Notas iniciais
Primeiro de tudo venho deixar meu enorme obrigado as minhas leitoras. São 208 pessoas acompanhando a minha Fic. Nunca eu sonhei que isso poderia acontecer, que tantas pessoas iram gostar e acompanhar. Quero agradecer também as leitoras que sempre comentam. É gratificante de mais poder responder os comentários de vocês. Todo meu trabalho e o da Kah é dar a vocês uma boa fic para ler... Espero estar no caminho certo. Eu tive prova essa semana por isso demorei a escrever e na próxima também terei, então provavelmente o próximo capitulo só saia no sábado :/ talvez quem sabe se arranjar tempinho na sexta. Espero que gostem. É uma palhinha do que pode ocorrer nesse fim de semana. VOU DEIXAR NAS NOTAS FINAIS O LINK PARA A TATUAGEM DA BELLA (não consegui hiperlinkar) E A TATUAGEM DO ED É UM POUCO MENOR DO QUE NA FOTO.

Capítulo 15

Bella

O dia parecia ter amanhecido mais bonito. Sorri feliz. Talvez fosse pelo fato de Alice eu estarmos numa boa de novo. Ontem, após nossa conversa passamos o dia juntas, com exceção das aulas que fazíamos separadas. Acordei e logo fui ao banheiro me arrumar. Quando saí Alice já estava em pé e parecia feliz. Hoje era sexta então só teríamos aulas até o meio dia. Alice já estava com todas as malas prontas para o fim de semana.

— Já arrumou suas coisas? – era a oitava vez que ela me perguntava isso.

— Sim Alice, tudo prontinho – apontei para onde estava minha malinha preta.

— QUE BOM. Não quero perder nem um único minuto a mais aqui depois que formos liberadas – eu ri. Alice deveria ser a primeira pessoa a deixar o colégio nas sextas. Minha maior surpresa foi minha mãe deixar eu ir tão de boa sendo que havíamos combinado muitas coisas para esse fim de semana, mas eu até estava empolgada, iria ver tia Esme de novo e com certeza todo o resto da família.

— Eu vou indo na frente para não atrasar, até mais, Ali – deixei ela no quarto e caminhei para minha aula.

Eu queria falar com Seth antes da aula começar, mas à essa hora não sabia se ele já estaria acordado. Teria que ir ao seu dormitório e correr o risco. Bati algumas vezes na porta e para minha surpresa fora Seth quem abriu a porta para mim.

— Pensei que não a veria tão cedo – ele sorriu.

— Precisamos conversar – disse seria.

— E sobre o que seria? – ele fechou a porta atrás dele e começou a caminhar e eu o segui.

— Sobre a forma como tratou Alice ontem – falei.

— Então as duas já estão de bem – ele me puxou para perto e jogou o braço por cima do meu ombro.

— Seth... – comecei.

— Relaxe Bella – sua voz era leve – nada uni mais duas garotas do que cara babaca. Eu só fiz o que achei necessário. Sabia que Alice e você precisavam de um empurrão para se acertarem.

— Você fez de propósito? – estava pasma.

— Bom, alguém precisava fazer algo, ou vocês iram destruir uma a outra pouco a pouco – Quando ele se virou para me olhar uma pequena lágrima escapava dos meus olhos – Hey, Bells não chore, se fiz isso foi apenas para nunca mais vê-la chorar novamente. Eu sempre irei cuidar de você Bells, não chore... – ele me puxou em um abraço de urso.

— Você é incrível – dizia entre soluços o abraçando forte. Eu não sabia explicar o que sentia naquele momento. Estava pronta para brigar com Seth... Pronta para lhe dar um puxão de orelha pela forma que ele agiu ontem e descubro o quão altruísta ele havia sido.

— HEY, pare já com esse chororô mulher – eu ri de suas palavras e limpei as lagrimas. – Isso você tem um belo sorriso, o mantenha sempre em seu rosto – ele me deu um beijo na bochecha – Fiquei sabendo que Alice tá um poço de felicidade – nós rimos.

