Turnaround In Love
5 Capítulo 5
Notas iniciais
Capítulo 5 de TIL 💑
– Brasil... Meu país... Que saudade!
Foi a primeira frase proferida por Jonas no instante em que o portão de desembarque abriu. Estava nostálgico, principalmente porque não via a hora de rever as pessoas que amava, dentre elas, os filhos pequenos e o netinho que ainda nem conhecia.
Deu um suspiro profundo e ao olhar para o lado, avistou sua família acenando com insistência, cada qual com um sorriso mais aberto do que o outro.
Sorriu em retribuição e lágrimas escorreram dos seus olhos. Percebeu quando Verônica disse algo no ouvido dos gêmeos e seja lá o que ela tenha dito fez com que seus pequenos corressem o máximo que podiam, desviando de todos os outros passageiros e malas para, enfim, abraçá-lo. Ele se agachou e recebeu-os com a mesma satisfação. Depois, com um pouco de esforço, levantou os dois nos braços, um de cada lado, beijando-os muitas vezes, descontando todas as vezes que quis fazer isso e não pôde.
Em seguida, aproximou-se dos demais, um de cada vez.
– Verônica... — Ele falou rouco, admirando a beleza de sua atual esposa.
– Jonas... — Ela respondeu, com os olhos brilhando pelas lágrimas que se formavam. E com um sorriso se abrindo.
Então, sem mais esperar, Verônica foi ao seu encontro e jogando os braços ao redor do pescoço de seu amado, abraçou-o com força, ao mesmo tempo em que selava seus lábios com um beijo apaixonado. Jonas correspondeu com a mesma intensidade, enlaçando sua cintura e erguendo-a do chão.
– Peanuts... — Disse Jonas ao se aproximar de Megan. — Que saudade que eu estava da minha bonequinha.
– Oh, Daddy, eu já não aguentava mais não ter ninguém com quem brigar...
Jonas deu uma risada — Será que esse é o jeito Megan Lily de dizer que também estava com saudade?
Megan sorriu, e enxugando uma lágrima sorrateira em sua face, jogou-se em seus braços — Yeah... — então complementou rente ao ouvido do pai — Esse é o meu jeito crazy de dizer que estava morrendo de saudades.
Jonas sorriu com a declaração, apertando-a com firmeza.
Depois foi a vez de Vicente, que o cumprimentou com um abraço de boas-vindas, apertado e bastante fraterno.
Por fim, chegou a vez de Davi, que aos olhos de Jonas pareceu mais arredio, desconfiado... Por isso, resolveu ir com calma, afinal, a partir dali, teria todo tempo do mundo para conquistá-lo.
– Como vai, Davi? — Ele cumprimentou.
– Oi Jonas! — Respondeu Davi, sem nem se dar ao trabalho de retirar as mãos dos bolsos.
– Acho que seria muito te pedir um abraço, né?! — Davi nem precisou assentir para que Jonas compreendesse o seu sim — Tudo bem. Eu entendo... A pouca convivência que tivemos antes de eu ir pra prisão, não te deu tempo de conhecer o meu outro lado. Espero que agora que estou aqui, possamos recomeçar de onde paramos! — Sorriu e bateu duas vezes, com carinho, no rosto do filho, enquanto em pensamento dizia "meu garoto" com todo orgulho. Davi forçou um sorriso em resposta. No fundo ele queria dar aquele abraço, mas ao que parece, o sangue orgulhoso dos Marra corria perfeitamente em suas veias.
Depois disso, Jonas se virou para Megan outra vez — Então, eu fiquei sabendo que nós temos um novo baby Marra na família... Posso saber quando terei a honra de conhecer?
Megan sorriu com ternura, para em seguida mudar de expressão — Sorry daddy, mas o seu encontro com o baby Marra vai ter de ficar para amanhã. You know?! Por motivo de forças maiores.
Jonas franziu a testa e fez cara de interrogação, até que sua filha segurou sua mão e o conduziu até o carrinho onde Júnior dormia profundamente.
O sorriso que Jonas deu contagiou a todos, principalmente Megan que já não via a hora de ver a reação de seu pai diante de seu pequeno.
