Notas iniciais
Preparem-se para este capítulo! Reviews, pleaseeeeee!

Capítulo 22 de TIL

Quando o abraço dado em sua tia cessou, e depois que enxugou as lágrimas, Davi subiu as escadas correndo, para vestir uma camisa. Enquanto isso, sua tia aproveitou para ir até uma cômoda velha que ficava nos fundos do quarto-garagem. Chegando lá, abriu a primeira gaveta e vasculhou-a toda, mas não encontrou o que precisava. Abriu a segunda, e deu de cara com o que estava procurando. Um livro velho, do tempo em que os pais adotivos de Davi eram vivos. Folheou-o até encontrar algo importante entre as páginas. Sorriu emocionada e lágrimas ameaçaram descer de seus olhos. Mas ao ouvir passos descendo as escadas, inspirou profundamente e enxugou uma sorrateira que teimou em molhar sua face. Imediatamente, pegou uma folha de papel e uma caneta, e escreveu algo em um papel. Depois guardou o que encontrou no livro e o bilhete dentro de um envelope, para em seguida se dirigir até seu sobrinho-filho, com expressão de mistério.

– Filho, espera! — Gritou Rita.

Ao escutá-la, Davi parou no meio do caminho e virou pra ela.

– Que foi, tia?! Fala logo porque a Megan acabou de me mandar uma mensagem com o endereço do Hospital em que eles estão.

– Filho, será que você pode fazer o favor de entregar isso pra Megan?!

Davi franziu a testa ao fitar o envelope na mão de sua tia.

– Posso sim, mas... O que é isso?

Rita segurou a mão de Davi e entregou o envelope para que ele segurasse. Depois olhou fixamente em seus olhos.

– Não faz pergunta. Só entrega... Ela vai entender, tenho certeza. Mas só faz isso quando estiver tudo bem. Tá certo?

Mesmo sem compreender, Davi balançou a cabeça em concordância e enfiou o envelope em um dos bolsos de trás de sua calça jeans.

– Agora eu vou indo. Tchau, tia! — Deu um beijo na testa dela.

– Tchau, meu querido! Vou ficar aqui torcendo pra que dê tudo certo. — Disse e acenou para Davi, que segurando as chaves do carro, abriu e fechou a porta atrás de si.

O trânsito engarrafado até o Hospital, aumentou ainda mais o desespero de Davi, que buzinava sem parar, como se aquilo pudesse apressar alguma coisa. Sem remédio, pegou o celular e ligou para Megan. Necessitava saber notícias acerca do garotinho. Ficava cada vez mais preocupado. Nada. Caixa postal. Tentou mais umas três vezes, sem sucesso. Passou a mão no cabelo, numa reação de completo nervosismo. Então numa atitude impensada, jogou o celular no piso do carro e quase o quebrou. Mas não se arrependeu, afinal, aquela droga parecia não estar servindo pra nada mesmo.

De repente, o carro da frente recomeçou a andar, deixando Davi mais aliviado. Então em pouco mais de meia hora, ele já entrava no estacionamento do Hospital.

Quando desceu do carro, o barulho ensurdecedor da sirene de uma ambulância ganhou seus ouvidos. Será que era a mesma que fora buscar Júnior em casa? Se perguntou, esperançoso. Então tratou de apressar os passos, entrando no Hospital logo depois que os paramédicos desceram com uma maca.

Àquela hora da noite, para sorte de Davi, a recepção estava vazia. E na sala só se podia observar alguns acompanhantes sentados em suas cadeiras. Olhou em volta a procura de Megan, mas em canto nenhum havia sinal dela. Vencido, dirigiu-se à recepcionista, apoiando os cotovelos no balcão e esticando o pescoço a fim de lhe chamar a atenção.

– Por favor, moça, será que a senhora poderia me dá uma informação? — Davi perguntou.

A recepcionista, que até então olhava fixamente para tela do computador, levantou a cabeça. E sorriu com educação, coisa bem rara hoje em dia.