— Ah sim, com toda a certeza – voltamos a caminhar em direção a nossa aula – Vou até passar o fim de semana na casa dela.

— E o pai dela? – perguntou. E só então lembrei desse detalhe.

— Acho que já foi embora. Ele nunca fica mesmo – dei ombros.

— Vejo alguém triste por isso – ele me encarou.

— Só se for a Alice — dei-lhe língua.

— Claro, Claro – tossiu e escondeu o riso.

Minhas aulas de sexta eram as mesmas de Seth, o que resultava em aulas com muitas risadas. As horas pareciam correr e quando vi já estávamos no intervalo. Eu sabia que tinha que sentar com Alice, mas também não queria deixar Seth. Levei um bom tempo para convence-lo a sentar comigo e Ali.

— Ainda não acho que será um bom negócio – ele insistia.

— Seth eu não posso ficar excluindo você para estar com Ali, nem excluir Ali para estar com você. Vocês são meus melhores amigos, só precisam conversar para se entenderem – disse confiante me aproximando da mesa onde Alice estava. Ela me olhou, olhou para Seth e bufou.

— Procure ser Amigável, Ali – sussurrei.

— Quando é que eu não sou? – ela fez uma cara falsa de ofendida.

— Quando está agindo como uma mimada – Seth pegou uma batata frita da bandeja dela – Bella quer que me desculpe com você – ele disse e eu prendi a respiração.

— Parece que você não está perdido – ela sorria presunçosa.

— Disse que Bella mandou, não que faria – agora percebia como isso tinha sido uma má ideia.

— Então o que faz sentado aqui? — ela cruzou os braços.

— Realmente preciso pedir desculpas, Alice? Eu menti em algum momento, ou falei algo que não era verdade? Se você me disser que sim então eu peço desculpas – eles se encararam por minutos e Alice bufou de novo – Foi o que pensei. Tudo resolvido Bells – ele me dava um lindo sorriso. Olhei Alice e ela parecia tranquila.

— Perdoo se me dizer o que há entre você e Bella... – seus olhinhos brilhavam agora.

— Bom, somos amigos com certos benefícios – ele ria e eu corava – Mas faz um tempo que estamos só na parte da amizade.

— E porquê? – o modo Alice curiosa estava ativado.

— Bella anda com muita coisa na cabeça – ele dava de ombros.

— Eu sei né, o lance da gravidez tá perturbando ela – na hora que Alice falou isso Seth engasgou e eu quis matá-la com os olhos – OMG, OMG, você não me disse que ele não sabia – Seth me olhava pedindo explicações.

— Eu não estou grávida – disse firme. Mas meus olhos passavam para Seth uma mensagem de “Mais tarde conversamos”.

— Certo vamos mudar de assunto – Alice sorria e começou a perguntar sobre o que fizemos em La Push e Seth deslanchou a falar tudo que ela queria saber. Às vezes eu me metia e falava certas coisas mas na maior parte eu ria lembrando das nossas confusões.

Graças a Alice, resto do dia foi de explicações. Tive que explicar a Seth que menti para Alice e reafirmar milhões vezes que eu não estava gravida. Ou seja tive que contar tudo sobre eu e Edward. Ele não pareceu nem um pouco surpreso, pelo contrário disse que sabia que algo rolou entre nós no momento que Edward colocou os olhos em mim naquele banheiro no dia do aniversário da Alice. Ele entendeu o porquê da minha mentira e disse que isso era algo complicado, pois sempre ia ter que mentir para ela a partir de agora e que quando ela descobrisse a raiva dela iria multiplicar por cada mentira contada. Empurrei as palavras de Seth para o fundo de minha mente. Eu estava bem com Alice e era tudo que importava. Assim que sinal tocou ajeite minhas coisas.

— Seth preciso ir, se chegar 1 minuto se quer atrasada Alice me fará pagar caro – ele sorriu deu um beijo na minha testa e eu sai da sala. No meio do corredor encontro Alice – Só preciso pegar – ela sorriu com minha mala em suas mãos.