– Peanuts, você tem noção do quanto eu estou orgulhoso? Eu sou avô de um garotão bonito, forte e saudável. Um verdadeiro Marra.
– Bonito, forte, saudável e dorminhoco, right?
– Disso eu não tenho a menor dúvida. — Respondeu Jonas arrancando risos de todos.
**************
Alguns minutinhos depois, Jonas havia dito que estava com fome e que não via a hora de se deliciar com uma comida bem brasileirinha. Então toda a família se dirigiu a um restaurante que ficava perto do aeroporto, conhecido por todos como o melhor em se tratando de comida regional.
Por coincidência ou não, Megan e Davi sentaram-se um de frente para o outro. E entre uma garfada e outra de seus respectivos pratos, aproveitavam para trocar olhares significativos.
– É... Parece que eu tenho muita coisa pra resolver aqui no Brasil... — Comentou Jonas logo após um longo suspiro, segurando com carinho a mão de Verônica, que estava sentada ao seu lado — Mas, a coisa mais importante é juntar o que nunca deveria ter sido separado. — Completou, olhando misteriosamente para seus dois filhos mais velhos.
Verônica que já estava desconfiada, entendeu perfeitamente o que seu marido queria dizer com aquilo — Quer uma boa notícia? Duvido que seja difícil essa junção. Parece que os dois, sem nem desconfiar do que você pretende, já deram o primeiro passo.
– Tem certeza disso?
Ela sorriu — É só olhar pra eles...
Discretamente Jonas observou-os por alguns segundos. Tempo suficiente para se dar conta do clima evidente que estava rolando entre os dois. Por isso, sorrindo, apertou fortemente a mão de Verônica, com cumplicidade. Esse plano tinha tudo para dar certo.
– A senhora deseja mais alguma coisa? — O garçom perguntou para Megan, que estava entretida fazendo carinho em seu filho dentro do carrinho.
Levantou a cabeça — No. — Respondeu com convicção, mas no meu instante percebeu que estava com sede e mudou de idéia — I mean... Quero. Um suco de limão, com bastante gelo e a little bit de adoçante, please!
– Sim senhora. Trarei agora mesmo. — Respondeu o garçom, anotando o pedido em sua cadernetinha. — E o senhor, deseja mais alguma coisa? — Dirigiu-se para Davi.
– Acho que eu também vou querer um suco. — Respondeu Davi de forma natural.
– Sim senhor. Qual sabor o senhor prefere? — O garçom perguntou, mas ao invés de Davi responder se dirigindo a ele, seu olhar mirou diretamente em Megan, que tentava disfarçar, olhando para baixo.
– Não sei... Mas acho que hoje eu vou experimentar... Morango com laranja. — Ouvindo isso, Megan instantaneamente levantou o olhar pra ele. E Davi vendo que seu intuito de chamar a atenção de Megan tinha sido conseguido, colocou os cotovelos em cima da mesa e inclinando o rosto em direção a ela, continuou... — É que uma vez me disseram que o resultado dessa mistura é uma delícia. Então, fiquei com vontade de provar... De novo — Deu um meio sorriso. E os dois ficaram se encarando durante alguns segundos sem fim, relembrando de todos os muitos momentos em que se misturaram, deliciosamente.
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Depois de pagar a conta, Davi levou Jonas e família para casa. Chegando lá, depois de ter visto todos descerem, Megan fez menção de descer junto, mas foi impedido por Jonas, que segurou a porta do carro, entreaberta. Megan franziu a testa. Não entendeu o que seu pai pretendia, entretanto, tinha a nítida impressão que logo, logo entenderia.
– Davi, será que você se importa de deixar a Megan em casa?
Davi negou com a cabeça — Não, Jonas. Eu até já ia oferecer...
No mesmo instante, Megan sentiu um frio na barriga e seu coração começou a palpitar forte. Ficar sozinha com Davi era muito para o seu auto controle. Se fosse em outros tempos, aceitava sem pestanejar, mas agora era diferente, pois agora no meio disso tudo estavam Arthur, Manuela e Júnior.
– No daddy. Não precisa. Eu posso dormir aqui... Com vocês.
