Tudo, menos irmãos
1 Novas chances
Notas iniciais
Galera todos que me acompanham sabem que sou fã do Casal Nataki ( Nome dado pelo @Gabriel778 ) Os pais do Yamato e do Takeru, mas outra coisa que eu amo é fazer tudo o que não esperam.
Essa fic não vai precisar do aviso de Incesto pois não há parentescos entre o casal Catherine e Takeru, eu me diverti só imaginando, imagina vocês lendo!
Já disse a @luInoue2 , se joga, e bom nessa noite eu resolvi trazer essa diversão, os hots serão fofos e o casal vai descobrindo o amor em clima meigo
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Natsuko P.O.V
Após a batalha dos digiescolhidos pelo mundo, eles ainda enfrentaram o responsável pelo caos no Digimundo, após a batalha meus filhos me contaram em detalhes sobre as dificuldades, a vitória, as novas crianças escolhidas, e algo me balançou foram as ilusões criadas pelo digimon, me doeu saber que meus filhos ainda desejavam a reconciliação, mas não vou dar esse passo para trás, decidimos como adultos, o divórcio se fez necessário.
Nos tempos atuais minhas crianças… Engraçado pensar neles tão crescidos, Yamato já tem dezoito anos, meu primeiro menino já é um homem adulto, começando a moldar o sonho de viver da música, começando o relacionamento com a Tachikawa Mimi, após o rompimento com Takenouchi que agora namora o Yagami Taichi, nenhuma mãe quer ver seu filho sofrer, mas agora os casais estão felizes e não houve brigas entre os amigos, eles até saem juntos. Meu caçula, estranho olhar para o Takeru como um caçula, o moço já completou quinze anos, após aquela batalha, Catherine e Takeru mantiveram contato, ambos riam trocando palavras em francês e em japonês, ambos eram muito amigos, por conta dessa amizade mantive contato com os pais das crianças, os novos digiescolhidos e um contato em especial vindo diretamente da França, meu país de origem, um homem loiro, com os olhos azuis, a conversa a princípio girou em torno dos monstrinhos digitais, o primeiro choque é sempre o mais impressionante, o Hiroaki mesmo quase infartou ao ver o Garurumon, não foi diferente com o Deneuve Adam, também separado da mulher a quatorze anos, ele não quis entrar em detalhes assim como eu também não abri tudo, mas ele me disse que quando meu pai levou Catherine para casa, meu pai inventou uma história estranha que ela estava com o neto dele, o estranho que até a operação na França ele nunca soube da existência do meu pai, eu o tranquilizei e confirmei que ela estava com meu filho, mas complementei a história, o choque veio no dia seguinte com o noticiário.
O castelo de Versalhes onde Catherine e Floramon estavam presas era bem vigiado por câmeras, precisei ter calma para explicar que os digimons não fariam mal a menina, contando sobre as experiências, e mostrando fotos que a Yagami me trouxe do digimundo.
Após o primeiro choque, Adam passou a querer saber mais, começamos a trocar nossas experiências como pais solteiros, quando vi estava conversando tarde da noite com aquele homem, e quando digo tarde não digo onze, parecia uma adolescente, logo começou a troca de fotos, que a princípio eram de pontos turísticos, no mês seguinte já trocamos fotos nossas, das crianças.
“ Não parece ter idade para ser mãe de um rapaz de dezoito anos”.
“ Gentileza a sua”! Respondi, senti minhas bochechas queimando.
Não é que ele era galanteador, eu esperava que fossemos apenas conversar, mas no mês seguinte me veio uma caixa com um vestido, um sapato de salto e um perfume francês, acompanhado de um cartão enviado pelo correio.
“Espero que não se zangue com seu pai madumazele, tive que quase implorar para me dar seu endereço, esse é um presente para você usar no nosso primeiro encontro, claro se aceitar.
Estou no avião a caminho do Japão.
Bisous madumazele, Adam.
Aquele pequeno bilhete, os presentes me fizeram corar, o que estava acontecendo? Por um instante fiquei estática, fui despertada por uma voz, grossa, firme e um pouco petulante.
Natsuko P.OV Off
— Posso saber quem está vindo para cá? A loira se vira encontrando Yamato.
