Two Abandoned Souls

6 Capítulo 5 ~ How Great is your love


Notas iniciais
Bom gente, desculpem pela demora mais uma vez, confesso que estava meio ocupada e queria deixar esse capítulo perfeito. Espero realmente que vocês gostem e não esqueçam de comentar! Estou realmente gostando do rumo que essa história está tomando, mas por favor, não esqueçam que escrevo ela para vocês e que a opinião e o desejo de vocês será sempre atendido. Se quiserem que um personagem "x" apareça mais ou algo do tipo é só me avisar, pois farei o possível (desde que tenha a ver com a história) para agradar! (:

Eram oito horas em ponto e eu estava completamente vestida como uma bonequinha de luxo enquanto esperava Siwon chegar para me levar a onde quer que fosse. Yoona tinha me ajudado a me arrumar, enrolando as pontas do meu cabelo para dar um pouco de volume e Yuri tinha ajudado na minha maquiagem. Hyo, que tinha voltado por volta das 6 horas da tarde, me ajudou com as roupas e agora estávamos todas animadas na porta do prédio esperando.


Meu coração estava prestes a sair pela boca, talvez por nervosismo ou por medo. Era o meu primeiro encontro desde o termino com Onew. Talvez eu devesse tentar relaxar ou talvez o nervosismo me ajudasse um pouco, embora não fosse do meu normal. Eu costumava ser a “Princesa do gelo”, ninguém nunca tinha me deixado nervosa e nem com medo.


Olhei-me no espelho do Hall do prédio e pude me ver de corpo inteiro. Eu estava linda. O vestido preto que as garotas tinham me ajudado a escolher era curto o suficiente para não ser santa e longo o suficiente para não ser vulgar, liso de seda e com apenas alguns detalhes bordados. Usava um cinto fino para destacar minha cintura e um salto azul marinho gigantesco. Só assim para que eu ficasse próxima da altura dele. Meu cabelo loiro estava solto e com pequenos cachos nas pontas, me deixando com uma aparência angelical, mas que aliada ao conjunto, parecia diabólica. Eu estava, simplesmente, perfeita.


Enquanto cochichávamos e falávamos sobre as coisas mais estúpidas do mundo, um carro se aproximou. Era um conversível preto e parecia ser mais caro que nosso dormitório. Pude sentir Yoona apertar minha mãe levemente, enquanto via o queixo de Yuri cair até o chão. Como assim ele ainda é rico? Vamos encontrar um defeito, por favor, antes que eu me apaixone! O carro parou na nossa frente e lá estava ele. Vestia um blazer preto com uma blusa branca e parecia usar jeans. Era um grande contraste com a riqueza do carro, mas eu preferi não comentar nada nesse momento.


- Oi – ele sorriu e ficou olhando para nós quatro paradas olhando para o carro. – Então? Vocês vêm com a gente?


Confesso que achei que ele estava brincado ao perguntar isso. As outras meninas também deviam ter achado uma piada, pois Hyo começou a gargalhar, repreendida por um tapa no braço por Yuri, enquanto Yoona negava e puxava as outras de volta pra dento de casa. Ele decididamente parecia ser educado e tentava me conquistar da forma que poucos garotos tentam: Conquistando minhas amigas.


Entrei no carro e por alguns, intermináveis minutos, ficamos em silêncio sem sair do lugar. Achei que ele estava esperando que eu dissesse alguma coisa, pois ficava apenas olhando para mim com o rosto bobo e um sorriso de criança estampado nos lábios. Ele parecia tão fofo que me dava vontade de agarrá-lo e apertá-lo até que ele perdesse o ar, para que, enfim, eu pudesse revivê-lo de uma forma bem especial. E põe especial no que eu queria fazer com ele.


- Então? Vamos jantar aqui mesmo? – minha voz foi altamente sarcástica, mas, por mais incrível que pareça, ele não se incomodou. Apenas riu. Gargalhou, para ser mais precisa. Seus olhos fechavam enquanto ele ria e seu rosto fazia mais caretas fofas que me deixava completamente sem ação.