– Peanuts, você não sabe o imenso prazer que será ter a minha bonequinha e o baby Marra em minha casa... — Megan sorriu com esperança — Mas... Não quero me indispor com sua mãe logo no primeiro dia que cheguei ao Brasil.
– But, Daddy, eu tenho certeza que minha mom não...
– Não permitirá que você durma aqui. Eu sei. Conheço a Pam. — interrompeu a filha, mesmo sabendo que não era aquilo que ela queria dizer.
– No daddy, eu não quis dizer isso... Eu...
– Eu também te amo, peanuts. Durma bem. — Beijou a testa da filha que o encarava como que pedindo "socorro". Depois fechou a porta do carro e antes que ela protestasse, deu a volta no carro e foi até a janela de Davi — Davi, será que você poderia vir a minha casa amanhã de manhã? É importante.
Davi encarou-o, desconfiado — Posso. Por mim, não tem problema nenhum.
– Ótimo. Nos vemos então amanhã às 9:00. Tudo bem pra você? — Davi assentiu com a cabeça — Ah, quase ia me esquecendo de mencionar... Você também, peanuts!
Megan, que até então fingia prestar atenção em algo à sua frente, virou o rosto em direção a ele, abruptamente — Me? What? O que você pode ter de tão importante para falar comigo e com o Davi... Juntos?
Jonas sorriu com os lábios fechados, com um ar de mistério — Isso... Vocês dois só saberão amanhã. Tenham uma ótima noite vocês dois... — Despediu-se acenando e saiu, deixando os dois a ver navios, sem entender absolutamente nada.
Alguns segundos depois de Jonas ter se despedido, Megan inquietou-se com o fato de Davi ainda não ter dado partida no carro.
– What's the problem? Resolveu ficar parado aqui a noite toda?
Davi deu uma risadinha um tanto provocante que fez Megan "tremer nas bases". Tirou o cinto e encarou-a fundo nos olhos.
– Megan, foi impressão minha ou você fez de tudo pra não ir comigo no carro? Quê que foi, heim?! Tá com medo de mim?
Megan forçou uma risadinha sarcástica — Medo de você? Are you crazy? Tá se achando, heim?!
– Num tô me achando não. Mas já que não é de mim, então... Só pode ser de você mesma. — Encarou o rosto dela, alternando entre os lábios e olhos.
– What? O que você quis dizer com isso?
Ele sorriu de lado e apertou os olhinhos — Você entendeu muito bem, filha do Jonas Marra.
Megan apertou o olhar, claramente irritada e fez bico — Ao invés de ficar falando bullshit, dá pra ligar o carro?! Please! — Cruzou os braços, virando para frente.
– Se não o quê? A Pâmela vai te colocar de castigo? — Perguntou ainda em tom de provocação.
– No. Se não eu sou capaz de ... Assassiná-lo — Ameaçou e colocou o cinto, com fúria — Go, go, go!
Davi riu pelo nariz — Ok, Megan Parker-Marra! Pedindo assim com carinho... — brincou e recebeu em troca, uma língua estirada.
Então deu uma risada gostosa, e colocando a chave na ignição deu partida no carro, e foi embora.
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– Thanks, Davi! See you late! — Disse Megan, ainda chateada, abrindo a porta do carro, estacionado em frente à sua casa.
– Megan, calma aí! — Davi segurou o braço dela, tentando impedí-la. — Num tá esquecendo de nada não?
Megan revirou os olhos e se voltou pra ele — WHAT?!?!
– Seu filho. — Respondeu Davi naturalmente, apontando com o polegar para o banco de trás, onde Júnior dormia tranquilamente no bebê-conforto.
Megan bufou e se esticando, desajeitadamente, pegou o filho com cuidado. — Night Davi! — Despediu-se e saiu.
Mas quando estava na metade do caminho para porta de casa, sentiu quando alguém se aproximava.
– Você esqueceu o carrinho... De novo.
Megan olhou pra ele. Sua vontade era mandá-lo enfiar aquele carrinho em um lugar não muito agradável, mas limitou-se a rir. E riu muito, juntamente com ele, que também não se aguentou.
– Megan, o que foi que deu na gente, heim?! — Questionou Davi, ainda rindo um pouco.
– I don't know! Sabe o que a gente tava parecendo? Two children.
