. Porém antes de saírem da rodoviária, passaram por uma cafeteria e decidiram entrar para comerem algo, estavam morrendo de fome.
Renesmee olhava a vitrine repleta de guloseimas, seus olhos chegavam a brilhar. Sempre adorou de doces, principalmente cookies e cupcakes, mas os que estava acostumada a comer eram simples e de cereja. Ela jamais imaginou que pudesse haver tantos sabores diferentes.
Fizeram os pedidos, mas não antes de perguntarem o que era cada coisa que chamava atenção de seus olhos. A atendente já estava ficando irritada com tantas perguntas.
– Que delícia Claire! Nunca comi coisa mais gostosa que esses cookies. — Renesmee disse lambendo as pontas dos dedos lambuzados.
– É Renesmee. E isso é só o começo! Imagina tudo que ainda temos para conhecer? — Claire disse de forma sonhadora.
– Mamãe iria adorar isso. — Renesmee falou com os olhinhos tristes, referindo-se ao cookie com gotinhas de chocolate branco e cereja que deliciava.
– Ah não Renesmee! Não começa com essa tristeza e melancolia. — Claire suspirou chateada. — Nós acabamos de chegar, temos que curtir tudo que New York tem para nos oferecer. — falou empolgada. — Esqueça um pouco de tudo aquilo. Sei que os sentimentos prevalecem, mas eles tiveram a oportunidade deles e voltaram, ou seja, não gostaram. Então apenas curta o momento. — finalizou.
Claire estava ficando impaciente, ia ser difícil ter que lembra a amiga toda hora de que aquilo era um mundo novo. Renesmee revirou os olhos com as palavras da amiga.
– Tudo bem... Não penso mais nisso! — Renesmee sorriu, enfiando mais um cookie na boca.
Ficaram mais algum tempo conversando, sonhando e fazendo planos. Pagaram a conta, que acharam um verdadeiro absurdo, e depois deixaram a cafeteria.
Elas seguiram a direção que as placas informavam o ponto de táxi.
Claire imitou o sinal que uma senhora fazia e logo um táxi parou. Depois de entrarem, informou o endereço que estava no caderno de notas que Amber tinha lhe dado.
Vinte minutos depois o táxi parou enfrente a uma linda casa de tijolinhos com escadas na frente. As grades do corrimão e janelas eram de ferro pintado de preto. Era linda!
Toda a rua era linda e muito bem arborizada.
Ainda mais deslumbradas do que já estavam, elas pagaram e desceram do táxi. Foram em direção a porta que correspondia ao número do endereço que elas tinham e simplesmente bateram na porta. Elas não sabiam o que era uma campainha, logo, não souberam identificar e nem usar uma.
Mais algumas batidas foram proferidas até a porta ser aberta e uma linda loira aparecer.
– Pois não? Em que posso ajudá-las? — falou simpática.
– Olá, bom dia! Viemos por intermédio da senhora Amber McAdams. Eu me chamo Claire Swan e essa é minha amiga Resnemee Cullen.- Claire disse com um imenso sorriso nos lábios rosados.
– Oh sim! Claro! — lembrou. — Vocês são as meninas que a prima de meu marido pediu que ajudássemos. — sorriu ainda mais. — Deixa eu me apresentar; Me chamo Rosalie McCarty, esposa de Emmett. — a loira se afastou da porta, abrindo passagem com o corpo. — Mas entrem, por favor.
Logo as meninas adentravam a luxuosa casa, os olhinhos de ambas rolavam por tudo com muita curiosidade. Tudo era lindo, novo e fascinante!
Rosalie também não era indiferente a situação.
Percebeu o quanto as duas meninas eram lindas, realmente lindas! Isso poderia significar um problema. Não para ela que confiava em seu taco, mas pelo simples fato que elas iriam trabalhar em uma lanchonete que ficava perto de uma área onde tinha muitas fábricas e empresas que predominava funcionários homens.
Entretanto, também não passou despercebido por Rose o olhar puro e inocente que elas carregavam.
Teria que deixá-las avisadas sobre o que poderia acontecer e o que deveriam evitar. Elas eram muito inocentes, não tinham experiências com homens, isso era claro de se ver.
Elas eram dois bichos do mato, mesmo Claire demonstrando ser mais esperta e comunicativa, ainda assim era absolutamente inocente.
