Notas iniciais
Olá pessoas lindas, tudo bem!? Aqui é a Kah, desculpem a demora para a postagem do capítulo...Para recompensa-las e agradecer as 232 leitoras fic, aí vai um capítulo bem grandão... Esperamos que gostem... Boa leitura...

Capítulo 16

Edward

Eu estava puto, com raiva e tesão reprimido; Puto porque Bella parecia arrependida de ter me deixado tocar nela; Com raiva por Jasper aparecer no melhor momento, desde pequeno esse fedelho era um empata foda; E com tesão reprimido da porra, minhas bolas estavam começando a ficar doloridas, meu pau pulsava firmemente reivindicando o direito de estar dento de Isabella, ele não parecia entender que havíamos sido deixado na mão. Exatamente assim. Tive que ir até o meu quarto e me masturbar para aliviar a minha situação. Jasper iria pagar por isso. Eu não tinha problema em me masturbar. Todo homem faz isso. Meu problema era que mesmo transando frequentemente eu sempre acabava me masturbando pensando nela... Em Bella.

Quando entrei no quarto dela minha única intensão era conversar. Precisava saber o que havia entre ela e Seth. Isso estava me causando uma irritação enorme. Quando Alice falara que ela queria camisinha pra ela e Seth... Minha vontade foi de dar uns tapas naquela bunda durinha dela e fode-la até ela entender que homem nenhum irá oferecer a ela o prazer que eu podia dar. Só de imaginar ela gemendo para outro homem, estando rendida e entregue... Deus, eu nem sei o que era capaz de fazer.

Renée havia me convencido a nunca mais encostar em Isabella, em nosso último e desastroso encontro. A mulher quase me trucidou. Havia me culpado pela briga de Bella e Alice. Achava que eu era culpado tive de convencê-la que não tinha nada a ver com aquilo. Se Alice soubesse de algo a confusão seria iminente. Levei horas para faze-la entender que elas deveriam ter brigado por outra coisa, e, a cada instante, Renée me lembrava de me manter distante de sua filha. Eu havia jurado a ela que nunca mais iria tocar em Bella. Estava convencido disso também. Tinha posto na mesa todos os argumentos necessários para me convencer da péssima ideia que era ter algo com aquela menina. Eu estava ciente da minha decisão. Nós não teríamos mais nada, mas toda minha convicção foi embora quando ela saiu daquele banheiro só de toalha. Deus, eu nunca imaginei que ela iria sair assim. Ela estava linda com os cabelos molhados e a pele cheia de gotículas de água. Minha vontade de joga-la na cama e sugar cada gotinha que escorria por seu corpo. Meu amigo na mesma hora deu sinal de vida. Eu havia ficado duro, muito duro, minhas bolas doíam de tesão. Aquela merda de tolha era um inferno para mim, queria ver o corpo dela de novo. Aquele corpo pequeno e macio, com as curvas bem demarcadas. Tirei-a de uma única vez e Bella deu um gritinho. Nem sei como não a peguei no mesmo instante. Tive a paciência de admirar seu corpo antes e foi ali que vi. Uma tatuagem. Bella não tinha isso da última vez. Eu lembrava muito bem do seu corpo para saber que era novo. Carpe Diem. Tive que rir. Era a mesma frase da minha. Cheguei a pensar que ela havia feito porque eu também tinha uma. Mas quando seus olhos encontraram a minha tatoo eu pude perceber a surpresa. Ela não havia reparado. Com toda certeza aquela noite a única coisa que ela tinha feito era sentir o prazer que eu lhe dei. Ela tocou minha tatoo e eu senti ondas de choques passagem por meu corpo. Estava cego de desejo só queria estar dentro dela novamente. Só mais uma vez para saciar meu desejo irracional. Nem precisei conduzi-la. Bella me empurrou para cama e montou em cima de mim. Um beijo urgente foi me dado. Ela estava faminta. Podia sentir. Faminta por mim, pelo meu toque. Logo minhas mãos estavam em seu bumbum, eu os apertei tanto. Sem delicadeza nenhuma. Ficaria a marca com toda certeza. Precisava mais dela. Logo eu estava tocando seu seio e o gemido que saiu de sua boca era a melodia mais linda que podia ouvir. Virei-a deixando-a em baixo e mim e chupei seus seios... E então Jasper, meu sobrinho empata foda, teve que aparecer.

Precisei de um tempo para me acalmar e pôr as coisas em ordem. Necessitava me manter distante de Isabella se quisesse minha paz de espirito e minha mente no lugar. Aquela menina era uma bruxinha. Bastava estar perto dela que não raciocinava direito, só pensava em beija-la e saborear seu corpo. Inferno, aqui estou eu de novo duro. PUTA QUE PARIU. Eu sabia o que era isso. Eu estava louco de tesão por ela e meu pênis só iria calmar quando tivesse dentro de Bella. Eu estava ferrado, na merda. Meu telefone tocou.

— Fala Carl – estava meio impaciente.

— O teste ficou pronto tá aqui na minha mão – disse.

— O que está esperando para me trazer vagabundo? – sorri.

— Um convite para almoçar – ele ria do outro da linha.

— Deixe de viadagem – gargalhava – Venha logo, Esme já está com a comida na mesa

— Em 10 minutos estou aí, chefinho – ele desligou.

Carl era um bastardo. Ria comigo mesmo. Éramos sócios, mas ele me tratava como se fosse superior. O homem era uma besta. Meu melhor amigo. O cara sabia de todas as minhas merdas e as vezes a encobria. Eu o considerava um irmão.

Troquei de roupa. Coloquei uma bermuda escura e uma blusa azul e fui em direção a sala. Antes de chegar já escutava o barulho. Todos deveriam estar alí.