- Vamos para um lugar especial hoje à noite. – Enfim ele parecia sem graça, talvez por se achar precipitado ou por não levar nenhuma menina a esse “lugar especial” há bastante tempo.


- Então vamos? O que estamos esperando?

–-x—


A viagem no carro foi muito rápida, talvez pela companhia agradável ou pelo ótimo clima noturno que não estava tão frio quanto eu imaginava. Siwon era a companhia mais agradável que eu tinha há tempos. Ele era fino, educado, mas ao mesmo tempo másculo e firme. Sabia me elogiar da forma que eu gostava e falava dele sem muitas pretensões, para não parece egoísta. Parecia um grande cavaleiro que iria, finalmente, livrar minha mente de um bruxo maligno chamado Onew.


Ao chegarmos ao local especial, não pude ficar mais surpresa. Era lindo. Um restaurante no alto de uma colina que tinha uma vista para toda Seoul . Parecia não ser realmente caro e contrastava novamente como carro. O mistério do carro de luxo tinha sido resolvido no meio do caminho. Ele morava em um dormitório com mais 12 garotos e eles haviam se juntado para comprara um “carro comunitário” onde eles só poderiam usar em ocasiões muito importantes e especiais. Não entendi se ele havia dito isso para tentar ser humilde ou para destacar que essa ocasião era especial e importante. Confesso que preferi a segunda opção.


Ao entramos ao restaurante, sentamos em uma mesa reservada para duas pessoas, próxima a uma janela de vidro que ia do chão ao teto e mostrava toda a paisagem. Parecia o encontro perfeito para uma princesa de contos de fadas. Mas minha mente ainda tentava usar uma armadura e tentava se proteger daquilo que podia ser uma boa oportunidade. Por causa dele, meu coração, hoje, usa uma armadura.


- Então, mora em Seoul há muito tempo? – o assunto ia e vinha com tamanha facilidade que eu achava incrível continuarmos com tanto papo.


- Não o suficiente para conhecer lugares como esse – tentei parecer misteriosa, mas ao mesmo tempo mostrar a ele que estava satisfeita com a companhia.


- Parece que também não estou a tempo suficiente para conhecer todas as garotas bonitas – Aquilo deveria ter sido uma resposta a altura ou um elogio, mas me pareceu realmente vulgar e, pela cara que eu fiz, ele pareceu suspeitar. – Parece que só hoje fui conhecer realmente a garota que valia a pena toda a procura.


Sinceramente, eu senti todo meu rosto ficar vermelho. Era idiotice e cafona, ainda mais porque eu já tinha recebido inúmeras cantadas bem parecidas com aquela, mas parecia que ao sair da boca dele aquelas palavras pareciam mágicas.


- Deve ser o vinho... – tentei desconversar.


- Talvez eu devesse olhar um pouco mais de perto.


O rosto dele se aproximava do meu e, pela segunda vez em dois dias, pude sentir que íamos nos beijar e que meu corpo ansiava por isso. Enquanto minha mente vagava em pensamentos soltos sobre coisas supérfluas, seus lábios encostaram-se aos meus. Pude sentir todo meu corpo estremecer simplesmente pelo toque. Quando começamos a nos beijar realmente, senti que meu corpo não podia mais agüentar. Lancei a “armadura” pro espaço e me joguei nos lábios daquele que prometia ser meu novo grande amor.


Não sei por quanto tempo havíamos permanecido naquele beijo, mas, ao pararmos, grande parte do restaurante olhava para a gente.


- Você quer mesmo continuar aqui? – Eu arfava e meu peito parecia dançar. Tentei controlar minha respiração e minha risada ao ver que seus lábios estavam com uma cor vermelha intensa graças ao meu batom.


- Não sei, não comemos nada ainda... você não está com...


