Two Lives: A Destination
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Notas iniciais

TWO LIVES: A DESTINATION!
O céu estava escuro, sem nenhuma nuvem ou estrela, limpo, apenas sustentando aquele esplendor de luz. O céu apenas sustentava a lua; cheia e brilhosa. Mas não era a linda lua que o moreno contemplava, não, era pra ela que Jacob olhava da sacada de seu quarto, ainda nu, o corpo alvo e delicado de Renesmee, que repousava sobre os lençóis emaranhados devido à noite maravilhosa em que tiveram. Ele a observava, o cheiro dela estava por todo o ambiente, puro e delicado, como uma essência única.
Jacob estava absorto vendo aquele delicado corpo ser iluminado pela luz da lua. Estava confuso sobre a noite passada e ainda mais por ter entrando tantas vezes em contradições com seus sentimentos.
Nos dedos o moreno tinha um cigarro da erva que tanto lhe acalmava; a maconha era algo que sempre lhe ajudava toda vez que estava nervoso ou agitado e precisava organizar seus pensamentos. Levava o cigarro aos lábios, tragando a fumaça e soltando a nuvem branca e espessa. Seus pensamentos lhe traiam, seus sentimentos gritavam, já não sabia o que pensar ou como agir. O que faria de agora em diante? Como seria viver a vida acordando ao lado da mesma mulher, agora que ele havia conseguido o que desejava? Então o porquê de não conseguir parar de olhá-la? Por que de não conseguir dar as costas a ela, que ressonava delicadamente naquela cama?
– Ah loira! O que está fazendo comigo? – sussurrou com um mínimo sorriso nos lábios, dando uma ultima tragada no cigarro.
Ele queria ao menos ter uma resposta pra tudo aquilo, queria que ela acordasse e fosse embora, mas será que ele suportaria deixá-la ir? Não! Pelo menos, não naquele momento.
O moreno foi caminhando lentamente na intenção de não fazer um mínimo de barulho que pudesse tirar a loira de seus sonhos. Ele deitou-se novamente na cama, ainda era madrugada, aproximando ainda mais seu corpo ao corpo de Renesmee. Ele a abraçou. Era estranho aquilo tudo, mesmo com receio ele a abraçou. O seu corpo também o traia e ele praguejou-se por isso, mas no momento em que sentiu o calor emanar daquela mulher e lhe aquecer, ele decidiu entregar-se, render-se aos sentimentos que estavam gritando naquele momento, mas somente porque eles estavam gritando.
A lua havia adormecido dando lugar ao sol, que brigava com as nuvens para irradiar os seus raios, mas a pouca claridade que adentrava a porta envidraçada da sacada atingiu os olhos de Jacob, que tateou a cama e notou estar sozinho. Isso não foi o suficiente para ele acordar, apenas abriu os olhos quando ao longe ouviu uma voz melodiosa que cantarolava uma canção. Ele fechou os olhos novamente, mas a voz era tão afinada e penetrava em seus ouvidos, precisava saber da onde vinha. Ao abrir os olhos os esfregando, Jacob procurou pelo quarto, mais percebeu que outro som se misturou a voz melodiosa, o som da água que batia contra o piso do banheiro.
Renesmee tinha acordado cedo aquela manhã, até mesmo antes dos primeiros indícios do sol estar nascendo. Era de costume em sua comunidade. Porém, a loira sentiu um peso em seu corpo, um calor, um lugar aconchegante se fazia presente, e ela resolveu aproveitar um pouco daquele contato tão novo e gostoso. Só depois decidiu levantar-se e ir tomar um banho.
Jacob ainda ressonava quando Renesmee adentrou ao enorme banheiro, deparando-se com seu reflexo no espelho. Ela ficou ali por alguns minutos, admirando sua figura nua, jamais em momento algum se sentia a vontade de se ver daquele jeito, mas depois da noite passada ela não se intimidava mais, pelo menos não com ela mesma. Sua imagem refletida estava feliz, o corpo até parecia ter mudado. Com as mãos ela foi percorrendo cada lugar em seu corpo onde Jacob havia lhe tocado, fechando os olhos, lembrando-se das sensações recém-descobertas. Respirou fundo, precisava realmente de um banho.
Entrou no Box, mas alguma coisa a incomodava, um desconforto entre suas coxas. Era dolorido e estava desconfortável pra andar. Ligou o chuveiro e deixou que a água levasse embora todo o cheiro de Jacob que estava impregnado em sua pele, molhando os cabelos, ela fechou os olhos, sentia-se aborrecida por não estar mais sentindo aquele cheiro amadeirado.
Pegou o sabonete líquido que tinha ali e começou a se ensaboar, seus lábios se abriram e dele uma linda canção alemã começou a ser pronunciada de forma harmoniosa. Renesmee amava cantar músicas de seu povo, principalmente quando estava feliz, ela só cantava quando estava assim.
A loira levou um susto quando a porta do Box foi aberta, revelando o corpo másculo e bem definido somente com uma boxer branca. De imediato a sua reação foi tentar se cobrir, se esconder. Ficar exposta a outra pessoa ainda era complicado pra ela, mesmo depois de tudo o que havia acontecido ela ainda corava e sentia-se encabulada. Sentiu as maçãs do seu rosto arderem por estar visivelmente corada.
