Tudo o Que Se Sente
16 Capítulo 16 - Em Chamas
Notas iniciais
Olho ansiosa para o relógio esperando a hora de Christopher chegar. Minha necessidade dele, só aumenta conforme o tempo vai passando e ele não chega. O relógio marca 19:30 e sei que em alguns minutos ele vai estar aqui.
Olho para mim mesma enquanto estou sentada no sofá da minha casa. O vestido preto soltinho que eu uso, esconde uma lingerie azul céu que me dá um ar mais menininha por causa do tom claro, mas a cinta liga em minha perna, da um toque sensual que Christopher vai adorar.
Penso em como eu não quero parecer ansiosa quando ele chegar, então me levanto e caminho lentamente em direção ao meu quarto. Olho a cama toda arrumada e um sorriso malicioso surge lentamente em meu rosto, enquanto tiro o vestido e me deito na cama, passando as cobertas sobre meu corpo. Prendo meu cabelo em um coque no alto da cabeça e pego um livro no criado mudo ao lado da cama para ver se o tempo passa mais rápido.
Don Pixote me transporta para outro mundo, me fazendo perder a noção do tempo, enquanto devoro as palavras. Ouço um pigarro na porta do quarto e sorrio enquanto fecho o livro e levanto meu olhar. Christopher está escorado no batente da porta trajando uma calça jeans e uma camiseta polo preta. Sinto meu coração se acelerar tolamente e sorrio mais.
— Oi – cumprimenta ainda parado na porta. Seus olhos brilham e ele tem um sorriso que me desmonta.
— Oi – respondo ainda o analisando, até que fixo meus olhos nos deles – não escutei você chegando – informo e seu sorriso se alarga.
— Eu sei – ri roucamente e sinto meus pelos se eriçaram – tinha uns 5 minutos que eu estava aqui sem você perceber – sua voz sai divertida e me assusto. Como eu não escutei ele chegando? – você estava tão bonita aí, toda concentrada, que fiquei só te admirando – fala com naturalidade e rio tentando disfarçar a vergonha.
— Acho que me concentrei até demais – reviro os olhos ainda rindo. De repente o silêncio se instala e nos encaramos com intensidade. Meu coração acelera com a tensão sexual que vai tomando conta de cada canto do quarto e sorrio o chamando com o dedo.
Surge um sorriso predador em sua face enquanto ele anda lentamente em direção a cama que ocupo. Segundos depois o colchão cede lentamente sobre o peso do corpo dele engatinhando para cima do meu corpo e seu rosto se aproxima do meu, enquanto fecho os olhos e entreabro levemente meus lábios esperando pelo toque de sua boca.
— Louise – murmura em meus lábios e gemo baixinho desejosa do seu toque. – abra os olhos – sua voz sai autoritária e obedeço enquanto ele segura a curva do meu pescoço com uma das mãos. Me sinto tremer levemente com seus olhos em mim.
Sua boca toma a minha de forma sensual enquanto nosso olhos estão conectados.
Escuto ele gemer quando nossas línguas se tocam e me sinto incendiar cada vez mais. Preciso de mais e o agarro pela nuca aprofundando o beijo. Admirar a expressão de desejo que se alastra por seu rosto é demais pra mim, e fecho os olhos, me entregando ao momento, enquanto esfrego as pernas tentando controlar o desejo.
Sinto o ar me faltar enquanto puxo Christopher cada vez mais pra cima de mim. Afasto nossas bocas e ofego alto buscando ar, enquanto meu chefe gruda sua boca em meu pescoço. Sua língua quente deslizando em minha pele me faz ofegar cada vez mais enquanto ele chupa e mordisca em um ponto abaixo da minha orelha que me causa sensações fortes.
Enfio minhas mãos dentro de sua camiseta e começo a castigar sua costa o fazendo tremer e gemer lentamente sobre meu toque.
Suas mãos afastam a coberta que esconde meu corpo e ele se afasta para admira-lo, me fazendo olha-lo desejosa. Seus olhos observam cada parte descoberta do meu corpo e vejo seus olhos escurecerem enquanto ele toca a pele exposta.
— Se eu soubesse que era assim que você estava me esperando, não ficaria te observando ler seu livro – murmura com a voz rouca me fazendo rir travessa.
— Então é melhor parar de perder tempo – sorrio e o puxo, grudando nossos lábios novamente.
Puxo sua camiseta e ele levanta os braços me ajudando a tirar. Quando ela se encontra fora do seu corpo, espalmo minhas mãos em seus músculos o sentindo se contrair sob meu toque.