– Pois não, senhor. Em que posso ajudá-lo?

– Eu queria saber de um garotinho que deu entrada aqui, não faz nem quinze minutos, eu acho. — Davi falava rapidamente e impaciente. — Ele tem menos de um ano, e o nome dele é Júnior. Quer dizer, na verdade, o nome dele é Artur Parker-Marra Nigri Júnior. — Davi sentiu um aperto no peito ao se lembrar do verdadeiro nome do filho de Megan. Como ele queria que esse não fosse o nome dele!

– Ah, sim. Deixe-me dar uma olhada aqui no sistema. Aguarde um minuto, por favor, enquanto verifico a informação.

Davi concordou com a cabeça, mas começou a ficar agoniado com a demora da recepcionista.

– Moça, por favor, a senhora não tá entendendo... Ele acabou de dar entrada aqui e...

– Fique calmo, senhor, porque infelizmente o sistema hoje está um pouco lento. Peço que tenha um pouco de paciência. Estou fazendo o meu melhor. — Interrompeu a recepcionista com uma expressão séria no rosto. Cadê a educação? Foi embora mais rápido do que ele imaginava. Pensou Davi consigo.

Davi revirou os olhos. Meu Deus, será que era tão difícil encontrar a droga de um nome que começava com a letra A? Já começava a ficar irritado. E ia protestar quando a recepcionista ajeitou os óculos e o encarou.

– Queira desculpar, senhor, pela demora. Mas é que não consta nenhum Artur aqui no sistema. Muito menos um que deu entrada há quinze minutos. — Davi arregalou os olhos. Como assim? Será que errara de Hospital? Davi se perguntou, desesperado. Mas antes que pudesse desistir, a recepcionista continuou a falar. — Só chegou um garotinho com menos de um ano, há uns vinte minutos, mas o nome dele não é Artur. Segundo o que diz aqui, o nome dele é... — Apertou os olhos para ver melhor a tela do computador, mas antes que ela pudesse responder, Davi escutou seu nome sendo chamado por uma voz vinda de detrás dele. Virou de costas e seu coração disparou ao vê-la correndo em sua direção.

– Megan. — Davi murmurou quase que para si mesmo, enquanto sentia os braços da garota enlaçando seu tórax. Imediatamente, ele também enlaçou suas costas, massageando-as com as mãos, para cima e para baixo, enquanto ela fungava e molhava sua camisa com lágrimas.

E o abraço foi tão apertado e profundo que quem olhava de longe parecia que eles tinham se transformado em um só. Uma dessas pessoas foi a recepcionista que, de onde estava, suspirava comovida, ao presenciar a cena.

Antes de falar qualquer coisa ou cessar o abraço, Davi fechou os olhos bem apertadinho e deu um beijo demorado no alto da cabeça de Megan. Ele queria que ela soubesse de alguma maneira que agora estava totalmente protegida fechada em seus braços.

– Megan, eu tô aqui com você. — Davi falou segurando o rosto dela entre as mãos, enquanto, com os polegares, enxugava suas lágrimas. — Mas agora me fala... O que aconteceu?

– Oh, Davi, foi horrível... — Megan começou a falar, a voz embargada pelo choro. — O Júnior estava pelando de febre e começou a ficar molinho. Então eu levei ele pra cama pra tirar a roupinha dele e foi aí que, de repente, ele começou a tremer e se debater e... Davi, eu fiquei desesperada... Eu quis morrer, Davi... Meu baby ali naquele estado e eu sem poder fazer nada e... e...e... — O choro recomeçou, então ela agarrou a camisa de Davi e escondeu o rosto no peito dele enquanto implorava com a voz abafada. — Oh, Davi, fica aqui comigo, please! Eu não vou aguentar enfrentar isso sozinha. Please, Davi, fica aqui co-mi-go! — Soluçou, desesperada.