Jacob havia levantado, sendo guiado pela canção melodiosa e afinada. Procurou pelo quarto alguma coisa para se cobrir, achou sua boxer e a vestiu seguindo para onde a canção o levava.
Sorriu quando abriu o Box e Renesmee tentou inutilmente se cobrir com as mãos, o rosto corado da pele delicada fez o moreno sorrir. Ele a olhou dos pés a cabeça e a imagem lhe causou ainda mais excitação.
Ele aproximou-se de Renesmee, pé ante pé, sorrindo para que ela não se assustasse. Era até bizarro devido à noite que tiveram.
– Ei... Não precisa sentir vergonha Nessie. – disse calmamente puxando as mãos dela que estavam agarradas ao corpo. – Não de mim. Você é linda! – sussurrou lhe acariciando o rosto.
A loira ainda estava com o corpo enrijecido, mas foi relaxando à medida que Jacob se aproximava mais, ela se recusava a olhar para outro lugar que não fossem os seus olhos.
– Não pare... Não pare de cantar, eu gostei e a quero assim... Cantando. – disse baixinho ao pé do ouvido da loira, que sentiu todos os pêlos do corpo se arrepiar com a voz rouca e a respiração ofegante em seu pescoço.
Renesmee não pensou, não protestou, sequer ela estava naquele mundo. Ela apenas abriu os lábios continuando a canção. O moreno passou a mão por trás de seu corpo, repousando-a em sua cintura, trazendo-a pra mais perto, até estarem completamente colado um no outro. Com a outra mão ele levantou os enormes cabelos molhados deixando a pele do pescoço mais exposta e assim ele pôde saborear aquela região com beijos, chupadas e lambidas.
A loira cantava baixinho, quase imperceptível, a voz dela estava fazendo Jacob perder a sanidade. Nunca, jamais em sua vida ele havia sentido tanto desejo, ficado tão duro por alguém como por Renesmee. E a voz... Ah aquela voz...
Jacob foi adentrando ao Box junto a Renesmee, os levando para debaixo da água que ele julgou estar morna devido ao discreto vapor que embaçava o ambiente. A loira não parava de cantar enquanto ele a acariciava, apenas a voz começou a ficar descompassada.
– Isso Nessie... Não pare de cantar. – gemeu mordendo o ombro da loira que estremeceu em seus braços.
Jacob foi descendo com beijos pelos braços, depois subiu pelos mesmos e tomou outro caminho. Agora ele tecia beijos no colo de Renesmee, descendo lentamente. A loira não estava mais conseguindo cantar, estava presa no refrão da música, e absorta nas carícias e sensações que agora, ela já conhecia e gostava. Mas Jacob não transaria com ela ali, ele a faria explodir de desejo, de clamar pra ele estar dentro dela.
O moreno chegou aos mamilos de Renesmee, onde os circulou com a língua e mordiscou cada um, tirando dos lábios da jovem um gemido sôfrego misturado à canção. Seu ego inflou, ele mal havia começado e Renesmee já estava entregue a suas carícias. Ele sorriu e voltou a subir traçando beijos novamente.
Ao chegar aos lábios rosados, por mais que quisesse beijá-los e sentir a textura macia daquela língua, Jacob não queria interromper a canção, ela não parava de cantar. Ele virou lentamente o corpo da loira, para que ela ficasse de costas pra ele. As mãos acariciavam então a cintura, fina e delicada, indo para a barriga lisa, onde ele começou a passar de leve as pontas dos dedos.
Renesmee sentiu a excitação de Jacob sob a cueca e em seu corpo, o que lhe causou medo, mas ao mesmo tempo lhe fez gemer. Estava mole, entregue... A cabeça tombada para trás apoiada no ombro moreno, sentindo a respiração ofegante de Jacob em seu pescoço.
– Não pare de cantar... Gosto do modo como à canção se mistura com seus gemidos. – sussurrou lambendo o lóbulo da orelha da loira que gemeu mais alto pelo desejo.
O desconforto entre as coxas de Renesmee estava ainda maior, mas a sensação gostosa e as fisgadas que sentia ali no seu baixo ventre também eram maiores do que antes.
Jacob foi subindo com uma das mãos, acariciando cada pedacinho de pele. Os seios foram os alvos. Ele massageou cada um deles com volúpia, fechando os olhos e deixando um gemido sair dos lábios carnudos. Com a outra mão ele sustentava Renesmee bem junto ao seu corpo, ela estava mole, cairia se a soltasse. E a todo o momento Jacob friccionava seu corpo para que ela sentisse o quanto ele estava excitado.
Foi caminhando um pouco mais pra frente, levando o corpo da loira junto, até que ficasse bem próximo a parede azulejada.
– Coloque suas mãos apoiada na parede Nessie. – pediu em um sussurro.
A loira sem entender nada, abriu os olhos, não estava mais no banheiro, não estava mais na terra... Estava em lugar isolado, somente ela e Jacob.