– Então meninas, meu marido teve que fazer uma viagem de trabalho e pediu que eu às recebessem e mostrasse tudo que precisam; aonde irão morar, trabalhar...
– Muito obrigada mesmo senhora McCarty. Seremos eternamente gratas pela ajuda de vocês, seria muito difícil sem ela.- respondeu Claire, ainda deslumbrada com a luxuosa casa repleta de tecnologia.
– Claro querida, mas me chamem apenas de Rose.- a loira mais velha sorriu amigavelmente.
– Sim senhora. — foi a vez de Renesmee responder baixinho.
Rosalie começou a explicar aonde elas iriam trabalhar e com o que trabalhariam.
Assim que Rose terminou de explicar tudo que era necessário, chamou as meninas para irem conhecer o apartamento que morariam e o local em que iriam trabalhar também.
As meninas seguiam Rosalie para fora da casa, indo em direção a sua garagem pegar um carro.
Quinze minutos se passou entre o trajeto da casa de Rose até o local que as meninas iriam morar e trabalhar.
Durante o percurso, Rose falou e explicou coisa do cotidiano como mercado mais próximo, ponto de ônibus e metrô... A região era bem localizada, mesmo não sendo luxuosa.
Rose parou o carro em frente a lanchonete, mas optou em levar primeiro as meninas para conhecerem o apartamento que ficava em cima da lanchonete.
O apartamento era grande, confortável, muito bem equipado e decorado. Possuía dois quartos amplos com suítes, uma sala bem espaçosa, um lavabo e uma cozinha pequena.
Antes o apartamento era usado por Emmett ou pelos rapazes, quando tinham que passar muitas horas no depósito e não davam pra voltarem para casa. Porém, depois da reforma no depósito da fábrica, onde foi construído vestiários e dormitório, eles acabavam ficando por lá mesmo, deixando assim o apartamento sem uso.
–Nossa, senhora Rose! É tudo tão lindo, mas acho que não teremos como pagar por esse apartamento.- disse Renesmee encantada com o que vira.
Rosalie sorriu com a inocência e pureza da voz da jovem.
– Não querida, não se preocupe com isso. Vocês não vão pagar aluguel, estamos emprestando o apartamento pra vocês. Ele estava fechado e sem uso, além do mais, não alugamos por dinheiro. Fiquem o tempo que precisarem, não cobraremos nada. É um prazer ajudá-las e não quero mais ouvir sobre esse assunto. — Rosalie ditou vendo o brilho nos olhos das meninas.
– Muito obrigada por tudo senhora Rosalie. — Renesmee estava sem reação, somente conseguia agradecer.
– Tudo bem... Mas sem o senhora, só Rose! — Rosalie disse sorrindo, as meninas apenas assentiram. — Outra coisa meninas, vocês só vão começar a trabalharem a partir de quarta-feira. Tenho que mandar providenciar o uniforme de vocês. — informou. — Nesse período aproveitem pra se instalarem, conhecerem a vizinhança, comprar o que precisarem... Vou deixar o número do meu telefone, qualquer coisa é só me ligarem, ok? — finalizou solicita.
As duas meninas acenaram positivamente com a cabeça, porém pareciam perdidas. Rose lembrou que provavelmente elas não sabiam usar nada tecnológico, então, foi ensinar elas como usar alguns eletrodomésticos, telefone... Entre outras coisas que elas mal sabiam o que era e como manusear.
Rose foi embora com a promessa de voltar na manhã seguinte para trazer os uniformes e mostrar a lanchonete.
As duas meninas estavam radiantes pelas coisas que viram, aprenderam e de certa forma viveram em poucas horas, desde que deixaram o vilarejo.
Muitas coisas tinham acontecido e muitas coisas ainda iriam acontecer. Era isso que dizia seus corações.
TLDA
A noite não estava tão fria, apesar de ser inverno. Parecia que o mundo conspirava a favor, que estava feliz com a morte de Demetri, assim como os morenos que caminhavam para dentro da boate.
Jacob, Embry, Seth e Quil estavam indo, como combinado, comemorar do jeito que mais gostavam: noitada, bebidas, drogas e mulheres.
Optaram por uma boate nova, que não fazia parte do círculo de seus negócios. Eles ansiavam por carne nova, as mulheres que frequentavam as boates associadas aos The Wolf, a maioria eles já havia fodido por diversas vezes.