Davi a abraçou outra vez com muita força, suas lágrimas querendo descer também. Mas ele não permitiria porque em primeiro lugar precisava consolar Megan. Então passou a mão no cabelo dela, acariciando-o.

– Fico, Megan. — Ele sussurrou, com os lábios entre os cabelos dela. — Juro que não passou nem pela minha cabeça sair daqui... Do seu lado... Nem que você quisesse. — Pausou por instante e suspirou, então disse uma frase que há muito tempo vinha guardando em seu coração. — Eu te amo, Megan. Mais do que tudo. Mais até do que minha própria vida.

Infelizmente, ele falou tão baixo que Megan achou que só havia escutado aquilo em sua imaginação. Por isso não respondeu, nem fez nenhum gesto, continuando a chorar e soluçar. Davi não se importou, pois finalmente se dera conta do tamanho e da força de seus sentimentos. Portanto, depois acharia um momento especial para se declarar. Sim. Teria de ser um momento muito, mas muito especial!

Depois de alguns instantes, o choro foi cessando, e Davi — sentindo que Megan já nem conseguia se sustentar em pé — passou o braço ao redor de seus ombros e a encaminhou até uma das cadeiras vazias para que ela pudesse se sentar, com ele também sentado ao seu lado.

– Megan, o médico disse alguma coisa? — Davi perguntou, segurando as mãos da garota entre as suas e a encarando com amor.

– No, Davi. Ele entrou com meu baby naquele corredor e até agora não apareceu.

– Tá. Mas fica calma. Já, já deve aparecer alguém com notícias. — Pausou e fez um carinho e seu rosto com uma das mãos, então se lembrou de algo importante. — Com tudo isso, você num deve nem ter bebido ou comido nada, né?! Vai acabar adoecendo também.

Megan o encarou com expressão de cansaço.

– Eu não me importo, Davi. Só quero que meu baby esteja bem.

– É. Mas eu me importo. — Levantou-se. — Vou ali vê se acho algo pra você comer ou beber. Já volto.

Megan ainda abriu a boca para dizer algo em protesto. Mas já era tarde demais. Davi já tinha atravessado uma porta que possivelmente daria na cantina do hospital.

– Aqui. Tenta beber um pouco. — Davi entregou um copo com suco de laranja para Megan, alguns minutinhos depois. — A essa hora da noite, só deu pra conseguir isso.

Megan segurou o copo com as mãos trêmulas. E fez careta para o conteúdo.

– Eu não quero, Davi. Não consigo.

Davi voltou a sentar-se ao seu lado.

– Mas vai tomar sim. Nem que seja um golinho. Vai, Megan... Pelo Júnior. Quando ele melhorar, vai precisar que sua mãe esteja bem para recebê-lo.

Megan fez careta, mas diante das palavras de Davi, forçou cinco goles do suco.

– Isso. Boa menina. — Davi sorriu com ternura. E Megan sorriu triste, enquanto entregava o copo para ele.

Depois disso, ele passou o braço em volta de seus ombros, massageando seu braço com a mão, e ela deitou a cabeça no ombro dele. Então eles ficaram assim por minutos sem fim até que finalmente quem eles mais aguardavam apareceu.

– Quem são os pais do garotinho... — Começou a perguntar o médico. Mas antes que pudesse continuar, Megan já levantou, respondendo e segurando a mão de Davi, os dedos entrelaçados.

– Somos nós, doutor! — Davi virou o rosto para Megan, abruptamente, com a testa franzida. Que tipo de resposta era aquela? O que diabos ela pretendia? — Como está o nosso baby?

O médico olhou para um e depois para o outro. Estranhou ao ver que Davi olhava para Megan com cara de interrogação. Mas o garoto percebendo isso, resolveu entrar no jogo de Megan. Depois acertaria contas com ela. Agora o que importava era a saúde do Júnior. Imediatamente voltou o olhar para o médico e o encarou com firmeza, como se realmente fosse o pai de Júnior.

