Notas iniciais
Olá pessoas lindas, mais um capítulo chegando.... Gostaríamos de dedicar esse capítulo à todas as 281 leitoras, mas principalmente à Vívi Corrêa, muito obrigada pela linda recomendação, são declarações como a sua que fazem valer a pena todo nosso esforço e trabalho na construção da história. Muito obrigada mesmo! Nos vemos nas notas finais.... Boa leitura...

Capítulo 21

Edward

— Gloria, querida, não tinha uma hora menos inoportuna para aparecer? – joguei a cabeça no sofá.

— Menino Edward, o que você pensa que está fazendo? – sua voz era carregada com espanto e repreensão.

— Sinceramente Gloria, nem eu sei – respondi com sinceridade.

— Meu menino – disse se aproximando de mim – O que está havendo com você? Isabella é apenas uma moça... – sorri com a forma carinhosa que fui chamado. Gloria ainda me tratava da mesma forma quando era uma criança.

— Ah Gloria, já tentei seguir a razão, mas simplesmente não consigo resistir a ela – levantei-me. Gloria me conhecia desde que nasci e, depois que minha mãe faleceu, quando ainda era um menino, assumiu o papel de mãe na minha vida. Gloria sabia de tudo sobre mim. Ela carregava todos meus segredos consigo há muitos anos. Era a única que realmente sabia tudo sobre minha vida.

— Olhe para mim Edward – fiz o que ela pediu – Você não tem mais 16 anos, já é um homem feito. O que pensa que está fazendo com sua vida e a daquela menina? Pense um pouco sobre como isso irá acabar... Não há maneira disso terminar de uma forma normal....

— Eu sei – eu tinha plena consciência disso.

— Edward essa é uma besteira pior ou igual a que fizeste com Esme anos atrás – ela respirou fundo – lembra de como aquilo acabou? Lembra-se de como sua família desgarrou-se? Desta vez será igual meu menino – Gloria fez carinho em meu cabelo, exatamente como quando era criança.

— Eu sei disso, eu sei, sei de todos os riscos mas... – não sabia como explicar à ela.

— Era ela? – eu a encarei – A mulher que Esme encontrou em sua cama hoje pela manhã? – Esme era uma fofoqueira.

— Era sim – ela balançava a cabeça em negação, desacreditada.

— Edward, você nunca trouxe uma mulher pra essa casa... Acho que não faz ideia do problema que está se metendo, Isabella é só uma menina, menor de idade ainda, além de ser muito querida por sua família, isso não vai terminar bem meu pequeno – Gloria dava tapinhas em minha perna – Mas não adiantará nada conversamos sobre isso. És teimoso de mais para ouvir qualquer um que não seja tu mesmo. – sorri – Não sorria, isso não é algo que deva se orgulhar, menino cabeça dura – deu-me um leve tapa em minha nuca, resmunguei – Já que irá se comportar como um adolescente novamente, talvez deva tratar-te como tal – não conseguir conter o riso.

— Eu sei onde estou me metendo Gloria — disse serio

— Eu queria acreditar nisso Edward, mas nós dois sabemos que isso não é verdade – colocou-se de pé – Estas enfiando os pés pelas mãos, menino. Estas trilhando um caminho perigoso.

— Isabella não fugiu de mim Gloria, não é como se eu a tivesse forçado. Para piorar a situação eu a conheci antes de saber que ela tinha qualquer relação com minha família. Fui pego de surpresa quando descobrir, mas depois, depois ela também me quis – avisei-a

— Francamente Edward, é claro que uma moça como ela não resistiria a sua desenvoltura e galanteios – mordi a boca para um sorriso. Gloria odiava que eu sorrisse quando me passava um sermão

— De que lado você está? Pensei que ficaria do meu lado – disse um pouco surpreso por Gloria estar tão séria.

— Ora Edward, é claro que não, não estarei ao seu lado dessa vez. Porém você é grandinho o suficiente para decidir sua vida. Fique tranquilo que não comentarei nada com ninguém, mas não seja burro, Edward – olhei-a – Agarrar-se com a menina na sala, onde todos possam ver? Francamente já foste melhor nisso.

— Tem razão — sorri e beijei sua testa.

— Onde vai? – perguntou enquanto caminhava para a escada

— Ver minha pequena Diaba – pisquei para ela que possuía uma cara de desaprovação ao meu comportamento.

— Menino tolo – a ouvi dizer.

Subi as escadas rapidamente. Isabella deveria estar em um ataque de pânico. Eu precisava acalma-la. Cheguei a porta de seu quarto e estava trancada. Revirei os olhos, ela achava mesmo que me deixaria fora de seu alcance? Rumei para meu quarto e utilizei a porta que conectava nossos quartos. Ao entrar pude observar Isabella jogando roupas e outras coisas em cima da cama.

— O que está fazendo? – perguntei segurando-a pelos braços.

— INDO EMBORA. ARRUMANDO MINHAS MALAS E INDO EMBORA, NÃO QUERO ESTAR NESSA CASA QUANDO ALICE VOLTAR – ela estava em prantos chorando, seus soluços eram autos.

— Não seja boba, você não irá embora – disse firme.

— Você está louco? Faz ideia de como Alice vai reagir ao saber disso? – seu corpo tremia – Edward ela me disse que poderia ficar com qualquer ser desse planeta, qualquer idade, gênero, cor, opção sexual, qualquer um contando que não fosse você – fiquei parado segurando-a e escutando suas palavras – Alice vai querer minha cabeça em uma bandeja, sem falar na sua família.... Perderei todos de uma única vez. Eu não posso ficar aqui, eu não posso ver o olhar de decepção em seus rostos quando descobrirem – ela sentou-se na cama, chorando.

— Isabella, ninguém irá descobrir nada – ela soltou um riso histérico – Olhe para mim – pedi e ela o fez – Eu nunca faria nada que prejudicasse você – limpei suas lágrimas – Porque não consegue acreditar nisso?

