Two Abandoned Souls
7 Capítulo 6 ~ You and I / Last Fantasy
Notas iniciais
Obrigada a todos que lêem e não comentam! Vamos passar a comentar? kekekekekekeke
Enfim, espero que gostem!
Acordei muito cedo comparado a hora em que fui dormir. Estava usando apenas uma blusa branca; a mesma que Siwon havia usado para ir ao nosso encontro. Nosso encontro que tinha terminado em uma das melhores noites da minha vida.
Passando as mãos sobre meus cabelos, que estava tão assanhados quanto possível após uma noite como aquela, tentei imaginar qual seria a reação das outras garotas ao descobrir que eu já estava com alguém novo. Queria ver, principalmente, a reação de Tiff, para mostrá-la que ela pode juntar meus namorados com minhas “amigas” o quanto quiser. Eu sempre vou superar. Porém, o período de paz que eu estava vivendo com ela naquele momento e a volta da nossa amizade me fez pensar duas vezes antes de ir lá esfregar o tanquinho definido de Siwon na cara dela até ela se convencer que ele era, de longe, o melhor namorado do mundo. Bom, não estávamos oficialmente namorando, mas depois dessa noite essa situação seria resolvida rapidamente. Assim eu esperava.
Olhei para ele, que ainda dormia tranquilamente na minha cama, usando apenas uma cueca box verde limão. Eu tinha que mudar esse mau gosto dele na hora de se vestir. Fui até ele e passei a mão sobre seu peito; era duro como uma pedra. Acariciei seu rosto que estava tranqüilo enquanto dormia profundamente. Minha intenção não era acordá-lo, logo, tentei sair do quarto rapidamente para tentar preparar alguma coisa para comer e levar para ele. Ou ter a sorte de encontrar Yuri acordada para cozinhar para mim.
A casa estava em silêncio; não que isso fosse incomum, mas já passavam das nove e meia da manhã e ainda não havia muitos barulhos. As garotas, provavelmente, estariam em casa aproveitando o recesso que a faculdade tinha nos dado. Normalmente, sair do apartamento era algo que só fazíamos ao anoitecer para ir a alguma festa.
Somente ao chegar na sala fui entender o que estava acontecendo. Hyo, Yoona e Sunny estavam sentadas no sofá caladas e olhando para mim. Estavam em uma posição tão séria que cheguei a me assustar. Até que a ficha caiu. Elas tinham estado ali me esperando toda a manhã e, após ouvir o barulho da minha porta quando eu saí do quarto, tinham se acomodado para escutar todos os meus relatos. Caí na gargalhando, sendo acompanhada rapidamente por elas. Parecíamos quatro crianças rindo na sala por uns 10 minutos.
Só após contar, com poucos detalhes, tudo que tinha acontecido. Ou tudo que elas precisavam saber. Pude começar a preparar alguma coisa para comer. Fui até a cozinha, acompanhada por Sunny e Yoona que iriam me ajudar. Hyo saiu as pressas, pois ia ao encontro de Yuri em um evento sobre yoga ou algo do tipo.
— E onde estão Tiffany e Tae? Achei que elas estariam aqui com vocês... – Mesmo sabendo que a nossa relação tinha esfriado, sinceramente esperava que elas estivessem com as outras.
— Fany está dormindo lá no quarto – Para minha surpresa, quem respondeu foi Yoona. – A Tae também não levantou ainda.
— E o que ela faz no seu quarto mesmo? Elas brigaram? – Confesso que estava realmente curiosa, aquilo não parecia muito normal. Tudo bem que elas brigassem de vez em quanto, mas normalmente estavam nos maiores abraços do mundo em pouco tempo.
— Não, Taeyeon também passou a noite ocupada e nos expulsou do quarto. – Aquilo que Sunny falou com uma inocência gigantesca me afetou de uma forma estranha. Se Tae estava “ocupada”, então, provavelmente, ele também estaria aqui.