— Filho… Você não me avisou que vinha. Natsuko tentou disfarçar.
— Ué pensei que não precisava, o Yamato é de casa, que história é essa Madumazele? Perguntou Takeru.
— Yamato e Takeru-Kun, óbvio que não precisa hora marcada para você entrar aqui em casa, mas eu podia ter feito um lanche…
— O lanche a gente vai aceitar, mas isso aí, é de um admirador secreto? Questionou o Taichi.
Natsuko ficou surpresa com a entrada dos digiescolhidos.
— Um admirador descarado isso sim. Esbravejou Yamato.
— Ishida Yamato, meninos, é um amigo! Respondeu a loira, buscando acalmar os ânimos.
— To precisando de um amigo desses. Provocou Mimi.
— O que quer dizer com isso Mimi-Chan? Questionou Yamato, com uma carranca.
— Eu comecei a fazer alguns cursos na faculdade de relações internacionais…
— Parabéns Taichi, está gostando? Interrompeu Natsuko.
— Arigato Takaishi-San, estou sim, mas voltando, essa é o meio mais primitivo de comunicação da tribo feminina, indireta pra você. Pentelhou o castanho.
— Era brincadeira Yama-Kun. Mimi se desculpou com o namorado.
— Isso não existe no vocabulário do Yamato, é tão ou mais carrancudo que o pai. Pentelhou Taichi.
— A senhora vai aceitar não é? Questionou Takeru.
— Deveria, se alguém me mandasse todos esses presentes eu casava. Brincou Hikari.
— Pronto, a luz acendeu. Provoca o digiescolhido da amizade.
— Não enche, é muito lindo, mostra o quão ele te ama! Hikari admira as peças.
— Taichi-San, aqui, isso não foi uma indireta direcionada pra mim não, foi? Questionou o ruivo.
— Se a carapuça serve vista. Provoca Miyako, espirrando o perfume.
O cheiro ficou na sala.
— Vocês dois brigam desde a hora que acordam. Aponta Ken.
— É essa tábua de passar roupas que enche a paciência. Provoca Daisuke.
— A Miya-Chan não parece uma tábua de passar roupas. Defende Ken.
— Aw meu lindo, fica calmo eu não ligo para as piadas dessa lesma. Miyako dá a língua para Daisuke.
— Pessoal dá pra deixar o carinho para outro momento, ta rolando um grande evento e vocês parecem crianças. Mimi esbraveja.
Yamato olhava curioso as peças, observando se era tudo isso ou sua namorada e amigas estavam exagerando nos elogios.
— Mãe se isso é pra te agradar funcionaria se a senhora fosse um gambá, que cheiro horrível. Yamato se incomoda com fragrância.
— É forte mesmo, preciso ir lá fora. Hikari sai para pegar ar e Daisuke vai ajudar.
— Se for usando isso vão te expulsar do metrô. Provocou Yamato, percebendo que seu irmão espirrava o cheiro no pulso e cheira.
— Takeru, não espalha a essência de gambá mais ainda. Pede o mais velho.
— A senhora gosta dele? Perguntou Takeru.
— Crianças, é apenas uma conversa, eu o conheci na internet, conversamos e ele quer me conhecer, temos muito em comum, principalmente que somos pais solteiros, Yamato, Takeru, o que foi estão com ciúmes? Não precisam se preocupar, é um passeio, vamos conversar.
— Ainda vão ganhar um irmão. Taichi brinca.
— Ele é pai de uma menina, da idade do Takeru e da sua irmã Taichi. Avisa Natsuko.
— Meu irmão é o Takeru e tá ótimo.
— Calma, é o choque de realidade, ele amansa. Indaga Mimi.
Yamato arqueia a sobrancelha e fecha a cara, enfim se senta no sofá.
— Meu amor, sua mãe merece ser feliz, mesmo que seja com um amigo. Mimi tenta animar o namorado em seguida sussurra no ouvido da sogra.
“ Se quiser eu te ajudo”.
Após muita conversa Taichi foi chamar a irmã para lanchar levando um croissant com ele, e flagrou Daisuke e Hikari aos beijos sentados na pequena varanda do apartamento, Yamato segue o castanho.
— Estou vendo uma nova gíria para se pegar nas casas, “vou pegar ar”. Pentelhou Yamato.