— Hey, mano – Emmett me cumprimentou – Bom ver você fora dos ternos – Isabella me olhou e sua boca estava entreaberta me encarando. Ela balançou a cabeça levemente e voltou a olhar para rose.

— É fim de semana, estou de folga – disse me jogando no sofá da sala ao lado de Alice.

— Há boatos de que vamos jogar boliche esse fim de semana – era Jasper. Eu ainda queria mata-lo.

— Eu estou dentro – Alice me abraçava – Vamos pai? – seus olhinhos brilhavam para mim.

— Tudo que você quiser princesa – ela batia palminhas empolgada. Alice aprendeu a fazer isso aos 3 anos e nunca mais parou, sorri lembrando.

— Eu vou acabar com vocês – Rose sempre competitiva.

— Vocês esqueceram que o mestre vai estar jogando – eu gargalhei quando Carlisle falou.

— Você se refere a mim, certo Carlisle? – Esme falava risonha.

— Claro que não. Ele quis falar do irmãozinho dele – Emmett.

— Essa não – Isabella disse alto e sua voz era carregada de desespero. Todos na sala começaram a rir e eu fiquei sem entender.

— Relaxe Bellinha – Jasper apertava suas bochechas — Deixamos você no time de Edward.

— Ei, desde quando já formamos os times? – Rose estava indignada – Pensei que ia ser sorteio.

— Ela está certa – Esme sorria.

— QUE NADA, o mesmo time da última vez. Ou seja – Alice falava – Papai, tia Rose,Jasper e mamãe contra eu, Tio Emmeett, tio Carlisle e tio Carl.

— E a Bella? – Jasper ria.

— Ah, Bellinha é café com leite – Emmett a pegou nos braços e a jogou para cima. Bella gritou de nervoso e eu fiquei tenso.

— Isso é muita humilhação – ela estava com o rosto vermelho.

— A Bella fica conosco – Jasper falara.

— Nem pensar, Bella fica conosco – Alice rebatia.

— Não comecem crianças – Carlisle repreendia.

— Vamos deixar Bella decidir – Esme era sempre um doce e evitava conflitos.

— Eu opto por não sofrer mais nenhuma lesão, ou seja, não jogo – todos explodiram em rios novamente – Parem com isso, ok? Vocês são pessoas ruins – ela fazia um biquinho lindo e até eu ri da forma como ela falara.

— E AÍ, FAMILIA!? – Carl chegava berrando.

— Tio Carl – Alice saiu correndo para abraça-lo – Pensei que não ia mais dar as caras aqui.

— Que isso Princesa – ele a soltou – Seu pai me convidou para Almoçar – ele riu debochado e taquei uma almofada e nele certeira.

— PORRA EDWARD – Carl resmungou.

— Sem palavrões em casa viu? – Esme deu um beijo em sua bochecha – É bom ver você. Agora vá lavar as mãos, o almoço está pronto.

— Sim senhora – ele bateu continência e todos nós rimos.

— Hoje vamos jogar boliche – Alice o contou. O sorriso de Carl aumentou.

— E em que grupo estou baixinha? – ele bagunçava o cabelo dela.

— No mesmo da última vez – ela sorria – No meu é claro.

— Vamos dar uma surra no Edward dessa vez – os dois riam e eu os acompanhei.

— Vamos para a mesa, gente – Esme não precisou falar outra vez. Esfomeados como nossa família era eles quase saíram aos tapas para mesa.

Quando cheguei na mesa tinham poucos lugares disponíveis mas só havia um que eu queria sentar. E graças a Deus ele não estava ocupado. De um lado da mesa estavam, Bella, Jasper, Alice, e Carlisle. Do outro Emmett, Rose, Esme. Sentei-me na frente de Isabella ao lado de Emmett. Ela me olhou, seu rosto atingiu o rubor que tanto gostava e eu sorri. Ela virou o rosto e eu fiquei irritado. Ela iria mesmo fugir de mim?

— Vocês parecem um bando de selvagem – Rose reclamava risonha.

— Falou a esposa do maior selvagem dos Cullen – Jasper levara um tabefe de Alice.

— Não fala assim do tio Em – Bella deu outro tapa na cabeça dele. Jasper estava sentado no meio de Alice e Bella.

— É ISSO AI BELLINHA – Emmett estendeu a mão por sobre a mesa e ela bateu na mão dele.

— Isabella, assim Carlisle fica com Ciúmes – Esme falava contendo o riso.

— Tio Carlisle sabe que eu o amo incondicionalmente, não é tio? – Bella sorria tão puro e doce.

— Mas diga então quem é Seu Cullen favorito? – Jasper a encara. Bella abaixou o rosto e quando levantou seus olhos pararam em mim por alguns instantes depois ela voltou a olhar Jasper.

— Isso é complicado de explicar... – ela estava sem jeito.

— Então existe um? – Rose perguntou.

— Claro que existe sou eu, né amiga? – Alice se espichava toda para ver Bella.

— Oh baixinha, Bella já disse várias vezes que eu sou o Cullen preferido dela – Emmett? Eu a encarei e ela me olhou sem jeito.

— Você disse isso, Bella? – ela levava as mãos ao rosto.

— Hey, Bella, e eu? Como assim o Emmett? – Jasper parecia indignado.

— Até parece que seria você pirralho aposto firme que sou eu – Rose falava confiante.

— Bella é minha segunda filha e vocês sabem que mãe sempre é a favorita – todos começaram a ri.

— Então, não vai falar? – Alice insistia – Todo mundo quer saber

— Alice – ela mexia no cabelo. Ela estava aflita. Sempre que ela mexia no cabelo era sinal que estava tensa.

— Deixe a menina filha – sorri – Não percebe que ela está em uma casa cheia de Cullen prestes a brigar por sua preferência? Ela só está mantendo a paz. Certo Isabella?