— Mas Edward, Gloria... ela... ela nos pegou juntos – eu não tinha palavras para descrever o quanto eu odiava vê-la chorar.

— Admito que foi imprudente de minha parte coloca-la em perigo desse jeito, beijando-a na sala, onde muitos poderiam aparecer. Por sorte foi Gloria – ela piscava seus olhinhos marejados para mim.

— Mas... – calei-a com meu dedo.

— Gloria não irá falar nada – tentei transmitir em minha voz segurança a ela.

— Você ameaçou a pobre coitada como fez comigo? – Bella soltou-se de mim – Eu não posso acreditar que fez isso Edward

— Santo Deus, não Isabella, eu não fiz isso – ela me olhava desconfiada, bufei irritado

— Você fez isso comigo uma vez – estreitou seus olhos me encarando – Gloria não tem nada a ver com o que temos, deixe-a em paz Edward. Ela é uma pessoa incrível...

— Era só o que me faltava – joguei as mãos para o alto – Nunca faria algo assim, eu a tenho como minha mãe Isabella – estava irritado. Por que ela sempre tinha que agir dessa forma comigo?

— Mãe? – eu vi surgir em seus olhos um brilho de curiosidade. Como resistir a essa Diaba? Sorri.

— Sim, quando minha mãe faleceu eu era muito novo, apenas 6 anos e foi Gloria quem cuidou de mim e me criou. Jamais faria algo assim com ela, nem precisei pedir para ela manter mais esse segredo consigo, ela mesma disse que não irá comentar nada com ninguém – me aproximei de Bella e peguei suas mãos. – Não é a primeira vez que Gloria guarda um segredo meu, ela é a única pessoa que realmente sabe tudo sobre mim, e eu até acho bom ela ter descoberto assim não preciso mentir para ela. Detesto mentir para gloria. Quase nunca o faço. – isso era a mais pura verdade. Eu até estava evitando conversar com ela pois sabia que acabaria mentindo.

— Ah claro, mas eu tenho que mentir para Alice – eu juro que ficaria louco com as mudanças de humor de Isabella.

— É totalmente diferente, Gloria não irá fazer absolutamente nada, não posso dizer o mesmo de minha filha – essa sim sabia fazer um barraco. Sabe Deus de quem ela havia puxado esse gene.

— A única diferença aqui é que você não é forçado a mentir para todos que ama – disse e voltou a colocar roupas dentro da mala.

— O que está fazendo? – puxei-a para mim.

— Para com isso ok? Isso nunca vai dar certo Edward. Não vamos conseguir esconder isso para sempre de todos.

— Não precisa ser pra sempre... Só enquanto for bom – cheirei seu pescoço.

— Porque não me deixa ir? Porque não torna as coisas mais fáceis para nos dois? – ela mantinha os olhos fechados.

— Porque eu a quero – respondi – Eu a quero muito.

— Será que você não percebe a gravidade da situação? – porque ela tinha que ser assim.... Tão difícil

— Isabella eu sei bem onde estou me metendo – me afastei dela.

— É tão simples pra você... – lá estava aquele tom sarcástico – Não é você quem vai perder todos que ama quando essa merda estourar – fechei minha mão em punho controlando minha irritação – Eles são sua família Edward, no fundo, lá no fundo eu sei que, por mais que eles me amem, o sangue vai falar mais alto e eu acabarei como a vadia desalmada que dormiu com o pai da melhor amiga.

— Não fale besteira Isabella, eles nunca pensariam isso de você – ela riu irônica – Odeio quando age dessa forma. Fica impossível de conversar com você assim.

— Me desculpe se meu jeito te incomoda – fechei os olhos e respirei fundo

— Porque você tem que agir dessa maneira? – perguntei – Já disse que está tudo bem. Ninguém irá saber de nada. Qual é o problema agora?

— Você – ela disse – Você é o problema, porque isso nunca vai dar certo, só irá me traz dor e problemas – aquilo havia doido.

— Então é assim? Eu sou apenas um problema pra você? – minha garganta estava seca.

— Edward – ela disse.

— Não, não precisa falar mais nada Isabella, nós terminamos por aqui – respirava com dificuldade assim como Bella.

— Edward, eu – ela não terminou.

— Você nada, Isabella, eu deveria ter percebido desde o início que isso não iria a lugar algum – eu precisava deixa-la certo? Tinha que sair do quarto e ir embora... Então por que parecia tão difícil!? Juntei toda força que existia no meu ser e me distanciei dela andando em direção ao meu quarto.

— Edward para – Isabella gritou antes deu chegar a porta. Eu permaneci parado com a mão na maçaneta, respirando profundamente. Eu precisava ir e deixar ela ali, estava claro que um “nós” éramos uma péssima ideia. Não conseguíamos ficar muito tempo sem discutir... Eu estava insano quando pensei que poderíamos levar isso adiante.

— Você tem toda razão quando diz que isso só lhe trará problemas, e como eu disse, nunca faria nada que prejudicasse você – eu pude escutar o choro de Isabella ficando cada vez mais alto. Controlar o impulso de ir até ela e conforta-la era sobre humano.

— Não vá – suas palavras foram tão baixas que não sabia se ela as tinha dito realmente ou se estava imaginado coisa.

— Eu preciso ir, Bella, para o nosso próprio bem – abri a porta e estava decidido a ir embora.

— Não vá Senhor Cullen, por favor, fique – meu pau na mesma hora deu sinal de vida. Como eu conseguia ser tão pervertido? – Por favor Senhor Cullen – seu tom de voz era alucinante, eu virei para olha-la e a menina mordia os lábios e usava apenas sua calcinha – Fique senhor Cullen, fique e faça comigo tudo o que me disse ainda pouco.

— Isso nunca vai dar certo – fechei os olhos – Mas porque você tem que ser tão... – quando abri meus olhos eu tinha certeza que eles estavam tomados de desejo por ela – Diaba... — tomei-a com força, invadindo sua boca com a minha, joguei as coisas que estavam em sua cama no chão de uma única vez. Em um movimento rápido Isabella estava na cama com meu corpo sobre o seu, tirei as roupas com uma velocidade espantosa, praticamente arrancando-as de meu corpo, ajeitei meu corpo entre minhas pernas de Isabella, enquanto minha boca estava colada na sua... Se era a intenção dela me enlouquecer.... Tinha conseguido.