Sem questionar e ainda cantando, ou melhor, já sussurrando a canção, ela espalmou as mãos na parede como Jacob havia pedido. O que ele iria fazer? – pensou – Mas não importava, naquele momento era somente os dois e desde que aquela sensação não fosse embora, ela faria.
Jacob começou a distraí-la com beijos pelas costas, enquanto retirava a boxer que já lhe incomodava devido ao tamanho da sua excitação. Depois voltou com as mãos para a cintura da loira, a conduzindo pra que ela ficasse um pouco mais empinada para ele.
– Vamos nos conhecer Nessie... Vamos conhecer o corpo um do outro. – gemeu quando ao levou a mão até a bunda da loira e apertar forte, a ouviu gemer. – Mas não pare de cantar. – ordenou.
Renesmee mordeu os lábios, gostou daquele ato, daquele gesto. Seu baixo ventre se contorcia cada vez mais. Sentiu quando o moreno começou a lamber do seu pescoço até suas costas, as mãos deslizando pela lateral do corpo, à medida que os beijos e as lambidas também iam descendo.
– Hum... – ela parou de cantar assim que Jacob ajoelhou-se e mordeu uma de suas nádegas.
– Sem parar de cantar. – ele ordenou.
Como boa submissa vinda das origens Amish, a loira cantarolava com dificuldade, ainda mais depois que sentiu as mãos de Jacob afastando suas pernas delicadamente.
Jacob suspirou, gemeu e ficou por alguns segundos contemplando aquela visão. Contemplando aquele corpo totalmente exposto e entregue somente a ele. E com um pensamento egoísta ele mordeu os lábios, aquele corpo era seu, foi marcado por ele e somente ele desfrutaria de toda aquela escultura a sua frente. As mãos começaram a torturar novamente o corpo de Renesmee, os longos cabelos molhados escorriam pelas costas, as gotas de água desciam com glamour pelas curvas do corpo alvo. Jacob começou a acariciar desde os pés da loira, as panturrilhas e foi subindo para as coxas... Com delicadeza ele acariciou o sexo de Renesmee, que estava totalmente pegajoso, não pela água e sim pelo desejo que ela estava sentindo, e ele notou ser muito mais que a noite passada.
A loira tremeu de leve, aquele contato era bom, muito bom por sinal. Mas lhe causou medo, estava muito exposta e não conseguia ver Jacob, não sabia o que estava por vir.
Ele a acariciou ali até chegar ao nervo onde estava totalmente inchado. Jacob deslizou com o dedo pelo local, causando uma convulsão no interior da loira. Ela gemia, cantava e enrolava tudo. Estava prazeroso demais vê-la tentar cantar e se controlar pelo desejo e isso só aumentava ainda mais o tesão enlouquecedor de Jacob.
Jacob parou de acariciar a feminilidade dela e levou o dedo a boca, queria muito sentir o sabor.
– Hum... Bom! Deliciosa. – ele disse lambendo o dedo e fechando os olhos para degustar do sabor agridoce e único.
Renesmee estava em expectativa, não sabia o que viria a seguir. A posição estava começando a lhe incomodar, mas todos os seus incômodos foram embora quando sentiu a boca de Jacob ali... Bem no seu sexo.
Ele lambia com graciosidade, passando a língua lentamente por toda a carne molhada, fazia movimentos circulares e chupava.
– Ja-Jake...
– Shh, apenas continua cantando. – proferiu sobre o sexo da loira, ela quase explodiu com aquilo. Como era gostoso, era sensacional a textura da língua dele naquela região. Os tremores estavam aumentando, assim como os gemidos, as pernas moles. Jacob percebeu que ela estava quase chegando ao ápice e por mais que ele quisesse sentir todo o gosto dela, ele a faria se conhecer, a testar seus limites. Afinal, ele não ia aguentar muito tempo essa vida de amores pra lá, amores pra cá. Não via a hora de poder pegá-la com vontade e se aprofundar naquele corpo.
A contra gosto, Jacob parou o que estava fazendo e a loira gemeu em protesto, estava tão bom. Jacob ainda lambia os lábios quando chegou novamente ao pescoço de Renesmee.
– Seu sabor é único. Seu gosto é maravilhoso... Mas, eu quero que você se sinta, quero lhe ensinar a lhe dar prazer. – as palavras ao pé do ouvido quase a fizeram cair, mas Jacob a segurou firme pela cintura colando novamente os seus corpos. Ela tremeu quando sentiu a excitação de Jacob mais potente roçando em sua pele. – Veja como estou Nessie... E eu nem ao menos fiz muita coisa.
Ela tombou novamente a cabeça apoiando no ombro moreno, ele pegou a mão de Renesmee e começou a passear pelo corpo dela... Queria que ela sentisse o que ele sente quando lhe acaricia.
– Sinta Nessie... Sinta o que eu sinto quando faço isso em você. – ele levou a mão dela até o seio os apertando. Ela gemia loucamente, mais uma sensação sendo descoberta e mais uma aprovação da loira.
Agora novamente bem no centro embaixo do chuveiro, Jacob percorria o corpo da loira com as suas mãos sobre as dela.
– Hum... Jake!
Ele foi descendo, indo até o sexo da loira onde deu um pequeno solavanco. Ele estava a ensinando a se conhecer.