— Sim, Senhor Cullen – Pai do céu. Porque ela fazia isso... Meu pênis urrou dentro de minha calça no mesmo instante. Eu fechei as mãos em punhos trinquei o maxilar. Essa menina queria me enlouquecer. Ela pareceu perceber o que fez e sua boca ficou aberta.

— Porque você chama o tio Edward de senhor Cullen? – Jasper está entrando na lista do mais otários da família.

— Humm... Bem – ela franziu o cenho procurando uma explicação e logo depois mordeu a boca. Eu não devia ter sentado na frente dela. Estava arrependido isso iria ser torturante – Não tenho intimidade suficiente para chama-lo de tio – eu tive que rir disso. Como assim não tinha intimidade suficiente? Ela tinha transado comigo.... O que pode ser mais íntimo do que isso?

— Já falei para me chamar de Edward – meu sorriso era debochado. Ela reprimia um sorriso também – E da próxima vez que você me chamar de tio, seu empata foda, eu mando queimar sua moto.

— PUTA MERDA – Emmett ria – Jasper, eu havia esquecido desse seu apelido. — Lembra amor de quando Jasper era criança?

— Nem me fale docinho. Deus, era um tormento – todos nós rimos.

— E aquela vez que Jasper pegou Esme e Edward juntos — Esme caiu na gargalhada.

— Pobre do Carlisle que sempre era incomodado quando levava as namoradas em casa – Jasper ficara extremamente vermelho.

— HEY, HEY – Carlisle falou alto – Parem com isso vocês não podem zoar meu filho assim – ele fez uma pausa – Vocês só foram atrapalhado as algumas vezes e eu meu povo? Era sempre. Só eu posso fazer isso – todos caíram na gargalhada menos Bella. Ela estava seria. Eu a chutei de leve com a perna e ela me olhou. Eu pisquei para ela e um sorriso se formou em seus lábios.

— Grande família, hein!? – Carl tinha parecido – Nem me esperaram.

— Demorou de mais velho – Jasper ria.

— Sente aqui do meu lado Carl – Esme falou docemente.

— Xiiiiiiiiii, sinto Carlisle com ciúmes em 3, 2, 1 FOI – Jasper era um perturbado.

— Bella, lembra aquela vez que fomos para praia verão passado e Tio Carlisle queria cobrir a mamãe de qualquer jeito– Alice morria de ri.

— OMG, era verdade. Ele ficava andando atrás dela com uma canga – Bella levou as mãos a barriga e continuava rindo.

— E aquela outra vez que fomos a cachoeira? Tinham vários homens lá e Carlisle fez questão de pagar propina para guardinha pra nenhum homem passar. – Isabella parecia conviver muito com minha família. Como eu nunca soube disso???

— Eitah homem, não sabia que corria perigo – Carl falou sentando ao lado de Esme.

— Foi naquele rio que Jasper beijou Bella – na mesmo hora Alice, Bella e Jasper coraram. Jasper??? Até Jasper?

— Eu jurava que vocês iam namorar – Esme dizia sonhadora. Eu mordi o interior da minha boca para me manter estável.

— Vocês realmente combinam – Rose ajeitava os cabelos olhando o espelho.

— Jasper e Bella? – perguntei. Que merda era aquela? Agora eu teria que competir com Jasper também? Mas que merda eu estava falando... Eu não era um concorrente na fila para ter Bella. NÃO MESMO.

— Não foi assim – ela falou rápido.

— Exato –Jasper disse em seguida.

— Fiquei com coração partido quando descobri que você estava namorando Seth, perdi minha nora – Carlisle tinha um tom de voz triste. Namorando era uma porra. Ela não estava namorando com ele. Não pelo que eu sabia. Não era o que pessoal da firma tinha me informado.

— OMG, NÃO, eu não namoro com Seth – Bella estava ficando extremamente vermelha e eu extremamente desconfortável com a conversa.

— Não? – Esme, Carl, Emmett, Rose e Carlisle perguntaram juntos.

— Não, não... A gente só... só – ela buscava as palavras. Eu queria saber o que ele era para ela.

— Eles só se pegam é isso – Alice falara.

— ALICE – Bella parecia irritada – Pelo amor de Deus você tem que parar com isso. Eu tenho boca pra responder as perguntas.

— Ah Bella, todo mundo viu você no maior amasso com ele no meu aniversário, não é nenhum segredo – minha filha ria. Aquela conversa estava me irritando. Fazendo-me lembrar de como Seth a tinha em seus braços. Trinquei o maxilar irritado

— Porque você não namora com ele, Bella? – Esme perguntou.

— É complicado tia – ela mordia os lábios constantemente e eu queria poder fazer isso no lugar dela. Eu ficava numa briga interna entre deseja-la e sentir raiva por suas respostas evasivas. Como assim era complicado? Complicado era o que havia entre nós.... Nós tínhamos algo... Eu acho pelo menos – Eu e Seth... Bom, a gente é melhor do jeito que é.

— Tipo um PA? – Rosalie parecia intrigada.

— O MEU DEUS – Bella apoiou a cabeça na mesa.

— O que é isso? – Esme perguntara.

— UM PA BELLA? JÁ TÁ ASSIM? – Jasper gargalhava. Bella realmente estava fazendo sexo casual com Seth? Ajeitei-me na cadeira procurando conter minha raiva que estava a ponto de explodir. Precisei contar até 20 e lembrar que minha família inteira estava na mesa.

— Não gostei dessa conversa – Carlisle parecia um pai nervoso. Se ele estava nervoso imagine eu? Eu queria arrancar ela dali e fazer ela me explicar essa merda toda. Isso era por causa da tatuagem??? Ela levou ao pé da letra a expressão de aproveitar??