O corpo de Isabella estava arrepiado sobre o meu. Seus lábios parecem se encaixar perfeitamente nos meus, nossas línguas se encontravam e acariciavam-se, fora um beijo no começo, mas logo tornou-se mais profundo. Isabella agarra-se ao meu corpo fazendo nossas intimidades se tocarem, gemo chupando seus lábios e os puxando. Passo minhas mãos pela lateral dos meus seios e os acaricio. Seus lábios tinham um gosto doce de mel que me enlouqueciam. Toco em seu mamilo com meu polegar, roçando-o, sentindo-o torna-se mais duro. Desço minha boca por seu pescoço, Bella ofega, e abocanho seu seio. Sinto seu corpo contorcer-se ao meu toque e dou mordidas precisas em seu mamilo escutando seus baixos e doces gemidos. Eu revezo, chupando, mordiscando, beijando meus seios. Seguro os seios de Isabela firmes em minhas mãos enquanto percorro o caminho até sua intimidade com beijos e mordidas. Minha boca está em meu objeto de desejo. Abro as pernas de Bella deixando-a totalmente exposta para mim. Meu dedo acaricia sua virilha e posso ouvi-la chamar meu nome carregado de desejo.

— O que você deseja eu faça pequena? – pergunto a ela sem deixar de acariciar sua intimidade.

— Me chupe Edward – apertei sua perna com força.

— Nada disso, não quero que me chame de Edward, não agora – assoprei bem próximo ao seu clitóris e Isabella soltou um grito de prazer – Ira me chamar como a pouco tempo atrás, ela riu.

— Oh, Senhor Cullen, assim desse jeito – dizia pra mim enquanto minha língua invadia sua boceta. Eu quase gozei ao escutar Bella me chamar dessa forma, segurei seus grandes lábios enquanto empurrava fundo minha língua para dentro dela.

Isabella gemeu, senti todo seu corpo estremecer, tirei minha cabeça do meio de suas pernas e penetrei-a com meu dedo. Movimentei demasiadamente devagar enquanto chupava seu clitóris.

— OH DEUS — disse, quando meu dedo penetrou-a com mais força, ri e continuei a chupa-la. Beijava seu sexo como se fosse sua boca. Minha língua entrando e saindo dela agora, fazendo movimentos circulatórios, lambendo e mordiscando seus lábios vaginais. Dois dedos meu invadiram-na sem piedade enquanto minha boca ficou encarregada de seu clitóris, seu corpo já se contorcia e seus gemidos estavam descontrolados e então Isabella começou a rebolar.... Enlouquecendo-me de uma forma como nunca antes. Eu precisava senti-la rebolando em minha cara. Tirei meus dedos de sua entrada e penetrai com a língua sentindo ela rebolar e esfregar sua boceta em minha boca... Estava alucinado, tomado de desejo.

— Ahhhh Edward —gemeu, senti seu corpo todo estremecer, seus membros ficarem moles e meu pênis latejar enquanto ela explodia em um delicioso orgasmo em minha boca. O barulho de sucção que eu fazia lambendo-a era delicioso. Fiquei ali, sugando-a, lambendo-a até não restar absolutamente nada de seu gozo. Lambi meus lábios, afastando-me de sua intimidade. Beijei sua boca lentamente, fazendo-a provar de seu gozo ao me beijar. Isabella tinha gosto primordial e sublime. Algo único, como nunca havia provado antes.

— Gosta? – perguntei a ela enquanto cheirava seu pescoço.

— Sim – disse cravando as unhas em minha costa – Tem um sabor diferente – sorri e mordisquei sua orelha.

— Posso fazer com você o que disse Marie? Posso enfiar-me em sua bocetinha até que meu pau arrombando sua gloriosa fenda? Você me permite fazer isso? – perguntei em seu ouvido.

— Ahhh Edward – Bella gemia para mim – Faça isso, faça tudo que quiser Senhor Cullen – era uma Diaba mesmo. Uma Diaba que me levava a loucura.

Tornei a beijar seus lábios de uma maneira selvagem. Senti meu membro duro. Peguei-o nas mãos masturbando-o devagar e me posicionei sobre a intimidade de Isabella, movimentei-me para frente e para trás, deslizando meu pau por sua boceta molhada, mas sem penetra-la. Intensifiquei o ritmo de minha tortura. Segurei meu pênis e esfregue-o de cima a baixo em sua entrada, contornado sua intimidade. Bella nesse momento só conseguia gemer e pedir por mais. Eu gostava-a de vê-la assim, implorando por mim. Dei batidinhas em com meu pênis em seu clitóris. Bella buscou por ar e continuei a bater com meu pau em seu clitóris agora com mais força e mais rapidamente, eu estava prestes a gozar daquela forma, batia com meu pau em toda sua bocetinha demorando-me na sua entrada. Dei mais duas batidinhas em seu clitóris e gozei abundantemente, melando toda sua boceta. Rosnei feito um animal ao ver Isabella toda lambuzada com minha porra. Eu era uma besta indomável nesse momento.

— Levante suas pernas em forma de V Isabella – o animal dentro de mim estava tomando conta da situação. Ela fez o que pedi. Gemi alto ao olhar Bella tão exposta e obediente a mim. Minhas mãos seguraram cada uma de suas pernas e forcei Isabella a abri-las ao máximo. Gemi só de imaginar a sensação maravilhosa que seria me afundar nela.

