Two Lives: A Destination
15 Bônus q&c
Notas iniciais

O silencio no interior do luxuoso veiculo não era nada reconfortante, pois sempre era quebrado por um soluçar angustiante de Claire. Isso estava matando Quil. Ver a loira chorar de forma tão entristecida, era uma tortura para o moreno. O choro, da sempre alegre amish, era como kriptonita para o moreno durão, o enfraquecia. Ele não suportava vê-la naquele estado, isso derrubava qualquer muro que ele havia criado ao seu redor para proteger-se dos sentimentos alheios. Ver a loira chorar tão sincera e tão sofrida era demais pras suas forças, os muros antes fortemente erguidos, se desmoronavam com o sincero choro. Quil não sabia ser romântico, carinhoso ou delicado com uma mulher, ele só sabia ser... Bem, ele só sabia ser ele mesmo: Quil Black, e seria do seu jeito que ele iria tirar toda a angustia do coração da entristecida loira. Claire iria ter a melhor noite da sua vida e na manhã seguinte ela nem lembraria porque chorou. Foi essa promessa que o moreno fez a si mesmo durante os sofridos soluços que a loira emitia. Em uma muda forma de confirmar sua promessa, o moreno retirou uma de suas mãos que estavam ao volante e colocou sobre a coxa coberta da loira e apertou. O gesto atraiu a atenção da jovem amish que o olhou com curiosidade.
–Eu juro que farei você parar de chorar. Você vai esquecer o que te deixa tão triste.
A loira nada respondeu só balançou a cabeça de forma positiva, como que concordando com as palavras do amado. Isso foi tudo que o moreno falou, mas sua mão continuou repousando sobre a coxa que estava coberta pelo sofisticado vestido que ele havia escolhido pra ela, que ficou linda e extremamente sexy com o traje. Pensar nela, com aquele vestido, direcionou o moreno em outros pensamentos, que não eram nada castos, mas esse sim era Quil Black!
O motor logo foi desligado, pois o casal havia chegado a seu local de destino. O moreno rapidamente desceu do carro e foi abrir a porta pra loira, dando a mão pra ajuda-la a descer do veículo. Claire não hesitou em ser conduzida pelo o moreno, não tinha mais nada há guardar, não tinha mais nada há perder, se entregaria aos seus desejos, não pensaria no amanhã.
O curto caminho da luxuosa garagem, do requintado prédio, até a cobertura do moreno parecia ser longo demais. Ele não via a hora de ter Claire em seus braços, e com certeza o elevador era um lugar erótico e excitante. O moreno nem ao menos protestou ao ver a loira timidamente encostada ao fundo da caixa de metal segurando o próprio corpo, ela se abraça; ponta do nariz vermelho, olhar baixo... Isso logo mudaria. O moreno aproximou-se do pequeno corpo, o imprensou mais na parede espelhada e atacou vorazmente os lábios rosados. Quil tinha fome e uma enorme saudade de ter aquele corpo colado ao seu. O beijo não era nada casto, transbordava luxuria, mas o que mais alimentava a fome do moreno era a resposta que a loira dava. Ela acompanha o ritmo imposto por Quil, ela também tinha fome e desejo. Antes que o ar se fizesse escasso o moreno desceu os beijos para o alvo e desnudo pescoço, devorando aquela delicada região. Claire apertava com vontade a nuca do moreno. O elevador estava ficando quente e o espelho embaçado, mais o click do botão despertou o casal em um claro anuncio que haviam chegado a seus destinos. O moreno parou momentaneamente os beijos e puxou a loira pelas mãos para que saíssem do claustrofóbico ambiente que estavam.
O roll da entrada do apartamento de Quil era muito elegante, tinha uma refinada poltrona, um aparador com um jarro de flores, umas parede espelhada e iluminação ambiente, mais o casal pouco estava se importando com esses detalhes, o casal só estava ligado um no outro. Quil prensou Claire novamente na porta de seu apartamento e voltou a devorar os lábios, agora mais vermelhos e inchados da loira. Com uma mão ele buscava a chave no bolso e com a outra ele deslizava por cada curva daquele escultural corpo. Em nenhum momento ele parava os excitantes beijos, nem menos pra abrir a porta, ele tinha habilidade em fazer essas duas coisas ao mesmo tempo. Mesmo com a porta já destravada, o moreno não parava de beijar o pescoço da loira, que apertava firmemente os braços do moreno. Quil ousou um pouco mais e começou a suspender o longo vestido até que ficasse na parte superior da coxa da amish, em um rápido movimente ele ergueu o pequeno corpo, que instintivamente agarrou em seu pescoço e envolveu as pernas na cintura do moreno. Os lábios estavam grudados, mas os gemidos foram escutados assim que os sexos se tocaram sobre as roupas. O moreno estava enlouquecido, ele queria mais... muito mais, e a loira em seu colo não era diferente.