– Assim Nessie... Isso... – ela fazia os mesmos movimentos que Jacob havia feito a pouco com ela e estava se deliciando com aquilo. Ele estava no auge, gozaria a qualquer momento, mas não queria antes dela, queria vê-la gozar por ela mesma. Ele a beijava a mordia e a lambia enquanto a mão de Renesmee trabalhava arduamente no próprio sexo. – Isso Ness...
– Ja-Jake... É bom! – gemeu sôfrega. Mesmo sendo tudo novo e estranho ela estava gostando.
Jacob não estava aguentando mais, precisava se libertar, precisava dar fim à pressão que estava sentindo, assim como Renesmee também não aguentava mais, cada vez a quentura subia a pressão aumentava... Ele retirou a mão dela e colocou a sua, substituindo os dedos da loira pelos seus. Ele estimulava o nervo inchado com fervor... Muito fervor. Ela gemia enlouquecida, mas o que deixou o moreno ainda mais excitado foi quando por vontade própria a loira levou as mãos aos seios e os acariciava, apertava os mamilos e gemia.
– Vem pra mim loira... Deliciosa!
– Jake... Nã-não to aguentando... Ai... Hum!
– Está gostando Ness? Está gostando de sentir prazer...
– Ja-Jake... Hum! – ela gemeu ainda mais alto chamando pelo marido. Ele tinha introduzido um dedo e estava em um movimento frenético de vai e vem.
– Isso, grita meu nome Nessie... Grita mais alto.
Mais algumas estimuladas e Renesmee estava mole nos braços de Jacob, ele a sentia escorrer pelos seus dedos. A pressão havia sumido do corpo da jovem e apenas uma ótima sensação de calma habitava o seu interior, mas ela ainda estava quente, ainda se sentia queimar.
Renesmee sequer havia se recuperado do seu orgasmo quando Jacob pegou em sua cintura a virando de frente pra ele. A música já não interessava mais, ele queria, necessitava sentir aquela boca na sua e foi isso que ele fez: capturou os lábios entreabertos pela respiração descompassada e a beijou com volúpia.
Os braços da loira foram para o pescoço de Jacob e a excitação dele roçava em sua barriga, ela não queria olhar, ela sabia o que havia sentido na noite passada e estava com receio de ver. Mas o moreno não foi muito sutil, ele segurou a mão dela levando diretamente para seu membro. Ela tentou puxar o braço, mas estava envolta da mão firme de Jacob.
– Não tenha medo Nessie... Só se conhecer. – disse sobre os lábios da loira. Ela nada disse, apenas deixou-se ser conduzida a vontade do marido. Ele conduzia a mão da loira pra cima e para baixo, ela estava acanhada, beijava até mais calmamente. Ele gemia sobre os lábios dela e abruptamente ele soltou a mão dela e ergueu em seu colo. Ela sequer sabia como foi parar ali tão rápido e por instinto para não cair, ela circulou a cintura do moreno com as pernas.
– Não aguento Nessie... Não to aguentando. – sussurrou capturando os lábios com um beijo mais urgente. Devagar ele foi deslizando a loira pelo seu corpo, posicionando onde ele queria. Seu membro parecia saber o caminho certo e ele foi encaixando o corpo da jovem, deslizando delicadamente, menos do que a noite passada, mas ainda sim delicado.
– Hum... Ainda tão apertada! – grunhiu.
– Jake, tá... Humm... Doendo. – protestou ainda gemendo e gritou quando ele atingiu a fundo.
– Dentro... Minha... Ah Nessie... –o moreno gemeu ensandecido.
– Ai Jake... Tá doendo. – protestou baixinho quando o moreno deu a primeira investida contra o corpo da jovem.
– Relaxa loira... Relaxa que logo logo você vai gostar. – disse safado mordendo o lábio inferior da loira.
Ele segurou mais firme na cintura fina e começou a investir cada vez mais rápido, fundo, ele levantava o corpo da loira a conduzindo e movimentando o seu quadril de encontro ao dela. A água caindo sobre a face de Renesmee e ela gemendo, estava deixando o moreno louco e cada vez ele ia mais rápido e fundo.
– Ahh Nessie... – ele gritou quando a última estocada foi fundo demais. Ela também gritou, de dor e de prazer, agarrando ao ombro másculo do marido. Havia explodido novamente. Junto com ele.
A respiração de ambos estava descompassada, Jacob beijou o rosto da esposa assim que a colocou novamente no chão. Nenhuma palavra foi dita, o som era somente da água ainda caindo sobre eles.
Jacob pegou o sabonete líquido, despejou em sua mão e começou a lavar o corpo perfeito de Renesmee. Ele decidiu quebrar o silêncio.
– A música, qual canção era? – perguntou intrigado.
– É uma canção do meu povo Jake, é em alemão.
– Percebi, Sam também fala alemão. É linda, e a sua voz estava extremamente sensual. Você fica sexy quando canta. Cante mais vezes pra mim. – disse com um sorriso. Mas por que estava sendo doce com ela? Merda Jacob!