— Porra, você é tão apertadinha, uma delícia — disse assim que estoquei fundo dentro dela sem aviso, sem nenhum carinho. Eu queria meter nessa diaba até deixa-la alargada. Isabella começou a fazer movimento circulares sobre meu pau tive que me segurar para não gozar nesse instante. – Você é uma safada... Uma Diaba muito safada – minha voz estava rouca

— Mete gostoso forte, Senhor Cullen, bem forte — disse rebolando bem devagarzinho. Entrei e sai dela, com força, com muita força, eu tinha certeza que ela ficaria dolorida. Nossas intimidades se chocavam fazendo um barulho erótico que preenchia o quarto inteiro. Com brutalidade coloquei-a de quatro. Enrolei seu cabelo em minha mão e o puxei com força. Dei um tapa em sua bunda que deixaria marca enfiei-me dentro de sua boceta novamente. Bombeava gostoso, enquanto puxava seus cabelos. Nunca havia sentindo nada daquele jeito, estava amando está ali dentro dela e queria mais.

— Rebole no meu pau Isabella – ela o fez, no exato momento que pedi e parei de estocar por um segundo só para ver sua bunda movimentar-se gostosa sobre meu pau. Era uma visão excepcional. Comer Isabella desse jeito despertava em mim desejos pecaminosos — Outro dia vou foder seu cuzinho — disse passando o dedo por ele. – Hoje não, hoje quero sua bocetinha gostosa e molhada esmagando meu pau. – Minha Diaba gemeu, gemeu e lançou seu quadril para trás com mais velocidade.

— AAH, você está me esmagando — falei ao sentir seu sexo contraindo com o membro dentro. Bella estava chegando a mais um orgasmo. Levei minha mão a seu clitóris e o acariciei. Foi o ápice para ela, sua intimidade mordeu meu membro, apertando-o ao máximo. Estoquei com velocidade, entrava e saia dela com força enquanto meu próprio orgasmo estava chegando. Meu corpo se chocava com ferocidade ao dela. Isabella afastou mais as pernas e eu urrei de prazer, deslizando com mais facilidade para dentro de sua apetada vagina.

— Me fala de quem você é? — pedi, falando alto o suficiente para que ela escutasse. Isabella ficou muda por um tempo, dei uma estocada profunda e bati em sua bunda – DIGA — gritei

— SUA, EU SOU SUA — gritou para mim gozando de novo. Meu membro bateu fundo dentro dela, e sentir meu liquido despejar em jatos fortes.

— Minha, você é minha Isabella — ele disse bombeando uma última vez em sua boceta. Sai de dentro dela satisfeito, Nunca me senti tão satisfeito, pela primeira vez eu estava saciado. Deitei na cama e puxei Isabella para deitar em meus braços Isabella tinha uma perna sobre meu corpo e apoiava a cabeça em meu peito bem próxima ao meu coração. Ficamos em silêncio por muito tempo. Eu não sabia o que dizer a ela, e acho que ela estava do mesmo jeito. Eu não sabia o que tinha dado em mim mesmo para falar uma coisa daquelas.... Onde estava com a cabeça... Pedir pra ela dizer que era minha.... E havia gostado de escutar ela dizer que era minha. Estava fodido, isso era só sexo. Eu só havia falado aquilo para vê-la submissa a mim, era isso, apenas isso....

— Edward – Isabella me tirou de meus devaneios.

— Oi pequena – mantinha os olhos fechados mesmo sentindo que ela olhava meu rosto.

— Desculpe – falou baixinho. Eu gargalhei.

— Eu acho que o que fizemos foi um bom pedido de desculpa – afirmei

— Não, foi uma forma de fazermos as pazes, eu quero me desculpar – eu abri os olhos procurando os seus — Edward eu não sei como lidar com isso – ela havia sentado na cama – É muita coisa para mim. Eu gosto de estar com você, gosto do sexo mas... Edward me apavora a ideia de perder Alice e sua família... Sei que se eles descobrirem isso vai acontecer. Eu sinto isso – ela mordia os lábios – Mas ao mesmo tempo não quero para isso entre nós – eu a entendia perfeitamente.

— Você é nova, é normal você não saber lidar com algumas situações – falei tocando em seu cabelo – Mas entenda, eu nunca farei nada que a prejudique, nunca. Não deixarei isso que temos interferir em seu relacionamento com minha família. Porém você precisa acreditar em mim, Isabella – ela abaixou a cabeça e seus lábios contorceram-se a um biquinho... Parecia uma menininha levando bronca. Ri divertido com esse pensamento.

— Eu vou tomar banho – disse saindo da cama.

— Fica que ainda não acabamos – ela enrubesceu e soltei uma gargalhada. Como ela podia ficar com vergonha ainda.

— Deixe eu só tomar banho, você me deixou toda suja, podemos continuar lá? – perguntou. Foi nesse momento que me dei conta de um detalhe, um detalhe crucial....

— Camisinha – sentia minha alma se esvaindo de meu corpo. Fiquei de pé em um único segundo e quase arranquei meus cabelos.

— Eu já disse que tomo anticoncepcional Edward – Isabella bradou.

— Não... Não acredito que esqueci isso…. Não acredito que fui tão imprudente a esse ponto... O que há de errado comigo? – estava quase abrindo um buraco no chão.

— EDWARD – Bella gritou e eu a olhei – Será que dá pra você me escutar. Eu tomo anticoncepcional, estou bem, estamos seguros.

— Não Isabella não – pânico era o que eu sentia. Ela levantou-se da cama e mexia em alguma coisa enquanto eu não parava de pensar em como consegui ser tão inconsequente.

— Toma aqui – jogou algo para mim, mas estava distraído e acertou minha cara. Peguei-o e analisei. Ela havia me dado seu anticoncepcional – Pode olhar está certinha, ainda não tomei o de hoje, posso tomar na sua frente.

— Não é o suficiente – repeti

— UMA PORRA QUE NÃO É EDWARD, eu não vou a um médico de novo, pode tirando essa ideia da sua cabeça, não vou passar por aquele constrangimento novamente – outra discussão estava ao caminho.

— Isabella… – falei

— NÃO, NÃO E NÃO, esqueça Edward eu não farei isso – ela estava de pé do outro lado da cama.

— Certo então você irá tomar aquela pílula do dia seguinte na minha frente – fui grosso com ela.