Com o pé Quil bateu a porta de seu apartamento, e em um rápido vasculhar pela enorme sala achou a superfície perfeita pra depositar o delicioso corpo que carregava em seu colo. A pequena mesa que ficava em frente à envidraçada parede, era o cenário perfeito pra ele fazê-la sua novamente. Foi ali, naquela vista maravilhosa de New York, que ele sentou com ela e a embebedou em sua primeira vez. Ah aquele era o lugar perfeito!
Quil depositou a loira sobre a mesa, afastou as suas pernas e encaixou-se ali, naquele lugar quente e acolhedor. Claire envolveu com as pernas a cintura do moreno e o puxava mais pra si. Os sexos se tocaram de forma gostosa.
–Aaaaaaaah – ela gemeu alto
–Hummm gatinha que saudade. Você hoje tá uma gatinha selvagem... Gostei disso! – falou de forma sexy e mordendo os lábios inferiores da loira, voltando a atacar a boca da amish.
O beijo era saudoso e cheio de luxuria, o moreno passeava com suas mãos por todo o corpo de Claire, que de forma mais tímida, porém firme, agarrava a nuca do moreno. Ela queria tudo aquilo tanto quanto ele. Quil estava extremamente excitado e queria faze-la sentir o quanto ela mexia com ele. Com as mãos firmes levou até as nádegas da loira e apertou a macia carne, puxando-a e grudando ainda mais os corpos.
–Hummm Claire! – o moreno gemeu desavergonhadamente ao esfregar o rijo membro no sexo da loira, que somente deixo a cabeça tombar para trás e soltar um falho gemido sem som.
Claire estava em estaze, nunca tinha se sentido tão quente, e estava gostando daquela tortura. Ela queria mais, muito mais.
Mesmo ainda vestidos, o tocar dos seus sexos era algo delicioso de se sentir, estava levando o casal à loucura. A loira estava entregue nas mãos do moreno, do jeito que ele gostava.
Mesmo com o frio que fazia do lado de fora do apartamento, o casal ali dentro estava queimando.
Em um rápido movimento o moreno se desfazia do paletó de seu smoking, assim com a gravata borboleta, mais os beijos não paravam, pelo contrario, eram cada vez mais intensos.
Em um ato impulsivo, mas que agradou imensamente o moreno, Claire levou as mão tremulas para o colarinho da camisa e começou a desabotoa-la. O moreno não esperava por essa reação dela, mas se deliciou em vê-la tão corada fazendo tal ato. A vergonha era tanta que a loira nem olhava nos olhos do moreno, sua concentração estava totalmente voltada em desabotoar a camisa. A vergonha era imensa, mais o desejo de ver o torso nu do moreno era muito maior.
Quil que ainda estava surpreso pelo ato da amish e momentaneamente parado pelo gesto, logo voltou sua concentração e imediatamente levou as mãos para as costas da loira a procura de fecho do vestido e o abrindo.
–Lindo. – a loira estava fascinada e vidrada com o que via.
Assim que terminou de desabotoar e se desfazer da camisa, olhou todo o esculpido corpo do moreno, mas a sua maior surpresa e atenção foi pra tatuagem que o moreno tinha. Era enorme, pegava parte de seu definido peitoral e braço, indo até o cotovelo. A amish nunca tinha visto nada igual e em sua primeira vez não tinha reparado no corpo de Quil.
– Gostou gatinha da tatuagem? – Quil estava atento ao olhar da loira, nunca tinha visto um olhar tão fascinado.
– Eu nunca vi algo tão lindo. – ela falava debilmente ainda fascinada pela beleza do desenho, que contornava delicadamente com as pontas dos dedos.
Quil começou a levantar o vestido da loira, e ela de bom grado suspendeu os braços pra facilitar o ato.
– Não tão lindo quanto você. – agora quem estava encantado com o que via era Quil. A loira estava linda usando um conjunto rendado de calcinha e sutiã azul caneta.