— Sabia que iria atrasar, trouxe a sua e a minha – Alice pensava em tudo.

— Obrigadaaaaaaa – ela pegou meu braço e caminhamos em direção a saída da escola. Alice tagarelava sem parar mais em determinado momento eu parei de compreender suas palavras. Ele estava lá.

Lindo, em sua forma gloriosa. Seu cabelo parecia mais vibrante ao sol, seu rosto era divino. Os óculos escuros o dava um ar de perigo. Eu sabia muito bem quão perigoso ele era. Usava camisa verde escura, o terno em uma das mãos e estava apoiado em seu carro. Eu só conseguia fita-lo. Quase 15 dias sem vê-lo e ele parecia injustamente mais lindo que nunca.

— Alice o que seu pai faz aqui? – eu havia parado de andar.

— Ai Bella, que cabeça a minha, eu esqueci de avisar que ele iria nos pegar – ela me puxava.

— Alice – disse e minha voz sumiu. Edward havia tirado seu óculos lentamente e me olhava. Seus olhos percorriam cada parte do meu corpo e junto com seu olhar um rastro de luxuria gritava dentro de mim – Alice seu pai ficará aqui esse fim de semana? – perguntava atônita.

— Sim Bella, não é maravilhoso? Ele ficará por mais uns 3 meses – ela havia me soltado e corria para Edward, que a recebeu de bom grado. Eu dava a menor quantidade de passo possível. Prolongando ao máximo minha aproximação. A medida que chegava perto sentia meu coração palpitar... A falta de ar surgir...

— Isabella – escutar Edward falar meu nome era sacanagem. Eu já sentia minha excitação dar sinais de vida, e o pior, Alice estava bem ali, mas nem isso era capaz de incumbir meu desejo.

— Senhor Cullen – que coisa mais idiota de falar. Edward no mesmo mento me olhou e pude ver e seus olhos um desejo latente. Na mesma hora fiquei vermelha lembrando das palavras que ele havia dito. Para não chama-lo assim. Sorri travessa.

— Bella – Alice ria – Você pode chamar meu pai de tio também. Certo pai? – Alice esperava uma resposta dele.

— Não Alice, ela não pode, já me basta Jasper com isso – Edward quase se engasgou para falar. – Só me chame de Edward, Isabella. Por favor – podia ver um tom de desespero no por favor.

— Ah, há claro senhor – parei – Edward. Desculpe.

— Vamos LOGOOOO, já ficamos tempo de mais aqui. Bella, eu vou na frente – Alice pegou a chave com seu pai e foi guardar nossas malas.

— Por Deus Isabella, não faça isso de novo – ele estava próximo de mais falando bem baixinho. Só eu escutaria – Não me chame de novo daquele jeito.

— Sim Senhor Cullen – eu assumo havia feito de propósito para ver o que Edward faria. Ele fechou os olhos e um leve gemido saiu de sua boca. Eu estava satisfeita com isso.

— ENTÃOOOOOOO – Alice nos tirou de nosso momento – Prontos? – No mesmo instante Edward saiu rapidamente do meu lado indo para o carro – Meu pai já começou com as oscilações de humor – Alice ria – Entra logo Bella – ela dizia de dentro do carro.

Era impossível estar dentro daquele carro e não lembrar da nossa noite. Era agonizante sentir o cheiro de Edward por todo canto. Estava ficando impregnada pelo seu cheiro. Alheia ao que Alice falava, só me concentrava em nunca mais deixar o cheiro fugir da minha mente já que a blusa de Edward não continha mais seu cheiro.

Eu estava no canto do carro o mais próximo a porta possível para não entrar no campo de visão a Edward pelo retrovisor. Mesmo assim, após entrar no carro ele deu partida, nossos olhares estavam sempre se cruzando no retrovisor. Alice estava ali do lado, precisava tomar muito cuidado. Era fácil esquecer que existia mais alguém além de mim e Edward.