— Como é que é? – ela arqueou uma das sobrancelhas – Eu não vou fazer isso... Vai bagunçar todo meu ciclo, esqueça, isso é paranoia sua – nós nos encarávamos friamente agora – Me poupe Edward você precisaria de muito mais desempenho pra se preocupar realmente com isso...

— Como é que é? – minha voz saiu carregada de irritação – Está dizendo que sou fraco? – eu bufava de ódio agora. Caminhei até ela e a segurei pelo braço. – Quem é que estava gemendo feito uma vadia embaixo mim minutos atrás?

Está me machucando Edward – ela disse e eu a soltei. Isabella se afastou – Quer saber de uma coisa – ela vestiu minha camisa no corpo – É isso mesmo. Você precisaria trabalhar muito mais – ela só podia estar brincando com minha cara – não vou nem comprar você aos outros caras com quem transei – eu gargalhei sarcasticamente.

— E o que uma garotinha inexperiente como você acha que sabe sobre sexo? – segurei seu queixo e obtive um olhar gélido da mesma.

— A idade lhe deixa devagar, Edward – eu queria dá uma surra nessa menina.

— Não sou eu quem é devagar, Isabella, é você, uma menina inexperiente que não sabe nada sobre sexo. Não podia exigir muito de você certo? Afinal você só sabe o básico.

— Saia daqui agora – ela se afastou de mim – AGORA EDWARD

— Certo – nem me importei em pegar minhas roupas, fui para meu quarto do jeito que estava. Antes de fechar a porta escutei Isabella dizer...

— Imbecil – seu olhar era feroz.

— Criança – devolvi e bati a porta na sua cara.

Eu precisava de uma bebida forte. Assim que entrei no meu quarto fui ao mini bar pegar uma dose de whisky. Virei-o de uma única vez, servi-me mas um pouco e fui deitar na cama. Assim que deitei senti o cheiro dela....

— INFERNO – fiquei de pé na mesma hora virando o copo em minha boca.

Aquela Diaba... Minha raiva era enorme. Quem ela pensava que era pra falar daquela forma comigo? Fraco.... Fraco.... Eu havia sido chamado de fraco... Isso era um absurdo. Mulher nenhuma nunca reclamou do meu desempenho. Havia poucas coisas na vida que eu sabia fazer direito e sexo era uma delas, e aquela criança diz que sou lento... PIOR, comparou-me a outros que ela teve.... OUTROS, no plural. Quantos será que tiveram aquele corpo macio e delicado para si? Eu estava explodindo de raiva. Então ela havia tido outros... E ainda teve a audácia de dizer isso na minha cara.... Pior, comparar-me com os moleques que ela teve... Mas, e se não fossem moleques? Nesse momento senti uma agonia se apossar do meu corpo. Afinal eu a tinha desejado... Talvez Isabella gostasse de caras mais velhos... Joguei o copo na parede com força. INFERNO... ela estava mexendo com meu equilibro emocional. Aquela…. Diaba.

Algo muito errado estava acontecendo comigo. Eu tinha plena certeza disso e o errado tinha nome e sobrenome Isabella Marie Swan. Um inferno de menina destinada a me atazanar e virar meu mundo do avesso. Eu havia quebrado todas as regras com ela. A maior delas... Nunca trazer nenhuma mulher para minha cama... Eu o fiz... Tomei-a durante a noite de todas as formas que quis bem debaixo do nariz de Alice e Esme. Eu só poderia estar louco... Isso era tão insano, qualquer um poderia nós pegar... Assim como Gloria o fez.... Oh Deus, eu estava tão ferrado. Em vez de ajeitar a situação eu a compliquei ainda mais, eu me envolvi. Isso tinha que parar... Já tinha parado, eu não voltaria a ter Isabella novamente.

Resolvi tomar um banho para esfriar a cabeça.... Não adiantou merda nenhuma. Eu fechava os olhos e as lembranças de nós dois nesse banheiro atingia-me em cheio. O corpo dela... Isabella não era a mulher mais gostosa do mundo, porém ela era formosa. Tinha as curvas do corpo definidas e nos lugares certos... Aquela cinturinha fina e seu quadril avantajado me deixavam alucinado. Encostei a cabeça na parede deixando a água gelada atingir meu corpo pedindo a Deus que esquecesse o que aquela menina me causava. Para meu próprio bem eu precisava me desintoxicar dela. Assim que sai do banho vesti uma roupa rapidamente e ao descer as escadas pude ver Alice, Jasper e Bella conversando animadamente.

— Então minha princesa voltou – sorri para ela. Alice ficou de pé em um segundo e me deu um abraço – Quão mais pobre fiquei hoje? – perguntei e ela gargalhou.

— Fala sério Edward, até parece que você não conhece as mulheres da sua vida – Jasper falou e tive que rir com ele.

— Onde está sua mãe? – perguntei para Alice agora sentada no sofá ao lado de bella. Eu evitava olha-la a todo custo.

— Na cozinha preparando o almoço, teremos visitas – minha filha parecia desgostosa.

— Visitas? – esme não havia me avisado nada.

— Lembra dos amigos de Bella do boliche? – Jasper perguntou e no mesmo momento olhei para Isabella.

— Sim – eu contava mentalmente até 10 para me acalmar.

— Encontramos com Jane e Alec no shopping e a mamãe convido-os para almoçar aqui — Alice deixava claro se descontentamento.

— Alice eles são muito legais – Bella falou pela primeira vez e eu a encarei.

— Pra você – disse Alice.

— Talvez se não fosse tão teimosa pudesse ver, veja Jasper se deu super bem com eles.

— Isso é verdade – Jasper piscava para Bella e a mesma sorriu para ele.

— Vou atrás da sua mãe – disse irritado. Tudo bem que eu havia falado mil vezes para Esme que essa casa era dela.... Mas custava ela ter me avisado que nossa casa ia virar playground para os amigos de Isabella? Assim que entrei na cozinha vi ela e Gloria agitadas preparando a comida.