Assim que adentraram a boate, os olhos rolavam pelo ambiente. Era extremamente tudo o que precisavam. Mulheres semi-nuas dançando sobre mesas, uma pista de dança com pouca iluminação e claro, um camarote a altura do que eles eram acostumados.
– Aê, vamos pro camarote? Sabe que elas virão pra nós. — Embry disse sorridente, notando que as mulheres os encaravam com luxúria e desejo exalando pelo olhar.
– Demoro! — conclui Seth mordendo os lábios, já observando a sua presa.
Era uma linda ruiva, com cabelos lisos até a cintura e os olhos claros. A pele era tão branca que reluzia na luz néon.
– Ei Seth, tira o olho da mina, o Embry já fitou ela assim que entramos.- Quil cutucou o primo quando subiam para o camarote.
A ruiva mantinha o olhar preso em Seth.
– Furando o olho Seth? — Embry brincou.
– Porra! Dá pra parar com essa viadagem, caralho? Logo essa porra vai tá cheio de mulher. E vocês ai discutindo por uma vadia qualquer! Façam igual a mim e relaxem... Curtam o momento! — a voz de Jacob soou mais como uma zoação.
Os demais riram da cara engraçada que Jacob fez.
Logo eles estavam instalados em um luxuoso e confortável camarote. Era uma cabine bem espaçosa, com uma bela visão da parte debaixo da boate. Continham dois sofás de couro na cor vinho, uma mesa ao centro e um pequeno frigobar, que estava sendo abastecido no momento.
Eles bebiam e conversavam com os olhos voltados para a parte inferior da boate. Procuravam presas exatas, na medida em que fossem satisfazer seus desejos animais.
Com algumas notas verdes enroladas em tubinhos, eles usufruíam do pó branco em carreiras sobre a mesa.
– Pra mim já deu.- Jacob disse após cheirar a sua quinta carreira.- Agora to ligadão a noite inteira.- sorriu malicioso.
– É, já chega Embry. Essa porra ainda vai acabar com a nossa noite se você continuar cheirando assim! — Quil tirou todo o pó da mesa com a mão.
Seth riu da cara de Embry, mas também não queria mais. Eles estavam elétricos o suficiente para a noite.
Em apenas duas horas que eles estavam ali, filas começaram a se formar ao lado de fora da cabine dos morenos. Seguranças retiravam o bolo formado por mulheres.
Os olhos de Quil encontraram uma bela morena de olhos claros e cabelos levemente ondulados, um pouco abaixo dos ombros. Ela estava sexy com um vestido branco colado ao corpo, demarcando suas curvas. Perfeita! Seria aquela.
Sem pensar muito, Quil a puxou para dentro da cabine, porém no embalo, a morena puxou a mão de uma outra garota, só que loira, a levando junto. Seth agora acabava de achar sua presa. Entretanto, Jacob e Embry ainda procuravam uma certa.
Eles não eram de escolher muito, bastaria serem gostosas e lindas. Mas a noite era especial, tinha que ser comemorada a altura. Por isso que estavam escolhendo a dedo quem iria compartilhar aquele momento com eles.
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Quil trocava carícias com a morena, mas reparou que ela não tirava os olhos de Jacob. Isso o incomodou.
– O que foi? Um só não basta pra você?- perguntou roçando os lábios sobre a carne do pescoço dela, arrancando-lhe um gemido baixo.
– Na verdade... — ela não terminou de falar, apenas mordeu o lábio inferior e apontou com a cabeça para Jacob, que sorvia de seu uísque e vinha em direção a eles.
– Aê, Quil! Eu e o Embry vamos dar uma volta cara. Isso aqui só tem vadia fudida, queremos algo especial. — ele gargalhou, levando em seguida a bebida até os lábios.
A morena que estava com Quil se deliciou com a cena. Os ali presentes lhe chamaram a atenção, mas dois em especial.
Quil assentiu e voltou a atenção para o pescoço da morena, enquanto as mãos trabalhavam em seu corpo. Porém bastou algumas palavras dela, pra que ele arregalasse os olhos.
– Sério isso? — perguntou um pouco brincalhão.
– Estou morrendo de vontade. — ela disse.