Não foram necessários muitos segundos pensando, pouco depois de Sunny ficar em silêncio e começarmos a preparar a comida, Tae entrou na cozinha. Devidamente acompanhada.
Onew estava ao seu lado, vestindo uma calça de algodão e uma camiseta, aparentemente, muito apertada, pois destacava seus músculos. Era estranho vê-lo de mãos dadas com ela, mesmo depois de tanto tempo. Ela estava sorrindo até seus olhos encontrarem os meus; sua expressão se tornou vazia e seus olhos foram em direção ao chão, como se estivesse procurando algo muito interessante ali. Onew quebrou todo o silêncio cumprimentando as meninas, quando chegou em minha vez, deu um beijo na minha testa e piscou para mim. Minha cabeça estava confusa e, em meu corpo, senti um calafrio quando seus lábios tocaram minha testa. Ele ainda tinha um efeito devastador sobre mim.
— Acordaram cedo, não é? – Taeyeon tentou desconversar enquanto pegava uma fatia de pão na mesa e se acomodava ao meu lado, me ajudando a passar manteiga na grande tigela de fatias que tínhamos preparado para o café.
— Não conseguimos dormir direito na verdade, estávamos jogando na sala e só caímos no sono após a vigésima vitória seguida de Yuri – Yoona tentava parecer natural, mas seus olhos estavam fixos em mim, podia sentir sua preocupação chegando em mim como um carro em alta velocidade.
— Jessica também ficou jogando? – A voz de Onew era ainda mais grave do que eu lembrava. Ele fingia um interesse na pergunta, mas consegui notar que por trás daquilo existia um desafio. Ele queria que eu falasse pra ele tudo que tinha acontecido.
— Não, estava me divertindo de outra forma – respondi antes que Yoona pudesse abrir a boca, pois, provavelmente, ela estava pensando em uma resposta para evitar que eu passasse por aquilo. Mas eu queria passar por aquilo.
— Hmm, posso saber como? – Ele agora estava do meu outro lado, virado para mim, enquanto Tae soltava um sussurro como se o mandasse parar. Virei para encará-lo e fitei seus olhos. Aquele olhos que outrora me despertavam um desejo incontrolável. Agora pareciam frios, talvez porque toda a ilusão estivesse desaparecendo.
— Bom, não creio que...
— Jessica; não vamos entrar em detalhes – A voz que vinha da porta da cozinha me surpreendeu e fez com que eu me virasse pulando. Siwon estava na porta e lançava para mim um olhar ameaçador. Era obvio que ele estava brincando, mas mesmo assim, ele conseguia me surpreender e me fazer ficar calada. Ele não vestia nenhuma blusa, deixando o abdome definido a mostra, além de usar a calça bem abaixo do normal, deixando a mostra metade de sua cueca.
— Bom dia brinquedo da Sica, dormiu bem? — A voz de Onew expressava um desprezo audível, mesmo para aqueles que não estavam tão acostumados com ele. Yoona olhou para mim desesperadamente, como se me mandasse tomar alguma atitude. Taeyeon resmungou alguma coisa enquanto fitava Onew com certa raiva, ou talvez repreensão. Sunny era a que tinha expressado melhor suas emoções, sua boca estava tão aberta que eu era perfeitamente capaz de acertar uma torrada nela com um arremesso. Ver a reação dela me fez rir um pouco e involuntariamente, talvez por isso Siwon não tenha levado aquilo tão a sério. Talvez tivesse achado que era apena uma piada.
— Bom, talvez eu seja o brinquedo mais sortudo do mundo, pois dormi feito um anjo. Acompanhado por uma linda anja. – Dessa vez Sunny soltou um audível “Oooooown” enquanto Yoona perdia a expressão séria, percebendo que o perigo tinha passado.
— Pois aproveite bem sua anja, nunca se sabe quanto tempo ela vai querer ficar com você. Ainda mais porque ela sabe que existe coisa muito melhor e mais divertida. – Ao terminar de falar, Onew simplesmente saiu da cozinha. Fazendo questão de bater seu ombro com o ombro de Siwon ao passar pela porta, seguido de perto por uma Taeyeon irada que bufava de raiva.