Renesmee também sorriu, não fazia à mínima ideia do que era sensual ou sexy, mas levou como um elogio, devido à forma que Jacob disse. Ela não disse mais nada, deixou ser ensaboada por ele. Mas em sua mente gritavam algumas palavras que saíram dos seus lábios involuntariamente.
– Ich liebe dich. Immer und immer. Sie sind mein Leben jetz!.- disse em alemão. Jacob parou os movimentos circulares nas costas de Renesmee e a virou de frente arqueando a sobrancelha.
– O que disse? – indagou curioso. Ela sorriu e corou, mas traduziu.
– Eu te amo, sempre e pra sempre. Você é minha vida agora!
Jacob não sabia como retribuir aquele gesto. O que ele podia dizer? Que a amava também? A palavra amor não existia em seu vocabulário, sentiu o peito comprimir como há muito tempo não sentia. Ele apenas sorriu, um sorriso que saiu genuíno e sincero, e logo a beijou.
Seria sempre assim? Sempre que ela dissesse que o amava, ele a beijaria por não conseguir retribuir a resposta? Ah! Jacob no que você se meteu.
TLAD
Quil observava Claire dormir. Como era linda Deus! Após saírem do casamento de Jacob e Renesmee o moreno levou a jovem ainda chorosa para seu apartamento, ali puderam em fim matar a saudade um do outro. Claire até se espantou com o modo que ela reagiu aos beijos e carícias do moreno, ela estava entregue a ele. A vergonha que sentiu em sua primeira vez não existia mais, era como se os corpos se conectassem como um quebra cabeça que se encaixava perfeitamente, formando um lindo desenho.
Não teve conversa na noite, apenas um matando o desejo do outro. Era incrível como a mente do moreno estava conturbada com aquela jovem mulher enrolada nos lençóis de sua cama.
Mas Claire se mexia e logo estava acordada. Esfregando os olhos ela se deparou com Quil a observando, sorvendo do seu café e vestido apenas com uma boxer preta. Ela corou assim que os olhos miraram o corpo a sua frente.
– Bom dia gatinha. – ele sorriu lhe cumprimentando.
– Bom dia. – disse com a voz rouca por recém acordar. Os pensamentos confusos, porém clareando em sua mente deu um estalo. – Preciso ir Quil – disse se levantando enrolada nos lençóis e procurando pelas suas roupas.
Quil rapidamente levantou da poltrona em que estava e foi de encontro à loira que parecia assustada. Ele não a deixaria ir, não novamente.
– Não Claire, por quê? Se acalme.
– Eu... É que... – as palavras lhe fugiam, mas ela não sabia como seria sua vida sozinha sem Renesmee.
– Calma gatinha, vamos conversar. Não vou deixar você ir assim, nem ao menos conversamos. Não me esqueci de ontem, e tudo ficará bem. – ele disse tentando acalmá-la. Mas por que ele estava fazendo aquilo?
– Quil eu... – suspirou, ela não sabia o que estava fazendo – Isso tudo é tão errado. – advertiu. – Não somos nada um do outro. Olha só como estou aqui, o que andamos fazendo. Eu preciso organizar a minha vida agora... Agora estou sozinha.
– Não Claire, você não está sozinha. E eu já disse que estamos nos conhecendo isso é normal.
– Normal? Como é normal Quil? De onde eu vim isso é pecado, não sou nada sua. Ou sou? O que eu sou pra você Quil? – a loira estava de certa forma calma, a sua voz não era alta e ela não gritava, apenas dizia tudo na sua forma desesperada.
O moreno pela primeira vez ficou sem palavras, Claire havia lhe pegado com aquela pergunta. Ele não poderia simplesmente dizer “ você é meu sexo fixo gostosa”, de fato ele queria mesmo dizer aquilo?
– Ora Claire... Você é... Você é minha namorada, não é?
– Não Quil, eu não sou. Por que eu não ouvi você me pedir. – disse cabisbaixa. Os olhos já estavam querendo marejar.
Pronto! Era tudo o que faltava – o moreno pensou – Ele não sabia nem como fazer aquilo, mas também não queria perder a sua Amish. Tinha que pensar em alguma coisa e rápido.
– Ér... Bem...
– Tá vendo Quil, você não consegue nem me responder. – ela sussurrou sem encará-lo e voltando a procurar as suas roupas.
Aquela voz chorosa tocou o moreno de um jeito desconfortável, e vê-la desesperada para sair de seu apartamento o fez pensar em uma saída.
– Não é isso Claire... Gatinha olha pra mim. – pediu – É que eu nunca namorei antes. – mentiu descaradamente, mas foi à primeira coisa que veio a sua mente. – E depois de tudo o que aconteceu entre a gente eu imaginei que você soubesse o que significava pra mim.
– Mas de onde eu vim Quil é diferente. Eu sou diferente. Jacob pediu a Renesmee em namoro... Foi lindo, fofo. Você não fez isso comigo. Estou vivendo em puro pecado! – derramou uma lágrima.
Pecado? Como assim pecado? Quil não podia ver como dois corpos suados em uma cama sentindo prazer podia ser pecado. Não! Não! Ele não podia perder aquela loira, não mesmo.