– Cê tem razão. Acho que te devo um pedido de desculpas...
Megan sorriu, e fez charminho — Vou pensar se aceito...
Davi sorriu com ternura — Então, aonde eu posso botar o carrinho?
Ele perguntou logo que ela abriu a porta de casa e com um gesto, convidou-o a entrar.
– No meu quarto. Ele fica...
– Megan! — Ele a interrompeu bruscamente — Eu sei muito bem onde fica seu quarto.
Ela ficou sem graça — Sorry. Desculpa.
– Vou pensar se aceito... — Repetiu o que ela disse anteriormente e sorrindo se dirigiu até o quarto, sozinho.
Megan ficou um segundo balançando a cabeça e revirando os olhos em meio a um sorrisinho. Depois, sem mais delongas, foi atrás dele.
***************
Quando Megan chegou no quarto, tratou logo de colocar seu pequeno dentro do berço. Enquanto isso, Davi procurava um local para encostar o carrinho fechado.
– Pode colocar aí perto da minha cama.
Davi ouviu e sem dizer nada, colocou-o no local sugerido.
Em seguida, os dois ficaram parados, um de frente para o outro, ambos sem graça. Foi aí que Megan se lembrou de um pequeno detalhe.
– Oh God, quase ia esquecendo... Seu moletom. — Falou quebrando o silêncio e já retirando a vestimenta, como se quisesse se livrar daquilo o mais rápido possível.
O problema foi que, na pressa, ela esqueceu de segurar sua blusa que estava em baixo. Então acabou retirando-a junto com o moletom, ficando apenas com uma lingerie preta, cuja peça íntima, Davi conseguia se lembrar muito bem.
– Oh, shit! I'm so stupid! — Exclamou alto, ao perceber, um pouco tarde, o olhar de desejo que Davi enviava diretamente para o seu busto. Imediatamente tratou de cobrir-se com o próprio moletom.
– Calma aí, Megan, por favor... Num tem nada aí que eu já não tenha visto antes.
Ela sabia disso, mas mesmo assim ficou corada. Afinal, já fazia muito tempo, desde a última vez que ela havia se despido na frente dele.
– Yeah. Mas agora as coisas mudaram. So... Será que você pode fazer o favor de virar para o outro lado, enquanto eu me visto?
Davi franziu a testa, sorrindo — Sério isso?
Megan assentiu com a cabeça e ele, mesmo contra a própria vontade, virou. Então ela aproveitou para vestir-se rapidamente.
– Ok. Já pode virar. — Quando ele voltou, ela entregou o moletom a ele, que pegou só pra não contrariá-la — Thanks.
– De nada... — Falou rouco e lentamente.
– Well, agora só pra te mostrar o quanto eu posso ser uma good girl. Vou fazer a gentileza de te levar até a porta.
Davi sorriu de lado — Tá me expulsando da sua casa, Megan Marra?
– Entenda como quiser, Davi Reis. — Retrucou e rumou até a porta, abrindo-a e fazendo um gesto com a mão para que ele se retirasse — Byyyyyye!
Davi deu uma risadinha misteriosa e obedientemente, caminhou até à porta. Seu andar era tal qual o de um felino pronto para dar o bote. Mega sentiu as pernas bambas. E antes que ela pudesse se dar conta do que estava acontecendo, Davi fechou a porta, enlaçou sua cintura, e empurrou-a com o peso de seu próprio corpo até Megan encostar na parede, seus corpos colados em um encaixe perfeito.
– Megan, eu num vou embora. — Sussurrou, encarando seus lábios, com desejo.
– What? O que você disse? — Sussurrou, sua respiração saindo entrecortada.
Davi tocou os lábios dela, acariciando-os com o dedo indicador. Em seguida murmurou: — Você ouviu muito bem.
Ela sentiu todo o seu corpo arder e os lábios se entreabriram. Mesmo assim ela fazia de tudo para manter seu auto controle — Davi, isso não tá certo...
– Isso não tá certo, eu sei... — Tocou o rosto dela, passando o polegar pelo linha do maxilar. — Mesmo assim eu quero. E quero muito. — Fixou o olhar em seus lábios.