— Ele é sempre simpático assim? – Perguntou Siwon, enquanto ia até minhas costas e me abraçava.
— Só quando a Jessica está por perto – replicou Sunny
— Engraçadíssima você! – repreendi o comentário, me virando para beijar Siwon, mas após alguns segundos de beijo, o afastei. – Tenho que ir trocar de roupa.
Ele ficou apenas olhando eu sair da cozinha e me seguiu com o olhar até eu sair de vista. Imagino que tenha ficado conversando com Sunny enquanto eu me trocava, pois ambos já eram conhecidos e ela, provavelmente, o apresentaria formalmente para Yoona. Fui até meu quarto e coloquei um vestido comum enquanto penteava meus cabelos. Talvez fosse apenas pelo simples fato de os dois terem se encontrado, mas meu corpo tremia descontroladamente, por isso tive que sair as pressas da cozinha. Enquanto passava um pouco de pó para disfarçar a palidez, pensei em como a situação havia chegado até aquele ponto na cozinha e o que Onew queria dizer com “nunca se sabe quanto tempo ela vai querer ficar com você”.
Infelizmente, minha resposta estava mais próxima do que eu imaginava. Ao me virar para voltar a cozinha, me deparei com Onew parado próximo a minha cama. Sua mão fechava a porta que era acompanhada por meus olhos. Eu a queria aberta, por via das dúvidas!
Ele se aproximou de mim. Seu corpo estava cada vez mais próximo. Próximo ao ponto de eu conseguir escutar sua respiração perfeitamente. Próximo ao ponto de eu sentir seu coração bater em meu peito. Ele já estava encostado em mim quando baixou a cabeça e sussurrou ao meu ouvido.
— Você sabe que pode ter coisa muito melhor.
Ao distanciar a cabeça da minha orelha, deu um pequeno beijo na minha bochecha. Vendo que eu não tinha reação nenhuma sobre aquilo (não que eu não quisesse ter alguma reação. Meu instinto me mandava fugir dali imediatamente.) ele se aproximou novamente do meu rosto. Mas dessa vez...
...seus lábios foram de encontro aos meus e, inevitavelmente, nos beijamos.
-------------------------- X ---------------------------
Nunca imaginei que Taec fosse me enviar uma mensagem. Ainda mais após aquela conversa tensa que eu tivera com Jay. Enquanto acelerava o carro, minha cabeça estava longe. O número de vezes que minha cabeça tinha estado longe era gigante nesses últimos dias.
A mensagem era clara. Ele queria sair para comer alguma coisa comigo e tinha marcado de irmos a um café do outro lado da cidade. Imaginei que ele tivesse escolhido aquele local por ser longe do dormitório e lá poderíamos ter uma privacidade maior. Longe dos outros garotos. Longe de Jay. Meu coração dizia que aquilo devia ser o “encontro” mais importante da minha vida, enquanto minha mente ainda insistia em pegar o carro e acelerar para o local mais longe possível.
Ao chegar ao local, percebi que era o perfeito para um encontro romântico. Estacionei o carro e entrei rapidamente, mesmo sabendo que não deveria haver muitos conhecidos por ali, achei melhor prevenir, pois se alguém me visse andando em direção a aquele café com certeza ficaria desconfiado e, na pior das hipóteses, me seguiria e acabaria com todo o clima que Taec parecia querer.
O local era aconchegante. Tinha um visual mais sóbrio do que a maioria dos cafés da cidade, que pretendiam ser fofos demais. Em uma das grandes mesas de metal pude ver Taecyeon sentado. Parecia analisar alguma coisa no celular e seu rosto infantil não parecia expressar qualquer preocupação. Talvez eu estivesse me precipitando demais, talvez ele nem quisesse falar nada sério. Mas talvez fosse apenas uma calmaria que iria preceder uma grande tempestade. Era melhor eu ficar atento.