– Claire – chamou suplicante, mas sem fingimento – Me perdoa, eu não sabia como fazer, eu não sou romântico... E Jacob já namorou. Você é... A Primeira! — tinha que colar o teatro ou ele estaria perdido.
Claire elevou os olhos mirando o moreno a sua frente com um mínimo sorriso nos lábios, ela também sorriu, sentiu seu peito arder em esperanças.
– Então... Então, sou sua namorada? Sou sua primeira namorada? – questionou.
– Sim gatinha. – disse rapidamente. – Você é a primeira. Eu só não sabia como fazer o pedido e pensei que soubesse o que significava pra mim. – suspirou aliviado assim que o sorriso de Claire se estendeu.
Ela correu e agarrou o pescoço do moreno em um abraço forte e caloroso. Nunca esteve tão feliz, após entender que o que ela sentia por ele era paixão, era amor... Ela não desejava mais nada na vida a não ser se tornar alguém especial pra ele, alguém que pudesse viver tudo o que Renesmee estava vivendo.
– Nossa, se soubesse que ia ser recebido assim, teria feito o pedido antes.
– Seu bobo. – ela brincou dando um beijo estalado na bochecha do moreno.
– Agora vamos gatinha. Vamos tomar café e conversar sobre esse papo de ficar sozinha. – deu um selinho nos lábios de Claire que sorriu com ternura. Agora sim o seu peito estava cheio, além de esperança, estava aliviada por não se sentir mais sozinha. Ela tinha Quil em sua vida e seria ele pra sempre.
TLAD
Após o prazeroso banho que o casal teve logo pela manhã, Jake avisou que era para Nessie se arrumar que ele iria apresentar a nova casa e aos empregados. De inicio Renesmee não gostou da ideia de ter empregados, sempre foi ensinada que a mulher que cuidava da casa, do marido e dos filhos depois que se casava. Jacob com muita paciência explicou-lhe que a casa era muito grande e que ele era rico, e na cidade as esposas de homens ricos, só supervisionam os empregados e manda fazer os serviços. Ela até relutou, mas acabou cedendo em partes, com certeza faria pelo menos a comida de seu marido. A Amish tinha essa visão como romântica; cuidar do marido.
Achar uma roupa pra vestir foi outra batalha, tudo que Alice havia comprando não combinava com o Jeito da simples Amish. A maioria eram roupas sofisticadas e de certa forma sexy. Renesmee não podia se imaginar com quase nenhuma roupa daquele closet.
Tentou vestir uma calça Jeans, mais achou justa demais que julgou esta apertada e que não cabia nela. No final acabou escolhendo um vestido simples de corte tipo império, na cor preta e um fino Cardigã verde água e uma sapatilha preta. Dentro da casa não era frio devido aos potentes aquecedores.
Enquanto Renesmee lutava pra se arrumar, o moreno já tinha vestido uma calça Jeans e uma camisa branca e nos pés um tênis simples. Desceu pra avisar aos empregados que em poucos minutos ele desceria pra apresenta a sua esposa.
Emmett Havia arrumado os seguranças que ficariam guardando a propriedade do lado de fora e os empregados que trabalhariam diretamente pra jovem esposa Amish de Jacob.
Guadalupe ou Lupita como todos a chamavam, era uma senhora que já estava na casa dos sessenta anos, seria a cozinheira e cuidaria das roupas. Seu Filho Santiago já trabalhava para os The Wolf e era de extrema confiança. Quando surgiu a oportunidade de ser motorista e segurança partícula da esposa de um dos patrões, não pensou duas vezes. Melhor foi que conseguiria um emprego pra mãe e pra esposa Mabelle trabalharem na casa também. Era a oportunidade dos sonhos daqueles imigrantes mexicanos.
Quando o moreno retornou ao quarto, sua linda esposa já estava arrumada, ele suspirou derrotado e se perguntou se um dia enjoaria de apreciar sua simples e extrema beleza.
Renesmee ficou deslumbrada e até um pouco assustada com a casa. Ela era enorme, daria pra pelo menos cinco famílias Amish morarem ali. No andar superior ficavam seis quartos, todos decorados em tons neutros e com mobília luxuosa e sofisticada, fora a enorme suíte do casal. No pavimento inferior havia quatro salas, uma enorme cozinha e um escritório. No lado externo da casa ainda tinha piscina, com uma casa em anexo, que foi transformada em sala de jogos e um imenso jardim, com flores e uma macieira. Mas dentre tanto luxo, o que mais encantou a jovem Amish, foi à simplicidade do jardim e sua pequena estufa.
Renesmee adorou os empregados, mas achava desnecessário tê-los. Chegou a falar pra seu esposo que poderia continuar andando de metrô e ônibus, que ele não precisava gastar tanto dinheiro. O que arrancou um sorriso do moreno, ela era diferente até nisso, não queira gastar seu dinheiro. O que ele não contou é que o Santiago não era só seu motorista, como seu segurança particular. Sempre que saísse ele estaria com ela, fazendo sua proteção junto com mais dois outros seguranças que só a guardariam a distância. A Mercedes blindada era mais uma proteção que o moreno providenciou. Por mais que Renesmee fosse sua esposa de mentira, ele jamais permitiria que nada acontecesse a ela. Não vacilaria em sua proteção jamais!