O moreno ponderou um pouco, mas já havia feito aquilo diversas vezes. Ele se virou a ponto de ver Jacob quase saindo do camarote. Chamou o irmão e conversaram por alguns minutos. Jacob gargalhava sem parar e analisava a morena dos pés a cabeça.
– Ei Embry! — Jacob chamou o irmão caçula, mas quando olhou, ele estava atracado com a garota de cabelos ruivos. — Caralho, ele foi rápido. — olhou para primo que estava quase comendo a loira ali mesmo no sofá. — Seth, vá pra um motel porra! Ninguém quer ver você fodendo. — Seth fez um gesto obsceno para Jacob e voltou sua atenção aos seios desnudos da loira. — Então Quil, voltando a questão da moreninha ali. — apontou pra garota. — Não seria a primeira vez que fodemos a mesma mulher. — gargalhou. — Vamos voltar ao nosso tempo de adolescência... Isso se ela aguentar! — ambos riram perversos.
Aproximaram-se da morena, que os provocavam passando a língua sobre os lábios.
– Hum... gostosa! — Jacob disse ao analisar melhor a morena.
– Eu te falei. — Quil riu pegando a mão da morena, a ajudando a se levantar.
– Então curte um MFM?¹- Jacob perguntou próximo ao ouvido dela.
– Na real, queria um MMF². Mas sei que são irmãos, então...
– Ta louca garota? Nem se não fossemos irmãos. — Jacob estava alterado, tanto pela droga quanto pela bebida. Gargalhava irônico. — Tem prazer em ver homens transando? — a morena assentiu. — Mas aqui é diferente gata, se quiser, é nós dois lhe fodendo. Claro, se você aguentar! — debochou.
– Aê Jake, vamos logo. Esse papo ta chato. — Quil chamou pelo irmão. — Eu quero é ação! — sorriu malicioso.
– Ok! Vamos ver se a gostosa aqui vai dar conta de dois Black. — Jacob ditou perverso. — Mas já aviso, se não der, não peça pra parar. Eu só paro quando eu não quiser mais e isso leva sempre a noite inteira. — sussurrou no ouvido dela, que ostentava um sorriso nos lábios.
Definitivamente aquela era a garota da noite: linda, gostosa e o melhor... Safada!
Os irmãos saíram dali deixando Seth e Embry com suas garotas. Adentraram ao carro de Jacob e partiram os três para um motel luxuoso. Eles não frequentavam lugares baratos, estavam acostumados a tudo que o dinheiro podia pagar.
Optaram em pegar a melhor suíte. Eram raras as mulheres que tinham esse tipo desejo, então os dois iam desfrutar ao máximo da morena perversa que apareceu especialmente naquela noite.
Eles entraram no luxuoso e espaçoso quarto. A cama era enorme, perfeita para abrigar a louca à três.
Quil retirou a jaqueta que vestia, colocando sobre uma poltrona e chutando os sapatos para longe. Enquanto Jacob prensava a morena contra a parede, devorando a pele de seu pescoço com os lábios e as mãos envolvia os seios médios dela.
– Sabe que essa foi uma proposta bem tentadora, morena. Mas agora não tem mais como você fugir. Se o assunto é ménage... Vai ter que aguentar.- ele sussurrou no ouvido dela.
– Leslie. — ela disse em um gemido.
– O que? — Jacob perguntou, sem nem ao menos se importar com o que de fato ela disse.
– Meu nome é Leslie.
Jacob sorriu sobre a pele da morena, soltando seu corpo e encarando os seus olhos.
– A mim não interessa seu nome morena, a mim só interessa o prazer que vai me dar essa noite. — Leslie sorriu. Ela também não era do "tipo nomes", mas sentiu um impulso em dizer o seu.
De algum modo Jacob lhe chamara mais atenção que Quil. Contudo, como Quil a escolheu e pela semelhança, resolveu por em prática a sua fantasia.
Quil já estava sem as suas roupas, apenas uma cueca boxer preta a lhe cobrir. Leslie andou até o moreno, deixando Jacob se despindo. Ela foi seca procurar os lábios de Quil, mas ele colocou o dedo indicador sobre os lábios da morena.
– Não, não morena! Nada de beijos na boca, isso é íntimo demais. O que queremos é apenas sexo. — disse deixando a morena sem entender, mas como ela pediu, acataria as regras.
