Tudo por amor
4 O jogo de Baseball
Notas iniciais
P.O.V. Edward.
Ela insistiu em trazer uma mala. Só Deus sabe o que tem naquela mala.
—Pra que essa mala, bruxa?
—Rosalie!
—Porque eu vou chutar o traseiro pálido daquele vampiro filho da puta!
Ela começou a derramar o sal no chão falando latim. Ela fez uma linha em torno do campo todo.
—Vamos espalhar essa coisa rapidinho.
—Isso é magia amor, vai espalhar coisa nenhuma. Pode correr mais que o vento que essa linha não sai do lugar.
Então ela jogou uns pingos de sangue na linha.
—Pronto. Agora, vamos aos jogos.
O jogo foi divertido, até Alice ter uma visão.
—Parem!
Ela não se escondeu atrás de mim como eu mandei, ela catou uma granada na mala.
—Olá James. Eu tava te esperando.
—O que vai fazer com esse brinquedo?
—Esse... brinquedo como você chama foi feito especialmente pra você. Por mim, eu conheço as fraquezas dos vampiros, conheço sua origem, conheço sua história.
Ela tirou a trava da granada e atirou nos três vampiros, quando a coisa explodiu queimou a carne deles.
—O que acha do meu brinquedo agora babaca?
Ela foi com tudo pra cima dele. Eu nunca tinha visto nada igual aquilo.
P.O.V. Rosalie.
Ela partiu pra cima do vampiro com a cara e com a coragem e é claro seus poderes de bruxa. O céu ficou mais negro do que já estava, raios começaram a cair sob James, ela gerou fogo e mandou pau nele.
—Que que é isso?
—James!
O tal Laurent saiu correndo.
—Para!
—Fique e eu mato os dois. Mato dois vampiros duma vez só.
E ela mandou ver mesmo, ela matou os dois. Queimou eles vivos.
—Babaca. Vadia.
Ela caiu de joelhos e deu pra sentir o cheiro de sangue.
—Bella!
—Eu consegui. Matei ele.
Ela caiu de lado. Desmaiou.
P.O.V. Laurent.
Eu nunca vi nada igual a aquela menina. Ela matou dois vampiros duma vez.
—Que porra é essa cara?
Eles carregaram a garota, enfiaram dentro de um dos carros e foram todos embora.
Eu decidi fazer algo que eu nunca pensei que faria na minha existência.
—Magnífico! O que ela é?
—Eu não sei senhor. Mas, não é uma de nós. Tem o coração batendo.
—E a substância tóxica?
P.O.V. Carslile.
—Verbena.
Disse Bella.
—O nome da substância é verbena.
—Bella! Você acordou!
—Mas, que merda vocês fizeram comigo?
—É, ela voltou.
—Vocês me encheram com aqueles venenos de farmácia!
—Calma Bella, é só soro nutritivo.
—Ai eu to sentindo a agulha! Ta se mexendo dentro de mim! Tira isso, por favor!
—Calma Bella, eu to tirando.
—Como você é dramática!
—Como se você fosse diferente. Noiva assassina.
—Como sabe sobre isso?
—Você me contou. Aqueles babacas mereceram o que você fez com eles.
—Pronto Bella.
—Minha vez agora Doutor. Verita Serum.
O pontinho que sangrava fechou.
—Então... quanto tempo eu apaguei?
—Dois dias.
—Legal! Foi menos que da última vez!
—A última vez?
—Acontece quando me esforço demais sozinha.
—Pessoal! O Aro sabe da Bella.
—E dai? Posso torrar ele também.
—Como você lembra de algo que nunca aconteceu?
—Porque aconteceu, só que não nessa realidade. É coisa de andarilha do sonho, eu lancei o feitiço que trouxe o meu amor de volta pra mim, sendo assim eu alterei a realidade salvando Edward dessa gentinha Volturi.
—Deixem que ele venha. Vai ter o que merece! Ele e aqueles gêmeos encapetados dele.
—Bella você ta apagada a três dias!
—To bem. Nessa ou na outra realidade, você ainda é o Rei do Drama. Ai Bella, eu não posso transar com você porque vai te machucar.
Disse ela com uma voz fina. Fazendo gestos de gente gay.
—Larga de ser maricas e me come logo cabeção!
O Emmett começou a rir, a gargalhar. Todos ficamos chocados.
—Ela falou o que eu ouvi?
—Falei. Mas, porque o Volturi idiota ta vindo dessa vez?
—Ele quer você Bella.
—Vai ficar querendo.
—Bella, você não sabe do que os gêmeos são capazes.
—Eu sei. Eu vi. E eu sou imune e posso proteger vocês também, é genético veio da minha avó paterna e pulou ele porque ele é homem. Por isso que o Edward não me escuta.
—A sua magia é genética?
—Não. Magia é... mais um dom de Deus na verdade. To com fome.
—Tem alguma coisa pra comer?
—Você ta sempre com fome?
—Cacete Rosalie! Para de implicar comigo ou eu juro por Deus que te enfio a cura guela a baixo e você vai implorar pra ser transformada de volta e não vai poder!
—Cura? Existe uma cura?
—É. Existe uma cura. Se você quiser, faço uma dose pra você. Mas, ser um ser humano não sobrenatural deve ser um saco. Não vai mais poder jogar superbaseball, não vai mais poder correr super-rápido, se se machucar vai pro hospital e se algum outro vampiro se alimentar de você todos os anos que você viveu vão voltar e você vai morrer.
—Mas, existe uma cura?
—Sim. Existe uma cura. A cura, a fórmula da cura foi passada através das gerações, apenas as herdeiras e herdeiros das primeiras famílias sabem a fórmula.
—Porque?
—Temiam que fosse usado como arma. A cura é voluntária, mas uma vez ingerida ela é passada para frente.
—Herdada pelos filhos?
—Não. É como uma infecção. Imagine a dengue ao contrário.
—Dengue ao contrário?
—Como se pega dengue Rosalie?
—O mosquito te pica e você fica doente.
—Agora imagina que fosse ao contrário. Que se o mosquito fosse aquele a contrair a doença.
—Ainda não entendi.
—Eu sim.
—Mantenham o Aro longe da cabeça do Carslile. Porque ele entendeu exatamente como a cura funciona. E se isso cair nas mãos do Aro vai haver uma guerra de sangue.
—Tudo bem.
Ela comeu como uma condenada. Ela ia ao super mercado e comprava sua própria comida, ela preparava a própria comida.
—Você não precisa fazer isso Bella.
—Preciso. Sou hóspede na sua casa, o mínimo que posso fazer é isso.
—Quando eles chegam Alice?
—Amanhã. Pela manhã.
—Então amanhã eles vão conhecer seu pior pesadelo. Literalmente.

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