Após todas as apresentações, tanto da casa como dos empregados, o casal recém casado seguiram pra cozinha, pra tomar café da manhã. Já estavam mortos de fome, mas Renesmee insistiu em preparar o café da manhã. Lupita só a orientou onde estavam cada coisa e explicou como funcionava. Renesmee havia feito ovos mexidos, torradas amanteigadas e suco de maçã, o preferido de Jake.
A loira estava sentada a mesa da cozinha. Jacob insistiu que eles tomassem café na sala de jantar, mas a loira se sentiu mais a vontade ali mesmo no ambiente mais simples. Jacob havia se lembrado de que transou sem camisinha e ele sequer jamais cogitou a ideia de ter filhos, não seria agora. Pediu a Santiago que fosse a farmácia e logo o empregado já estava com o pedido.
Jacob observava Renesmee saborear as torradas, queria que ela se alimentasse antes, pois ele bem sabia como o remédio agia em estômago vazio.
– Esse suco está uma delicia, você é uma ótima dona de casa. – brincou para quebrar o silêncio.
– Obrigada Jake. — Renesmee ficou feliz com o elogio. Seu sorriso iluminou seu delicado rosto. — Que bom que você gostou. Mamãe me ensinava a cuidar de uma casa desde os meus dez anos de idade. Ela sempre disse que uma boa esposa tem que saber cuidar bem de seu marido. — a loira terminou com orgulho o que falava.
O moreno então terminou seu café e levantou-se da mesa, deixando a esposa ainda sorvendo do suco de maçã. Foi até a sala e sobre a mesinha pegou a caixinha com o remédio. Esse continha somente uma cápsula, era mais forte!
Entrou novamente na cozinha pegando um copo com água e se aproximou da loira.
– Nessie... Ér... É melhor você tomar esse remédio. – disse sem enrolar.
– Mas pra que serve isso Jake? Eu estou bem. Além do mais eu não gosto de ficar tomando essas coisas. Não é natural, pode fazer algum mal – ela o olhou interrogativo e Jacob riu em resposta.
– Não irá lhe fazer mal Nessie, é que... É pra tirar a dor. – ele foi curto e rápido em sua resposta. Afinal, ele não podia dizer que era uma pílula para evitar que ela engravidasse por ele não ter se precavido.
– Dor? — ela perguntou confusa. — Mas que dor, eu to me sentindo bem. – afirmou.
Porra! Será que ela não se tocava do que ele estava falando? Tinha que ser ainda mais claro. Jacob puxou a cadeira colocando o copo com água sobre a mesa ao lado do comprimido. Puxou as mãos delicadas de Renesmee e entrelaçou os dedos, ela o olhava sem entender.
– Nessie, ontem foi uma experiência nova pra você. E toda a primeira vez é muito desconfortável para mulheres. Você tem certeza que não está com nenhuma dor? – ele lhe lançou um olha cúmplice, mirando o baixo ventre de Renesmee que corou.
– Éer.. Eu.. Éer.. — Renesmee gaguejava e não conseguia falar. Mal conseguia olhar para o moreno, as bochechas queimavam. Ela somente balançou a cabeça positivamente.
– Então, esse remédio é pra ajudar. Agora tome. – Jacob soltou as mãos da jovem, não se importando com o seu estado em estar corada. Pegou o comprimido o colando na palma da mão de Renesmee e lhe entregando o copo com água. – Nem tudo se resolve com naturalmente Nessie.
– Desculpa. — pediu sem graça. — Eu ainda não estou acostumada com essas coisas aqui de fora. — Renesmee suspirou. — Acho que nunca vou me acostumar completamente. — falou cabisbaixa.
Jacob sentiu uma pontada no peito, não sabia explicar o porquê, mas ver Renesmee daquela forma o fez sentir essa pontada.
– Não Nessie. Não precisa ficar assim. – disse em um suspiro – Logo você irá viver normalmente como todos aqui, é uma questão de costume. Não pense que não irá se acostumar. Isso leva tempo, mas a vida aqui fora não é um bicho de sete cabeças. Agora tome o remédio que irá ajudar na dor. – mentiu e se perguntou o que ele faria quando o remédio não fizesse efeito algum. O que diria a ela?
– Sim! — ela sorriu seu delicado sorriso, o que tanto encantava e fascinava Jacob. Pegou o comprido e engoliu com certa dificuldade, já que não era acostumada. Sentia-se protegida ao lado do moreno e estava feliz em ver sua preocupação com ela. — Obrigada meu amor por cuidar de mim... Me sinto tão protegida ao seu lado.- Renesmee o abraçou forte e apertado. Ali era o lugar que mais se sentia segura.
O moreno se assustou com aquela palavra novamente “amor”. Mas para não deixar tudo ainda mais complicado ele retribuiu de bom grado o abraço da loira depositando um beijo em seus cabelos lisos e macios.
– Eu vou cuidar de você sempre Nessie. – as palavras foram sussurradas e nem mesmo Jacob entendeu como elas saíram com tanta espontaneidade.