A loira corou com o elogio, mas o moreno não queria perder tempo com admirações, queria mais... Muito mais. Com fome as bocas voltaram a se encontrar, devorando-se e saboreando-se um do outro. O moreno apertava com vontade cada pedacinho do corpo alvo. Sem se fazer de rogado Quil levou as mãos para o fecho do sutiã e o abriu, retirando a peça imediatamente do corpo da loira. Não perdeu tempo com admiração, foi logo com fome devorar os seios alvos.
–Hummmm. –Claire soltou um nada contido gemido assim que a boca quente tocou seu mamilo.
Quil devorava aquela farta e macia carne; Chupava, mordia e lambia cada pedacinho. A loira estava ensandecida com as carícias, e em resposta só conseguia arranhar e apertar as costas definidas do moreno.
Quil foi inclinando seu tronco pra frente, forçando a loira a se deitar sobre a mesa, onde antes estava somente sentada. O moreno enquanto degustava dos seios de Claire, desabotoava e retirava as calças. Agora se encontrava somente de boxer preta da Calvin Klein. Seu membro estava tão duro que incomodava sobre a boxer, não via a hora de aliviar aquela aflição. Mesmo relutante, o moreno largou os deliciosos seios e foi descendo os beijos pela barriga plana. Com as mãos na lateral da minúscula calcinha foi deslizando pelas pernas bem desenhadas.
–Hum. – gemeu involuntariamente ao vislumbrar o sexo nu da loira. – Toda lisinha pra mim gatinha... Fiquei com água na boca.
Sem nem ao menos pensar, o moreno caiu de boca no sexo da amish, que agora estava liso devido à depilação que Alice obrigou a fazer. Quil Lambia e chupava com vontade cada pedacinho daquela região.
– Aaaaaaaaaah. – a loira gritou quando o moreno deu uma leve mordida em seu ponto mais sensível.
– Isso gatinha, quero ouvir você gritar. – Quil introduzia dois dedos no interior da loira e sugou com vontade a ponto sensível. Claire gritou ainda mais alto dessa vez, puxando os curtos cabelos do moreno. – Hummm gatinha, tão encharcada pra mim.
O moreno estocava firmemente os dedos e sugava arduamente a carne sensível. Claire estava ensandecida, rebolava instintivamente na boca de Quil. Mas o moreno queria tortura-la. Quando sentiu que Claire estava próximo do seu ápice, parou tudo o que fazia.
Claire ao sentir a deliciosa sensação se esvair, abriu os olhos sem entender o porquê do moreno ter parado, apoiou-se sobre os cotovelos a procura dele. Mas quando ela o avistou, ele já estava nu, na mesma hora ficou tensa por antecipação pelo que viria. Quil havia retirado sua boxer e abaixado pra pegar uma camisinha em sua carteira, rapidamente envolvendo o rijo membro com o fino látex e voltando para a sua deliciosa loira, que o esperava nua sobre uma mesa. Rapidamente um pensamento pervertido passou por sua cabeça -a comida estava sobre a mesa- sorriu com a ideia. Mais ver a nítida mudança de Claire o incomodou, ela que antes estava tão entregue, visivelmente ficou tensa. Ele a queria, mas não com aquela tensão visível.
O moreno aproximou-se novamente da loira, afastou suas pernas e encaixou-se bem ali. Mais diferente do que a loira esperava, ele voltou a beijar sua boca e apalpar seus seios, fazendo-a relaxar mais um pouco. Quando o moreno a notou mais relaxada, levou uma de suas mãos ao seu membro e começou a pincela-lo no sexo molhado de Claire, que gostou do contado. Cada vez mais a tensão ia se dissolvendo, o moreno queira pega-la desprevenida. Quando sentiu ela totalmente relaxada e entregue as carícias, sem prévio aviso afundou-se de uma só vez no interior quente e molhado da jovem amish.
–AAAAAAAH! – ela gritou pela inesperada invasão, que lhe causou dor e prazer ao mesmo tempo.
– Hummmm gatinha deliciosa... Tão apertadinha. –Quil gemeu e falou entre os dentes, já começando a estocar.
Os movimentos do moreno eram firmes e fortes, a mesa que estava sob o casal deslocava-se com os firmes movimentos, que foram ganhando uma velocidade gradativa. A cada minuto que se passava, Quil estocava cada vez mais rápido e mais forte. Os gemidos agora já havia se tornado gritos eróticos. A loira só sabia gemer e solta gritos de prazer. O calor no corpo havia aumentado e uma sensação crescente cada vez estava maior, a qualquer momento explodiria.