Ambos se soltam e Hikari cora recostada no ombro do namorado.
— Ela ta bem, nossa perdemos a noção do tempo. Daisuke disfarça beijando a cabeça da castanha.
— Isso acontece quando estamos com quem gostamos. Declarou Hikari.
— Anda para com a pouca vergonha ao ar livre e vamos lanchar. Ordena Taichi.
Adam deixou sua filha aos cuidados da governanta e disse que resolveria assuntos pendentes no Japão, sem saber que sua filha sabia sobre as conversas, Takeru já havia comentado sobre os presentes e mandou uma foto do bilhete.
— Assuntos pendentes? Com a madumasele. Provocou a loira.
— C- Como sabe? Questionou Adam, em choque.
— Papa, você deixa estampado na face, o que chamou sua atenção na moça? Perguntou Catherine.
— Somos apenas…
— Papa, amigos? Eu não tenho cinco anos! Adverte a loira.
— Apenas vamos conversar, nos divertir, isso não vai mudar nada…
— Entre a gente? Papa, você está diferente. galanteador, mais arrumado, e está indo para o outro lado do mundo atrás dela.
— Catherine, eu não vou voltar casado, mas é apenas…
— Um encontro? Papa, eu ouvi de longe sua conversa, você se apaixonou.
— Minha princesse estamos começando a nos conhecer e ela é uma dame solteira, e tem um filho, aliás dois, mas um mora com o pai.
— Já vi tudo, vai sobrar tudo para mim quando chegar com essas crianças. Comenta de forma divertida a governanta arrancando risos da loira.
— No no no, não tem com que se preocupar, pois o mais velho tem dezoito anos, e o mais novo a idade da Catherine, não vai ter que trocar nenhuma fralda. Está muito cedo para pensar em casar-se e morar juntos, o encontro ainda não aconteceu.
Após a conversa o pai da digiescolhida viajou para o encontro que naquele momento começava um ritual de preparação, ambos se arrumavam.
Sora e Mimi ajudam a mãe dos amigos, mesmo com o aparente ciúmes dos filhos da loira que ficou sem graça com as pequenas dicas recebidas, as meninas se divertiam entre músicas, dicas e maquiagem, já que a roupa, sapatos e perfume já foi escolhido pelo cavalheiro, mesmo vendo a reação contrária dos filhos.
Yamato tentava ocupar a mente na música e Takeru tentava em vão chamar Catherine para conversar, somente um tempo depois ele conseguiu contato e ambos começaram a conversar, o assunto se desenrolava e a francesa perguntou se Takeru não apoiava? a frase de Takeru surpreendeu o mais velho “ Nunca mais tinha visto essa expressão na minha mãe, se ela está feliz eu não tenho nada contra, e você?”
“Confesso que me pegou desprevenida, mas nossos pais viveram sozinhos merecem esse momento.”
“Uie uie. Brinca Takeru.
“ Se vierem será um prazer abraçar o Patamon de novo.”
“ Eu também quero ver a Floramon de novo Cather-Chan”. Respondeu o digimon tampando a visão de Takeru.
“Quanto amor, mas ainda não sabemos o que anda acontecendo, mas se der certo já pode dar os créditos ao cupido, o seu avô, mas mudando de assunto, andou escrevendo algum novo poema?” Takeru corou, e resolveu mandar escrito invés de ler como sempre, o loiro mudou o estilo da letra e mandou traduzido.
Foi apenas um beijo na bochecha, estava difícil dizer se o que sentia por Catherine Deneuve era atração, a meiguice, os elogios, as brincadeiras, ambos suspiraram.
— Takeru-Kun. Chama Patamon.
— Ah o que foi Patamon.
— Que gozado, seu coração parecia bater diferente do normal. Afirma o anjinho.
— Pata, não diz besteiras eu nem tava correndo, anda vamos ver a arte das meninas. Takeru sai do quarto esperando algo estranho e chama Yamato, surpreendentemente sua mãe estava linda, a maquiagem leve, os brincos bem escolhidos combinando com as peças e o penteado que Mimi escolheu harmonizava o rosto da francesa.
O perfume adentrava as narinas de todos.
— Ta linda! Mesmo sem graça Yamato elogiou a mãe e sorriu.