– Isso que significa um casamento Jake, cuidaremos um do outro. Te amo tanto. — a loira falou baixo, mas o moreno escutou muito bem. Ele não sabia dizer quanto tempo ficaria ao lado da loira, mas uma coisa prometeu a si mesmo naquele momento; de alguma forma, sempre cuidaria dela, nem que fosse a distância, quando não estivessem mais junto dela. Ele sentiu que devia isso a ela.
Eles ainda estavam abraçados, quando Renesmee chamou sua atenção.
– Jake?
–Hum... — o moreno só sussurrou ainda abraçado a sua Nessie.
–Éeer... Posso te fazer uma pergunta. — estava corada e desviava o olhar do dele.
– Claro Nessie. O que foi? – ficou apreensivo e voltou a sentar, mas dessa vez puxou a loira para o seu colo.
Renesmee estava corada e morrendo de vergonha, mas queria compreender como seu corpo funcionava. Porém estar no colo de Jacob não amenizou a timidez, somente aumentou sua vergonha. O que iria perguntar era algo muito íntimo, mas só poderia perguntar isso a ele, a final de contas ele que era responsável por suas dúvidas.
– Éeer... Jake... – parou pra tomar coragem pra fazer a pergunta que tanto a intrigava, mas ao ver as orbes negras do marido lhe olhando interrogativo, só a fez ficar mais nervosa. Fechou os olhos e abaixou a cabeça. Arrancando coragem da onde nem sabia que tinham, voltou a falar. – Por que quando estamos juntos... E de forma íntima... Éer... Igual a como estávamos hoje mais cedo e a ontem, eu me sinto diferente? Me sinto muito quente, parecendo que estou queimando... Depois algo parece crescer, crescer e crescer... Até que ele fica tão grande e insuportável, que acaba explodindo. Ai tudo fica calmo, perturbadoramente calmo? – ela deu seu máximo pra explicar aquela estranha sensação que se apossava de si sempre que estava com seu esposo.
Jacob gargalhou com a pergunta confusa da loira, ao mesmo tempo em que ria, sentia uma vontade imensa de colocá-la na cama e fazer ela ter essa sensação que explode dentro dela novamente. Por incrível que pareça o moreno ficou excitado, ela era realmente a pessoa mais pura e inocente que ele já tinha visto. E isso o intrigava e o encantava.
Renesmee estava agora com a face completamente tomada pela cor vermelha, ela não sabia como formular a pergunta, apenas disse o que sentia.
– Ora Nessie, isso se chama orgasmo! – disse sem pudor, como ele explicaria a ela como era um orgasmo? Isso era papo de mulher.
– Mais isso é bom? Porque eu acho que gosto. — disse ainda mais envergonhada. — Isso faz mal? Eu estou com algum problema? — estava temerosamente preocupada. O moreno lhe acariciou a face. Sua excitação já começava a latejar.
– Nessie... Não, isso não é ruim. Pelo ao contrário. Se você sentiu isso acontecer com você, é porque você se sente bem em estar comigo, sentiu... Prazer, desejo... E é a coisa mais gostosa que tem. – disse a olhando nos olhos. – Minha Amish, essa sua inocência é o que mais me encanta em você. Você gozou Nessie, é isso! E se continuar assim quem irá gozar sou eu.
– Ah! – suspirou aliviada. – Eu estava com medo de ser algo ruim e ter que parar de sentir... Pois eu realmente gostei muito.
Aquilo fez o ego do moreno inflar. Ela tinha gostado de sentir, de senti-lo.
– Gostou é... – sussurrou – Então podemos fazer você sentir isso o tempo todo, a todo o momento... Porque nesse exato momento, eu também estou doido para que você sinta isso tudo outra vez. – aproximou-se do pescoço da loira deixando uma mordida no local.
– Jake... — chamou gemendo. — Ainda estou muito dolorida. Mas logo vai passar, já que você cuidou de mim e me deu o remédio.
Droga! Não ia passar nada, aquele remédio não era pra dor alguma. Jacob sequer conhecia algum remédio que tirasse aquele tipo de dor.
– Hum... Difícil resistir a você Nessie, mas vou levar seu estado em consideração, afinal, para ser sua primeira vez, digo que até aguentou muito bem. – disse dando um beijo no rosto da loira e levantando-a do seu colo para que ele também pudesse se levantar. Ele não ia aguentar tê-la em seu colo e fazendo aquelas perguntas estúpidas e excitantes ao mesmo tempo. Queria devorá-la em cima daquela mesa mesmo, mas... Ele não podia ser contraditório, se lhe deu um remédio dizendo ser para “dor” e ela reclama que está dolorida, não poderá afundar-se naquele corpo que ele tanto adorou sentir envolta do seu. – Vem Nessie, tenho uma surpresa pra você. – disse puxando Renesmee pela mão. A loira ostentava um lindo sorriso nos lábios.
Surpresa? De onde ele havia tirado aquilo? Ele somente iria levá-la para comer em um de seus restaurantes. Para que assim, quem sabe, ela pudesse se esquecer do remédio e não notar que ele não faria efeito algum. Mas porque a necessidade de dizer que era uma surpresa?
Jacob não tinha percebido, mas o seu falso casamento estava começando a se tornar real.
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