— Bella? BELLA? – Alice gritava

— Oi Ali – estava perdida em pensamentos.

— O que deu em você hoje? Vem mais para o meio assim consigo ver você melhor – fiz carata – ANDA BELLA – fiz o que ela pediu – Estava falando com papai sobre sua mãe – na hora fiquei rígida.

— Sobre a minha mãe? – o que ela tinha falado.

— Bella, onde você estava, em? – parecia emburrada

— Desculpa – o que diabos minha mãe fazia ali naquela conversa?

— Ela foi semana passada lá em casa falar com o papai e eles saíram para jantar – na mesma hora ergui meus olhos para o espelho retrovisor e via um par de olhos verdes me encarando de volta. O sangue começava a subir.

— Alice, já disse que não foi nada de mais – o tom de voz de Edward demostrava nervosismo.

— Então o que minha mãe foi fazer na sua casa? – não conseguir me conter.

— Conversamos sobre você e Alice – ele me olha pelo retrovisor e podia enxergar em seus olhos uma ansiedade.

— E o jantar? – estava irritada. Se ele falou de mim e Alice porque o jantar então?

— Sua mãe me convidou para jantar e eu não me opus, mas foi só isso. NADA aconteceu entre nós – eu queria acreditar nas palavras dele, mas a raiva borbulhava em mim. Se minha mãe foi lá porque ela não me contou?

— Bella, não seria legal se sua mãe e meu pai namorassem... – Alice disse sonhadora – Seriamos uma família só.

— Não – eu e Edward dissemos juntos. Alice olhou para mim e para ele.

— Porque não? Pai você mesmo disse que ela era bonita. É um bom partido – os olhinhos de Alice brilhavam. Eu não podia acreditar que aquilo estava acontecendo.

— Alice – Edward não conseguira nem terminar. Alice desandou a falar. Dar mil e um motivos do porque o pai dela deveria namorar minha mãe. Existia um motivo que derrubava todos os delas: ELE JÁ HAVIA FEITO SEXO COMIGO E COM ELA. Seria impossível ele ter algo com minha mãe, eu não permitiria. NUNCA. Estava prestes a mandar Alice calar a boca e parar de vender minha mãe para Edward quando ele mesmo o fez.

— Alice – sua voz foi potente, séria e a fez se calar – Eu realmente não quero uma namorada. Renée não faz o meu estilo. Eu prefiro morenas mais novas – nesse momento nossos olhos se encontraram pelo espelho retrovisor e ele piscou para mim. Naquele momento toda minha raiva tinha sido dispersada. Meu rosto logo enrubesceu e meu coração voltou a pulsar incansavelmente. Edward deu um riso baixo e Alice olhou para ele como se fosse maluco.

— Certo pai, por hoje eu me calo mas ainda não desisti e vou convencer Bella também a me ajudar — ele tinha um sorriso cínico na cara. Era lógico que nunca ajudaria e ele sabia disso.

— Boa sorte com isso princesa – disse e bagunçou os cabelos de Alice com uma das mãos.

— Para na próxima farmácia pai – Alice era espaçosa de mais deixava os pés no painel do carro. Não sei como Edward não reclamou.

— Pra que Alice? – Edward parecia exausto.

— Eu e Bella precisamos comprar umas coisas – ela tentava não dizer o que iria comprar.

— Alice peça sua mãe fazer isso pra você – Alice na mesma hora olhava para mim em pânico. Claro que era uma ideia ruim. MINHA MÃE IA CABAR SABENDO DESSA MERDA se a mãe de Alice soubesse.

— Não dá pra pedir isso pra mamãe pai – ela falava manhosa.

— Alice, deixe de manha – Edward era firme.

— Não posso pedir isso pra mamãe. Bella precisa comprar camisinhas para usar com Seth. Não acho que mamãe vá gostar de saber disso. – MAIS QUE MERDA ERA AQUELA QUE ELA HAVIA FALADO. Na mesma hora o carro deu um solavanco e eu fui com tudo para frente.