Ao chegar perto da mesa ele olhou para mim, não sorriu. Nesse momento eu deveria ter pegado meu casaco de volta do cabide próximo a porta e fugir dali. Taec sempre sorria. Aquilo era o grande sinal que eu estava esperando para saber que era mesmo uma grande tempestade que estava vindo.
— Oi – tentei parecer calmo e educado enquanto sentava na cadeira imediatamente a sua frente. Parecíamos um casal, não pelo fato de estarmos juntos, afinal, muitas vezes saíamos a sós, em um passado que hoje parecia tão distante, mas pelo fato de todas as outras mesas estarem sendo ocupadas por casais.
— Olá – ele parecia sério demais.
— Então, o que você queria falar tão urgente?
— Faça seu pedido primeiro. – Empurrou o cardápio do café para mim. Fiquei confuso. Se ele queria tanto falar comigo, por que estava fazendo tanto mistério? Por que estava perdendo tempo me mandandoeu escolher uma bebida? Nada disso fazia o mínimo sentido.
Após decidir que queria o mesmo que ele, ele me passou o dele, que já estava bebido pela metade e disse que eu podia ficar com ele, pois ele esperaria pelo “meu”. Senti-me realmente injustiçado, mas não comentei nada. Ele sempre comia mais que o dobro que eu quando saíamos. Apenas quando estávamos os dois bebendo uma xícara gigante de café com caramelo voltamos a conversar.
— Então? – Chamei sua atenção, enquanto ele falava sobre uma bobeira qualquer que tinha visto na TV. Sua expressão enrijeceu, parecia ter levado um soco da realidade que ele precisava me falar.
— Bom, queria conversar sobre o elevador.
— Por favor, seja mais específico. Não conheço muito de elevadores e acho melhor você falar com um técnico. – Obviamente o que ele queria falar era obvio, mas eu não queria falar. Preferia me jogar na frente de um caminhão em alta velocidade a falar sobre isso com ele. Assim tão diretamente.
— Então, quero que você saiba que aquilo foi um erro. – O fato de ele ter ignorado completamente minha resposta doeu menos do que aquelas palavras que saíram de sua boca. – Você deve ter percebido que eu quase te ataquei. Sei que falou com o Jay, mas não sei sobre o que conversaram. Só quero que você me perdoe e continue meu amigo agora que sabe da verdade.
Eu estava calado. Não podia suportar aquilo. Não podia olhar o homem que eu amava me falar claramente “tentar te beijar foi um erro, vamos ser amigos” e continuar lindo, feliz e sorridente. Uma lágrima desceu sobre minha bochecha manchando meu rosto com a dor que eu não conseguia mais prender.
— O que foi? – ele, mais uma vez, demonstrava uma inocência que me irritava. Como ele podia não ter percebido ainda? – Jay falou que vocês discutiram, mas não quis me contar nada. O que foi? Ele te falou alguma coisa?
— Sim... – finalmente minha voz voltara. Eu não conseguia mais me segurar. Será que era isso que MinHo ia sentir quando eu falasse pra ele o real motivo de eu ter dormido com ele. DUAS VEZES. – Ele apenas me falou a verdade.
— Que verdade? Que eu era gay? – a última palavra foi quase um sussurro inaudível.
— Não – Coloquei minha mão no rosto dele e deslizei calmamente em sua bochecha. Ele não me evitou, apenas fechou os olhos e ficou sentindo o carinho, como se desejasse aquilo tanto quanto – A verdade sobre nós.
Ele abriu os olhos, espantado. Parecia não entender. Olhava confuso em minha direção. Foram necessários alguns minutos (que para mim pareceram horas) naquele carinho unilateral para que ele percebesse o que eu estava tentando dizer. Afastou minha mão do seu rosto, sem demonstrar muito cuidado, mas pude perceber que não era por nojo ou algo do tipo. Era apenas surpresa.