— Você não a viu sair Gloria? – Esme perguntou – Não está protegendo ele? Você sempre preferiu ele mesmo – Sorri ao escutar isso.

— Não menina, não vi ninguém, se tivesse eu teria comentado com você – Gloria respondia. Fiquei parado na porta ouvindo a conversa.

— Será que Edward está namorando? – fiz força para evitar rir – Ele nunca trouxe uma mulher para casa ao longo desses anos. Você sabe pra ele ter feito isso... Bom significa que ela é diferente para ele. Não acha Gloria?

— Eu sei Esme, isso que me preocupada – resolvi entrar naquela hora e interromper a conversa.

— Vocês são duas fofoqueiras – Esme havia se assustado comigo.

— Meu Deus... Não faça essas coisas Edward – eu ria.

— Tudo bem, Edward? – Gloria tinha o semblante preocupado.

— Estou ótimo Glorinha – beijei sua bochecha — Esme porque não fui avisado que um bando de crianças iria almoçar aqui hoje?

— Edward isso lá é forma de falar dos amigos de Bella? – ela tinha as mãos na cintura e balançava a cabeça – Eu e Alice encontramos alguns deles, e como não puderam jantar conosco na outra noite convide-os de novo. Não pensei que se importaria

— Não me importo – menti na cara dura – Mas porque quer tantos que eles venham aqui? – Esme parecia empenhada de mais nesse almoço.

— Primeiro é uma chance para conhecer os amigos de Bella, segundo estou curiosa em conhecer mais o Seth, ele parece um rapaz maravilhoso e muito encantado por ela — trinquei o maxilar.

— Então Seth também vem? – fiz o melhor que pude para minha voz sair normal.

— Claro, Edward, todos nós estamos curiosos sobre esse rapaz. Isabella fica diferente ao lado dele, mais solta, mais feliz. Coisa que nunca vimos com James – as palavras de Esme me incomodaram de mais.

— Esme não ficarei pro almoço – eu não ia ficar olhando aquele moleque se engraçar todo para Isabella.

— Mas porque não? – parecia indignada.

— Eu e Carl temos um almoço importante hoje, por isso comentei ainda pouco sobe não ter me avisado, talvez pudesse ter adiado – menti

— Poxa Edward, bem é uma pena, mas tudo bem foi erro meu – ela sorriu para mim e me senti mal por estar mentindo.

— Bem vou indo – beijei as duas e sai da cozinha. Iria avisar Alice da minha ausência antes que ela surtasse. Quando cheguei a sala vi os três jogando vídeo game e rindo escandalosamente.

— Alice – ela virou para me olhar – Eu terei que sair. Não vou ficar para o almoço.

— PAI – ela largou o controle e andou até mim – Me leve junto.

— Não posso princesa — baguncei seu cabelo – Prometo que não demoro, antes de anoitecer estarei de volta.

— Mais pai – ela dizia com aquela voz de criança que cortava meu coração.

— Filha, desculpe mais realmente preciso ir, papai promete compensar você depois tudo bem? – a abracei forte.

— Só nós dois? – perguntou no meio do abraço.

— Sim senhora, apenas eu e você — soltei-a

— Certo, pode ir. Mais você tem até as 19h para estar aqui em casa – gargalhei com isso.

— Ok – antes de ir embora olhei Isabella, ela mantinha cabeça baixa impedindo-me de ver seu rosto. Dei um último beijo em Alice e fui para a garagem. Dessa vez iria usar o Koenigsegg Agera R. Adorava aquele carro. Assim que dei a partida liguei para Carl.

— Fala Edward – disse

— Se arruma estamos indo almoçar na minha casa – fui ríspido.

— Que grosso. Me liga desse jeito mandando em mim, me chamando para sair desse jeito? É assim que vai ser nosso relacionamento agora? Antigamente você era tão carinhoso, o que aconteceu com aquele homem? – ele fingia estar chorando e explodi em risos – Ok vou me arrumar.

— Chego em 20 minutos – desliguei o telefone.

Será que havia feito certo? Em ir embora.... Possivelmente sim. Sou péssimo em esconder minhas emoções e seria visível para Esme que algo estaria errado com meu comportamento. Ela iria ficar me analisando a cada segundo e, do jeito que ela me conhece, acabaria descobrindo algo. Por outro lado, me sentia irritado por ter que fugir da minha própria casa. Isso era o que Isabella me fazia fazer.... Era o cumulo. Eu estava virando um frouxo. Correndo da forma que estava não demorou muito para chegar ao apartamento de Carl. Assim que estacionei ele entrou.

— Vishi, você parece azedo hoje. Que merda não devia ter aceito o convite – bufei para ele

— Cala a boca Carl, só fala merda – ele gargalhou.

— Vamos Edward desembucha – eu olhei – Vamos homem para você ter me chamado em um domingo é porque quer conversar. – pensei por alguns segundos se falava com ele ou não.

— Ok, é Isabella – apertei o volante.

— O que tem ela? – perguntou.

— Esme chamou aquela cambada do boliche para almoçar lá em casa – soltei

— Você quis dizer Seth – revirei os olhos – Mas o que tem isso Edward?

— Eu e ela transamos de novo – falei de uma vez

— VOCÊ O QUE? – ele gritou – Eu pensei que você tinha desistido dessa ideia maluca quando foi embora do boliche daquele jeito.

— E eu tinha, porra, eu tinha – respondi

— E o que houve então? – ele parecia curioso

— Isabella.... Aquela Diaba apareceu no meu quarto – tive vontade de gemer só de lembrar a forma como ela apareceu pra mim – Deus.... Carl ela usava um baby doll…. Aquela coisa deveria ser proibida de ser vendida. Não cobria nada. EU JURO EU TENTEI RESISTIR, mas ela não queria ir embora e então ela disse algo que mandou minha consciência a merda – ele sorria de leve. – Não ria seu bastardo. Eu estou fodido. Eu a tomei ali mesmo no meu quarto até me sentir esgotado.