– Bom, o garotinho está bem. E fora de perigo. O que ele teve foi apenas uma convulsão febril, coisa bastante comum em crianças dessa idade. — Voltou o olhar para Megan. — A senhora sabe dizer se essa é a primeira vez que ele apresenta isso?

– Yeah. É a primeira vez sim. Por quê?

– Porque se já tivesse havido outros surtos como esse, diria para que procurasse um neurologista, pois poderia se tratar de epilepsia. — Os dois arregalaram o olhar ao mesmo tempo, então para acalmá-los, o médico continuou. — Mas acho que isso não será necessário, por enquanto. Fiquem atentos a outro surto como esse, ok? — Ambos balançaram a cabeça em concordância. — Enfim, o garotinho só terá de passar essa noite aqui para que possa se submeter a alguns exames de praxe. Precisamos saber o que o levou a apresentar essa febre tão alta de 40 graus. Mas fiquem tranquilos porque amanhã mesmo darei alta. E ele poderá ir pra casa tranquilamente. — Sorriu educadamente.

Davi e Megan se entreolharam sorrindo e acabaram se abraçando fortemente e rapidamente para não constranger o médico a sua frente.

– Oh, thanks God! But... Será que a gente pode entrar agora para vê ele?

O médico assentiu com a cabeça.

– Pode. Aquela ali — Apontou para uma senhora vestida de branco no canto da sala. — é a enfermeira que os levará até o quarto do filho de vocês.

Megan sorriu e se dirigiu até ela. Mas Davi, fazendo a vez de pai, buscou a mão do médico e a apertou com firmeza.

– Brigado, doutor. De verdade. Muito obrigado mesmo!

O médico sorriu em retribuição ao agradecimento sincero.

– De nada. Seu filho é um garoto forte. E você é um homem de sorte. Tem uma família linda.

Davi sorriu de lado com ternura.

– É. O senhor tem razão. — Virou o rosto em direção a Megan e sorriu, fascinado. — Eu tenho mesmo uma família linda.

O médico sorriu mais uma vez e com a desculpa de que tinha mais pacientes para atender, foi embora.

Então, sem mais delongas, Davi caminhou até onde se encontrava Megan e a enfermeira. E entrelaçando seus dedos nos dela, ambos seguiram a enfermeira que entrou em um dos muitos corredores do Hospital que dava para ala pediátrica. Eles puderam reconhecer pela quantidade de bichinhos e brinquedos desenhados nas paredes.

Depois de muito caminhar, finalmente chegaram onde seu filho se encontrava. Quarto cinco, leito único.

Eles entraram e logo que avistou Júnior deitado na cama, Megan se soltou de Davi e foi ao encontro de seu pequeno que dormia tal qual um anjinho, com um soro acoplado em seu bracinho. A enfermeira silenciosamente saiu a fim de deixá-los sozinhos com o pequeno. E eles nem perceberam isso, tão concentrados estavam no garotinho.

Megan acariciou o cabelo sedoso de Júnior e beijou sua testa com delicadeza. Mas nem mesmo assim, conseguiu despertá-lo. Ele estava realmente cansado, o pobrezinho. Sem problema. O importante é que ele estava bem, e ali, juntinho dela. Megan ficou ali admirando com adoração, continuando a acariciar seus cabelos. Mas depois de um tempo, percebeu a ausência de Davi. Levantou o olhar e se deparou com ele parado, segurando a grade de uma das janelas do quarto. De costas para ela. Estranhou o gesto, e depois de beijar mais uma vez a testinha do filho e acariciar seu rostinho, dirigiu-se até onde ele estava.

– Davi. — Ela chamou, e deslizando a mão por suas costas, parou no ombro, apertando-o com firmeza.

Ao sentir aquilo, Davi engoliu a seco e mesmo hesitante, virou de frente pra ela. Seu olhar denotava bastante tristeza. Tanto que seus olhos até brilhavam como se a qualquer momento fosse chorar.