— Você? Você também...? Mas e a Vic? – Seus olhos estavam saltados e ele parecia não entender nada.
— Sim, sim, sim – era a única coisa que eu conseguia responder, mesmo sabendo que não respondia, de forma satisfatória, nenhuma das três perguntas.
— E a verdade que ele contou sobre nós é? – Ele parecia ansioso, mas ao mesmo tempo temeroso, talvez tivesse tanto medo de ouvir a resposta quanto eu tivesse de dá-la.
Eu havia decidido que não ia mais desistir, que ia lutar por ele, mas ao vê-lo ali, em minhas mãos, percebi que talvez lutar não fosse o certo. Eu apenas iria me iludir por um sentimento que nunca seria real. Talvez eu devesse dar uma chance a MinHo, namorar com ele para esquecer Taec. Talvez eu acabasse me apaixonando por ele. Insistir em Taec apenas traria mais sofrimento para muitas pessoas, tanto para ele, quando para Jay que seria um amigo a menos, quanto para os garotos do dormitório que iriam se ver no meio de uma guerra particular, quanto para MinHo que ficaria sem o homem que ele ama. Se eu não podia ter o homem que eu amo, seria amado por outro.
— Que nunca ficaríamos juntos. – rios de lágrimas já desciam por meus olhos e meu rosto já devia parecer inchado.
Ele parecia ainda mais lívido que eu com a minha resposta. Ficou pálido e baixou os olhos. Por um momento, imaginei que ele esperava outra resposta ou que esperava que eu falasse de outra coisa. Por um momento, meu coração se encheu de esperanças novamente.
Baixei a mão e voltei a tomar meu café enquanto assistia a ele mexer no próprio café com a colher do açúcar. Ele parecia estar no seu próprio mundo nesse momento, então tentei fugir para meu mundo também. Mas a situação ali estava densa e pesada demais. Ele não ia falar nada?
Me levantei da mesa e, sem olhar para trás, peguei meu casaco com um garçonete que estava próxima ao cabide e saí o mais rápido possível. Pelo meu estado, a mulher pensou que eu havia terminado, pois soltou um “você vai ficar bem, vai conseguir alguém melhor” enquanto me entregava o casaco. Eu vou conseguir alguém melhor.
Apenas ao entrar no carro olhei ao retrovisor. Ele estava ali, na porta do restaurante, parado. Olhava fixamente para o carro que não estava a mais de cinco metros. Eu podia vê-lo perfeitamente e podia ver uma lágrima descer sobre seu rosto. Liguei o carro.
Não ia esperar que ele ficasse ali por muito tempo, tentava sai dali rápido, mas meu corpo não obedecia. Eu não estava em estado físico nem emocional para dirigir, talvez por isso meu corpo se recusasse a pisar no acelerador. Ao mesmo tempo via Taec virara as costas, mas não se mexeu. Apenas ficou parado, de costas para meu carro. Na certa estaria procurando seu próprio carro para ir pra longe daquele amigo emocionalmente desequilibrado. Minha intenção também não era ir ao dormitório. Eu precisava ver MinHo.
A cena que se desenrolou diante dos meus olhos nesse momento foi assustadora. Taec simplesmente se virou e correu em direção ao meu carro. Meu reflexo foi pisar no acelerador, mas mesmo assim foi tarde. O carro não acelerou a tempo e ele conseguiu chegar até meu vidro, começando a bater nele mandando-me abrir.
Eu só podia distinguir algumas palavras que ele dizia, mas agora era tarde. O carro foi ganhando velocidade enquanto ele corria do meu lado. Eu não queria ouvir mais nada, mas ainda conseguia distinguir seus gritos me mandando parar o carro. Eu iria acelerar o mais rápido possível para longe dali.
— Talvez ainda exista uma chance! Para o carro!
Ao distinguir essas palavras, instintivamente, parei o carro.
Notas finais
Beijos, FIGHTING! *-----------*
Fale com o autor