- Decididamente não, vamos pro meu dormitório? – Após alguns milésimos de segundo percebi o quão atirada eu estava sendo – lá podemos conversar melhor. – tentei disfarçar.


- Pra mim está ótimo. Vou pegar o carro, me espera lá na frente.


A única coisa que passou na minha mente ao ir para a frente do prédio foi digitar uma mensagem para Hyo nas pressas avisando “Sai do quarto agora e deixa tudo o mais limpo possível, acho que você vai ter que dormir no quarto da Yuri e da Yoona hoje!”

–-x—


Pudia sentir o corpo dele colado ao meu. Podia sentir seus braços enroscados ao meu pescoço enquanto eu arranhava suas costas involuntáriamente e beijava sua boca com toda a intensidade que eu conseguia colocar em um simples beijo. Minha mente se perdia no prazer daquele momento e nada mais me importava. Podia senti-lo em mim e ele parecia saber muito bem o que estava fazendo, pois conseguiu transformar aquela noite em uma das mais memoráveis da minha vida.


Não importava nesse momento se as outras garotas (todas já haviam chegado em casa quando eu cheguei com ele) estavam no dormitório. Tudo que ela sabiam sobre ele (tirando Yoona, Yuri e Hyo que viram as mensagens e Sunny que já o conhecia) era o pouco que eu tinha falado antes de levá-lo para o meu quarto, onde conversamos durante muito pouco tempo até começarmos a ter nossa primeira noite de amor.


Não conseguia resistir muito mais tempo a tanto prazer e ele também não parecia agüentar muito mais. Estávamos perdidos naquele momento e não parecíamos querer sair... não enquanto ainda estivéssemos juntos.



–------------------------- X ---------------------------


Estávamos no quarto de Taec e Jay. Mas dessa vez era apenas entre eu e Jay. O que quer que ele fosse falar devia ser dito ali e não deveria sair dali. Ele dizia já saber sobre mim e Taec. Então está ótimo! Perfeito! Agora eu posso mostrar a ele que não estou brincando e que não vou desistir de Taec tão facilmente.


Jay fechou a porta devagar e se virou para mim, seu olhar era sínico e suas mãos se juntavam para aplaudir. Ele aplaudia de uma forma tosca e desritimada, como quem debochava. Juntando ao olhar, ele sorriu de uma forma ainda mais sínica que quase podia me fazer querer correr do quarto. Tentei parecer imparcial e frio, não queria deixar tudo na cara tão facilmente, ainda mais porque ele podia estar falando sobre algo diferente do que eu pensava; o que não era nem de longe provável, mas não era uma idéia a ser descartada.


- Então? Quer falar comigo? – tentei parecer desentendido ou soar sínico, mas o máximo que consegui foi parecer um idiota, ainda mais pela risada que ele deu.


- Vamos deixar de tentar parece civilizados Nichkhun... – Sua voz era como um sussurro venenoso que perfurava meus tímpanos e aumentava minha vontade de sair correndo. – Você sabe muito bem sobre o que eu quero falar... Acho que fui claro o suficiente.


-Sim, foi, mas ainda não entendo o porquê de você querer conversar comigo. Saiba que já estou decidido. – Não ia mais me fingir de idiota, se era assim que ele queria jogar, devia saber que eu sabia jogar tão bem quanto ele e não iria parecer fraco ou...


- Vamos deixar o teatrinho de lado? Por favor? Você não está decidido... você nem sabe quem você é... Você nem sabe quem o Taec é. Que tal você voltar as fraldas e fingir que é um garanhão que azara menininhas como sempre fez? Afinal, sabemos que não é corajoso suficiente para assumir que é gay e nem para tentar coisíssima nenhuma com o MEU homem. – Ele decididamente era profissional, ainda mais porque cada palavra me fazia afundar nos meus próprios ombros e me atingia como uma flecha escrita “É verdade”


- Vocês também não se assumiram – meu argumento era infantil comparado ao utilizado por ele, mas eu não pretendia fica sem nada pra dizer. – E pra quê você está me dizendo isso? Tem medo que o Taec prefira ficar comigo do que com você? Fique sabendo que no elevador nós quase...