— Ai – gemi. Edward olhou para trás, olhou diretamente para mim e seus olhos estavam contendo uma fúria que desconhecia – Eu... Edward – mas que merda eu falaria?

— Pai assim você deixa a Bella constrangida – Alice era doida – Só não peço as que você tem em casa porque seria nojento – ela ria – Serio totalmente.

Eu estava sem saber o que fazer. ALICE ERA UMA DOIDA. Com que diabos ela fala uma coisa dessa? MEU DEUS O QUE EDWARD ESTAVA PENSANDO SOBRE MIM? O silêncio reinou no carro. Minutos depois o carro parou em frente a uma farmácia. Foi Edward estacionar que eu saltei do carro. Eu realmente estava puta. Caminhei na frente de Alice quando estava longe o suficiente me virei para Alice.

— VOCÊ É LOUCA OU O QUE? – eu bufava de raiva.

— Desculpa Bells, eu não sabia o que falar, entrei em pânico. Disse a única coisa que sabia que você e minha mãe não fariam juntas – ela parecia nervosa.

— Alice faz ideia do que você fez? – Eu estava ferrada.

— Bella, eu sei que está morrendo de vergonha mas papai é a única pessoa que não vai ligar com quem você transa. Sexo pra ele é tão normal quanto respirar. Contanto que não seja eu a praticar o ato – ela segurou em meus ombros – Relaxe.

As palavras dela eram verdadeiras “Sexo pra ele é tão normal quanto respirar”. Eu sabia bem disso afinal ele tinha pego minha mãe. Aquele fato me deixou triste. Na farmácia Alice jogou na cestinha todos os testes de gravidez. Fomos ao caixa pagar. Totalizando 11 testes. Eu queria saber como ela iria esconder tudo isso do pai dela.

— Ali como você vai entrar com isso no carro sem seu pai ver? – Se Edward visse isso ele iria morrer. Já achava que estava grávida imagina com 11 testes.

— Veja e aprenda – Alice sorria. Ela caminhou até a sessão de perfumaria e escolheu um perfume qualquer. Pediu para a mulher embalar e em seguida vi ela passando uma nota de 100 para a balconista e entregando os testes de gravidez. A mulher os dividiu e embalo em lindas sacolas para presente. Alice voltou para mim com 5 presentes em suas mãos – Aprendeu Isabella – ela fechava minha boca – Vem vamos comprar algumas camisinhas para meu pai não desconfiar – fomos ao corredor onde tinham camisinhas Alice pegou dois pacotes e levou e fomos pagar. Alice saía com uma sacola grande cheia de “presentes” e eu com um saquinho de farmácia que denunciava “comprei camisinha”.

— Pensei que eram só camisinhas... – Eu queria me enterrar, sumir. Edward estava do lado de fora da farmácia nos esperando.

— Para Bella sim. Tinham perfumes excelentes e eu comprei – Alice mentia muito bem.

— Vá na frente guardar as coisas, Alice – ele jogou as chaves para ela – Me siga – ele disse apenas para mim.

— Ali, esqueci uma coisa – ela me olhou – depois te falo o que é – ela deu de ombros e foi em direção ao carro.

Não andei nem 5 passos quando senti Edward me puxando.

— Camisinhas, Marie? – ele parecia tentar controlar sua raiva.

— Jantar com minha mãe, Anthony? – rebati

— Não aconteceu nada entre nós – afirmava

— Não aconteceu nada entre Seth e eu desde que voltamos... Ainda – provoquei e ele colou nossos rostos. Estávamos na entrada da farmácia dando um show.

— Sua mãe foi me acusar de coisas aquela noite, como por exemplo de estragar seu relacionamento com Alice. Tive que esclarecer que eu não contei nada para Alice e que provavelmente a briga de vocês era por causa de Seth. Sim, Alice reclamou o fim de semana inteiro sobre vocês – Como assim minha mãe foi tirar satisfação com ele?

— Com minha mãe ... – não terminei a frase.