— Christopher – ofego quando ele chupa os vãos dos meus seios. Infiltro minha mão para dentro de seus cabelos arrepiados e puxo os cabelos de sua nuca.
A temperatura no quarto aumenta de maneira abrasadora. Sinto os pelos do meu corpo se arrepiar e minha pele transpirar cada vez mais a cada toque dele no meu corpo, me acendendo como fogo.
Sua língua dança sensualmente com a minha e ofego sentindo suas mãos me tocando firme. Sua mãos deslizam para minha costa, e o sutiã é rapidamente jogado para qualquer canto do quarto e antes que eu possa raciocinar, sua boca chupa o bico do meu seio com luxuria.
Me contorço tentando ter mais contato de sua pele e Christopher afasta seu corpo do meu propositalmente. Sinto seu sorriso quando gemo quase que desesperada por mais da sensação que ele me faz sentir.
— Calma – manda quando agarro com força seu cabelo. Me delicio com e expressão excitantemente dolorida que ele me lança com meu aperto. Bufo ansiosa e solto lentamente seu cabelo.
— Mais Christopher – murmuro um gemido quando ele assopra meu mamilo, me torturando. Perco a paciência e o empurro, o jogando na cama e subindo sobre seu corpo. Sorrio maliciosamente com a expressão surpresa que ele tem – você esta me torturando Chefe – sussurro em seu ouvido e mordo o lóbulo de sua orelha
— Louise – ofega e em resposta rebolo sobre seu pau, enquanto deslizo minha língua pela pele sensível de seu pescoço. O volume grande e duro preso por sua calça, denúncia o tamanho do seu desejo e me sinto poderosa.
Puxo levemente o cós da sua calça e o desabotoo enfiando minha mão por dentro de sua cueca box e agarro a extensão de seu pau o massageando lentamente. Os gemidos de puro tesão que Christopher solta enquanto mantém a cabeça jogada para trás me deixa ansiosa pelo momento de te-lo dentro de mim.
Christopher agarra meu pulso me obrigando a tirar minha mão de dentro de sua calça. Me joga para o lado e se levanta da cama me encarando. Olho sua imagem em pé diante de mim e sinto minha pulsação acelerar, ao observar seu rosto levemente corado, o cabelo loiro bagunçado e os olhos carregados de desejo.
Eu nunca fui olhada com tamanho desejo, com tanta certeza e devoção. Mas o jeito que meu chefe me olha, parece adentrar minha pele e rastejar para dentro de mim.
Exclamo surpresa quando sou puxada pelos pés para a beira da cama, Christopher desliza os dedos pelo elástico da cinta liga e se ajoelha beijando o interior da minha coxa. Me contorco sobre seu toque em expectativa enquanto seus beijos vão sendo depositados cada vez mais pra cima.
Sinto os olhos de Christopher procurando o meu enquanto seus beijos molhados se aproximam cada vez mais do meu centro e retribuo seu olhar.
Arqueio o corpo quando um beijo é depositado entre e pele e a lateral da calcinha e ergo as pernas inconscientemente dando mais acesso para ele.
— Louise – me chama e eu o encaro enquanto mordo meus labios sentindo seu dedo deslizar por meu centro pulsante, ainda por cima da calcinha – eu vou te beijar agora! – e antes que eu possa entender, minha calcinha é puxada de lado e Christopher lambe meu sexo com voracidade.
— Porra – sussurro desesperada enquanto agarro o lençol da minha cama buscando algum apoio – Christopher – chamo rebolando em sua boca. Meu coração bate forte enquanto tento desanuviar minha mente nublada pela excitação de ter a boca de Christopher em mim.
Quando a sensação começa a ficar forte demais, tento me afastar da sua boca e sou firmemente agarrada pelas mãos do meu chefe. Sou invadida por dois de seus dedos enquanto sua boca chupa meu clitóris me lavando a beira do precipício.
— Louise – chama roucamente enquanto seus dedos me fodem com vontade e só consigo gemer em resposta – eu quero que você goze olhando nos meus olhos – manda. Tento forçar minha mente a obedecer seu comando mando ela não registra. Seus dedos me abandonam me fazendo o encarar frustrada e ele sorri maliciosamente – mantenha seus olhos no meu – sua voz sai autoritária e eu Assinto com a cabeça enquanto volto a sentir seus dedos dentro de mim.