— Eitahhh que a noite foi boa – acabei rindo com ele. – Mas o que deu em você pra ficar com ela ali mesmo? Porque não leva-la em algum local como sempre faz?

— Há única coisa que tinha em mente era me afundar naquele corpo gostoso dele – meus dedos esmagavam o volante – Esme quase nos pegou pela manha

— ESME O QUE? – ele tinha uma cara engraçada nesse momento

— Vamos, termino de contar tudo lá em cima – disse estacionando o carro no meu apartamento.

— Certo – ele saiu também – Mas você está insano meu amigo.

— É eu sei disso – subimos em silencio até a cobertura – Vai querer o que? – perguntei chegando ao mini bar já enchendo meu copo com whisky

— Whisky com duas pedras de gele – ele sentou no sofá. Fiz o que ele pediu e o entreguei. – Agora conta essa merda de Esme quase ter pego vocês.

— Você parece uma das amigas da minha filha, doido pra saber da fofoca – disse rindo

— Vá se foder Edward – ele riu – Eu só estou curioso com tudo isso, afinal você nunca fez uma coisa dessa.

— É eu sei – Isabella estava fazendo eu mudar meus hábitos – A noite foi cansativa acabamos dormindo.

— PARA, epa, como é? Ela DORMIU na sua cama? Você dormiu com ela? — ele estava chocado.

— Sim – tomei um gole de minha bebida.

— Como assim sim? – ele me olhava como se fosse um Et – E todo aquele papo de não gostar de dormir com ninguém. SEU FILHO DA PUTA, quantas vezes você me ligou furioso porque uma das garotas que arranjei pra você tinha dormido na mesma cama que você – ele parecia irritado agora.

— Deixe de drama Carl – acabei rindo. Mas ele estava certo, eu odiava dormir com pessoas estranhas do meu lado. Na verdade a única mulher que dormiu ao meu lado e não me importava era Esme. Isso até Isabella. Com Esme eu não me importava de tê-la ao meu lado na cama... Com Isabella era diferente – Apenas aconteceu estávamos cansados de mais.

— Continua a porra da história — ele tirou o tênis. Isso que ocorre quando se da intimidade de mais pros amigos. Ri comigo mesmo.

— Certo. De manhã bem cedo Esme apareceu batendo na minha porta. Por alguns segundos eu esqueci que Isabella estava lá então Esme entrou no quarto e joguei o edredom em cima de Isabella, ela ficou lá imóvel enquanto eu falava com Esme. Tudo estaria perfeito se os pés de Isabella não estivessem pra fora. Esme viu e puta merda, foi um saco. Tive que empurra-la do meu quarto antes que ela visse Isabella.

— Eu queria ter visto isso – dei um belo tapa na sua cabeça antes de me sentar no sofá com ele – Pra que essa agressividade, eu em...

— Você interrompeu minha transa, seu empata foda – ele me olhou confuso.

— Ah claro, no banheiro. Bem estranhei você não me deixar entrar, nunca foi disse. Geralmente toma banho com a porta aperta. Desculpa mano, não podia adivinhar – Carl era uma anta mesmo.

— Mas até aí tudo bem. Saí para falar com você, tivemos um ótimo café da manhã e conversamos bastante — Carl me interrompeu.

— Você o que Edward? Deixa eu ver se entendi direito, você conversou com ela? – ele havia se levantado para buscar mais bebida.

— Pois é eu sei – isso realmente não era meu estilo – mas até que a conversa foi interessante. Acredita que ela me perguntou porque eu fiquei com Esme sabendo que Carlisle a amava – sorri lembrando da nossa conversa.

— E você respondeu? – perguntou.

— Sim – disse.

— Como assim homem? Você falou de boa sobre isso? Sem acesso de raiva? Sem quebrar parte da casa? – ele tornou a sentar no sofá.

— A conversa foi agradável Carl – respirei fundo – Eu apenas me senti seguro ao falar do assunto.

— Pra uma garota? – ele perguntava em choque

— Sim, pra uma garota, veja só a ironia, anos de terapia para conseguir conversar numa boa com uma menina de 16 anos — balançava a cabeça descrente do meu comportamento.

— Vamos pedir algo pra comer que estou morrendo de fome – Carl se levantou indo até a cozinha – Quero comida Tailandesa e você?

— Pode ser o mesmo – respondi.

Enquanto Carl fazia o pedido eu parava para analisar meus atos com Isabella. Entendia o porquê do choque em Carl. Eu não era o tipo de cara que conversava com mulheres, muito menos sentar e conversar sobre minha vida particular. Sim eu tinha uma ou duas amigas mulheres as quais eu conversava, mas nada como fiz com Isabella. Era diferente com ela. Tudo era diferente. Ok eu estava usando de mais essa palavra nos últimos dias, mas o que podia fazer? Era única forma de explicar tudo que envolvia aquela Diaba. Estar perto dela era diferente, quando nós transavamos era diferente, quando ela brigou comigo foi diferente... As coisas que ela me fazia sentir era diferente de tudo que já tinha experimentado...

— Edward.... Edward – Carl me chamava.

— Que foi? Já pediu? – perguntei.

— Já sim, estava com a cabeça onde? – ele sorria malicioso.

— Gloria nos flagrou no sofá – Carl cuspiu a bebida. Ainda bem que estava longe de mim.

— Porra Edward, qual seu problema... Esme, Gloria.... Só falta ser Alice – senti um arrepio só de pensar ideia.

— Eu não pensei direito – me defendi

— Eu percebi porra, mas pelo amor de Deus homem, vê se começa – disse.

— Não vai acontecer mais nada entre nós, Carl – aquele aperto retornou. A ideia de não estar com ela causava esse incomodo.

— Por causa de Gloria? Ela conseguiu por Juízo nessa sua cabeça? – ela estava se divertindo as minhas custas

— Não seu babaca. Gloria não tem nada a ver com isso. Está certo que ela não gostou nada da ideia – falei

— Porque será, né Edward? Porque será? – dizia ironicamente

— Cale a boca e me deixe falar – estava bravo com essa interrupção que ele vivia fazendo – Falei com Gloria mas você sabe como ela é – ele afirmava com a cabeça – Ela disse que ficaria calada sem nem ao menos pedir.