— Sabe? – ele riu – Acho que precisamos conversar, mas esse não é o local Isabella – ele tomou o saco com caminhas da minha mão jogou no lixo e saiu. Eu fiquei lá com cara de taxo. Esperei alguns minutos para me recompor. Como minha mãe sabia sobre nós? Ele havia contado? O que ela sabia? Porque não falou comigo? O que ela fazia lá? Será que era uma desculpa para estar com ele de novo? Mil perguntas passavam por minha mente, mas no momento eu esperaria a minha conversa com Edward para obter respostas.

Quando cheguei ao carro Alice estava no banco de trás.

— Vai na frente assim consigo olhar pra você mais fácil e você não se esconde aqui atrás – fechei a mão em punhos com raiva. Alice só piorava cada vez mais a situação. Como ia sentar naquele banco da frente... A última vez eu estava indo transar com Edward. Por falar nele... El estava nitidamente sério e um pouco sombrio... Isso o deixava extremamente sexy... Se controle Isabella. Abri a porta do carro e sentei. Logo Edward deu partida. Ele estava calado, os olhos sempre fixos na estrada. Alice falava sobre banalidades e eu tentava ao máximo prestar atenção e responder... Mas só queria saber porque Edward estava tão sério. Pouco tempo depois chagamos à casa dos Cullen. Edward saiu do carro como foguete. Escutei os gritos chegando até nós. Segundos depois Tia Esme, Carlisle e Jasper estavam nos ajudando a tirar a mala do carro.

— Preparei sua comida favorita, Bella – Esme abriu os braços para mim e a abracei forte – Senti sua falta menina, pensei que nunca mais ia aparecer aqui.

— Tia, mas que drama — Sorri – Só estava ocupada. Desculpe por isso.

— Venha aqui me dar um abraço também – Carlisle falara e corri até ele.

— Aposto que ele ama mais você do que a mim, Bella – Jasper dizia se fingindo de ofendido. Tive que rir.

— Onde estão tia Rose e Emmett? – perguntou Alice.

— Eles vão chegar a qualquer momento – disse tio Carlisle.

— Vamos entrar crianças, daqui a pouco o almoço sai. Vão guardar as coisas e larvar as mãos – eu havia sentido falta disso. Do amor de tia Esme e a alegria que ronda a casa dos Cullen.

Tio Carlisle fez questão de carregar minha mala até o meu quarto, fomos conversando. Ele me fazia perguntas simples e fáceis de serem respondidas. Alice tinha subido com Jasper, os dois batiam o maior papo rindo e lembrando de alguma coisa de quando eram crianças.

— Te vejo lá em baixo quando estiver pronta – sorri pra ela e ela partiu para seu quarto.

— Está entregue – Tio Carlisle sorriu me deu um beijo na bochecha e saiu fechado a porta.

Abri a mala e coloquei as roupas no guarda roupa. Escolhi um short e uma blusinha para usar e peguei uma toalha. Queria tomar um banho. Caminhei até o banheiro e tomei um banho. Me enrolei na toalha e saí. Quase morro quando vejo Edward deitado na cama.

— O que você faz aqui? – sussurrei.

— Precisamos conversar – ele disse me olhando e um sorriso apareceu em seus lábios.

— Não é um bom momento – não era mesmo. Não comigo de toalha ali.

— Marie – disse lentamente e eu quase desfaleci – Não é como se eu nunca tivesse visto você sem toalha – ele levantou-se da cama e andou até mim. Segurei a toalha com mais força – Eu provei cada parte do seu corpo. Você esqueceu? – perto de mais perto demais... Ele tinha uma de suas mãos na minha cintura e outra no meu pescoço.

— Anthony – eu não sabia porque, mas quando estávamos a sós eu preferia chama-lo assim. – Isso não está certo – disse entre suspiros e ofegos, pois Edward beijava meu pescoço.