Ela tombou a cabeça para trás enquanto Quil maltratava seu pescoço com lambidas, chupadas e mordidas. As mãos ágeis dele foi até o zíper na lateral do vestido o abrindo. O tecido escorregou pelo corpo da morena, a deixando completamente nua. Na verdade, ela ficou apenas com uma pequena calcinha rendada a lhe cobrir e suas sandálias trançadas até a panturrilha.
Jacob sentou-se sobre a poltrona, já nu e observando Quil levar a morena até a cama. Seu membro já pulsava em sua mão, que fazia movimentos de vai e vem.
Quil debruçou-se sobre o corpo de Leslie, seu grande membro estava rígido e roçava sobre a pele dela. Ela gemia enquanto o moreno percorria cada canto de seu corpo com a boca. Parou nos seios, chupando-os e mordiscando. As mãos percorreram sem carinho algum o corpo de Leslie, as coxas eram firmemente apertadas.
Quil ficou de joelhos e em um rápido movimento rasgou a pequena calcinha da morena. Levou a mão até o sexo de Leslie, que estava completamente encharcada. O moreno sorriu safado.
– Já assim safada? — sussurrou, logo caindo de boca naquela região.
Arrancando gemidos profundos da morena e de Jacob, que também que observava a cena.
Jacob levantou-se, estava cansado de esperar ter uma ação ali. Caminhou até a lateral da cama, bem na altura de onde estava a cabeça de Leslie, que o olhava com cobiça. Ele ainda manipulava o grande membro duro com as mãos.
Jacob ajoelhou-se ao lado dela e começou a passar a glande sobre a boca de Leslie, que gemia pela atenção que Quil lhe dava.
Enquanto Quil lhe chupava e as mãos de Jacob apertavam seus seios, a morena levou a mão até o membro de Jacob, o estimulando.
– Na boca!- Jacob ordenou.- Chupa logo essa porra!- ditou um pouco mais alto pela demora da morena. Mas não precisou muito, ela já tinha colocado todo dentro da boca, fazendo o moreno pender a cabeça pra trás pela sensação que sentia. — Isso cachorra... Como uma boa vadiazinha... Isso... — gemia em frenesi.
Leslie chupava com dificuldade o membro de Jacob, era grande, e com os dedos de Quil lhe estimulando, dificultava a concentração.
– Sem gozar cachorra, só quando eu mandar. — Quil disse terminando de colocar a camisinha, que pegou na sua jaqueta, em seu membro. Introduzindo de uma só vez em Leslie, que rugiu sobre o membro de Jacob.
As investidas de Quil eram fortes e rápidas. Leslie gemia enlouquecida, mas não deixava de chupar Jacob, que mordia os lábios.
Algum tempo depois Quil soltou um rugido, se derramando dentro da morena. Com Jacob não foi diferente, sentiu seu membro explodir na boca quente de Leslie.
– Ah!Boa menina... engolindo tudo. — Jacob sorriu maquiavélico.
Quil percebeu que ela ainda não havia gozado. Sem tirar seu membro de dentro dela, levou o dedo até o nervo inchado e começou a estimular com pequenas estocadas, mas o ponto principal ele circulava com o dedo.
– Agora sim cachorra, agora você pode gozar. — ele disse olhando Leslie se contorcer sob seu corpo.
Jacob gargalhava limpando o seu membro e puxando uma cartela de preservativos do bolso de sua calça no chão.
– Ah!Não para... Eu vou... — Ela puxava os próprios cabelos.
Logo Quil sentiu os espasmos do corpo da morena e sua intimidade se contraindo envolta de seu membro.
– Minha vez! — Jacob cantarolou. Leslie arregalou os olhos quando viu que o membro de Jacob já estava ereto novamente, coberto pela camada fina do látex. Ele se aproximou dela enquanto Quil retirava a camisinha a jogando fora. — Mas eu quero de quatro e bem... Atrás. — sussurrou. A morena ainda mole pelo recente orgasmo obedeceu, estava doida pra ser fodida por Jacob. Ela ficou de joelhos sobre a cama. — Empina mais cachorra.- ordenou Jacob dando um tapa em sua bunda. Ela gemeu. — Gosta disso não é? Safada! — disse dando mais um tapa.
Ele posicionou-se atrás dela, abrindo bem suas pernas, passando o dedo sobre sua intimidade completamente molhada e acariciando o ânus de Leslie. Ela gemia baixinho e empinava ainda mais o quadril.