— Eu também não – Murmurei. Bella me olhou. Seus carregavam um brilho diferente. Como se tentasse me pedir desculpas pela situação.

— Que Diabos é um PA? – Esme espera a resposta.

— Tia Rose, a senhora me paga – Bella dizia voltando a abaixar a cabeça sobre a mesa.

— É assim Esme – Rosalie deu uma pausa – Ela tem o Seth mas eles são apenas amigos. Transam quando estão afim mais e pronto. Ele é o Pênis Amigo dela.

— AI MEU DEUS – Bella levantava a cabeça e olhava para mim. Ela não tirava os olhos de mim. Nesse momento eu podia apostar que minha expressão não era nem um pouco amigável. – CERTOS ASSUNTOS NÃO SÃO TRADOS NA MESA DO ALMOÇO TIA ROSALIE.

— Menina esperta – Carl soltou um riso baixo e todos olhamos para ele – Que foi gente?

— Eu preciso ir ao banheiro – Isabella disse saindo da mesa. Eu queria ir atas dela.

— Vocês não acham que pegaram pesado demais? — Jasper falava pela primeira vez uma coisa que preste.

— Que... daqui a pouco ela volta bem. Vai dizer que eu não perguntei tudo o que vocês queriam saber? Todo mundo estava curioso. – Rose ria.

— Alice você tem essas coisas? – Esme olhava-a sério – Não que julgue Bella por ter ou algo assim. Mas você precisa avisar sua mãe sobre ter.... Ter um PA.

— Cruzes mãe sai com essas perguntas de perto de mim. Nem vem – Ela ria.

— Como assim, Alice Cullen? – Era só o que me faltava. Minha filhinha. Minha princesa, meu bebê.... Eu não iria aguentar isso não – Se eu sonhar que algum cara encostou em você, Alice – fechei os olhos e respirei fundo – Você é nova demais para essas coisas, minha filha. Eu sou capaz de jogar o indivíduo no mar....

— Deixe de Ciúmes besta, Edward – Esme me interrompia – Alice pode namorar quem ela quiser.

— Você está namorando minha filha? — quando foi que Alice começou a se interessar por garotos e eu não percebi – Quem é Alice? O que ele faz? Onde estuda? Quantos anos ele tem? Eu o conheço? Qual o sobrenome Alice?

— BELLAAAAAAAAAAAAAAAAA – Alice berrava – BELLAAAAAA VOLTA AQUI AMIGAAAAAAAAAAA! SOCORRO.

— O que foi, Ali? – Bella estava ofegante parecia ter corrido até a sala.

— Sente aqui, por favor – Alice piscava os olhinhos para Bella.

Assim que Bella sentou as empregadas começavam a servir o almoço.

— Então Bella, como começou essa coisa entre você e Seth? – Carlisle parecia um pai querendo reposta. Bella fechou os olhos e respirou profundamente. Quando abri-os novamente eu podia ver ali um sarcasmo eminente. Não iria prestar.

— Da mesma forma que você e tia Esme – Esme que bebia agua tossiu e teve que ser ajudada por Carl.

— COMO? – Emmett já começava a rir.

— PAI O SENHOR PEGOU A TIA ESME!? – Jasper falara chocado. Esme estava que nem um pimentão e Carlisle parecia com dificuldade de continuar a se servir.

— Nem fala nada Jasper porque já peguei você com a professora de yoga da tia Rose — eu a olhava admirado, ela sabia como jogar com essa família.

— JASPER – Rose gritou – EU NÃO ACREDITO NISSO.

— E é melhor a senhora não falar nada tia Rose porque eu bem sei o que você e tio Emmett fazem nas quintas a noite – Rose calou-se na hora e Emmett parou de rir. Mais que diabos era que eles faziam? Porra eu queria saber.

— Ainda bem que eu não tenho o rabo preso com a Bella – Carl ria.

— Tem certeza? – Ela levantou uma das sobrancelhas para ele. Isso a deixava extremamente sexy. Carl parou de ri na mesma hora. Deus Isabella era excepcional. Ela exatamente o tipo de mulher que eu gostava... Mulher... Ela era uma menina.... Sim ela era mais meu pau não entendia isso, porque ele ainda estava duro pra cassete.

O resto do almoço correu tranquilo sem mais constrangimentos. Bella e eu sempre nos olhávamos. Nossos olhos pareciam magnetizados a se encontrar. E algumas vezes ela realmente me encarava, e quando eu a olhava de volta ela desviava. Ficamos nessa brincadeira o almoço todo. Algumas vezes ela sorria para mim, algumas vezes eu piscava para ela. Outras vezes ela mordia o lábio para mim ou passava a língua no lábio superior. Eu não relaxei em momento algum. Passei o almoço inteiro duro. Uma coisa que me surpreendeu era como Bella estava presente na minha família. No meio de todas as viagens que eles lembravam e comentavam e riam Bella sempre estava no meio. Nos passeios em família a casa no campo. Nas surpresas para aniversários. Em praticamente tudo, Bella era citada. Ela tinha um quarto na casa de Carlisle e de Emmett. Pude perceber que Carlisle a tinha como uma filha e Emmett a irmãzinha que ele sempre quis e nunca teve. Esme já a tinha como sua menininha e Rose a tratava como uma filha. Jasper agia como se ele e fossem irmãos e Bella e Alice.... Elas eram inseparáveis. Eu senti um incomodo. Para todos eles Bella significava algo... Mas para mim ela não podia ser. Ela não podia ser o que eu queria. O destino não permitiria. Para ela todos tinham uma importância. E eu? O que eu significava para ela? Eu não fazia ideia. Só sabia que isso me incomodava também. Todos falam com ela com tanta intimidade que ela parecia mais da família do que eu. Eu me sentia descolocado, um penetra em um almoço dentro da minha própria casa. Eu nunca sabia sobre os assuntos falados, eu nunca estive nas viagens lembradas, eu nunca estive nas festas de aniversário... Sentado ali calado só escutando eu me sentia distante de mais da minha família. Mas a pesar de tudo isso tinha ela... Bella... Ela era encantara. O jeito como ela falava com a minha família, a forma como ela lidava com eles. O sorriso que ela sempre estampava em seu rosto, as brincadeiras e piadas que ela fazia... Eu passei o almoço todo a observando. Fui seu mero espectador.