Seu polegar acaricia meu clitóris enquanto dois dos seus dedos me invadem. Tento prender meus gemidos enquanto os olhos de Christopher estão firmemente grudados aos meus. Encarar seus olhos tão inundados de desejo enquanto seus dedos estão dentro de mim, parece ser como gasolina aumentando meu tesão por ele.
O ar começa a entrar com dificuldade através dos meus labios e eu agarro com mais força o lençol, enquanto meus sentidos ficam cada vez mais nublados.
— Christopher eu estou quase.. – rebolo em seus dedos. Sinto o orgasmo começar a vir com força e me desmancho quando sinto a boca de Christopher novamente em mim. Sinto meu corpo leve enquanto tremo sobre a boca de Christopher e respiro fundo me levantando sobre os cotovelos.
Vejo o sorriso de Christopher enquanto ele se levanta com a calça pendendo em sua cintura. Sinto minha boca salivar por esse homem gostoso e habilidoso e o chamo com o dedo e ele sobe com o corpo sobre o meu, selando nossos lábios. Agarro sua nuca enquanto entreabro minha boca deixando que nossas línguas se toquem em um beijo sensual me fazendo sentir meu próprio gosto.
Ele se afasta e toca em minha calcinha. Em questão de segundos, minha calcinha está no chão e estou somente com a cinta liga. Ajudo ele a tirar sua calça e sua cueca e logo depois ofego ao sentir nossos corpos nus se tocando e o prendo pela cintura com as pernas. Me seguro forte a ele quando sinto o pincelar do seu pau em minha entrada úmida.
— Tão molhada – Christopher parece murmurar para si mesmo enquanto encaixa seu pau em minha entrada. Seus olhos vão de encontro ao meu e vejo a expressão concentrada em seu rosto. Vejo ele respirar fundo enquanto parece querer se controlar, mas isso é a última coisa que eu quero. O puxo mais forte de encontro a mim e gemo quando sinto ele adentrar minha carne.
— Christopher – chamo e ele levanta o rosto em minha direção – eu quero duro, forte e fundo – murmuro enquanto rebolo sobre seu pau. Ele geme e assente com a cabeça.
— Seu desejo é uma ordem – sussurra enquanto se enterra forte em mim e eu gemo ao ser preenchida dessa forma. – mulher gostosa – morde meu ombro e eu ofego – tao gostosamente apertada – levanta uma das minhas pernas e estoca forte me fazendo gritar ao te-lo tão fundo – é assim Louise? Fundo assim que você queria? – estoca forte de novo eu eu gemo assentindo com a cabeça – Eu quero que você fale Louise – manda – É assim?
— SIM – grito enquanto levo uma das minhas mãos ao meu clitóris – porra, siim – gemo levantando meu quadril de encontro ao seu.
Sua boca gruda ao meu pescoço enquanto chupa e mordisca deixando um rastro de fogo do meu pescoço ao vão dos meus seios. Minhas unhas se infiltram sobre a carne das costas de Christopher e a ideia de deixa-lo marcado é tentadora demais para que eu não o faça.
— Porra de buceta gostosa – morde o lóbulo da minha orelha e eu grito com a estocada forte – tão quente – uma estocada – tao molhada – estocada – e macia – sinto o orgasmo se aproximar e choco nossas bocas com desespero enquanto sinto minha buceta apertar o pau de Christopher – Isso – murmura – Goza pra mim Louise – ordena – Goza comigo – e eu obedeço, enquanto chamo seu nome de forma desesperada e tremo sob seu corpo sendo logo seguida de Christopher.
Ele se joga na cama ao meu lado e ficamos os dois quietos apenas normalizando a respiração. O sorriso em meu rosto denúncia minha satisfação e encaro o homem ao meu lado que carrega um sorriso tão satisfeito quanto o meu.
— Gostosa – murmura me encarando com um sorriso malicioso. Sinto o calor tomar conta da minha face e me viro escondendo meu rosto em seu pescoço. Ouço sua risada e o mordo em repreenda. Puxa meu cabelo de leve me fazendo o encarar e Christopher tem uma expressão séria no rosto.
— O que foi? – fico em alerta
— Vou ter que viajar amanhã – comunica sério e eu me sento na cama. Certo. Espero ele continuar – teve uns problemas na filial em Seattle e eu vou ter que resolver.
— Já sabe quanto tempo vai ficar fora? – pergunto sabendo que era uma coisa inadiável. Ele nega.
— Provavelmente uma semana. – Assinto com a cabeça e sorrio
— Melhor aproveitar o tempo que temos então. – falo e grudo nossos lábios, sendo retribuída de forma afoita.
Fale com o autor