– Hum... Vem... Vem pra mim! — ela pedia devido as caricias de Jacob.
Ele lhe agarrou pelo quadril, posicionou o membro bem no ânus e foi introduzindo devagar. Ele gostava da sensação de ser sugado por aquele lugar tão apertado.
– Nossa morena! Tão apertado... delícia! Nem parece que já foi usado. — ele zombou e a penetrou de vez.
Leslie gritou, mas não por muito tempo. Quil já estava em sua frente ajoelhado, segurou seus cabelos e guiou a sua boca até encobrir seu membro.
Jacob estocava com força, sem piedade. Os gemidos dela eram abafados pelo membro de Quil em sua boca. Os gemidos dos homens no quarto estavam enlouquecidos. Leslie estava ficando mole.
– Vai morena, aguenta... Nós vamos te foder a noite toda. Você disse que aguentava, agora toma cachorra... Porque eu demoro muito pra gozar. — Jacob disse batendo com força na bunda da morena, provavelmente ficariam marcas depois. Ele introduziu dois dedos na entrada de Leslie. — Quero ouvir você gemer... Geme cachorra, geme e chame por Black!
Quil chegou primeiro ao seu orgasmo, Jacob em seguida e por último Leslie.
A morena estava completamente entregue, porém ela sabia que era apenas o começo. Arrependeu-se por ter feito a proposta.
Os dois retiraram a suas camisinhas,deram um nó e as jogaram pelo chão mesmo.
– Vai morena, se masturba agora para nós... Nos dê um incentivo. — Quil pediu alisando o seu membro, nem de longe os dois pareciam cansados.
– Mas... Estou... — a voz de Leslie era fraca pelo cansaço.
– Agora morena! – ordenou. — Coloca a mão nessa boceta e começa a gemer, porra! — Jacob gritou e ela atendeu rapidamente.
Os dois se estimulavam enquanto ela se masturbava e gemia.
Já completamente eretos novamente e protegidos, Jacob puxou a morena pela mão e deitou-se sobre a cama, colocando-a sentada em seu membro. Quil ajoelhou-se atrás introduzindo em seu ânus.
Leslie gritava e gemia ao mesmo tempo, era um misto de dor com prazer. Mas não estava reclamando, ser fodida por dois morenos gostosos estava sendo a melhor de suas fantasias, contudo, ela sentia que seu corpo não daria mais conta.
– Rebola cadela, rebola pro Black. — Jacob rugia.
– Eu não to aguentando mais... Por favor, vamos descansar. — Ela pediu, uma lágrima caiu de seus olhos.
– Parar o caralho! Você disse que aguentava. Agora senta gostoso e empina mais essa bunda. — Jacob ditou, dando um tapa na coxa dela e com a outra mão apertando seu seio.
– Isso empina mais... Humm! Tá bom demais morena. Aqui atrás é bem apertado. — Quil estava louco.
Lesley fazia maestria para cavalgar em Jacob e ainda ficar empinada para Quil.
Depois de muitas estocadas, tapas, gemidos... Eles chegaram ao ápice novamente. Leslie gozou como uma louca, caindo exausta por cima do corpo de Jacob. Seu corpo dava claros sinais que não aguentaria mais receber aquela virilidade toda dos morenos.
– Dez minutos pro banho morena. — Jacob disse gesticulando com a mão que ela fosse tomar o banho. — Sinta-se sortuda por isso, mas você está um trapo e eu quero você bem acordada. Temos a noite inteira ainda e meu amigo não quer dormir. — ele gargalhou junto ao Quil vendo a garota entrando no banheiro.
E assim fizeram a noite inteira.
Na opinião de Jacob e Quil, foi a melhor proposta que receberam, estavam se divertindo com nunca. Mas para Leslie foi um tormento.
Ela dormia exausta após a ultima façanha, já era de manhã. Ela teve que intercalar chupadas entre Jacob e Quil ao mesmo tempo, depois teve que engolir tudo dos dois.
Os irmãos tomaram um banho, se arrumaram e deixaram alguns dólares ao lado da mesa. Leslie não disse ser garota de programa, mas eles apreciaram a coragem da garota e lhe deixaram um bom agrado.
Pagaram a conta e foram embora.
A noite tinha saído melhor do que planejaram!
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