— Então está decidido – Alice dizia feliz – Eu e Jasper vamos na frente para conseguir lugar pra todos no boliche.

— Falando nisso, Esme obrigada pelo almoço, mas eu e Emmett temos que ir – Carlisle disse se levantando – Temos coisas na empresa para resolver se quisermos chegar a tempo no boliche.

— Esme terei que esperar Carlisle e Emmett terminam na empresa você não aceita me fazer companhia? Podemos ir ao Shopping ou algo assim... – Propôs Rosalie.

— Ótima Ideia Rose, assim posso terminar de comprar as coisas que faltam para o escritório do Edward – as vezes eu esquecia de como Esme era linda sorrindo. Parecia tanto com Alice.

— Esme você não redecorou no início do ano? – Rose perguntou.

— Sim, mas Edward fez o favor de destruir tudo em um de seus ataques de raiva – Nessa hora Bella começou a tossir. Jasper tentava ajuda-la mas ela parecia engasgada. Quando finalmente ela voltou ao normal seu rosto encontrou o meu e suas bochechas estavam inteiramente vermelhas. Sorri. Ela estava com vergonha, mal ela sabia que depois que saiu de meu escritório eu o tinha destruído por completo. Mais eu não iria contar. Deixaria ela pensar que era culpada. Sua vermelhidão era algo lindo de observar.

— Desculpe Esme – ela sorriu para mim.

— Não tem problema, Eu aproveitei e redecorei boa parte da casa — ela falou risonha.

— Então vamos logo senhoras que Eu e Carlisle não podemos nós atrasar – Emmett ajudava Rose a sair da mesa.

— Certo vou só pegar minha bolsa – esme saiu em direção ao seu quarto.

— Vocês não estão esquecendo de ninguém não? – disse olhando para todos – Vocês fizeram seus planos e não vi Isabella ser mencionada em momento nenhum.

— OMG – Alice deu um gritinho – Desculpa amiga, podemos ir de carro se você quiser.

— Que isso Ali, vão só você e Jasper eu tenho algumas aulas para terminar de programar. Estou cheia com os novos alunos da monitoria.

— Tem certeza? – Alice parecia em dúvida.

— Claro que ela tem. Não é, Bella? Se ela está dizendo que não tem problema em ficar, é porque não tem – Alice lançou um Olhar gélido para Jasper.

— Ali, Jasper tem razão. Além do mais marcamos o boliche as 17 não foi? Se eu terminar antes eu ligo pra você e Jasper me busca, certo? – ela sorria.

— Ok – Alice pareceu convencida – Mas qualquer coisa me liga. Vamos Jazz – Alice pegou a mão de Jasper e ia saindo da sala.

— JUIZO VIU, JASPER – ele olhou para mim assustado – Não quero minha filha sofrendo acidente de moto. Dirija com cuidado – ele pareceu relaxar.

— Claro Tio, pode deixar – dito isso os dois foram embora.

— Bella, não quer ir comigo e Esme? – Rose caminhou até seu lado e brincava com os cabelos de Bella.

— Não tia, eu realmente tenho que preparar umas aulas. Alice me obrigou a vir esse fim de semana. – Rose fez uma carinha triste – Não é isso tia, não é que não queria ir. Mas estou atolada de coisas para resolver. Minhas provas estão ai na porta e você sabe minhas notas não podem cair. Além do mais, as monitorias estão tomando muito tempo. Estou com 6 alunos esse semestre.

— Isso não vai atrapalhar seus estudos? – Rose parecia preocupada.

— É apenas exaustivo tia, mas consigo levar – Bella ria – Juro tia, isso não vai atrapalhar meus estudos.

— Acho bom, ano que vem é seu último ano e você precisa de uma carreira acadêmica exemplar se quiser entrar em Cambridge — Rose deu um beijo na testa de Bella.

— Eu sei tia. Sou bolsista no Eton, esqueceu? Não posso me dar ao luxo de não ter notas perfeitas.

— Bella, eu não quis dizer isso – Rose logo argumentou.

— Eu sei tia – ela sorriu – Só estou tranquilizando a senhora – Eu tinha esquecido esse detalhe. Isabella era bolsista. O que significava mais um problema para acrescentar na nossa equação. Se isso chegasse aos ouvidos da diretora... Era melhor nem pensar no assunto.

— Estou pronta – Esme retornou – Bella? Não foi com os meninos? – esme perguntou a ela.

— Tenho umas coisas do colégio para resolver – respondeu.

— Certo, minha menina estudiosa. Mas não vá perder o boliche para estudar, viu. De um tempo desses livros. Alice nos disse que esses fins de semana que você não veio ficou estudando. Estudar de mais não faz bem, menina – esme a repreendeu e Bella sorriu.

— Prometo que Estarei lá. Agora vão logo antes o Tio Carlisle fure o chão – ela disse.

— Até mais Bellinha – Emmett acenou para ela e todos os demais saíram. Ficamos eu, Bella e Carl na mesa. O silencio reinava. Minutos depois ela se levantou.

— Hum... Eu... – olhei para ela – Eu já vou. – eu nada disse. A ideia de estar sozinho na minha casa com Bella só agora tinha surtido efeito. Era bom ela ir. O mais longe que essa casa proporcionava.