— Arigato, Yamato e Takeru, eu não… Natsuko tentava algo que amenizasse o impacto dos filhos com esse encontro.
— A senhora está muito bonita, o cara até que tem bom gosto. Afirma o mais velho.
— Yamato, eu agradeço os elogios, eu não vou voltar noiva, pode se acalmar um pouco, vamos dançar, conversar…
— Dar uns pega! Pentelhou Takeru, levantando risos.
— Takeru olha o respeito, “dar uns pega”, isso é a educação que eu te dei? Mesmo corada a matriarca repreendia o linguajar.
— Não essa eu aprendi com o oniisan! Respondeu o mais novo.
— A senhora não viu as outras. Advertiu Mimi.
— Depois dessa, crianças fiquem á vontade, eu só não tive tempo de fazer um lanche…
— Relaxa e curta o seu momento seus bebês vão estar bem seguros e bem alimentados, pode ir se divertir com o crush. Assegurou Mimi.
— Pausa ai, quem é bebê aqui? Questionou Takeru.
— A noite é sua, não se preocupe. Garantiu a ruiva. — Eu também preciso ir, eu preciso passar no apartamento do Taichi-Kun.
— Já vi tudo! Pentelha Mimi.
Adam estava ansioso desde o momento que comprou as passagens, agora já na terra do sol nascente o francês esperava ansioso a madumasele, tentou ouvir músicas, mas ao ver a foto que sua amada lhe mandou abaixou o som e finalmente chegava ao local marcado, pediu o menu e um vinho, naquele momento chegou sua companhia, o pai de Catherine já pensava que por ser mãe a loira podia pensar que ele tinha sido atrevido que ela não aceitaria os presentes, mas ver a loira usando as peças deixou feliz como se fosse a primeira namorada.
Adam se levantou lembrando-se que havia esquecido as flores no carro e correu para buscar, provocando uma reação incrédula da loira, que sorriu quando o mesmo voltou segurando um buquê de lírios rosa em suas mãos, Natsuko se derreteu com a educação do francês, o jantar o vinho, a conversa, e finalmente ao se despedirem naquela noite se beijaram dentro do carro, deixando transparecer que o relacionamento estava avançando, muito mais do que imaginar.
O francês, descia as mãos pelas mangas do vestido, acariciando a pele da loira, esbanjava elogios e Natsuko deslizava os dedos pela camisa do novo pretendente, devolvendo os elogios, ambos se beijam, e deixam o clima envolver, ambos acabam a noite em um hotel em Odaiba sem hora para voltar para casa.
Natsuko e Adam começaram em conversas as quais não tinham fins românticos, na verdade a loira ajudou o francês a compreender o motivo que levou a filha a esconder a digimon, e stalkeando o perfil da loira, vendo as fotos, as selfies da mulher, Adam se apaixonou e quis convencê-la e esse primeiro encontro estava sendo melhor que ele esperava.
A muito tempo ambos não saiam, não se divertiam, em comum o fato de ambos viverem os últimos anos pelos filhos, agora resolveram dar outra chance para um sentimento adormecido, as crianças estavam crescidas.
O café da manhã foi calmo e romântico naquela manhã de sábado, quando Natsuko pensou que acabou, teve uma surpresa inacreditável.
Ao receber os pratos a sobremesa trazia um pedido escrito com a calda, “quer casar comigo”.
O silêncio fez Adam pensar que se precipitou, mas Natsuko estava realmente sem reação, foi espontâneo, e romântico, tudo o que a loira pôde fazer foi sair do transe e beijar Adam.
Os hóspedes aplaudem o noivado.
— Pardon petit, eu sei que foi rápido, mas não temos nada que nos impeça, eu me apaixonei por ti a primeira vista. Declara Adam.
— Adam-Kun, eu te amo! Mas podemos levar um tempo para nos casar, são muitos detalhes, podemos levar isso como um início de namoro para conhecermos um ao outro melhor. Respondeu Natsuko.
— Seremos eternos namorados, eu quero o nosso dia perfeito, nosso casamento, tenho certeza que pelo que me contou nossos filhos se adaptarão muito bem.