— Eu sei minha pequena, eu sei bem o quão proibida você é para mim – ela puxou a toalha de uma vez só e dei um gritinho. Ele se afastou e olhou meu corpo passando a mão por seus cabelos como se estivesse desnorteado. Logo depois vi seu olhar se fixar em um lugar e gelei. Minha tatuagem – Eu não lembro disso Marie. Isso é novo – ele tocou na minha tatuagem. Seus dedos contornavam levemente as letras – Porque “Carpe Diem”? – Mas porque ele fazia perguntas? Será que não sabia como era difícil de pensar com suas mãos em mim. – Pequena – ela esperava uma resposta.

— Sei lá – dei de ombros – O significa “aproveite o dia” é importante para mim — não podia pensar em algo muito coerente pra dizer.

— Esse é o sentido literal da tradução – Edward começou a tirar e meu ar foi fiando rarefeito – O sentido real é aproveitar ao máximo o agora, apreciar o presente. – ele terminou de tirar a blusa e então eu vi ali escrito em seu biceps esquerdo “Carpe Diem”.

— Desde quando você tem isso? – Me aproximei e toquei.

— Faz uns doze anos – ele sorria.

— Impossível, eu não reparei nisso – como eu podia não ter olhado isso antes.

— Pobre pequena – ele grudou nossos corpos e meus seios encostaram em seu peitoral, pele com pele. – Estava ocupada de mais sentindo o prazer que te dei para reparar em qualquer coisa. – ele mordeu meu queixo. Então fui possuída por um desejo gritante. Empurrei-o e ele caiu na cama. Subi em cima dele e ataquei sua boca com violência. Edward correspondeu meu beijo e uma explosão de sentimento me tomou. Precisava de mais dele. Beijos não eram suficiente. Estava nua em cima dele e precisava que ele me tocasse. Como se adivinhasse meus pensamentos Edward agarrou minha bunda e a apertou com muita força. Suas mãos passearam pela minha cintura e uma delas tocou meu seio levemente. Busquei por ar e nesse momento Edward me virou, me deitando na cama e abocanhou meu seio. Gemi e ele colocou sua mão em minha boca pra abafar o som.

— Bella – Jasper bateu à porta.

— JASPER NÃO ENTRA QUE EU ESTOU NUA, SÓ UM MINUTO– berrei e olhei em pânico para Edward. Ele parecia extremamente irritado.

— Puta que pariu eu vou matar Jasper – eu ri dele e ele me tomou em outro beijo.

— Edward e agora? Como você vai sair daqui – eu o empurrei para sair de cima de mim – OMG, Eu estava quase transando com você novamente, não acredito que iria deixar isso acontecer – mas que merda eu estava fazendo. Edward levantou-se da cama e estava com muita raiva. Ele caminhou até a porta que tinha no meu quarto, a qual não sabia para que servia, abriu e sumiu. Pisquei algumas vezes. Onde é que isso dava?

— Bella, o almoço já está pronto – Jasper... Eu tinha esquecido. O mais rápido que era possível vesti minhas roupas e fui até a porta.

— Entra – disse.

— Porque está ofegando e corada? – AI QUE MERDA.

— Sei lá Jasper. Espera só eu pentear o cabelo para descermos? – perguntei.

— Ande logo – ele se jogou na cama. Corri para o banheiro e ajeitei o cabelo. Joguei uma água no rosto para me acalmar.

— Pronto – disse.

— OK, vamos – ele se levantou.

— Jasper, essa porta vai para onde? – quis saber.

— Ah, seu quarto era uma extensão do de Edward. Era onde ele guardava coisas do trabalho. Esme redecorou pra você mas não tirou a porta, pois não sabia se Edward iria reclamar de perder parte do seu quarto e o querer de volta. Mas ele ficou tranquilo. Ah, não se preocupe sempre fica trancada só ele tem a chave...

Notas finais
TATUAGEM DA BELLA - ( http://www.mulherbeleza.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tatuagem-Carpe-Diem-3.jpg ) E entãoooooooooooooooo??? Por favorzinhoooooo deixe-me saber o que acharam. Façam eu e a Kah feliz ;D Sentiram o drama pra esse fim de semana???? KKKKKK