— É impressão minha ou você está tenso? – Carl se levantou

— Vamos ao meu escritório— levantei e andei direto para lá. Entrei e logo sentei em minha cadeira.

— Homem você precisa relaxar – Carl começava – é visível como Isabella afeta seu comportamento.

— Dê-me a porra do exame logo – estava irritado. Ele tirou do bolso do blazer e me entregou.

— Aviso a você que Lance odiou fazer isso. Acho até que ele foi um babaca com Bella – era só o que faltava.

— Lance é um idiota, eu e ele iremos conversar – Arranquei o envelope da sua mão.

— Nervoso? – Carl parecia se divertir.

— Vai tomar no seu cu Carl, Porra – Nervoso era pouco. Eu estava em pânico – As duas últimas vezes que abri um teste desse deu positivo. Eu nem sei o que faço se essa merda também for.

— Calma homem. Isabella parece ter certeza de que não está – ele tentava me calmar.

— Tânia também tinha, lembra? – ele ficou sério – E no final ela estava carregando um filho meu.

— Edward... – Carl parecia triste.

— Eu estou bem Carl. Não se preocupe – afirmei.

— Tem certeza? – o homem teimoso.

— Tenho sim, já fazem 6 anos, Carl. Não é como se fosse desmoronar se tocar nesse assunto – Era uma mentira da porra. Eu estava com o coração em pedaços só de lembrar disso... Juntei toda minha força para não pensar mais no assunto. Abri o envelope e vasculhei rapidamente procurando o resultado. No final, bem no cantinho da página estava escrito NEGATIVO. O peso do mundo parecia ter sido tirado das minhas costas. Eu soltei um longo e grande suspiro.

— Não serei papai de novo – Carl pareceu ter a mesma reação do que eu.

— Ainda bem mano, essa história já é complicada de mais sem um bebê – ele sentou na cadeira.

— Nem me fale – eu não conseguia parar de sorrir. – Mas vamos trabalhar, meu caro. Tenho notícias do primeiro ministro para você.

Dito isso, Carl assumiu sua postura profissional. Eu o informei das novidades do nosso caso. A bola da vez era a ex mulher do primeiro ministro. Ao que tudo indicava ela tinha prova concretas das atividades ilegais do marido e de suas noitadas de orgia. A época de reeleição estava chegando e a mulher já tinha deixado claro que espalharia a merda no ventilador. A princípio não pareceu tão difícil. Carl logo pensou que ou nós a mataríamos ou só iriamos destruir as provas. Acontece que o ministro estava com rabo muito preso. Ele estava tentando burlar o embargo do petróleo árabe. Era evidente que o primeiro ministro não colocaria o a agencia de inteligência britânica nisso. Seria assinar sua própria sentença de morte. Isso era traição a nação. Fora arrumar briga na certa com os EUA. Nós tínhamos que apagar essa negociação do mapa. Teríamos que aniquilar quaisquer vestígios. O que resultou numa operação enorme. Muitas pessoas importantes estavam envolvidas nela. Eu e Carl tentávamos pensar um jeito de abafar o caso sem chamar atenção. Matar todos estava fora de questão seria um erro amador. Tínhamos que escolher as pessoas certas para matar e outra para silenciar tudo isso em menos de três meses.

— Ela é crucial para nossa missão Edward – Carl tentava me convencer a sequestrar a filha de um dos magnatas do petróleo. Eu não estava de acordo com essa ideia. Seria perigoso de mais. Perderíamos muitas pessoas e seria o necessário para eles montarem uma estratégia para nos derrubar. Não podia arriscar tanto. Qualquer erro nessa operação e o senador estaria acabado. O desafio era instigante e os milhões em jogo também. Ficaria extremamente mais rico se tudo desse certo.

Escutamos batidas na porta e mandei entrar. Talvez fosse uma das empregadas querendo algo.

— Isabella? – fiquei de pé na mesma hora.

— Eu.. hum – ela mordeu os lábios – Eu volto outra hora. Vocês estão ocupados – ela já ia saindo.

— Não, espere – falei e ela parou.

— Carl já estava de saída. Já terminamos por hoje – ele me olhou com ódio e balançou a cabeça – Queria mesmo falar com você.

— Certo – ela entrou e fechou a porta.

— Espero vocês na sala – Carl saiu batendo os pés irritado.

— Sente-se Isabella – ela andou timidamente e sentou-se. Olhou ao redor analisando meu escritório – Esme deu uma ajeitada. A mesa é de madeira agora – sorri para ela e seu rosto ficou rubro em segundos.

— Edward eu queria me desculpar sobre isso – disse firme. Me olhando nos olhos. Arquei uma das sobrancelhas para ela – Eu exagerei. Talvez não seja suficiente pedir desculpa pelo meu comportamento, mas mesmo assim eu peço. Eu não soube lidar com a situação. Saber que você dormiu com minha mãe foi demais para mim. No momento nem parei para pensar no seu lado. Eu sei que você não sabia que ela era minha mãe e não podia ter agido ou falado com você da forma que fiz. Não estou dizendo que aceito o que você fez. Eu apenas não posso culpa-lo por um maldoso destino. – Eu continuava sorrindo para ela. Era uma menina extremamente perspicaz – E sobre o que eu disse – ele fez uma pausa – sobre abortar um filho caso estivesse grávida... Eu peço perdão por isso. E quero eu você saiba que já mais faria algo assim. Mesmo que por um milagre eu estivesse grávida de você, e isso fosse ser um problema desastroso, eu nunca, nem por um segundo, cogitaria essa hipótese – Seus olhos continham uma intensiva intimidadora. A verdade em suas palavras eram quase palpável. Isabella poderia nunca saber mais suas palavras haviam me tocado.