Mas quando o moreno sentiu o canal da loira apertar mais o seu membro e os gemidos ficarem mais intensos, ele diminuiu o ritmo das estocas. Quil estava longe de gozar e queria prorrogar o ápice dela. A estocadas eram firmes e fortes, porem lentas... Quase torturantes.
Mesmo sem ter muito conhecimento sobre sexo, o instinto falou mais alto e a loira puxava com mais força o corpo do moreno pra junto do seu e impulsionava firmemente o quadril. Isso era um mudo pedido por mais.
– Hummmm... Mais Quil. – empurrando fortemente o quadril, Claire pediu ao moreno, que não conseguiu conter a surpresa pelo pedido. Isso inflamou seu ego e seu tesão.
–Assim Gatinha? – ele começou a estocar mais forte e mais rápido. – É assim que você gosta delicia? Então toma!
O moreno começou um ritmo alucinado de suas estocadas. Claire agora não continha mais os gritos, o prazer estava alucinante. Os corpos suados dançavam de forma erótica ali encima da mesa, no meio da luxuosa sala com bela vista de New York. Os minutos passavam e os amantes não cansavam daquele ritmo. Os cheiros já haviam se misturado e o ambiente já estava com cheiro de sexo, o suor escorria pelos corpos, facilitando o deslizar.
–Aaaaaaah ...QUIL!!! – ela gritou por ele quando a crescente sensação não pode mais ser contida e explodiu... Trazendo-lhe enorme prazer e bem estar. O corpo alvo começava a ficar mole pelo recente orgasmo.
– Ah Claire... Gatinha... Minha. – O moreno aumento ainda mais o ritmo da estocadas e com mais algumas chegou ao seu ápice também, soltando um estranho rugido.
Eles estavam ofegantes, porém relaxados. Tentavam recuperar suas respirações e suas forças. Quil ainda estava dentro de Claire, mais ao abandonar aquele calor tão acolhedor, imediatamente sentiu falta. Aquilo o deixou confuso, era enlouquecedor, mas ele precisava mais da loira a sua frente, que estava linda de olhos fechados e leve sorriso nos lábios. Seu coração acelerou -como ela é linda e como preciso mais dela- ele pensou.
Quando a loira sentiu voltar para o corpo, pois antes a sensação era que flutuava fora dele, abriu os grandes olhos azuis e sorriu timidamente para o moreno que a observava. Os olhares estavam presos, nenhuma palavra era dita, mais também não se fazia necessária, só aqueles intensos olhares já diziam tudo. Mas pra loira não foi suficiente, ela acabou quebrando o silencio.
– Eu Te Amo Quil! – falou sinceramente o que sentia, fazendo o moreno prender a respiração e enrijecer seu corpo. Não sabia o que falar nem o que fazer. Rapidamente deu um selinho nos lábios rosados quebrando a tensão formada.
– E eu acho que precisamos tomar um banho. – foi à coisa mais estupida que ele poderia falar naquele momento, mais foi tudo que saiu. Rapidamente recolheu as roupas que estavam jogadas por ali e pegou a loira no colo, saindo andando para o interior da enorme cobertura.
Nada mais era falado, mas isso não entristeceu a amish, quando ela falou que o amava foi espontâneo e por que sentia, jamais falou esperando retribuição. Na verdade nem reparou, estava curtindo estar nos braços de quem tanto amava e lhe trazia uma estanha paz.
O clima era envolvente e os olhares estavam presos um no outro, quando a loira deu por si, seu corpo já estava sendo depositado sobre a fria bancada de mármore negro. Quil afastou-se brevemente só pra ligar a ducha quente, mas logo estava de volta pra sua loira. Parou a centímetros para admira-la.
– Linda... Perfeita... E minha! – ele falava baixo, como se fosse pra si mesmo, mas a jovem escutou e corou, porem não se cobriu. Estranhamente se sentia a vontade com a nudez.
– Você também é lindo. – retribuiu o elogio. Ato esse que pegou o moreno de surpresa.
Quil voltou a aproximar-se do delicado corpo, mais faltava algo naquela cena pra ficar perfeito. Ele pensava.