– Davi, listen me, a gente já escolheu o nosso caminho. Não tem mais como voltar atrás. It's over! Right? — Ela tentava a todo custo convencê-lo do contrário, mesmo o seu corpo ansiando pelo dele.
– Num sei... Isso a gente só vai descobrir se... — Murmurou ele, a boca repuxada em um sorriso provocador.
– Se what? — Megan perguntou, e... Mal teve tempo de respirar antes que Davi segurasse seu rosto entre as mãos e se apossasse violentamente de seus lábios.
No início ela quis recuar. Sair dali antes que fosse tarde, mas Davi foi insistente, e não permitiu, imprensando-a ainda mais contra a parede e abraçando-a com força e determinação.
– Megan, por favor... Para de resistir. — Murmurou Davi, os lábios roçando os dela, atiçando lentamente o fogo em seu interior.
Então, finalmente sem mais forças, Megan abriu a boca e acolheu a língua de Davi, que começou a percorrer e explorar, procurando sua língua para que pudesse se entrelaçar. Ao mesmo tempo, em que suas mãos corriam pelas costas da garota, friccionando sua pele por debaixo da blusa.
Sem mais pestanejar e permitindo que seu instinto ganhasse de sua razão, Megan agarrou a nuca dele aprofundando ainda mais o beijo.
Davi sabia que aquela era a deixa para que ele fosse ainda mais ousado. Então, sorrindo contra os lábios dela, ele levantou os braços dela e começou a lentamente lhe retirar a blusa. Depois disso, seus lábios começaram a percorrer o pescoço de Megan, que se inclinava para facilitar a investida.
Megan era sua, totalmente sua, Davi percebeu ao senti-la estremecer em seus braços. Por isso, sem mais delongas, começou a caminhar em direção à cama, com ela grudada ao seu corpo e sem parar de beijá-la nem por um segundo.
Sentou e ainda com ela de pé à frente dele, segurou com firmeza sua cintura e beijou seu ventre. Depois puxou-a de maneira que ela caiu sentada em seu colo. E por alguns segundos os dois ficaram olhando fundo nos olhos do outro enquanto ela passava a mão, com carinho em seus cabelos.
Davi chegou a ficar sem ar ao observá-la sob a luz tênue do quarto. Ali, naquele momento, Megan era a mulher mais incrivelmente linda que ele já vira. Como conseguira ficar longe por tanto tempo?
Ajudado por ela, retirou a própria camisa. Depois, com agilidade, ele segurou a cintura de Megan e jogou-a na cama, deitando-se por cima dela e recomeçando o beijo, mordiscando seus lábios, enquanto as unhas de Megan cravavam suas costas e com os olhos fechados, ela se deleitava de prazer.
Foi em meio a isso que, de repente, e em horário totalmente inconveniente, lembranças dolorosas de um passado voltaram a sua mente.
FLASH BACK ON:
" — Você está terminando comigo, não é, Davi? Você nunca gostou de mim de verdade, não é? — Megan perguntava se debulhando em lágrimas para um Davi que se mostrava extremamente frio.
– Megan, eu gosto muito de você. — Respondeu ele de forma natural.
– Mas... — Começou a falar Megan fungando e enxugando as muitas lágrimas que escorriam em sua face.
– Mas eu não te amo. — Complementou ele, frio. E ela sentiu como se o chão tivesse fugido de seus pés.
Chorou copiosamente, enquanto ele lhe dava as costas e ia embora, sem nem olhar pra trás. "
FLASH BACK OFF
– No, no, no... — Megan dizia enquanto se desvencilhava dos braços de Davi, que não entendia nada — No! Vá embora, Davi! — Encontrou forças onde nem sabia que existia e o empurrou.
Ele levantou — Que foi, Megan? Eu fiz alguma coisa de errado?
Ela também se levantou- Yeah. But... Eu nunca mais vou deixar que você me machuque again. — Correu até a porta e abriu-a — Sai do meu quarto, Davi! Get out! — Gritou. E ele, furioso com aquela atitude, pegou a camisa e saiu, sem dizer nada, batendo a porta com força atrás de si.
Sozinha, Megan respirava fundo, enquanto lágrimas se formavam em seus olhos.
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