— Eu aprecio suas palavras – ela pareceu relaxar – Mas quanto a isso – peguei o exame na gaveta e entreguei para ela – Você não está gravida.

— Eu sei disso – ela sorriu – Eu realmente fiquei irritada por você não acreditar em minhas palavras Edward.

— Não podia correr o risco, Isabella – como iria explicar para era o motivo de ter feito tudo aquilo por um exame.

— Edward – ouvi-la chamar meu nome era encantador – O que minha mãe veio fazer aqui? – lá íamos nós tocar em assuntos delicados.

— Primeiro você vai me prometer que não vai destruir meu escritório de novo — Bella parecia querer que um buraco surgisse no meio do chão e se jogar nele. Eu ria divertido.

— Eu não vou fazer isso novamente Edward – ela cruzou os braços num misto de vergonha e raiva.

— OK – levantei-me e fui sentar na cadeira ao seu lado – Renée queria falar sabe sobre nós.

— Como assim ela sabe sobre nós? Eu não disse nada a ela – ela parecia querer entender o que eu falava.

— Na noite de aniversário de Alice, Renée veio até meu quarto – eu a olhei e ri. Sua expressão de desgosto era nítida – Não para isso Isabella. Renée me ameaçou. Disse que se eu encostasse em você novamente nossa próxima conversa séria em um tribunal comigo sendo acusado de pedofilia – Isabella levou as mãos a boca em choque.

— OMG, ela ligou os fatos... Eu deixei ela perceber que era você – ela parecia horrorizada.

— Sua mãe me pediu para não lhe contar nada sobre nosso envolvimento. Mais eu já havia o feito então não podia fazer nada. Claro que não a disse isso, que você já sabia – não iria ser eu a falar aquilo para Renée.

— Graças aos céus você não fez isso – ela parecia Aliviada.

— Eu prometi a ela que isso não seria um problema. Eu não tornaria a tocar em você. Quando sua mãe apareceu em minha casa. Eu pensei que o pior tinha acontecido. Porém, ela apenas veio me confrontar. Queria saber se eu havia contado algo a Alice. Eu dei minha palavra que não. No entanto ela não acreditou. Tive de convence-la que a briga de vocês deveria ser por outro motivo. Caso Alice soubesse de algo ela já teria vindo falar comigo. Esme havia chegado em casa com Alice e os outros e sua mãe me chamou para jantar, para resolvermos esse assunto longe dali. Eu aceitei. Foi um jantar exaustivo Isabella, não faz ideia de como sua mãe pode ser imprevisível e assustadora – escutei Bella gargalhar.

— Eu tenho sim. Mais minha mãe estava certa. Minha briga com Alice foi por sua causa – eu a encarei – Olhe Edward, não fácil para mim olhar na cara da minha melhor amiga e saber que eu e o pai dela havíamos feito sexo. Alice sabia que algo estava acontecendo, queria saber o que era e eu não podia contar – porque ela não podia contar? O que ela achava que Alice faria? – Eu estava constantemente mentindo para ela. Eu odeio isso. Odeio mentir para pessoas que eu amo. Então passei a evita-la, não deu muito certo. Foi difícil ajeitar as coisas – explicou-me

— Eu sinto muito por isso Isabella, eu nunca quis te trazer problemas com Alice espero que saiba disso – peguei sua mão fazendo carinho.

— Sim, eu sei disso. Mas espero que você entenda como isso é difícil de administrar – Ela era só uma menina e estava no centro das minhas confusões. Eu queria poder fazer algo para ajudar – Edward, é sério nós estamos bem não precisa ficar assim – ela apertou minha mão.

— Eu sei Isabella, mas quero que você saiba que eu lamento ter nós colocado nisso e principalmente o incidente com sua mãe – lhe disse.

— Eu acredito em você – ela sorria – Agora assuma aquela postura “sou o dono do mundo” novamente. Não gosto de ver você assim....– eu ri gostoso do que ela havia falado.

— Você deveria rir mais – ela ficou vermelha ao dizer isto.

— Eu sempre estou rindo quando você está por perto – nossos olhos se encontraram e eu pude ver neles o desejo que ela tinha. O mesmo desejo que o meu. Não resisti e puxei Isabella para mim e lhe dei um beijo. Ela correspondeu meu beijo. Suas mão brincavam com meu cabelo e sua boca sugava minha língua com muita delicadeza. Aos poucos Isabella tornou o beijo mais violento, repleto de luxuria.

— Seja minha – disse em seu ouvido – Seja minha, apenas mais uma vez – seus olhos estavam indecifráveis. Ela levantou-se do meu colo. Eu não queria que ela fosse embora. Não agora.

— Edward – ela passava as mãos no cabelo.

— Diga que não me deseja Isabella? Diga que não sente um desejo incontrolável de estar comigo e eu a deixarei partir. Diga isso olhando nos meus olhos.

— Eu não posso falar isso – ela parecia irritada – Eu não posso negar que o desejo. É irracional Edward. É totalmente errado. – sim ela tinha razão mais eu não queria saber disso agora não agora. Ela estava ali dizendo que me queria nada mais importava. Eu caminhei até ela – Não, fique aí, mantenha suas mãos longe do meu corpo. Nunca faço as coisas corretamente quando você me toca.

— Você está com tesão Isabella, um tesão insaciável. Por isso reage dessa forma quando te toco, e nada, absolutamente nada ira saciar você além de mim. Quanto mais você resistir a isso mais desejo você terá – aproximei-me o suficiente dela e dei um leve beijo em seus lábios. Ela virou e foi em direção a porta. Eu não acreditava que iria ficar na mão novamente. Escutei o estalo da porta trancando.

— Se vamos fazer isso – ela respirou fundo – Vamos fazer direito sem risco de ninguém interromper novamente – eu estava explodindo de felicidade – Quando eu sair por essa porta Edward... Você e eu não teremos mais nada ok? Essa será a última vez.