— Claro ela sabe a merda que isso pode causar – interrompeu-me de novo e eu o fuzilei com o olhar.

— Eu subi para acalmar Isabella, você precisava ver Carl ela estava desolada... Chorando.... Eu me senti tão impotente, tão inútil. Odiei vê-la daquele jeito, tentei explicar a ela que nada ia acontecer mais a menina é uma turrona não me escutava ainda me acusou de chantagear Gloria – ele ria – Nós começamos a discutir – ele levantou uma sobrancelha para mim intrigado – Ela disse que eu só traria problema para ela. Fiquei puto com aquilo e resolvi ir embora. Afinal ela tinha razão. Eu estava decidido a ir Carl eu juro... Eu iria embora eu estava indo então aquela Diaba me pediu pra ficar. Eu fiz o esforço enorme para continuar firme.... Então ela tocou no meu ponto fraco, quando virei para olhada.... Aquela Diaba estava só de calcinha pedindo pra eu não ir.... Eu não aguentei, não consegui vê-la daquele jeito me chamando e ir embora. Nós transamos como amimais Carl, eu acho que posso até tela machucado de tão bruto que fui. Estava tudo perfeito até eu me lembrar de um detalhe fundamental.

— Qual? – ele parecia uma mulherzinha, faltava só pegar a lixa e começar a cerrar as unhas como Alice fazia quando fofocava com suas amigas.

— Eu esqueci a camisinha – disse baixinho

— VOCÊ O QUE CARALHO? NÃO... SÓ PODE TA BRINCANDO. Você fez o inferno na minha vida quando naquela manhã quando acordou e se lembrou. Você FEZ A GAROTA IR A UM MEDICO BORÇAL SÓ PARA FAZER UM TESTE E ME DIZ QUE ESQUECEU DE ENFIAR A PORRA DA CAMISINHA NESSE SEU PAU.... TU É UM PUTO, EDWARD – ele parecia extremamente irritado agora.

— Não grita comigo porra, acha que não sei a merda que fiz? Você acha que não pensei nisso tudo. No mesmo instante eu falei com Bella, mas ela não entendia – expliquei.

— Como assim? – ele parecia mais controlado agora

— Ela jogou o anticoncepcional na minha cara – falei desacreditado ainda com a atitude dela.

— Graças a Deus pelo menos um de vocês pensa. Graças a Deus a garota sabe ser responsável – eu o olhava irritado com seu comentário – Nem me olhe assim, você tem que dar graças a Deus por ela salvar vocês dois.

— Eu pedi pra ela tomar uma daquelas pílulas do dia seguinte e ela não quis – disse irritado lembrando da nossa conversa.

— Não entendi, explica direito – disse

— Ela não quis, disse que não iria “bagunçar o ciclo dela” por uma paranoia minha – dei ênfase fazendo aspas.

— Edward você tem que entender que ela tem razão – Carl estava realmente testando minha paciência

— Foda-se, eu não quero ser pai de novo – falei

— Sim eu sei disso, mais entenda que milhares de mulheres tomam pílula e NÃO FICAM GRAVIDAS. – Eu sabia que eles estavam certo... Mais eu tinha medo – O que ocorreu com Tânia foi um caso de 1 em 1 milhão. Se Isabella usa isso provavelmente porque ela deve esta transando com outra pessoa – fiquei rígido na hora.

— Você esqueceu que eu tirei a virgindade dela – falei feito o homem das cavernas. Mais ele tinha razão a própria Isabella havia falado que tinha tido outros caras.

— Sim mais e daí, aquele menino lá que estava com ela no boliche eles pareciam bem íntimos – Seth de novo, tomei folego.

— Pode até ser Carl mais o pior não foi isso – minha respiração ficava irregular – Ela me chamou de fraco, disse que meu desempenho na cama é lendo — Carl começou a gargalhar estrondosamente. Eu me levantei e fui até a cozinha pegar água enquanto aquele tapado continuava rindo. Ele apareceu na cozinha com lagrimas nos olhos de tanto rir.

— Eu juro por tudo que mais sagrado queria muito ter visto essa cena – bati a porta da geladeira com força.

— Qual problema Edward? Nem todas as mulheres podem gostar do que você faz. Vai que Isabella encontrou alguém que faça melhor

— Se você não calar essa sua boca eu vou te dar uma surra — nesse momento a campainha tocou e fui atender. Peguei nosso almoço e dei uma gorjeta pro rapaz na porta. Carl continuava rindo e eu estava a um passo de soca-lo.

— Eu vou comer – disse indo a cozinha novamente. Pouco depois ele chegou pegando sua comida e sentou ao meu lado

— Agora entendo o motivo da sua cara quando foi me buscar – continuava tentando ignora-lo – Qual é Edward supera isso – ele torava a rir

— Quer saber o que me irrita Carl? – ele assentiu – Eu deflorei aquela menina, foi comigo que ela aprendeu o que é sexo, e eu sei que sou bom. Eu tenho certeza disso – ele gargalhou – Mas ela me comparou a outros caras que ela teve. Ele teve essa coragem. Outros... no PLURAL – isso me irritava tanto.

— Você está com ciúmes Edward? – perguntou.

— Não – respondi

— Certo, então porque você se irrita ao saber que ela teve outros? – soquei a bancada da mesa com força

— Porque ela é MINHA – minha voz continha uma nota de ódio.

— Que merda cara, você está gostando dela – Carl me encarava com a boca aberta.

Notas finais
E aí, o que acharam? Gostaram, não gostaram, mais ou menos... Nos deixem saber sua opinião para que possamos melhorar a fic cada vez mais. Reitero que, caso encontrem algum erro na gramatical ou ortográfico, me avisem que eu corro para arrumar. Vejo vocês nos comentários. Beijãoo! Kah.