Preocupada, Megan segurou o rosto dele entre as mãos e percorreu todo o seu rosto com o olhar.

– What happened, Davi? — Megan perguntou. Mas Davi em vez de responder, desviou o olhar e mordeu a parte interna do lábio inferior. — Davi, look at me! — Megan insistiu. E foi aí que Davi voltou a olhar para ela. — Vai, Davi, me diz... O que houve?

Mais uma vez, ele engoliu a seco antes de responder, parecendo que tentava criar coragem para o que ia dizer.

– É que... Sei lá, Megan, mas... Parecia tudo tão real. — Pausou tomando fôlego — Eu. Você. O Júnior... Parecia mesmo que a gente era uma família de verdade. — Molhou os lábios. — Mas aí eu percebi que... Não. Nada disso é verdade. — Agora eram os olhos de Megan que começavam a brilhar com lágrimas. — Você não é minha esposa. Nem o Júnior é meu filho. E eu tô me sentindo um lixo por isso. Querendo voltar no tempo e... Droga, Megan! Se eu não tivesse feito a escolha errada, eu agora poderia ser o pai do Júnior e você poderia ser minha, só minha... — Segurou o rosto dela entre as mãos numa atitude desesperada e pressionou os lábios nos dela. Megan até conseguiu sentir o gosto salgado das lágrimas dele que desciam descontroladamente. — Minha... — Ele repetia enquanto tascava beijos em seus lábios. — Só minha e de mais ninguém. Nem do Artur. Nem do Alex. Nem mesmo do tal do Lucas... — Megan quis rir nesse momento. Afinal, nunca existiu nenhum Lucas. Mas se conteve para não quebrar o clima. — Minha. E só minha. — Enlaçou sua cintura e trouxe para si com ímpeto. E num rompante capturou seus lábios e beijou-a com sofreguidão. Megan se entregou ao beijo, segurando sua nuca e mergulhando os dedos nos cabelos dele.

Depois de alguns minutos, o beijo cessou e eles se abraçaram. Então Megan segurou o rosto de Davi entre as mãos e o encarou. Ele continuava com um ar sofrível que era de partir o coração. Foi aí que Megan decidiu que estava na hora de revelar a grande verdade. Aquela que mudaria suas vidas para sempre. Deu um suspiro profundo e reunindo toda a sua coragem, começou a falar.

– Davi, I need... Eu preciso te contar uma coisa muito importante.

Davi franziu a testa. O que seria de tão importante que Megan precisava lhe contar naquele momento?

– Fala, Megan! Pode falar. — Davi a encorajou.

Megan suspirou de novo, antes de...

– Davi, o Júnior, ele é... — Hesitou. Teve medo. Não era fácil revelar algo tão forte.

– O que ele é...? Fala, Megan! — Davi insistiu já impaciente.

– O Júnior é...

– Com licença!? Desculpa ir entrando assim, mas é que o soro do garotinho já secou e eu vim para trocar. — Avisou a enfermeira ao entrar na sala, interrompendo-os completamente.

Davi e Megan se soltaram automaticamente e viraram para enfermeira assentindo que fizesse o seu trabalho.

Megan sentiu alívio. Estava a ponto de revelar o seu maior segredo. E nem ao menos tinha combinado com Artur. Seria uma quebra de promessa. Não. Artur não merecia tamanha deslealdade. Que bom que a enfermeira os interrompeu bem a tempo. Megan pensou enquanto disfarçava um sorriso para Davi que não via a hora de ouvir o que Megan tinha de tão importante para falar.

Megan tinha de inventar algo... E rápido!

Notas finais
Nada de doação de sangue para descobrir que ele é o pai kkkkk odeio histórias clichês. Pelo menos tento que elas nunca sejam! Hihihihi Não foi dessa vez, mas... Aguardem!!!! Tá mais perto do que longe! Beijoooooooooooooos