Poupe-me desse espetáculo do elevador – ele me cortou sem a mínima cerimônia. Aquele não parecia o Jay que eu conhecia há tanto tempo. Claro que ele nunca tinha sido meu melhor amigo, como MinHo e Woo, nem tão amigo quanto Taec e JunHo, mas decididamente era um amigo e eu o considerava muito. – Taec já me contou sobre todo seu showzinho. Ataques histéricos por que ele te recusou um beijo? Caramba Nichkhun, achei que você sabia se valorizar mais... O Taec é bobo suficiente para não entender o que aconteceu e veio me contar como ele quase me traiu com você.


Deixei todas as ofensas que ele me fazia de lado ao ouvir o “quase me traiu com você”. Depois disso tive duas certezas, a primeira, e pior, eles estavam “namorando” mesmo. A segunda: Taec queria mesmo me beijar! E isso significava que ele sentia alguma coisa por mim. E eu precisava usar isso como contra-argumento.


- Para ser “quase” traído não deve estar muito bem, né? Talvez não esteja mais satisfazendo os desejos dele, fazendo ele procurar carne nova. – terminei a frase com um sorriso e apontando para meu corpo, como um vendedor mostrando o melhor produto da loja.


Ele ficou com a expressão dura por alguns momentos, mas depois relaxou e sorriu, com certeza já tinha algo em mente para tentar me machucar.


- Com certeza ele não quer essa carne nova, afinal, correu de volta para os meus braços na mesma noite. E para SUA opinião, transamos a noite inteira. Ele é muito bom de cama, não que um dia você vá experimentar isso com um homem...


- Você não sabe nada sobre mim mesmo, não é? – Eu tentei sorrir e ele pareceu intrigado — Não sou tão novato e tão bobo quanto pareço... – Pedia a Deus que me desculpasse por usar MinHo em um argumento tão baixo. – Acredite, uma vez que ele experimentar, não vai mais querer voltar para você.


- Veremos... veremos... tome cuidado Khun – Ele pronunciou meu apelido de forma tão amigável que deixou mais claro ainda que era uma ameaça – Acho melhor você não brincar com fogo. Taec é ingênuo, mas está apaixonado por mim. Não vou deixar que um babaca como você tome ele de mim.


Após dizer isso, simplesmente virou as costas e saiu, batendo a porta ao passar. Lágrimas de raiva brotavam no meu rosto. Eu estava, novamente, tendo uma crise de raiva. Peguei meu celular e tentei apertar qualquer botão para tentar não cair em pensamentos desagradáveis de novo. Mas algo ali brilhava de uma forma ritmada e me surpreendeu. Eu tinha duas mensagens. A primeira era de Victória, perguntando o porquê de eu não ter ido a festa ou falado com ela após o final da festa. Ela parecia realmente transtornada.


Mesmo com a mensagem de Victória me deixando um pouco nervoso, afinal, teria que terminar com ela antes de começar alguma coisa com Taec, pois não teria coragem de fazer nada de mal a ela. (Respondi apenas um: Precisamos conversar.) A mensagem que realmente me pegou desprevenido foi a segunda. Era de MinHo.


Khunnie~ Por que você saiu sem me dizer nada? Por que não me acordou? Quando dei por mim, estava pelado no meu carro sem você do meu lado. Isso não se faz! Kekekekeke. Queria só te dizer que ontem foi a melhor noite da minha vida e espero que possamos repetir a dose o tanto de vezes que for preciso. Não sei bem por que tudo aquilo aconteceu, mas saiba que eu estou muito muito muito muito feliz! Que tal sairmos hoje? Ou amanhã? Ou quando estiver livre? Khunnie, obrigado, de verdade!