— Sem objeções – disse e avancei até ela – Sinto muito se for bruto com você, Marie – Bella cravou as unhas em meu braço – Mas não tenho autocontrole suficiente para ser delicado com você. Estou louco de tesão para fode-la – bruto como eu era eu rasguei sua blusa e ouvi Isabella gemer, arranquei seu sutiã e baixei seu short e sua calcinha de uma única vez. Levantei-me e engatei as pernas dela em minha cintura – Irei toma-la em minha mesa. Não faz ideia de como imaginei isso – caminhei com ela até a mesa e deitei. Objetos foram ao chão mais eu nem ligava. Tirei minha roupa com agilidade e peguei uma camisinha na gaveta. Masturbei meu pau na frente de Isabella e ela mordeu os lábios. Eu tinha uma visão maravilhosa. Isabella nua sobre minha mesa completamente entregue... Conseguia sentir o cheiro da sua excitação, eu precisava saboreá-la. Inclinei meu corpo e segurei suas pernas deixando bastante afastadas e lambi sua intimidade. Isabella gemeu alto e eu mordi levemente seu clitóris. Penetrei minha língua em sua entrada indo mais fundo que podia, chupei seus grandes lábios bem devagar e dei mordidinhas. Isabella estava me deixando louco. Eu não iria aguentar muito se ela continuasse com aqueles gemidos iria gozar sem nem ao menos penetra-la. Suguei sua boceta uma última vez e a encarei. Ela tinha os olhos fechados o rosto vermelho a respiração descompassada e apertava os seios. Ela estava deliciosa. Vesti a camisinha e sem aviso nenhum a estoquei. Um urro de prazer escapou de minha garganta. Tive que me manter parado por alguns instantes ou iria gozar ali mesmo. Eu queria aproveitar Isabella ao máximo antes de deixa-la ir. Segurei em suas pernas retirei meu pênis e puxei suas pernas de encontro ao meu pau. Senti meu pênis ir profundo e revirei os olhos de prazer. Repeti o movimento mais duas vezes. Fiquei fascinado ao ver os seios de Bella balançarem. Ela estava com as mãos agarrada a mesa. Levantei suas pernas deixando apoiadas em meu corpo e a penetrei de novo. Sem parar podia ver seu corpo inteiro de balançar a cada estocada que que dava estava no meu limite. Larguei suas pernas e a retirei da mesa. Abaixei parte do seu tronco sobre deixando apenas seu quadril e suas pernas para fora.

— Empina esse rabo para mim, Marie– gruni e ela o fez. Eu estava perdido – Você é perigosamente deliciosa, Marie. – disse dando um tapa em sua bunda ela riu e levantou um pouco a cabeça para me olhar.

— Forte, Edward – ela sorria – Quero que você me pegue forte e me faça gozar – coloquei minhas mãos em sua bunda e a apertei. Ela queria me deixar louco.

— Seu pedido é uma ordem – mordi sua bunda deixando minha marca ali. E meti forte nela. Entrando e saindo, entrando e saindo num ritmo alucinante. Senti as paredes de Bella apertar meu pau. PUTA QUE PARIU EU ESTAVA SENDO ESMAGADO.

— DEUS, ISABELLA – firmei suas pernas no chão e a afastei o máximo que ela conseguia e então como um animal eu me lancei contra ela. Fodendo-a sem parar. Isabella gritava e chamava meu nome repetidas vezes. Ela lançava sua bunda contra meu pau me levando ao limite. Gozei como nunca antes na minha vida. Sai de dentro dela a peguei no colo e fui com ela até o sofá. Sentei com ela em meu colo. Ela manteve os olhos fechados o tempo todo. Sua respiração voltava ao normal aos poucos. E eu fiquei fazendo carinho em seu rosto.

— Abra os olhos pequena – disse dando beijos em volta de seus lábios.

— Edward você rasgou minha blusa como vou sair daqui agora? – ri com seu comentário.

— Vista a minha – mordi seu lábio – Machuquei você? – perguntei preocupado. Ela abriu os olhos.

— Claro que não – suas mãos seguraram meu rosto – Foi maravilhoso.

— Fico feliz em saber disso, mas acho que você ficará muito marcada – ela gargalhou.

— Talvez – disse.

— Isabella – iria dizer a ela que não havia como cumprir o que havia falado. Essa não poderia ser a última vez que eu a tinha. Ela não deixou eu terminar de falar. Ficou de pé e juntou suas roupas. – Isabella – insisti.

— Olhe Edward, eu já vou – dizia se vestindo – Onde está sua blusa? – perguntou

— Acho que atrás da cadeira – ela andou até lá vestiu-a e veio até mim. Me deu um beijo lento, delicado. Diferente de todos que já havíamos trocados.

— Vou subir e tomar um banho, temos que comparecer a um boliche – sorriu para mim, mexeu em meus cabelos e andou até a porta antes de sair ela e me olhou e disse:

— Adeus, Anthony – e se foi. A história parecia se repetir. Lá estava ela indo embora novamente. Fugindo de mim...

Notas finais
E aí, gostaram? Não esqueçam de comentem bastante para nos deixarem felizes e trazemos mais posts bem rapidinho. Lembro a vocês que qualquer erro que por ventura encontrarem na história podem me avisar que vou correndo arrumar. Ahh, se quiserem podem visitar nosso blog http://zkfanfics.blogspot.com.br/ , lá encontrarão todas as fotos da fanfic que postamos nós capítulos e algumas exclusivas vocês só irão encontrar la... Corre e da uma olhadinha no Blog ;D Ps: A partir de agora eu e Zara iremos revezar a postagens dos capítulos. Beijão!