Com uma delicadeza que ele nunca soube que tinha, levou as mãos no coque da loira, agora já um tanto bagunçado, e o soltou. O longo cabelo caia onduladamente pelos ombros e costas da loira. Agora ela estava terrivelmente sexy. Quil gostava do que via. Rapidamente colou novamente os corpos e iniciou um intenso beijo. As enormes mãos morenas foram direto pras nádega alvas, as apertando firmemente e as suspendendo da bancada. O leve sacolejar do corpo não despertava Claire daquele perfeito beijo. Só despertou quando sentiu a água quente tocar seu corpo.
A loira foi afrouxando o aperto da cintura do moreno e descendo de seu colo. Os corpos agora estavam encharcados pela relaxante água quente. Quil pegou o caro sabonete líquido, depositou um pouco nas mãos e foi em direção à loira, ele ira banha-la. As enormes não passearam por cada pedacinho daquele delicioso corpo, lavando cada parte com cuidado e calma. Esse simples ato reacendeu um calor que estava brando, Claire voltava a queimar novamente. Quando o moreno pegou mais sabonete e começou a se ensaboar, foi contido por mãos tremulas. Claire queria ter aquela experiência. Sem dizer nada, pegou o sabonete liquido e timidamente levou as mãos ao peitoral do moreno. Quil estava surpreso mais deliciado com o ato. As pequenas mãos começaram tímidas, mais a cada minuto ganhava mais confiança. A loira foi lavando cada pedaço daquele enorme e esculpido corpo, isso loucamente acendeu o desejo feroz de Quil, que atacou a desenhada boca da amish. O beijo já começou sedento e se intensificava a cada segundo. Rapidamente a loira estava imprensada no Blindex, mas logo foi virada, ficando com a cara colada no vidro. O moreno a tocava sem um pudor e forçando o pequeno corpo a se inclinar para frente, a deixando empinada pra ele. A visão do escultural corpo empinado em sua direção e os longos cabelos molhados cobrindo toda a costa alva foi o limite da sanidade do moreno, que agora estava louco. De forma rápida e até animalesca, Quil penetrou o interior da loira.
– AAAAAAAAAAAh. Ela gritou, mais ele gritou muito mais alto.
O moreno estava dentro e sem restrições. O contato pele a pele era gostoso demais. Quil nunca se permitiu tal experiência, não confiava em absolutamente mulher nenhuma pra cometer tamanha loucura, mas Claire era dele... Somente dele.
– Hummm – Ela gemeu quando ele levou uma mão aos seios e a outra desceu até o sexo da loira e tocou o ponto mais sensível, que estava inchado e implorando pra atenção.
As estocadas eram vorazes, a amish chegou a espalmar as mãos ao vidro pra manter-se equilibrada. Quil a penetrava e estimulava simultaneamente. Ele estava louco, mais ela estava muito mais. Ambos não durariam muito tempo. Ela estava vindo e ele não estava muito atrás. Como se fosse possível, ele aumentou ainda mais o ritmo e logo sentiu o apertado canal comprimir ainda mais seu membro. A sensação de prazer era imensurável.
–Aaaah... AAAAAh Quil... Quil... QUIL! – Ela gritou por ele ao gozar. O orgasmo veio rápido e forte... Arrebatador.
O moreno foi rápido; com um braço envolveu firmemente a cintura da loira evitando que o desfalecido corpo fosse ao chão, Saiu rapidamente do interior tão acolhedor e com a mão livre estocou mais três vezes seu rijo membro, derramou-se sobre a lombar da amish.
Foi tudo rápido, louco e intenso demais. Ambos tentavam se controlar e se recompor, mas as forças eram mínimas. Após longos minutos eles já estavam recuperados e terminavam o banho.
O cansaço era enorme, mas de alguma forma Quil queria mais... Precisava de mais. Ele estava confuso e queria entender como mesmo estando com o corpo exausto, ele sentia necessidade de ter mais de Claire. Isso nunca havia lhe acontecido antes, a sensação era que ele nunca enjoaria dela e que de alguma forma sempre iria precisar de mais.
A noite ainda não havia acabado. Após saírem do banho e se enxugarem, o moreno os conduziu para a enorme cama. A intenção era de descansa, mas a constante necessidade por mais de Claire, fez o moreno a toma-la novamente.
Sobre aqueles macios e caros lençóis, ele a fez sua mais uma vez. Mas algo havia mudado. Era tudo mais intenso... Mais carinhoso. Mesmo sem ele perceber ou se dá conta, ele a amou sobre aqueles caros lençóis. Sim! Eles se amaram até a satisfação e a exaustão abater-se sobre os dois os levando para a inconsciência.
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