Beijos,


A mensagem me pegou tão desprevenido que me fez chorar ainda mais. Eu estava ali, naquele quarto onde Taec dormia todas as noites e onde eu podia sentir seu perfume forte e seu cheiro, lendo a mensagem de um cara em que eu tinha passado a noite apenas para tentar esquecer Taec. Eu havia brincado com os sentimentos dele e ele era meu melhor amigo.


Na certa ele sabia que era gay há muito tempo, assim como eu sempre soubera, mesmo não aceitando. Ele devia ter me desejado e me amado da mesma forma que eu amara Taec e, após receber tudo que eu tinha pra oferecer para ele, se sentira a pessoa mais feliz do mundo, sem saber que tudo aquilo havia sido uma farsa egoísta criada para eliminar um momento de dor meu. Eu estava completamente perdido.


Minha cabeça devaneava sobre o melhor a se fazer, até que uma idéia suja e estúpida invadiu minha cabeça. Mesmo que eu soubesse que ia me arrepender depois, precisava descarregar minha raiva e não pretendia agarrar Woo ou Junsu, pois não queria outros casos parecidos com o do MinHo. Eu ia dar a ele o que ele queria. Ia me dar a ele, pelo tempo que ele quisesse, como uma forma de recompensá-lo pelo que eu havia feito. Claro que pensei que aquilo podia ser cruel com seus sentimentos, mas estava confuso suficiente para achar que era o mínimo que eu podia fazer após enganá-lo daquele jeito. Enganá-lo mais uma vez.


E mais uma vez eu estava pensando em mim mesmo e em uma forma de tirar Taec da cabeça, sem pensar nas conseqüências.

–-x—


MinHo saia de cima de mim devagar. Estávamos sujos e deitados na cama dele, que estava realmente arrumada há minutos atrás. Podia sentir que minha respiração ainda estava muito forte e meu corpo suava muito, mas sentia um alívio gigantesco invadindo meu corpo. Eu tinha, por dois dias seguidos, me entregado a um homem. Porém, dessa vez era muito mais recompensador.


Após eu ter chegado na casa dele de surpresa, simplesmente nos beijamos. Ele tirou minha roupa e explicou que não tinha ninguém em casa. Ajudei-o a tirar a roupa e começamos o show ainda na sala, onde ele foi o “ativo” da relação e me levou a experimentar coisas que eu nunca imaginaria. Após irmos para o quarto, invertemos os papeis e pude sentir que meu corpo desejava cada vez mais ficar com ele. Talvez MinHo fosse minha forma de escapar daquele abismo chamado Taekwon.


Agora que estávamos deitados lado a lado e que eu voltara a pensar com a cabeça certa, pude ver que MinHo sorria do meu lado, de forma inocente e, realmente, alegre. Ele parecia estar realizando seus sonhos mais íntimos naquele lugar. Cabia a mim explicar a ele agora por que aquilo havia acontecido. Não podia suportar vê-lo enganado por mais tempo, mesmo que me fizesse bem. Não era sobre mim que aquele momento se tratava.


Me aproximei do celular para ver que horas eram e, pela segunda vez no dia, me surpreendi com uma mensagem. Após ler a mensagem, levantei-me devagar, dei um beijo na boca de MinHo, que ficou confuso, e comecei a me vestir. Expliquei a ele que precisava sair de lá com urgência, pois havia acontecido um imprevisto. Me despedi dele mais uma vez (com outro beijo) e virei as costas. Aquele beijos era tão bons, mas ao mesmo tempo deixavam o sinal na minha cabeça que iria partir o coração dele mais cedo ou mais tarde.


- Depois preciso te explicar tudo diretinho MinHo – falei antes de sair. Naquele momento, tinha algo mais importante pra fazer.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Vou tentar postar o próximo mais rápido, mas, novamente, não prometo nada!
Fighting! *-*