— O Takeru e o Yamato precisam de um tempo, ambos já se veem pouco, e os amigos precisam se despedir, são muitas mudanças de repente, vamos com mais calma para não…
— Madumazele, te dou o tempo que precisar, mas me permita? Pede o loiro.
Natsuko estende sua mão e tem uma aliança prateada com brilhantes colocada no dedo.
— Agora é oficial nós somos noivos, madumazele. Declara Adam.
Naquela manhã no apartamento da família Takaishi
Yamato havia dormido no apartamento da mãe, ele levantou antes de Takeru e após o banho, foi ao quarto da mãe o qual estava vazio, tentou afastar o ciúmes, mas mandou uma mensagem para a mãe perguntando se esqueceu o endereço.
Mesmo com o aparente ciúmes Yamato lembrou das palavras do irmão “Se ela está feliz eu não tenho nada contra”, por um momento parecia que os irmãos Ishida e Takaishi tinham invertido seus papeis.
O loiro fez o café e os únicos que se levantam para comer foram os digimons, Patamon olhou ao redor sentindo falta da mãe do parceiro.
— Ué, cadê a Natsuko-San? Questionou o anjinho.
— Casou e se mudou! Respondeu ríspido o mais velho.
— Mas nem nos convidou. Patamon não entendeu o sarcasmo.
— Come logo oh Patamon, de boca cheia você não fala baboseiras, e cadê o Takeru?
— Ta dormindo! Respondeu com a boca cheia.
— Ainda? vou lá tirar o belo adormecido do soninho. Yamato toma o suco e vai ao quarto do irmão, quando finalmente consegue despertar o caçula o jovem chama pela mãe.
— Onde está a mamãe? Perguntou Takeru se servindo.
— Casou e se mudou! Respondeu Patamon.
Takeru se engasga.
— Que piada de mal gosto Patamon-Kun! Repreendeu o mais novo.
— Não foi piada, o Yamato que disse. Acusa o anjinho.
— Onni-San já te pedi cuidado com o que fala, e que piada sem graça. Repreendeu Takeru.
— Ela dormiu fora, nunca vi nenhum dos nossos pais dormirem fora de casa. Reclama o mais velho.
— Ta com ciúmes Yamato-Kun? Perguntou Gabumon, se manifestando em meio a discussão.
— N-não, só que eu estranhei, foi a um jantar e sumiu. Rebateu a acusação.
— Onii-San, a mamãe já é adulta não precisa se preocupar. Takeru tenta acalmar o irmão.
O mais velho viu que a mensagem não foi visualizada e tenta ligar para o pai, nesse momento o telefone quase cai da mão do loiro pois uma mulher atendeu o celular de seu pai, era o que faltava seus pais em encontros com outras pessoas.
— Pra completar o dia porque não chove! Dramatizou Yamato se jogando bruscamente na cadeira.
— Quanto rancor, o que foi? Perguntou Takeru.
— Uma mulher atendeu o celular do papai e ele ainda está dormindo, o que há com nossos pais? Perguntou Yamato.
— Puxa até o papai! Takeru suspira. — Eles viraram a página, e um não pertence mais ao núcleo do outro e agora oniisan? Pergunta Takeru.
— Ainda bem que eu não moro mais com ele, não ia gostar de me deparar todos os dias com nossa madrasta. Respondeu Yamato.
— Você julga sem saber, mas não sei como vai ser, o que vai acontecer? Se questionou Takeru.
— Só sei que se rolar casamento eu to fora! Respondeu o mais velho.
— Vai me deixar nessa sozinho? Perguntou Takeru.
— É só não ir também! Respondeu como se fosse a melhor solução.
— Oniisan, anda se senta e toma café, tanto nervoso pode ser fome. Takeru serve o irmão. — A mamãe só ta namorando, não vai chegar de data marcada com aliança no dedo e vestido comprado, o mesmo serve para o papai e bom nesse caso ele está sozinho Yamato, eu agora estou curioso queria conhecê-la.
— Você enxerga conto de fadas em tudo, é um romântico doente, parece até o vovô Michael. Reclama o mais velho.
— Não se trata disso tsundere, ora vamos, nossas vidas não vão mudar, nossos pais só estão vivendo. Respondeu o caçula .
Notas finais
"NOSSAS VIDAS NÃO VÃO MUDAR"
SERÁ MESMO?
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